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sábado, 31 de dezembro de 2016

Guarujá é o melhor lugar ruim para se morar.

Guardadores de carros, ambulantes, som alto em todo lugar, trombadinhas de monte, ruas cheias e praias mais do que lotadas, fila até para entrar na fila.

Esse é o Guarujá.
E ainda assim o melhor lugar para se morar, passar as férias ou uns poucos dias.
A não ser multimilionários que podem escolher lugares exclusivos, onde não há acesso a simples mortais como eu, você e mais de um milhão de pessoas que passarão pela cidade nesse verão, só eles poderiam reclamar do nosso Guarujá. 
Mas esses não aparecem por aqui então o melhor mesmo você que mora, tem casa ou vem passar uns dias por aqui é parar de reclamar e aproveitar tudo que há de bom.
Estamos no Brasil, no Guarujá e a gente pode até recriminar os políticos por não cuidarem da cidade mas sempre lembrando que cada lugar tem seus problemas.
Curta o Guarujá!

ET ainda que as notícias não sejam as melhores, será a cidade do litoral de São Paulo que sempre recebeu e vai continuar recebendo mais gente o ano inteiro.
E isso não é por nada!

Escrever

Ao escrever você fala com você mesmo e quando resolve publicar fala para uma uma plateia que concorde ou não com as suas ideias pode gostar da forma como ela foi colocada.
Escrever é um dos raros prazeres que não custa nada mas depende muito do investimento que você fez anteriormente.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Ninguém ganha todas, o importante é não perder todas.

Erros e acertos.

Não dá para ganhar todas, o importante é não perder todas acertar a maioria,se possível.
Errar, arrepender-se, voltar atrás e pedir desculpas fazem parte dos acertos e são algumas das maiores virtudes do homem.
Saber tudo, acertar sempre e jamais voltar atrás, podem ser os grandes erros que causam grandes males.
A prudência e a razão são virtudes da experiência, que só se adquire com os erros e os acertos.
Ninguém ganha todas, o importante é não perder todas.

domingo, 25 de dezembro de 2016

Afundando a galinha dos ovos de ouro.

O Brasil acostumado a tratar mal quem nele investe, está perdendo o mercado de cruzeiros marítimos para outras regiões do mundo.
Motivos diversos altos custos de atracação, embarque e combustível. 
A estrutura dos pontos de parada também são inferiores às de outros países.
Veja alguns dados fornecidos pela reportagem no Jornal A Folha de São Paulo de 24/12/2016.
552 mil passageiros na temporada 2015/2016.
383 mil vagas disponíveis nessa temporada 2016/2017 ainda não preenchidas.
Recuo de no mínimo 30% no número de passageiros e receitas.
No mundo a atividade cresceu 4,5% nesse período.
120 atracamentos, na temporada 2015/2016 apenas 39 confirmados na cidade de Ilha Bela.
Ubatuba ano passado 9 atracamentos, esse ano nenhum.
Santos ano passado 17 embarcações, esse ano 14.
Segundo estudos da Fundação Getúlio vargas cada passageiro gera cerca de R$446,00 em receitas diretas e indiretas em cada cidade onde o navio para e por esses dados Ilha Bela perderá cerca de R$54 milhões de reais em receitas.
Tá bom ou vai perder mais?

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Sonho

Éramos três no meu sonho, a terceira pessoa eu não consigo lembrar ,mas a segunda era seguramente você.
Eu discorria calmamente sobre as preocupações que tinha com a vida, com a família, com nossa cidade e com os rumos desastrosos que o Brasil tomou, iludido por pessoas normais que se tornaram bandidos, inebriados que foram pelo poder.
Você parecia comungar com os meus pensamentos, e teria até concordado com a minha ideia de nos chamarmos atenção cada vez que fossemos reclamar mais uma vez de alguma dessas coisas que embruteceram a natureza humana, envenenando o planeta e tornando mais difícil a vida.
Concordamos que cada um de nós ao seu tempo e na nossa idade, já havíamos gasto tempo suficiente tentando fazer com que as coisas andassem nos trilhos, que todos colaborassem como e com o que pudessem para o bem comum.
Perdemos nosso precioso tempo, fomos reconhecido por poucos e ironizados pela maioria.
Daria para contar nos dedos os prazeres que sentimos com as conquistas e encher umas caixas com os dissabores.
Escrevo essas linhas para pedir que você não esqueça de me alertar sempre que eu for reclamar de alguma coisa.
Farei o mesmo, e se você descobrir quem era a terceira pessoa no sonho me diga, para eu não pensar que estivemos sozinhos nesse sonho e nessa batalha perdida

domingo, 18 de dezembro de 2016

Perdoar.

Perdoar.
Perdoar dizem, é divino.
Talvez porque errar é humano, porque todos nós erramos e se não houver perdão, breve não haverá mais erros nem acertos, só um monte de chatos se achando o máximo, pensando que estão sempre certos.
Hoje perdoei o Jô Soares.
Fazia muito tempo que eu não assistia às suas entrevistas porque passei a achá-lo um chatão tentando mostrar ser superior e intelectual, toda hora interrompendo seus entrevistados no meio das respostas.
Mas com a iminência da sua despedida depois de vinte e oito anos e dos vários compartilhamentos que os dois últimos programas tiveram eu os assisti pela internet.
Vi um Gordo diferente, que finalmente foi igual aos melhores anos do passado. 
Vi um cara humilde relembrando alguns dos ótimos momentos do programa, que existiram tanto pelas suas perguntas inteligentes e bem colocadas, como pela boa escolha dos entrevistados que invariavelmente tinham coisas inéditas para contar.
Vi um cara que deve ter passado muitos dias e noites pensando se seria a hora de parar, principalmente pela enxurrada de críticas que vinha sofrendo, por aparentemente babar os ovos dos poderosos, sabe-se lá porque.
Sou suspeito para falar das críticas pois parei de assisti-lo faz tempo, muito antes dessas acusações.
Fiquei com a séria impressão de que terminado esse ciclo de programas diários que desgastaram a sua imagem virá para ele um novo tempo ainda melhor.
Com sua inegável inteligência e capacidade, acho que breve teremos mais desse cara incrível que pode ter errado mas que não persistiu no erro.
Gostaria agora de ter notícia de que o Faustão vai encerrar definitivamente seu programa na semana que vem.
Poderia até perdoá-lo, em que pese não ter a nenhuma esperança de vê-lo fazer no futuro algo realmente aproveitável.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Só se vive uma vez.


E isso tem que ser bastante, tem que ser suficiente e pleno, porque arrepender-se do que não se fez é impossível.
Soa como redundância, mas observando algumas pessoas parece que elas não sabem que aos quarenta já passaram da metade, aos cinquenta certamente já viveram a maior parte, aos sessenta ela já viveram muito mais do que poderão repetir.
Como repetia sempra uma velha empregada, “cada um sabe de si”.
Cada um sempre teve livre arbítrio para fazer suas escolhas, houvessem ou não sido as melhores, e se as lembranças não forem as que a gente gostaria, o melhor a fazer é esquecer e tocar para frente, nunca ficar culpando os outros porque a vida da gente não deu certo, o que é meio caminho para que isso continue acontecendo.
Falar parece fácil. Mas o que fazer com os ex-maridos e mulheres? O que fazer como os filhos que enfrentam agora aquilo pelo qual nós já passamos, já erramos, já sofremos e não conseguimos transmitir? Como ajudar para que outros não cometam os mesmos erros?
Realmente não há muito a fazer!
Quando as relações se deterioram é como um cristal que se parte. Não há remendo que resolva. Melhor abandonar uma causa perdida do que continuar a procurar remédio para o que vai continuar sendo só remediado.
Só se vive uma vez e se você tiver isso presente, vai ver que a perda de tempo talvez seja o único erro que não pode ser repetido.
Só se vive uma vez, uma única vez.


Não perca nenhum tempo com quem não merece, porque essa pessoa roubará a sua vida.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Vida

Minha inexperiência da juventude vem sendo trocada por atitudes mais adultas e acertadas.
Minhas dúvidas a respeito do futuro cada vez mais contestadas.
Minha crença de que o fim é só o fim, cada vez mais confirmada.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Coisas da idade.

Quando a gente é novo não pensa em ficar velho, quando vai ver já é velho.
Apesar de ser uma catástrofe, não me pareceu catastrófico ficar velho. A gente vai se acostumando e quando vê a velhice já chegou, e com ela a certeza que não dá para voltar.
E a idade não é como para certas bebidas, não te deixa melhor mas pode ensinar a sobreviver com essas “velhices”.
Eu por exemplo, me irritava com qualquer barulho, com alguma coisa fora de lugar ou com a ignorância das pessoas.
Não que eu tenha me acostumado ou que goste, mas criei uma certa tolerância que me faz bem, provavelmente na medida inversa que me incomodava.
E o que resta?
Ouvir Billy Paul faz muito bem!

Minha caneta e o prazer com algumas coisas.


Invariavelmente escrevo meia dúzia de palavras ou alguns números com uma das canetas que estão sobre a minha mesa.
Diferente de todas as outras do tipo descartáveis, essa eu tenho faz uns vinte anos e pasmem, com a mesma carga.
Não é uma caneta cara e se comprada hoje deve custar uns vinte ou tinta reais, não mais, provavelmente já ficou dentro da gaveta alguns desses anos e por esse motivo a carga ainda não esgotou.
Mas ultimamente ela está bem a vista e à mão e cada vez que eu a pego, lembro que quando a carga terminar provavelmente ela irá para o lixo para alguma caixa, junto com tantas outras cuja carga terminou e nunca foram trocadas.
Imediatamente paro de escrever com ela e pego qualquer uma das outras, as descartáveis.
Bobagem ou não, desleixo de nunca comprar uma carga para qualquer caneta, muito menos colocar tinta numa das várias Parser e Sheafers que jazem na tal caixa da gaveta, parei para escrever essas linhas pelos pensamentos que isso me traz sempre, com essa atitude de preservar a carga tê-la mais um tempo à mão ou à vista.
Preciso relembrar o prazer de olhar para algumas coisas, independente do seu valor, aliás, acho que depois desse texto vou usar mais a caneta e quando a tinta terminar vou simplesmente deixá-la sobre a mesa ou até mesmo procurar uma nova carga para ela.
Parece que chegou a hora de olhar mais para o que eu tenho do que buscar coisas novas, quase sempre descartáveis.


Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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