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Top Model Guarujá fotos de Marinho Guzman

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

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Todo mundo quer ir para o céu mas ninguém quer morrer.


O assunto morte ou fim da vida é tabu para muita gente e para falar a verdade, não é mesmo dos mais interessantes mas acho que vale a abordagem, porque a morte é uma das poucas, se não a única experiência que todos vamos ter.
Se não é fácil saber quando será o momento final para cada um , ainda que sejamos acometidos de grave doença, o que dizer então, da morte abrupta ou da expectativa quando ela se avizinha.
Não há quem possa entender, como um ícone como Michel Schumacher, possa estar em coma profundo depois de uma vida gloriosa, onde esteve próximo de acidentes muito mais graves do que uma queda de sky a menos de cem quilômetros por hora, numa montanha coberta de neve.
Como serão os anos que nos restam? O que nos aguarda até a hora final? Todos sabemos o que tivemos até agora, todos superamos os problemas, seja de que natureza tiverem sido, com ou sem grandes sequelas.
Acho que nunca terei com as pessoas próximas essas conversas e cada um vai encarar o assunto no seu próprio íntimo, ou nem pensará nisso.
Mas a dúvida é grande. Serão trinta anos? Vinte? Dez ou cinco? Como serão esses últimos anos?
A certeza do fim pode boa e ser motivo para que a gente viva bem aproveitando o máximo.
Pretendo fazer como se a minha vida fosse um doce dos mais gostosos e que pelo pouco que resta eu venha a saborear o máximo.

Tim!Tim! Saúde! Um brinde à vida ainda que o assunto seja a morte.

Marinho Guzman


Quem tem mais erra mais?

Não dá para acertar todas, o importante é não errar todas.

E nesse vai e vem de erros e acertos a vida segue o rumo que damos, mercê do livre arbítrio.
Quando jovens erramos mais,até porque é na tentativa e erro que se aprende a andar. Há que se colocar um pé na frente do outro, um passo de cada vez.
Não saberia dizer se os jovens erram mais porque não ouvem a experiência dos mais velhos ou se seguir conselhos e exemplos é uma questão de inteligência e não de idade.
Tenho amigos velhos que continuam errando e jovens que aprendem rapidamente, sem ter que passar pela experiência às vezes dolorosa, dos erros que poderiam ser evitados.
Diz um velho ditado que quem não arrisca não petisca e com essa ideia , milhares de pessoas começam, todos os dias um novo negócio, seja de prestação de serviços ou de venda de algum produto.
O resultado é desastroso para a maioria. Dados oficiais dão conta que mais de noventa por centos dos novos empreendimentos, feitos por gente que não conhece bem as regras do mercado naufragam em menos de dois anos e há ainda os que apesar de ter gente experiente à testa, naufragam por variáveis incontroláveis.
E ninguém sabe definitivamente tudo. Experientes e bem-sucedidos,
nós às vezes abrimos a guarda e fazemos investimentos arriscados, confiantes nos resultados outrora conseguidos.
Abrir a guarda é sempre perigoso e eu diria que nesses casos, quem pode mais, arrisca mais.
Depois de uma certa idade o melhor é observar mais e arriscar menos e a melhor política para não errar, nesse caso é manter o foco na ideia de que depois de certa idade não se pode arriscar mais porque temos menos tempo.

Será que um dia a gente aprende?

Marinho Guzman


   Eu te disse! Eu te disse!

Quando o povo saiu às ruas para festejar a escolha do Brasil para sediar a Copa, postei que não foi à toa que a corja fez tantas “embaixadas” para consegui-lo e que por trás daquilo estavam as empreiteiras que já sabiam que a grana iria correr solta para todos os envolvidos na encenação de patriotismo que iria encher os bolsos dos corruptos e corruptores.
Dito e feito, bilhões de dólares, que poderiam ser usados para minorar o sofrimento do povo que usa o Sistema Único de Saúde, foram desviados para a construção de obras de necessidade duvidosa.
Sob o pretexto de atrair visitantes e expandir um mercado que leva milhões de turistas e bilhões de dólares para a Europa e para os Estados Unidos, preparamos o Brasil para receber uns quinhentos mil gringos, se tanto, que vão se divertir, deixando aqui uma parte insignificante do que foi “investido”.
Bem disse a Presidenta, que ninguém vai levar as grandes obras na bagagem e que o “legado” vai ficar para o povo brasileiro.
Veremos, nos próximos anos, o "legado", o resultado “maravilhoso” desse “investimento” que deveria ser, a chave da cadeias para os ladrões do dinheiro público.
A conta vai chegar, como em toda festa, logo depois que os convidados forem embora.
Por enquanto, ficamos com as manifestações perigosamente violentas, orquestradas por quem não tem nada de patriota, de gente que não quer colocar os ladrões na cadeia mas ser eleito ou tomar o poder, porque com ele vem a chave do cofre, ou melhor, a caneta para novos empréstimos porque grana que é bom já levaram todinha.

Fica a minha impotente constatação:- Eu te disse! Eu te disse!

Marinho Guzman

   Não basta acertar o alvo, tem que atingir o objetivo.

Marinho Guzman

Para morrer basta estar vivo...

Morreu Maurício Torres pessoa pública, homem de bem, pai de família. Quarenta e três anos. Jovem!
E morrem, todos os dias ilustres desconhecidos ainda mais jovens do que o Maurício, como uma loteria às avessas, onde alguém é sorteado para o azar dos amigos e familiares.
Para quem morre o sofrimento terreno acaba e ninguém voltou aqui para fazer um depoimento de como são as coisas depois.
Quem já viveu bastante sabe que o céu e o inferno são aqui na Terra, para quem ganha ou perde um ente querido.
Renove, cada dia, o amor por quem você preza porque só há uma chance de demonstrá-lo para quem parte e é enquanto ele está vivo.
Seja rápido. Para morrer basta estar vivo.

Marinho Guzman

    A Bruna Marquezine vomitou na balada.

Nove entre dez jornais e agências de informações que poderiam ser consideradas sérias, não estivéssemos no Brasil, deram a notícia com destaque.
Ora porra, o que interessa para o mundo que a Bruna Marquezine tenha vomitado numa balada?
Aliás, minha gente , quem é a Bruna Marquezine? O que é que vai mudar na ordem geral das coisas a moça ter vomitado numa balada?
A maioria nem sabe, ou pelo menos não deveria saber, quem é a Bruna Marquezine porque a moça, diga-se de passagem, uma gostosa, é só uma atriz de vinte anos que faz novela.
Gente séria, meu povo, não deveria saber quem é muito menos assistir novela, uma vez seria proibido assistir novela quem mal sabe ler e escrever, quem recebe qualquer ajuda do governo, como bolsa isso, bolsa aquilo, ajuda moradia e essas coisinhas assistenciais que tornam o povo refém dos políticos mal-intencionados.
Mas foi isso que aconteceu, ela vomitou na balada e eu me pergunto, teria sido a bebida? E eu mesmo respondo, só sei que foi comida, comida pelo Neymar e aí fica tudo muito claro, onde o Neymar coloca o pé, vira ouro e onde ele coloca o pau, vira notícia.
Tomara que ele não tenha vindo para a Copa, meio machucado, porque aí sim, vai ter muita gente vomitando praga e notícia ruim e vão dizer que ele fodeu o Brasil.

Marinho Guzman


Profissões.

Uma das profissões mais difíceis do mundo é ser vendedor de carros usados.
Antes de vender carros, o cara já terá sido muito bom em vender os amigos, a família e se for bom mesmo, já vendeu a mãe e não entregou.
Para vender tem que dizer que é zerado, único dono, de médico ou de mulher.
Duas categorias já caíram em desuso, porque a maioria das mulheres é motorista da família e usa muito o carro e prá tudo, até para ir na padaria da esquina.
Carro de médico, já deve ter passado por plástica, ter feito transplante de peça importante, implante nos pneus carecas, safenado a mangueira do radiador e se fez de fato as revisões, foi em algum colega especialista, para economizar os honorários.
Ser político de profissão é muito mais difícil. Mistura de vários tipos de filhos da puta, de vendedor de carros, advogado, corretor de imóveis, com ênfase a juiz de futebol.
Político candidato é pior que mendigo. Pede dinheiro para todo mundo, promete qualquer coisa, exalta, enobrece ou exorciza, de acordo com a vontade de quem vai dar. Se enquanto é candidato é filho da puta, pior depois de eleito, porque não vai cumprir compromissos, não vai dar emprego para todos a quem prometeu. Trairá este ou aquele eleitor. Ou todos eles.
Uma das melhores profissões do mundo é ser jornalista, de preferência policial ou político, vide os analfabetos Marcelo Rezende e o pseudo moralista Dapena, que não acha pecado ganhar um milhão por mês explorando a miséria humana e quando fala bem de político de manhã, de tarde já está colocando o cara no inferno.
Esses caras não tem medir palavras para defender os inocentes ou para escrachar os culpados e quando são processados fazem tanto barulho, posando de inocentes, que acabam como vítimas.
Jornalistas metem a boca nos médicos chamando-os de máfia de branco, viajam para o exterior procurando o patrimônio escondido dos políticos, Os médicos que se cuidem porque são alvos preferidos, talvez com razão.
Jornalista escracha os venais, os corruptos, os bandidos e os advogados deles e não precisa ser nenhum ícone de moralidade porque para escrachar um jornalista desses, só outro jornalista e como todo mundo sabe, a maioria tem o rabo preso.
Jornalista bom mesmo é o especializado em marketing político. Assessora, aconselha, recomenda, arranca dinheiro do político e dos doadores de campanha para não caguetar.
Quando nada dá certo e o político perde a eleição, o que acontece com a maioria, óbvio, o marqueteiro diz que foi a rejeição e pronto.
Daqui a pouco tem outra eleição, outro espertalhão querendo uma boquinha na política e vamos que vamos porque para falar da profissão dos padres, bispos e dirigentes espirituais, vamos precisar uma crônica inteira.
Muito boa essa nossa profissão!

Marinho Guzman

   Alguém poderia me explicar?
Não consigo entender as postagens e muitas fotos da moçada e algumas de gente nem tão jovem.
Fotos fazendo careta, com a língua de fora, em posições fotograficamente desfavoráveis que anulam as reais proporções, deixando distorcidos corpos que na verdade são bonitos e bem-feitos.
Será que vamos entrar numa nova época onde mostrar a própria ignorância escrevendo errado e colocando fotos ridículas retrataremos a realidade de uma geração?
Eu gostaria de entender...

Marinho Guzman

    Antes da hora é hora, na hora ainda é hora e depois da hora, que é agora, não é mais hora.

Agora não é hora de reclamar da Copa e nem fazer boicote, o que soa para mim como um tiro no pé.
Nosso Brasil país do samba, do Carnaval e do futebol, das mulatas de grandes bundas e peitos de silicone (algumas vezes industrial), tem centenas de times milhares de torcedores, milícias próprias uniformizadas, mas é na verdade o país da bagunça, da desordem e como teria vaticinado Charles Degaulle, um país nada sério.
Brasileiros pintaram o rosto de verde, amarelo e preto não foi por patriotismo e nem para esconder o vermelho de vergonha.Talvez um arremedo de black blokers tupiniquins.
É bom que todos saibam, que essas manifestações não são organizadas, são orquestradas e que já levaram outros países a ferozes ditaduras e guerras sangrentas.
Onde estavam esses caras que andam fazendo movimentos contra a Copa quando o Brasil se declarou candidato? Provavelmente enchendo a cara nos botecos e comemorando antecipadamente num ufanismo “arroz com feijão” com muita caipirinha.
O que pretendem agora quebrando e pichando tudo? Que os ladrões devolvam o dinheiro? Ou será que imaginam que criando dificuldades vão conseguir vantagens?
Querem colocar a culpa na FIFA, organização, que se diga de passagem, não é flor que se cheire e já veio a publico para contar que o desgoverno brasileiro ofereceu entre outras coisas, a construção de dezessete novos estádios e só a muito custo foi convencido a realizar e ainda assim sediar a Copa mais cara de todos os tempos.
Ora, minha gente, deveríamos todos defender com unhas e dentes que a Copa seja um sucesso e assumir que o erro não vai ser consertado com um boicote que pode colocar a perder um pouco do muito que foi investido.
Agora não é hora.
A festa está pronta e só arruaceiros brigam nas festas, mas nem eles, na própria festa.

Marinho Guzman

   Copa do mundo no Brasil.

Não resolvemos os problemas do Brasil em 500 anos e não vai ser agora antes, durante ou depois da Copa.
Deveriam ter feito manifestações para não haver Copa. Bem ao contrário, tivemos festas, carnaval e os quimbaus...
O custo financeiro e principalmente o social, com o desvio do dinheiro que era para escolas e hospitais já foi feito.
Como diria a Marta Suplício, agora é relaxar e gozar.
De que adianta tentar melar a Copa e dar razão ao Charles Degaulle que sempre disse que o Brasil não é um país sério?
Tudo o que for feito agora será mais prejudicial. Tem que mostrar que pelo menos ainda temos polícia e dar porrada nos vagabundos.
Depois da Copa...bem, depois a gente vê.

Marinho Guzman

Brasil...país do futuro!

Olhando com otimismo para os últimos acontecimentos, dá para perceber que pela fraqueza dos governos municipais, estaduais e do governo federal, o pior ainda está por vir.

Marinho Guzman

O direito de manifestar-se em protesto, com passeatas, nas multidões ensandecidas, vai dar para todo mundo os direitos que pleiteiam e resolver os problemas sociais, pensam alguns.

#sóquenão!


Pare de ler agora mesmo! Tá bom!
Daqui para baixo vai ser o mesmo chôrôrô de sempre...


Será que esse povão pensa que vai ter um mundo melhor para eles com as manifestações?
Pensam que o mundo vai cair nos seus colos? Acho que vão ter mesmo é ter as cabeças quebradas, assim como as de quem estiver como eles, por baixo e por perto.
Não sou politicamente correto, também não sou racista nem tolerante com a ignorância dos vagueiam pelas ruas sem cumprir as suas obrigações de cidadãos.
Não tenho nada contra, dos analfabetos de qualquer cor, venham da região do mundo que vierem, professem qualquer seita, até mesmo aquelas que tem mais horário na TV do que Deus no coração. Em muitas, o dízimo pode ser pago por boleto ou parcelado no cartão.
Não dou esmolas nas ruas e ajudo muitas pessoas realmente necessitadas da maneira correta, por meio de instituições.
No Facebook e em qualquer plataforma da internet, cada um fala o que quer e é o que eu faço. Lê quem quiser.
Eu acho que a maioria lê porque não tem nada melhor para fazer.
Alguns amigos me incentivam e eu os agradeço porque gosto de escrever e fazer laboratório com a opinião alheia.
Por aqui muita gente posa de bonzinho, tem fé em Deus, acha a Democracia a melhor forma de governo. Alguns, dão ao povo, por conta própria, o direito de fazer da Democracia a casa da mãe Joana, das manifestações palco para um imenso circo e às vezes alguns incitam que se faça um arremedo de justiça, fazendo-a com as próprias mãos.
A polêmica é a tônica de estudantes universitários sem nível médio e homens e mulheres revoltados, que se tivessem a força de vontade que propalam, contestando qualquer coisa que se publica, possivelmente não estariam relaxados com a própria imagem, com a diabetes, com a pressão alta e depressão aguda.
Nessas manifestações o que ser vê são muitas vezes minorias insignificantes, como cem baderneiros interrompendo ruas, avenidas e estradas, para protestar pelo direito de ter no barraco conseguido numa invasão, energia furtada, água encanada e esgoto que não se importam muito, pode até ser a céu aberto mas TV a cabo por gato não pode faltar.
Serão reivindicações justas ou a maneira errada de fazer com que o errado pareça certo? Certo é que isso penaliza quem cumpre as leis.
Teoricamente Democracia é o governo do povo para o povo. Por qui, só na parte em que é o governo do povo, porque a parte do povo fica no bolso dos que estão por cima, fazendo leis ruins e aplicação pior.
E parece que vai continuar tudo do mesmo jeito, baderneiros nas ruas, a gente preso dentro de casa e os jornais e televisões faturando muito ao mostrar o mundo cão em que vivemos.
Esse governo fraco tem medo de proibir e coibir as manifestações de massa porque com elas que assumiram o poder e com elas pretendem ficar.
Mais quatro anos de Dilma e podemos vir a ser um desses países destruídos pelas “manifestações em prol da liberdade”.
Não vote na Dilma, não sei se vai resolver mas pode existir uma pequena chance de nos livrarmos desse mal.

Amém!

Marinho Guzman


Ler e não crer.

Há que use sempre o ditado “Ver para Crer” e há os que o usam depois de ler e ouvir as controversas notícias veiculadas pela mídia em geral.
Não estou falando da imprescindível prévia comprovação da autenticidade dos fatos, mas da avaliação subjetiva de quem escreve ou os descreve,
inseridas nas matérias.
Para fazer um furo de reportagem e dar a notícia em primeiro lugar, até mesmo alguns órgãos de imprensa com credibilidade, veiculam avaliações de notícias baseadas em opiniões ou testemunhos presenciais pouco confiáveis, ou pior de profissionais afoitos e peritos conhecidamente polêmicos para não dizer mal preparados e venais.
Isso tem se repetido demais nos últimos tempos e a máxima de que uma mentira repetidamente veiculada toma ares de verdade, condena antecipadamente inocentes e pode absolver bandidos, que conseguem com bons advogados e competentes assessorias, dar conotação aparentemente legal às barbaridades que perpetram.
É nessa hora que se percebe a necessidade da regulamentação da profissão de jornalista e a obrigatoriedade do diploma, sujeitando o profissional além de outras às punições pela quebra da ética, mais rápidas e efetivas, afastando aquele que foi punido dos órgãos de imprensa que não os contratariam por obrigação legal.

Marinho Guzman
  
Não importa quanto você é bom naquilo que faz. Se as pessoas não te conhecerem e não souberem o que você faz, você não é nada.

Marinho Guzman

Mais por fora do que bunda de Panicat.

Depois da união estável, do casamento civil de pessoas do mesmo sexo daqui a pouco vão ter que fazer exame de DNA para saber qual o sexo das pessoas.
Oh! Céus! Nem as bundas são mais as mesmas.
Percebo que na luta pela igualdade, as mulheres,(que já queimaram os sutiãs e voltaram atrás para levantar o moral) agora estão alcançando musculatura antes só sonhada por rapazes halterofilistas, alguns dentro e outros fora do armário.
Panicat que não tem apelido de fruta, que nunca namorou jogador de futebol e cuja bunda não tenha o tamanho de uma melancia, que não lute box e não fale palavrões não têm vez no Pânico na TV.
E se as gostosas andam desse jeito, os rapazes estão cada vez mais metro sexuais, o que pode significar bem-vestidos, por dentro da moda ou completamente veados, das categorias enrustidos ou assumidos.
Antes que me condenem, quero deixar claro que não tenho nada contra veados, sou absolutamente contra a caça, mas continuo a ter direito de achar e manifestar a minha opinião seja a respeito do que for, inclusive da cor e do sexo dos anjos.
O negócio está ficando complicado e sou obrigado a confessar que embora me esforce, estou cada vez mais por fora do que bunda de Panicat.

O que não é fácil!
Marinho Guzman


   Sabe de nada inocente!
Sou eu mesmo esse inocente.
De repente minha querida Amanda Palma começa a repetir o bordão e rir muito.
Pergunto o que quer dizer e ela não consegue explicar pois as lágrimas descem copiosas, obrigando-a a tirar os óculos e parar o carro de qualquer maneira para não causar um desastre. Amanda Palma é assim, ela chora de verdade de tanto rir.
No banco de trás, Beatriz Palma, cópia autêntica da tia, ri “de doer a barriga”, segundo ela.
Sabe de nada inocenteeeee!!!! Repete... Esse sou eu.
Quem conhece uma dessas garotas que tem o riso solto e a alegria em cada palavra sabe como é para explicar alguma coisa para alguém como eu, desligado dos modernismos por pura ignorância, do que se passa nas novelas, nos programas humorísticos de qualquer horário e com esses pagodeiros, funkeiros e gritadores que se intitulam hoje em dia cantores e cantoras.
Da coreografia das gritadoras eu gosto muito. Sempre com exíguos minivestidos, bundas esculpidas nos shorts agarrados e peitões saindo do que se imagina um decote, que mais parece um sutiã, de três a cinco números menores, para caber todo aquele silicone.
A Bia Palma e os da geração dela, nunca ouviram falar de Frank Sinatra, Tony Benet, Andy Williams, Nat King Cole , Ray Charles, Elvis Presley e outros e outras menos votadas e não está aqui quem vá recriminá-la porque eu também nunca ouvi falar desse pessoal que canta o tal “Sabe de nada, inocente...”,"Beijinho no ombro" ou o que o valha.
Aproveito o ensejo para recriminar e condenar toda essa geração de jovens que além de não saber essas coisas, desconhecem qualquer passagem histórica do Brasil, da civilização grega e nem quem foram os últimos cinco presidentes do Brasil. Aliás, não sabem nem a tabuada do sete e a única viagem que fizeram foi a Disney que se bobear,não saberão dizer em que país fica.
Sabem de nada ignoraaaaanteees!
São sim, espertíssimos para algumas coisas e completamente ignorantes para as que fazem com que o ser humano raciocine e raciocinando possam resolver qualquer problema. Tire o telefone da mão desses jovens e eles não conseguirão fazer contas porque além de telefone o tal aparelho é máquina de calcular,fotográica e tem tantas outras utilidades que poderiam ser chamados de cérebros da molecada.
Dou graças a Deus à dona Cristina Palma e ao falecido Seu Palma por terem criado a Amanda nos dias de hoje como eu fui criado no meu tempo. Ela sabe tudo e até mais do que eu. Fala inglês e francês, lembra tudo que aprendeu de literatura, é boa de matemática, excelente de geografia, dirige muito melhor do que eu, nunca me faz peguntas idiotas como”o que você está fazendo”? “onde você foi”? “com quem você estava”? E outras do gênero.
Sabe de tudo a competente!
Mas voltando aos bordões, aos jovens e aos dinossauros (esse sou eu), pego logo no tranco e antes que elas possam se recobrar do ataque de risos eu já tenho os meus próprios bordões para contra atacá-las.
Para a Beatriz Palma vou de:_Sabe de naaadaaa indoleeeenteeee! E para a Amanda Palma:- Sabe de naaadaaa indeceenteee!!!
E assim continuamos nosso caminho eu contagiado pelo riso de delas e sem nenhum conflito de gerações...
Sabemos de tudo, meus amigos pacientes, beijinho ombro prá vocês tá rsss...

Marinho Guzman

Injustiça com as próprias mãos.

Não existe possibilidade de Justiça pelas próprias mãos uma vez que o Estado é o único responsável pela aplicação da Justiça.
As diversas formas de punição que aparecem, crescem e ganham força se devem à ausência do Estado ou precariedade da segurança pública.
A ação dos grupos de extermínio, linchamentos e outros atos do tipo estão diretamente vinculados à demanda por segurança e à privatização de sua oferta feita por grupos de assassinos.
A discriminação presente na nossa sociedade também é terreno fértil para a expansão das lógicas do "bandido bom é bandido morto" e da punição não-estatal como forma de vingança.
O Estado tem negado o poder paralelo da justiça pelas próprias mãos ao longo dos anos para não admitir a sua ineficiência.
Durante a ditadura militar, tais grupos ganharam conotação política ao eliminar adversários do regime vigente. Eram os esquadrões da morte que vingavam o assassinato de policiais por bandidos nos anos cinquenta.
Nos anos oitenta passaram a ser conhecidos como grupos de extermínio, tendo como alvo preferencial os meninos de rua das grandes cidades.
Hoje execuções desse tipo tem sido observadas na ação de traficantes com o objetivo principal de eliminar membros de facções rivais.
Existem também as milícias, grupos de extermínio formados por policiais aposentados ou mesmo na ativa, num novo agente punitivo não-estatal brasileiro.
São indivíduos que invadem as favelas e bairros, expulsam os marginais, traficantes de drogas e passam a cobrar uma taxa de moradores e comerciantes para garantir sua suposta proteção.
Esses grupos subjugam e mantêm a ordem nas favelas através do medo e do assassinato de traficantes, assaltantes, mendigos e meninos de rua.
Alguns acham que a justiça pelas próprias mãos cumpre o papel de promover uma ‘assepsia social' que o Estado ineficiente deveria, mas não vem fazendo.
Justiceiros e vingadores, acreditam que não são passíveis de punição porque estão apenas eliminando maus elementos da sociedade.
As facções são grupos de marginais que dominam o sistema prisional. Elas se tornaram uma grife no mundo do crime, na qual o preso ganha o respeito dos outros.
Segundo alguns pesquisadores, esse respeito é considerado vantajoso para o preso na medida em que o Estado não tem condições de assegurar sua segurança.
Os linchamentos mostram como esta lógica de punição tem se ampliado para a sociedade em geral. Existe certa ambiguidade por parte da sociedade em relação a essas práticas punitivas, ela ao mesmo tempo nega e aceita tal prática.
A permissividade da execução sumária praticada contra grupos sociais identificados como executáveis se alimenta de preconceito, segregação, desqualificação e desumanização praticados tanto na esfera familiar como escolar.
A desigualdade social brasileira é o fator determinante da criminalidade e da repressão que os autores desta sofrem.
O combate a essa realidade requer a resolução de problemas básicos, como a concentração de renda, e a formulação de políticas públicas que visem à promoção de reformas sociais.

Marinho Guzman


Manifestações.
Não existe, hoje em dia, manifestação de massa justificável e legítima uma vez que toda turba é incontrolável em algum momento sem o uso da força.
As manifestações e as torcidas organizadas estão nesses grupos.
Os que participam ou defendem esse tipo de aglomeração que leva multidões às ruas devem ser responsabilizados prelos danos que elas causarem, na medida em que outras formas de reivindicação devem ser buscadas.

Marinho Guzman


Mundo cão.
Não sei o que apareceu primeiro, a vontade do povo de ver a desgraça alheia ou a enxurrada de notícias macabras despejadas nos meios de comunicação estão embrutecendo de tal forma o ser humano e tal qual um vício, as doses têm que aumentar a cada dia.
Alguém tem que dar uma basta nessa desproporcionalidade de notícias ruins veiculadas, de filmes de crimes de toda natureza.
Quem vê os telejornais pode acreditar que só tem guerra, assalto, estupro e outros crimes.
Quem vê a lista de filmes disponíveis pode pensar que a grande oferta de filmes violentos significa que a demanda é maior para esse tipo de “divertimento”.
Não sei se a vida imita a arte ou é o contrário, uma coisa é certa, a violência é tema principal na mídia.

Mundo cão, tô fora!

Marinho Guzman


Se você pensa que fazer uma fotografia significa apertar um botão pelo menos veja se tem mais de um, coloca ele na posição certa assim a foto sai no foco e clara o suficiente para a gente saber que é você...

Marinho Guzman




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