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Top Model Kaká Ramos

sábado, 22 de fevereiro de 2020

25- 481 - 500 do total de 1157 pensamentos na coleção de marinho guzman




Para morrer basta estar vivo.

Há dias em que morrem mais notáveis do que em outros.
Essa semana foram vários nomes expressivos.
A notícia aparece primeiro na internet, depois na TV, nos jornais e logo depois nas revistas semanais e mensais.
Se forem artistas, suas pinturas e esculturas sobem de valor e se forem escritores, músicos e cantores seus livros e discos somem das prateleiras, logo aparecendo as edições especiais, comemorativas da vida, da obra e morte do famoso.
O assunto logo é esquecido pela mídia voraz que vive de assunto vivo e mortes recentes e se o famoso for muito famoso, poderá ser lembrado depois de um ano, depois de cinco, dez e algumas vezes tem sido comemorado o centenário da morte de alguns deles.
Há uns poucos pobres, incultos e miseráveis que quando morrem são assunto e manchete.
Moradores de rua esfaqueados e bandidos são manchete, mas para eles não há lembrança que dure mais do que a do jornal diário, num prova inequívoca que a igualdade entre os homens é pura balela e que nem todos são, nem nunca serão iguais, a não ser perante a Justiça Divina, que iguala na morte o que nunca foi igual em vida.
Pouco sabemos do prêmio ou do castigo que nos espera, mas há os que garantem que o inferno de uns é aqui e agora.

Marinho Guzman
Odeio ser lembrado, só porque você está precisando de um favor.

Lembre-se de mim quando não precisar de nada e eu lembrarei de você quando você estiver precisando de de mim.

Marinho Guzman
Tem gente que quer ser tão diferente, que acaba sendo igual aos piores.

Marinho Guzman
As aparências não enganam, a gente é que se engana.

Gosto da frase nem tanto ao mar, nem tanto ao céu.
Há aparências que enganam até mesmo pessoas muito experientes.
Mas a maioria das exteriorizações das pessoas costuma dar a pista, de que aquele outro ditado “por fora bela viola, por dentro pão bolorento” é muito comum no relacionamento social.
A exteriorização de qualquer coisa não é por si só pecado.
O grande pecado é a falsidade com a finalidade de enganar as pessoas, visando de qualquer forma tentar “vender gato por lebre”.
A lição é a seguinte: ”nem tudo é o que parece” portanto, à menor dúvida não deixe de pesquisar e analisar as grandes ofertas, os resultados miraculosos e a pessoas aparentemente perfeitas.
Por trás de um grande homem costuma existir uma grande mulher! Mas pode também ser um outro homem!

Marinho Guzman
   
Vidente boa deveria ser rica, casada e feliz.

Elas prometem mostrar o caminho da fortuna, afastar as rivais, trazer de volta o amor perdido e o que mais você sonhar.
Só que não, diria Amanda Palma que nunca foi de frequentar ciganas e advinhas.
Também, com um marido sincero, fiel, rico, bonito e modesto como eu, pra quê?

Marinho Guzman
   
Viver em sociedade.

Tenho sérias dúvidas para conviver em sociedade nos dias de hoje.
No Google você encontra mil e um conselhos.
Calma, educação e paciência ocupam sempre os primeiros lugares.
Levam em conta um padrão mínimo de comportamento, nível de educação e a obrigação de manter as aparências, custe o que custar.
Morar no mesmo prédio, frequentar o mesmo clube, estudar na mesma escola me parece padrão razoável.
Mas imagine você indo morar numa dessas favelas, ainda que de bairro chique, com paredes de lata, papelão e madeira, janelas que são simples aberturas com cortina de plástico, tendo como vizinha uma mulher com seis filhos menores que nunca frequentaram a escola e o marido na cadeia, preso por latrocínio, onde vai ficar por uns bons anos.
Ops!!! Fui longe demais e não era lá que eu queria chegar.
Há um ditado que diz que você tira o indivíduo da favela, mas não tira a favela do indivíduo.
Mas o que dizer do vizinho ao lado, profissional liberal famoso, um casal de filhos universitários, a mulher voluntária de três vezes por semana num dos maiores hospitais de São Paulo.
Vira e mexe esquecem tudo e partem para a agressão física e verbal e eu tenho que aguentar o barraco.
Se eu for reclamar é capaz de tomar uns tiros,como aconteceu recentemente em São Paulo.
Sugestões aqui mesmo ou para meu e-mail:
somefodo@nunguetomais.com.br

Marinho Guzman
   Uma questão de gosto.

Tenho visto um pessoal mais velho, ainda que mais novo do que eu, recriminando a maneira de ser dos mais jovens.
A música, o barulho, os cabelos pintados de várias cores, as roupas ainda mais extravagantes do que nos anos sessenta, as tatuagens múltiplas, a liberalidade sexual e agora a constitucionalização do homossexualismo, com a legalização do “sagrado matrimônio”.
Lembro do meu pai quando eu punha na vitrola Chubby Checker, The Beatles, Rita Pavone e outros, nos anos sessenta.
Ele não reclamava mas dizia que aquilo não era música, só barulho e gritaria.
Sou dos que recriminam os mais jovens por não saberem tabuada, nada de história, nada de geografia, nem sabem escrever direito.
Não vou dizer quanta coisa alguns dos mais jovens não sabem e que pensam que não vai fazer falta.
Para esses eu digo que a seleção será natural.
Só os preparados terão sucesso na vida profissional. Alguns ainda que médicos, advogados e engenheiros, estarão sempre entre os que ganham menos, quando o trabalho é honesto.
Quanto a essa grande polêmica a respeito do movimento gay, sou a favor da liberalização total e irrestrita.
Não é porque uns são bichas tresloucadas, que todos devem ser discriminados.
É do estilista Giorgio Armani a frase:- “Seja gay mas não se vista como um” Ás vezes uma frase, ainda que chula, diz mais que todo um tratado. Para mim, um palmo longe do meu c…., qualquer c….é bom.

Marinho Guzman
Vinte e dois de maio de dois mil e quinze.

Os dias nunca são iguais e nós jamais seremos os mesmos.
Todo dia o mundo muda um pouco e todo dia a gente muda com ele.
Algumas vezes sentimos por uma fração de segundo, momentos de dúvida, de surpresa, de confusão ou de indecisão, algo que parece uma lembrança, uma coisa que já vimos, alguém que a gente já conheceu, um lugar que já estivemos, momentos que já vivemos.
Essa impressão pode vir com algumas sensações.
Pode ser boa, de que já resolvemos um problema ou de preocupação, porque teremos que viver novamente uma experiência ruim.
Tudo,quase sempre com muita ansiedade.
Os franceses têm uma palavra para isso: dèjà vu.
Vinte e três de maio de dois mil e quinze.
Os dias nunca são iguais e nós jamais seremos os mesmos.

Marinho Guzman
 
Castigo.

No dia a dia a gente encontra pessoas que se acham certas, mesmo que estejam erradas. Sabem tudo, discordam de tudo, sempre acham alguma coisa errada no que a gente fala ou faz.
Você nunca vai me encontrar numa discussão dessas.
Como num passe de mágica sumo deixando a pessoa falado sozinha.
Mas quando você escreve e publica é diferente, os chatos aparecem do nada, você escreve uma coisa e eles entendem outra, dão palpite onde não foram chamados, acham que você esqueceu de mencionar uma coisa ou não deveria ter escrito outra. Nesse caso é melhor não responder nem polemizar.
Há também leitores atentos e com opiniões válidas e esses são importantes pois a gente nunca sabe tudo e aprende com isso.
Sempre existe a possibilidade de apagar o que os chatos escrevem e bloquear os inconvenientes.
Um bom texto não impõem uma ideia, tenta mostrar que qualquer assunto pode ter uma ou mais abordagens e coloca a própria.
Você não precisa concordar com um texto, mas se acrescenta subsídios às suas ideias, permitindo que você reforce pontos fracos, corrija algo que não está muito bom, mude para melhor ou aprenda qualquer coisa, você aproveitou o texto e então ele é um ótimo texto.
Quanto aos chatos e inconvenientes, o castigo deles é serem como eles são.

Marinho Guzman
Algumas mulheres usam saias tão curtas, calcinhas tão pequenas e decotes tão grandes que a economia de pano daria para andar com uma fronha na bolsa para esconder a cara na hora H.

Marinho Guzman
O navio parece um circo.

O comportamento das pessoas tem muito a ver com costumes locais, tradição e educação.
Um navio fazendo cruzeiro internacional é o local ideal para você observar as pessoas.
Homens e mulheres em roupa de gala dividem o espaço com outros de shorts e bermudas, mini saias e biquínis minúsculos.
O que parece normal para uns, incomoda outros, mas para a maioria o respeito pelo próximo é regra.
Ainda assim dá para perceber, por exemplo, que a semelhança entre japoneses e outros com olhos amendoados termina aí.
Japoneses são silenciosos, calmos e educados, já os outros, via de regra, são deselegantes e porcalhões para o nosso padrão.
Brasileiros quando viajam em família não destoam, mas quando em pequenos ou grandes grupos, mostram alterações de comportamento e não escondem a falta de educação e respeito comum no nosso país.
Argentinos falam num tom mais alto que a maioria e podem ser confundidos com italianos quando começam a gesticular freneticamente e falar todos ao mesmo tempo ou quando tentam um diálogo, todo mundo querendo fazer valer seu ponto de vista.
A maioria dos americanos fala baixo, não faz gritaria, mas em alguns grupos, até de mais velhos, quando rola bebida, os homens devem falar coisas muito engraçadas, pois as mulheres desandam a gargalhar frenética e estupidamente a cada frase.
Minorias étnicas radicada nos países do Reino Unido vindos das colônias, parecem que tem só servem para empanar a fleuma britânica. São na maioria mal educados, barulhentos, andam em pequenos bandos fazendo alarido nos seus dialetos, só são ingleses porque colonizados pelos ingleses. Uma vergonha!
O termo politicamente correto tenta estabelecer regras para o comportamento que deveriam ser obedecidas por todo mundo.
De certa forma não deixa de ser uma certa censura e a discussão tão vasta, muitas vezes se perde do ponto central do assunto.
Uma coisa é certa, num navio com mais de mil e novecentos passageiros a beleza da mulher brasileira dá de dez a zero em todas as demais, calando a boca de gregos e troianas.
Bonitas, elegantes, não fazem feio, a não ser umas senhoras de meia idade e idade inteira, cheias de plásticas, botox e próteses mamárias, com joias verdadeiras ou falsas pagando de gatinhas, o que as tornam verdadeiros seres extraterrestres.
Tudo aqui parece um circo. Colorido e às vezes barulhento como os palhaços em algazarra, outras vezes silencioso, como momentos de perigo no trapézio ou no suspense de alguns truques do mágico.
Mas como nos bons circos, a gente se diverte e o o espetáculo se repete todos os dias, pois o show tem que continuar.

Marinho Guzman
  

Roupas, costumes e os ternos do Albert Einstein.

Esse é um texto machista e tem um ou dois parágrafos com fatos dos anos sessenta a oitenta Que eu preciso contar.
Não compactuo muito (rsss….) com todas as ideias e peço às minhas amigas, mulheres inteligentes, que não leiam o texto a não ser que queiram corroborar com a errônea ideia de que mulheres são tão curiosas que preferem se horrorizar e reclamar, do que deixar de espiar, comentar e aí reclamar do machismo dos homens.
Não leia esse texto, não curta e não comente e se o fizer, por favor não reclame.
Grato!
Dizem que o homem começou a usar roupas para se proteger das intempéries e a mulher para se exibir.
Depois, algumas teriam percebido que nuas fazem mais sucesso e quanto menos roupa melhor.
Assim teriam aparecido as periguetes, que já tiveram outros apelidos, nada que às compare às prostitutas profissionais, apesar delas próprias viverem se chamando de “putinhas”.
Amanda lembra sempre umas amigas do interior que usavam o termo biscate à vontade.
Já na minha época, eram chamadas de “prá frentéx” as avançadinhas e “galinhas” as mais liberais, em ambos os casos, a roupa fazia toda diferença.
Havia uma outra classificação, essa mais piadista, que dizia que existiam três tipos de garotas por onde a gente andava "caçando" de moto. As putas, as filhas da puta e as chatas.
"Putas as que davam para todo mundo,inclusive prá gente, filhas da puta as que davam para todo mundo, menos prá gente e chatas as que não davam para ninguém".
Nascemos nus e nus viveríamos não nos fosse transmitido o costume que tem muito a ver com a vergonha do próprio corpo.
Nos países que tenho visitado, a vida cosmopolita mistura mulheres de shorts e mini saia com outras completamente cobertas. Algumas têm até uma espécie de tule que cobre até os olhos.
A roupa não faz o monge nem dá virtude a quem usa burca e pelo andar da carruagem, mais uma ou duas gerações, não vão mais querer usar essa cobertura negra que deve esquentar muito, mais muito mesmo no verão que aqui, tem temperaturas que vão de 34 a 50 graus centígrados
Ainda sobre as roupas, há uma história não comprovada, que instado a trocar de roupa para receber um jornalista, Albert Einstein teria dito à sua assessora:- Se ele veio aqui para falar comigo pode mandar entrar, se foi para ver minhas roupas leve-o aos meus guarda-roupas e mostre os meus ternos.
Verdades, nuas e cruas.

Marinho Guzman
  
Escrever e ler.

Ler bem não é para qualquer um.
Ler um texto é em parte interpretar as palavras do autor.
Mas isso não significa que você pode entender o que quiser, nem reduzir ou aumentar o alcance das palavras.
Algumas pessoas desconhecendo o objetivo da mensagem, porque estão pouco atentas ou porque têm ideia formada a respeito de determinado assunto, sentem-se contrariadas e até mesmo ofendidas, com direito de discordar, de achar que falta alguma coisa no texto ou que o autor deveria ter chegado a uma outra conclusão.
Escrever é exteriorizar pensamentos e sentimentos objetivos. Quando essas informações chegam ao leitor atento, encontram centenas e milhares de experiências próprias que interagem, concordam, discordam e produzem reações só dele.
O resultado dessa sinapse complexa é uma conclusão do leitor, não podendo contemplar, dessa forma, o que o leitor acha que estava escrito, o que não estava escrito ou o que quem escreveu nunca pretendeu escrever.

Marinho Guzman


Qual o bem mais precioso que temos?

Cada dia que consigo uma conquista importante vem essa pergunta.
Qual será o bem mais precioso que temos?
Alguns vão responder que é a vida estarão certos. Ainda que simplista por exclusão, se não tivéssemos a vida, nada teríamos.
Seria então a saúde? Claro, a saúde é importantíssima, muitos têm vida mas não têm saúde para vivê-la completamente, como que está em coma ou tem uma doença que impede total ou parcialmente sua integração na sociedade e na família.
Então para vivermos bem temos que ter vida e saúde. Mas o que dizer de gente que vive miseravelmente, escravos da pobreza e da ignorância que os impede até de saber os direitos que têm ou como podem adquiri-los?
A resposta seria então cultura, bem que permite ao homem conseguir quase tudo.
Vida, saúde e cultura se integram tornando a vida a maravilha como é.
Mas até mesmo os mais humildes percebem que a igualdade entre os homens termina, onde entra o dinheiro.
A maioria tem vida, saúde, adquire cultura mas não pode fazer nenhuma das coisas que lhes enchem os olhos, como ter casa, carro, bens, roupas de boa qualidade, ascensão social e educação superior.
Poucos não acreditam que o dinheiro está entre as coisa importantes da vida. Todo mundo sabe que ainda que não seja fundamental faz muita diferença.
Temos então alguém que tem vida, saúde, cultura, que pode viajar e conhecer o mundo inteiro, com dinheiros suficientes para ter boa educação, acesso aos melhores bens materiais que se pode comprar e uma bela família.Terá tudo?
Acredito que não, o homem pode ter vida, saúde, ter tudo que o dinheiro pode comprar, mas se não tiver tempo, nada realizará.
Assim, administre bem seu tempo em cada estágio da vida e seja pródigo com ele, pois só se vive uma vez.

Marinho Guzman

Viajando...

A alternância entre o bom e o ruim, faz com que a gente possa dar nota para as coisas.
Estou a quinze dias do final de uma viagem nota dez.
Quase dois meses olhando diariamente para coisas novas, pessoas diferentes, culturas e costumes heterogêneos e nesse pouco tempo deu para ver o que vai bem e o que vai mal no mundo.
Foi-se o tempo em que o turismo era coisa cara, só disponível para milionários e muito ricos.
Hoje com pequena poupança e diversas facilidades dadas por quem tem que diluir enormes custos em muita gente, a indústria que mais cresce no mundo é a do turismo.
França, Inglaterra, Estados Unidos com Las Vegas e Nova Iorque são os campeões e com mais dois ou três países, somam mais de um bilhão de viajantes estrangeiros por ano. E esse número não vai parar.
Dubai espera receber cerca de cem milhões de turistas por ano até 2.020, pequenos países da Ásia e do Oriente Médio como Omã, esperam ter nos próximos anos metade do seu produto interno bruto oriundos do turismo.
Se de uma parte vão muito bem os países que administram bem seus recursos e se prepararam para esse momento, vão muito mal alguns que se preocuparam só com as diferenças étnicas e religiosas e beligerantes, trocaram a educação e cultura pelas armas.
Assunto vastíssimo, fico por aqui hoje.
Muscat, Capital de Omã, maio de 2.015.

‪#‎muitofeliz

Marinho Guzman
  
A pior coisa de ficar velho é que cada vez a gente fica mais velho.

E a gente fica velho quando é velho, fica mais velho quando é novo e tem gente que é novo mas parece velho.
A velhice começa com a primeira queda e termina com muitos tombos.
Dizem que cair os cabelos é sinal de velhice e uma questão genética.
Tem gente que fica careca aos vinte anos e até menos e tem gente que fica com os cabelos brancos antes de ficar velho.
Por algum motivo, os cabelos são grande preocupação para a maioria das pessoas.
As mulheres têm especial preocupação e cuidado com os cabelos e as mais novas usam os cabelos tão grandes quanto possível,muitas se negam a cortá-los e “cortar as pontas” parece que dói. À medida que ficam mais velhas a preocupação não diminui, mas muitas passam a usá-lo mais curto porque é muito mais prático.
Não tenho estatísticas mas acho que a maioria das mulheres usa tinta nos cabelos. Umas, só para variar mesmo, outras porque acham que ficam melhor com ele mais claro ou mais escuro.
É raro ver mulher com os cabelos parcialmente brancos e mais raro ainda vê-las com eles todos brancos.
Não há quem não perceba que está ficando velho ao ver uma foto de si próprio com dez anos a menos.
No perfil do Facebook, todo mundo escolhe uma foto da qual goste mais e invariavelmente ela é menos atual do que a realidade.
Há quem não ligue para ficar velho ou mais velho, alguns se se acham até melhor do que quando eram mais novos, mas até isso é uma coisa passageira porque ninguém gosta de perder a mobilidade, a visão, a audição e a vitalidade de quando era mais jovem.
Eu poderia escrever várias páginas sobre as vantagens de ser jovem, de quanto é difícil e ruim ficar mais velho e depois outras tantas rebatendo um monte de gente dizendo que ficar velho é natural, é legal e que a maturidade traz paz, sabedoria e inegáveis vantagens.
Concordo que ficar mais velho possa ter umas coisas legais, mas no geral, ficar mais velho um dia acaba deixando a gente muito velho e ficar velho, no bom português, é uma merda….
Como diz minha querida Amanda Palma, eu começo escrevendo bem mas invariavelmente esculhambo o texto. Juro que nem sempre fui assim….
Isso é coisa de velho!

Marinho Guzman

Queriam trocar minha mulher por um camelo.

Muita gente nos alertou em 2.013 quando estávamos para embarcar numa viagem que passaria por países árabes, inclusive pelo Egito, dos perigos para turistas, especialmente mulheres novas, bonitas de cabelos e peles claros.
Levamos numa boa, mas tomamos as devidas precauções.
Ninguém poderia esperar que um dia no Cairo, num hotel cinco estrelas, o Mena House Cairo, um egípcio ou sei lá quem estava por debaixo da roupa típica, puxou conversa comigo e perguntou se eu não trocaria Amanda por um camelo.
Levei na brincadeira, dei risada com o cara e até arrisquei uma piada no meu inglês sofrível, dizendo que eu não aceitaria um camelo, mas pensaria numa proposta melhor.
Estamos em 2015 numa outra viagem, passando por países árabes. Nesses dois anos, muitas vezes contei essa história para amigos e todos rimos muito, inclusive a Amanda Palma.
Estivemos a poucos dias em Dubai, lugar que não adianta ver em filme, ler ou ouvir histórias. Só quem vai a Dubai sabe de fato a maravilha da cidade-Estado.
Estávamos no maior shopping do mundo, embevecidos com a beleza, riqueza e outros adjetivos superlativos e eu disse para a Amanda: -Acho que hoje dá negócio, veja como esses árabes ricos te olham. Se me oferecerem três camelos acho que faço negócio.
Com a simplicidade sincera, simpática e mordaz de sempre a Amanda disse:- Puxa, se alguém me dissesse que queria trocar você por uma cervejinha, ou qualquer outra coisa, eu diria que topava ou poderia ficar com você mesmo sem troca.
Rimos bastante e pensando bem, acho que vou parar com essa brincadeira, pois ela pode pensar bem e certamente, em qualquer caso, vai fazer um bom negócio

Marinho Guzman
Terminamos dois cruzeiros com emoção e o próximo, com perigo de abordagem por piratas, promete ser com muita emoção.

Depois de trinta dias navegando no Rhapsody of The Seas, começamos hoje a terceira e última parte dessa viagem maravilhosa. Serão dezessete dias navegando de Dubai até Istambul na Turquia.
Nos dois últimos cruzeiros foram dias de emoção ao rever Sydney, voltar à Índia e à Tailândia, conhecer a Ilha de Komodo com seus famosos dragões, ver pela primeira vez Cingapura e testemunhar o feito miraculoso dos homens que construíram Dubai, verdadeira porta de entrada para um novo mundo, como escrito numa das paredes do magnífico, incomparável, inacreditável Porto Rachid.
Não dá para esquecer nem explicar a experiência mística e espiritual do Grande Buda em Phuket, na Índia.
Hoje, entre as informações para o próximo cruzeiro, havia um impresso cujo assunto é: Aviso importante a respeito de possíveis ataques de piratas.
Informa que, como todos sabem, a região do Golfo de Aden tem sido palco, nos últimos anos, de ataques de piratas da Somália, que sequestram navios e iates com o uso de armas pesadas e sob ameaça e grande violência contra os passageiros, exigem resgate de milhões de dólares.
Faz várias recomendações, para os dias dezoito a vinte e três de maio, quando o navio atravessa a área mais crítica, avisando que alguns andares do navio serão interditados ao anoitecer, que áreas externas poderão ter suas luzes reduzidas ou totalmente apagadas, que as cabines que têm varanda e as externas, devem manter a luz das mesmas apagadas e as cortinas fechadas, que a tripulação verificará e caso alguém esqueça de atender a recomendação será alertado para fazê-lo.
Prossegue pedindo que nesses dias ninguém acene ao cruzar com pequenos barcos de pesca, para não despertar curiosidade, pois caso eles se aproximem o navio poderá até mesmo mudar o rumo o que é muito difícil e demorado.
Dá instruções de como e para que áreas do navio os passageiros devem se refugiar no improvável acontecimento de abordagem e finaliza, acalmando a todos, que a companhia mantém monitoramento constante na área e na atividade desses piratas, dispõe de pessoal treinado e armado para a improvável abordagem, uma vez que navios do tipo do que nós viajamos não são alvo preferencial dos bandidos, pela velocidade que desenvolve etc.etc.etc….
Termina avisando que no dia dezenove Às 10:30 a.m. haverá informações e simulação dos procedimentos de emergência.
E se isso não é grande e forte emoção, muita emoção mesmo,para esse cruzeiro, não sei o que mais esperar....

Marinho Guzman
A troca, o troco, o truque e o trocado.

Às vezes os casamentos acabam por causa de uma troca.
Depois de alguma discussão cada um sai com o seu trocado.
Não há truque para resolver razoavelmente esse problema, a não ser que haja dor corno do trocado para dar o troco.

Marinho Guzman

Quando eu tinha uns dez anos as bancas de jornais e revistas pareciam templos de prazer.
Pinduca, Capitão Marvel, Mandrake, Zorro, Bolinha, Luluzinha, Mickey, Pato Donald, Fantasma e centenas de outros.
Sabedores de que a leitura ajudava na alfabetização, na imaginação e no desenvolvimento geral das sinapses, meu pai, mãe, tios e avós me presenteavam com pacotes dessas revistas.
Não importava que elas fossem repetidas, os jornaleiros tinham prazer em trocá-las pois na mesma hora eu comprava muitas outras.
Minha coleção era gigante. Estantes, armários, caixas, nada era suficiente para guardar as revistas que esporadicamente eram rearrumadas e lidas novamente.
Não sei em que época troquei as revistas em quadrinhos pelos livros de bolso.
FBI e Giselle a espiã nua que abalou Paris são os títulos que me ocorrem, nunca li uma Sabrina, mas eram dezenas com os mesmos assuntos.
Espionagem, assaltos, xerifes e bandidos do velho oeste, mágicos espiões, espiões mágicos, sempre as mesmas histórias, os mesmos assuntos com troca de nomes e de lugares mas com o mesmo fim, o bem ganhando do mal e eu procurando outro para ler.
A tal Giselle era uma coleção interminável da época da Segunda Grande Guerra e tinha títulos para mim muito eróticos, como A espiã estuprada, A espiã de calcinhas, sem calcinhas e com todo as a cores e tipos de calcinhas, A espiã que derrotou a KGB e outros do naipe.
Assunto? Ela dava para todo mundo para descobrir segredos de guerra e de Estado, cada vez que era pega, (sempre era) começava sendo comida pelo agente que a prendeu, pelo capitão, pelo coronel, pelo general, depois pelos carcereiros que além de comê-la a enchiam de porrada.
Cheia de hematomas ela era levada para um hospital, comida pelo enfermeiro, por vários médicos, seduzia o cara da faxina que facilitava sua fuga e no fim até eu tirava umas casquinhas….
Depois dos livros de bolso foi vez dos romances, Sherlock Holmes, a coleção de Agatha Crhistie, Robin Hood, James Bond milhares de outros.
Milhares porque certamente li milhares de revistas em quadrinhos, livros de bolso, romances e livros sobre todos os assuntos possíveis, descambando finalmente na internet, onde não bastasse ler, passei a escrever bobagens nas redes sociais e estou aqui, até que o último leitor me delete.
Daqui a pouco acordado ou não, em casa ou nesse navio no meio do mar, meus dedos vêm sozinhos para o notebook. Escrevem e postam textos às vezes interessantes, às vezes só umas lembranças bobas que não tem nada a ver.
Tudo culpa da leitura, da imaginação que ela desenvolveu e da paciência que vocês tem de ler, o que espero contribua para fazer com vocês o que fez comigo, imaginar, sonhar, viajar sem sair do lugar e contar histórias, muitas histórias, porque isso é muito legal.
Boa noite

24-461 - 480 do total de 1157 pensamentos na coleção de marinho guzman



Até onde a vista viu, até onde a memória alcança, até onde a realidade mostra,não há passado que resista aos rumos do futuro.

Acordei e vi pela janela a praia maravilhosa de sempre.
O mar estava calmo, o sol se movia lentamente.
Eram muitas as sombras, às sete e meia daquela manhã inesquecível do longínquo novembro.
Ao longe, cerca de trezentos metros, parecia só um ponto vermelho na areia cinza e se aproximava lentamente.
Duzentos e cinquenta, duzentos e vinte, duzentos, cento e sessenta metros.
Daí, já dava para ver que o ponto vermelho era um biquíni e que o contorno de um corpo escultural deixava mais que uma sombra, deixava um rastro, que percebo indelével na memória.
Hoje é só uma lembrança, mas que poderia ter feito a história da vida completamente diferente.
Não há passado que resista aos rumos que a vida leva.
Esse é o presente e será o futuro.
Mas não há passado que não especule outros rumos, outra vida, outro tudo.

Marinho Guzman

Aprenda a discordar usando a lógica.

Teimamos em discutir quem está certo e quem está errado, deixando os mais ou menos certos relegados aos os que estão errados.
Mas ser lógico, inteligente e oportunista é tentar e conseguir saber separar e aproveitar o que está certo do que está errado, bem como dar valor a quem quase acertou.
Na maioria das vezes quem está mais ou menos certo, num assunto que você conhece pouco, sabe mais do que você.
Não sei se esse meu raciocínio está certo. Pergunto, o que você acha? Será que estou certo ou errado?

Marinho Guzman

Temos uma democracia, mas ela é de tão baixa qualidade que é pior do que alguns regimes totalitários.
Nós nos vangloriamos de ter liberdade, mas vivemos presos na ignorância e com a ilusão de que a vontade da maioria pode ter algum significado.
Um monte de idiotas votando, só significa que as cabeças pensantes são conduzidas pelos ignorantes.
Isso não é uma defesa dos regimes totalitários, mas deveríamos pensar melhor em ter votos de qualidade.

Marinho Guzman

Beleza e dinheiro.
Muitas mulheres são acusadas de usar a beleza para conseguir o que querem.
A acusação vem, na maioria das vezes, de que não tem beleza, mas qual seria o problema de usá-la em favor próprio?
Homens e mulheres usam a simpatia, inteligência e perspicácia para conhecer e conquistar parceiros. O que começa com simples amizade pode ou não evoluir para um relacionamento mais sério.
Será que alguns homens deixariam de avaliar corretamente o caráter da mulher porque ela é bonita? Enganar-se-iam inadvertidamente?
Muitos trocariam caráter por beleza, sem os outros atributos que tornam o relacionamento saudável e duradouro?
É bem provável que um homem que assuma o relacionamento com uma mulher bonita sem caráter, tenha ainda menos do que ela.
E as mulheres? Trocariam um homem bom, por um idiota rico?
E aí não há o que julgar e condenar, é só dólar falso por cheque sem fundos.

Marinho Guzman

Quem desdenha quer comprar.

Certas pessoas desdenham e desprezam, na tentativa de desvalorizar.
Mas isso só atinge quem desconhece o próprio valor, tem baixa autoestima e não sabe o que é bom para si.
Ter e conquistar são palavras parecidas e ainda assim podem ter significados bem diferentes.
Conquistar com mérito é ter para sempre, e ter,momentânea, ou temporariamente,pode querer dizer que você está usando ou foi usado.

Marinho Guzman

Equilíbrio

Significa estabilidade, igualdade, justa proporção.
O homem costuma romper o equilíbrio quando busca no dinheiro, no poder e no prazer hedonista, os principais objetivos da vida.
Conseguir muito do mesmo, pode ser um desestabilizador da vida harmoniosa.
A história tem mostrado que desequilibrados são responsáveis por grandes dramas e tragédias que assolam a vida moderna.
A busca insana pelo sucesso e pelo poder destroem muitas vidas e você pode observar isso facilmente.
A felicidade está apoiada no equilíbrio e não no ter e no poder.
Pense nisso!

Marinho Guzman

Acordar no meio da noite e dormir no meio do dia parece ser prerrogativa de bebês e velhos.

Marinho Guzman

Revendo posições.

Sempre fui contra um ditado popular que diz:-Os incomodados que se mudem.
Fui derrotado pela falta de respeito com os meus direitos.
Cedo ou tarde mudarei!

Marinho Guzman

Coerência é a prevalência de uma maneira uniforme de pensar, proceder e julgar de acordo com parâmetros sociais aceitáveis.
É difícil acreditar que haja coerência na política, quando se depara com acordos que unem os cavalheiros a indivíduos sabidamente espertalhões, para não dizer criminosos, que roubam o dinheiro público e só não estão presos, porque usam parte do butim para comprar aqueles que deveriam fiscalizar as suas contas, advogados caros e juízes corruptos.
Algumas uniões políticas parecem mais formação de quadrilha para planejamento de crimes do que propriamente a ciência política que deveria conduzir os destinos de uma comunidade.

Marinho Guzman

Tem gente que é idiota e tem gente que se faz de idiota com tanta perfeição que fica sendo o mais perfeito idiota.

Marinho Guzman

Café com leite, pão com manteiga.

Descubro pelo Google que a minha trinca matutina tem cerca de trezentas calorias.
Combinam com as trezentas que eu gasto na esteira da Smart Fit quase todos os dias. São quatro quilômetros, na velocidade seis, por quarenta e cinco minutos, tempo aproveitado para exercitar o cérebro, que não para de ruminar o passado, o presente e tenta prever o futuro.
No almoço como sempre uma salada com grãos variados, folhas verdes, tomate, pepino, berinjela bem temperada e uma azeitona preta, tudo com muito azeite extravirgem, acompanhada de pequena posta peixe ou de peito de frango.Uma ou outra quarta-feira, como um arremedo de feijoada, arroz, feijão-preto, couve e três ou quatro rodelas de calabresa e uma mini bisteca. Às vezes num domingo, como bacalhau com batatas e arroz.
Meu o almoço diário raramente passa de trezentos e cinquenta gramas bem pesadas, sempre no excelente Restaurante Bambuzal.
Uma vez cada nunca, como no La Plage um Mc Donalds ou um capeletti do Bella Giulia.
Também não dispensamos, eu e a Amanda o filé à parisiense ou camarão à grega, no Monte Carlo do Zé Geraldo, sempre rachando o prato, lembrando que essas gordices são exceções e não posso ser acusado de glutão.
É raro o dia em que eu não tiro minha soneca depois do almoço que o europeu chama de sesta. Revigorante faz bem para o corpo e para a alma.
Eu e Amanda não jantamos. Às seis da tarde comemos um espartano lanche ou algum prato feito por ela com amor, que não enche barriga, não dá azia, má digestão nem pesadelo.
Lá pelas nove horas da noite como uma pequena salada de frutas bem variadas e lá se foi mais um dia de quem come com simplicidade só para viver.
A vida não se resume nisso, mas nem isso levaremos dela.

Marinho Guzman


O que você está fazendo no Artigonal, no Orkut, no Google,no Facebook e da vida?


Feliz Natal, Próspero Ano Novo, Parabéns a você!
Para muita gente a comunicação estará feita pelos próximos 365 dias.
Parece que os mais jovens se comunicam mais, vamos ficando mais velhos fechamos o círculo de amizades, falamos menos, ficamos mais introspectivos.
Sou destes! Dos mais velhos que se comunicam menos, que ficaram mais introspectivos. Nojento não! Até que sou camarada, chego a fazer alguns amigos novos, mesmo tendo a certeza de que essa amizade não vai muito longe.
Hoje em dia quando encontro velhos amigos faço menos festa do que há dez anos. Já sei que depois desse encontro, o máximo que vai rolar vai ser um ou outro telefonema, isso se não ficar mais dez anos sem ver o cara.
Ex-namorada e grande amiga então nem se fala.
Se você deu uma passadinha aqui no meu Artigonal, Orkut,no blog ou no Facebook com a intenção de deixar Boas Festas te agradeço de coração.
Será uma das poucas pessoas que por um ou outro motivo lembraram de mim. Se não for pedir muito, deixe mais do que Boas Festas, deixe umas palavras do passado. Pode ter certeza que são as velhas lembranças as que mais me tem emocionado. Deve ser coisa de quem já viveu o suficiente para dar mais valor às palavras do que aos presentes ou coisa de velho mesmo...
No mais, Feliz Natal, Próspero Ano Novo e porque não, fica já com um Parabéns a você, pelo seu próximo aniversário.
Se quiser me encontrar estou no Artigonal, Orkut, no Google e no Facebook, meu telefone é 13-99713-2020. Continuo pela vida, tentando aproveitar o máximo com o mínimo de esforço.
Apesar dos pesares tenho sempre um tempo para um papo. Afinal é para isso que sou fácil de encontrar no Orkut, no Google,no Facebook e na vida.
Feliz Natal! Passa por aqui no Ano Novo, será um prazer te ver novamente ou pelo menos, obrigado por ler mais uma das minhas bobagens.

Marinho Guzman
  
Quando você está num grupo e num certo momento não tem conhecimento suficiente de algum assunto, tem duas opções, fica calado ou fala bobagem.
Ninguém vai recriminá-lo por não conhecer todas as coisas de tudo, mas se você falar asneiras, no mínimo fará uma bela exposição da sua ignorância.

Marinho Guzman
Prioridades para bem administrar.

Por serem absolutamente diferentes, as prioridades de todos os indivíduos de uma comunidade precisam estar bem determinadas e serem efetivamente cumpridas.
Na falta ou na falha da clara exposição do cumprimento dessas obrigações, as administrações caem, não raro, na antipatia e nas reclamações de uma grande parte dos componentes de um grupo de pessoas ou de uma comunidade, onde me incluo.
É absolutamente claro que as prioridades da Praia das Pitangueiras e de outras praias da nossa cidade, são muito diferentes das comunidades do Bairro Morrinhos, da Vila Baiana e de outros bairros que sequer me aventuro nomear porque não os conheço.
Da mesma forma, as prioridades da educação e da saúde devem ser colocadas com destaque porque precisam atender a uma grande parte dos cidadãos do Guarujá.
Deve fazer parte do bom senso da Administração, atender dentro das possibilidades, todos os grupos.
Tida como bem comum, riqueza natural de todos os cidadãos do Guarujá, as praias são mais lembradas nos dias de sol, nos fins de semana e nas férias.
Até aí acho que todos temos igual entendimento e sintonia.
O problema começa quando o poder público esquece que para manter a ordem natural das coisas, algumas providências não são facultativas. Elas são obrigatórias.
Acho que só nomear essas providências que não estão sendo tomadas explicam a revolta de todos os moradores na orla da praia e da maioria dos frequentadores.
Não há banheiros suficientes.
Não existem estacionamentos regulamentados para autos, motos e bicicletas.
A sinalização da proibição do transito de bicicletas nas calçadas não é observada nem punida.
O comercio ilegal tomou conta das areias das praias fazendo concorrência desleal para com os demais comerciantes.
Os ambulantes e carrinhos de lanche não observam a legislação, a proibição da fritura nunca foi fiscalizada e se tornaram cozinhas a céu aberto.
Todo o lixo produzido é abandonado nas areias sem nenhum cuidado.
Depois de tudo isso, nós os moradores da orla, somos bombardeados com paralisações no transito por conta de festejos barulhentos que juntam meia dúzia de gatos pingados (bêbados), que certamente não representam os cidadãos do Guarujá.
Prioridade senhores, é a capacidade de administrar com sabedoria. E isso falta para algumas, felizmente não todas, as pessoas da atual administração da nossa cidade.

Marinho Guzman
   1 compartilhamentoEditarTags: prioridades guzmanVer
Circula na internet uma frase de autoria desconhecida que diz: “Não trate com prioridade que o trata como uma opção”.
Quem sabe administrar com inteligência as suas prioridades tem sempre um lugar de destaque para a pessoa amada e isso conduz a outra palavra que também é uma atitude. A reciprocidade.
Amor com amor se paga.

Marinho Guzman
A rola tomou conta da mídia essa semana, bem lembrada que foi pelo jornalista Ricardo Boechat, com a finalidade de mandar sutilmente o pregador Silas Malafaia fazer o que todos gostaríamos de mandar.
Eu usaria rolas mais duras, digo, palavras mais duras.
Só uns bobos recriminaram-no. Foi acusado de fiscal do cu alheio, misógino e outras bobageiras mas a grande maioria aprovou o esculacho.
Deixo de fazer outros comentários porque o Malafaia não merece tanto IBOPE, porque não sou de chutar cachorro morto e porque muita gente, mas muita mesmo escreveu o diabo para o pregador.
Só mais duas palavrinhas:-Obrigado Boechat.

Marinho Guzman
Suposições precipitadas geram erros fenomenais.
Não suponha nada, você pode estar errado e causar problemas para você e para os outros.
Supor é convencer-se de alguma coisa sem confirmação e isso leva nosso raciocínio a agir como a suposição fosse uma verdade inquestionável, passando a associá-la com informações verdadeiras armazenadas no nosso cérebro, numa mistura que pode ser explosiva para a reputação alheia.
Frequentemente suposições acabam se transformando em boatos e depois em perigosas mentiras.
Infelizmente e inconscientemente, muitas das suposições que fazemos são negativas.Damos grande importância às notícias ruins, estamos predispostos a pensar mal de algumas pessoas.
Se você não tem certeza de alguma coisa, se não checou diretamente, pergunte-se se o assunto é realmente da sua conta e se não for é melhor calar e cuidar da própria vida.
Algumas vezes fazemos suposições que prejudicam a nós mesmos. Supomos que não gostamos de alguma coisa, de alguém ou de algum lugar, sem saber exatamente porque. Depois de algum tempo, até por acaso e para nossa surpresa, constatamos que foi um engano.
A preguiça de checar os fatos, de buscar a verdade, pode gerar grandes erros e se isso não for bom para a reputação de outras pessoas, pode levar os demais à suposição que você não é uma pessoa legal.

Marinho Guzman

A liberdade e a igualidade e o princípio “erga omnes” não funcionarão sem termos antes as reformas necessárias para a correta aplicação da lei.
São louváveis as tentativas de fazer com que a Justiça seja igual para todos, mas quando a tentativa esbarra na falta de pressupostos essenciais, ela vem a ser arremedo de justiça, onde os ricos e poderosos sofrem tão somente o constrangimento de serem presos, para logo depois serem libertados por leis ruins e bons advogados.
Não serão suficientes alguns bons juízes, precisamos de muitos políticos honestos e isso é como procurar uma agulha num palheiro.

Marinho Guzman
Não há como encarar a morte a qualquer tempo, senão aceitá-la incondicionalmente.
Você pode não aceitá-la, mas ela não o poupará por isso.

Marinho Guzman
   
Eu e você, o Brasil e o Dunga.

Não vi ninguém criticando duramente a seleção nem o Dunga nesse curto período onde o Brasil ganhou onze vezes, de seleções tão medíocres quanto a própria.
Todo mundo sabia que mais dia menos dia a casa cairia, mas até aí a seleção e todos os envolvidos ganharam fortunas.
A casa caiu e o Brasil, que reclamou dos 7x1 contra a Alemanha, reclama agora do 1x0.
Nenhuma novidade.
Tido como celeiro do mundo, beneficiado pela natureza, pelos grandes rios e matas, livre de grandes catástrofes e acidentes meteorológicos e geológicos, o Brasil deveria ser o pulmão do mundo, o salvador da pátria, mas está morrendo de sede por desperdiçar a água, se afogando na fumaça da poluição e das queimadas, na indústria nordestina da seca.
E os políticos e banqueiros continuam ganhando fortunas.
Sou testemunha ocular que quase todos os países evoluíram muito mais que o Brasil nos últimos quarenta anos.
Por aqui, os corruptos ficaram milionários e você e eu, vamos ficar com os grandes problemas que estão batendo na porta.
Os culpados fomos nós por não termos conseguido mudar nem um pouco essas situações
Deveríamos abolir definitivamente o futebol, pelo menos acabaríamos com um grande número de ladrões e com o que restou do circo, já que nos faltará o pão.
Aliás, do circo o que restou fomos nós os palhaços.

Marinho Guzman

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá
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