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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Mulher mostra mas não é amostra.

Escolhas erradas.

O falso sentimento de saber tudo e ter poder, pode revelar falta de educação, de caráter e de humildade.
Há pessoas que galgam alguns degraus e pensam que já subiram toda a escada.
Isso pode até ser verdade, porque muitas pessoas só subirão escadas de três degraus.
O poder é efêmero, cargos são temporários e o favorecimento pessoal muda com a necessidade de abrir espaço para novos aliados.
Um experiente político me disse, que maus administradores começam escolhendo seus colaboradores pelos adversários, para mantê-los calados, perto e sob vigilância. 
Terminam cercados de mercenários, que ao primeiro sinal de naufrágio abandonam o navio como ratos, ou como ratos são afugentados ou exterminados.

terça-feira, 20 de junho de 2017

É melhor fazer uma coisa bem feita do que dez mal feitas.

A vida ás vezes parece um filme que você já assistiu.

Principalmente porque a vida de todo mundo tem o mesmo começo e o mesmo fim.
Às vezes a gente pode escolher um ou outro cenário, qual será o figurino e se vamos fazer humor ou fazer guerra. O que começa como humor pode se transformar em guerra e vice-versa.
A gente também pode escolher enredos diferentes, mas como diz o profeta, “maktub”, está escrito, o que tiver que ser, será.
A gente às vezes não percebe, mas somos sempre nós mesmos que escolhemos quanto vai ter de drama e de aventura.
A maioria sabe que não vai ganhar prêmios e fracassos são inexoráveis. Quase sempre não temos a bilheteria esperada.
Como num filme, a vida da gente também tem os atores principais, os coadjuvantes e os figurantes. Pela má escolha às vezes a gente inverte os papéis e só percebe quando é tarde demais para fazer qualquer troca.
Bem ou mal o filme se desenrola e, perto do final, você muitas vezes se pergunta se esse é mesmo o filme que você escolheu, ou se você entrou na sala errada.
É importante a gente saber que esse filme não tem ensaio e que esta será sempre a última sessão.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Umas lembranças.

A gente se engana, se engana muito, mas não se engana sempre e o futuro se encarrega de consertar algumas situações dúbias, apagar mentiras e dar castigos, deixando claro que o perdão repõe, já que não recompõe, cada coisa no seu lugar.
Jamais neguei ter errado, jamais me enganei colocando a minha culpa em outras pessoas, não culpei quem por ignorância, raiva e má-criação tentou me fazer mal ou subverter a verdade para fugir à própria parcela de culpa.
Assumo meus erros e tenho pago por eles o que deveria ter pago. Nem mais nem menos.

Por ter tido boa formação e saber reconhecer meus defeitos que se tornaram erros, por ter pago por eles e não pelo que tentaram me impingir, sinto-me perdoado.
Quem quer que depois de quase quarenta anos tente me fazer sentir culpado pelos seus próprios erros e pela situação que atravessa nos dias de hoje não merece crédito nem remorso, só esquecimento e claro, perdão.



sexta-feira, 16 de junho de 2017

Vida saudável...vida selvagem...


Todo dia eu leio, ouço e vejo dezenas de “especialistas” recomendando vida saudável, bons hábitos alimentares, atividade física, vitaminas, sais minerais, cremes e outras tantas coisas que a gente sabe que fazem bem à saúde.
Longe de mim dizer que estão errados mas quem quer que tenha 69 anos e siga todas essas regras não vai ter tempo para viver com satisfação dos setenta aos noventa.
Talvez seja melhor quebrar algumas regras usando o bom senso e aproveitar que já fizemos o possível para chegar até aqui com saúde e lembrar que muitas das antigas recomendações já foram abolidas por absoluta falta de provas de eficiência concreta.
Seja condescendente com você mesmo, porque os “especialistas” não são, mas nós não sabemos e ninguém garante que eles estejam seguindo à risca as regras que tentam impor?

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Meu presente no dia dos namorados.

Dia desses peguei carona numa postagem do Facebook, onde uma senhora reclamava veementemente que seu marido havia lhe dado de presente no dia das mãe uma Air Fryer.
Chego a duvidar que alguém não saiba o que é uma Air Fryer pois temos uma aqui em casa e depois dela, minha querida Amanda tornou-se uma “quase-chefe”, digna de ser convidada para o programa da Ana Maria Braga.
Quando começamos a namorar a Amanda não sabia nem fazer café, hoje, depois da Air Fryer ela elabora uns pratos realmente gostosos, a partir de produtos básicos semi-preparados, comprados no Pão de Açúcar. 
Fica tudo muito bom e eu recomendo para qualquer um que não seja um gourmet, como eu não sou.
Lembro-me ainda, que quando eu tinha uns dez anos, meu pai perguntou para minha mãe o que ela queria de presente no dia das mães e ela pediu uma processadora, seja lá o que fosse essa coisa, que para mim parecia um liquidificador. Minha mãe usou por muito tempo a engenhoca até que eles se desquitaram e ela definitivamente desistiu do meu pai, da processadora, do forno e do fogão.
Mas até onde eu sei, presente é aquilo que nos é útil e o presente que mais uso, de todos o que a Amanda me deu é uma cafeteira Dolce Gusto da Arno.
Não sei se você imagina meu prazer em fazer meu próprio café expresso a qualquer hora, sem ter que seguir receitas, sujar a cozinha toda e descobrir finalmente que o café ficou fraco ou frio. Praticamente todas as vezes que eu faço o café lembro que a cafeteira foi presente da Amanda e quando ela está por perto faço com que ela saiba o prazer que ela me proporciona. 
Encerrei meu aprendizado na cozinha depois de fazer barbaridades com uma pipoca e queimar os braços ao tentar fazer um chá de saquinho, ambos no micro-ondas. 
Hoje nem olho para ele e tenho que esperar uns dez minutos que o sorvete descongele em cima da pia para poder tirar da embalagem. Micro-ondas assassino nunca mais, só opero a Dolce Gusto.
Mas voltando ao presente que a Amanda me deu nesse dia dos namorados, tenho que confessar que depois de dezessete anos juntos tenho certa prática em saber o que ela pretende a partir da primeira frase. Ainda assim esse ano ela me surpreendeu.
Dias antes da data festiva, ela veio com aquela conversinha a respeito das minhas lembranças da infância e da juventude e eu contei a ela mais algumas passagens da minha tumultuada estada de dois anos de internato no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas.
Contei como eu fugi várias vezes e embarcava sozinho e clandestinamente nos ônibus da Cometa (eu tinha quatorze anos), contei que para voltar ao colégio eu chantageava meu pai e assim consegui meu primeiro gravador de fitas de rolo Geloso e minha segunda moto uma Leonette de 50cc. 
Contei que a comida no internato não era das melhores e que minha mãe levava todas as semanas bolachas, chocolates, queijos e enlatados para complementar as refeições. 
Tive que explicar o que era uma fiambrada pois ela nunca havia visto ou ouvido falar e acreditamos que isso não era mais produzido.
Fiambrada para quem não sabe, é uma mistura de várias carnes únicas ou misturadas, que vêm numa lata diferente, com um dos lados maior que o outro para facilitar a retirada sem que saia em pedaços etc. 
Não foram poucas as aventuras que eu tive naquele colégio interno e tenho muitas lembranças, a maioria péssimas, principalmente porque além das férias a gente só tinha duas saídas, uma na Semana Santa e outra na Semana da Pátria e eu por mau comportamento perdi todas durante todo o tempo.
Bem, mas voltando às boas lembranças e aos excelentes presentes que a Amanda me dá sempre, nesse dia dos namorados ela me deu um embrulhinho bem-feito com um cartão. 
No cartão, como de costume, lindas palavras e abrindo o pacote tive a grata surpresa de descobrir uma legitima fiambrada de R$4,80.

Amanda não quis nem experimentar, mas eu estou amando!

sábado, 10 de junho de 2017

Admitir os próprios erros.

Impossível para muitos, admitir os próprios erros não é coisa fácil.
Confissão de pecados e pecadilhos, erros crassos e outros nem tão graves, o acúmulo desses pesares pode ser entristecedor.
Quando você se entristece com possíveis injustiças de que foi vítima, grande parte desse pesar pode ser debitado a alguém, mas quando você tem convicção de que é vítima dos próprios erros o remédio pode ser bem amargo.
É por isso que tanta gente vive pondo a culpa de tudo nos outros.
Pura fuga momentânea que impede o aprendizado e a opção por errar menos.

A gente faz força para esquecer, finge que esquece, mas sofre com algumas lembranças, e isso é não perdoar. Dizem que errar é humano, perdoar é divino mas esquecer é que são os diabos...

Ouvir à boca pequena pode ser coisa de gente de língua grande.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Quem não aparece desaparece.

Amante do estilo denominado crônica li muitas, das cerca de quinhentas escritas por Danuza Leão nos seus doze anos como colunista do jornal Folha de São Paulo.
Nem o melhor dos melhores cronistas, exceto Heitor Cony, podem se dar ao luxo de fazer sempre das suas crônicas um texto claro, curto, inteligente e interessante, daqueles que a gente gostaria de ter escrito ainda que fosse o único.
Mas a maioria das crônicas de Danuza Leão são ou foram muito interessantes ao seu tempo a ponto de merecerem ser relidas e servirem de inspiração.
Com saudades do seu estilo pesquisei no Google e fui lembrado
pela cagueta da Wikipédia que ela tem oitenta e três anos. Nova, se compararmos ao Cony que já fez noventa e um dia desses. 
Não tenho notícias de que ela continue escrevendo em algum jornal ou revista. Ela está esquecida. Mas eu não esqueço.

NAMOROFOBIA – DANUZA LEÃO
"A praga da década são os namorofóbicos. Homens (e mulheres) estão cada vez mais arredios ao título de namorado, mesmo que, na prática, namorem. Uma coisa muito estranha. Saem, fazem sexo, vão ao cinema, frequentam as respectivas casas, tudo numa frequência de namorados, mas não admitem. Têm alguns que até têm o cuidado de quebrar a constância só para não criar jurisprudência, como se diria em juridiquês. Podem sair várias vezes numa semana, mas aí tem que dar uns intervalos regulamentares, que é para não parecer namoro. – É tua namorada?- Não, a gente tá ficando. – Ficando aonde, cara pálida? Negam o namoro até a morte, como se namoro fosse casamento, como se o título fizesse o monge, como se namorar fosse outorgar um título de propriedade. Devem temer que ao chamar de namorada (o) a criatura se transforme numa dominadora sádica, que vai arrastar a presa para o covil, fazer enxoval, comprar alianças, apresentar para a parentada toda e falar de casamento – não vai. Não a menos que seja um (a) psicopata. Mais pata que psico. Namorar é leve, é bom, é gostoso. Se interessar pelo outro e ligar pra ver se está tudo bem, pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto, de dividir. A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado. Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pode pronunciar a palavra macabra: NAMORO. Antes, o problema era outro: CASAMENTO. Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta. Agora é o namoro, que deveria ser o test drive, a experiência, com toda a leveza do mundo. Daqui a pouco, o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber o nome. Do que o medo? Da responsabilidade? Da cobrança? De gostar? Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado….Não é porque 'a gente tá ficando' que não se deve respeito, carinho e cuidado. Não é porque 'a gente tá ficando' que você vai para cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói ou que não é filhadaputice. Não é porque 'a gente tá ficando' que o outro passa a ser mais um número no rol das experiências sexuais - e só. Ou é? Tô ficando velha? Se estiver, paciência. Comigo, só namorando!!!"

Nos tempos em que quadrilha era só uma dança.

Nos tempos em que quadrilha era só uma dança.
Quando eu tinha uns quinze anos, no mês de junho não se falava em outra coisa a não ser nas festas caipira.
Santo Antônio, São Pedro e São João.
Quermesses, barracas de comidas, dança de quadrilha, faziam com que a gente se aconchegasse numa fogueira, comesse pipoca, pinhão, milho cozido, caldo verde e um sem número de outros quitutes, quase sempre à beira de uma fogueira e olhando os balões que coloriam o céu.Alguns mais ousados tentavam escalar o pau-de-sebo e todo mundo usava fantasia, ou pelo menos algo que estilizasse o tema, como remendos coloridos nas calças de barras viradas e nas saias rendadas. Camisas xadrez, lenços no pescoço, chapéu de palha e botas eram imprescindíveis.
As meninas mais bonitas se fantasiavam de noiva, usavam grandes tranças e espalhafatosa maquiagem vermelha, tudo cobrindo totalmente o corpo, mal se vendo as mãos. O ápice da festa era o casamento caipira.
Não havia celulares, whatsapp, twitter nem Facebook e o negócio era mesmo o correio elegante, com recados inocentes e promessa de beijos que na maioria das vezes não passavam da imaginação.
A dança era a das quadrilhas, sempre bem ensaiadas e nada parecidas com as de agora, que têm uma corrupção que sempre existiu, mas se comparada à do bandidão da época, o Adhemar de Barros e a atual do Lula, poderíamos dizer que ele foi um trombadinha aprendiz do grande ladrão.
As festas terminavam sempre com uma grande queima de fogos de artifício que ou eram mais seguros, ou o pessoal mais cuidadoso, porque pouco me lembro de acidentes com rojões, queimaduras de bombas ou incêndios provocados por balões.
Quem não tem saudades dos seus quinze anos?

terça-feira, 6 de junho de 2017

Otimismo.

Começo a entender as muitas mensagens dos amigos do Facebook mencionando otimismo a toda prova, com toda sorte de catástrofes que assolam a humanidade.
Estão confusos e confundindo ser otimista com a remota possibilidade de estar otimista com o futuro próximo do Brasil.
Ser otimista é uma coisa, estar otimista é bem diferente.

Parabéns Amanda Palma

Sou dos que recriminam as excessivas comemorações em datas marcadas, como o dia dos namorados, Natal, dia das crianças e outros, sabedor que quase sempre são campanhas de marketing.
Dia das mães não conta, porque afinal, todo dia e sempre é dia delas.
Ontem foi aniversário da minha querida Amanda. 
Desejei os parabéns assim que ela acordou e lembramos a data algumas vezes no dia. 
Esse ano não teve bolo com velas, parabéns a você, champagne nem jantarzinho num restaurante gostoso.
Ela recebeu mais de 200 lembranças no Facebook, parentes e amigas mais chegadas ligaram e juntos compramos o presente dela, um perfume que ela gosta muito o Dior Hypnotic Poison pois no frasco dela só tinha o cheiro rsss….
Sei que ela procurou e não achou um pequeno texto como os que escrevo todo ano, mas não reclamou a sua falta, assim como não reclama das minhas faltas, seja porque não são tão graves, seja porque ela as releva na sua magnânima bondade, e sabe, que gestos valem mais do que palavras, que o dia a dia, vale mais do que as comemorações de um dia.
Mas se não teve texto, não foi falta de inspiração. 
Falta de inspiração é falta do que falar e eu nunca deixei de ter o que falar da Amanda. 
Se a maioria dos dias parecem iguais, ela todo dia é diferente, simplesmente porque a cada dia seu espírito se aperfeiçoa e ela se torna melhor.
Ontem a Amanda completou seu milésimo “Okiyome”, uma dádiva de Deus concedida a uns poucos que têm fé e disciplina. Eu não saberia explicar exatamente o que é nem o que significa mas sei que por mil vezes nesses últimos tempos ela recebeu diretamente a Luz Divina que a torna tão iluminada.
Todos que a conhecem talvez não saibam o que é Okiyiome mas sabem que Deus está presente na vida de todo mundo e tem um olhar especial para a Amanda, pessoa boníssima e que nunca me deixará sem inspiração mas que às vezes podem até faltar palavras que exprimam exatamente as suas virtudes.

Hoje e sempre,
Parabéns

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá
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