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Top Model Guarujá fotos de Marinho Guzman

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

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Quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte.

Dentre os questionamentos da vida está a certeza da morte.
Arrebatadora e cruel para a maioria que parte e para quase todos que ficam, ela é como um jogo onde todos perderemos as últimas fichas, na última mão, da última rodada.
Há quem lembre mais dos lances de sorte e como eles foram festejados, outros lamentam as muitas perdas e o vazio que fica quando cai a ficha e a má sorte foi lançada.
Todos chegamos com um grande cacife e partiremos sem nada levar, mas quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte.

Marinho Guzman

A visão privilegiada de determinadas partes, quase sempre dá uma visão distorcida do todo.

Marinho Guzman

Há quem confunda confundir com confusão.
Existe uma sutil diferença entre frequentar, participar e comungar ideias.
A maioria das pessoas frequenta um clube ou uma academia de ginástica pelo equipamento que ele possui e que lhe permite praticar uma atividade e não porque comunga das ideias ou ideais dos muitos frequentadores. Algumas academias vem tentando isso com pouco sucesso.
Clubes de servir e associações como o Rotary, Lions, sindicatos, associações de comerciantes, de advogados e de outra profissão, têm como escopo juntar pessoas que comungam das mesmas ideias e ideais com a finalidade de proporcionar bem-estar a muitos pelo trabalho organizado de todos, sob a liderança de alguns.
Não espero com essas palavras, que não são definições, esgotar o assunto e sim observar quão pequeno é o resultado quando as pessoas confundem a finalidade de cada coisa e principalmente quando essa confusão é gerenciada por pessoas que visam subverter a ordem nas prioridades, com a finalidade de obter vantagens para si e para uma pequena parcela dos participantes, voluntários ou não, esses muitas vezes obrigados por convenções com as quais não concorda e não foram chamados para participar da sua constituição.
Não vou entrar em detalhes, esse é um assunto onde cada um sabe como e por que é obrigado a participar de grupos com os quais não tem nenhuma sintonia, sendo muita vezes confundido com a escória que se apodera dessas associações transformando-as em quintal vizinho da própria casa.

Marinho Guzman

  
As chances de imprevistos indesejáveis na vida são menores, quando a gente faz, ao longo dela, boas escolhas. Há percalços e imprevistos, nem sempre o que foi ótimo para uns se mostra bom para outros. Essas escolhas deixam, quase sempre, claros sinais do que está por vir. Uma coisa é certa, se a gente faz ou tenta fazer tudo certinho as chances de darem errado são menores.

Marinho Guzman

A velhice e a morte.
Dia desses escrevi um texto com o título Morte.
Foi um dos textos menos curtidos e como eu já esperava, pouca gente se interessou.
Não desejo a morte.Nem minha nem dos que me cercam, quanto a dos desafetos há que analisar caso a caso.
Escrevo de políticos corruptos e nem por isso sou um deles, sobre periguetes e poucas conheço, sobre vida e felicidade, assuntos dos quais arrisco dizer que entendo um pouco.
Por que não escrever sobre velhice e morte, assuntos que a gente pode até tentar ignorar, mas que chegará um dia para todos nós?
Se você fizer uma pesquisa no Google ver os seguintes resultados, na mesma fração de tempo:
Vida: 923 milhões;
Amor: 367milhões;
Morte:189 milhões;
Felicidade 34 milhões e 600 mil;
Velhice: 1 milhão e 40 mil;
Noves fora nada, isso quer dizer que todo mundo está mais preocupado com a vida e a felicidade, do que com a velhice e com a morte.
A velhice, e a morte estão mais perto de nós do que gostaríamos mas tenho a impressão de quem viveu sempre uma boa vida, em todas as suas fases, encara o assunto com tranquilidade e se prepara, como sempre fez antes, para ter o melhor possível para o que der e vier, seja lá quando vier.

Marinho Guzman



Morrer

A maioria das pessoas não fala sobre o assunto e muitos pedem para parar de falar. Na recusa, saem da roda quando ele vem à baila.
Não é mesmo algo que se veja por aí, discussões, palestras, mesas redondas, seminários e outros ensinamentos. O que se vê, são providências para a hora da morte ou para deixar que outros tomem providências depois da morte, e isso me parece uma procuração.
Os mais ricos fazem testamento, também chamado de disposições de última vontade, e por aí, parece que pobre não tem vontade, pois nunca ouvi falar de pobre que tivesse deixado testamento.
Ninguém sabe como é morrer para quem morre. A gente só sabe como é morrer de ver alguém morrendo ou morto.
Tudo indica que quem morre não vê, não ouve, não fala nem sabe que morreu.
Morrer é absolutamente previsível, mas totalmente desconhecido e sendo a única certeza definitiva, a gente deveria saber um pouco mais, para o caso de termos de tomar, nós mesmos, alguma decisão ou providência depois da hora fatal.
Acho esse um pensamento normal para quem gosta de ter as coisas em ordem. Vou pesquisar mais o assunto, porque tenho visto muita gente morrendo ultimamente e mercadologicamente deve ser bem rentável dar um curso, vender um manual e essas coisas.
Sei que vai ter muita gente criticando a minha ideia. Dirão, com a morte não se brinca. Mas quem disse que eu estou brincando?
Afinal, é nas crenças e religiões tidas como sérias, onde mais se fala da hora fatal, quanto e como devemos estar preparados.
Note que pensar, falar ou escrever da morte não quer dizer que eu queira morrer, só quer dizer que é um assunto como outro qualquer e quem não quer falar, não quer ouvir e não quer saber, só estará menos preparado para a hora ou para depois da hora.
Lembro agora que em alguns povos e religiões como os egípcios, por exemplo, os ricos eram enterrados com muitos dos seus bens, principalmente com ouro. Ainda bem que isso saiu de moda, porque senão teria muito mais gente chorando na beira dos caixões de familiares.
Bem, o assunto é vasto. Ou não.
Pode ser só uma ideia, só um texto ou poderão vir outros, como dizem por aí, até que a morte nos separe.

Marinho Guzman

O lago reflete as nuvens, mas nunca será céu.

Marinho Guzman

Depois de certa idade a gente tem mais coisas para contar do que para fazer.

E algumas das histórias nunca serão contadas, ficarão só na cabeça da gente, por todos os motivos pelos quais vivemos a vida atual e porque a vida de quem fez parte dessas histórias precisa ser preservada pela que agora levam.
Há também, ainda que remota, a possibilidade de que quem foi protagonista na nossa história nos considere coadjuvantes, figurantes ou sequer lembre dela.
Mas às vezes algo nos sinaliza que aquela velha história deixou muitas e boas lembranças.
E hoje, isso é o que realmente importa.

Marinho Guzman

Guarujá desse jeito não há quem aguente.
Diz o ditado popular que desgraça pouca é bobagem.
Parece que para o Guarujá a sucessão de más notícias, como era esperado, já deu lugar às péssimas.
A reforma do estádio de futebol consumiu mais de vinte milhões de reais, não viu nenhum jogo e terminou o tempo regulamentar com vários processos na cabeça dos envolvidos.
O avião do candidato a presidência da república Eduardo Campos espatifou-se em Santos, porque não conseguiu aterrizar no aeroporto do Guarujá, aquele que tem mais estória que qualquer novela mexicana ou global.
Tenho visto a Associação Comercial do Guarujá bastante envolvida no processo de privatização do mesmo. Certamente não será um jogo de cartas marcadas. Prá que?
Com inveja do incêndio que destruiu depósitos na cidade vizinha,Guarujá superou-a com um incêndio com direito “nuvem tóxica” que teria feito reduzido a traque qualquer filme apocalíptico. De concreto o que e viu foram cerca de duzentos atendimentos o que deve ter gerado pelo menos a metade de faltas ao serviço com atestados “assinados nos joelhos”.
O Carnaval vem aí, e antes que eu seja tachado de pessimista, gostaria que as autoridades incompetentes ficassem atentas arrastões nas calçadas e na areia e principalmente com a venda de todo tipo de alimentos pelos ambulantes pois o nosso mosquito da dengue sozinho não vai conseguir o primeiro lugar absoluto nas manchetes negativas da TV Tribuna com repetição de todas as afiliadas da Rede Globo do Brasil.
Já tivemos faz algum tempo o escândalo do “mensalinho”, o “cala boca” que garante a sustentabilidade do mandato espúrio de prefeitos. Está em estado vegetativo em alguma gaveta bem lubrificada do Judiciário mas pelo tempão que faz e pela “sede” dos parlamentares, deve estar próximo de novas denúncias, dessa vez sacramentadas pelo instrumento da caguetagem premiada.
Que eu saiba, por aqui não tem petróleo mas vai que comecem as obras do túnel….por aqui tudo é possível, só falta achar petróleo e aí sim! Teremos um escândalo que fará jus ao da Pertrobrás. Ah...já ia esquecendo, bloquearam todos os bens conhecidos da prefeita, do Duíno e do resto da turma.Vichi!!!Segura... que vai ser um pega-prá-capá para ver quem é que vai vai à forra primeiro, para garantir a reposição dos mesmos...

Marinho Guzman

Sendo otimista.

Sendo otimista Guarujá terá visto nesta, a pior temporada de todos os tempos.
Esse triste recorde será batido nos próximos anos com grande facilidade. O aumento de criminalidade, da presença na mídia como cidade perigosa, violenta e desrespeitosa para com seus moradores, veranistas, turistas e incautos, que por aqui aportam, já destruíram a sua fama de Pérola do Atlântico e até os defensores mais aguerridos mostram-se descrentes, abatidos e sucumbem, um a um.
Há vinte anos resolvi montar um negócio no Guarujá. Num verão, cheguei a ter dezoito pontos de venda, dentre eles, três ou quatro lojas no Shopping La Plage, umas oito no Guarujá Center Shopping e três espalhadas por aí.
Todos olhavam abismados minha coragem que alguns chamavam de loucura, mas Guarujá ainda era a melhor aposta no litoral de São Paulo.
O tempo provou que foi uma loucura e que os populares adágios, de que Guarujá seria uma curva de rio e que para sair daqui com uma pequena fortuna alguém deveria ter chegado com uma grande, eram absolutamente certos.
As coisas correram bem até meados de 2001 e bafejado pelo trabalho, pelo grande investimento e pela sorte, estive presente no crescimento do comércio moderno de produtos naturais, lingerie, de óculos e de telefones celulares.
Os que viveram essa época, podem se lembrar de grandes filas nas portas das minhas lojas.
Em 1999 foi convidado a assumir a presidência da Associação Comercial do Guarujá que tinha uns três mil reais de débitos de aluguel e menos de cinquenta associados, a maioria inadimplente.
Nesse mesmo e único ano fiz uma grande festa de posse no Hotel Casa Grande, certamente a maior que a cidade viu naqueles tempos, toda ela filmada e apresentada integralmente no programa do meu amigo Amaury Jr. que a cerimoniou.
Para ser curto e não ser grosso com meia dúzia dos comerciantes associados que me ajudaram, mudei a sede, mobiliei e aparelhei a entidade do meu próprio bolso e numa polemica campanha onde eu perguntava:- Você é um comerciante ou um rato, consegui nesse único ano da minha gestão quase quinhentos associados pagantes.
Na época o prefeito era o senhor Maurici Mariano, que Deus o tenha, bem longe de mim, que me fez ver, que cargos públicos e em entidades, dependentes da boa vontade do setor publico, sejam de que natureza forem, é para quem tenha “muito estomago”, vontade de fazer “acertos”, na maioria das vezes inconfessáveis e que Guarujá seguiria, nos anos seguintes para o declínio qualitativo dos seus frequentadores que o traria aqui, onde nos encontramos agora, com a pior temporada de todos os tempos, sob qualquer ângulo que se queira observar.
Muitos comerciantes tradicionais de alguma expressão fecharam suas portas, como por exemplo a Guarujá Veículos, alguns como a Guaru, do falecido amigo Carlos Simonian, continuam a lutar bravamente.
O que se vê, definitivamente é que os ladrões do dinheiro público não aproveitaram muito suas espertezas e por um ou outro motivo foram e estão infelizes, desmoralizados e com pouca chance de verem a cidade que destruíram se erguer a uma ínfima parte do que já foi.
Anos atrás Guarujá tinha alguns jornalecos que publicavam os desmandos dos prefeitos, hoje exaltam pequenas obras, ignoram os grandes problemas e subsistem milagrosamente, sem vender um jornal, sem vender anúncios, vendendo o que não têm, dignidade.
Guarujá dificilmente seguirá a lenda da Phoenix. Não se erguerá das cinzas. Mas esperamos sinceramente, que seus detratores sejam queimados nesse processo de purificação.

Marinho Guzman

O valor de um blog está na credibilidade de quem o escreve.


O valor de um blog está na credibilidade de quem o escreve.
Os veículos tradicionais da mídia, grandes, médios ou pequenos, rádios ou televisão estariam mais sujeitos a influencias de toda natureza com a finalidade de dirigir a pauta e o editorial?
A meu ver qualquer veículo, até mesmo um panfleto, está sujeito a orientação de quem o edita.
Dessa forma, fica mais fácil você avaliar a notícia mercê da credibilidade do autor do que de um editorial ou matéria atribuída à redação atendendo uma pauta.
Conheça os fatos sob a ótica de quem os escreve.
Procure conhecer o jornalista ou o editor do veículo e você certamente saberá avaliar o peso da notícia de acordo com quem a escreveu.

Marinho Guzman

Para um bom sempre existirá um melhor.
Já no Guarujá….não tenha dúvida, a classe política vem se superando ano após ano.
Para um ruim sempre virá um pior.

Marinho Guzman

Um pouco de covardia, muita acomodação, tudo amparado pela preguiça de fazer, ou, pelo menos, de tentar.
Dá para perceber como chegamos à situação atual?

Marinho Guzman

Aqui se faz, aqui se paga. E quem não faz, paga também.

Marinho Guzman

  O Hotel Casa Grande do Guarujá, o Shopping de Verão e o final melancólico das coisas que não são tratadas com seriedade.
Quem for esse ano no Shopping de Verão do Hotel Casa Grande, com a expectativa de fazer umas compras ou simplesmente passar algumas horas agradáveis, vendo lojas finas e mercadoria de qualidade, poderá ver o estrago que a má fama e má administração do Guarujá fez com esse, que já foi um dos maiores sucessos de verão da cidade.
No ano passado já se viu a cara de derrotados de dezenas de comerciantes que arriscaram apostar no passado do Shopping e que ele resistisse às más administrações, que transformaram a cidade em cemitério de empreendimentos.
O fracasso do Shopping do Casa Grande será um dos muitos da temporada de 2.015/2.016 e não por conta de qualquer crise, uma vez que a temporada de verão traz ao Guarujá um público cativo dos proprietários de imóveis que aqui vem, ainda que a contragosto, para levar um susto com o maior IPTU do Brasil, sem nenhum retorno ao seu investimento.
Aberto por volta de 1.999 sob o comando de João Dória Jr. o Shopping de Verão trouxe ao Guarujá milhares de pessoas, especialmente para visitar e comprar artigos de qualidade a preços considerados accessíveis, por quem está acostumado a comprar artigos de qualidade e de grifes famosas.
João Dória abandonou o empreendimento poucos anos depois e dedicou-se a coisas sérias, de qualidade, com gente que está acostumada a trabalhar e fazer sucesso sendo sério, condição fundamental para o futuro de qualquer empreendimento.
Ano após ano o número de visitantes diminuiu e eu duvidava que eles conseguissem alugar todos os espaços esse ano.
Errei redondamente, não há espaço, não montaram e não existem lojas, nenhuma loja foi alugada.
Sem conseguir incautos, colocaram uns brinquedos sem graça, para um punhado de crianças desanimadas.
Há uma aparência lúgubre no lugar e para quem conheceu suas glórias um gosto amargo de derrota para nós todos e para o Guarujá.
O Shopping do Hotel Casa Grande foi criado para ser assunto que justificasse a mídia em torno de marcas famosas.
João Dória fez uma mídia monumental em torno do fato, levou nomes conhecidíssimos, dos famosos de todas as áreas e todo mundo ganhou muito com isso, especialmente o Guarujá.
Hoje não há mais marcas famosas nem no Shopping do Casa Grande nem em nenhum lugar da cidade e o único lugar onde se vê algum movimento é no famigerado Russi, no Village, barracões transformados em shoppings populares e na Rua Argentina, que vendem artigos de qualidade menor e procedências duvidosas.
Já faz alguns anos que a “inteligência” do Guarujá deixou de alardear o sucesso das temporadas.
Agora se preocupa em não deixar que as notícias muito ruins apareçam na imprensa local, uma vez que as péssimas, estão em todas as mais importantes mídias nacionais.
Santa ignorância!

Marinho Guzman

Vida
Pouco a pouco, dia após dia, cada vez mais rápido, muitos tem se esmerado na tarefa de retirar dos homens algumas alegrias e uns prazeres que dão gosto à vida.
Não nascemos para sofrer, nem para servir. Qualquer que seja a explicação de criador/criatura, nascemos para ocupar um tempo e um espaço que deveria ser agradável e perpetuar a espécie.
Outras espécies já desapareceram do planeta, extintas que foram,pouco importam as teorias, profecias e visões que prometem descanso ou sofrimento eterno, céu ou inferno.
O que vale para o ser, enquanto humano é seu bem-estar e o progresso que permite viver mais, é o mesmo que nos tem levado ao pior.

Marinho Guzman

BBB
Não é bom, nem bonito e nem barato.
Foi anunciado o BBB 16 que terá como novidade a idade avançada de alguns participantes, que podem ter até setenta anos.
Rui Barbosa já havia apregoado para não nos deixarmos enganar pelos cabelos brancos porque os canalhas também envelhecem.
Terão, aqueles que assistirem o BBB 16,a possibilidade de constatar que a idade avançada não quer dizer sempre sinal de experiência nem de inteligência e certamente haverá um desfile de idosos com pouca ou nenhuma identificação com o senso de ridículo.
Quem viver e assistir verá. E eu provavelmente serei obrigado a ler, ainda que inadvertidamente, um ou outro comentário a respeito desse programa que boçalizou boa parte da população nesse século.

Marinho Guzman

   
Não é possível convencer alguns ignorantes.
A forte convicção de que sabem, sabem mais, sabem tudo, cegam-nos para a mais banal realidade.
Ignorantes são sempre perigosos, os teimosos potencialmente.

Marinho Guzman

É PREFERÍVEL PEDIR DESCULPAS DEPOIS, DO QUE PEDIR LICENÇA ANTES. (texto de minha autoria antigo, sem data)
A assertiva consta de um trabalho editado pela Associação Brasileira de Anunciantes, com opiniões de jornalistas famosos a respeito do tema: Jornalismo é... quem cita é nada menos do que Salomão Esper, jornalista consagrado. Se ele pode, eu também...
Já vi mais de um veículo de comunicação tentar conseguir as benesses de administrações e do poder, em forma de publicidade e levar um pé no rabo. Nesse sentido, tenho visto vários “pés” na nossa e em vizinhas cidades que tentam arrancar publicidade para falar bem e não falar as verdades da nossa administração.
A bem da verdade, a livre imprensa da cidade deve tirar o cavalo da chuva pois desse mato não sai coelho.
Segundo pesquisas não comprovadas, a profissão mais respeitada no Brasil, é a de jornalista. Tivemos casos onde a imprensa quase que como um todo julgou, condenou e acabou com a vida de algumas pessoas divulgando fatos mentirosos e não comprovados que levaram ao caos famílias inteiras. Recentemente o ridículo Ratinho, mau caráter com acesso á mídia, teria conseguido altíssimos índices de IBOPE colocando no ar polêmicas a respeito da condição familiar da apresentadora Angélica, fatos esses que eram de seu conhecimento e pouco prováveis para não dizer logo falsos e mentirosos.
A punição ao falso jornalista deve ser exemplar. Travestido de apresentador, o palhaço fez as vezes de jornalista usurpando a profissão regulamentada que tem maior índice de respeitabilidade no país. Tal qual falso médico receitando e operando, quem tem acesso à mídia precisa ser habilitado, responsável e responsabilizado, para não se permitir que a imprensa siga a trilha das demais instituições que estão falindo pelo desrespeito e impunidade.
É por isso que a frase: é preferível pedir desculpas depois, do que pedir licença antes ,é prerrogativa dos jornalistas que honestamente pesquisam e verificam, antes de acusar e condenar, se bem que na nossa cidade, para acusar de desmandos a administração nem é preciso ou procurar muito, basta olhar e fotografar mansões e carrões comprado com os milhões que devem ganhar os funcionários com seus polpudos salários de marajás ou... quem quiser que conte outra...

Marinho Guzman

Quando o produto ou serviço não é bom.

O que você faz quando não está satisfeito com o produto ou serviço que estão lhe prestando?
Muda de fornecedor, muda de restaurante, muda de loja.
O que você faz quando o governo não dá contrapartida ao imposto que você paga?
Não paga!

Marinho Guzman

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