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Top Model Guarujá fotos de Marinho Guzman

segunda-feira, 2 de março de 2020

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Boa noite.

Dorme, descansa que amanhã será outro dia.
Fecha os olhos e relaxa, que o sono virá apaziguar a tua alma e dar um pouco de calma para esse teu corpo cansado da faina diária.
Os dias continuam a rolar céleres como uma bola ladeira abaixo, enquanto as responsabilidades pesam cada dia mais, como carregar os anos ladeira acima.
Esquece as tristezas que desfilaram hoje pelos teus olhos, como aquele aleijado na chuva, pedindo uma esmola porque não pode nem sabe trabalhar.
Dorme pensando numa criança nascendo, com a esperança de melhores dias que poderão vir. Ou não.
Nossa terra não tem guerras, a não ser a dos esquecidos pelos homens e que ainda não conhecem Deus.
Dorme.
Dorme que eu estarei aqui ao seu lado, e daqui a pouco vou dormir também, com a certeza de te encontrar como sempre nos meus sonhos, porque estar ao seu lado é sonhar sempre.

Marinho Guzman

Quando a esmola é demais o santo desconfia.
Eu, já tenho certeza, cortesia com o chapéu alheio tem cheiro de maracutaia...

Marinho Guzman

Os anos insanos e os danos.

A tristeza de perder alguém não deveria permitir esquecer a lembrança de tê-lo possuído.
Mas a vida não é só poesia e nem pode ser tocada de novo como uma música.
O que passou passou e, nada do que foi será, de novo como já foi um dia.
A presença de Deus se faz mais presente nas horas difíceis, nos dias tristes, nos últimos anos e quando amamos.
Fica aí a letra da música que eu gostaria de ter escrito e que é uma inspiração.
Do Lulu Santos e Nelson Motta

Como Uma Onda

Nada do que foi será

De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas

Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é

Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo

Não adianta fugir

Nem mentir
Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar

Nada do que foi será

De novo do jeito
Que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas

Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é

Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo

Não adianta fugir

Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre

Como uma onda no mar

Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar

Marinho Guzman

Quem acha que mulher muito bonita é como melancia grande, que ninguém come sozinho, tem mesmo é que viver com uma feia como um kiwi, com uma pele que parece um abacaxi, uma bunda que lembra uma casca de limão.
Uma coisa é certa, o babaca vai ser sempre corno, mesmo que a sua mulher seja feia como uma jaca e que ele tenha o pau do tamanho de uma banana prata, porque ele é burro como uma pedra.

Marinho Guzman

A vida é uma festa.

E como toda festa boa deve ser programada, organizada e ter os convidados certos.
Parafraseando livremente o poeta, quem passou pela vida em brancas nuvens e em plácido descanso adormeceu, quem nunca experimentou o êxtase interior, não aprontou, bebeu e se arrebentou, vegetou!
Foi um espectro de homem, não foi homem. Só passou pela vida, não viveu.
Quem não conheceu o inferno aqui na terra, também não sabe como pode ser o paraíso dos amores loucos, das bebedeiras insanas, das tristezas de amores, do paraíso dos beijos. Dos intensos, dos roubados, dos furtivos, dos apaixonados, dos frios e calculistas e das beijocas em geral.
A vida é sim uma festa, daquelas que vão ser lembradas pelo sucesso retumbante ou pelo fracasso.
A festa continua. O show não pode parar. Aos que participaram das minhas festas, aquele abraço.
Sigo, sem ressaca, curtindo as lembranças, as fotos e porque não, as grandes gafes.
Quando reencontro um amigo ou amiga dos velhos tempos, parece que a festa foi ontem e que ainda pode ter mais uma música, antes que o som pare, as luzes sejam desligadas, os amigos se despeçam e as portas se fechem.
Não se assuste! Nós vamos continuar essa festa. No andar de cima, a festa vai continuar!

Marinho Guzman

Feche algumas portas. Não por orgulho, mas porque já não levam a lugar nenhum.


Na minha vida procurei escolher bem os caminhos.
É bem verdade que nossas primeiras escolhas dependeram antes das escolhas feitas pelos nossos pais.
Os primeiros passos, as primeiras escolas e a convivência de tenra idade podem orientar e decidir por você ser uma pessoa de sucesso ou mais um daqueles garotos e garotas que lêem mal, escrevem pouco e raciocinam só o suficiente para passar de ano com notas mínimas.
Freqüentei ótimas escolas e fui bem orientado até os 14 anos.
Depois disso, família desfeita e eu por mim mesmo,nem sempre fiz escolhas brilhantes.
Ainda assim acho que abri mais portas do que fechei e conheci o lado bom e fácil da vida pelas facilidades que meus pais me proporcionaram.
É difícil dizer quando foi que cansei de abrir portas e tentar fazer com que elas permanecessem abertas. No máximo, não as fechei ruidosamente nem tentei lacrá-las. Não nego que nos últimos anos fechei mais portas do que abri e não tentei manter abertas portas que não mostravam um caminho fácil.
Nem sempre as boas lembranças vem de pessoas que mantive como amigos.
Os defeitos que na juventude pareciam pequenos e suportáveis agora parecem insuportáveis por mais de algumas horas.
A alegria proveniente do álcool antigamente era fundamental. Hoje é inconveniente.
Portas que não levam a lugar nenhum são como qualquer coisa que você tem que manter, cuidar, zelar para que não caiam sobre você.
Não tema fechar portas nem deixe que qualquer um entre pelas janelas...

Marinho Guzman

Há sim algumas coisas que eu gosto menos do que a presunção.

Há ainda que se perdoar as pessoas presunçosas que tem algum valor.
Difícil é entender como alguém que só tenha um pouco de beleza, uma bunda grande, um peito siliconado e um amante rico pode pensar que esse é o valor que deve ser parâmetro na nossa sociedade.
A beleza acaba, o dinheiro não aceita desaforos e as mulheres cheias de botox na cara ficam parecendo múmias.

Marinho Guzman

Ignorância

A ignorância é sem dúvidas uma das maiores causadoras de grandes males da humanidade.
As definições mostram que a falta de saber, a imperícia, a incompetência, a estupidez, são só sinônimos da falta de conhecimento de como fazer, como agir, de como não fazer e não agir.
De como viver em sociedade.
A partir da falta de conhecimento dos direitos, das obrigações e das consequências, é que se desencadeia a desestruturação do ser humano, da família e da sociedade.
É impossível dizer quantas ou quais são as causas da ignorância, mas uma coisa é certa, determinadas situações e substancias, deflagram e maximizam-na, seja qual for a classe social do indivíduo.
As drogas levam ao vício e o vício às loucuras e às ações insensatas.
Considerada uma droga lícita, o álcool sabidamente acaba com a saúde, a família e o auto respeito.
Quem perde o respeito por si ignora o mal que está fazendo ao próximo e não pode ser tolerado no meio social como se pretende.

Marinho Guzman

A percepção do tempo e do fim de cada coisa.

A percepção de quantidade e qualidade do tempo foi e é estudada num nível tão filosófico que eu não consigo ler nem chegar a conclusão nenhuma. Igualzinho aos filósofos.
Partindo dessa premissa, qualquer bobagem que eu pense ou escreva tá valendo.
Imagine você acordando num dia, qualquer dia. Em alguns minutos você pode avaliar o que vai fazer nesse dia.
Os problemas do ser humano começam aí! Nem sempre o que você precisa fazer é o que você gostaria de fazer.
Inconscientemente, o seu sentimento de culpa desse dia, e de toda a sua existência, começam nesse momento.
Café da manhã, almoço ou jantar. Não importa, qualquer coisa que você vá comer, e coloque no prato ou no copo já lhe dá a ideia de tempo que você vai levar para comer pelo tanto que colocou.
Também sabe quando é o começo, quando essa porção está no meio e quando está no fim.
Tudo, menos a vida lhe dá essa percepção de tempo que poderia lhe mostrar quão próximo você está do fim.
Alguns dirão. Bobagem! Eu também acho!
Mas quem pode garantir que você vai ter mais uma hora de vida? Uma semana? Um mês?Um ano?Dez anos?
Ninguém.
Será que é por isso que muitos querem ou vivem o dia de hoje como se fosse o último?
Baahhh... Todo mundo fala, mas ninguém sai por aí chutando o balde como se fosse o último dias das suas vidas porque sabe que o resultado seria desastroso no dia seguinte.
E se ninguém acha que o dia de hoje será o último da sua vida, ninguém sabe quando vai terminar a vida, ninguém pode saber se está no meio ou perto do fim.
Sabe para o que essa divagação é importante? Eu não sei!
Ma foi legal pensar nisso...

Marinho Guzman

Meu avô, minha mãe e a minha mão.

O meu avô.

Quando falava do caráter e da criação das pessoas, meu avô, Antonio Perez, dizia:- Cinco irmãos, cada um diferente do outro, como os cinco dedos que eu tenho na minha mão.
E espalmava a mão calejada, com os dedos tortos, pela vida nada fácil de imigrante espanhol analfabeto, cujo primeiro trabalho foi ser carvoeiro.
Calcado em esforço inimaginável hoje em dia, de imigrante pobre, analfabeto e que desembarcou sozinho no Porto de Santos já nem sei em que ano, ele venceu.
E vencer significou criar muito e muitos, e deixar essa lembrança que tenho agora.
Se o meu avô criou muitos múltiplos de cinco, cada um diferente do outro, a história se encarregou de dizer quem aproveitou mais ou menos as suas lições de vida.
Alguns como eu que conviveram bastante, certamente aprenderam mais.
Nem todos aproveitaram as lições.
Mas assim como os cinco dedos da mão são diferentes, irmãos não tem nem a mesma aparência, nem o mesmo caráter.
E o meu caráter foi moldado pelo imigrante espanhol pobre e analfabeto mas doutor em viver, conviver e sobreviver honestamente.

A minha mãe.

Minha mãe tem hoje noventa e um anos.
Ela me criou com amor e chinelo. O chinelo ficava muito mais nos seus pés do que na minha bunda, porque ela sempre foi inteligente, paciente e amorosa.
Tenho quase certeza de que eu apanhei mais do que meu irmão porque eu era o mais velho e tenho certeza de que ela me preparava para a vida como não conseguiu fazer por muito tempo porque já naquela época as coisas mudaram e as crianças passaram a ter os direitos que acabaram com a possibilidade de serem criados e não mal criados.
Minha mãe foi a segunda fonte e a mais importante na minha criação, me transformando no homem que sou ou pelo menos na parte boa do homem que sou.
Viva, vivíssima minha mãe tem hoje 91 anos.
Bem ou mal eu festejei cada dia das mães, com um pensamento só. Minha mãe foi e é a melhor mãe que alguém possa ter tido. Não há reparo. Não há senão. Não há o que foi feito, o que deveria ter sido feito ou o que não foi feito.
Fica aqui a minha homenagem à minha mãe. Não a que eu gostaria de fazer ou a que ela merece.
Só a que eu posso fazer.

A minha mão

Cada vez que olho para a minha família eu lembro dos cinco dedos que o meu avô falava. Cinco pessoas tão diferentes, como os cinco dedos de uma mão.
Mas ainda a minha mão.

Marinho Guzman

Junta-te aos bons e serás um deles
Essa foi uma frase que eu ouvi muito durante toda a infância e a adolescência, épocas em que eu ouvia dos pais e avós as grandes e boas lições que não esqueci de todo.
E foi assim que ontem passei um dia muito agradável, proporcionado por uma pessoa muito boa, que tenta e consegue juntar pessoas bem diferentes. Ontem foi um dia de agradecimento.
É preciso lembrar sempre, que agradecer é mais importante do que pedir.
Obrigado, meu amigo.
Que bom que você não precisa de nada e que agradece sempre por tudo o que tem, reparte os resultados e multiplica nas pessoas a lembrança, de que o que se consegue com honestidade tem mais valor.
Deus consegue sempre separar o joio do trigo, escreve certo por linhas tortas e não tarda. Capricha.
Para os bons, o prazer de proporcionar se iguala o de conseguir e de ter.
E a recompensa vem sempre.
Do céu.

Marinho Guzman

Nem tanto ao mar, nem tanto ao céu.
Nem tanto como as ondas, nem tanto como as nuvens.
Mude para acompanhar o movimento da Terra e das pessoas.
A gente procura resposta para todas as perguntas e todos os dias a vida muda as perguntas e as propostas, fazendo com que as respostas certas de ontem não sejam tão certas hoje.
As prioridades mudam, as pessoas que nos cercam mudam e se não formos ágeis, o suficiente para acompanhar as mudanças, corremos sérios riscos de tropeçar com esses movimentos naturais.
Não tenha tanta certeza de nada.
Não busque a única certeza da vida porque ela vai acabar com você...

Marinho Guzman

Todos os vícios são ruins.Alguns são piores.

Marinho Guzman

Não leve a vida tão a sério.
Ela é a primeira a brincar com você...

Marinho Guzman


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