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Top Model Kaká Ramos

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

181 - 200 do total de 1155 pensamentos na coleção de marinho guzman



Quando eu partir.

Partirei triste se deixar saudades.
Quisera deixar poucas lembranças, só as alegres e que nenhuma lágrima fosse derramada, porque gostaria de não fazer muita falta já que eu odiaria que viesse a faltar alguma coisa aos que amo.
Que ninguém pense que a minha vida foi vazia, triste ou que tivesse me negado algo, muito pelo contrário.
Mas fadado ao inexorável fim da existência terrena e da convivência tão boa meus queridos, seria egoismo partir e levar comigo a alegria que lhes pertence e que precisam para sobreviver.

Marinho Guzman
Mulher mostra mas não é amostra.

Marinho Guzman
Serviços mal prestados não podem ser bem remunerados.
A alegação dos políticos de que não há dinheiro suficiente para a saúde e a educação esbarra no nível salarial incompatível para com a falta de satisfação das necessidades públicas.
Precisamos baixar o salário dos políticos ao nível dos serviços que são prestados ao publico.

Marinho Guzman
Escolhas erradas.

O falso sentimento de saber tudo e ter poder, pode revelar falta de educação, de caráter e de humildade.
Há pessoas que galgam alguns degraus e pensam que já subiram toda a escada.
Isso pode até ser verdade, porque muitas pessoas só subirão escadas de três degraus.
O poder é efêmero, cargos são temporários e o favorecimento pessoal muda com a necessidade de abrir espaço para novos aliados.
Um experiente político me disse, que maus administradores começam escolhendo seus colaboradores pelos adversários, para mantê-los calados, perto e sob vigilância.
Terminam cercados de mercenários, que ao primeiro sinal de naufrágio abandonam o navio como ratos, ou como ratos são afugentados ou exterminados.

Marinho Guzman
É melhor fazer uma coisa bem feita do que dez mal feitas.

Marinho Guzman
   
Mesmo correndo o grande risco de ser taxado de homofóbico tenho que concordar com os que dizem que praia de paulista é shopping e carnaval de paulista é a Parada Gay.
O Brasil tem mantido a tradição de estar nos primeiros lugares em quase tudo.
Corrupção, analfabetismo e libertinagem lideram folgado.
Estamos entre os últimos no índice de desenvolvimento humano e no crescimento do PIB.

Marinho Guzman
   
O passado e os mortos precisam ser enterrados ou incinerados, as lembranças boas devem ser preservadas e as más jamais mencionadas.
A chama da ira não ilumina os caminhos, mas pode queimar as mãos.

Marinho Guzman
Roupas que se encontram...

As diferenças entre homens e mulheres se acentuam quando o assunto é roupa.
O homem costuma trocar de calça jeans automaticamente depois de um ou dois dias de uso.
Ele pega mecanicamente outra no guarda-roupa e muitas vezes, é tão parecida com a que ele estava que nem parece que trocou.
Examinar o guarda-roupa de um homem é como entrar num jardim com pouca variedade de plantas e flores.
Já os armários das mulheres são verdadeiros jardins botânicos.
Mesmo as mulheres mais organizadas, costumam ter as gavetas e cabides tão abarrotados que é preciso desmontar com engenharia para não cair tudo, ou caber tudo novamente no armário.
Sair de casa ou ir a uma festa é para a maioria das mulheres um ritual tão grande como o próprio acontecimento.
Os preparativos da minha mulher para o casamento de uma amiga de infância na semana passada quase me levaram à loucura. Ela ficou louca!
Seria impossível descrever aqui, toda a situação que começou com a compra de um vestido Armani vendido em um site Inglês e terminou com a sexta ida ao cabeleireiro, para colocar o aplique de uma trança (despojada), comprado num site americano.
Se você pensar que ainda restaram a maquiagem, lingerie, sapatos, bolsa e mais adereços, pode imaginar porque eu não tenho coragem, espaço nem saco para escrever e certamente você não teria tempo para ler.
A festa foi um sucesso, minha mulher estava linda e não aconteceu felizmente, o que prevê o título e o assunto dessa crônica. Não tinha ninguém com uma roupa igual à dela.
Mulheres que se encontram nas festas ou na praia com uma roupa igual ou um biquíni da mesma estampa são quase um caso de polícia...
Se um dia você entrar em algum lugar e der com uma mulher tresloucada abandonando o ambiente como se tivesse sido picada por uma cobra, pode ter certeza. Ela viu outra com uma roupa igual.
Pior do que isso, só quando a mulherada compra na Zara, na Marisa, C& A, na Riachuelo ou na Renner. Essas lojas têm feito roupas muito boas, desenhadas por estilistas famosos, baratas e que milhares de outras mulheres já compraram.
A praia é um lugar onde todas as pessoas observam mais as roupas, pela exiguidade, pela pela sacanagem e pelas belas estampas, de uma beleza, que transforma esses pequenos panos em verdadeiras obras de arte, aplicados nas mulheres.
Exagerei um pouco, certamente. Tem mulher que coloca um maiô ou biquíni e parece que é uma lona, cobrindo um corpo atropelado...
Então o negócio é o seguinte. Se você é homem, não se preocupe muito com a roupa, menos ainda com a sunga. Sunga estampada é para vidado (assim mesmo, com i). Contente-se com uma que não ressalte a barriga ou a bunda (porque senão você é viado mesmo).
Sungas brancas são para os indecisos...
Se você é uma mulher de bom gosto, dê uma olhada na nossa loja virtual www.biquinis.tv. Com milhares de opções você nunca vai correr o risco de encontrar ninguém na praia com um igual.
Lugar de roupa igual é na loja. Você é a vitrine e tem que ser linda e original.

Marinho Guzman
Umas lembranças.

A gente se engana, se engana muito, mas não se engana sempre e o futuro se encarrega de consertar algumas situações dúbias, apagar mentiras e dar castigos, deixando claro que o perdão repõe, já que não recompõe, cada coisa no seu lugar.
Jamais neguei ter errado, jamais me enganei colocando a minha culpa em outras pessoas, não culpei quem por ignorância, raiva e má-criação tentou me fazer mal ou subverter a verdade para fugir à própria parcela de culpa.
Assumo meus erros e tenho pago por eles o que deveria ter pago. Nem mais nem menos.
Por ter tido boa formação e saber reconhecer meus defeitos que se tornaram erros, por ter pago por eles e não pelo que tentaram me impingir, sinto-me perdoado.
Quem quer que depois de quase quarenta anos tente me fazer sentir culpado pelos seus próprios erros e pela situação que atravessa nos dias de hoje não merece crédito nem remorso, só esquecimento e claro, perdão.

Marinho Guzman
   
Não há como encarar a morte, senão aceitá-la incondicionalmente.
Você pode até não aceitá-la, mas ela não o poupará por isso.

Marinho Guzman
A culpa não é como uma caixa vazia que a gente joga fora.

Marinho Guzman
Todo dia eu leio, ouço e vejo dezenas de “especialistas” recomendando vida saudável, bons hábitos alimentares, atividade física, vitaminas, sais minerais, cremes e outras tantas coisas que a gente sabe que fazem bem à saúde.
Longe de mim dizer que estão errados mas quem quer que tenha 69 anos e siga todas essas regras não vai ter tempo para viver com satisfação dos setenta aos noventa.
Talvez seja melhor quebrar algumas regras usando o bom senso e aproveitar que já fizemos o possível para chegar até aqui com saúde e lembrar que muitas das antigas recomendações já foram abolidas por absoluta falta de provas de eficiência concreta.
Seja condescendente com você mesmo, porque os “especialistas” não são, mas nós não sabemos e ninguém garante que eles estejam seguindo à risca as regras que tentam impor?

Marinho Guzman
   
Meu presente no dia dos namorados.

Dia desses peguei carona numa postagem do Facebook, onde uma senhora reclamava veementemente que seu marido havia lhe dado de presente no dia das mãe uma Air Fryer.
Chego a duvidar que alguém não saiba o que é uma Air Fryer pois temos uma aqui em casa e depois dela, minha querida Amanda tornou-se uma “quase-chefe”, digna de ser convidada para o programa da Ana Maria Braga.
Quando começamos a namorar a Amanda não sabia nem fazer café, hoje, depois da Air Fryer ela elabora uns pratos realmente gostosos, a partir de produtos básicos semi-preparados, comprados no Pão de Açúcar.
Fica tudo muito bom e eu recomendo para qualquer um que não seja um gourmet, como eu não sou.
Lembro-me ainda, que quando eu tinha uns dez anos, meu pai perguntou para minha mãe o que ela queria de presente no dia das mães e ela pediu uma processadora, seja lá o que fosse essa coisa, que para mim parecia um liquidificador. Minha mãe usou por muito tempo a engenhoca até que eles se desquitaram e ela definitivamente desistiu do meu pai, da processadora, do forno e do fogão.
Mas até onde eu sei, presente é aquilo que nos é útil e o presente que mais uso, de todos o que a Amanda me deu é uma cafeteira Dolce Gusto da Arno.
Não sei se você imagina meu prazer em fazer meu próprio café expresso a qualquer hora, sem ter que seguir receitas, sujar a cozinha toda e descobrir finalmente que o café ficou fraco ou frio. Praticamente todas as vezes que eu faço o café lembro que a cafeteira foi presente da Amanda e quando ela está por perto faço com que ela saiba o prazer que ela me proporciona.
Encerrei meu aprendizado na cozinha depois de fazer barbaridades com uma pipoca e queimar os braços ao tentar fazer um chá de saquinho, ambos no micro-ondas.
Hoje nem olho para ele e tenho que esperar uns dez minutos que o sorvete descongele em cima da pia para poder tirar da embalagem. Micro-ondas assassino nunca mais, só opero a Dolce Gusto.
Mas voltando ao presente que a Amanda me deu nesse dia dos namorados, tenho que confessar que depois de dezessete anos juntos tenho certa prática em saber o que ela pretende a partir da primeira frase. Ainda assim esse ano ela me surpreendeu.
Dias antes da data festiva, ela veio com aquela conversinha a respeito das minhas lembranças da infância e da juventude e eu contei a ela mais algumas passagens da minha tumultuada estada de dois anos de internato no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas.
Contei como eu fugi várias vezes e embarcava sozinho e clandestinamente nos ônibus da Cometa (eu tinha quatorze anos), contei que para voltar ao colégio eu chantageava meu pai e assim consegui meu primeiro gravador de fitas de rolo Geloso e minha segunda moto uma Leonette de 50cc.
Contei que a comida no internato não era das melhores e que minha mãe levava todas as semanas bolachas, chocolates, queijos e enlatados para complementar as refeições.
Tive que explicar o que era uma fiambrada pois ela nunca havia visto ou ouvido falar e acreditamos que isso não era mais produzido.
Fiambrada para quem não sabe, é uma mistura de várias carnes únicas ou misturadas, que vêm numa lata diferente, com um dos lados maior que o outro para facilitar a retirada sem que saia em pedaços etc.
Não foram poucas as aventuras que eu tive naquele colégio interno e tenho muitas lembranças, a maioria péssimas, principalmente porque além das férias a gente só tinha duas saídas, uma na Semana Santa e outra na Semana da Pátria e eu por mau comportamento perdi todas durante todo o tempo.
Bem, mas voltando às boas lembranças e aos excelentes presentes que a Amanda me dá sempre, nesse dia dos namorados ela me deu um embrulhinho bem-feito com um cartão.
No cartão, como de costume, lindas palavras e abrindo o pacote tive a grata surpresa de descobrir uma legitima fiambrada de R$4,80.
Amanda não quis nem experimentar, mas eu estou amando!

Marinho Guzman
Para algumas mulheres uma máquina fotográfica nas mãos de um fotógrafo é uma arma letal.
Uma questão de vida ou morte.

Marinho Guzman
Indignar-se com a situação de insegurança que vivemos não é mais suficiente.

Todos os dias eu leio pelo menos meia dúzia de textos, quando leio pouco, indignados com a insegurança que vivemos, mercê da falta de dinheiro para aparelhar o Estado com escolas, creches, hospitais, um sistema Judiciário eficiente e presídios para manter definitivamente os criminosos de todos os gêneros que estão transformando o sonho dos brasileiros em pesadelo.
Esse dinheiro existe e está sendo roubado descaradamente pelos nossos governantes de todos os poderes e escalões.
Minha preocupação é com os muitos exemplos de violência em países de todos os continentes onde a indignação se transformou em ódio, o ódio em vingança cega e desenfreada, a execução da justiça pelas próprias mãos e a tomada pelo poder pelo grupo que tiver mais força no desgraçado momento.
É preciso trocar a indignação pela ação eficiente antes que já não seja mais possível raciocinar corretamente.
Essa ação deve começar agora mesmo com a certeza de que você que está lendo tem que fazer alguma coisa, qualquer coisa possível e isso significa juntar-se aos bons, ou pelo menos, àqueles que comungam do seu pensamento.

Literalmente, saia da zona de conforto e tire a sua bunda da cadeira.

Marinho Guzman
Admitir os próprios erros.

Impossível para muitos, admitir os próprios erros não é coisa fácil.
Confissão de pecados e pecadilhos, erros crassos e outros nem tão graves, o acúmulo desses pesares pode ser entristecedor.
Quando você se entristece com possíveis injustiças de que foi vítima, grande parte desse pesar pode ser debitado a alguém, mas quando você tem convicção de que é vítima dos próprios erros o remédio pode ser bem amargo.
É por isso que tanta gente vive pondo a culpa de tudo nos outros.
Pura fuga momentânea que impede o aprendizado e a opção por errar menos.

Marinho Guzman
A gente faz força para esquecer, finge que esquece, mas sofre com algumas lembranças, e isso é não perdoar.
Dizem que errar é humano, perdoar é divino mas esquecer é que são os diabos...

Marinho Guzman
    Ouvir à boca pequena pode ser coisa de gente de língua grande.

Marinho Guzman
   
Quem não aparece desaparece.

Amante do estilo denominado crônica li muitas, das cerca de quinhentas escritas por Danuza Leão nos seus doze anos como colunista do jornal Folha de São Paulo.
Nem o melhor dos melhores cronistas, exceto Heitor Cony, podem se dar ao luxo de fazer sempre das suas cronicas um texto claro, curto, inteligente e interessante, daqueles que a gente gostaria de ter escrito ainda que fosse o único.
Mas a maioria das cronicas de Danuza Leão são ou foram muito interessantes ao seu tempo a ponto de merecerem ser relidas e servirem de inspiração.
Com saudades do seu estilo pesquisei no Google e fui lembrado
pela cagueta da Wikipédia que ela tem oitenta e três anos. Nova, se compararmos ao Cony que já fez noventa e um dia desses.
Não tenho notícias de que ela continue escrevendo em algum jornal ou revista. Ela está esquecida. Mas eu não esqueço.
NAMOROFOBIA – DANUZA LEÃO
"A praga da década são os namorofóbicos. Homens (e mulheres) estão cada vez mais arredios ao título de namorado, mesmo que, na prática, namorem. Uma coisa muito estranha. Saem, fazem sexo, vão ao cinema, frequentam as respectivas casas, tudo numa frequência de namorados, mas não admitem. Têm alguns que até têm o cuidado de quebrar a constância só para não criar jurisprudência, como se diria em juridiquês. Podem sair várias vezes numa semana, mas aí tem que dar uns intervalos regulamentares, que é para não parecer namoro. – É tua namorada?- Não, a gente tá ficando. – Ficando aonde, cara pálida? Negam o namoro até a morte, como se namoro fosse casamento, como se o título fizesse o monge, como se namorar fosse outorgar um título de propriedade. Devem temer que ao chamar de namorada (o) a criatura se transforme numa dominadora sádica, que vai arrastar a presa para o covil, fazer enxoval, comprar alianças, apresentar para a parentada toda e falar de casamento – não vai. Não a menos que seja um (a) psicopata. Mais pata que psico. Namorar é leve, é bom, é gostoso. Se interessar pelo outro e ligar pra ver se está tudo bem, pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto, de dividir. A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado. Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pode pronunciar a palavra macabra: NAMORO. Antes, o problema era outro: CASAMENTO. Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta. Agora é o namoro, que deveria ser o test drive, a experiência, com toda a leveza do mundo. Daqui a pouco, o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber o nome. Do que o medo? Da responsabilidade? Da cobrança? De gostar? Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado….Não é porque 'a gente tá ficando' que não se deve respeito, carinho e cuidado. Não é porque 'a gente tá ficando' que você vai para cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói ou que não é filhadaputice. Não é porque 'a gente tá ficando' que o outro passa a ser mais um número no rol das experiências sexuais - e só. Ou é? Tô ficando velha? Se estiver, paciência. Comigo, só namorando!!!"

Marinho Guzman
Alegria com a desgraça alheia...

Ninguém em sã consciência deseja que alguém próximo tenha problemas.
Isso ocorre muito comigo, fico até sensibilizado pelos problemas de quem não sou próximo ou mesmo de quem tenho alguma restrição.
Mas é demais pedir a qualquer ser humano, dentre os quais me incluo, que eu fique triste quando algum filho da puta que te ferrou sofra um revés pelas atitudes que tem.
Parece que tem gente que fica procurando confusão e acha!
Eu não fico feliz com a desgraça dessa gente.
Só acho que cada um tem o que merece...







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Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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