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domingo, 29 de janeiro de 2017

Enganar ninguém algum tempo

Quando você elogia ou festeja um crápula,especialmente políticos, não transfere muita coisa para ele, nem as pessoas acreditam muito nisso, mas pensam logo que você está ganhando alguma coisa e absorvendo algo de ruim que ele tem.
Nesse caso, é bem provável que você não engane ninguém, por muito tempo.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Tanto faz, de tanto que a gente já fez.

Antigamente eu andava com papel e caneta e corria escrever possíveis ideias boas.
Hoje acho que na hora de escrever, se a ideia é boa, estará mais na ponta dos dedos que no papelucho quase sempre perdido.
Parece que eu já vi tanto e já fiz tanto que será difícil vivenciar novidades, melhor mesmo é trazer da memória, do passado, umas ideias e adaptá-las ao presente, que daqui a pouco já será futuro.
Estava pensando na situação em que estão Dona Letícia, Lula, Marcelo Odebrech, em quem foi Eike Batista e o que o destino reservou para Schumacher, sete vezes campeão mundial de Fórmula um, único, de uma lista que tem menos de cem pessoas vivas e nem o dobro disso em todos os tempos.
Graça e desgraça andam juntas e o sobe e desce faz parte da vida de todo mundo, com umas quedas vertiginosas e sem volta para muitos.
Ter feito muito só é vantagem para quem fez e não adianta exibir as próprias conquistas porque, para quem fez pouco ou nada, tanto faz.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Redes sociais e internet.


De repente parece que o mundo político se deu conta da força inimaginável das redes sociais e da internet.
De A a Z, eu diria de Trump a Suman, de Michel Teló, perdão, Michel Temer, o caricato, com seus gestos teatralizados e mãos de maestro, passando com louvor por João Dória o maior comunicador atual moderno que eu conheço, os políticos que já sabiam que administrar é gerenciar prioridades, dão mais, primeiro e sem censura, satisfação ao público das redes sociais do que quaisquer outros políticos do passado.
Tuitando ou em posts bem estruturados no Facebook eles, com seus próprios dedos, dizem o que pretendem fazer, contam o que fizeram e têm a força das massas para pressionar quem lhes fizer oposição, ainda que meio esdrúxulas possam parecer as promessas de resolver o problema das enchentes no Guarujá, do envolvimento político dos Estados Unidos nas guerras alienígenas ou o monte de problemas juntos que se acumularam em São Paulo pelas desastrosas gestões petistas de Luíza Arundina, Marta Suplício, e do péssimo Fernandinho Beira Haddad.
E se eles já perceberam isso, nós temos que perceber a força que podemos ter sendo a parte principal desse público que merece satisfação.
Somos nós que podemos e devemos pressionar para que eles só tenham tempo para trabalhar e dar satisfação, sem tempo para conspirar.
Mandemos brasa!

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O tesão não acaba, ele muda de lugar.

Alemão, meu querido amigo de farras, falecido na década de setenta aos trinta e seis anos, oito anos mais velho do que eu e personagem de uma outra crônica cujo título é “Correu sangue de puta ninguém segura”, vivia repetindo a frase “Tesão não acaba, ele muda de lugar”, quando qualquer um duvidava da sua masculinidade ou da sua capacidade em nos acompanhar nas suspeitas boates de São Paulo que existiam na Rua Major Sertório ou no final da Rua Augusta, já próximo do centro da cidade onde existiu o famosíssimo Restaurante Piolin no número 311, reduto de artistas, boêmios e moças liberais e que eu soube fechou recentemente pois o dono perdeu o tesão de trabalhar.
Tenho poucas notícias daquela turma que deve estar beirando os setenta anos e certamente viu o tesão acabar ou mudar de lugar. Certamente para bem longe daquelas boates e suas alegres frequentadoras, que se vivas estiverem, devem ser extremosas avós ou umas putas velhas.
A frase dúbia do Alemão certamente fazia menção a certos malandros velhos que naquela época distante da descoberta dos remédios para disfunção erétil passavam para o sexo oral.
Lembrei-me do assunto mercê da volúpia do meu prazer oral nos últimos tempos.
Percebo nitidamente que o Alemão estava certo e que o tesão não acaba, ele só muda de lugar e o meu, acabo de descobrir, mudou-se sem aviso para a geladeira.




É preciso mudar.

O sol nasce, o transporte coletivo gira nervoso, as pessoas vão, cada uma para o seu trabalho. As aulas recomeçam, o comércio abre, os restaurantes e botecos preparam o almoço.
O corre-corre nervoso dos transeuntes parece ser a única opção do povo.
Todo mundo andando de um lado para outro, como se cada um tivesse um rumo diferente que no fim é igual. São os afazeres diários, hoje a razão principal de viver ou de sobreviver.
Para alguns depois do trabalho ainda há a escola e chegar em casa para o descanso parece cada vez mais distante, ideal que culmina no travesseiro, cada vez menos cumprindo a tarefa de descansar cabeças.
As oito horas de trabalho e o que deveriam ser oito de sono se apertam diante de obrigações que cada vez mais se alargam, roubando horas e horas no transporte torturante, no trânsito cruel, na violência urbana que consome a paciência e a verdadeira razão de ser, que é o prazer de viver.
Quando a gente pensa que há dois dias inteiros para o lazer, o sábado e o domingo, o cansaço se apropria de várias horas, o trabalho de casa outras tantas e quem pensa em dar uma saída para encontrar os amigos ou ir ao cinema pode estar assinando a própria sentença de morte, ao arriscar-se com a violência nos bares e discotecas ou ser roubado num arrastão na praia ou nos restaurantes.
O domingo que sempre foi dedicado ao Senhor hoje é dia de praia, cinema, shopping e qualquer outra coisa, menos de agradecimento, compartilhamento e oração.
Ah…. Quando eu falei que domingo é sinônimo de praia estou falando para quem mora na praia, porque se você mora em qualquer cidade a cem quilômetros dela pode esquecer, porque chegar a pisar na areia e a molhar a bunda pode significar horas e horas de congestionamento sob sol escaldante e chumbo quente, uma vez que os congestionamentos estão para os ladrões como as estradas de terra esburacadas estiveram para as diligências do velho oeste, paraíso dos bandidos mascarados que depenavam os viajantes.

Se você concorda comigo, tente mudar e se não concorda é porque não sabe quanto é bom para quem já mudou….

sábado, 7 de janeiro de 2017

Há quem pense que está resolvendo um problema mas está criando vários.


A organização social econômica e política é essencial para a manutenção da paz social.
Há parcelas da população em qualquer parte do mundo que sofrem com a falta de educação, falta de emprego, falta de comida e falta de justiça.
Na nossa cidade há centenas de favelas e milhares de desempregados, todo buscando sobreviver.
É nessa toada que parte da sociedade dita privilegiada aceita a mendicância, tolera o crime de extorsão dos guardadores de carros e se apieda dos ambulantes que vendem de tudo nas ruas e nas praias.
Ocorre que quando a administração deixa de organizar e fiscalizar qualquer atividade os efeitos colaterais são mais maléficos do que podem parecer, senão vejamos:
As empresas de transporte coletivo funcionam ou deveriam funcionar vinte e quatro horas por dia atendendo a população.
Se lhes fosse permitido, reduziriam esse horário só para os horários onde há grande quantidade de passageiros, o valor da passagem seria muito menor mas população estaria desassistida a maior parte do dia.
O mesmo acontece com o comércio na nossa cidade. Durante todo o ano os comerciantes mantém as portas abertas, funcionários registrados e pagam aluguéis e outros encargos.
Só no verão contam com grande número de veranistas e turistas que deveriam lhe garantir o faturamento para subsistirem por todo o ano.
Nos últimos anos da desastrada administração de Maria Antonieta de Brito, toda sorte de desmandos foi tolerada. Existem milhares, vou repetir, milhares de carrinhos de roupas, alimentos e outras quinquilharias vendendo as mesmas coisas que se vendem nos bares, padarias e nas lojas dos pequenos comerciantes do Guarujá, exclusivamente na temporada, fazendo a concorrência desleal que faz minguar o faturamento das lojas estabelecidas que não conseguem mais sobreviver o ano inteiro atendendo regularmente os moradores da cidade.
Nos próximos dias questionarei a Ouvidoria do Guarujá para saber quantos são, quais as atividades permitidas e qual a localização desses ambulantes bem como qual o regime fiscal obrigatório para os que vender roupas nesses carrinhos que têm mais mercadoria do que muitas lojas estabelecidas, pagando impostos, aluguéis e outros encargos durante todo o ano.
Não adianta tolerar a ilegalidade.
Ou todos nos locupletemos ou restaure-se a moralidade.(Stanislaw Ponte Preta).

Há muitas coisas que os olhos não veem mas o coração sente.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

As quatro estações da vida.

É no outono da vida que a gente lembra, que já se foram a primavera e verão e que o inverno se aproxima.
Já passamos pelas estações das cores alegres e fortes, já deixamos as temperaturas amenas, já erramos e tivemos as nossas chances, já aprendemos e voltamos a errar.
Agora há um certo recolhimento, as feições se tornam mais sérias, mesmo que a gente não queira ou tente disfarçá-las.
Cada estação tem as suas belezas, mas é importante que a gente esteja vestido sempre de acordo e preparado para uma possível retirada rápida e estratégica.
Quando o jovem erra a gente perdoa e diz que foi um engano.
Quando um velho erra a gente diz que repetir os erros é burrice.
E, a qualquer tempo, para um coração gelado pode aparecer um casaco antigo, esquecido por alguém ou por nós mesmos,de algum canto da memória.

O Facebook e o teatro que a vida é.

Tenho entre meus amigos do Facebook vereadores, deputados, prefeitos, governadores e muito mais gente importante.
Amigos virtuais.
Tenho reencontrado aqui velhos amigos que são vencedores nas suas profissões e outros que como eu, pularam de galho em galho e devem estar gratos por ainda estarem vivos.
Foram grandes viagens, grandes aventuras .Várias quedas.
Tenho amigos de dezenas de anos e outros de poucos dias. 
Todos enganosamente tão próximos quanto um único clique, o que dá para perceber quanto é errada a percepção da distância na internet.
Mas é por aqui que tenho feito dos conhecidos virtuais amigos, e com os velhos amigos relembrado gostosas experiências.
Cada dia fico mais grato pelos meus muitos erros. Eles me proporcionaram os acertos.
São os acertos que me trazem as memórias mais fortes dessa experiência única que é viver.
Cada dia fico mais grato por ter vivido o suficiente para poder escrever essa história, ao invés de ter vivido a história dos outros ou a história que gostariam que eu trilhasse.
Cada linha que eu escrevo é a síntese de muitos dias de viver intenso e em cada curtida que eu recebo sei que escrevi algo que fez com que essa pessoa também revivesse um pouco da própria vida.
Se com os velhos amigos tive história , resta a possibilidade cada vez mais remota, de continuar a escrever novas histórias ainda que virtuais.
E vamos e venhamos, de que adiantaria eu ficar me lamuriando aqui ou em qualquer lugar, pela vida que eu deveria ter vivido e da história que eu poderia escrever.
Muita gente já escreveu que a vida não tem ensaio. O show tem que continuar!
Então gente, qualquer “curtir” prá mim tá mais para aplauso do que para vaia...quem sabe a gente ainda não participa junto de mais um Ato.
Curte aí pô!!!

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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