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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Nada faz falta a quem não sabe que precisa.

A distância entre o sim e o não.

Verdades e mentiras, regras e exceções, não há nenhuma verdade nas mentiras, não há honra na fraqueza nem pode haver perdão para traição.
Mudar de ideia é uma coisa, não ter certeza é outra, mas o tempo ensina, que para acreditar é preciso conhecer antes, para confiar é preciso mais do que convivência e para amar é preciso estar quase louco de paixão.
Arrisco-me a ira de alumas amigas, mas não de outras, as que não confundem gênero com generalidade concordarão em parte comigo e outras até com Miguel de Cervantes que escreveu:- "Entre o sim e o não de uma mulher, não me arrisco a pregar um alfinete.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

A vida e o jornal de hoje.

A vida só é uma incógnita para quem não sabe observar, entender e aprender, que cada dia pode não ser o melhor, mas será único.
E ler, é o melhor remédio para a gente se reinventar.
De uma rápida leitura no jornal tiro duas frases que podem me dar muitos dias de reflexão e assunto para muitos textos.
Poderiam ser até livros para os felizardos que sabem escrever.
Conheço poucas músicas do Tremendão Erasmo Carlos mas ele foi capaz de dizer na entrevista do jornal, que “agora, aos setenta e quatro anos me satisfaço com o que posso fazer.”
E assim deveríamos ser todos nós com qualquer idade. Por que exigirmos de nós mais do que o possível?
Logo em seguida uma frase da grande Fernanda Torres. “Por que ansiamos pelo novo que já nasce ruína?”
Tem gente que não lê, que não sabe o que os outros pensam, que não sabe usar umas palavras de alguém para complementar os próprios pensamentos.
Ler é viver reinventado, pronto para mais um dia que poderá não ser o melhor, mas será único nessa corrida curta que temos até o desconhecido.
E nada pode nos deixar entediados nem enfastiados, porque nada será como antes e breve não haverá depois.
Por quê ansiar pelo novo que já nasce ruína?
Eu me satisfaço com o que posso fazer.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

O Facebook.

Não há, nem houve nunca, vitrine maior do que o Facebook.
Há controvérsias se ele é bom, se é ruim, se acrescenta, ou generaliza a idiotice, se a gente aprende ou não alguma coisa.
Mas vitrines são janelas, e você pode estar de um lado ou do outro, vendo ou sendo visto.
Hoje em dia a gente tem mais possibilidade do que já aconteceu antes com o rádio, com o cinema e com a televisão, de você saber que o mundo é mais do que a sua rua, a sua escola, seu trabalho e que existe um mundo de bilhões de pessoas parecidas com você, pensando mais ou menos igual ou muito diferente do que você pensa, e vivendo uma vida única, porque ninguém jamais viverá a vida de outro.
Para quem quiser, o Facebook pode ser mais do que um livro. Pode ser uma biografia, um romance, um drama, uma trama cada dia. Pode ser um jogo que você faz com alguém ou que alguém faz com você, que um grupo tenta e às vezes consegue fazer com muita gente.
Um jogo onde a gente vê que muitas mulheres são fortes, nem todos os homens são covardes e que as crianças serão o retrato dessa era que traz poucas esperanças.
Pelo Facebook passam todos os dias notícias de nascimentos felizes, mortes trágicas, começos incríveis e finais medonhos.
E quem quiser escolhe o que ver ou ouvir, com quem concordar ou discordar, se fará isso dentro dos seus próprios pensamentos ou virá a publico para opinar ao que na maioria das vezes não foi chamado.

O Facebook é isso, bom para quem souber separar e aproveitar e muito ruim para alguns, cuja vida não está boa, mas pode piorar.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A união poderia fazer a força.

Nas conversas sobre a política do Guarujá as queixas são muitas e das mais variadas.
Não muito diferentes da do resto do Brasil onde a maioria é de bandidos engravatados. 
Suspeitos, investigados, processados e condenados, eles continuam livres para roubar, porque a Justiça é inoperante e falha, no mínimo porque tarda.
Vejo poucos novatos, idealistas, gente que gostaria de entrar na política para melhorar, gente que gostaria de uma cidade melhor e as suas chances de chegar ao poder são reduzidíssimas, porque o sistema é corrupto e corruptor.
A desconfiança é tão grande contra a classe política que a má fama acaba colocando bons e maus na mesma panela.
Na impossibilidade de encontrar um bom nome acaba-se fazendo a escolha dos menos ruins, daqueles que ainda não têm ficha suja, como foi no caso da prefeita Maria Antonieta de Brito, agora ficha sujíssima.
A união poderia fazer a força mas a nossa cultura é a do salve-se quem puder e cada um por si.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Inferno.

Fui batizado, estudei alguns anos em colégio de padres, fiz curso de catecismo e primeira comunhão. Sou católico.
Católico, temente a Deus, pouco praticante e às vezes acho que o inferno é aqui na Terra.
Não que a minha vida seja ruim, aliás, pouco posso reclamar, mas olhando para gente menos privilegiada, mais perto da verdadeira realidade, cada vez acredito mais em Deus, menos nos homens e torço que a entrada e permanência no inferno seja por merecimento e tenha uma certa gradação, porque se houver pouca diferença no castigo, a injustiça só vai continuar.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Conformismo.


Conformismo é a situação em que se encontra um indivíduo que desiste das próprias ideias, dos próprios sonhos, por acreditar que nada pode ser feito com os maus costumes, a falta de lei ou a falta do cumprimento delas.

Albert Einstein escreveu que “O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”.
Muitas vezes tenho vontade de parar de escrever da minha revolta contra os que, desconhecendo os limites dos seus direitos, atropelam os do próximo.
É o folgado no trânsito, o vizinho barulhento, são os jovens mal educados por pais conformados com que os filhos não tenham educação, pois eles também não tiveram. 
É muito importante ressaltar uma categoria que acha, só porque ele não se importa com o lixo espalhado nas ruas e o barulho ensurdecedor dos carros que andam com caixas acústicas gigantescas nos porta-malas tocando música da pior qualidade, a gente tenha que aturar essas coisas. Esses indivíduos são o pior da categoria "mal educados", são os ignorantes.
Conformado é o cara que acha que as coisas não podem mudar mas que nada faz para que isso aconteça.
O inconformado é um rebelde que luta e o conformado um prisioneiro da própria incompetência pela falta de ação.
Se você prefere viver preso nas suas limitações, por favor não critique quem luta pela liberdade de viver sob leis que existem e precisam ser cumpridas.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Carnaval

Tem muito mais gente falando mal do Carnaval do que falando bem.
Sou dos que falam mal, nunca foi minha festa preferida, mas tirei, numa época, as minhas casquinhas.
Os que gostam não tem tempo a perder para falar bem, estão por aí, dançando e cantando, mas serão os mesmos que daqui a alguns anos falarão mal.
Não é o Carnaval que foi bom ou é mau, nós e que temos uma idade momesca que passa.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Democracia.

Com um sentimento de indignação me curvo à vontade popular, contaminada pela crise ética que assola meu povo inculto.
Isso é a nossa Democracia.
Imaginem, um país onde a maioria parece ser constituída de indolentes, por puro abandono, onde a falta de caráter e a desonestidade são motivos de regojizo, porque isso lhes parece vantajoso e certo. 
Ensinaram ao nosso povo tantas maracutaias, mas aprenderiam coisas boas, como a vantagem de ser honesto, se lhes fosse ensinado. 
Estamos num continente pouco afetado pelos grandes desastres naturais, mas não lhes permitem nem permitirão aproveitar a vantagem, porque é a ignorância democrática que elege e mantém os corruptos no poder. 
Imaginem um país rico de minerais valiosos, terra fértil, cujo clima aliado ao solo permite generosas colheitas. Apesar de não dominarmos as melhores técnicas de cultivo e termos perdas de mais de trinta por cento no manuseio e transporte, ainda conseguimos preços competitivos nos mercados internacionais. 
Imaginem um país rico em petróleo e outras fontes energéticas, com um número tão grande de rios que lhe dá o título de primeiro lugar, com 12% de toda água doce do mundo. Nossa navegação entretanto é pífia e toda essa água é desperdiçada enquanto grande área se torna desértica por falta de obras e porque quando são aprovadas ficam só no papel porque o dinheiro destinado é roubado e dividido entre quadrilheiros.
Imaginem um país tropical tão extenso, onde inverno e verão
se confundem de tal maneira, que a temperatura vai de muito agradável a boa o ano inteiro, o que não exige paralisação das atividades, mesmo em inverno rigorosos, ou verões muito quentes.
Imaginem um país desses, dirigido por políticos competentes e honestos.
Isso seria uma ideia quase perfeita do paraíso na Terra.

Esse país jamais será o Brasil.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Vida


Levei anos vivendo como todo mundo, mas sem pensar muito, deixando a vida correr como achei que deveria ser.
Mas de uns tempos para cá parece que estou mudando, há mais reflexão em cada ato, mais atenção nas consequências, menos pressa de vivenciar as novidades, que parece rareiam, ou nem são tão novidades.
E isso não é ruim.
Acho que prestei pouca atenção na relação que a vida tem com o tempo, aprendi pouco ou deixei de aprender algumas coisas que se não me fazem falta, poderiam acrescentar.
Tomara que haja nos próximos anos, algum tipo de compensação, e aprender, tendo experiência, seja mais fácil pois prazeroso eu sei que é.

O dia seguinte e todos os outros dias.

Há, certamente, dias memoráveis na vida de todos nós e depois de uma sucessão de fatos, o resultado é o dia seguinte, com a repercussão das nossas ações ou omissões.
Resta o consolo que é da natureza humana esquecer, mas o tempo entre a repercussão e o esquecimento pode parecer uma eternidade, lembrando a gente que aquilo que aqui se faz, aqui também se paga. 
Depois da justiça dos homens, há a justiça de Deus, e os resultados serão sempre desastrosos para os que trilham o caminho do mal.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte.


Dentre os questionamentos da vida está a certeza da morte.
Arrebatadora e cruel para a maioria que parte e para quase todos que ficam, ela é como um jogo onde todos perderemos as últimas fichas, na última mão, da última rodada.
Há quem lembre mais dos lances de sorte e como eles foram festejados, outros lamentam as muitas perdas e o vazio que fica quando cai a ficha e a má sorte foi lançada.
Todos chegamos com um grande cacife e partiremos sem nada levar, mas quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A visão privilegiada de determinadas partes, quase sempre dá uma visão distorcida do todo.

Há quem confunda confundir com confusão.

Existe uma sutil diferença entre frequentar, participar e comungar ideias.
A maioria das pessoas frequenta um clube ou uma academia de ginástica pelo equipamento que ele possui e que lhe permite praticar uma atividade e não porque comunga das ideias ou ideais dos muitos frequentadores. Algumas academias vem tentando isso com pouco sucesso.
Clubes de servir e associações como o Rotary, Lions, sindicatos, associações de comerciantes, de advogados e de outra profissão, têm como escopo juntar pessoas que comungam das mesmas ideias e ideais com a finalidade de proporcionar bem-estar a muitos pelo trabalho organizado de todos, sob a liderança de alguns.
Não espero com essas palavras, que não são definições, esgotar o assunto e sim observar quão pequeno é o resultado quando as pessoas confundem a finalidade de cada coisa e principalmente quando essa confusão é gerenciada por pessoas que visam subverter a ordem nas prioridades, com a finalidade de obter vantagens para si e para uma pequena parcela dos participantes, voluntários ou não, esses muitas vezes obrigados por convenções com as quais não concorda e não foram chamados para participar da sua constituição.
Não vou entrar em detalhes, esse é um assunto onde cada um sabe como e por que é obrigado a participar de grupos com os quais não tem nenhuma sintonia, sendo muita vezes confundido com a escória que se apodera dessas associações transformando-as em quintal vizinho da própria casa.

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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