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Top Model Guarujá fotos de Marinho Guzman

domingo, 1 de março de 2020

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Tudo na vida passa...
Até as lindas ficarão com cara de uva passa!

Marinho Guzman

Conselhos e textos de autoajuda são mais ou menos como comprimidos de placebo, ás vezes funcionam  para quem precisa e para quem não precisa, mas são absolutamente inócuos quando não se tem fé.

Marinho Guzman

No dia das mães eu gostaria de pedir desculpas a todas as mães a quem ofendi durante toda minha vida, qualificando-as, pelos exclusivos méritos de seus filhos.

Marinho Guzman

Morreu fedeu!

Pode parecer feia ou  triste, mas a expressão retrata fielmente o fim da vida terrena.
E ao morto, nada há que  diferencie ou que lhe importe.
João, Paulo, Pedro. Joana, Maria ou Isaura. 
Não importa se foram ilustres, desconhecidos,santos, santas ou santarronas.
No fundo de uma cova ou incinerados,  nos igualaremos afinal.
Mas não serão iguais as lembranças que deixaremos, porque o legado do homem são seus feitos ou mal feitos.
Morreu, fodeu!

Marinho Guzman

Trocar de assunto é coisa de político.

Mestres em responder às perguntas com outras, de mudar de assunto sem que a maioria perceba e de tentar convencer que os fins justificam os meios, temos visto os maus políticos levarem vantagem quase sempre.
São eleitos em voto de protesto, permanecem imerecidamente nos cargos por força do arcaico sistema judiciário e ressurgem das cinzas como fênix, porque os que vêm chegando são piores dos que não foram.
Guarujá perdeu a chance de manter a qualidade de vida e o glamour que havia conquistado faz mais de vinte anos.
Conta um amigo, corretor de imóveis de sucesso na cidade, que ao ser eleito Waldir Tamburus carregava a esperança dele e do pessoal mais esclarecido, que percebia a catástrofe que poderia ocorrer caso as invasões que geravam as favelas não fossem contidas.
A completa falta de ação gerada pelo erro naquela escolha desencadeou a decepção do empresariado e a ascensão de Maurici Mariano, segundo quem o conheceu nas origens, advogado pobre, sem brilho na profissão e um agudo conhecimento da arte de embromar.
Nem bom orador, nem alto e bonitão, nem bem quisto nem mal quisto, Maurici Mariano tomou fácil as rédeas da política local e permitiu que uma das muitas criações do prefeito Jaime Dayge, o bairro de Morrinhos fosse transformado em moeda política nos primeiros anos e força política depois de assentadas algumas das centenas de famílias oriundas das favelas. Milhares de outras foram preteridas na doação daqueles terrenos, privilegiando vereadores da época que os doaram a correligionários, inviabilizando o que na época poderia ser a solução para acabar com as favelas.
Tido por muitos como político que fazia política vinte e quatro horas por dia, Maurici Mariano incentivou de fato a grande e triste obra que vemos hoje. Milhares de favelados que precisam de quase tudo administrações sucessivas que fizeram quase nada.
Continuo, quando der, com as administrações de Maurici Mariano e histórias que andam na boca do povo.

Marinho Guzman

Se você pensar muito longe no futuro só vai encontrar o fim.

Marinho Guzman

Caxirola

O lançamento da caxirola, instrumento musical licenciado pela FIFA e que deve ser amplamente usado durante a Copa do Mundo de 2014, “inventado" por Carlinhos Brown e elogiado pela nossa Presidenta como se fora um instrumento musical tão importante como o piano, foi mais uma daquelas coisas que me faz lembrar o ex presidente francês Charles De Gaulle e a frase a ele atribuída “O Brasil não é um país sério.”

Marinho Guzman

    O exibicionismo é uma arma.
E como toda arma, ela pode fazer vitimas.
Cuidado pois a vitima pode ser você...

Marinho Guzman

Quando a imprensa é venal, a matéria é tendenciosa, a opinião é mentirosa e o apoio é imoral.

Nas grandes corporações da imprensa, existem divisões de tarefas. As redações e os departamentos comerciais devem ser bastante diferenciados, distantes até.
Algumas das maiores têm até um ombudsman, que teoricamente tem o dever de criticar, duramente se necessário, deslizes que possam contaminar as notícias.
Vira e meche a população se revolta com o excesso de notícias que uma ou outra rede dá às mazelas das suas concorrentes.
A guerra  que as emissoras dos bispos, bispas e milagreiros travam com outras parecem Guerras Santas e as outras revidam como se fora a Inquisição.
No caso dos jornais e revistas, as vendas despencaram de tal maneira depois do advento da internet, que em alguns casos o desprezível resultado mal paga a distribuição e o retorno do encalhe.
Por enquanto os anúncios estão pagando a conta e esse é um assunto tão longo e difícil que nem os envolvidos sabem como resolver.
Meu intuito é levar à consideração de leitores atenciosos qual o peso da opinião de certas publicações gratuitas que elogiam ou batem forte em quem não paga e elogiam quem paga anúncios.
O que tem se visto ultimamente é uma vergonhosa chantagem onde cada um bate nas autoridades com a força que acha que tem e quem apanha paga quanto e como acha que vale o silencio desses “veículos de imprensa” que nada mais são do que estelionatos.
Em alguns desses “veículos” o editor é o caixa e o caixa é quem faz a pauta.

Não são todos, mas a gente sabe quem e quais são.

Marinho Guzman

Aê...o palhaço !!!

Certas pessoas crescem com as mentira que contam, engordam com elogios mentirosos e se tornam imbecis a ponto de não entender respostas sarcásticas, achando, isso sim, que é um prêmio para sua venal atuação.
Mas a vida é assim mesmo e eu não poderia jamais esquecer que isso vai se resolver ainda que alguns já houverem sido enganados por muito tempo e não der para enganar todos por todo tempo.
Aí virá o castigo e esse, nem será da Justiça Divina, será só um pouco da justiça dos homens.

Marinho Guzman

LEMBRANÇAS DE UMAS PUTAS ALEGRES...



Às vezes parece que eu ainda bebo...

Vira e mexe, eu vejo uma puta arrependida escrever a respeito da possível vida triste, das moças alegres...
Puta só deveria ser arrependida, se ainda estivesse na flor da idade e fosse rica.

Puta pobre, Deus me livre, puta pobre e velha, Deus me valha!
Então, o que resta são umas putas arrependidas, de nem isso terem feito com sucesso na vida.
Já dizia Oscar Wilde “ a vida é importante demais para ser levada a sério”.

Puta que leva a vida à sério não é, não foi e nunca será uma puta séria, como dizem uma puuuutaaaa puuuutaaaa!
Ser puta é prerrogativa única, exclusiva das mulheres escritoras ou não.
Provavelmente, cada uma tem uma ou muitas razões, para optar pela dita mais antiga profissão.

Talvez seja a tradição, o exemplo bíblico ou mesmo uma questão de hereditariedade.

Conheço umas putas, que são putas, porque adoram ser putas!



Pode-se dizer que ser puta é gozado, ou gozada... e atire a primeira pedra aquele que acha que puta nunca goza...

Aliás, já dizia o Tim Maia, que o Brasil não é um país sério, não é um pais sério. Cafetão se apaixona, traficante cheira e puta goza.

No mínimo, goza na cara ou goza da cara, de uns, que no meio de uma ejaculada precoce, ou por ter o pau pequeno, podem ter achado que poderiam pagar meia.
Voltando à putaria, um dia eu tive uma namorada que vivia reclamando das minhas escapadelas.

Perguntou-me se no caso as mulheres teriam o mesmo direito.

Minha saída imediata foi dizer:

- Pois é, sou um puto e se você quiser ter o mesmo direito, é só ser puta!

Nunca mais se falou no assunto putaria.
Então é isso. A alegria ou a tristeza de ser puta, está íntima e proporcionalmente ligada ao tipo de putaria, desempenhada pela puta.
Puta alegre é aquela que faz com gosto, com amor, caprichando.
Putas tristes são as mal amadas, aquelas que não sabem fazer com um limão uma limonada.
As más profissionais, que foram putas tristes, seriam esposas frígidas, péssimas deputadas, médicas displicentes e esposas acomodadas.

Tem também umas putas ativistas. Não quero dizer ativistas são putas!


Nada a ver puta arrependida, com mulher que mudou de vida.

Um dia eu escrevo de tantas de mudaram de vida e se arrependeram...



Ás vezes parece que eu ainda bebo...

Marinho Guzman

Para ser feliz algumas pessoas precisam o suficiente, outras não vivem sem o supérfluo. Ambos estão certos, mas algumas seguem mais leves.

Marinho Guzman

Qualquer um pode ser filósofo, se tiver pouca coisa para fazer, alguma curiosidade, vasta imaginação e o poder de convencer que todos os outros filósofos estavam mais ou menos errados e que ele próprio está meio certo.
Deve dizer que fez várias experiências que ainda não estão acabadas e que breve vai provar a coexistência da ciência e da teologia com a existência inconteste de Deus.

Marinho Guzman

Muita coisa.

Tenho muitas gavetas, muitas portas, muitas chaves, muitas carteiras, carteirinhas, envelopes,folhas,cadernos,pastas,arquivos e senhas.
Cada vez que eu preciso de um documento,uma carta,um recibo,um bilhete, eu tenho que procurar as chaves das muitas gavetas, olhar em cada envelope que pode estar dentro de uma das muitas pastas.
Você pode pensar que eu sou um cara desorganizado. Em parte.
Mas quem como eu já viveu tantos anos, morou em tantas casas, fez tantos negócios, com tanta gente, certamente já pensou de muitas formas,arquivou documentos em muitas pastas, precisou tirar muitas cópias para juntar a centenas de processos,requerimentos,plantas,assembleias e declarações de renda.
Quem como eu já viveu tanto, certamente já teve muitos aparelhos telefônicos, de TV,computadores,notebooks,calculadoras,aparelhos de som, de DVD e máquinas fotográficas. Muitas e muitas máquinas fotográficas.
Toda essa parafernália tem manuais para ensinar o funcionamento e porque deixam de funcionar. Tudo isso tem que ser guardado nas gavetas, armários, prateleiras, envelopes, caixas, caixinhas e caixotes.
Tenho um grande armário com muitas ferramentas. Muita gente precisa ter ferramentas para fazer pequenos serviços. Tenho muitas chaves de fenda, chaves Philips, alicates pequenos, médios e grandes, martelos,furadeira, brocas, e parafusos de todos os tipos e tamanhos. Todas as vezes que eu preciso de um parafuso ou porca não encontro o que sirva. Ou o parafuso é muito grande ou a porca é muito pequena. Aí eu tenho que ir comprar um do tamanho. Invariavelmente compro um monte deles, de vários tamanhos para quando eu for precisar. Pode ter certeza de que quando eu for precisar não os acharei.
Eu poderia ficar horas aqui escrevendo quanta coisa eu tenho, tive e terei e não encontrarei quando precisar.
Não vou falar dos números de documentos e senhas que qualquer mortal tem que ter para poder viver no mundo moderno. Ou morrer, de ódio quando trava o cartão na máquina do banco porque esqueceu a senha ou usou outra de outro cartão.
Tenho um monte de amigos e se eu continuar a escrever sobre o assunto arrisco a perder um, alguns, muitos ou todos.
Tudo isso é muita coisa para a minha cabeça.
E eu que pensei,quando mudei para o Guarujá em ter uma vida simples e calma...
Bem, vou continuar a procurar o filho da puta do adaptador da tomada especial do I Pad.
Deve estar em alguma caixinha, dentro de alguma gaveta da porra de algum armário

Marinho Guzman
  
Mesquinharia.

O indivíduo mesquinho vale tanto quanto as mixarias às quais ele dá valor exagerado.
Ao desejar todas as coisas para si, desconhece o prazer e compartilhar seja o que for, numa demonstração que sua visão mais ampla contempla só o próprio umbigo.
O ser mesquinho sofre muito mais pelo que os outros têm do que pelo que lhe falta e compartilhar pode ser um sofrimento tão grande,que essa aversão pela solidariedade o transforma em recluso de si próprio, refém da ambição.

Marinho Guzman


Todo comerciante deveria saber ou relembrar.

É pior uma boa loja num local ruim do que uma loja ruim num lugar bom.
A localização de um comércio é fundamental e não adianta você ter a melhor mercadoria pelo melhor preço se as pessoas não forem à sua loja.
Não adianta enfeitar o pavão, trocar o piso, melhorar a iluminação e colocar lindos móveis.
Se a sua loja for numa galeria você está escondido e mesmo que pague um aluguel considerado barato, não vai conseguir fazer um faturamento suficiente para chegar ao fim do mês com um resultado que lhe permita fazer face às demais despesas, mormente às trabalhistas.
Então, essa é a regra de ouro. Não adianta você ter uma loja boa num lugar ruim.
Isso é suicídio ou morte lenta e como ensinou o filósofo Caio, é melhor um fim horroroso do que um horror sem fim.

Marinho Guzman




Um bom começo é a metade.
Aristóteles


É enganadora a métrica das porcentagens.
Quem avalia coisas importantes pela porcentagem pode se arriscar a ter noventa e nove por cento de alguma coisa, e isso não querer dizer absolutamente nada.
Noventa e nove por cento de alguma coisa é quase tudo, e ainda pode ser que você não tenha dinheiro nem para pegar um ônibus.
Arrisque-se por uma pequena parte de um grande todo, mas nunca se arrisque por quase tudo de algo que pode valer pouco.
É enganadora a métrica das porcentagens.
É melhor ter um por cento de chance de viver do que ter noventa e nove por cento de chance de morrer.
Em alguns casos o melhor começo e simplesmente começar porque você não é Aristóteles, a vida não se resume à matemática e quarta-feira é dia de feijoada...

Marinho Guzman

Ler é fundamental, escrever é só consequência.

Marinho Guzman

Bulling, bulir, bulinar e bulhufas.

Amiga virtual do Facebook escreveu...gente....meu professor está me bulinando!
Como ela é gostosinha, melhor dizendo, gostosona, interessei-me de imediato, porque é da natureza humana meter o nariz onde não se é chamado e onde não se pode meter outra coisa.
Não descobri onde ela quis chegar nem se o professor chegou onde todo mundo queria.
Fiquei sem entender bulhufas.

Marinho Guzman


A falsa boa ideia.

Essa expressão, “falsa boa ideia” é atribuída a Roy Brown Jr. designer americano que criou nos anos 50 um carro da Ford, o modelo Edsel.
Sem sombra de dúvida, o maior fracasso da indústria automobilística americana e mundial de todos os tempos.
Apesar de ter tudo e mais um pouco, que qualquer pessoa exigente quisesse de um carro, como ar condicionado, vidros elétricos, transmissão automática, direção hidráulica e outras grandes novidades para a época, o Edsel, do qual foram produzidas cerca de 200 mil unidades, encalhou e nem metade da produção foi vendida.
Muita gente tentou em vão explicar o fracasso e ninguém conseguiu porque o carro era realmente uma ideia maravilhosa. Perdão, uma maravilhosa falsa ideia, uma vez que afundou seu criador e quase levou a Ford junto.
Os carros zero quilômetro apodreceram nos pátios das revendedoras, para desgosto do fabricante, principalmente porque o nome Edsel, era o do único filho do fundador da companhia, Henry Ford.
Todos já tivemos “falsas boas ideias” e para alguns isso causou grandes aborrecimentos e prejuízos.

Marinho Guzman



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