CLIQUE AQUI E SEJA LEVADA à MAIOR LOJA DE BIQUÍNIS DO MUNDO

CLIQUE AQUI E SEJA LEVADA à MAIOR LOJA DE BIQUÍNIS DO MUNDO
Top Model Kaká Ramos

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

13 221 - 240 do total de 1155 pensamentos na coleção de marinho guzman



Chega uma idade em que melhor do que não precisar provar nada para ninguém é não precisar provar nada para você mesmo.

Marinho Guzman
Dia disso, daquilo e daquilo outro.

Proponho a criação do dia de nada.
Nesse dia nada se comemorará, não será como sábado que é dia de feijoada e se cair na segunda-feira, ninguém vai trabalhar.
Todos os boletos e demais contas ficam com vencimento prorrogado para a semana seguinte e ninguém dará parabéns ou pêsames.
No dia do nada, a gente nem terá consciência nem será obrigado a ver ou falar com as pessoas que não significam nada para a gente.
No dia do nada só sairá de casa quem quiser, com isso não vai ter engarrafamento e como você sairá sem nada nos bolsos, nem telefone celular nem jóia ou dinheiro, não será assaltada.
No dia do nada ninguém pagará nada, nem ninguém cobrará nada de ninguém.
Perfeito!

Marinho Guzman
Fico pasmo quando alguém não acredita que o homem foi à Lua, acha que tem marmelada na Mega Sena e que a vacina da gripe faz mal.
Quando alguém diz que não acredita em Deus fico pensando em quais seriam suas últimas palavras na iminência de um acidente ou uma catástrofe, se uma prece fosse a última esperança para um ente querido numa cama de hospital.
Quando a gente tem quinze anos não vê a hora de fazer dezoito, quando a gente tem trinta e nove é assaltado pela ideia de que está ficando velho e depois dos sessenta, já sabe que o que vem pela frente tarda mas não falha.
Então a gente lembra das coisas que não foram feitas e muitas não poderão ser mais.
Sempre têm os que buscam exemplos raros como:-fulano fez isso com oitenta anos, fulana fumou e viveu até os noventa, mas a gente sabe que a maioria que deixou de fazer o que faz falta, também não vai fazer mais.

Marinho Guzman
"Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.
Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver..."

desconhecida
Sofre quem tem e quem não tem dinheiro e o resto fica preocupado.

Todo mundo sabe quanto são manipuladas as pesquisas de opinião.
Não é o que ocorre nesta, já que espontânea, surgida e coletada entre os dez frequentadores mais assíduos na mesa do café da manhã no Restaurante Pérola.
Somos todos maiores de sessenta anos, com patrimônio e poder aquisitivo que vai de quem não tem quase nada a quem tem tudo o que precisa.
A sinceridade no grupo é própria de quem não tem inveja nem gostaria de ser o outro, porque virtudes e defeitos são conhecidos pela convivência diária de quase vinte anos.
A conclusão é que sofre quem vive de aluguel e tem dificuldade para comprar os remédios diários e obrigatórios, com a dificuldade em sobreviver com o valor irrisório da aposentadoria.
Sofre quem tem tudo o que precisa, inclusive saúde porque já descobriu a finitude da vida e a certeza de que mais dia, menos dia vai ter que deixar definitivamente o que construiu.
Se é possível falar que há um meio termo entre os que sofrem por não ter quase nada e os que têm tudo, restam os que ficam preocupados pela dúvida do dia de amanhã, já que nessa idade não há quem garanta nada.

Marinho Guzman
   Greve geral

Quem fez ou justifica a greve de ontem como protesto pelas mudanças duras que precisam ser feitas, ainda que direitos possam ser suprimidos, esqueceu-se ou não quer levar em conta que o doente precisa de remédios ainda que amargos para sobreviver.
Muitos alegam que as reformas deveriam começar por extinguir privilégios dos políticos ladrões, corruptos e dos legisladores em causa própria. Isso só vai ser possível quando elegerem cidadãos de bem e não a corja política que eles próprios colocaram no poder.
Todos os que elegeram Lula, Dilma e companhia, jamais poderiam fazer qualquer manifestação que não fosse pela prisão perpétua deles e dos “companheiros”.

Marinho Guzman
Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois quando nele se entra novamente, não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou.
Heráclito de Éfeso.

Eu não sou o mesmo cara que fui quando tinha vinte anos. Mudei muito aos trinta e quase não me reconhecia aos quarenta.
Quando completei cinquenta anos fiz uma grande festa para comemorar a maturidade, maturidade que comecei a perder aos sessenta e da qual tenho poucas notícias beirando os setenta.
Quem fui eu? Quem sou eu? Quem serei?

Marinho Guzman
    O que seria do suco de manga se todo mundo só gostasse do suco de laranja?

Dizem que tem gosto para tudo mas a verdade é que tem muito mais gente gostando das mesmas coisas do que de outras.
A gente vê casais onde a mulher é lindíssima e o marido feio e vice-versa, a gente vê gente que gosta de roupas listradas com cores berrantes e outras que preferem tons mais amenos.
Garotas com biquínis minúsculos na maioria das vezes vestem corpos bem-feitos, mas as gordinhas não deixam de experimentar a moda, ainda que sobrem peitos e bunda ou falte pano….vai saber….
Nas quatro bicas da máquina de sucos aqui do navio tem chá, laranja, manga, abacaxi, morango e kiwi. Eles alternam. O primeiro a acabar é sempre o de laranja e não sei qual seria a ordem dos demais.
Uma coisa é certa, quem ama o feio, bonito lhe parece mas podem estar sobrando feios e feias.
Aí, vale o velho ditado:- Já que não tem tu, vai tu mesmo.
E dá-lhe suco de manga!!!

Marinho Guzman
Os biquínis, as Panicats, a praia e você.

Verão, sol, mar, piscina para muitos que não têm a oportunidade e o privilégio de poder curtir tudo o que a praia pode oferecer.
Biquíni o desejo da primeira hora, o novo, o moderno, o da moda, aquele que saiu na revista e apareceu no programa da TV primeiro desejo, o sonho e o pesadelo na hora da compra, da escolha e finalmente desfilar o conjunto que deve ser harmônico e não despertar olhares de recriminação.
Você não é uma Panicat, não tem o corpo nem a cabeça de uma Panicat e provavelmente gostaria de ter um visual agradável para todos os olhos, sem deixar à mostra todos os detalhes e principalmente os pequenos defeitos e imperfeições.
Você não é nem precisa ser sempre a Sabrina Sato do seu pedaço se não quiser escutar gracejos e piadinhas que não são agradáveis.
O exibicionismo é a fórmula mais explícita em nivelar por baixo os predicados da mulher moderna, inteligente, aquela que os homens gostariam de ter como companheira por muito tempo.
A imagem de uma vadia chama a atenção, desperta o desejo e a cobiça dos homens tanto quanto a posse pelo pagamento a uma prostituta numa rápida incursão pelos desejos proibidos.
Proibidos e descartáveis, porque o homem que desfila com esses monumentos parcamente cobertos por um fio e um pequeno triângulo, só são bem aceitos entre os próprios amigos que não veem a hora de tirar uma casquinha.
Para as outras mulheres, tanto essas modernosas como seus acompanhantes são fonte de perigo iminente e longe dos ciúmes o que fala mais alto é o instinto de preservação.
Daria para escrever muitas páginas a respeito dessa, que é a menor peça de roupa que a maioria das mulheres usa e exibe em publico.
Não vou me estender a ponto de fazer você perder esse sol que vai deixá-la com a cor do pecado daqui a pouco.
Pense na beleza do seu próximo biquíni mas não se esqueça do conforto que ele vai lhe proporcionar. Os menores costumam escapar sorrateiramente pelas curvas e não é nada bonito nem agradável você ficar num puxa-puxa todo o tempo brigando com o biquíni.

Marinho Guzman

Problemas.

Meu pai dizia que quanto mais coisas a gente tem, mais problemas a gente arruma.
Não que ele tivesse poucas coisas, mas ele tinha poucos problemas.
Sou sincero, demorei muito para entender o significado daquelas palavras e por um tempo não medi esforços para ter tudo o que o dinheiro podia comprar.Comprei algumas financiadas, outras tive que vender, pois estavam acima das minhas posses.
Tive coisas que custavam cada vez mais caro depois que eu as tinha, porque para mantê-las, tinha que ter tantas outras e isso dava mais dor de cabeça, era um ônus pesado demais.
Com o tempo aprendi que ser admirado pelas coisas que se tem, quer dizer que a gente vale menos do que elas.Um dia ou outro a admiração pode virar inveja, ciúmes ou vontade de tirar um pedaço das nossas coisas, ainda que a gente tenha deixado que as pessoas tirassem várias casquinhas.
Não acho que eu precise pouco para viver, mas sei que elas devem acrescentar mais que um carro ou uma roupa nova e outras coisas que depois de alguns anos ninguém quer mais.
Hoje as coisas têm que me dar prazer em usá-las e não em mostrá-las, e se elas forem invisíveis, como entender as coisas que meu pai me ensinou, aí sim, estará o grande valor.
Há coisas que a gente nem quer e nos são oferecidas de graça, outras que custam tão caro que a gente não pode comprar, e tem gente que troca a honra por coisas que não vão usar, coisas que só servem para mostrar aos outros, coisas que não levam ninguém a nenhum lugar.

Marinho Guzman
Quem faz como os outros dizem, faz o dos outros, não o seu.

Marinho Guzman
Ser otimista e escrever palavras de esperança é caminho fácil para sucesso rápido.
Ser realista requer uma grande dose de ilusão e esperança e um pouco de alienação.
Ser pessimista é escrever a verdade, descrever a situação atual e não se preocupar com as recriminações dos otimistas, dos realistas e dos pessimistas.

Marinho Guzman
Sonhos podem ser pesadelos.

Marinho Guzman
DEUS SEGUNDO SPINOZA

"Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.

Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno. Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste
comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti."

Marinho Guzman
Quanto mais eu sei, menos eu entendo.

Marinho Guzman
O sucesso.

Só quem morre jovem não verá que o sucesso é temporário e que o esquecimento pode ser doloroso para quem dá grande importância em ser maior ou melhor do que os outros.
O orgulho é um troféu do vencedor e ser reconhecido pelos nossos pares é legítimo mas pode ser traiçoeiro quando se transforma em vaidade.
Quem não tiver se mantido humilde para saber conviver como pessoa simples não suportará bem o declínio natural, a decadência ou o ostracismo.
Pouco vale o sucesso que se fez no passado pois todos seremos substituídos já que o modismo é um ditador cruel.
Rei morto, rei posto, diz o ditado.

Marinho Guzman
As vezes penso que sou diferente da maioria das pessoas que conheço ou me tornei nos últimos anos. Animadas, festeiras, boas de garfo, elas estão sempre dispostas a visitar alguém que se disponha a dar comida e bebida de graça.
Eu não. Pago para não ter que ir na casa de ninguém, como pouco e o que puserem na mesa, não bebo álcool há mais de vinte anos, abomino gente que fala alto, muito e asneiras.
Minha turma aqui do Facebook é uma turma que escreve bem, lê bastante e pensa melhor ainda. Não falo com eles, eles não falam comigo, nós nos curtimos e se por acaso não gostamos de algum texto não fazemos absolutamente nada, esperamos o próximo que certamente será melhor.
Faz tempo estou tentando escrever alguma coisa que descreva o lapso de tempo da minha vida ou de uma vida qualquer, mas ou fica curto e faltando muito ou longo e ainda faltando coisa.
Outro problema é que posso ser benevolente, realista ou falar a verdade e já percebi que quando falo a verdade sou tachado de velho pessimista e recebo uns desses conselhos presentes em todos os livros de autoajuda que mais parecem de autopiedade.
De qualquer maneira, escrever é de graça, não engorda e me embriaga sem estragar o fígado.
Enquanto não consigo sintetizar o tal “lapso de tempo da vida” vou escrevendo coisas amenas.
Alguns vão lendo, vou lendo os textos dos amigos, troco altas ideias com o Google e eu me livro de visitar ou ser visitado.
As vezes penso que sou diferente da maioria das pessoas que conheço ou me tornei nos últimos anos.
Mas não está ruim de todo.
Boa noite!

Marinho Guzman
   Você conhece o caráter de um indivíduo numa discussão quando percebe se ele quer discutir ou resolver o problema.
Quando sou confrontado por alguém e percebo que a pessoa tem pouco empenho em resolver o problema faço força para encerrar o diálogo pois o contrário, sempre resulta confusão e aborrecimento.
Para resolver um problema é preciso ter calma, entender de fato qual é a questão e não basta saber quem tem razão, é preciso achar uma forma de adequar a solução para atender às partes.
Se você não consegue entender isso, se quiser fazer valer só a sua razão não é a pessoa indicada para resolver problemas e o melhor deixar para quem saiba fazer.
Quando você encontra alguém que quer discutir e não aceita seus argumentos é melhor fazer logo um acordo, pois a primeira parte da briga você já perdeu.

Marinho Guzman
    Do bom e do melhor, tem gosto para tudo.
Salvo raras exceções de gente que fez voto de pobreza e dignamente ofereceu a vida para servir ao próximo, todo mundo gosta do bom e do melhor.
Tá certo que o que é bom para alguns é péssimo para gente normal, vide uns ritmos e músicas que mais parecem acompanhamento nos altares de sacrifícios de povos bárbaros.
Melhorando o velho ditado, “tem mau gosto para tudo”.

Marinho Guzman
Minha caneta e o prazer com algumas coisas.

Invariavelmente escrevo meia dúzia de palavras ou alguns números com uma das canetas que estão sobre a minha mesa.
Diferente de todas as outras do tipo descartáveis, essa eu tenho faz uns vinte anos e pasmem, com a mesma carga.
Não é uma caneta cara e se comprada hoje deve custar uns vinte ou tinta reais, não mais, provavelmente já ficou dentro da gaveta alguns desses anos e por esse motivo a carga ainda não esgotou.
Mas ultimamente ela está bem a vista e à mão e cada vez que eu a pego, lembro que quando a carga terminar provavelmente ela irá para o lixo para alguma caixa, junto com tantas outras cuja carga terminou e nunca foram trocadas.
Imediatamente paro de escrever com ela e pego qualquer uma das outras, as descartáveis.
Bobagem ou não, desleixo de nunca comprar uma carga para qualquer caneta, muito menos colocar tinta numa das várias Parker e Sheaffers que jazem na tal caixa da gaveta, parei para escrever essas linhas pelos pensamentos que isso me traz sempre, com essa atitude de preservar a carga tê-la mais um tempo à mão ou à vista.
Preciso relembrar o prazer de olhar para algumas coisas, independente do seu valor, aliás, acho que depois desse texto vou usar mais a caneta e quando a tinta terminar vou simplesmente deixá-la sobre a mesa ou até mesmo procurar uma nova carga para ela.
Parece que chegou a hora de olhar mais para o que eu tenho do que buscar coisas novas, quase sempre descartáveis.

Marinho Guzman







11-201 - 220 do total de 1155 pensamentos na coleção de marinho guzman




Infelizmente a sorte já está lançada e reputo a maior vergonha para o Judiciário de todos os tempos.
Vale a pena reclamar muito agora nas redes sociais e deixar claro que eles não vão enganar ninguém e que passarão para a história tão ou mais corruptos do que os em julgamento, já julgados e condenados.

Marinho Guzman
Nos tempos em que quadrilha era só uma dança.

Quando eu tinha uns quinze anos, no mês de junho não se falava em outra coisa a não ser nas festas caipira.
Santo Antônio, São Pedro e São João.
Quermesses, barracas de comidas, dança de quadrilha, faziam com que a gente se aconchegasse numa fogueira, comesse pipoca, pinhão, milho cozido, caldo verde e um sem número de outros quitutes, quase sempre à beira de uma fogueira e olhando os balões que coloriam o céu.Alguns mais ousados tentavam escalar o pau-de-sebo e todo mundo usava fantasia, ou pelo menos algo que estilizasse o tema, como remendos coloridos nas calças de barras viradas e nas saias rendadas. Camisas xadrez, lenços no pescoço, chapéu de palha e botas eram imprescindíveis.
As meninas mais bonitas se fantasiavam de noiva, usavam grandes tranças e espalhafatosa maquiagem vermelha, tudo cobrindo totalmente o corpo, mal se vendo as mãos. O ápice da festa era o casamento caipira.
Não havia celulares, whatsapp, twitter nem Facebook e o negócio era mesmo o correio elegante, com recados inocentes e promessa de beijos que na maioria das vezes não passavam da imaginação.
A dança era a das quadrilhas, sempre bem ensaiadas e nada parecidas com as de agora, que têm uma corrupção que sempre existiu, mas se comparada à do bandidão da época, o Adhemar de Barros e a atual do Lula, poderíamos dizer que ele foi um trombadinha aprendiz do grande ladrão.
As festas terminavam sempre com uma grande queima de fogos de artifício que ou eram mais seguros, ou o pessoal mais cuidadoso, porque pouco me lembro de acidentes com rojões, queimaduras de bombas ou incêndios provocados por balões.
Quem não tem saudades dos seus quinze anos?

Marinho Guzman
   Otimismo.

Começo a entender as muitas mensagens dos amigos do Facebook mencionando otimismo a toda prova, com toda sorte de catástrofes que assolam a humanidade.
Estão confusos e confundindo ser otimista com a remota possibilidade de estar otimista com o futuro próximo do Brasil.
Ser otimista é uma coisa, estar otimista é bem diferente.

Marinho Guzman
Sou dos que recriminam as excessivas comemorações em datas marcadas, como o dia dos namorados, Natal, dia das crianças e outros, sabedor que quase sempre são campanhas de marketing.
Dia das mães não conta, porque afinal, todo dia e sempre é dia delas.
Ontem foi aniversário da minha querida Amanda.
Desejei os parabéns assim que ela acordou e lembramos a data algumas vezes no dia.
Esse ano não teve bolo com velas, parabéns a você, champagne nem jantarzinho num restaurante gostoso.
Ela recebeu mais de 200 lembranças no Facebook, parentes e amigas mais chegadas ligaram e juntos compramos o presente dela, um perfume que ela gosta muito o Dior Hypnotic Poison pois no frasco dela só tinha o cheiro rsss….
Sei que ela procurou e não achou um pequeno texto como os que escrevo todo ano, mas não reclamou a sua falta, assim como não reclama das minhas faltas, seja porque não são tão graves, seja porque ela as releva na sua magnânima bondade, e sabe, que gestos valem mais do que palavras, que o dia a dia, vale mais do que as comemorações de um dia.
Mas se não teve texto, não foi falta de inspiração.
Falta de inspiração é falta do que falar e eu nunca deixei de ter o que falar da Amanda.
Se a maioria dos dias parecem iguais, ela todo dia é diferente, simplesmente porque a cada dia seu espírito se aperfeiçoa e ela se torna melhor.
Ontem a Amanda completou seu milésimo “Okiyome”, uma dádiva de Deus concedida a uns poucos que têm fé e disciplina. Eu não saberia explicar exatamente o que é nem o que significa mas sei que por mil vezes nesses últimos tempos ela recebeu diretamente a Luz Divina que a torna tão iluminada.
Todos que a conhecem talvez não saibam o que é Okiyiome mas sabem que Deus está presente na vida de todo mundo e tem um olhar especial para a Amanda, pessoa boníssima e que nunca me deixará sem inspiração mas que às vezes podem até faltar palavras que exprimam exatamente as suas virtudes.
Hoje e sempre,
Parabéns
Amanda Palma

Marinho Guzman
Se você não consegue ver e aceitar os defeitos de alguém você não está preparado para conviver com esse alguém.

Marinho Guzman
Ouço uma música vibrante, vejo uma foto marcante, lembro de um tempo tão presente de coisas que não voltam mais.

Marinho Guzman
Compromissos inadiáveis e canos irreparáveis.

Todas as vezes que eu combino algo com alguém, tomo a precaução de escrever o dia, hora, assunto e se for um encontro, o endereço completo e o telefone.
Nada de “em frente ao”, perto da porta de entrada ou “onde tem uma banca de jornais”.
Tomo ainda a precaução de deixar claro que se qualquer uma das partes não puder ir,deve avisar até a hora tal do dia tal.
Tudo isso para dizer que se você marcou alguma coisa comigo pode ter certeza que eu irei ou avisarei antes, caso haja algum imprevisto.
Em contrapartida, caso você me dê o cano, pode ter certeza de que foi o primeiro e o último.

Marinho Guzman
A sensualização nas fotos de publicidade, em especial na moda praia.

Já faz bastante tempo que a publicidade se esforça para mostrar a roupa como arte, transformar as modelos em estrelas e os costureiros em artistas.
Desde o princípio existe a discussão sobre a sensualização na publicidade, especialmente nas fotos.
Assunto polêmico mas sem lances apaixonados, não há muitos famosos que apoiem ou recriminem com veemência essa sensualização, talvez porque a maioria das pessoas goste de sexo e de sexualizar a própria imagem ou simplesmente seguem uma tendência que parece ser predominante.
Salvo raras exceções, modelos são mulheres lindas, com o corpo perfeito e vida pessoal muito exposta, o que permite que todos vejamos como elas são ricas, felizes, têm maridos lindos e filhos “lindinhos” tudo levando a crer que são famosas por isso mesmo.
Não se tem notícias de que essas divas escondam ou se preocupem em mostrar suas pernas, braços, peitos e nádegas, nem em sensualizar tanto nas fotos com as roupas das grifes que representam, ou na vida pessoal.
A praia, o mar, os iates e a exposição sexualizada das suas vidas públicas e privadas se confundem.
Muitas mulheres podem até se queixar da ditadura da moda, predominantemente feita para magras lindas e malhadas gostosas, mas procuram se espelhar nelas , podendo até chegar ao ridículo, como algumas famosas com perto de setenta anos e mais de oitenta quilos, que em alguns casos confundem sexualizar com escandalizar.
Eis um ponto onde pode haver discussão interessante. Sexualizar e escandalizar não são a mesma coisa, não são próximas nem tem a ver com o comportamento da maioria das pessoas.
Felizmente tive poucos casos onde algumas das minhas fotos foram apontadas como “muito sensuais”. Procuro sempre evitar essa possibilidade sem deixar de entender e explicar que fotos de maiô, biquíni, blusinhas e sainhas são roupas que por si só sexualizam, por expor naturalmente a maior parte do corpo.
Já escandalizar, só mesmo algumas mães puritanas de garotas feias e gordinhas que são virgens aos dezoito anos ou escondem da mãe suas suas frustrações sexuais de adolescente, mães essas que geralmente já têm as próprias.
Não há, de qualquer maneira, se descartar que uma das coisas mais importantes na publicidade é fazer com que o assunto tome toda a atenção do espectador e em alguns casos, é a critica e a discussão sobre o assunto que tornam o produto sucesso de vendas.
Dificilmente qualquer coisa é muito vendida se não for muito desejada e a publicidade mostra para criar o desejo e a cliente compra porque deseja o que atende seu gosto seja ele pessoal ou por modismo.
Um outro ponto a ser comentado é o uso cada vez maior de crianças e a adolescentes na publicidade e em especial na publicidade que sensualiza ou erotiza.
Bem mais difícil é discutir questões morais e éticas quando em pauta crianças, adolescentes e jovens que não tem capacidade para entender totalmente as implicações da sexualização. Há, no entanto que creditar aos pais e responsáveis essa orientação, cabendo ao publicitário exclusivamente ater-se às regras de conduta legais, éticas e morais, exigindo a presença desses responsáveis ou no mínimo autorização escrita para a confecção e divulgação desse material, deixando de veiculá-los a qualquer tempo a pedido deles, exceto quando isso foge à sua capacidade como é o caso das fotos repicadas na internet.

Marinho Guzman
  
Está muito difícil ficar com os pés no chão pois o mundo está de pernas para o ar.

Marinho Guzman
O julgamento do homem é feito pelos próprios homens, por Deus e pelas nossas lembranças.
Essas, implacáveis.

Marinho Guzman
O julgamento do homem é feito pelos próprios homens, por Deus e pelas nossas lembranças.
Essas, implacáveis.

Marinho Guzman
A maior crise do Brasil não é a econômica, é a moral e isso não passa nem tem remédio.😬

Marinho Guzman
Que importa que outros subam as escadas que eu já desci...

Olhar para o futuro só é mais importante que relembrar o passado quando se é jovem.
A busca incessante por grandes vitórias deve ser encarada como desafio para jovens.
Assim como o descanso é necessário e merecido, é preciso desacelerar a vida lentamente, trocando o trabalho pelo lazer.
A leitura traz conhecimento pelo puro prazer de saber. Viajar e conhecer muitos lugares são pequenos aclives que levam tão alto como muitas escadas.
Quem lê e quem viaja, ocupa mais o cérebro e suas múltiplas funções com lembranças prazerosas.
Quem ocupa esses espaços com preocupações e novos desafios a cada dia, pode estar trocando possíveis conquistas por velhas vitórias e como num jogo, arriscar-se pode ser bom, mas a perda é sempre uma derrota.
Que me importa que outros subam as escadas que já desci?
É preciso avaliar sempre as perdas, contabilizar as vitórias, arquivar as derrotas e deixar lustrosas as medalhes e troféus que conquistamos ao longo da vida.
Um jovem quando arrisca e perde, tem muito tempo para reverter a situação.
Quando se é velho, as derrotas são sempre mais doloridas porque importam em reconhecer que lições não foram aprendidas
Quem convive com uma pessoa mais velha deve guardar para si as vitórias por galgar degraus e respeitar quem já subiu essas escadas e não deseja repetir façanhas.

Marinho Guzman
  
O passado não retorna, o saudosismo seleciona só pequenas partes
da memória e o futuro precisa ser entendido como o que nos resta, já que a humanidade escolheu viver uns anos a mais, cada vez com dignidade de menos.

Marinho Guzman
   
Heróis e vilões são igualmente lembrados e amá-los ou odiá-los não vai mudar nada o curso da história.

Marinho Guzman
Fim de feira.

Fim de feira é uma coisa muito feia que aproxima o homem do animal que ele é.
Restos de tudo são espalhados pela rua sem a menor preocupação em juntá-los num saco ou caixa.
Parece que nessa hora esses homens, trabalhadores, pais e mães de família quando em suas casas, esquecem essas condições e distribuem suas frustrações para quem quer que testemunhe essa barbárie.
Administrações após administrações no Guarujá vi prefeitos ignorarem esse fato e por isso eu os coloco nas mesmas condições desses feirantes mal educados e mal acostumados, párias da comunidade.

Marinho Guzman
   
Não sei exatamente o que busco mas continuo procurando sempre, agora talvez mais.
Já li muito sobre fé, esperança, otimismo e milagres.
Milagre é a suspensão temporária de leis comuns da natureza e a intervenção de um poder sobrenatural.
Milagres não existem para serem entendidos, a fé serve para suportar as dúvidas e a esperança para garantir o otimismo.

Marinho Guzman
   
A gente enterra um pedaço do passado cada vez que um amigo morre.

Marinho Guzman
No dia dos namorados o comércio fatura mais do que no dia das mães porque mãe a gente só tem uma.

Marinho Guzman
Todos estamos precisando de uma dose extra de esperança para viver no século XXI.
Nos dois mil e dezessete anos dessa era Cristã temos posto à prova a capacidade do homem em transformar para criar, em destruir para inovar.
Ao mesmo tempo em que criamos remédios e tecnologias para aumentar a vida criamos armas e meios fazer sofrer e para matar.
Ninguém conhece qual a dose ou como seria possível medir o sofrimento humano.
Refugiados das nações em guerra e abandonados de todas as nações perambulam famintos pelas ruas e ainda sobrevivem, ricos e famosos tiram a própria vida numa clara demonstração que não suportaram suas dores.
Seria possível dizer que todos sofremos igualmente com a mesma intensidade?

Marinho Guzman







181 - 200 do total de 1155 pensamentos na coleção de marinho guzman



Quando eu partir.

Partirei triste se deixar saudades.
Quisera deixar poucas lembranças, só as alegres e que nenhuma lágrima fosse derramada, porque gostaria de não fazer muita falta já que eu odiaria que viesse a faltar alguma coisa aos que amo.
Que ninguém pense que a minha vida foi vazia, triste ou que tivesse me negado algo, muito pelo contrário.
Mas fadado ao inexorável fim da existência terrena e da convivência tão boa meus queridos, seria egoismo partir e levar comigo a alegria que lhes pertence e que precisam para sobreviver.

Marinho Guzman
Mulher mostra mas não é amostra.

Marinho Guzman
Serviços mal prestados não podem ser bem remunerados.
A alegação dos políticos de que não há dinheiro suficiente para a saúde e a educação esbarra no nível salarial incompatível para com a falta de satisfação das necessidades públicas.
Precisamos baixar o salário dos políticos ao nível dos serviços que são prestados ao publico.

Marinho Guzman
Escolhas erradas.

O falso sentimento de saber tudo e ter poder, pode revelar falta de educação, de caráter e de humildade.
Há pessoas que galgam alguns degraus e pensam que já subiram toda a escada.
Isso pode até ser verdade, porque muitas pessoas só subirão escadas de três degraus.
O poder é efêmero, cargos são temporários e o favorecimento pessoal muda com a necessidade de abrir espaço para novos aliados.
Um experiente político me disse, que maus administradores começam escolhendo seus colaboradores pelos adversários, para mantê-los calados, perto e sob vigilância.
Terminam cercados de mercenários, que ao primeiro sinal de naufrágio abandonam o navio como ratos, ou como ratos são afugentados ou exterminados.

Marinho Guzman
É melhor fazer uma coisa bem feita do que dez mal feitas.

Marinho Guzman
   
Mesmo correndo o grande risco de ser taxado de homofóbico tenho que concordar com os que dizem que praia de paulista é shopping e carnaval de paulista é a Parada Gay.
O Brasil tem mantido a tradição de estar nos primeiros lugares em quase tudo.
Corrupção, analfabetismo e libertinagem lideram folgado.
Estamos entre os últimos no índice de desenvolvimento humano e no crescimento do PIB.

Marinho Guzman
   
O passado e os mortos precisam ser enterrados ou incinerados, as lembranças boas devem ser preservadas e as más jamais mencionadas.
A chama da ira não ilumina os caminhos, mas pode queimar as mãos.

Marinho Guzman
Roupas que se encontram...

As diferenças entre homens e mulheres se acentuam quando o assunto é roupa.
O homem costuma trocar de calça jeans automaticamente depois de um ou dois dias de uso.
Ele pega mecanicamente outra no guarda-roupa e muitas vezes, é tão parecida com a que ele estava que nem parece que trocou.
Examinar o guarda-roupa de um homem é como entrar num jardim com pouca variedade de plantas e flores.
Já os armários das mulheres são verdadeiros jardins botânicos.
Mesmo as mulheres mais organizadas, costumam ter as gavetas e cabides tão abarrotados que é preciso desmontar com engenharia para não cair tudo, ou caber tudo novamente no armário.
Sair de casa ou ir a uma festa é para a maioria das mulheres um ritual tão grande como o próprio acontecimento.
Os preparativos da minha mulher para o casamento de uma amiga de infância na semana passada quase me levaram à loucura. Ela ficou louca!
Seria impossível descrever aqui, toda a situação que começou com a compra de um vestido Armani vendido em um site Inglês e terminou com a sexta ida ao cabeleireiro, para colocar o aplique de uma trança (despojada), comprado num site americano.
Se você pensar que ainda restaram a maquiagem, lingerie, sapatos, bolsa e mais adereços, pode imaginar porque eu não tenho coragem, espaço nem saco para escrever e certamente você não teria tempo para ler.
A festa foi um sucesso, minha mulher estava linda e não aconteceu felizmente, o que prevê o título e o assunto dessa crônica. Não tinha ninguém com uma roupa igual à dela.
Mulheres que se encontram nas festas ou na praia com uma roupa igual ou um biquíni da mesma estampa são quase um caso de polícia...
Se um dia você entrar em algum lugar e der com uma mulher tresloucada abandonando o ambiente como se tivesse sido picada por uma cobra, pode ter certeza. Ela viu outra com uma roupa igual.
Pior do que isso, só quando a mulherada compra na Zara, na Marisa, C& A, na Riachuelo ou na Renner. Essas lojas têm feito roupas muito boas, desenhadas por estilistas famosos, baratas e que milhares de outras mulheres já compraram.
A praia é um lugar onde todas as pessoas observam mais as roupas, pela exiguidade, pela pela sacanagem e pelas belas estampas, de uma beleza, que transforma esses pequenos panos em verdadeiras obras de arte, aplicados nas mulheres.
Exagerei um pouco, certamente. Tem mulher que coloca um maiô ou biquíni e parece que é uma lona, cobrindo um corpo atropelado...
Então o negócio é o seguinte. Se você é homem, não se preocupe muito com a roupa, menos ainda com a sunga. Sunga estampada é para vidado (assim mesmo, com i). Contente-se com uma que não ressalte a barriga ou a bunda (porque senão você é viado mesmo).
Sungas brancas são para os indecisos...
Se você é uma mulher de bom gosto, dê uma olhada na nossa loja virtual www.biquinis.tv. Com milhares de opções você nunca vai correr o risco de encontrar ninguém na praia com um igual.
Lugar de roupa igual é na loja. Você é a vitrine e tem que ser linda e original.

Marinho Guzman
Umas lembranças.

A gente se engana, se engana muito, mas não se engana sempre e o futuro se encarrega de consertar algumas situações dúbias, apagar mentiras e dar castigos, deixando claro que o perdão repõe, já que não recompõe, cada coisa no seu lugar.
Jamais neguei ter errado, jamais me enganei colocando a minha culpa em outras pessoas, não culpei quem por ignorância, raiva e má-criação tentou me fazer mal ou subverter a verdade para fugir à própria parcela de culpa.
Assumo meus erros e tenho pago por eles o que deveria ter pago. Nem mais nem menos.
Por ter tido boa formação e saber reconhecer meus defeitos que se tornaram erros, por ter pago por eles e não pelo que tentaram me impingir, sinto-me perdoado.
Quem quer que depois de quase quarenta anos tente me fazer sentir culpado pelos seus próprios erros e pela situação que atravessa nos dias de hoje não merece crédito nem remorso, só esquecimento e claro, perdão.

Marinho Guzman
   
Não há como encarar a morte, senão aceitá-la incondicionalmente.
Você pode até não aceitá-la, mas ela não o poupará por isso.

Marinho Guzman
A culpa não é como uma caixa vazia que a gente joga fora.

Marinho Guzman
Todo dia eu leio, ouço e vejo dezenas de “especialistas” recomendando vida saudável, bons hábitos alimentares, atividade física, vitaminas, sais minerais, cremes e outras tantas coisas que a gente sabe que fazem bem à saúde.
Longe de mim dizer que estão errados mas quem quer que tenha 69 anos e siga todas essas regras não vai ter tempo para viver com satisfação dos setenta aos noventa.
Talvez seja melhor quebrar algumas regras usando o bom senso e aproveitar que já fizemos o possível para chegar até aqui com saúde e lembrar que muitas das antigas recomendações já foram abolidas por absoluta falta de provas de eficiência concreta.
Seja condescendente com você mesmo, porque os “especialistas” não são, mas nós não sabemos e ninguém garante que eles estejam seguindo à risca as regras que tentam impor?

Marinho Guzman
   
Meu presente no dia dos namorados.

Dia desses peguei carona numa postagem do Facebook, onde uma senhora reclamava veementemente que seu marido havia lhe dado de presente no dia das mãe uma Air Fryer.
Chego a duvidar que alguém não saiba o que é uma Air Fryer pois temos uma aqui em casa e depois dela, minha querida Amanda tornou-se uma “quase-chefe”, digna de ser convidada para o programa da Ana Maria Braga.
Quando começamos a namorar a Amanda não sabia nem fazer café, hoje, depois da Air Fryer ela elabora uns pratos realmente gostosos, a partir de produtos básicos semi-preparados, comprados no Pão de Açúcar.
Fica tudo muito bom e eu recomendo para qualquer um que não seja um gourmet, como eu não sou.
Lembro-me ainda, que quando eu tinha uns dez anos, meu pai perguntou para minha mãe o que ela queria de presente no dia das mães e ela pediu uma processadora, seja lá o que fosse essa coisa, que para mim parecia um liquidificador. Minha mãe usou por muito tempo a engenhoca até que eles se desquitaram e ela definitivamente desistiu do meu pai, da processadora, do forno e do fogão.
Mas até onde eu sei, presente é aquilo que nos é útil e o presente que mais uso, de todos o que a Amanda me deu é uma cafeteira Dolce Gusto da Arno.
Não sei se você imagina meu prazer em fazer meu próprio café expresso a qualquer hora, sem ter que seguir receitas, sujar a cozinha toda e descobrir finalmente que o café ficou fraco ou frio. Praticamente todas as vezes que eu faço o café lembro que a cafeteira foi presente da Amanda e quando ela está por perto faço com que ela saiba o prazer que ela me proporciona.
Encerrei meu aprendizado na cozinha depois de fazer barbaridades com uma pipoca e queimar os braços ao tentar fazer um chá de saquinho, ambos no micro-ondas.
Hoje nem olho para ele e tenho que esperar uns dez minutos que o sorvete descongele em cima da pia para poder tirar da embalagem. Micro-ondas assassino nunca mais, só opero a Dolce Gusto.
Mas voltando ao presente que a Amanda me deu nesse dia dos namorados, tenho que confessar que depois de dezessete anos juntos tenho certa prática em saber o que ela pretende a partir da primeira frase. Ainda assim esse ano ela me surpreendeu.
Dias antes da data festiva, ela veio com aquela conversinha a respeito das minhas lembranças da infância e da juventude e eu contei a ela mais algumas passagens da minha tumultuada estada de dois anos de internato no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas.
Contei como eu fugi várias vezes e embarcava sozinho e clandestinamente nos ônibus da Cometa (eu tinha quatorze anos), contei que para voltar ao colégio eu chantageava meu pai e assim consegui meu primeiro gravador de fitas de rolo Geloso e minha segunda moto uma Leonette de 50cc.
Contei que a comida no internato não era das melhores e que minha mãe levava todas as semanas bolachas, chocolates, queijos e enlatados para complementar as refeições.
Tive que explicar o que era uma fiambrada pois ela nunca havia visto ou ouvido falar e acreditamos que isso não era mais produzido.
Fiambrada para quem não sabe, é uma mistura de várias carnes únicas ou misturadas, que vêm numa lata diferente, com um dos lados maior que o outro para facilitar a retirada sem que saia em pedaços etc.
Não foram poucas as aventuras que eu tive naquele colégio interno e tenho muitas lembranças, a maioria péssimas, principalmente porque além das férias a gente só tinha duas saídas, uma na Semana Santa e outra na Semana da Pátria e eu por mau comportamento perdi todas durante todo o tempo.
Bem, mas voltando às boas lembranças e aos excelentes presentes que a Amanda me dá sempre, nesse dia dos namorados ela me deu um embrulhinho bem-feito com um cartão.
No cartão, como de costume, lindas palavras e abrindo o pacote tive a grata surpresa de descobrir uma legitima fiambrada de R$4,80.
Amanda não quis nem experimentar, mas eu estou amando!

Marinho Guzman
Para algumas mulheres uma máquina fotográfica nas mãos de um fotógrafo é uma arma letal.
Uma questão de vida ou morte.

Marinho Guzman
Indignar-se com a situação de insegurança que vivemos não é mais suficiente.

Todos os dias eu leio pelo menos meia dúzia de textos, quando leio pouco, indignados com a insegurança que vivemos, mercê da falta de dinheiro para aparelhar o Estado com escolas, creches, hospitais, um sistema Judiciário eficiente e presídios para manter definitivamente os criminosos de todos os gêneros que estão transformando o sonho dos brasileiros em pesadelo.
Esse dinheiro existe e está sendo roubado descaradamente pelos nossos governantes de todos os poderes e escalões.
Minha preocupação é com os muitos exemplos de violência em países de todos os continentes onde a indignação se transformou em ódio, o ódio em vingança cega e desenfreada, a execução da justiça pelas próprias mãos e a tomada pelo poder pelo grupo que tiver mais força no desgraçado momento.
É preciso trocar a indignação pela ação eficiente antes que já não seja mais possível raciocinar corretamente.
Essa ação deve começar agora mesmo com a certeza de que você que está lendo tem que fazer alguma coisa, qualquer coisa possível e isso significa juntar-se aos bons, ou pelo menos, àqueles que comungam do seu pensamento.

Literalmente, saia da zona de conforto e tire a sua bunda da cadeira.

Marinho Guzman
Admitir os próprios erros.

Impossível para muitos, admitir os próprios erros não é coisa fácil.
Confissão de pecados e pecadilhos, erros crassos e outros nem tão graves, o acúmulo desses pesares pode ser entristecedor.
Quando você se entristece com possíveis injustiças de que foi vítima, grande parte desse pesar pode ser debitado a alguém, mas quando você tem convicção de que é vítima dos próprios erros o remédio pode ser bem amargo.
É por isso que tanta gente vive pondo a culpa de tudo nos outros.
Pura fuga momentânea que impede o aprendizado e a opção por errar menos.

Marinho Guzman
A gente faz força para esquecer, finge que esquece, mas sofre com algumas lembranças, e isso é não perdoar.
Dizem que errar é humano, perdoar é divino mas esquecer é que são os diabos...

Marinho Guzman
    Ouvir à boca pequena pode ser coisa de gente de língua grande.

Marinho Guzman
   
Quem não aparece desaparece.

Amante do estilo denominado crônica li muitas, das cerca de quinhentas escritas por Danuza Leão nos seus doze anos como colunista do jornal Folha de São Paulo.
Nem o melhor dos melhores cronistas, exceto Heitor Cony, podem se dar ao luxo de fazer sempre das suas cronicas um texto claro, curto, inteligente e interessante, daqueles que a gente gostaria de ter escrito ainda que fosse o único.
Mas a maioria das cronicas de Danuza Leão são ou foram muito interessantes ao seu tempo a ponto de merecerem ser relidas e servirem de inspiração.
Com saudades do seu estilo pesquisei no Google e fui lembrado
pela cagueta da Wikipédia que ela tem oitenta e três anos. Nova, se compararmos ao Cony que já fez noventa e um dia desses.
Não tenho notícias de que ela continue escrevendo em algum jornal ou revista. Ela está esquecida. Mas eu não esqueço.
NAMOROFOBIA – DANUZA LEÃO
"A praga da década são os namorofóbicos. Homens (e mulheres) estão cada vez mais arredios ao título de namorado, mesmo que, na prática, namorem. Uma coisa muito estranha. Saem, fazem sexo, vão ao cinema, frequentam as respectivas casas, tudo numa frequência de namorados, mas não admitem. Têm alguns que até têm o cuidado de quebrar a constância só para não criar jurisprudência, como se diria em juridiquês. Podem sair várias vezes numa semana, mas aí tem que dar uns intervalos regulamentares, que é para não parecer namoro. – É tua namorada?- Não, a gente tá ficando. – Ficando aonde, cara pálida? Negam o namoro até a morte, como se namoro fosse casamento, como se o título fizesse o monge, como se namorar fosse outorgar um título de propriedade. Devem temer que ao chamar de namorada (o) a criatura se transforme numa dominadora sádica, que vai arrastar a presa para o covil, fazer enxoval, comprar alianças, apresentar para a parentada toda e falar de casamento – não vai. Não a menos que seja um (a) psicopata. Mais pata que psico. Namorar é leve, é bom, é gostoso. Se interessar pelo outro e ligar pra ver se está tudo bem, pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto, de dividir. A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado. Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pode pronunciar a palavra macabra: NAMORO. Antes, o problema era outro: CASAMENTO. Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta. Agora é o namoro, que deveria ser o test drive, a experiência, com toda a leveza do mundo. Daqui a pouco, o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber o nome. Do que o medo? Da responsabilidade? Da cobrança? De gostar? Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado….Não é porque 'a gente tá ficando' que não se deve respeito, carinho e cuidado. Não é porque 'a gente tá ficando' que você vai para cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói ou que não é filhadaputice. Não é porque 'a gente tá ficando' que o outro passa a ser mais um número no rol das experiências sexuais - e só. Ou é? Tô ficando velha? Se estiver, paciência. Comigo, só namorando!!!"

Marinho Guzman
Alegria com a desgraça alheia...

Ninguém em sã consciência deseja que alguém próximo tenha problemas.
Isso ocorre muito comigo, fico até sensibilizado pelos problemas de quem não sou próximo ou mesmo de quem tenho alguma restrição.
Mas é demais pedir a qualquer ser humano, dentre os quais me incluo, que eu fique triste quando algum filho da puta que te ferrou sofra um revés pelas atitudes que tem.
Parece que tem gente que fica procurando confusão e acha!
Eu não fico feliz com a desgraça dessa gente.
Só acho que cada um tem o que merece...







Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá
COMPRE NA NOSSA LOJA VIRTUAL-CLIQUE AQUI