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Top Model Guarujá fotos de Marinho Guzman

segunda-feira, 2 de março de 2020

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Um texto não precisa exaurir uma ideia, assim como uma iguaria não precisa matar a fome.

Marinho Guzman

Inteligência

Inteligência é a habilidade de entender, raciocinar, planejar, e aprender a resolver problemas. Pensar de forma abstrata, compreender ideias complexas, escolhendo a melhor dentre as opções disponíveis, com isso obtendo os melhores resultados, em circunstâncias em que o instinto e o habito não podem ajudar.

Marinho Guzman
    Meu pai.





Meu pai.
Meu pai nasceu em 1917 e teria hoje, se fosse vivo, 95 anos.
Infelizmente ele se foi em 1999 portanto há treze anos.
Tenho vagas lembranças de como teria sido a sua vida pelos seus relatos já quase esquecidos.
Para falar a verdade, é dificílimo imaginar meu pai aos cinco, dez ou quinze anos, vivendo na cidade de São Paulo onde as novidades o teriam deixado tão surpreso, como para mim o advento da televisão colorida em meados dos anos setenta ou a internet nos anos noventa.
Naquela época as grandes novidades devem ter sido a chegada ao Brasil dos primeiros carros, a popularização do radio e o acesso aos primeiros cursos universitários.
Meu pai contou que o primeiro carro que meu avô comprou, um Ford 1929, da sua alegria em ter um radio e de como ele conseguiu fazer à noite, o curso de ciências contábeis e atuariais da Faculdade Álvares Penteado do Largo de São Francisco.
Tempos difíceis, dizia ele que vivenciou o gasogênio, tinha dificuldade em saber das notícias internacionais pelo radio e tinha que chegar em casa, por imposição do meu avô, obrigatoriamente às nove horas da noite, ainda que as aulas terminassem depois desse horário.
É bem verdade que ele tinha certas regalias que a maioria dos jovens não tinham . Ele já podia dar suas voltinhas com o carro da família uma vez que desde os dezoito anos ele é quem dirigia porque meu avô tinha dificuldade para fazê-lo, para não dizer que dirigia muito mal.
Foi numa dessas voltinhas pela Rua Frei Caneca que ele viu pela primeira vez a minha mãe. Deve ter sido um impacto fulminante porque a minha mãe era seguramente a garota mais bonita de toda São Paulo. Prova disso, são as fotos que publico junto com o texto.
Além de linda, minha mãe dançava balé, era formada em música pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e dava consertos públicos aos dezenove anos de idade. Sua educação foi primorosa. Era a mais bonita, a mais inteligente e a primeira filha mulher. Ouvi dizer que era o xodó do pai e da mãe com muita razão.
Segundo meu pai, a troca de olhares foi rápida, as primeiras conversas furtivas e o namoro alguma coisa perto de uma história de terror uma vez que o meu avô era um português no mínimo turrão.
Quando meu pai foi pedir minha mãe em namoro, a conversa teria se tornado um desafio uma vez que meu avô disse que com filha dele ninguém brincava e que ele não admitiria namoro ou noivado prolongado.
Quem conheceu meu pai sabe que o sangue espanhol dele fervia nas veias quando era confrontado e ele teria perguntado ao meu avô quanto tempo seria suficiente ou demasiado e meu avô teria dito que não poderia demorar mais que seis meses.
Oh! Deus! Imagino a cara do meu pai, que esperava autorização para ir ao cinema com minha mãe na companhia de alguma irmã e sair de lá noivo para casar.
Segundo relatos fidedignos, meu pai teria imediatamente marcado a data do casamento para daí a quatro meses e o grande problema nem foi esse e sim contar para o meu avô, o seu pai que ele iria casar no final daquele mesmo ano.
Houvesse esse termo naquela época e eu diria que “a casa caiu”.
Meu pai me contou a condição imposta pelo padrasto para que ele se casasse seria ir morar em Vera Cruz, uma cidadezinha do meio do Estado de São Paulo, que hoje tem menos de dez mil habitantes, naquela época só uma rua pequena e sem saída.
A minha mãe me contou que foi uma correria louca. A noiva tinha que fazer o enxoval, e promover a festa e o dinheiro mal dava para o dia a dia da família Pacheco.
Apesar dos pesares meu pai e minha mãe casaram-se dentro dos escassos quatro meses. O vestido da noiva era uma obra prima, a festa foi perfeita e até pouco tempo, havia em casa alguns lençóis de puro linho do enxoval original. No mais, eu estou aqui para contar essa história louca e verídica.
História que apenas começa com esse texto, porque se a memória não me trair ainda vou contar muitas outras do cara mais incrível que eu conheci, meu pai Antonio Guzman Mariscal.
Contabilista radio amador, criador de pássaros de canto, espanhol esquentado, homem íntegro e honesto que fez tudo que podia pelos filhos, do qual eu me orgulho de ter muitos princípios. E o nome Guzman.

Marinho Guzman
   Se eu não entendi é porque você não soube me explicar.

Marinho Guzman
    Não há bem que sempre dure porque invariavelmente tem um (a) fdp querendo ferrar a gente.

Marinho Guzman

Há uma época na vida que a gente não imagina que vai ficar velho e vai morrer.
Todas as descobertas são novidades e felicidades.
Cedo ou tarde a realidade começa a aparecer e a gente toma conhecimento do que é perder um bichinho de estimação, um ente querido, um parente mais próximo.
O contato com o fim quase sempre é numa sequencia é lógica e perdemos nossos queridos avós. Ainda assim, parece que a morte é coisa dos outros.
Parece que a gente vai viver para sempre.
Mas, finalmente, em algum momento a gente descobre a realidade das nossas vulnerabilidades.
Seja pela doença ou pela morte de gente bem próxima, caímos numa real de que a vida é efêmera, que a passagem por ela pode trazer muitas alegrias e conquistas, mas carrega sempre o os percalços e que a única certeza da vida é a morte.
Para muitos, onde me incluo, essa certeza não assusta. Esse é momento para parar de comer, fumar e beber. Todos sabem que essas são coisas onde menos é mais.
Breve você vai estar matematicamente mais perto do fim do que do começo, deve ter em mente que é hora de aproveitar a vida e pensar que a morte será puro e merecido descanso.

Marinho Guzman
   Quem tem boca vai a Roma e quem tem uma bela bunda e sabe usar, viaja o mundo inteiro.

Marinho Guzman
   Pequenos goles e leves mordidas.

A vida tem que ser sorvida em pequenos bocados.
É comum a gente empanturrar-se com grandes, fortes e rápidas emoções.
Não se deve entretanto esquecer, que o verdadeiro sabor de qualquer coisa se percebe enquanto estamos sóbrios e atentos.
São ilusórias as emoções vividas com filtros que prometem altas viagens e que não raro terminam com acidentes de percurso e desastres.
Mergulhos profundos não cobrem distancias, caminhadas pequenas não levam ao destino.
Há que dosar, e isso dá para aprender.
Às vezes cedo, algumas vezes tarde, muitas vezes nunca.

Marinho Guzman
    Quem diria?

Os muito bons de ontem podem ser muito ruins amanhã e vice-versa.
A gente não prevê o futuro mas sempre pode avaliar o passado.
E o futuro... ah.... esse reserva mais surpresas do que supomos quando jovens e só se percebe de fato, o que é a vida adulta quando já se passou por ela e tem que se encarar a tal da terceira idade, que apelidaram agora de melhor idade, numa tentativa de adoçar o amargo da caipirinha da qual sobrou a ressaca.
Não sei se fico mais surpreso quando encontro uma anta do passado que fez em sucesso ou alguém que fez muito sucesso na juventude e está no ostracismo. A gente vê de tudo...
Segundo a sabedoria popular a vida é como uma roda gigante. Às vezes a gente está lá em cima e outras vezes em baixo.
E como é difícil estar por baixo, tropeçar e descer degraus, derrapar nas pegadinhas que a vida insiste em nos dar. É preciso estar preparado, ter ajuda de gente boa e esperança de que dias melhores poderão vir.
Uma coisa é certa, não adianta só ter esperança porque o tempo corre por trás da gente, empurrando para baixo ou para cima e se você não remar muito, fizer muita força e encarar firme as ladeiras, vai perceber que no caminho fácil da descida pode ser atropelado pela inexorável avalanche dos anos.
Faz o seguinte, joga na loteria uma vez por semana, mas trabalha todo dia tá...

Marinho Guzman
Conselhos.

Um dos grandes absurdos das frases feitas é de que se conselho fosse bom não seria dado, seria vendido.
Atitude bem própria de quem prefere remédios populares para a falta de saúde e adágios para falta de educação e cultura, os jovens e os inexperientes preferem bater com a própria cabeça a escutar quem já viveu uma boa parte da vida e já passou por muitos problemas que poderiam evitar a eles muitos dissabores.
É sabido que os postos de abastecimento de combustíveis que têm loja de conveniência vinte e quatro horas e que vendem bebidas alcoólicas são a primeira e a última parada dos jovens baladeiros. É o esquenta antes e a saideira depois.
Passei hoje às seis horas da manhã num desses postos e vi com pouca surpresa uma das garotas mais bonitas da cidade há pouco mais de dois anos. Ela tinha traços delicados, corpo escultural moldado pelo surf e pelo body boarding, deixo de dar outros detalhes porque seria o mesmo que dizer seu nome.
A garota trocou a praia pelas baladas, o surf pela musculação, a escola pela "vida profissional" e o que restava de pura beleza jovem, pelas tatuagens múltiplas. Como é baixinha, o exagero deixou-a parecida com uma rã pequena e desajeitada, caricatura daquelas pererecas com grandes lábios vermelhos, mini vestidos que mal cobrem a bunda desproporcional e cujas costas parecem um papiro.
Para muitos uma caricatura. Para ela a bela estampa de mini dançarina tipo Panicat como são todos os tipos Net que jamais conseguirão ser uma Brastemp.
Na época eu tentei dar o conselho para que ela não fosse por esse caminho sem volta. Não adiantou. Talvez se eu tivesse vendido esse mesmo conselho hoje ela continuasse sendo uma linda garota...
E tem outras lindas garotas que eu conheço vindo por esse mesmo caminho que poderiam aproveitar desse conselho dado ou vendido, como preferirem.

Marinho Guzman
O habito não faz o monge.

O habito, para quem não sabe, são as vestes de frades e freiras e o ditado quer dizer que não é a roupa que faz o indivíduo.
Instado a trocar de roupa para receber um jornalista, Albert Einstein teria dito à sua assessora:- Se ele veio aqui para falar comigo pode mandar entrar, se foi para ver minhas roupas leve-o aos meus guarda-roupas e mostre os meus ternos.
Vestir-se corretamente para cada ocasião é quase uma obrigação e o bom gosto está a um passo do ridículo quando o assunto é o gosto pessoal de algumas pessoas.
Algumas mulheres andam mais enfeitadas do que rabo de pavão. Parecem uma árvore de natal ambulante tal o número de enfeites, adereços e penduricalhos.
No tocante à maquiagem, algumas exageram e ficam parecendo o Patatipatatá.

Marinho Guzman
   Turistas vão a Las Vegas jogar um pouco, beber muito e casar.
Se fosse permitido jogar legalmente no Guarujá, algumas vadias bêbadas contumazes, enfrentariam um divórcio a cada porre.
Nada contra as vadias nem contra os porres, meu problema é com o casamento....

Marinho Guzman
A verdade..

Pregar virtudes é um erro em que costumeiramente me pego.
E porque não?
Virtudes são valores politicamente corretos que não fazem mal a ninguém.
Ser sincero é uma virtude, sou um virtuoso mesmo quando confesso minhas fraquezas, dentre elas, o prazer involuntário que sinto em ver o castigo das pessoas por serem maldosas, por promoverem intrigas e por permitirem que a inveja domine
seus corações. Corações que não têm lugar para a admiração, para o respeito e para o reconhecimento dos méritos daqueles que se esforçam para ajudar ao próximo.
Ontem eu passei, depois de algum tempo, em um lugar que foi minha casa, meu lugar de trabalho e de convívio com dezenas de pessoas por cerca de vinte anos.
Aparentemente tudo está como quando eu o deixei.
Só aparentemente. Por trás das intrigas dos covardes, é possível ver que o mal superou o bem e que a espada de Dâmocles está onde sempre esteve, por um fio, sobre a cabeça de quem temporariamente administra e tem o poder de mandar.
Mal passados alguns meses e já se percebe que administrar não significa só mandar.
Se o castigo das pessoas é serem como elas são, o castigo dos fracos e dos covardes é serem sempre joguetes na mão dos que se apoderam temporariamente do poder.
Guarujá Center Shopping.

Marinho Guzman
  
Nem tudo está perdido.

A humanidade beira o caos. Guerra sangrenta entre patrícios, descaso total com a vida humana em países onde a população tem mais de quarenta por cento de aidéticos e esse número só não aumenta por causa dos óbitos.
Onde não tem AIDS tem fome e quando as duas estão juntas os governantes estão ainda mais ricos.
Aqui no nosso nariz, apontados pela imprensa, os crimes cometidos pelos políticos são tantos que não há sistema judiciário suficiente para julgá-los, condená-los e prendê-los.
Nem tudo está perdido. Se a gente procurar bem, vai encontrar centenas e milhares de pessoas cultas, inteligentes e de bom caráter que poderiam mudar todas as coisas erradas.
Não lhes falta capacidade, falta-lhes porém, coragem.
Até para dizer com todas as letras os nomes dos ladrões em voz uníssona.
É por isso que o velho ditado está cada vez mais presente.
Quem cala consente.
Nem tudo ainda está perdido.

Marinho Guzman
O dia seguinte e todos os outros dias.

Há, certamente, dias memoráveis na vida de todos nós.
Depois de uma sucessão de fatos, o resultado é um dia seguinte ou o dia seguinte com toda a repercussão e os corolários que restam sempre de todas as ações e omissões dos seres humanos.
É da natureza humana esquecer.
Mas certamente o tempo entre o dia seguinte e o esquecimento pode durar aquilo que parece uma eternidade.
Aqui se faz, aqui se paga.
Há a justiça dos homens e a justiça de Deus e os resultados são sempre desastrosos para os que trilham o caminho do mal.

Marinho Guzman
    Alianças políticas tardias mostram que a farinha voltou para o mesmo saco.

Marinho Guzman
    Quando a metade é melhor do que o dobro.

Se eu soubesse o mal que beber muito faz, eu teria bebido a metade para poder beber o dobro.
Mas é assim. Ninguém aprende batendo com a cabeça dos outros e quando a gente é jovem, parece que coisas ruins só acontecem com o vizinho.
Felizmente a maioria aprende no decorrer da vida e vai errando menos.
Aprendemos e vamos ficando chatos, segundo os mais jovens, afoitos e certamente aqueles que erram mais.
Tem gente que fala que alguns jovens parecem pensar com a bunda de tanta merda que eles fazem.
Mas voltando com a matemática ilógica, de que a metade pode valer mais do que o dobro, lembro-me da bunda e dos peitos de certas garotas.
Metade daqueles peitos e bundas e um pouco mais de cérebro, dariam mais tesão e mais felicidade para todo mundo.
Mas isso a gente só aprende quando fica mais velho, mais chato, mais seletivo e elas, quando a bunda cai e elas começam a pensar também com o cérebro.

Marinho Guzman
   Um é pouco dois é bom e eu já fui longe demais.

Mal amada, mal humorada ou mal educada?
É sutil a diferença, motivo pelo qual, no mais das vezes, essas pessoas conseguem ganhar a tríplice coroa.
Se você trabalha com atendimento público deve estar sempre disposta a dar um sorriso, ainda que nem tudo esteja correndo às mil maravilhas.
Quem está recebendo esse serviço não está pedindo favor nem deve participar dos sues problemas.
Às vezes eu tenho vontade de enfiar o dedo no olho... de gente que me atende mal.
O assunto foi sugerido por Amanda Palma.
Tão educadinha e gentil que às vezes dá até raiva.

Marinho Guzman
    Meditabundo

Sabe lá Deus como, porque e de onde, aparecem algumas palavras na minha cabeça, mais ou menos como com algumas pessoas que eu já vi assobiando ou cantarolando uma canção e a pessoa diz que de repente a música apareceu e se estabeleceu.
Não estou, nem me lembro de quanto tempo faz que não me pego meditabundo.
Nem mesmo quando estou chateado, cabisbaixo e tristonho, geralmente num um dia cinzento, fico dizendo por aí que estou meditabundo.
E já que a palavra não sai da cabeça vai para o teclado.
Haja inspiração para escrever sobre qualquer tristeza, eu que não bebo faz vinte quatro anos, não fumo faz mais tempo e para quem a ultima triste desilusão amorosa foi nos anos oitenta.
Faço uma forcinha para lembrar de algo triste. Lembro que fiquei muito triste quando o meu gato o Mó II morreu, faz mais de um ano.
Lembro que fiquei triste, mas que essa tristeza já deu lugar para uma saudade gostosa, que para mim costuma tomar o lugar da tristeza, depois de um tempo, quando lembro dos que amei e que se foram.
Depois do Mó II eu inventei o Mó III, meu gato virtual e com ele tenho brincado, até que eu resolva, se é que isso vai acontecer, adotar outro gato, que possivelmente se chamará Mó. Mó IV.
Foi tiro e queda. Só de lembrar dos Mós esqueci a palavra título e fui olhar algumas fotos de gatos.
Li em algum lugar que na Holanda tem uma casa ou loja, onde você pagar cerca de R$ 30,00 e pode brincar uma hora com os gatos.
Se houvesse uma por aqui certamente eu seria cliente.
O antônimo de meditabundo é alegre, contente, despreocupado. É como eu estou agora.
Tenham um bom dia!

Marinho Guzman
O tempo passa muito rápido?

Meu Gato virtual o Mó III desandou a miar essa manhã.
Miáu... quatro anos passam depressa? Miáu... miáu...vou ter que aguentar você escrevendo os desmandos da prefeita mais quatro anos? Máu... miáu...uháu...!
Não estranhei o gato falando de política porque minha querida Amanda não fala de política, abomina qualquer discussão e é sabido, faz mais de trinta anos que eu não elogio um candidato, qualquer candidato a qualquer cargo.
Miáu!!!Miáu!!! reclama novamente o Mó III, sucessor e meu confidente depois do passamento dos queridos Mó I e Mó II.
Tentando ver quantas contas tinha para pagar nesse primeiro dia inútil do mês resolvi responder qualquer coisa e rápido.
Quatro anos da Maria Antonieta pareceram uma década, quatro anos do Farid uma eternidade... Que mais????
O Mó III mais do que depressa miou:- Miáuuuuuuuu!!!! Vota na Maria!!!!Miáuuu!!! Vota na Maria...
Quem sou eu para duvidar do Mó, ainda mais nessas circunstâncias...

Marinho Guzman

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