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terça-feira, 15 de março de 2016

Estradas da vida.

A vida é como uma estrada sem placas nem sinalização.
Você não sabe exatamente onde está indo, se vai chegar ou quando.
Não existe estrada absolutamente reta. Todas têm curvas, desvios, entroncamentos e algumas têm pedágios e se você não pagar o preço, não pode passar.
Por mais segura que a estrada seja, sempre existem os outros motoristas. Eles estão na mesma pista ou em sentido contrário, isso quando não estão na contramão. Nunca, ninguém, depende exclusivamente de si, e o perigo, “podem ser os outros”.
Quando duas estradas levam ao mesmo lugar você só pode escolher uma, não importa quanto goste da outra. 
Parece que isso quer dizer ter duas opções, mas analisando bem, você só tem uma sim, a outra não.
Não faltam estradas cheias de buracos e há quem diga que na vida os caminhos aparentemente fáceis escondem obstáculos intransponíveis.
Além dos caminhos e destinos, você vai ter que saber qual bagagem vai levar e se vai só, ou acompanhado. 
Uns viajam só, outros com mais gente mas é difícil saber quem está bem, ou mal acompanhado.
Como a estrada da vida não tem sinalização, depois de algum tempo você começa a se perguntar se está perto ou longe do seu destino.
Busca respostas e cada vez encontra mais perguntas, podendo descobrir, finalmente, que essa é a reta final.

Mais um dia.


I
Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo. 
Acordado mas não desperto, posso ter de imediato qualquer pensamento, a vaga lembrança de um sonho, de um pesadelo ou vislumbre os poucos afazeres que me aguardam. 
II
Quatro ou cinco passos, até porta do banheiro, acendo a luz, escovo os dentes, lavo rosto e penteio o cabelo, nem sempre nessa ordem, mas parece que tudo está em ordem.
Até agora uns poucos sons, nenhuma palavra, só minha imagem refletida no espelho, retrato da obra destrutiva do tempo. 
Tempo que às vezes é pouco, outras suficiente, que na maioria das vezes sobra.
Há certa solidão nesses movimentos quase automáticos. 
III
Não uso meias, o calçado é um prático Croc. Encaixo os pés sem auxílio das mãos e nem preciso olhar. 
Calça jeans, de barra cortada com o estilete, sem acabamento. Qualquer camisa polo, pego sempre a de cima, são todas idênticas, de cores neutras e sóbrias.
Não sinto nenhuma necessidade de variar o traje nem o trajeto, será mais um dia igual aos outros e isso não requer nenhuma postura diferente.
IV
Abdiquei do café da manhã com os amigos, prática de mais de quinze anos. Os assuntos interessantes se esgotaram e deram lugar a discursos de mesmices disparatadas e fofocas de homens, absurdo inaceitável na minha idade. 
Antes só, comigo mesmo do que rodeado de Wikipédias ambulantes.
Ainda vou lá de vez em quando conferir e constatar.
V
Não compro mais jornais nem revistas. As notícias saltam aos meus olhos a cada clique no Google e no Facebook, com o aval das agências de notícias, umas mais, outras menos, mas todas superficiais, vendidas e parciais. 
Tudo junto e misturado como é atual, moderno e perigosamente fácil.
VI
Do café da manhã até o almoço são uns tantos minutos de umas poucas horas. 
Ao entrar no mesmo restaurante vejo os mesmos funcionários, alguns clientes de sempre e o almoço de R$44,90 o quilo pula no meu prato.
Uma rodela de tomate, uma de pepino, uma colher de ervilhas, outra de grão-de-bico ou feijão-branco, mais uma de milho. 
Não pode faltar uma pequena porção de beterraba com cebola crua, três ou quatro vagens e um ramo de brócolis. 
Sinto falta do rabanete, da erva doce e do salsão, nunca presentes. 
Quando tem berinjela temperada faço uma troca. Nesse dia como até pão.
A proteína animal se resume no menor pedaço de peito de frango assado ou de uma pequena posta de pescada branca à milanesa.
São trezentos e cinquenta gramas, fora o azeite à vontade que só coloco depois de pesar. Poucas vezes erro na mão mas nunca passei dos quatrocentas e cinquenta gramas.
Tem gente que coloca sal, pimenta e outros molhos, eu não, eles não me fazem nenhuma falta, então para que colocar?
Ás quartas e sábados tem uma espécie de feijoada estilizada. Num desses dias mudo o cardápio e ela é a única opção. 
VII
Sempre durmo de quinze a trinta minutos depois do almoço. Posso ter herdado o costume dos antepassados portugueses ou espanhóis e essa é única herança que eu queria. Dos portugueses não invejo a inteligência nem dos espanhóis a teimosia. Se tivéssemos sido colonizados pelos ingleses ou alemães tudo aqui seria muito diferente.
VIII
Fotografar pode ser um trabalho, um prazer ou ambas as coisas. Para mim uma alquimia para transformar luz, sombra e cores em belas imagens, que vão durar bem mais do que as próprias lembranças. Minha tarde é de luz, sombra, cores e garotas de biquíni. Nada mal.
IX
De uns tempos para cá o que era um lanche da tarde deu lugar a experiências culinárias da Amanda. 
Sem grandes pretensões ela inventa, esquenta, mistura e dá sabor especial a qualquer coisa. 
É o amor. 
Um simples misto quente se transforma num croque monsieur e qualquer massa num penne à italiana ou um lombo assado com molho madeira ou de mostarda, num quitute de dar inveja a qualquer chefe francês.
X
À noite, ninguém está livre de contrair doenças, defeitos ou vícios e eu mantenho tudo ao alcance dos dez dedos, quando martelo o teclado, num amontoado de palavras, para mim cheio de significados, para a maioria sem nenhum. 
Posso estar na cama às dezoito horas ou às vinte e três. Acordo de três em três horas e serão sucessivas dormidas e passadas no computador até acordar novamente para mais um dia.

Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Por que não vão todos tomar no cu?

Acordo sempre de bom humor e com a agenda prontinha na cabeça.
Academia, ou praia se tiver sol.

Já sabia que a querida Amanda Palma ia escoltada pela mãe a São Paulo, fazer uns exames de rotina e me preparei para algumas tarefas dela. 
Coisa simples, como entregar uns pedidos para a gerente Sandrinha (menina de ouro) e a chave da loja, que ontem ficou com a maravilhosa Zetha Jones, apelido da Patrícia, apelido que pegou desde o primeiro contato quando eu lhe perguntei:-Conhece a Zetha Jones, você é a cara dela, e ela disse: -Mora no Morrinhos IV?
Bem, perguntei à Amanda que horas a Sandrinha viria pegar o material e ela diligentemente mandou um (ou muitos) whatsapps e com muito custo chegaram ao horário, nove horas.
Fui para a academia, passei no Pão de Açúcar e na volta, em casa peparei o meu frugal desejum Rsss.....fresco eu hein...
Olhei no relógio, oito e meia, resolvi tomar banho imaginando que daria tempo de entregar a chave.
Mal entrei no chuveiro tocou o interfone. Nem desliguei a água. Me enrolei na toalha e com todo cuidado para não escorregar cheguei no interfone em menos de quinze segundos.
Alô!!!Alô!!!! Alô!!!Nada! Desligaram. Imaginei que pudessem tocar novamente. Nada! Resolvi ligar para a portaria, mas como os óculos estava no banheiro fui até lá. 
Foi colocar a mão nos óculos e tocou o interfone. 
Correndo certo, risco dei uma corridinha, e nem tinha chegado lá já estava tocando o telefone fixo. 
Fiquei com interfone. Alô!!!Alô!!! Alô!!!Nada! Desligaram. 
Como o telefone fixo continuava tocando e eram três ou quatro passos resolvi atendê-lo pois deveria ser a Sandrinha cobrando a chave. Alô!!!Alô!!!Alô!!!Desligaram!
Fui ao interfone e liguei para a portaria. O zelador disse:-A moça veio pegar a chave, o senhor pode colocar no elevador. Falei OK, peguei o envelope preparado para entregar e coloquei no elevador.
Estava entrando no chuveiro e o interfone tocou. 
Vou economizar...fui atender e ...Alô!!!Alô!!!Alô!!!Desligaram! Dessa vez eu estava prevenido com os óculos, disquei, o zelador atendeu:- A moça disse que a chave não está no envelope. 
Eu disse, vou colocar no elevador.
Fui ao escritório, peguei a chave, coloquei no elevador e o meu whatsapp tocou. 
Fui ver e era uma mensagem da querida Amanda:
A Sandrinha está na porta para pegar a chave.
Tocou o interfone...novamente o telefone...o whatsapp...o celular...

Não falei, mas juro que pensei comigo mesmo: Por que não vão todos tomar no cu?

A casa caiu mas o mundo não vai acabar.

A casa caiu?
Ninguém gosta de errar ou falhar e não sendo possível mentir nem omitir, vale a pena lembrar que atos, fatos e boatos, fazem parte da mesma história e no futuro só alguns fragmentos serão lembrados.
O que aconteceu? Quem contou? O que os outros entenderam? O que tem de verdade nisso tudo? Em que isso pode te prejudicar?
Não se preocupe demais com as coisas ruins que já aconteceram, se não tem remédio, remediado está.
Depois de algum tempo a memória faz como julgamento de escola de samba, descarta os piores notas e isso dá às boas lembranças peso maior.
A natureza humana é sábia e a gente descobre um jeito para continuar.
Lembra do refrão? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.
Ninguém está falando que é fácil, mas não há alternativa, pode ter certeza:

A casa caiu mas o mundo não vai acabar.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Um texto.

Um bom texto não impõem a ideia, pode mostrar que qualquer assunto pode ter uma ou mais abordagens e aí você coloca a sua.

Você não precisa concordar com um texto, mas se acrescenta subsídios às suas ideias, permitindo que você reforce pontos fracos, corrija algo que não está muito bom, mude para melhor ou aprenda qualquer coisa, você aproveitou o texto e então ele é um ótimo texto.

domingo, 6 de março de 2016

A vida nos obriga a optar, mas modifica o final da história independente da nossa vontade.

E você pode ter muitas opções, algumas ou nenhuma.
Se você não tem nenhuma opção maktub, está escrito, nada a fazer.
Já se você tiver muitas, será mais difícil do que se tiver só algumas.
Numa encruzilhada onde não ninguém conhece o destino, é quase impossível dizer se você vai acertar ou errar.
Assim é a vida, você pode ter as opções, pode dar o melhor de si e escolher o caminho, mas como o final não está escrito, tudo pode mudar e isso é uma questão de sorte ou de azar.

sábado, 5 de março de 2016

Ilusão, conhecimento e realidade.

Jovens começando a vida descobrem o mundo pelos seus próprios olhos, vislumbrando um futuro promissor.
Nem poderia ser diferente. Só a experiência dos anos mostra a realidade.
As diferenças começam a aparecer ainda no banco da escola, início à nítida percepção de que, contrariando a regra divina, que também foi adotada pelos homens, não somos todos iguais.
“Pois quanto maior a sabedoria maior o sofrimento; e quanto maior o conhecimento, maior o desgosto.
Eclesiastes 1:1-18”

quarta-feira, 2 de março de 2016

Fotógrafos, fotografias, caras e caretas.


Qualquer espelho, de qualquer banheiro, qualquer cara, qualquer boca, de preferência um bico.
Com a facilidade proporcionada pelos telefones câmeras fotográfica e câmeras baratas, a mulherada virou fotógrafa, em muitos casos, artistas de si mesmas.
Vai acabar mudando aquele ditado que mulher não gosta de saco, gosta de sacola... Mulher gosta mesmo é de fotografia, mas há as que detestam o retrato da sua imagem. Deve ser o desgosto da constatação documentada de terem maltratado a carcaça por tanto tempo.
As mais gordas, atuais gostosonas, que me perdoem, mas não cabe numa máquina pequena tanta bunda, tanto peito e tanta careta.O ego de algumas é tão grande que carteira de motorista não deveria ter só uma foto, deveria ter um álbum.
Regra geral da fotografia boa é tirar muitas e só usar a melhor.
Por amor à arte dou aulas de fotografia grátis.
Só para mulheres, bonitas e gososas...

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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