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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Mulher mostra mas não é amostra.

Escolhas erradas.

O falso sentimento de saber tudo e ter poder, pode revelar falta de educação, de caráter e de humildade.
Há pessoas que galgam alguns degraus e pensam que já subiram toda a escada.
Isso pode até ser verdade, porque muitas pessoas só subirão escadas de três degraus.
O poder é efêmero, cargos são temporários e o favorecimento pessoal muda com a necessidade de abrir espaço para novos aliados.
Um experiente político me disse, que maus administradores começam escolhendo seus colaboradores pelos adversários, para mantê-los calados, perto e sob vigilância. 
Terminam cercados de mercenários, que ao primeiro sinal de naufrágio abandonam o navio como ratos, ou como ratos são afugentados ou exterminados.

terça-feira, 20 de junho de 2017

É melhor fazer uma coisa bem feita do que dez mal feitas.

A vida ás vezes parece um filme que você já assistiu.

Principalmente porque a vida de todo mundo tem o mesmo começo e o mesmo fim.
Às vezes a gente pode escolher um ou outro cenário, qual será o figurino e se vamos fazer humor ou fazer guerra. O que começa como humor pode se transformar em guerra e vice-versa.
A gente também pode escolher enredos diferentes, mas como diz o profeta, “maktub”, está escrito, o que tiver que ser, será.
A gente às vezes não percebe, mas somos sempre nós mesmos que escolhemos quanto vai ter de drama e de aventura.
A maioria sabe que não vai ganhar prêmios e fracassos são inexoráveis. Quase sempre não temos a bilheteria esperada.
Como num filme, a vida da gente também tem os atores principais, os coadjuvantes e os figurantes. Pela má escolha às vezes a gente inverte os papéis e só percebe quando é tarde demais para fazer qualquer troca.
Bem ou mal o filme se desenrola e, perto do final, você muitas vezes se pergunta se esse é mesmo o filme que você escolheu, ou se você entrou na sala errada.
É importante a gente saber que esse filme não tem ensaio e que esta será sempre a última sessão.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Umas lembranças.

A gente se engana, se engana muito, mas não se engana sempre e o futuro se encarrega de consertar algumas situações dúbias, apagar mentiras e dar castigos, deixando claro que o perdão repõe, já que não recompõe, cada coisa no seu lugar.
Jamais neguei ter errado, jamais me enganei colocando a minha culpa em outras pessoas, não culpei quem por ignorância, raiva e má-criação tentou me fazer mal ou subverter a verdade para fugir à própria parcela de culpa.
Assumo meus erros e tenho pago por eles o que deveria ter pago. Nem mais nem menos.

Por ter tido boa formação e saber reconhecer meus defeitos que se tornaram erros, por ter pago por eles e não pelo que tentaram me impingir, sinto-me perdoado.
Quem quer que depois de quase quarenta anos tente me fazer sentir culpado pelos seus próprios erros e pela situação que atravessa nos dias de hoje não merece crédito nem remorso, só esquecimento e claro, perdão.



sexta-feira, 16 de junho de 2017

Vida saudável...vida selvagem...


Todo dia eu leio, ouço e vejo dezenas de “especialistas” recomendando vida saudável, bons hábitos alimentares, atividade física, vitaminas, sais minerais, cremes e outras tantas coisas que a gente sabe que fazem bem à saúde.
Longe de mim dizer que estão errados mas quem quer que tenha 69 anos e siga todas essas regras não vai ter tempo para viver com satisfação dos setenta aos noventa.
Talvez seja melhor quebrar algumas regras usando o bom senso e aproveitar que já fizemos o possível para chegar até aqui com saúde e lembrar que muitas das antigas recomendações já foram abolidas por absoluta falta de provas de eficiência concreta.
Seja condescendente com você mesmo, porque os “especialistas” não são, mas nós não sabemos e ninguém garante que eles estejam seguindo à risca as regras que tentam impor?

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Meu presente no dia dos namorados.

Dia desses peguei carona numa postagem do Facebook, onde uma senhora reclamava veementemente que seu marido havia lhe dado de presente no dia das mãe uma Air Fryer.
Chego a duvidar que alguém não saiba o que é uma Air Fryer pois temos uma aqui em casa e depois dela, minha querida Amanda tornou-se uma “quase-chefe”, digna de ser convidada para o programa da Ana Maria Braga.
Quando começamos a namorar a Amanda não sabia nem fazer café, hoje, depois da Air Fryer ela elabora uns pratos realmente gostosos, a partir de produtos básicos semi-preparados, comprados no Pão de Açúcar. 
Fica tudo muito bom e eu recomendo para qualquer um que não seja um gourmet, como eu não sou.
Lembro-me ainda, que quando eu tinha uns dez anos, meu pai perguntou para minha mãe o que ela queria de presente no dia das mães e ela pediu uma processadora, seja lá o que fosse essa coisa, que para mim parecia um liquidificador. Minha mãe usou por muito tempo a engenhoca até que eles se desquitaram e ela definitivamente desistiu do meu pai, da processadora, do forno e do fogão.
Mas até onde eu sei, presente é aquilo que nos é útil e o presente que mais uso, de todos o que a Amanda me deu é uma cafeteira Dolce Gusto da Arno.
Não sei se você imagina meu prazer em fazer meu próprio café expresso a qualquer hora, sem ter que seguir receitas, sujar a cozinha toda e descobrir finalmente que o café ficou fraco ou frio. Praticamente todas as vezes que eu faço o café lembro que a cafeteira foi presente da Amanda e quando ela está por perto faço com que ela saiba o prazer que ela me proporciona. 
Encerrei meu aprendizado na cozinha depois de fazer barbaridades com uma pipoca e queimar os braços ao tentar fazer um chá de saquinho, ambos no micro-ondas. 
Hoje nem olho para ele e tenho que esperar uns dez minutos que o sorvete descongele em cima da pia para poder tirar da embalagem. Micro-ondas assassino nunca mais, só opero a Dolce Gusto.
Mas voltando ao presente que a Amanda me deu nesse dia dos namorados, tenho que confessar que depois de dezessete anos juntos tenho certa prática em saber o que ela pretende a partir da primeira frase. Ainda assim esse ano ela me surpreendeu.
Dias antes da data festiva, ela veio com aquela conversinha a respeito das minhas lembranças da infância e da juventude e eu contei a ela mais algumas passagens da minha tumultuada estada de dois anos de internato no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas.
Contei como eu fugi várias vezes e embarcava sozinho e clandestinamente nos ônibus da Cometa (eu tinha quatorze anos), contei que para voltar ao colégio eu chantageava meu pai e assim consegui meu primeiro gravador de fitas de rolo Geloso e minha segunda moto uma Leonette de 50cc. 
Contei que a comida no internato não era das melhores e que minha mãe levava todas as semanas bolachas, chocolates, queijos e enlatados para complementar as refeições. 
Tive que explicar o que era uma fiambrada pois ela nunca havia visto ou ouvido falar e acreditamos que isso não era mais produzido.
Fiambrada para quem não sabe, é uma mistura de várias carnes únicas ou misturadas, que vêm numa lata diferente, com um dos lados maior que o outro para facilitar a retirada sem que saia em pedaços etc. 
Não foram poucas as aventuras que eu tive naquele colégio interno e tenho muitas lembranças, a maioria péssimas, principalmente porque além das férias a gente só tinha duas saídas, uma na Semana Santa e outra na Semana da Pátria e eu por mau comportamento perdi todas durante todo o tempo.
Bem, mas voltando às boas lembranças e aos excelentes presentes que a Amanda me dá sempre, nesse dia dos namorados ela me deu um embrulhinho bem-feito com um cartão. 
No cartão, como de costume, lindas palavras e abrindo o pacote tive a grata surpresa de descobrir uma legitima fiambrada de R$4,80.

Amanda não quis nem experimentar, mas eu estou amando!

sábado, 10 de junho de 2017

Admitir os próprios erros.

Impossível para muitos, admitir os próprios erros não é coisa fácil.
Confissão de pecados e pecadilhos, erros crassos e outros nem tão graves, o acúmulo desses pesares pode ser entristecedor.
Quando você se entristece com possíveis injustiças de que foi vítima, grande parte desse pesar pode ser debitado a alguém, mas quando você tem convicção de que é vítima dos próprios erros o remédio pode ser bem amargo.
É por isso que tanta gente vive pondo a culpa de tudo nos outros.
Pura fuga momentânea que impede o aprendizado e a opção por errar menos.

A gente faz força para esquecer, finge que esquece, mas sofre com algumas lembranças, e isso é não perdoar. Dizem que errar é humano, perdoar é divino mas esquecer é que são os diabos...

Ouvir à boca pequena pode ser coisa de gente de língua grande.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Quem não aparece desaparece.

Amante do estilo denominado crônica li muitas, das cerca de quinhentas escritas por Danuza Leão nos seus doze anos como colunista do jornal Folha de São Paulo.
Nem o melhor dos melhores cronistas, exceto Heitor Cony, podem se dar ao luxo de fazer sempre das suas crônicas um texto claro, curto, inteligente e interessante, daqueles que a gente gostaria de ter escrito ainda que fosse o único.
Mas a maioria das crônicas de Danuza Leão são ou foram muito interessantes ao seu tempo a ponto de merecerem ser relidas e servirem de inspiração.
Com saudades do seu estilo pesquisei no Google e fui lembrado
pela cagueta da Wikipédia que ela tem oitenta e três anos. Nova, se compararmos ao Cony que já fez noventa e um dia desses. 
Não tenho notícias de que ela continue escrevendo em algum jornal ou revista. Ela está esquecida. Mas eu não esqueço.

NAMOROFOBIA – DANUZA LEÃO
"A praga da década são os namorofóbicos. Homens (e mulheres) estão cada vez mais arredios ao título de namorado, mesmo que, na prática, namorem. Uma coisa muito estranha. Saem, fazem sexo, vão ao cinema, frequentam as respectivas casas, tudo numa frequência de namorados, mas não admitem. Têm alguns que até têm o cuidado de quebrar a constância só para não criar jurisprudência, como se diria em juridiquês. Podem sair várias vezes numa semana, mas aí tem que dar uns intervalos regulamentares, que é para não parecer namoro. – É tua namorada?- Não, a gente tá ficando. – Ficando aonde, cara pálida? Negam o namoro até a morte, como se namoro fosse casamento, como se o título fizesse o monge, como se namorar fosse outorgar um título de propriedade. Devem temer que ao chamar de namorada (o) a criatura se transforme numa dominadora sádica, que vai arrastar a presa para o covil, fazer enxoval, comprar alianças, apresentar para a parentada toda e falar de casamento – não vai. Não a menos que seja um (a) psicopata. Mais pata que psico. Namorar é leve, é bom, é gostoso. Se interessar pelo outro e ligar pra ver se está tudo bem, pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto, de dividir. A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado. Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pode pronunciar a palavra macabra: NAMORO. Antes, o problema era outro: CASAMENTO. Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta. Agora é o namoro, que deveria ser o test drive, a experiência, com toda a leveza do mundo. Daqui a pouco, o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber o nome. Do que o medo? Da responsabilidade? Da cobrança? De gostar? Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado….Não é porque 'a gente tá ficando' que não se deve respeito, carinho e cuidado. Não é porque 'a gente tá ficando' que você vai para cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói ou que não é filhadaputice. Não é porque 'a gente tá ficando' que o outro passa a ser mais um número no rol das experiências sexuais - e só. Ou é? Tô ficando velha? Se estiver, paciência. Comigo, só namorando!!!"

Nos tempos em que quadrilha era só uma dança.

Nos tempos em que quadrilha era só uma dança.
Quando eu tinha uns quinze anos, no mês de junho não se falava em outra coisa a não ser nas festas caipira.
Santo Antônio, São Pedro e São João.
Quermesses, barracas de comidas, dança de quadrilha, faziam com que a gente se aconchegasse numa fogueira, comesse pipoca, pinhão, milho cozido, caldo verde e um sem número de outros quitutes, quase sempre à beira de uma fogueira e olhando os balões que coloriam o céu.Alguns mais ousados tentavam escalar o pau-de-sebo e todo mundo usava fantasia, ou pelo menos algo que estilizasse o tema, como remendos coloridos nas calças de barras viradas e nas saias rendadas. Camisas xadrez, lenços no pescoço, chapéu de palha e botas eram imprescindíveis.
As meninas mais bonitas se fantasiavam de noiva, usavam grandes tranças e espalhafatosa maquiagem vermelha, tudo cobrindo totalmente o corpo, mal se vendo as mãos. O ápice da festa era o casamento caipira.
Não havia celulares, whatsapp, twitter nem Facebook e o negócio era mesmo o correio elegante, com recados inocentes e promessa de beijos que na maioria das vezes não passavam da imaginação.
A dança era a das quadrilhas, sempre bem ensaiadas e nada parecidas com as de agora, que têm uma corrupção que sempre existiu, mas se comparada à do bandidão da época, o Adhemar de Barros e a atual do Lula, poderíamos dizer que ele foi um trombadinha aprendiz do grande ladrão.
As festas terminavam sempre com uma grande queima de fogos de artifício que ou eram mais seguros, ou o pessoal mais cuidadoso, porque pouco me lembro de acidentes com rojões, queimaduras de bombas ou incêndios provocados por balões.
Quem não tem saudades dos seus quinze anos?

terça-feira, 6 de junho de 2017

Otimismo.

Começo a entender as muitas mensagens dos amigos do Facebook mencionando otimismo a toda prova, com toda sorte de catástrofes que assolam a humanidade.
Estão confusos e confundindo ser otimista com a remota possibilidade de estar otimista com o futuro próximo do Brasil.
Ser otimista é uma coisa, estar otimista é bem diferente.

Parabéns Amanda Palma

Sou dos que recriminam as excessivas comemorações em datas marcadas, como o dia dos namorados, Natal, dia das crianças e outros, sabedor que quase sempre são campanhas de marketing.
Dia das mães não conta, porque afinal, todo dia e sempre é dia delas.
Ontem foi aniversário da minha querida Amanda. 
Desejei os parabéns assim que ela acordou e lembramos a data algumas vezes no dia. 
Esse ano não teve bolo com velas, parabéns a você, champagne nem jantarzinho num restaurante gostoso.
Ela recebeu mais de 200 lembranças no Facebook, parentes e amigas mais chegadas ligaram e juntos compramos o presente dela, um perfume que ela gosta muito o Dior Hypnotic Poison pois no frasco dela só tinha o cheiro rsss….
Sei que ela procurou e não achou um pequeno texto como os que escrevo todo ano, mas não reclamou a sua falta, assim como não reclama das minhas faltas, seja porque não são tão graves, seja porque ela as releva na sua magnânima bondade, e sabe, que gestos valem mais do que palavras, que o dia a dia, vale mais do que as comemorações de um dia.
Mas se não teve texto, não foi falta de inspiração. 
Falta de inspiração é falta do que falar e eu nunca deixei de ter o que falar da Amanda. 
Se a maioria dos dias parecem iguais, ela todo dia é diferente, simplesmente porque a cada dia seu espírito se aperfeiçoa e ela se torna melhor.
Ontem a Amanda completou seu milésimo “Okiyome”, uma dádiva de Deus concedida a uns poucos que têm fé e disciplina. Eu não saberia explicar exatamente o que é nem o que significa mas sei que por mil vezes nesses últimos tempos ela recebeu diretamente a Luz Divina que a torna tão iluminada.
Todos que a conhecem talvez não saibam o que é Okiyiome mas sabem que Deus está presente na vida de todo mundo e tem um olhar especial para a Amanda, pessoa boníssima e que nunca me deixará sem inspiração mas que às vezes podem até faltar palavras que exprimam exatamente as suas virtudes.

Hoje e sempre,
Parabéns

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Compromissos inadiáveis e canos irreparáveis.

Todas as vezes que eu combino algo com alguém, tomo a precaução de escrever o dia, hora, assunto e se for um encontro, o endereço completo e o telefone. 
Nada de “em frente ao”, perto da porta de entrada ou “onde tem uma banca de jornais”.
Tomo ainda a precaução de deixar claro que se qualquer uma das partes não puder ir,deve avisar até a hora tal do dia tal.
Tudo isso para dizer que se você marcou alguma coisa comigo pode ter certeza que eu irei ou avisarei antes, caso haja algum imprevisto.
Em contrapartida, caso você me dê o cano, pode ter certeza de que foi o primeiro e o último.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

A sensualização nas fotos de publicidade, em especial na moda praia.

Já faz bastante tempo que a publicidade se esforça para mostrar a roupa como arte, transformar as modelos em estrelas e os costureiros em artistas.
Desde o princípio existe a discussão sobre a sensualização na publicidade, especialmente nas fotos.

Assunto polêmico mas sem lances apaixonados, não há muitos famosos que apoiem ou recriminem com veemência essa sensualização, talvez porque a maioria das pessoas goste de sexo e de sexualizar a própria imagem ou simplesmente seguem uma tendência que parece ser predominante.
Salvo raras exceções, modelos são mulheres lindas, com o corpo perfeito e vida pessoal muito exposta, o que permite que todos vejamos como elas são ricas, felizes, têm maridos lindos e filhos “lindinhos” tudo levando a crer que são famosas por isso mesmo.
Não se tem notícias de que essas divas escondam ou se preocupem em mostrar suas pernas, braços, peitos e nádegas, nem em sensualizar tanto nas fotos com as roupas das grifes que representam, ou na vida pessoal.
A praia, o mar, os iates e a exposição sexualizada das suas vidas públicas e privadas se confundem.
Muitas mulheres podem até se queixar da ditadura da moda, predominantemente feita para magras lindas e malhadas gostosas, mas procuram se espelhar nelas , podendo até chegar ao ridículo, como algumas famosas com perto de setenta anos e mais de oitenta quilos, que em alguns casos confundem sexualizar com escandalizar.
Eis um ponto onde pode haver discussão interessante. Sexualizar e escandalizar não são a mesma coisa, não são próximas nem tem a ver com o comportamento da maioria das pessoas.
Felizmente tive poucos casos onde algumas das minhas fotos foram apontadas como “muito sensuais”. Procuro sempre evitar essa possibilidade sem deixar de entender e explicar que fotos de maiô, biquíni, blusinhas e sainhas são roupas que por si só sexualizam, por expor naturalmente a maior parte do corpo.
Já escandalizar, só mesmo algumas mães puritanas de garotas feias e gordinhas que são virgens aos dezoito anos ou escondem da mãe suas suas frustrações sexuais de adolescente, mães essas que geralmente já têm as próprias.
Não há, de qualquer maneira, se descartar que uma das coisas mais importantes na publicidade é fazer com que o assunto tome toda a atenção do espectador e em alguns casos, é a critica e a discussão sobre o assunto que tornam o produto sucesso de vendas.
Dificilmente qualquer coisa é muito vendida se não for muito desejada e a publicidade mostra para criar o desejo e a cliente compra porque deseja o que atende seu gosto seja ele pessoal ou por modismo.
Um outro ponto a ser comentado é o uso cada vez maior de crianças e a adolescentes na publicidade e em especial na publicidade que sensualiza ou erotiza.
Bem mais difícil é discutir questões morais e éticas quando em pauta crianças, adolescentes e jovens que não tem capacidade para entender totalmente as implicações da sexualização. Há, no entanto que creditar aos pais e responsáveis essa orientação, cabendo ao publicitário exclusivamente ater-se às regras de conduta legais, éticas e morais, exigindo a presença desses responsáveis ou no mínimo autorização escrita para a confecção e divulgação desse material, deixando de veiculá-los a qualquer tempo a pedido deles, exceto quando isso foge à sua capacidade como é o caso das fotos repicadas na internet.

domingo, 28 de maio de 2017

Está muito difícil ficar com os pés no chão pois o mundo está de pernas para o ar.

Ilusão, conhecimento e realidade.


Os jovens começando a vida descobrem o mundo pelos seus próprios olhos e vislumbram um futuro promissor.
Mas a experiência dos anos mostra uma realidade que pode ser diferente. Não somos todos iguais.
Pois quanto maior a sabedoria maior o sofrimento; e quanto maior o conhecimento, maior o desgosto.

Eclesiastes 1:1-18″

sábado, 20 de maio de 2017

Que importa que outros subam as escadas que eu já desci...

Olhar para o futuro só é mais importante que relembrar o passado quando se é jovem.
A busca incessante por grandes vitórias deve ser encarada como desafio para jovens.
Assim como o descanso é necessário e merecido, é preciso desacelerar a vida lentamente, trocando o trabalho pelo lazer.
A leitura traz conhecimento pelo puro prazer de saber. Viajar e conhecer muitos lugares são pequenos aclives que levam tão alto como muitas escadas.
Quem lê e quem viaja, ocupa mais o cérebro e suas múltiplas funções com lembranças prazerosas.
Quem ocupa esses espaços com preocupações e novos desafios a cada dia, pode estar trocando possíveis conquistas por velhas vitórias e como num jogo, arriscar-se pode ser bom, mas a perda é sempre uma derrota.
Que me importa que outros subam as escadas que já desci?
É preciso avaliar sempre as perdas, contabilizar as vitórias, arquivar as derrotas e deixar lustrosas as medalhas e troféus que conquistamos ao longo da vida.
Um jovem quando arrisca e perde, tem muito tempo para reverter a situação.
Quando se é velho, as derrotas são sempre mais doloridas porque importam em reconhecer que lições não foram aprendidas
Quem convive com uma pessoa mais velha deve guardar para si as vitórias por galgar degraus e respeitar quem já subiu essas escadas e não deseja repetir façanhas.


Marinho Guzman

terça-feira, 16 de maio de 2017

DEUS SEGUNDO SPINOZA


"Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.

Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno. Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste
comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti."

O passado, o saudosismo e o futuro com pouca dignidade


O passado não retorna, o saudosismo seleciona só pequenas partes
da memória e o futuro precisa ser entendido como o que nos resta, já que a humanidade escolheu viver uns anos a mais, cada vez com dignidade de menos.

Heróis e vilões são igualmente lembrados e amá-los ou odiá-los não vai mudar nada o curso da história.

domingo, 14 de maio de 2017

Biquínis Guarujá agora com mais de 8.000 anúncios no Mercado Livre


Fé,esperança,otimismo e milagres.

Não sei exatamente o que busco mas continuo procurando sempre, agora talvez mais.
Já li muito sobre fé, esperança, otimismo e milagres.
Milagre é a suspensão temporária de leis comuns da natureza e a intervenção de um poder sobrenatural.
Milagres não existem para serem entendidos, a fé serve para suportar as dúvidas e a esperança para garantir o otimismo.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Fotografias Marinho Guzman Whatsapp 13 9 9713 2020

Convide ou indique a sua amiga para fazer o teste!!!

Pode ser que ela seja tímida ou nem tenha percebido seu potencial.
Continuamos a dar oportunidade para quem quer ser modelo e precisa ter fotos de qualidade para começar, além do que nossas fotos são a melhor lembrança que você pode ter dessa idade.
Se você tem uma amiga com o sonho de ser modelo fotográfico ou que esteja com vergonha e tenha dúvidas, mostre que ela pode fazer um teste sem nenhum compromisso da nossa parte e sem nenhum custo, pelo contrário, para divulgar a nossa loja nós damos o biquíni do teste para as garotas que fotografarem.
Para agendar um teste fotográfico e ganhar o biquíni você deve acessar o perfil de Marinho Guzman, e postar fotos para avaliação in box. Se ela for selecionada vai receber uma mensagem para agendar o teste que é feito sempre no estúdio da loja em Guarujá
na Praia de Pitangueiras na Avenida Marechal Floriano Peixoto 90. Essa rua é a rua do Morro do Maluf.

Telefone (13)9 9713 2020.Descubra na sua amiga uma modelo fotográfico de sucesso.

A gente enterra um pedaço do passado cada vez que um amigo morre.

sábado, 6 de maio de 2017

dose


Todos estamos precisando de uma dose extra de esperança para viver no século XXI.
Nos dois mil e dezessete anos dessa era Cristã temos posto à prova a capacidade do homem em transformar para criar, em destruir para inovar.
Ao mesmo tempo em que criamos remédios e tecnologias para aumentar a vida criamos armas e meios fazer sofrer e para matar.
Ninguém conhece qual a dose ou como seria possível medir o sofrimento humano. 
Refugiados das nações em guerra e abandonados de todas as nações perambulam famintos pelas ruas e ainda sobrevivem, ricos e famosos tiram a própria vida numa clara demonstração que não suportaram suas dores.
Seria possível dizer que todos sofremos igualmente com a mesma intensidade?

quinta-feira, 4 de maio de 2017

A gente sabe que a maioria que deixou de fazer o que faz falta, também não vai fazer mais.

Fico pasmo quando alguém não acredita que o homem foi à Lua, acha que tem marmelada na Mega Sena e que a vacina da gripe faz mal.
Quando alguém diz que não acredita em Deus fico pensando em quais seriam suas últimas palavras na iminência de um acidente ou uma catástrofe, se uma prece fosse a última esperança para um ente querido numa cama de hospital.
Quando a gente tem quinze anos não vê a hora de fazer dezoito, quando a gente tem trinta e nove é assaltado pela ideia de que está ficando velho e depois dos sessenta, já sabe que o que vem pela frente tarda mas não falha.
Então a gente lembra das coisas que não foram feitas e muitas não poderão ser mais.
Sempre têm os que buscam exemplos raros como:-fulano fez isso com oitenta anos, fulana fumou e viveu até os noventa, mas a gente sabe que a maioria que deixou de fazer o que faz falta, também não vai fazer mais.

domingo, 30 de abril de 2017

Síndrome do pânico


ILUSTRANDO: COMO É A SÍNDROME DO PÂNICO
Você pode imaginar o que é sentir isto ?

De repente os olhos embaçaram, eu fiquei tonto, não conseguia respirar, me sentia fora da realidade, comecei a ficar com pavor daquele estado, eu não sabia aonde ia parar, nem o que estava acontecendo…”

” …era uma coisa que parecia sem fim, as pernas tremiam, eu não conseguia engolir, o coração batendo forte, eu estava ficando cada vez mais ansiosa, o corpo estava incontrolável, eu comecei a transpirar, foi horrível…”

Depois da primeira vez eu comecei a temer que acontecesse de novo, cada coisa diferente que eu sentia e eu já esperava… ficava com medo, não conseguia mais me concentrar em nada… deixei de sair de casa, eu não conseguia nem ir trabalhar.”

Quando começa eu já espero o pior, “aquilo” é muito maior do que eu, o caos toma conta de mim, é como uma tempestade que passa e deixa vários estragos… principalmente eu me sinto arrasada. Eu sempre fico com muito medo de que aquilo ocorra de novo… minha vida virou um inferno.”

Por estes relatos, que poderiam ser de diferentes pessoas que sofrem de Síndrome do Pânico, é possível identificar o grau de sofrimento e impotência que estas pessoas sentem ao passar pelas crises.

A pessoa sente como se estivesse algo muito errado em seu corpo, que se comporta de modo muito “estranho“, “louco“. Porém os exames clínicos não detectam nada de anormal com seu organismo.

Como entender?

Nas crises de Pânico o corpo reage como se estivesse frente a um perigo, porém não há nada visível que possa justificar a reação.

A pessoa reage com ansiedade frente às sensações de seu próprio corpo, há um estranhamento e um grande susto em relação ao que é sentido dentro da pele. Num Ataque de Pânico o perigo vem de dentro.

Com a repetição as crises surge um medo de ter novos ataques de pânico, uma ansiedade antecipatória.

É comum a pessoa começar a restringir sua vida a um mínimo, limitando toda forma de estimulação para tentar evitar que “aquilo volte”. Assim a pessoa pode evitar sair de casa, evita lugares e atividades, privando-se de muitas experiências. Esta evitação começa a comprometer sua vida pessoal e profissional.

Vamos compreender o que acontece e como se pode sair desta armadilha.
O QUE É SÍNDROME DO PÂNICO ?
A Síndrome do Pânico é um transtorno psicológico caracterizada pela ocorrência de inesperados crises de pânico e por uma expectativa ansiosa de ter novas crises.

As crises de pânico – ou ataques de pânico – consistem em períodos de intensa ansiedade, geralmente com início súbito e acompanhados por uma sensação de catástrofe iminente. A freqüência das crises varia de pessoa para pessoa e sua duração é variável, geralmente durando alguns minutos.

No geral, as crises de pânico apresentam pelo menos quatro dos seguintes sintomas: taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, náusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visão, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminência da morte.

Há crises de pânico mais completas e outras menores, com poucos sintomas.

Geralmente as crises ou ataques de pânico se iniciam com um disparo inicial de ansiedade, que logo ativa um medo das reações que ocorrem no corpo. Nesta hora surgem na mente uma série de interpretações negativas sobre o que está ocorrendo, sendo bastante comuns quatro tipos de pensamentos catastróficos: de que a pessoa está perdendo o controle, que vai desmaiar, que está enlouquecendo ou que vai morrer.

No intervalo entre os ataques a pessoa costuma viver na expectativa de ter uma novo ataque. Este processo, denominado ansiedade antecipatória, leva muitas pessoas a evitarem certas situações e a restringirem suas vidas.
A Classificação Diagnóstica

O Transtorno do Pânico é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um Transtorno Mental, constando da sua Classificação Internacional de Doenças (CID 10). No DSM (Diagnostic and Statistical of Mental Disorders) da Associação Americana de Psiquiatria o Transtorno do Pânico faz parte dos Transtornos de Ansiedade juntamente com a Agorafobia, a Fobia Social, a Fobia Específica, o Transtorno de Ansiedade de Separação e o Transtorno de Ansiedade Generalizada (DSM5 – 2013).

Enquanto nas Fobias Simples, por exemplo, a pessoa teme uma situação ou um objeto específico fora dela, como fobia de altura, na Síndrome do Pânico a pessoa teme o que ocorre em seu próprio corpo, como se suas reações fossem perigosas.

As pessoas com agorafobia também podem apresentar ataques de pânico. A agorafobia é um estado de ansiedade relacionado a estar em locais ou situações onde escapar ou obter ajuda poderia ser difícil caso a pessoa tenha um ataque de pânico. É mais comum ocorrer em espaços abertos, em ambientes cheios de gente, em lugares pouco familiares e quando a pessoa se afasta de casa. Pode incluir situações como estar sozinho, estar no meio de multidão, estar preso no trânsito, dentro do metrô, num shopping, etc.

As pessoas que desenvolvem agorafobia geralmente se sentem mais seguras com a presença de alguém de sua confiança e acabam elegendo alguém como companhia preferencial. Este acompanhante funciona como um “regulador externo” da ansiedade, ajudando a pessoa a se sentir menos vulnerável a uma crise de pânico.
QUESTÕES ESSENCIAIS
O Início das Crises de Pânico

A ansiedade é uma reação emocional natural que ocorre quando a pessoa ser vulnerável e na expectativa de um perigo. Quando a resposta emocional de ansiedade é muito intensa e repentina ocorre uma crise de pânico, com uma sensação de catástrofe iminente.

Qualquer pessoa está sujeita a uma eventual crise de pânico, quando exposta a um estresse muito alto, quando inundada por emoções internas ou vivendo situações que a leve a se sentir muito vulnerável e desamparada. Esta reação faz parte do espectro normal de reações emocionais, apesar de não ser frequente. Assim, muitos indivíduos tem uma crise de pânico isolada, sem desenvolver um padrão de crises repetidas que caracteriza a Síndrome do Pânico.

Na Síndrome do Pânico, a partir de uma crise inicial de pânico a pessoa começa a apresentar crises repetidas, sentindo-se muito insegura e temendo a ocorrência de novas crises.

Há alguns fatores que levam uma pessoa a desenvolver este padrão repetitivo de crises que caracteriza a Síndrome do Pânico.

Pesquisas mostram que eventos difíceis que ocorreram nos últimos dois anos da vida podem contribuir para desencadear as crises de pânico. Os eventos podem ser de vários tipos como separação, doença, perdas, violência, traumas, crises existenciais, crises profissionais, mudanças importantes na vida etc.

Estes eventos acentuam o estado de vulnerabilidade para uma pessoa desenvolver Síndrome do Pânico.

Outros fatores também podem tornar uma pessoa mais vulnerável a desenvolver um Transtorno de Pânico, como ter nascido com um temperamento mais ansioso, ter tido ansiedade de separação na infância, ter sido criado por pais ansiosos, etc.

Um fator importante para o desenvolvimento do Pânico é que estas pessoas geralmente têm falhas no processo de auto-regulação emocional, ficando ansiosas e não sabendo como se acalmar.

Geralmente as primeiras crises de pânico acabam sendo vividas como uma experiência traumática. Quando dizemos que uma experiência foi traumática, significa que ela fica registrada num circuito específico de memória emocional (“memória implícita”) que passa a disparar a mesma reação automaticamente, sem a participação da consciência. Sempre que aparecem algumas reações similares no corpo inicia-se uma nova crise de pânico.

A combinação destes fatores contribui para que alguém venha desenvolver Síndrome do Pânico.
Medo das Reações do Corpo

Na Síndrome do Pânico, várias reações do corpo que estavam presentes nos primeiros ataques de pânico ficam associadas a perigo e passam, a partir daí, a funcionar como disparadores de novas crises.

Geralmente as crises de pânico se iniciam a partir de um susto – consciente ou não – em relação a estas reações. Sempre que as reações do corpo reaparecem, dispara-se automaticamente ansiedade e pode se iniciar uma crise de pânico.

As reações corporais temidas podem ser variadas como as batidas do coração, falta de ar, tontura, formigamento, enjoo, escurecimento da visão, fraqueza muscular etc.

Numa crise de pânico a pessoa reage frente aquilo que seu cérebro interpreta como um perigo. Não há um perigo real, apenas uma hiperativação do circuito do medo que dispara um alarme na presença de algumas reações corporais que ficaram associadas a perigo.

A presença destes gatilhos corporais pode disparar ansiedade mesmo quando a pessoa não tem consciência deles. Pesquisas apontam, por exemplo, que numa crise de pânico noturna, reações corporais que ficaram associadas a perigo surgem com a pessoa ainda dormindo e disparam uma reação de ansiedade que acorda a pessoa, muitas vezes já tendo uma crise. Enfraquecer esta associação reações do corpo-perigo, que dispara uma crise de pânico é um dos focos do tratamento.

É comum a pessoa viver ansiosamente o que poderia ser vivido como sentimentos diferenciados. Numa situação que poderia despertar alegria, a pessoa se sente ansiosa; numa situação que provocaria raiva ela também se sente ansiosa. Qualquer reação interna ou sentimento mais intenso pode disparar reações de ansiedade.

A pessoa faz constantes interpretações equivocadas e catastróficas de suas reações e sensações corporais, achando que vai ter um ataque cardíaco, que está doente, que vai desmaiar, que vai morrer, etc.

Esta perda de discriminação da paisagem interna compromete seriamente a vida da pessoa, pois esta se sente ameaçada constantemente por suas próprias sensações corporais. O corpo passa a ser a maior fonte de ameaça. Perder a confiança no funcionamento do corpo produz a um sentimento de extrema vulnerabilidade.
Curto-circuito Corpo-Emoção-Pensamento

Podemos identificar a emoção de medo/ansiedade ocorrendo em três níveis:

como reações fisiológicas: alterações nos batimentos cardíacos, na pressão sanguínea, hiperventilação, suor, etc

como reações emocionais: ansiedade, medo, apreensão, desamparo, desespero etc

como reações cognitivas: preocupação, pensamentos negativos, ruminações etc

O estado emocional de ansiedade produz reações fisiológicas como taquicardia e respiração curta, por exemplo. A pessoa com Pânico tende a interpretar estas reações como perigosas – sinal de doença, de catástrofe iminente, etc. Estas interpretações, na forma de pensamentos catastróficos, acabam por produzir mais ansiedade, o que por sua vez aumenta ainda mais as reações fisiológicas …. reforçando assim os pensamentos catastróficos.

Cria-se assim um curto-circuito infindável onde as reações fisiológicas naturais de medo/ansiedade são interpretadas equivocadamente como perigosas, o que acaba por produzir mais ansiedade, que por sua vez alimenta os pensamentos catastróficos, num processo sem fim. Enquanto a pessoa não interromper este curto-circuito ela não consegue se livrar das crises de pânico.
Prisioneiro do Futuro

A ansiedade é uma emoção de expectativa de perigo, de uma ameaça que pode ser difusa, não claramente identificada. A mente ansiosa acaba imaginando cenários, se projetando em situações sentidas como potencialmente ameaçadoras: “e se… e se acontecer… eu vou passar mal…”.

O estado de ansiedade leva a automatismos no processo de atenção e pensamento. A atenção passa a se deslocar descontroladamente, monitorando o corpo e o ambiente em busca de algo que possa representar perigo. O enfraquecimento da capacidade de controle voluntário da atenção está relacionado à dificuldade de concentração frequentemente relatada pelas pessoas ansiosas.

Sob ansiedade a mente é tomada por um fluxo intenso de preocupações, pensamentos negativos e ruminações e há pouco domínio da mente.

Assim, o ansioso vive boa parte do tempo tomado de expectativa ansiosa e tem dificuldade de se sentir presente e inteiro no momento atual.

Neste contexto, criar presença e fortalecer a atenção são focos importantes no tratamento.
Os Dois Processos de Regulação Emocional

O ser humano dispõe de dois processos básicos de regulação emocional: auto-regulação e regulação pelo vínculo.

Através do processo de auto-regulação emocional podemos regular o nosso próprio estado interno, nos acalmando, nos contendo, nos motivando etc.

Através do processo de regulação pelos vínculos, podemos influenciar reciprocamente a fisiologia e os afetos um do outro e assim podemos nos acalmar e nos regular nos relacionamentos com pessoas de nossa confiança. Os dois processos são normais, necessários e importantes ao longo da vida.

Nas pessoas que desenvolvem Síndrome do Pânico encontramos problemas nestes dois processos, tanto uma precária capacidade de auto-regulação como um enfraquecimento nos processos de regulação pelos vínculos, muitas vezes decorrentes de traumas de relacionamentos e ansiedades infantis que se reatualizam.

Tomada pela ansiedade nas crises, mas também num grau menor no período entre as crises, a pessoa com pânico não sabe como apagar o fogo que arde dentro de si. Daí a importância de desenvolver bem os processos de auto-regulação e de regulação pelo vínculo.
Os Processos de Auto-Regulação

A qualidade da relação com a própria excitação interna começa a se moldar nas experiências precoces de vida. Inicialmente a mãe ajuda a regular o corpo da criança até que o corpo um pouco mais maduro possa se auto-regular. Observa-se que nas pessoas com Síndrome do Pânico esta função não está bem desenvolvida e a pessoa sente-se facilmente ansiosa e vulnerável frente as reações que dominam o seu corpo.

É comum, por exemplo, as pessoas que desenvolvem algum transtorno de ansiedade terem tido mães ansiosas, emocionalmente hiper-reativas, que ao invés de acalmarem a criança, a deixavam mais assustadas a cada pequeno incidente, como um tropeção ou um simples resfriado.

Experiências de vida desde a infância precoce podem atrapalhar o desenvolvimento da capacidade de auto-regulação, tornando uma pessoa com baixa tolerância à excitação interna. Isto aumenta a vulnerabilidade da pessoa aos transtornos ansiosos como a Síndrome do Pânico.

Muitas pessoas com Pânico costumam solicitar a presença constante de alguém para que se sintam mais seguras. Buscam compensar a sua dificuldade de auto-regulação através de uma regulação pelo vínculo.
Dois Níveis do Vínculo: Contato e Conexão

Quando duas pessoas estão conversando, elas estão em contato, mas não necessariamente em conexão. Contato é uma interação de presença, que pode ser superficial, enquanto conexão é uma ligação profunda que ocorre mesmo quando as pessoas estão distantes. Duas pessoas podem estar em contato, conversando, mas com baixíssima conexão, como numa situação social formal. Por outro lado, duas pessoas podem estar fisicamente distantes, e portanto sem contato, mas se sentirem conectadas.

Esta distinção entre contato e conexão é muito importante para compreender o que ocorre na situação que produz as crises de pânico.

Muitas pessoas relatam não ter crises de Pânico enquanto estão acompanhadas de alguém confiável. Porém, isto é verdadeiro enquanto elas se sentem conectadas com esta pessoa. Quando a outra pessoa está ao lado – portanto em contato – mas sem conexão emocional, a crise de Pânico pode se instalar com mais probabilidade. Algumas pessoas chegam a relatar a sensação de perda a conexão com o outro antes de uma crise de pânico eclodir.

A pessoa com pânico geralmente conhece a sensação de “estar ausente”, desconectada, se sentindo distante mesmo de quem está ao seu lado.

A conexão com o outro parece prevenir crises de ansiedade por oferecer uma proteção através do vínculo, uma garantia que protege da sensação de desamparo e vulnerabilidade. Nesta situação, o corpo da pessoa confiável funciona como um “assegurador do funcionamento normal do corpo” da pessoa com pânico. Na ausência da conexão com o outro, o corpo poderia se desregular e a sensação de pânico aparecer.
Regulação pelo Vínculo

A regulação pelo vínculo ocorre, por exemplo, quando a mãe acalma a criança assustada, pegando-a no colo, dirigindo-lhe palavras num tom de voz sereno, ajudando deste modo a diminuir a ansiedade e a agitação da criança. Este processo envolve o estabelecimento de um vínculo com uma comunicação profunda de estados emocionais, com conexão e não apenas contato.

É comum as pessoas que desenvolvem Pânico terem tido experiências vinculares traumáticas, que podem envolver perdas, rompimentos, abandono, etc. Estes traumas prejudicaram a capacidade da pessoa estabelecer e manter conexões emocionais profundas, fator essencial para a regulação emocional pelo vínculo.

Assim a pessoa pode algumas vezes se sentir protegida com a presença de alguém de sua confiança, mas acaba voltando ao estado de vulnerabilidade tão logo esta pessoa se afaste ou ela perca a conexão. Há uma precariedade na conexão vincular que se torna inconstante e frágil.
O Desamparo

Há uma relação significativa entre o Pânico e as crises de ansiedade disparadas pelas situações de separação na infância. Uma boa parte das pessoas que desenvolvem Transtorno do Pânico não conseguiu construir uma referência interna do outro (inicialmente a mãe) que lhe propiciasse segurança e estabilidade emocional. Esta falta de confiança pode trazer, em momentos críticos, vivências profundas de desconexão e desamparo, disparando crises de pânico.

A experiência do Pânico é muito próxima do desespero atávico de uma criança pequena que se sente sozinha, uma experiência limite de sofrimento intenso, de sentir-se exposta ao devir, frágil, desprotegida, sob o risco do aniquilamento e da morte.

As pessoas com Pânico sofrem com uma falta de conexão básica, falta de conexão e confiança nos vínculos e falta de conexão e confiança no corpo, o que leva a uma vivência de insegurança, com sentimentos de fragilidade, vulnerabilidade e desamparo.
TRATAMENTO
Objetivos Principais

Há algumas diretrizes importantes para o tratamento da Síndrome do Pânico:

1 – Etapa Educativa: compreender o que é o Pânico, assumindo a atitude certa para lidar com a ansiedade e as crises.

Os sintomas do pânico são intoleráveis enquanto não compreendidos. A crise de pânico é um estado de intensa ansiedade, na qual o corpo da pessoa reage como se estivesse sob uma forte ameaça. Compreender este processo é fundamental para a sua superação. Nesta etapa vamos aprender o que é a ansiedade, o que ocorre numa crise de pânico, o papel do curto-circuito emoção-corpo-pensamento na manutenção do pânico, os processos de auto-regulação, de regulação pelo vínculo, etc.

A compreensão do Transtorno Pânico e dos Princípios do Tratamento favorece uma atitude construtiva e participativa, assim como o estabelecimento de uma aliança terapêutica para se desenvolver um bom trabalho.

2 – Auto-gerenciamento: desenvolvendo a capacidade de regulação emocional.

A pessoa com pânico precisa desenvolver uma melhor capacidade de regulação emocional, aprendendo a influenciar seu estado emocional, regulando o nível de ansiedade, diminuindo assim o sentimento de vulnerabilidade e a incidência de novas crises.

Este processo é possível pelo aprendizado de técnicas de auto-gerenciamento. Utilizamos um amplo repertório de técnicas de auto-gerenciamento que incluem trabalhos respiratórios, técnicas de direcionamento da atenção, fortalecimento da capacidade de concentração, técnicas visuais variadas (convergência binocular focal, percepção de campo etc), reorganização da forma somática através do Método dos Cinco Passos, técnicas de relaxamento etc.

Estas técnicas de auto-gerenciamento ensinam à pessoa como influir sobre os seus estados internos, desenvolvendo a capacidade de auto-regulação.

Através do manejo voluntário dos padrões somático-emocionais que mantém o estado de pânico pré-organizado – a arquitetura da ansiedade – podemos reorganizar e transformar estes padrões que mantém o gatilho do pânico armado, pronto para disparar novas crises.

Estas técnicas têm uma forte eficácia ao influenciar, por ação reversa, os centros cerebrais que desencadeiam as respostas de pânico, diminuindo o nível de ansiedade e a intensidade das crises.

3 – Aumentar a tolerância à excitação interna.

A pessoa com pânico tende a interpretar as reações de seu corpo, que fazem parte do estado ansioso, como se fossem sinais catastróficos, indicadores de um possível perigo, como um desmaio, um ataque cardíaco iminente, sinal de perda de controle, etc. É necessário enfraquecer esta associação automática onde a presença de algumas sensações corporais disparam uma reação automática de ansiedade, a se inicia o processo que leva ao pânico.

Para ajudar no enfraquecimento desta associação corpo-perigo e aumentar a tolerância ao que é sentido, utilizamos dois caminhos básicos.

(1) Técnicas de desensibilização, onde utilizamos exercícios de exposição gradual às sensações corporais temidas, processo denominado “exposição interoceptiva”.

(2) Técnicas de auto-observação, com atenção dirigida às reações da ansiedade e criação de um diálogo com as mensagens emocionais não ouvidas que o corpo está expressando.

Estes recursos ajudam a aumentar a tolerância à excitação interna e na familiarização com as reações do corpo, as emoções e sentimentos. É importante a pessoa ensinar ao seu cérebro como as sensações corporais não são perigosas, e como a ansiedade é apenas uma emoção que expressa uma expectativa de perigo, mas não é perigosa em si.

4 – Desenvolver um “eu observador”, permitindo diferenciar-se dos pensamentos ansiosos.

Sob estado de ansiedade a pessoa é inundada de distorções cognitivas, com pensamentos que se projetam no futuro esperando pelo pior e interpretando as sensações em seu corpo como sinais de perigo iminente.

É importante trabalhar no desenvolvimento da capacidade de auto-observação identificando e diferenciando-se dos pensamentos catastróficos que derivam da ansiedade e contribuem para se criar mais ansiedade.

Neste processo a pessoa aprende a observar e reconhecer seus padrões de pensamentos e suas expectativas catastróficas sem ser dominada por eles. Aprende a ancorar o ego no “eu que observa” e não no tumultuoso “eu que pensa”.

É importante também desenvolver a capacidade focalizar a atenção como estratégia para se diminuir a ansiedade. Quando a pessoa consegue criar presença e focar sua atenção, a ansiedade diminui significativamente. Para atingir estes objetivos, utilizamos várias técnicas de auto-observação e fortalecimento da capacidade de direcionamento da atenção.

5 – Desenvolver a capacidade de regulação emocional através dos vínculos.

Além da capacidade de auto-regulação é importante fortalecer a capacidade de se regular pelos vínculos, o que envolve desenvolver a capacidade de estabelecer e sustentar conexões profundas e vínculos de confiança. Este processo vai permitir que a pessoa supere o desamparo que a mantém vulnerável às crises de Pânico.

Neste processo revemos a história de vida de relacionamentos, incluindo os traumas emocionais que possam ter comprometido a confiança e potência vincular. Buscamos ajudar na reorganização dos padrões vinculares em direção a relações mais estáveis que possam permitir criar uma rede de vínculos e conexões mais previsíveis, essenciais para a proteção das crises de Pânico.

6 – Elaborar outros processos psicológicos atuantes

É importante mapear os fatores que estavam presentes quando a Síndrome do Pânico começou e que podem ter contribuído para a eclosão das crises.

Neste contexto podem estar presentes ambientes e eventos estressantes, assim como crises existenciais, crises em relacionamentos, crises profissionais e transições, como mudanças de fases da vida, por exemplo. A desestabilização emocional trazida por estes eventos poderia produzir estados internos de fragilidade e vulnerabilidade, responsáveis pela eclosão das primeiras crises de pânico.

Num nível mais profundo buscamos investigar e trabalhar as memórias de experiências de vulnerabilidade e traumas que poderiam estar se reeditando nas experiências atuais de pânico. Do mesmo modo é importante rever os padrões de relacionamento com mãe/pai na infância, pois padrões ansiosos e ambivalentes de vínculo podem ter uma forte influência sobre o aparecimento e manutenção de transtornos de ansiedade na vida adulta.

Os melhores resultados são obtidos por um tratamento que contemple todos estes objetivos: a compreensão do processo do pânico, o desenvolvimento da capacidade de auto-regulação, o aumento da tolerância à excitação interna, o desenvolvimento do eu que observa, o desenvolvimento da capacidade de regulação pelo vínculo e a elaboração dos processos de vida que levaram ao Pânico.

Uma combinação destes objetivos é a melhor solução para um tratamento eficaz da Síndrome do Pânico.
Sobre a Medicação

Os remédios podem ser recursos auxiliares importantes para o controle das crises de pânico, trabalhando conjuntamente com a psicoterapia para ajudar na superação da Síndrome do Pânico.

Porém, há algumas ponderações sobre a sua utilização . Primeiro, é necessário ter claro que os remédios não ensinam. Eles não ensinam à pessoa como ela própria pode influenciar seus estados internos e assim a superar o sentimento de impotência que o pânico traz. Não ensinam a pessoa a compreender os sentimentos e experiências que desencadeiam as crises de pânico. E não ajudam a pessoa a perder o medo das reações de seu corpo e a ganhar uma compreensão mais profunda de seus sentimentos. Os remédios – quando utilizados – devem ser vistos como auxiliares do tratamento psicológico.

Algumas pessoas optam por um tratamento conjugado de medicação e psicoterapia enquanto outras optam por tratar o pânico somente com uma psicoterapia especializada. Na psicoterapia especializada utilizamos técnicas de auto-gerenciamento – para manejar os níveis de ansiedade e controlar as crises – e ao mesmo tempo trabalhamos as questões psicológicas envolvidas. A opção mais precária seria tratar o pânico somente com medicação, visto que o índice de recaídas é maior quando há somente tratamento medicamentoso do que quando há também um tratamento psicológico. Os remédios mal administrados podem acabar mascarando por anos o sofrimento ao invés de ajudar a pessoa a superá-lo.

Atualmente é possível tratar a pessoa com Síndrome de Pânico sem a utilização de medicação e temos obtido bons resultados tanto com pessoas que estão paralelamente tomando medicação como com aquelas que preferem não tomar remédios.
Melhora: Um Horizonte Possível

Para uma pessoa ficar boa do Pânico não basta controlar as crises, é necessário integrar as sensações e sentimentos que estavam disparando as crises e assim superar o estado interno de fragilidade e desamparo.

A melhora advém quando a pessoa torna-se capaz de sentir-se identificada com seu corpo, capaz de influenciar seus estados internos, sentindo-se conectada com os outros à sua volta, podendo lidar com os sentimentos internos, se reconectando com os fatores internos que a precipitaram no Pânico e podendo lidar com eles de um modo mais satisfatório.

Superar a experiência da Transtorno de Pânico pode ser uma grande oportunidade de crescimento pessoal, de uma retomada vital e contemporânea do processo psicológico de vida de cada um.

Artur T. Scarpato – Psicologia Clínica – CRP 06/42113

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