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Top Model Diane Caroline

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

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Altos e baixos têm pouco a ver com euforia e depressão.

Não há como saber o que é bom se não soubermos o que é ruim e não conheço ninguém que não tenha tido altos e baixos.
Mesmo felizes, todos já sentimos o que é estar triste, infeliz, para baixo.
Mas tudo isso tem pouco a ver com euforia e a depressão.
Vejo no Facebook declarações de desespero, seguidas de surtos de euforia, tudo na mesma noitada, mesmo antes de passar a ressaca.
Essa instabilidade emocional é fácil encontrar em pessoas imaturas, nas grosseiras e mal educadas e não raro atingem quem tenta ajudar.
Algumas garotas bonitas estão acostumadas que se lhes faça muitas vontades para dar uns poucos sorrisos e há garotos que fazem verdadeira tempestade em um copo d'água para granjear alguma simpatia.
Não me ocorre como resolver esses problemas, mas a vida é importante demais para ser jogada fora.

Marinho Guzman
Fodeu? Fodeu!
Não vou rir nem vou chorar, a vitória de Donald Trump é mais um exemplo de que além da unanimidade, a maioria pode ser burra.
Venceu o voto de protesto contra a situação “difícil” em que se encontram os cidadãos americanos.
Mas se está “difícil” para eles, imaginem para os refugiados de todos as ditaduras que fogem das guerras religiosas, das guerras civis e da fome.
Me parece que a maior nação da Terra vai sentir daqui para a frente, como é ter um ditador no poder, uma pessoa despreparada para lidar com a democracia moderna, onde ninguém é igual perante a lei.
A maioria decide e escolhe mal.
A maioria do povo inglês escolheu deixar a Comunidade Europeia, vai ter um retrocesso econômico gigante, a maioria dos americanos trocou uma administração morna, por uma que pode vir a incendiar o mundo.
Só o tempo vai dizer, mas eu acho que Donald Trump não termina seu mandato.
É…. Fodeu!
Mas isso ainda pode ficar pior.

Marinho Guzman
Imponentes ruínas.
Olhando para as fotos das divas dos anos 70 e 80,dá para perceber a maldade do tempo e entender quando mencionadas imponentes ruínas.

Marinho Guzman
Primeiro o mais urgente ou mais importante?
Nas muitas decisões da vida, muitas vezes não se podendo fazer tudo, há que se escolher se faremos o mais urgente ou o mais importante.
Nas sociedades modernas como um todo, os governos dos países emergentes só podem fazer o que se lhes permite o dinheiro disponível ou o que não vai custar nada, ainda que se permita a quem vai pagar algumas contas, a exploração de algum bem ou serviço.
Nessa categoria se encontram as parcerias público-privadas que dependem exclusivamente da capacidade administrativa e gerencial dos administradores.
Começaremos o ano com uma nova administração e em que pese vermos alguns nomes conhecidos por terem colaborado com outras administrações, umas que fizeram pouco, outras que não fizeram quase nada, devemos levar em consideração que há entre eles elementos qualificados, trabalhadores e honestos, que não puderam dar o melhor de si ou porque não tiveram autonomia ou não dispuseram de dinheiro suficiente para colocar em prática ações, fossem elas importantes ou urgentes.
Voltando às administrações anteriores, o que se viu em muitos casos, se não em todas elas, foi dar pão e circo para uma população que precisa de educação e saúde, promovendo shows “grátis” e foguetório inútil.
Não sou contra as festas, sou contra fazer festa com o dinheiro que vai faltar para pagar médicos, hospitais, professores e merenda escolar de qualidade.
Assim, a futura administração se quiser começar bem, deve dar total autonomia para quem possa negociar com a iniciativa privada o foguetório do ano novo, as verbas para o Carnaval e os shows na temporada.
Tenho certeza que serão muitas as empresas dispostas a pagar essas e outra contas se não forem extorquidas com propinas para a exploração da publicidade nas nossas praias.
Talvez essas ações não sejam nem as mais urgentes nem as mais importantes mas darão clara demonstração do que será a honestidade e a transparência nos próximos quatro anos.

Marinho Guzman
Meus acertos não me engrandecem, nem alegram, em razão dos meus erros que os diminuem e me entristecem

Marinho Guzman
Realidade.

Real ou ilusória, a concepção de viver bem nos leva, queiramos ou não, às ideias pré concebidas de conforto e tranquilidade e por que não dizer, de uns luxos.
A vida em sociedade nos obriga a convivência com muitas pessoas, onde ter e poder, significam mais do que simplesmente viver por viver.
Vão longe os dias onde muitos sonhavam com uma casinha no campo para criar filhos e netos, “plantar amigos e livros….e nada mais”.
Nem bem-nascidas, as crianças de hoje se deparam com a necessidade e a obrigação sem escolha de serem criadas nas creches e nas escolinhas.
Cada vez mais, longe dos olhos dos pais, criando hábitos mais e mais parecidos com o das outras crianças e o dos “educadores”, estes, na maioria das vezes cada vez menos preparados, formam-se gerações de profissionais “que o mercado pede” em detrimento das antigas vocações.
Em alguns países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, a educação e cultura podem não estar bem estruturadas para todos, mas está para a maioria e dessa maneira a realidade da vida tem menos diferenças em que pesem as distorções.
Mas essa não é a nossa realidade, o que está aos nossos olhos, é a triste realidade, de que é tal a desvalorização dos vínculos da família que essa exposição tornam a massificação nivelada por baixo.
Sem escolas, sem empregos, sem futuro.

Essa é a nossa triste realidade.

Marinho Guzman
Antes tarde que agora.
Há quem deixe para depois o que deveria ter feito há anos.
Não sou desses.
Sofro por antecipação quando tenho um dos parcos compromissos registrados na minha agenda, que é uma folhinha pendurada no armário do escritório, verdadeiro depósito de lembranças de todo tipo.
Preocupado sim, ansioso também, entender o horário marcado e lembrar exatamente do que se trata aqueles rabiscos, são coisas bem diferentes.
Não esquecer no próprio dia então, um exercício de sofrimento, parte de uma responsabilidade esquecida pelos anos de aposentadoria da gravata.
Para falar a verdade, esse ano não tive mais que dois títulos na agenda: dentistas e médicos.
Por isso o título, antes tarde que agora, posso ficar despreocupado com o horário porque invariavelmente é “chá de cadeira” certo de uma hora ou mais.
Não sei quais dos meus médicos (meus uma ova, são do convênio) ou meus dentistas vão ler essas linhas mas tenho certeza de que não ficarão bravos comigo, pois para eles, meu tempo não vale nada, para eles importante é só o que eles tem para fazer e se a sala de espera chama sala de espera é para esperar, se eles são doutores e eu sou paciente, quem tem que ter paciência sou eu.
Desabafo feito fica o dito por não dito, o chá de cadeira está institucionalizado e quem quiser que espere ou procure outro “profissional”.
Boa noite! Amanhã dentista!

Marinho Guzman
Não deixe para amanhã que deveria ter feito a vida toda.

É um fio tênue que nos permite ir tocando a vida até encontrarmos a temida morte.
Um carro sem direção, um ignorante atrás dela, um escorregão de mau jeito, um mergulho no rio errado.
Rápida e nem sempre indolor, a morte não acrescenta, ela sempre tira. Tira de nós quem amamos e um dia vai nos tirar de quem nos ama.
Doenças novas ou hereditárias, Zyca, colesterol, o temível Alzheimer, tardam mas não falham e a vida ainda pode ser abreviada por delinquentes, que se dão ao luxo de gostar mais das nossas coisas do que nós mesmos, não exitando em tomá-las à bala.
Mas não devemos nos preocupar demais com as coisas materiais pois só vamos usá-las por um breve tempo, tempo que sobretudo não pode ser negado a quem amamos e por quem somos amados.
A vida deve ser mais do que trabalhar, dormir e sonhar.
Será que é preciso um susto para a gente acordar?
E tem o tempo que a gente reclama que demora passar até o final de semana, até chegarem as férias, o tempo que a gente quer que passe logo para chegar o dia do pagamento. Esse é o mesmo tempo que pode fazer falta afinal na nossa estada nesse mundo, tempo para a gente criar laços, tempo que não pode faltar para vivermos enlaçados.
A morte é o final de uma batalha sem trégua, onde o destino sempre ganha e a gente sempre perde.
Não perca tempo com o que tem pouca importância, faça agora o que deveria ter feito sempre, use bem o tempo, não deixe que no futuro você tenha sentimento de arrependimento por sentir que o seu tempo foi mau usado.

Marinho Guzman
Não confunda antecipação do prazer com satisfação rápida.
Numa você vislumbra, na outra ele acaba.

Marinho Guzman
O passado foi feito para ser lembrado, o presente para ser vivido e o futuro para o que der e vier.

Marinho Guzman
Felicidade

Se você conseguir identificar os fatores que o tornam infeliz estará a caminho de encontrar a felicidade.
A felicidade não anda por aí em qualquer canto onde você esbarre nela.
A felicidade é primeiro um desejo, depois uma realidade.
Primeiro é preciso querer ser feliz e isso começa com o bem-estar e a serenidade.
Sem esse desejo e sem disposição não adianta ter coisas ou amigos.
Os poderosos tornam-se infelizes ao descobrirem que o poder não é felicidade, os pobres quando ficam ricos não raro descobrem que a riqueza não trás a felicidade.
Alguém já disse que a felicidade é o que todos desejam... É o que poucos têm... É o que ninguém tem sempre e que todos pensam que só os outros é que têm.

Marinho Guzman
Na faculdade você aprende a aprender mas nem sempre quem sabe faz nem quem ensina sabe fazer.

Marinho Guzman
Quem ama o feio...burro me parece.

Marinho Guzman
Será possível ou provável, que tenhamos um dia causado mal estar ou desconforto a alguém, a ponto da pessoa nos evitar e manter distância sem falar?
E nessa terra onde tudo foi dito, tudo foi falado, do que era fácil já foi feito, fica a pergunta.
Onde foi que eu errei? Teria sido intencional ou inadvertidamente? Ou será que todos os relacionamentos estão sempre fadados a ter fim?
É mais comum que eu tenha esse sentimento com ou sem motivo e me afaste, do que eu o sinta nas outras pessoas em relação a mim, mas há alguns casos onde percebo que conhecidos e amigos passam a evitar contato maior seja pessoal seja pela rede social.
Talvez seja a evolução.

Marinho Guzman
Pois é meu velho….
A frase, dois tapinhas nas costas e um olhar recíproco que traduzem tanto quanto possível todos esses anos de estrada.
Não há muito que se falar da velhice, ela é mais para ser pensada ou quiça repensada, sob a ótica de quem já passou dos sessenta e parece que foi ontem que fez vinte e um.
Agora mais do que nunca, a gente entende e tem certeza que não deve se arrepender pelo que fez mas pelo que deixou de fazer.
Não há tristeza e nem adiantaria perder tempo com o inexorável, o que passou, passou, e oxalá tenha sido bem passado.

Marinho Guzman
Idade.
Não faz muito tempo eu era o caçula da turma.
Muitas vezes fui excluído das brincadeiras e de uma ou outra conversa porque “não era para a minha idade”.
Outro dia eu fiz 50 anos e demorou para “cair a ficha” de que eu era um dos mais velhos naquela festa, pois os mais velhos que eu nem ir a festas iam.
Dezoito anos se passaram daquele dia e a maioria que não queria mais festa já morreu, alguns dos que foram seguiram o mesmo caminho e eu já não tenho vontade nem de fazer festa nem de ir a nenhuma festa.
Mas reconheço, fiz da vida uma bela festa.

Marinho Guzman
Despeitado é um indivíduo que tenta desvalorizar o que não consegue conquistar.É portador de inveja incontida, externada com palavras e atos minimizando o valor alheio.
O despeitado nem sempre percebe mas ele é ridicularizado por tantos quantos convivem com ele.
Despeitados nunca o são uma única vez, com uma só pessoa, por um só motivo e a repetição do despeito se torna um vício marcante na personalidade desse ser indesejável no convívio com as pessoas de bem.

Marinho Guzman
Não importa quanto seu passado tenha sido glorioso, nem o que te espera no futuro se o presente não der alegria de viver.

Marinho Guzman
Quem não te faz falta pouco te acrescentaria.

Marinho Guzman
Os que vão e os que ficam.
Ninguém fica velho antes do tempo e ninguém deveria morrer antes dessa hora.
Ficar velho é algo que não se ensina porque não dá para aprender.
E nesse caso, os conselhos valem pouco, porque de verdade, para pouco servem.
Quem faz como os outros dizem, faz o dos outros, não o seu próprio.
É nessa caminhada sem volta, onde é possível olhar para trás mas impossível refazer qualquer coisa, ou fazer o que deixou de ser feito que mora o arrependimento.
Alguns se arrependem muito, uns poucos não se arrependem de nada e a maioria vive demais os últimos anos com essas lembranças imutáveis.
Quem parte leva tudo dele consigo, deixa um pouco de lembrança, e aquilo que um dia possa ter sido seu tesouro de nada valerá porque só há uma certeza, do pó viemos e ao pó retornaremos.

Marinho Guzman



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