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Top Model Kaká Ramos

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

121 - 140 do total de 1154 pensamentos na coleção de marinhoguzman




Leio sem surpresa a demissão de ícones do jornalismo, gurus do marketing, velhos atores e atrizes que construíram uma parte importante de cada nós desde sempre.
A maioria deles não reclama, talvez porque já esperassem a substituição, mais dia, menos dia, por gente mais jovem, não necessariamente mais experiente, mas que ganham menos ou comunicam-se mais com os jovens que são a audiência.
A fila anda dirão alguns, a renovação é bem-vinda dirão outros e a minha constatação é de que não importa quanto você fez, você será esquecido pela maioria e para alguns essa lembrança será tão somente algumas linhas no Google.
Razão suficiente para não tentar ser o melhor para os outros, a não ser para si mesmo.

Marinho Guzman
Você pode até enganar todo mundo, todo o tempo, mas a mim, você só engana uma vez.

Marinho Guzman
Vivendo o presente e relembrando o passado a gente consegue vislumbrar o futuro.

Outubro é o mês em que a maioria dos comerciantes do Guarujá contratam funcionários extras para atender o aumento na demanda do fim de ano e do fluxo de turistas e veranistas que frequentam a cidade até o final do mês de fevereiro.
A legislação trabalhista não prevê contratos temporários de mais de noventa dias o que a grosso modo terminaria no final de dezembro. Terminado o período ou se promove a rescisão ou esses contratos se transformam em contratos por tempo indeterminado, o que resulta no final de fevereiro numa despedida sem justa causa, com trâmites específicos e onerosos.
Depois de três meses esses e essas funcionarias extras estão familiarizados com a rotina do trabalho e encerrar a relação contratando outros para dois meses restantes não parece inteligente.
Erroneamente, muitos contratam extras e não os registram ou terminado o contrato permitem que eles continuem trabalhando esporadicamente nos fins de semana e feriados.
Essa relação pós contrato que para mim é bastante humana e de confiança, é uma armadilha fatal quando o funcionário resolve, com ou sem as razões que lhe parecem justas, entrar com uma ação trabalhista.
O que antes parecia justo, claro, ajustado e bom para o funcionário, se transforma numa maneira de ganhar dinheiro sem trabalhar e nas mãos de advogados inescrupulosos, num pleito que deixa de ser reivindicação para se tornar chantagem e extorsão.
Com alegações mentirosas de horas extras, falta de pagamento de vale-transporte, refeições, lanches, descansos e outras vantagens legais ou imaginárias a conta apresentada ao comerciante pode chegar facilmente a milhares de reais.
Para mim está bem claro qual a classificação moral para esse tipo de advogado que induz o reclamante a mentir descaradamente embora tenha recebido tudo o que foi combinado.
Deixo de dizer qual é o triste fim da maioria desses pleitos, para mostrar a alguns candidatos e candidatas porque têm dificuldade de encontrar trabalho.
Deixo aqui expressa a minha revolta a respeito da falta de moral de quem age como essas pessoas, que como ingratos cachorros mordem as mãos de quem os alimenta.
Não serão felizes enganando o próximo!
A gente vive o presente, lembra do passado e vislumbra o futuro.

Marinho Guzman
A gente vive uma época de distrações momentâneas e não percebe que a vida é curta demais para aprender o que é realmente importante.
Aí… vapt… vupt...

Marinho Guzman
Se você analisar bem as razões de um otimista vai ver que ele não está bem informado a respeito do assunto em pauta.

Marinho Guzman
Não adianta achar erro nos outros pois isso não vai corrigir os seus nem resolver os problemas.

Marinho Guzman
Os sonhos dos filhos podem ser os pesadelos dos pais.

Marinho Guzman
Nem sempre o drama é tragédia, mas toda tragédia é um drama.
Nem tudo que vai bem acaba bem, nem tudo que acaba bem é porque andou bem.
A tristeza pode se instalar no meio de uma festa e a alegria não retorna quando acaba.
Melhores dias não virão quando já tiverem partido.

Marinho Guzman
Do mais belo sonho ao pior dos pesadelos.

Não sei o que é pior, acordar no meio da noite com a dura e fria realidade de uma lage que serve de cama em qualquer cela, ou nem ter conseguido algumas horas de sono, que o livrariam dos mais assombrados pensamentos que certamente assaltam sua cabeça.
Do alto dos seus quarenta e quatro anos, todos vividos no conforto que muito dinheiro proporciona, cercado de serviçais de toda natureza e carregado por carros esportivos ou blindados, no seu iate de cento e tantos pés, ou voando em jatinhos particulares de última geração.
Do luxo despudorado de um para outro hotel multi estrelado, à segregação, à humilhação e à solidão com seus arrependimentos. Assim têm sido as últimas noites de Joesley Batista e de outros protagonistas desse drama de horror sem roteiro que se desenrola no filme Brasil.
Mas o pior está por vir.
O desespero assalta menos quem nada tem do que quem tudo perde.
Não será preciso esperar pelo castigo divino. Para uns o inferno será aqui na Terra.

Marinho Guzman
E o que é o escárnio e o regojizo com a desgraça alheia senão vingança?

Marinho Guzman
Não existe final feliz para filme ruim.

Marinho Guzman
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Nem sempre o que falta é que me faz falta.

Marinho Guzman
A vida não deixa saudades, o que deixa saudades é a morte.

Marinho Guzman
A fotografia é como a vida da gente. Tem que ser boa de ver, boa de viver, boa para contar e mostrar para todo mundo.

Marinho Guzman
Podem existir diferenças entre conformistas e conformados, mas o que se nota hoje em dia são conformistas conformados com a situação em que se encontram.
Mercê da impossibilidade total ou parcial, e da grande dificuldade em superar obstáculos, estamos todos deixando como está, para ver como é que fica.
E por falar em conformismo conformado, não há como comparar o vigor da juventude com a debilidade da velhice, ainda que muitos queiram colocar na balança a experiência.
A defesa intransigente e o otimismo irreal em avaliar certas vantagens da experiência, tornam uns velhos muito chatos.

Marinho Guzman
Nem sempre quem desiste sai perdendo…

Os politicamente corretos que me perdoem mas cansei de nadar contra a maré, de ouvir e falar de corrupção, de defender a minha praia, o meu bairro e a minha cidade.
Perdi todas as lutas em que me meti, inclusive no difícil mister de participar da administração do condomínio onde vivi. Menos por parte dos maus elementos, mais pela falta de união dos bons, aqueles que conhecem as regras mas temem impô-las, ou lavam as mãos como Pilatos.
Virei a página! Não me convidem para associações, reuniões nem conselhos.
Não peçam a minha opinião e nem venham colocar as suas queixas como problemas que também seriam meus.
Tive que me virar sozinho mudando de endereços, colocando janelas à prova de som, esquecendo dos cachorros que latem dia e noite e do porteiro mal educado que bebe em serviço.
A lista é grande, cansativa e nem merece ser lembrada.

Agora eu só quero ser feliz!

Marinho Guzman
Pancreatite I
Nos primeiros dias de 1.992 sofri uma crise aguda de pancreatite desencadeada pela bebedeira na noite do Ano Novo.
Fazia mais de dez anos que eu bebia muito mais do que o socialmente aceito e se meus amigos perdoavam os meus vexames, o pâncreas não perdoou e se incumbiu de me dar um grande susto com uma crise hemorrágica necrosante, que me enviou a uma estada forçada de setenta e cinco dias no Hospital Albert Einstein em São Paulo.
Minha salvação foi mais que perícia dos médicos, segundo eles mesmos, foi um milagre operado pela providência, que muitos acreditaram Divina.
O aviso serviu e passei vinte e cinco anos e sete meses sem colocar uma gota de álcool na boca o que me gerou uma economia de muitos milhares de reais.
No limiar dos meus setenta anos e com tempo suficiente para repensar a vida e muito mais, resolvi que era hora de voltar a beber, agora socialmente, como vejo uns poucos amigos dos que me restaram praticarem.
Pensada e deliberadamente fui até a geladeira e peguei na prateleira das cervejas da Amanda uma latinha.
Munido de um copo, despejei a metade e vim para a frente do computador, pronto para uma das mais desafiantes experiências dos últimos vinte e cinco anos.
De gole em gole saboreei todo o copo e fiquei surpreso com a similitude com a minha Brahma sem álcool e nenhum resquício de mal estar ou tontura.
Chamei a Amanda, recém chegada em casa e contei a ela minha aventura. Mais do que depressa ela falou:- mas você em certeza que pegou a cerveja com álcool? Minha única certeza é jamais confiar nas minhas certezas e fui ver o resto da cerveja na geladeira e era 100%...sem álcool!

Não fiquei por aí….aguarde o final, ou seria, o recomeço da minha história com o álcool.

Marinho Guzman
Pois é meu velho….

A frase, dois tapinhas nas costas e um olhar recíproco traduzem tanto quanto possível todos esses anos de estrada.
Não há muito que se falar da velhice, ela é mais para ser pensada ou quiça repensada, sob a ótica de quem já passou dos sessenta e parece que foi ontem que fez vinte e um.
Agora mais do que nunca a gente entende, e tem certeza, que não deve se arrepender pelo que fez, mas pelo que deixou de fazer.
Não pode haver tristeza e nem adiantaria perder tempo com o inexorável, o que passou, passou, e oxalá tenha sido bem passado.

Marinho Guzman
O dia a dia...mais um dia...
Na nossa idade temos o privilegio de fazer o que queremos e não fazer o que não podemos.

Marinho Guzman
Eu sei lá o que eu quero...

A frase pode ser boa ou representar grande parcela dos indivíduos.
Mas não é o meu caso pois eu sei o que não quero.
Dizem que a idade trás sabedoria e humildade.
Mas também pode ser a percepção de que se não conseguimos todos os resultados lutando muito, não conseguiremos agora que não há tanta força,tanto tempo, nem tanta razão.
Então sabendo o que não quero, sabendo o que possivelmente não vou conseguir, fica claro que eu sei o que eu quero.
Quero descobrir motivos para continuar não mais por ideais nem ideias,mas para ter, como num livro, ou numa novela, um final que não precisa agradar os espectadores mas é o final desejado pelo autor.
O texto não exaure a frase mas dá uma resposta rápida, como devem ser todas as respostas quando se sabe do tema.

A gente pode não conseguir o que quer, mas deve aproveitar o que tem.

Marinho Guzman

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