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Top Model Guarujá fotos de Marinho Guzman

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

18-341 - 360 do total de 1157 pensamentos na coleção de marinho guzman


Dor de barriga não dá uma vez só, mas memória fraca parece se doença de pessoas mal-agradecidas.

Marinho Guzman

Pirâmides, correntes e outras bobagens.

Você que como eu já chutou macumba, quebrou correntes e participou pelo menos, uma pirâmide está convidado(a) a provar que lê as bobagens que eu escrevo colocando qualquer palavra nos comentários.
Se você não fizer isso, pode ter dor de barriga, perder a chave do carro ou da  casa, ou ter que assistir pelo menos quinze minutos de um programa do Datena.
Poste aqui um comentário, vou saber que você leu mais esse texto e vou ter ânimo para escrever qualquer coisa que preste um dia desses.
Seu amigo Marinho

Marinho Guzman

Cara feia pra mim é fome.

Faz tempo não escuto o ditado, muito popular no tempo do meu avô. O Pacheco.
Portuguesão, ele tinha um rol imenso e não se rogava, declamava mas fazia cara feia para qualquer coisa.
Já nem tão feias, aliás algumas bem bonitinhas de cara, a gente convive com algumas pessoas que desconhecem os bons modos, nada sabem de respeito e civilidade e passam por você todos os dias como se nunca o tivesse visto.
Não sou dos que ficam puxando conversa, mas nunca neguei uma boa tarde com um leve sorriso, uma boa noite amigável ou um bom trabalho para quem está por trás de um balcão atendendo há horas, e ainda tem uma jornada até chegar em casa.
Pior do que os vizinhos que não cumprimentam são algumas figuras com quem a gente tem que conviver todos os dias como por exemplo o instrutor da academia que passa por você olhando por cima, desvia se você vem na mesma direção, faz que não escuta quando você chama e pensa que ser instrutor de academia quer dizer que ele é melhor do que você, ou talvez um Deus grego. Ostenta um bíceps grande, mas algumas garotas cochicham ele tem é um pau muiiiitoooo pequeno.
Não faço cara feia nem finjo que não vejo, mas destilo minhas pequenas maldades para algumas pessoas como faço agora com o tal instrutor da academia.
Sei que eu não tenho nada a ver com o tamanho do instrumento dele, mas se as garotas cochicham,deve ser piquiniiiiiinhooo mesmo e não vai ter exercício que resolva.
Rsssss....

Marinho Guzman



Obra prima, legado e o que será que vai ter para o almoço.

Qual é a sua obra mais importante? Não tem? Não lembra? Será que para você tudo foi, é e será tudo muito igual?
O que será que cada um de nós vai deixar para a posteridade?
Provavelmente nada.
Bem, o termo é amplo, o tempo parece pouco e a maioria de nós, diferentemente de Michelangelo, Pablo Picasso, Thomas Edison, Ayrton Senna e outros, vamos passar pela vida sem deixar grandes legados, sejam eles inventivos, artísticos, literários ou de conquistas desportivas.
Aliás, acho que não vamos deixar porra nenhuma, a não ser grandes problemas para as próximas gerações.
Tudo bem que eu lembre desses e de outros gênios mas se você perguntar para a minha sobrinha e mais dez adolescentes, eles podem no máximo acertar o Senna.
Não sei quantas vezes Santos Dumont foi daqui para a Europa, sei que ele foi várias, até morou uns tempos lá, e quando queria mostrar alguma invenção ao mundo ia para Paris, desde sempre a cidade mais “tudo de bom” e cheia de obras primas e legados de todos os tempos.
Fico imaginando as peripécias do “chapeludo” para pegar um navio, passar quase um mês a bordo sem cartão de crédito, desembarcar num lugar tão distante, ter tempo para construir um balão ou criar uma coisa mais pesada que o ar e…. Voar….
Tempos bem diferentes e sem internet.
Pois é, da minha parte, espero deixar para as gerações do futuro uns textos profundos como esse que uns loucos conseguiram ler até aqui.
Tenho que ir.
Minha sobrinha adolescente acabou de me mandar um Whatsapp perguntando o que vai ter para o almoço.

Fui!

Marinho Guzman

Tanto faz, de tanto que a gente já fez.

Antigamente eu andava com papel e caneta para escrever possíveis ideias boas.
Hoje acho que na hora de escrever, se a ideia era boa, estará mais na ponta dos dedos que no papelucho quase sempre perdido.
Parece que eu já vi tanto e já fiz tanto que será difícil vivenciar novidades, melhor mesmo é trazer da memória, do passado, umas ideias e adaptá-las ao presente, que daqui a pouco já será futuro.
Estava pensando na situação em que está Dilma Roussef, em quem foi Eike Batista e o que o destino reservou para Schumacher, sete vezes campeão mundial de Fórmula um, ele único, de uma lista que tem menos de cem pessoas vivas e nem o dobro disso em todos os tempos.
Graça e desgraça andam juntas e o sobe e desce faz parte da vida de todo mundo, com umas quedas vertiginosas e sem volta para muitos.
Ter feito muito só é vantagem para quem fez e não adianta exibir as próprias conquistas porque, para quem fez pouco ou nada, tanto faz.

Marinho Guzman
   
O crime da Dilma não foi dar pedaladas, foi ter roubado a bicicleta.

Marinho Guzman

A Democracia é uma forma de governo onde poucos escolhidos pela maioria ignara administram, a maioria deles rouba todo mundo, e a chefe da quadrilha se arvora no direito de considerar golpe, a legítima tentativa de uma minoria consciente em fazer valer a lei.

Marinho Guzman

Que vive nas nuvens não está perto do céu.

Marinho Guzman

Tenha cuidado ao tratar os diferentes como se fossem iguais.

É um erro comum a gente tratar todo mundo como se fossem iguais.
Vida corrida, muita coisa por fazer, cada um de nós, da sua maneira, corre atrás do “pão de cada dia”, todo mundo com pouco tempo para avaliar cada situação independente.
Passamos a dizer bom dia, boa tarde, até logo e outras expressões mecanicamente, sem realmente levar em conta quem merece uma atenção maior, para quem a gente quer um bom dia e quem não está nem aí para o que a gente quer, desejando mais é que a gente “se exploda”.
E é da falta de atenção para com quem merece e até precisa de uma palavra verdadeira vinda de nós, o que resulta sermos tratados como mais um, qualquer um, um a mais e até um demais.
Cultivar as boas relações é ocupar um espaço que custa pouco e pode valer muito, já afastar-se de algumas pessoas pode ser a melhor coisa a fazer.
Goste mais de quem vale a pena e não esqueça jamais de avaliar quem gosta mesmo de você.
Palavras doces muitas vezes trazem amarguras e palavras duras podem significar amor.

Marinho Guzman

Mais um dia daqueles….

Cada dia mais, eu aceito menos obsequiosidades de quem quer que seja.
E, se eu fosse você, pararia de ler agora, nesse exato momento.
Pare!
Me delete!
Saia fora!
Como perder tampo um cara que usa, nos dias de Facebook, a palavra obsequiosidade?
Só pode ser xarope, chato, um troglodita mesmo.
Eu sou assim.
Dono de um bom vocabulário, de muita leitura na juventude, de vez em quando aparece na minha cabeça uma coisa dessas:- obsequiosidade…. quem já ouviu falar isso? Que raios de palavrão?
É bom que se diga, que depois de ter sido voraz leitor na época em que não havia internet, passei a não ler mais, embora tenha tentado algumas vezes.
Vou começar de novo em homenagem a quem ficou por aqui.
Mais um dia daqueles.
Cada dia mais, eu aceito menos gentilezas, de quem quer que seja.
Acordei para o que deveria ser um dia normal, preparei meu café da manhã e dei uma olhada na listinha de afazeres de hoje, claro, depois das dez horas.
Depois das dez porque já estou acostumado que antes dessa hora, a maioria dos lugares não esteja aberto ou apesar de aberto não funcionam ou quem deveria trabalhar neles ainda não está funcionando pois não acordou direito.
São seis horas da matina e até as nove e meia, seriam três horas e meia, para bater furiosamente neste teclado “que vos fala”, produzindo meus afazeres na internet.
Mas, lá pelas nove, minha querida Amanda Palma fez a obsequiosidade...., ops....
“Quer que eu te leve ao banco? Está garoando.
Aceitei prontamente e perguntei:- Mas já está aberto? Será que a grente já chegou?
-Claro, respondeu ela prontamente.
Desci para encontrá-la na garagem e fomos ao banco.
Depois da dificuldade de costume para estacionar o carro chegamos e lá estava o aviso:- Horário de funcionamento, das 10:00 às 16:00 hs.
Bem o que começou mal acabou pior.
Não consegui resolver o assunto do banco, o caixa do supermercado não tinha troco, o sistema de cartões estava fora do ar, a cancela do estacionamento estava quebrada e eu que faço tudo com uma scooter, que entra em qualquer buraco e para em qualquer lugar estava…. de carro.
Nada de chuva, nada de banco, listinha por fazer nem na metade e já passou da hora do almoço.
Juro que a Amanda estava com as melhores das intenções, mas cada vez mais, eu aceito menos obsequiosidades.
‪#‎prontofalei!

Marinho Guzman

Respeito é bom mas a maioria ignora, e quem ignora é ignorante.

Marinho Guzman

Quando a gente não enxerga longe, pode vir a enxergar de longe.

Marinho Guzman

Nossa vida tem uma porção matemática.

Você pode somar, diminuir, dividir e multiplicar.
Você pode escolher as coisas às quais vai dar mais importância na sua vida, ou em cada época dela e para cada pessoa isso pode ser diferente.
Procure somar e dividir. Isso multiplica sua chance de ser feliz e diminui qualquer sentimento de culpa que alguns de nós temos pelas chances maiores a vida nos proporcionou.

Marinho Guzman

Escrever é falar sozinho, e de repente perceber que tem gente ouvindo, uns gostando outros não.

Marinho Guzman

O ponto de vista e o ângulo da visão.
Quando olho para uma foto logo imagino o ponto de vista e o ângulo de visão de que o fotógrafo dispunha para fazer a foto.
A diferença entre uma linda foto e uma foto horrorosa pode estar aí, assim como a impressão que você tem ou vai ter, seja ao conhecer essa pessoa ou ao tirar uma foto dela.
Música e iluminação num filme de terror são tão características, que muitas vezes você nem precisa assistir toda uma cena para saber do que se trata.
Com as pessoas e as fotos a coisa é parecida. Quando vejo fotos tiradas no espelho de um banheiro ou num canto feio da casa, ligo logo a imagem ao horror de fazer do banheiro o cenário principal de uma foto que deveria ser no mínimo uma boa lembrança.
Alguns dirão, para justificar, que seria essa ou nenhuma foto.
Bem, a vida é sempre assim para quem não tem um mínimo de planejamento ou a opção de escolher um fundo melhor para a foto e pedir para alguém apertar o botão.
Tire boas fotos e leve uma boa vida. Você não precisa viver do passado, mas vai levar uma ótima lembrança para o futuro.

Marinho Guzman

Estradas da vida.

A vida é como uma estrada sem placas nem sinalização.
Você não sabe exatamente onde está indo, se vai chegar ou quando.
Não existe estrada absolutamente reta. Todas têm curvas, desvios, entroncamentos e algumas têm pedágios e se você não pagar o preço, não vai poder passar.
Por mais segura que a estrada seja, sempre existem outros motoristas. Eles estão na mesma pista ou em sentido contrário, isso quando não estão na contramão. Nunca, ninguém, depende exclusivamente de si, e o perigo, “podem ser os outros”.
Quando duas estradas levam ao mesmo lugar você só pode escolher uma, não importa quanto goste da outra. Parece que isso quer dizer ter duas opções, mas analisando bem, você só tem uma sim, a outra não.
Não faltam estradas cheias de buracos e há quem diga que na vida caminhos aparentemente fáceis escondem obstáculos intransponíveis.
Além dos caminhos e destinos, você vai ter que saber qual bagagem vai levar e se vai só, ou acompanhado.
Uns viajam só, outros com mais gente, difícil mesmo é saber quem está bem, ou mal acompanhado.
Como a estrada da vida não tem sinalização, depois de algum tempo você começa a se perguntar se está longe ou perto do seu destino.
Busca respostas e cada vez encontra mais perguntas, podendo descobrir, finalmente, que essa pode ser a reta final.

Marinho Guzman

Mais um dia.
I
Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.
Acordado mas não desperto, posso ter de imediato qualquer pensamento, a vaga lembrança de um sonho, de um pesadelo ou vislumbre os poucos afazeres que me aguardam.
II
Quatro ou cinco passos, até porta do banheiro, acendo a luz, escovo os dentes, lavo rosto e penteio o cabelo, nem sempre nessa ordem, mas parece que tudo está em ordem.
Até agora uns poucos sons, nenhuma palavra, só minha imagem refletida no espelho, retrato da obra destrutiva do tempo.
Tempo que às vezes é pouco, outras suficiente, que na maioria das vezes sobra.
Há certa solidão nesses movimentos quase automáticos.
III
Não uso meias, o calçado é um prático Croc. Encaixo os pés sem auxílio das mãos e nem preciso olhar.
Calça jeans, de barra cortada com o estilete, sem acabamento. Qualquer camisa polo, pego sempre a de cima, são todas idênticas, de cores neutras e sóbrias.
Não sinto nenhuma necessidade de variar o traje nem o trajeto, será mais um dia igual aos outros e isso não requer nenhuma postura diferente.
IV
Abdiquei do café da manhã com os amigos, prática de mais de quinze anos. Os assuntos interessantes se esgotaram e deram lugar a discursos de mesmices disparatadas e fofocas de homens, absurdo inaceitável na minha idade.
Antes só, comigo mesmo do que rodeado de Wikipédias ambulantes.
Ainda vou lá de vez em quando conferir e constatar.
V
Não compro mais jornais nem revistas. As notícias saltam aos meus olhos a cada clique no Google e no Facebook, com o aval das agências de notícias, umas mais, outras menos, mas todas superficiais, vendidas e parciais.
Tudo junto e misturado como é atual, moderno e perigosamente fácil.
VI
Do café da manhã até o almoço são uns tantos minutos de umas poucas horas.
Ao entrar no mesmo restaurante vejo os mesmos funcionários, alguns clientes de sempre e o almoço de R$44,90 o quilo pula no meu prato.
Uma rodela de tomate, uma de pepino, uma colher de ervilhas, outra de grão-de-bico ou feijão-branco, mais uma de milho.
Não pode faltar uma pequena porção de beterraba com cebola crua, três ou quatro vagens e um ramo de brócolis.
Sinto falta do rabanete, da erva doce e do salsão, nunca presentes.
Quando tem berinjela temperada faço uma troca. Nesse dia como até pão.
A proteína animal se resume no menor pedaço de peito de frango assado ou de uma pequena posta de pescada branca à milanesa.
São trezentos e cinquenta gramas, fora o azeite à vontade que só coloco depois de pesar. Poucas vezes erro na mão mas nunca passei dos quatrocentas e cinquenta gramas.
Tem gente que coloca sal, pimenta e outros molhos, eu não, eles não me fazem nenhuma falta, então para que colocar?
Ás quartas e sábados tem uma espécie de feijoada estilizada. Num desses dias mudo o cardápio e ela é a única opção.
VII
Sempre durmo de quinze a trinta minutos depois do almoço. Posso ter herdado o costume dos antepassados portugueses ou espanhóis e essa é única herança que eu queria. Dos portugueses não invejo a inteligência nem dos espanhóis a teimosia. Se tivéssemos sido colonizados pelos ingleses ou alemães tudo aqui seria muito diferente.
VIII
Fotografar pode ser um trabalho, um prazer ou ambas as coisas. Para mim uma alquimia para transformar luz, sombra e cores em belas imagens, que vão durar bem mais do que as próprias lembranças. Minha tarde é de luz, sombra, cores e garotas de biquíni. Nada mal.
IX
De uns tempos para cá o que era um lanche da tarde deu lugar a experiências culinárias da Amanda.
Sem grandes pretensões ela inventa, esquenta, mistura e dá sabor especial a qualquer coisa.
É o amor.
Um simples misto quente se transforma num croque monsieur e qualquer massa num penne à italiana ou um lombo assado com molho madeira ou de mostarda, num quitute de dar inveja a qualquer chefe francês.
X
À noite, ninguém está livre de contrair doenças, defeitos ou vícios e eu mantenho tudo ao alcance dos dez dedos, quando martelo o teclado, num amontoado de palavras, para mim cheio de significados, para a maioria sem nenhum.
Posso estar na cama às dezoito horas ou às vinte e três. Acordo de três em três horas e serão sucessivas dormidas e passadas no computador até acordar novamente para mais um dia.
Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.

Por que não vão todos tomar no cu?

Acordo sempre de bom humor e com a agenda prontinha na cabeça.
Academia, ou praia se tiver sol.
Já sabia que a querida Amanda Palma ia escoltada pela mãe a São Paulo, fazer uns exames de rotina e me preparei para algumas tarefas dela.
Coisa simples, como entregar uns pedidos para a gerente Sandrinha (menina de ouro) e a chave da loja, que ontem ficou com a maravilhosa Zetha Jones, apelido da Patrícia, apelido que pegou desde o primeiro contato quando eu lhe perguntei:-Conhece a Zetha Jones, você é a cara dela, e ela disse: -Mora no Morrinhos IV?
Bem, perguntei à Amanda que horas a Sandrinha viria pegar o material e ela diligentemente mandou um (ou muitos) whatsapps e com muito custo chegaram ao horário, nove horas.
Fui para a academia, passei no Pão de Açúcar e na volta, em casa peparei o meu frugal desejum Rsss.....fresco eu hein...
Olhei no relógio, oito e meia, resolvi tomar banho imaginando que daria tempo de entregar a chave.
Mal entrei no chuveiro tocou o interfone. Nem desliguei a água. Me enrolei na toalha e com todo cuidado para não escorregar cheguei no interfone em menos de quinze segundos.
Alô!!!Alô!!!! Alô!!!Nada! Desligaram. Imaginei que pudessem tocar novamente. Nada! Resolvi ligar para a portaria, mas como os óculos estava no banheiro fui até lá.
Foi colocar a mão nos óculos e tocou o interfone.
Correndo certo, risco dei uma corridinha, e nem tinha chegado lá já estava tocando o telefone fixo.
Fiquei com interfone. Alô!!!Alô!!! Alô!!!Nada! Desligaram.
Como o telefone fixo continuava tocando e eram três ou quatro passos resolvi atendê-lo pois deveria ser a Sandrinha cobrando a chave. Alô!!!Alô!!!Alô!!!Desligaram!
Fui ao interfone e liguei para a portaria. O zelador disse:-A moça veio pegar a chave, o senhor pode colocar no elevador. Falei OK, peguei o envelope preparado para entregar e coloquei no elevador.
Estava entrando no chuveiro e o interfone tocou.
Vou economizar...fui atender e ...Alô!!!Alô!!!Alô!!!Desligaram! Dessa vez eu estava prevenido com os óculos, disquei, o zelador atendeu:- A moça disse que a chave não está no envelope.
Eu disse, vou colocar no elevador.
Fui ao escritório, peguei a chave, coloquei no elevador e o meu whatsapp tocou.
Fui ver e era uma mensagem da querida Amanda:
A Sandrinha está na porta para pegar a chave.
Tocou o interfone...novamente o telefone...o whatsapp...o celular...

Não falei, mas juro que pensei comigo mesmo: Por que não vão todos tomar no cu?

Marinho Guzman

A casa caiu?

Ninguém gosta de errar ou falhar e não sendo possível mentir nem omitir, vale a pena lembrar que atos, fatos e boatos, fazem parte da mesma história e no futuro só alguns fragmentos serão lembrados.
O que aconteceu? Quem contou? O que os outros entenderam? O que tem de verdade nisso tudo? Em que isso pode te prejudicar?
Não se preocupe demais com as coisas ruins que já aconteceram, se não tem remédio, remediado está.
Depois de algum tempo a memória faz como julgamento de escola de samba, descarta os piores notas e isso dá às boas lembranças peso maior.
A natureza humana é sábia e a gente descobre um jeito para continuar.
Lembra do refrão? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.
Ninguém está falando que é fácil, mas não há alternativa, pode ter certeza:

A casa caiu mas o mundo não vai aca

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