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Top Model Guarujá fotos de Marinho Guzman

segunda-feira, 2 de março de 2020

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Eu não valho nada!

Tempos atrás li que nosso corpo é constituído de mais de 70% de água e o resto são minerais como cálcio, ferro, proteínas se outras substancias que na quantidade, se fossem comercializadas valeriam menos do que um prego.
Antes de escrever essas linhas pesquisei de novo e encontrei um maluco que avaliou o corpo humano pelo valor dos órgãos, se pudessem ser vendidos, para transplante.
Nesse caso, valeríamos bem mais aos pedaços ou mortos.
Vivo, vivinho como eu acho que estou eu não valho nada ou quase isso.
Não tenho emprego, minha aposentadoria mal dá para o café da manhã e nunca, nunca mesmo ninguém me ofereceu um emprego. Nem para ganhar salário mínimo.
Já me falaram que eu deveria entrar na política, que eu falo bem e escrevo melhor ainda, que eu sou inteligente (isso quem disse foi a Amanda, ontem mesmo) mas ninguém nunca falou em grana.
Com tanto político corrupto e candidato a político corrupto nessas épocas de eleições, ninguém chegou para mim e disse:- Vem trabalhar que eu vou te pagar tanto... Já disseram, vem trabalhar comigo (era de graça) ou, se eu ganhar você vai ser isso (o cara não ganharia nem o meu voto) ou o que acontece mais comumente são convites para trabalhar nas campanhas declaradamente de graça e isso eu não faço mesmo.
Portanto amigos, acredite. Eu não valho nada!

Marinho Guzman

Conselho para minhas amigas mais novas

O Facebook é uma janela que se abre para o mundo quando se tem olhos atentos e nada para fazer que valha alguns reais.
Vagabundos aposentados como eu, ficam dia e noite lendo as bobagens dos outros e escrevendo as próprias.
As notícias políticas substituem com vantagem qualquer filme de terror.
Eu, para piorar, fico fuçando tudo de todo mundo. Das fotos das amigas mais velhas teço críticas internas, como se eu tivesse parado no tempo e não tivesse envelhecido tanto ou mais do que elas.
Desculpem-me caras amigas, já que não dá para ver grandes peitos, pernas e carinhas lisas vejo que o tempo lhes deu experiência, inteligência e perseverança.
Só não dá mesmo para ficar olhando meloso para seus paparicados netinhos.Espero que seus maridos estejam felizes com eles e e como o lobo mau da história ainda comam a vovó.
Depois de velho virei olhudo, fofoqueiro e metido a conselheiro em várias áreas.
Não devem ter sido poucos e poucas que me deletaram, bloquearam e sumiram do meu Face, mercê dessa minha mania de ficar vigiando todo mundo e escrevendo tanta merda.
Mas é fuçando o Facebook das mais novas que eu me divirto.
Algumas ainda esperam o grande amor, outras só transam por amor.
Muitas já quebraram a cara o suficiente, para saber que todo príncipe encantado é meio veado,os fortinhos da academia só saem se rachar a conta. Muitos, muitos deles, acham que fazer amor é gozar. Abusam da pressa, já desistiram de perguntar se foi bom para a parceira. Querem mais e gozar e sair correndo para encontrar os amigos.
Hoje gostaria de dar um conselho para as minhas amigas mais novas.
Esqueçam aquele fortinho da academia. Se vocês continuarem com eles vão só trocar o tanquinho pelo tanque.
É hora de se aproximarem dos nerds, aqueles com cara de meio bobos, estudiosos e tímidos.
Eles serão os ricos e milionários de amanhã e aí terão tempo de se cuidar, viajar e dar todo o conforto sem os quais mulher moderna de hoje não consegue sobreviver.
O nerd de hoje é o rico charmoso de amanhã. Investe, boba!

Marinho Guzman

Meus amigos no Facebook

Eu gostaria de escolher os meus amigos no Facebook e na vida real.
O amigo não pode ser super nem mini, tem que ser midi.
Pessoas super quase sempre são chatas, aliás, super chatas. Sabem de tudo, têm tudo, querem tudo, tudo podem e a gente fica mais para baixo que cu de cobra, em qualquer situação.
Com amigo super não dá para ganhar uma. Empatar já seria uma grande vitória.
Pessoas mini, que se acham um nada, também não servem para amigos. Nem no Facebook. Estão sempre reclamando, se lamuriando, se sentem tão diminuídas que a gente fica até constrangido.
Não vou dar exemplos para não receber mensagens desse povo que precisa de ombro amigo, colo, carinho etc. Em alguns casos, se precisar de um pau amigo posso dar ou recomendar.
Gostaria de dizer que dificilmente excluo os amigos, nem mesmo os super, principalmente porque não dá para pedir socorro para os mini, os midi estão quase sempre pior do que eu e a gente não sabe o dia de amanhã.
É sempre melhor ter de quem escutar um não, do que nem ter nem para que lado correr.

Marinho Guzman

A vida ás vezes parece um filme que você já assistiu.

Principalmente porque a vida de todo mundo tem o mesmo começo e o mesmo fim.
Às vezes a gente pode escolher um ou outro cenário, qual será o figurino e se vamos fazer humor ou fazer guerra. O que começa como humor pode se transformar em guerra e vice-versa.
A gente também pode escolher enredos diferentes, mas como diz o profeta, “maktub”, está escrito, o que tiver que ser, será.
A gente às vezes não percebe, mas somos sempre nós mesmos que escolhemos quanto vai ter de drama e de aventura.
A maioria sabe que não vai ganhar prêmios e fracassos são inexoráveis. Quase sempre não temos a bilheteria esperada.
Como num filme, a vida da gente também tem os atores principais, os coadjuvantes e os figurantes. Pela má escolha às vezes a gente troca inadvertidamente os papéis e só percebe quando é tarde demais para fazer qualquer troca.
Bem ou mal o filme se desenrola e, perto do final, você muitas vezes se pergunta se esse é mesmo o filme que você escolheu, ou se você entrou na sala errada.
É importante a gente saber que esse filme não tem ensaio e que esta será sempre a última sessão.

Marinho Guzman
  
Rua Augusta.
Todas as vezes que eu cito a Rua Augusta nas minhas tentativas de escrever lembranças, há um resultado imediato e positivo.
Alguém aparece, ou reaparece, para corroborar ou contestar algum fato e lembrar outros.
E isso é o que me anima e faz com que eu perca a vergonha de chamar de crônicas essas mal traçadas linhas.
Claro que a Rua Augusta é muito mais do que eu lembro, alguns anos, de 1.965 a 1.985.
Seriam precisos muitos gigabites para escrever a história dessa rua e sua turma.
Aliás, não era uma turma. Eram muitas turmas. De esquinas, de restaurantes, de bares, de lojas. A turma das motos era a mais barulhenta e tumultuava mesmo...
Famosa era a turma dos “esquenta para-lamas”, que parava em qualquer lugar, encostava a bunda no para-lama do carro e ficava observando o povo passar. Os mais famosos “esquenta para-lamas” ficavam em frente ao finado restaurante Pandoro. Eram para-lamas de Porshe, de Mercedes, de Alfa Romeu, de Ferrari e por aí...
Muita gente morreu tragicamente naquela época, mas continua viva na memória das turmas, que de uma maneira ou de outra tiveram as suas próprias vidas muito ligadas à rua.
O Paulinho Baixaria, o Jacaré e o Zumbeta, são alguns nomes sempre lembrados.
Dizem que a Rua Augusta não é mais a mesma. Nem ninguém é mais o mesmo. Valem as histórias que cada um de nós tem da vida e da rua.
Aqui no Facebook estão alguns amigos que viveram essa época e essa rua. Lembro-me, neste momento, do Mendel, do Tergalino Badra, do Coelho, do Vitinho, do Focca, do Cavaleiro Solitário, Índio, Dinarte, Eloisa Esteves,Ferrão,Savoia,Otavio Netvral, Omaselli,Robert,Salani,Aldo,Campanella,Luizão Lobo,Luis Alberto Pereira, Helio Ansaldo Filho,Paulo Roberto,Sarita Pe.
Esquecer alguns nomes não é esquecer a turma, é coisa momentânea, porque essa turma estará sempre na minha memória.

Marinho Guzman

Joga no Google!
Para mim as maiores invenções dos últimos anos foram a internet, com o Facebook, o Google, possibilidade de movimentar a conta do banco e o Viagra genérico.
Não me venha com outros avanços da medicina, nem tecnologia de ponta para satélites. Isso é para gente muito mais preocupada com a vida ou com a morte do que eu.
Com o Google a gente fica informado de tudo, com o Facebook a gente reencontra os amigos, escreve um monte de bobagens achando que os outros vão ler e com o Viagra a gente continua pensando que vale a pena continuar a trepando de vez em quando.
Claro, tem que ser Viagra genérico senão ou vai faltar tesão ou grana. E. T. (Alterne com o uso de Ciális, em caso de emergência).
Você já imaginou se para receber a miséria da aposentadoria você tivesse que ficar numa fila de banco, se o caixa tivesse que ir procurar a sua ficha de saldo, se você ainda tivesse que ir ao outro banco para pagar uma conta? Até o risco de ser assaltado ia tirar o tesão e ... bem, depois de tanto estresse nem o Viagra iria resolver.
Com a internet a gente não tem que ficar nas filas dos bancos e pode ficar teclando no Facebook e claro,trepando, se sobrar um tempinho.
Bem, a conversa tá muito boa mas tenho que ir. Hoje vão desligar a energia aqui em casa e vou ficar o dia inteiro sem internet. Vou dar uma passada na farmácia e volto para ver o que mais tem para fazer...

Marinho Guzman

Só um homem forte admite seus defeitos e fraquezas.

Marinho Guzman

A coisa mais difícil de se escrever ou falar para determinado grupo heterogêneo é escolher se você vai nivelar por baixo, por cima ou buscar tanto essa fórmula que vai acabar não dizendo exatamente o que você queria dizer.

Marinho Guzman

Quanto custa um jornal ?
Se for pela tiragem, alguns valem menos do que um rolo de papel higiênico.

Marinho Guzman

Não há inocentes. Só há bandidos porque não existem mais mocinhos.
Estive lendo tardiamente uma crônica do REINALDO AZEVEDO,
“Por que o brasileiro não se indigna e não vai à praça protestar contra a corrupção?”
É para ser lido por quem tem capacidade para ler, entender um texto e ter vontade de saber a resposta.
Tenho 3.813 mil “amigos” aqui no meu Facebook e nem 13 costumam ler as minhas postagens de indignação com a corrupção no Guarujá.
Mas eu continuo perdendo a voz, algum tempo e muitos “amigos”, mas não perderei jamais a indignação de ver o meu dinheiro dos impostos nas fogueiras e nos fogos de São João e nos shows caríssimos que resultam nessa “anestesia geral” dada no povão.
O povo não se indigna e vai à praça protestar porque não existe e nunca existiu movimento espontâneo do povo.
O povo vai à rua mobilizado por alguém. No caso, o povo está indo às praças para ver os shows ditos juninos, levado pela atual administração, com a finalidade claramente eleitoreira de reeleição.
De tudo isso, não há o que se esperar do povo, pouco de mim e dos meus 13 amigos e nada dessa massa ignara de guarujaenses que reclamam uns para os outros quando dá, que jamais iriam às praças, porque não se sentem povo, não pagam impostos ou fazem parte dos cerca de 6.000 indivíduos que recebem salários e ou propinas para ficarem calados.
É por esse e muitos outros motivos que eu apoio o Manoel Vergara pra vereador. Não sei se ele é mocinho, vai virar bandido ou vai levar uns tiros.
Uma coisa é certa, não vai ficar exatamente como está e não me diga você que pode ficar pior, isso nós temos que ver.

Marinho Guzman

   Junta-te aos bons e serás um deles.
Aí vocês três poderão falar como é difícil encontrar gente decente...

Marinho Guzman

Boa prá caralho!!!

A avaliação positiva de algumas administrações passa pela lembrança dos terríveis dias de desmandos e roubalheiras de
ex prefeitos e à confusão entre o que poderia ter sido feito, o que deveria ter sido feito e o que foi feito.
O que o povão não sabe, é que a receita do nosso município, pode ter sido de algo entre dois e três bilhões de reais nos últimos anos.
Aliás, alguns dos defensores da atual administração nem sabem avaliar o que são bilhões de reais, colocam no bolso menos do que gostariam, mais do que valem e o suficiente para ficar com a boca fechada, se bem que alguns recebem para ficar com ela bem aberta, elogiando o que a história vai se encarregando de demonstrar que foi incompetência.

Marinho Guzman

A Mona Lisa no Louvre...

Às vezes eu “ tô me me achando” como diz a minha amiga Sandra.
E tem outras que eu me acho mesmo um ignorantão, por não entender algumas coisas que parecem óbvias.
Estou sempre “me achando” por ter ido várias vezes no Louvre.
Me acho um idiota por não entender o valor artístico da Mona Lisa, apesar de ter ficado sempre arrepiado diante dela e de outras obras e monumentos, mais pelo que representam do que por entendê-los artisticamente.
Só quem foi ver a Mona Lisa e presenciou o constante grupo de centenas de pessoas olhando aquela tela de pouco mais de quarenta centímetros quadrados, protegida por vidros á prova de tudo, vigilância eletrônica de última geração e vários seguranças armados, pode avaliar o valor atribuído àquela que é provavelmente a tela mais famosa de todos os tempos, em todo o mundo.
É isso. Estava agora obsevando uma foto de uma multidão numa praia qualquer, olhando a bunda pouco vestida de uma modelete sem nome, num fio dental mínimo e lembrei da Mona Lisa.
Fazer o que? Mas que eu lembrei, lembrei...

Marinho Guzman

A fotografia da vida
Comparando a vida com a fotografia, muitas pessoas fotografam sem a preocupação de tirar fotos boas, que elas estejam no foco ou que o enquadramento seja harmonioso.
Certas pessoas são criadas sem grandes cuidados pelos pais, apreendem alguma coisa na escola, especialmente namorar no curso médio e beber no superior.
Formam-se maus médicos, péssimos advogados,políticos corruptos e pais incompetentes. Vão levando a vida como fotografias mal tiradas. Sem foco.

Marinho Guzman

    O tempo de cada um de nós e o tempo de Deus.

A vida não tem grandes segredos. Tem observadores pouco atentos.
A palavra respeito, para quem a conhece, sabe o que ela significa e a aplica no dia a dia é uma delas.
A convivência de um homem e uma mulher baseada no respeito, tem grande chance de sobrevivência nesses conturbados dias de falta de respeito a tudo e a todos
Dentro da amplitude do respeito, observei que respeitar o tempo de quem vive com a gente é fundamental.
Se a sua mulher acorda mais tarde ou se ela demora mais que você para se arrumar, se ela vai ao cabeleireiro duas vezes por semana, não é por nada. Ela cresceu e viveu uma boa parte da vida com pessoas que souberam respeitar o tempo que ela precisa para cada afazer e para ela mesma.
Não será criticando-a a cada vez, numa enervante constatação da sua desaprovação de como ela usa o seu próprio tempo, que vai mudar proveitosamente alguma coisa.
É bem capaz que ela desenvolva implicância pelo tempo que você se dedica à internet, a assistir o futebol, a limpar o carro e a dar pouca atenção a ela, ao que ela faz ou diz.
Isso é só o início de uma discussão que sempre se transforma em briga e não raro na tal da incompatibilidade de gênios, como diriam os advogados, gênios nas separações e divórcios.
Se você tem o seu tempo para cada coisa, respeitar o tempo da pessoa amada é o único caminho para a convivência a dois.
Claro que não é o único. A palavra respeito deve ser aplicada a tudo o que diz respeito ao casal.
Eu adoro quando a minha amada Amanda não pergunta quanto tempo eu fiquei no computador de madrugada, nem quanto tempo eu vou cochilar depois do almoço e todas essas pequenas coisas que a gente faz durante todo o dia.
Foi com ela que eu aprendi a respeitar o tempo dela e de todas as pessoas.
Nós vivemos muito bem porque a palavra mais usada aqui em casa é respeito, depois vem amor. E a gente aprendeu também, que Deus não demora, ele capricha. Até ele tem seu tempo!

Marinho Guzman
  
Ressaca moral.

Popularmente conhecida como vergonha pela cagada, a ressaca moral é aquela coisa horrorosa que a gente sente depois de uma mancada bem grande, seja ela feita ou não sob os auspícios do álcool.
Fala-se até em dores da ressaca moral, porque como a da bebedeira, você pode ficar com a cabeça ou todo o corpo dolorido e a vergonha dói mais do que se você tivesse caído de uma escada bem alta.
Cantar a mulher do melhor amigo (e ser descoberto) é uma figura típica, antológica e folclórica de ressaca moral. Dar vexame bêbado na festa do escritório é das mais sensacionais.
Mas tem a do funcionário que é pego furtando, do jogador profissional que perde o pênalti na final, a do marido que é flagrado com a amante e a da madrinha da noiva flagrada dando um beijão no noivo ou mesmo na própria...
O melhor remédio para a ressaca moral é o tempo. Não há nada como o esquecimento, capacidade com o qual nós humanos fomos presenteados para suportar essa e outras desgraças. Obrigatória ou fortuitamente, tudo cai no esquecimento e fica na esfera da lenda.
O grande perigo da ressaca moral é a reiteração.
Todos nós já caímos no ridículo, mas algumas pessoas são sempre ridículas e você convive com algumas delas...

Marinho Guzman

Viajando na maionese...

Desculpe-me vou mudar o título.
Viajando numa gostosa salada com pouco molho.
É isso. Até escrevendo a gente fica preocupado com o colesterol, o aumento de peso, a barriga etc.etc. e etc.
Foi-se o tempo dos sanduiches de dois e três andares com muito molho, queijo, ovo frito, bacon e tudo o que mais viesse.
É a hora da verdade onde a gente olha para as próprias mãos, para a pele, para as rugas e quem ainda tem cabelos, para os pretos que rareiam entre os brancos.
Antigamente a gente dizia que os dias são mais longos no verão. Agora a gente pensa e nem sempre diz, que no inverno as noites são mais longas.
Queiram ou não, os mais velhos têm mais tempo e mais coisas para refletir do que os mais novos.Isso pode ser bom ou pode ser muito ruim.
Felizmente não sei o que é estar só ou me sentir só. Mas vejo em algumas faces o que isso significa, para quem não tem um companheiro ou companheira.
Deve ser duro preencher as horas dessas noites mais longas, quando não se tem alguém para conversar ou simplesmente para olhar e sentir a sua presença.
Pior do que não ter um companheiro é ter alguém ao seu lado que não é companheiro nos dias mais longos do verão.
Observo na hora do almoço os casais nas mesas dos restaurantes. Alguns não trocam nenhuma palavra. Um ou outro nem um olhar.
Não tenho nenhuma palavra, nenhuma teoria, nenhum remédio para quem está só, mas tenho um conselho para quem tem um companheiro ou companheira.
Cuide bem de quem você ama, há coisas que se pode consertar ou remediar, mas a perda de um amor verdadeiro não é uma delas.

Marinho Guzman
  
Se fosse fácil qualquer um faria.

Meu amigo Adolfo repete sempre a frase. Tudo que é fácil já foi feito. Ou coisa que o valha.
E é verdade. Sobraram para nós as coisas menos fáceis e as difíceis. Mas sempre tem alguém que acha ou achou que teria achado uma maneira fácil de fazer alguma coisa.
Pode ser verdade. O Eike Batista e alguns outros espertos tornaram-se bilionários nos últimos dez anos.
Mas tirando os bilionários, o que se vê mais são os visionários.
Não é sem motivo que noventa e cinco por cento das empresas criadas fecham suas portas em menos de dois anos.
E o que dizer dessa crise mundial, que coloca agora os europeus e americanos num patamar de endividamento maior do que o outrora chamado “terceiro mundo”, “países emergentes” e agora “países em desenvolvimento”?
É minha gente, o que era fácil já foi feito, digam as mulheres de vida fácil e os batedores de carteira...
Então o negócio é o seguinte:- Que fiquem espertas as garotas bonitas e gostosas que enchem a cara e curtem a vida.
Que fiquem espertos os filhinhos de papai que retardam a maturidade, vivendo sob o manto protetor do papai e da mamãe... Os que vivem de pequenos golpes e os que se aproveitam da boa fé dos amigos.
A beleza acaba, a bunda cai, o botox marca a cara mais do que tira as rugas.
Os músculos e o tanquinho quase sempre se transformam em barriga e homens e mulheres com grana para gastar procuram cada vez os mais os novos e as muito mais novas.
Vai faltar coroa rico para tanta periguete...
O que era fácil já foi feito e o difícil vai ficar impossível.

Marinho Guzman

   Às vezes fico me questionando, a dificuldade que tenho em perdoar certas pessoas.
Perdoar quem não se arrepende tem tanto sentido quanto ajudar quem não pediu nem quer ajuda.
Perdoai as nossas ofensas e nós perdoaremos a quem nos tem ofendido.
Mas livrai-nos desse mal.
Amém

Marinho Guzman
A gente escreve o que sente e sente o que escreve.

Ninguém fala “da boca para fora” .
Antes de serem ditas as palavras foram processadas pelo cérebro, ordenadas pela memória e censuradas pelos critérios de educação, moral e civilidade que cada um de nós tem ou deixa de ter.
A gente escreve o que sente e sente o que escreve.

Ninguém fala “da boca para fora” .
Antes de serem ditas as palavras foram processadas pelo cérebro, ordenadas pela memória e censuradas pelos critérios de educação, moral e civilidade que cada um de nós tem ou deixa de ter.
Escrever é como qualquer coisa. Quanto mais e pratica melhor a gente se expressa.
Se você ainda não está acostumado(a) a escrever vai uma dica.
Escrever é um prazer parecido com os prazeres que você já conhece. Escreva!

Marinho Guzman

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