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Top Model Guarujá fotos de Marinho Guzman

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

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De onde menos se espera é de lá mesmo que não vem nada.

Toda vez que lembro da frase atribuída ao Barão de Itararé, penso no colega na faculdade de Direito do Mackenzie o Ugo Miano.
Foi dele que a ouvi pela primeira vez.
Também não esqueço o barril de vinho transformado em bar que ele me deu, que ficou na minha sala na Rua José Maria Lisboa 586 em São Paulo.
O Ugo não frequentou muito a minha casa, casou logo nos primeiros anos da faculdade e passou para o rol dos homens sérios.
Mas a casa da Rua José Maria Lisboa ainda permaneceu por mais de uma década, reduto dos solteiros e descasados jovens, uma mistura de gente com muita vontade de tirar da vida tudo o que de bom ela poderia oferecer.
Originalmente casa dos meus avós paternos, o imóvel sofreu dezenas de reformas e ampliações, inclusive incorporando o terreno vizinho. Tinha uns oitocentos metros quadrados de terreno e uns mil e duzentos de construção. Fora os puxadinhos.
O endereço era famoso. Tinha O Paparazzi, restaurante bar cujo lema era “Gente bonita se encontra no Paparazzi”. Criação dos amigos Vitinho Arouca, Costa, Chiquinho Ceni,Tico, Mendel, o primo dele e claro eu mesmo, o movimento de carros na porta parava o trânsito nas noites de sexta-feira e sábado.
A presença gente bonita e badalada era incrementada pelos sócios todos muito populares, das garotas bonitas que os acompanhavam e de um "extra-plus" que eram as moradoras do pensionato para modelos iniciantes que eu mantinha nuns cinco ou seis quartos do casarão. Às vezes chegavam a ser vinte!
Uma coisa puxava outra e o Paparazzi beneficiado pela presença das modeletes atraia outras garotas que tinham no mesmo endereço o Estúdio Marinho Guzman, sem falsa modéstia especializadíssimo na descoberta de garotas bonitas com sonhos de estrelato, isso muito antes dos models of the year que fizeram tanto sucesso anos depois.
Eu diria que para mim o casarão da Rua José Maria Lisboa foi o mais próximo do paraíso que eu com trinta anos poderia imaginar.
Tudo passa e tudo passou, apesar de trágicas e prematuras baixas, como o Alemão e do Paulinho Baixaria, dois entre tantos amigos que marcaram época.
Hoje dá para ver no Facebook dezenas de amigos da época e como cada um deles seguiu a sua vida, tendo constituído ou não família, muitos, bem-sucedidos ou pelo menos fazendo o que sempre gostaram.
Essa mistura de “atividades” não se enquadra no título, mas foi uma bela lembrança.
Na José Maria Lisboa por menos que qualquer um esperasse, quase tudo acontecia.

Marinho Guzman
  
9...8...7...6...

Viver é uma contagem regressiva para o inexorável fim.
Pessimistas, otimistas e realistas têm como denominador comum esse encontro fatal e estar preparado pode significar para o pessimista uma chance de viver mais e melhor, para o otimista uma desagradável surpresa e para o realista uma coisa esperada.
Além do resultado comum há para todos a ignorância do que virá e se virá algo mais ou não depois.

5...4...3...2...

Marinho Guzman
   

Carnaval.

Não lembro, a não ser pelas fotos, como foram meus carnavais na infância em São Paulo na Rua Pamplona, nem no Clube Palmeiras onde me levaram e tinha também o corso pela Avenida Atlântica em Santos onde meu pai tirava as portas traseiras do Chevrolet 1.956 para que pudéssemos entrar e sair rapidamente quando o cordão andava.
Lembro pelas fotos, mas vejo que não adiantou ter sido fantasiado de Zorro, Arlequim ou de Superman porque meus heróis sempre foram e são mais reais, mais pé no chão, mais gente de verdade.
Na juventude, época dos dezoito aos vinte e poucos anos, ensaiei tímidos passos carnavalescos nos salões, do Tênis Clube de Vera Cruz e mais tarde no de Marília, Sempre empurrado pela molecada para ficar o mais perto possível das garotas de shorts e bustiê, pegar na mão de alguma ou colocar o braço nos seus ombros. Isso era o máximo da ousadia.
Tudo isso era feito meio entorpecido pelo rum com Coca-Cola ou pelo wisky Old Eight que o barman despejava sobre pedras de gelo sujas, arrancadas de barras depositadas no chão de qualquer maneira, como era usual na época. Não raro havia séria revolta estomacal na molecada, até mais de uma vez por noite.
Quando eu tinha meus trinta anos meu espírito carnavalesco esteve ainda mais recolhido na época da festa do povo e houve um tempo que eu justificava dizendo que a minha vida era um verdadeiro Carnaval o ano inteiro.
Nesses dias de Carnaval eu montava na minha Honda Setegalo e depois na Honda Gold Wing 1.000cc e fosse no Itararé em São Vicente ou no Castelinho em Ipanema, meu Carnaval e de muitos motoqueiros era paquerar, colocar uma garota na garupa da moto e “arrastar” para o apê...
Não me lembro de ter ido uma única noite num salão mas há uma lembrança generalizada de grandes noitadas.
Em toda e qualquer época para mim os desfiles das escolas de samba poderiam ser mudos e eu surdo, porque a maioria das letras não passam de um amontoado de palavras que algum inculto recolhe nuns livros e tentam, num arremedo nem sempre harmonioso, contar com suor e purpurina a história feita de com sangue, suor e lágrimas.
Mais ainda, no Carnaval pobres de todo o gênero, gastam boa parte do orçamento numa fantasia tosca, para viver numas poucas horas de euforia e um ano inteiro, como diz a letra do Chico, desengano...

Carnaval, desengano
Deixei a dor em casa me esperando
E brinquei e gritei e fui vestido de rei
Quarta-feira sempre desce o pano
Carnaval, desengano
Essa morena me deixou sonhando
Mão na mão, pé no chão
E hoje nem lembra não
Quarta-feira sempre desce o pano

Esse ano meu Carnaval não vai ser muito diferente dos últimos. Ler um pouco, escrever um pouco e refletir muito porque logo chegará a quarta-feira... e qualquer hora, desce o pano!

Marinho Guzman
   
Eu só imagino a situação, de qualquer possível ganhador nas últimas eleições presidenciais, ao encontrar o Brasil na merda que se apresenta.
Pode até ter sido providencial e bom continuar a PresiANTA.
Não haverá constrangimento em tomar medias antipáticas porque jamais será eleita, em qualquer circunstância, para qualquer coisa.
Quem sobreviver verá!

Marinho Guzman

Coragem

Uma pessoa corajosa faz o que tem que fazer, diz o que tem que dizer, apesar do próprio medo e das intimidações que a vida impõem.
Alguns dizem que falar é fácil, mas estão sempre calados.
Um homem sem medo quase sempre vai além dos seus pares e ao enfrentar problemas que nem sempre resolve, pode despertar a consciência dos demais, que nem sempre são covardes, mas se lhes falta coragem e visão, para perceber que problemas como a corrupção generalizada dos políticos e do sistema só podem ser resolvidos quando todos se unirem, contagiados pela coragem.

Marinho Guzman

O pau de selfie é legal!

Brasileiro inventa, experimenta, incrementa e às vezes não lamenta.
Meu amigo Focca Barreto foi o percursor, se não o inventor, da foto “selfie”, aquela com a câmera digital e depois com o telefone celular.
Sem companhia ou fotógrafo para registrar sua presença em eventos onde a maioria gostaria de estar mas nunca foram convidados, o grande cara de pau Focca, famoso bicão e ex-penetra, retratou-se como pode com gente famosa e isso foi legal, pois uma coisa é a gente falar, outra lembrar e registrar o fato e o feito.
O brasileiro adaptou e popularizou o tal suporte para os telefones que apelidou de “pau de selfie” apesar de ser de metal e não ter um centímetro de madeira.
Hoje o Focca é tão famoso ou mais do que muitos com quem se auto retratou, afinal, o sucesso é efêmero e tem muito ex-BBB, muita ex-Panicat mas só um Focca, que é invariavelmente convidado VIP para as melhores festas.
Quanto ao nome”pau de selfie” dificilmente alguém vai conseguir explicar porque. E quem se importa? É bem provável que seja uma quase sacanagem de colocar pau na boca de meio mundo.
E o Focca? Bem , ele continua nas festas por aí sendo o maior bicão auto-retratista da cidade. Quiça do Brasil!

Marinho Guzman

É alto o preço pago por quem mora onde muita gente tira férias.

Marinho Guzman

    Ditados são sabedoria popular.

Cada macaco no eu galho, macaco que pula de galho em galho quer levar chumbo, passarinho que come pedra sabe o c... que tem. O jarro tanto vai à fonte que um dia quebra.
A vida é uma escola, os ditados são excelentes lições mas é preciso entender o que a sabedoria popular quer ensinar para não batermos a cabeça.
Veja o que a sequência deles acima quer dizer: Conheça suas virtudes e limitações quando for ser relacionar, não fique trocando de namorado(a) pois fatalmente você vai se machucar. Quem assume certas posturas têm que arcar com as consequências, você pode aprontar uma duas, dez ou cem vezes, certamente uma hora a vaca vai para o brejo.
Cuidado... quando a cabeça não pensa o corpo padece!

Marinho Guzman

Sogra

Sogra é como é chamada a mãe do cônjuge, na cultura popular moderna, a sogra é vista como um fardo a ser carregado e muitas vezes a palavra acaba por adquirir sentido pejorativo.
Por algum motivo me ocorreu, que se tirarmos o “s” de sogra resta a palavra Ogra, feminino de Ogro, cuja definição é um tanto vaga pois varia muito no folclore de um país para outro e mesmo de uma obra literária para outra.
Quase sempre é retratada como uma retardada de aparência brutal que se alimenta de carne humana.
Essas criaturas possuem um cérebro reduzido, o que justifica suas atitudes insensatas, falta de discernimento e sua capacidade de raciocínio reduzida.
Qualquer diferença é mera discrepância, quero dizer, qualquer semelhança é mera coincidência, há sogras...e sogras... mas a maioria traz no DNA a mania de meter o bedelho em quase tudo que um casal normal discute.
Minha sogra caiu do céu...parece que quebrou a vassoura...

Marinho Guzman
   
Dor de barriga não dá uma vez só.

Tem gente que te pede e te procura quando tem algum problema e nem bem resolveu o problema, esquece de agradecer quando não faz pior e te ignora.
Não é que a gente ajude as pessoas para receber agradecimentos ou ter qualquer tipo de compensação, mas um agradecimento serve como alento, como compensação para que a gente sinta que vale a pena ajudar o próximo.
Não raro, para ajudar as pessoas a gente deixa os próprios afazeres, pede o auxílio de outras pessoas e se envolve com os problemas dos outros tendo, como todo mundo tem os seus próprios.
Se você é desses tipos, dos que ajudam ou dos que não agradecem, saiba que o Universo conspira para ajustar também esse tipo de coisa e você deve continuar ajudando o próximo pois certamente será ajudado quando precisar.
Já as pessoas mal agradecidas mostram que também são mal educadas, que fecham as portas por onde passam e cedo ou tarde ao precisar novamente, vão encontrá-las fechadas e aí perceberão, que porta fechada para uma dor de barriga vai deixá-la toda cagada.

KKKKKKK!!!!

Como diz a Sandrinha #prontofalei!

Marinho Guzman

Quem é visto é lembrado, quem é lido não é esquecido.

Marinho Guzman

A fotografia, a memória e as lembranças.

Esquecidas em algum canto da memória, jazem lembranças latentes que não pedem licença para aparecer e cutucar a saudade.
Fotografias são verdadeiras pontas de iceberg que levantam, em um instante, grandes ondas que a gente surfa e nos levam às praias paradisíacas, por onde a gente já andou, viveu e deixou rastros que foram apagados, mas deixaram marcas indeléveis.

E quem passou pela vida e não tem essas lembranças vívidas, só passou pela vida, ainda não viveu.

Marinho Guzman

Ponto de vista.

Bem curta, a definição seria “a maneira própria de encarar uma situação.”

Como quase tudo hoje em dia, há dezenas de maneiras de definir “ponto de vista” mas para esse meu texto ela precisa ser breve, sem levar em consideração outros pontos de vista.
Ponto de vista é a visão que cada indivíduo tem a respeito de determinado assunto ou situação.
O ponto de vista pode mudar a maneira de ver as coisas como certas ou erradas de acordo com a criação, a cultura, o momento, as regras e a Lei.
Escrevo depois de ler um texto do amigo Valter Batista, cara inteligente, observador, guerreiro,excelente escritor de quem sou fã, onde ele examina uma questão na fila de um supermercado, situação com que me deparei várias vezes e com situações análogas onde a gente se pergunta:-Onde vamos parar?
Uma moça guardava lugar na fila do caixa para pagar as compras quando sua companhia chegou com o carrinho cheio de mercadorias.
Um senhor alguns lugares atrás revoltou-se contra a situação e começou a vociferar. Armado o barraco, um funcionário do mercado teria tirado o senhor da fila e cobrado seus poucos itens num caixa privado.
Valter relata entre outras coisas a postura, ou a falta dela, das demais pessoas envolvidas e observa que todos nós cometemos alguns deslizes mas estamos preocupados só com os dos outros. Finaliza com a exclamação:- Atirem as primeiras pedras...
Aí vão as minhas rsss...
A moça estava contrariando alguma Lei? Havia alguma placa proibindo a prática de guardar lugar? Essa seria uma postura antiética? Ela passou na frente de alguém?
Ainda que todas as respostas fossem respondidas, poderíamos ter vários opiniões de acordo com o ponto de vista de cada um.
Uma coisa é certa, há pouco-caso e comodismo de alguns estabelecimentos em não deixar claro as regras e sob meu ponto de vista o que faltou foi uma placa alertando que a prática de guardar lugar é proibida naquele estabelecimento.
Sob meu ponto de vista a moça não praticou ilegalidade, não feriu a ética nem prejudicou o direito de ninguém.
Não vou dizer que já não fiz isso uma vez ou outra, nunca mais do que meia dúzia, porque dificilmente vou ao mercado.
Contando esse caso para meu amigo Jair ele conta revoltado que na fila preferencial dos bancos alguns espertinhos pagam dezenas de contas fazendo os demais esperar para pagar uma só. Não sei se é ilegal, nunca fiz isso e acho um abuso, mas isso é sob meu ponto de vista.

E venham as pedras!!!

Marinho Guzman

   Ano Novo.

Depois dos sessenta começo a achar repetitiva a inauguração de um novo ano que vai dar continuidade a mais do mesmo, se não for pior.
A mídia já nos assustou suficientemente a respeito devemos esperar da economia em 2.015 e ninguém precisa falar que a tendência natural será o aumento da violência pela falta de escolas, falta de trabalho e falta de presídios, tudo isso por causa dos políticos corruptos e encoberto por juízes que não se preocupam com a injustiça que começa pelos seus altíssimos salários.
Também não fico nada contente que minhas palavras não sejam as otimistas que as que a maioria das pessoas usam para brindar e festejar a passagem do ano, esquecendo ou fingindo que esquecem de como foram os últimos e como serão os próximos.
Eu mesmo respondo no mesmo sentido aos votos de Boas Festas e Feliz Ano Novo para não passar por estraga prazeres.

Mas no fundo, no fundo, vejo que há muita coisa que não foi feita e muitas, mas muitas mesmo que precisarão ser feitas, para que o futuro possa ser realmente melhor.

Marinho Guzman
Saber é muito legal.
Quando ampliamos nossos horizontes temos parâmetros para fazer mais comparações e quem compara mais, tem melhores opções.
Vivemos e convivemos num círculo restrito de amizades e conhecimentos.
Frequentamos escolas, clubes e shoppings, supermercados, praias e cruzamos todos os dias com gente que mora nas ruas próximas.
Não dá para saber quantas são essas pessoas, mas certamente são poucas em relação aos mais de sete bilhões de habitantes do planeta.
Em termos de área, vivemos o dia a dia em alguns quilômetros quadrados e a nossa Ilha de Santo Amaro tem 146,2 Km2 e por mais viajantes e viajados que possamos ser, não há comparação com a área da Terra, de 510.072.000 km2.
Sabemos pouco, conhecemos pouco e o Brasil com seus 8.500.000 Km2. representa só cerca de 6% da área da Terra.
As redes sociais e a internet ampliaram muito o conhecimento, os relacionamentos e a possibilidade de sabermos como vivem outros povos e ainda assim, a maioria de nós não tem nem mil “amigos” no Facebook e se for perguntado em que país fica Cairns e o que existe nessa cidade que é considerada uma maravilha, a maior do mundo na categoria, com cerca de 2.000 kms, ou quais os costumes do povo que lá habita, pouca gente vai saber.
Uma das melhores e mais prazerosas maneiras de saber mais, de conhecer mais, de ampliar nossos horizontes é viajar.
Quem tem horizontes mais amplos enxerga longe e sabe mais.

Marinho Guzman

   A felicidade de cada um.

Não consigo esquecer as muitas histórias que meu pai contava, sempre cheias de ensinamentos.
Um dia, falando de satisfação, felicidade e essas coisinhas que fazem a diferença na vida das pessoas, ele me contou de um funcionário simples, que numa sexta-feira estava radiante. Mais do que normalmente...
Seu semblante, ao contrário de tantos outros, que aparentemente tinham além de melhor emprego, mais bens materiais, demonstrava claramente isso.
Meu pai teria perguntado a ele se havia uma razão para essa sua aparente felicidade.
Sua resposta foi mais ou menos a seguinte:
- Seu Tuninho, amanhã a gente não trabalha, paguei todas as contas esse mês, ainda tenho cinquenta reais do salário, meu maldito dente não está doendo, o maço de cigarros tá cheio e a mulher vai com as crianças passar o fim de semana na Praia Grande, na casa da sogra.
Quer coisa “melhor de bão” que isso?Isso é a própria felicidade!

Marinho Guzman
    
A felicidade tem fórmulas e não é preciso que se tenha todos os ingredientes para viver bem.
Mas sem dúvida, uma boa dose de realizações no passado , dão aquele toque que faz de um prato o quitute e do pudim o manjar.

Marinho Guzman
Homo fobia.

Depois que eu descobri que o homo fobismo não é crime e que só é passível de punição a injúria e calúnia perpetradas numa discussão com a veadagem, me sinto até animado em comentar o trote das renas do Papai Noel em nuvens de neve e por aí a fora.
‪#‎prontofalei‬ como diria minha gerente a Sandrinha.
Homo fobismo não é crime e quando algum veado enfiar o dedo no seu nariz porque você inadvertidamente deu um olhar recriminatório pelo beijão de língua que ele deu no bigodudo ao lado não se amofine.
Deixa ele esbravejar á vontade porque deve ser dor de corno ou em outro lugar.
Vale aquele ditado que passarinho que come pedra tem que saber o tamanho do c...que tem.
Nada foi me dito nem me perguntado mas cuidado, porque racismo é crime, nada de ficar chamando aquele seu "amigo irmão" de negão porque isso sim pode dar cana.
Rsss...

Marinho Guzman

Cigarra e a formiga...

Às vezes me surpreendo com a sorte de algumas pessoas, que levam a vida como na fábula de La Fontaine e terminam a história, com um final feliz como novela da Globo.
A formiga só trabalhou e a cigarra só cantou e dançou...
Para deixar a coisa ainda mais confusa, fizeram da cigarra uma garota gostosa e com poucos escrúpulos que passa os invernos em Paris com casaco de peles, bolsa da Louis Vuitton, carro com aquecimento e um coroa para sustentar isso tudo...
Oh! Vida! Oh! escritores... Oh! lindas garotas com poucos escrúpulos e muita vontade de aproveitar a vida e a delícia que se esconde atrás de um biquíni cada vez menor...
Mas também vejo que ganhar na loteria é difícil, que ser feliz é uma arte e que se não fizermos o dever de casa quase sempre somos reprovados pelo futuro...
Para cada cem garotas gostosas existem apenas uns dez coroas disponíveis, para cada garota gostosa querendo receber por mês tem cada vez mais espertinhas cobrando por vez e assim caminham a sexualidade e a senilidade.
 Às vezes de mãos dadas, às vezes de pernas abertas...
E atire a primeira pedra aquele ou aquela que nunca pescou...
Qual seria o ponto de equilíbrio?  Será que ninguém vai fazer um programinha para computador, para eu fazer o download de como levar a vida? Tem de colocar no baixaqui !
Será que na 25 de março vai ter garota de programa, digital pirata?
Será que um dia vamos ter menos sexo na cabeça do que chifres?
Bem, enquanto as coisas seguirem como estão, o melhor mesmo é andar na linha, fazer a lição de casa e preparar o futuro para a velhice que é tão certa como o inverno depois do verão.
Aí, diriam as moças difíceis de vida fácil...
Inverno? Quando chegar a gente se manda para Ibiza...
Meia idade a gente dribla com plástica e a velhice... bem, sempre vai tem um chinelo velho para um pé doente.
E a moral e o La Fontaine? Bem, trabalho e moral, como diz a formiga da piada, depois de ralar a vida toda e ver a cigarra que só cantou e dançou de férias no inverno de Paris...
 O La Fontaine que vá para a puta que o pariu...

Marinho Guzman

Opiniões devem ser dadas quando solicitadas.Principalmente opiniões de curiosos e curiosas que nada entendem do assunto em pauta, de marketing ou de fotografia.

Marinho Guzman

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