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sábado, 31 de dezembro de 2016

Guarujá é o melhor lugar ruim para se morar.

Guardadores de carros, ambulantes, som alto em todo lugar, trombadinhas de monte, ruas cheias e praias mais do que lotadas, fila até para entrar na fila.

Esse é o Guarujá.
E ainda assim o melhor lugar para se morar, passar as férias ou uns poucos dias.
A não ser multimilionários que podem escolher lugares exclusivos, onde não há acesso a simples mortais como eu, você e mais de um milhão de pessoas que passarão pela cidade nesse verão, só eles poderiam reclamar do nosso Guarujá. 
Mas esses não aparecem por aqui então o melhor mesmo você que mora, tem casa ou vem passar uns dias por aqui é parar de reclamar e aproveitar tudo que há de bom.
Estamos no Brasil, no Guarujá e a gente pode até recriminar os políticos por não cuidarem da cidade mas sempre lembrando que cada lugar tem seus problemas.
Curta o Guarujá!

ET ainda que as notícias não sejam as melhores, será a cidade do litoral de São Paulo que sempre recebeu e vai continuar recebendo mais gente o ano inteiro.
E isso não é por nada!

Escrever

Ao escrever você fala com você mesmo e quando resolve publicar fala para uma uma plateia que concorde ou não com as suas ideias pode gostar da forma como ela foi colocada.
Escrever é um dos raros prazeres que não custa nada mas depende muito do investimento que você fez anteriormente.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Ninguém ganha todas, o importante é não perder todas.

Erros e acertos.

Não dá para ganhar todas, o importante é não perder todas acertar a maioria,se possível.
Errar, arrepender-se, voltar atrás e pedir desculpas fazem parte dos acertos e são algumas das maiores virtudes do homem.
Saber tudo, acertar sempre e jamais voltar atrás, podem ser os grandes erros que causam grandes males.
A prudência e a razão são virtudes da experiência, que só se adquire com os erros e os acertos.
Ninguém ganha todas, o importante é não perder todas.

domingo, 25 de dezembro de 2016

Afundando a galinha dos ovos de ouro.

O Brasil acostumado a tratar mal quem nele investe, está perdendo o mercado de cruzeiros marítimos para outras regiões do mundo.
Motivos diversos altos custos de atracação, embarque e combustível. 
A estrutura dos pontos de parada também são inferiores às de outros países.
Veja alguns dados fornecidos pela reportagem no Jornal A Folha de São Paulo de 24/12/2016.
552 mil passageiros na temporada 2015/2016.
383 mil vagas disponíveis nessa temporada 2016/2017 ainda não preenchidas.
Recuo de no mínimo 30% no número de passageiros e receitas.
No mundo a atividade cresceu 4,5% nesse período.
120 atracamentos, na temporada 2015/2016 apenas 39 confirmados na cidade de Ilha Bela.
Ubatuba ano passado 9 atracamentos, esse ano nenhum.
Santos ano passado 17 embarcações, esse ano 14.
Segundo estudos da Fundação Getúlio vargas cada passageiro gera cerca de R$446,00 em receitas diretas e indiretas em cada cidade onde o navio para e por esses dados Ilha Bela perderá cerca de R$54 milhões de reais em receitas.
Tá bom ou vai perder mais?

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Sonho

Éramos três no meu sonho, a terceira pessoa eu não consigo lembrar ,mas a segunda era seguramente você.
Eu discorria calmamente sobre as preocupações que tinha com a vida, com a família, com nossa cidade e com os rumos desastrosos que o Brasil tomou, iludido por pessoas normais que se tornaram bandidos, inebriados que foram pelo poder.
Você parecia comungar com os meus pensamentos, e teria até concordado com a minha ideia de nos chamarmos atenção cada vez que fossemos reclamar mais uma vez de alguma dessas coisas que embruteceram a natureza humana, envenenando o planeta e tornando mais difícil a vida.
Concordamos que cada um de nós ao seu tempo e na nossa idade, já havíamos gasto tempo suficiente tentando fazer com que as coisas andassem nos trilhos, que todos colaborassem como e com o que pudessem para o bem comum.
Perdemos nosso precioso tempo, fomos reconhecido por poucos e ironizados pela maioria.
Daria para contar nos dedos os prazeres que sentimos com as conquistas e encher umas caixas com os dissabores.
Escrevo essas linhas para pedir que você não esqueça de me alertar sempre que eu for reclamar de alguma coisa.
Farei o mesmo, e se você descobrir quem era a terceira pessoa no sonho me diga, para eu não pensar que estivemos sozinhos nesse sonho e nessa batalha perdida

domingo, 18 de dezembro de 2016

Perdoar.

Perdoar.
Perdoar dizem, é divino.
Talvez porque errar é humano, porque todos nós erramos e se não houver perdão, breve não haverá mais erros nem acertos, só um monte de chatos se achando o máximo, pensando que estão sempre certos.
Hoje perdoei o Jô Soares.
Fazia muito tempo que eu não assistia às suas entrevistas porque passei a achá-lo um chatão tentando mostrar ser superior e intelectual, toda hora interrompendo seus entrevistados no meio das respostas.
Mas com a iminência da sua despedida depois de vinte e oito anos e dos vários compartilhamentos que os dois últimos programas tiveram eu os assisti pela internet.
Vi um Gordo diferente, que finalmente foi igual aos melhores anos do passado. 
Vi um cara humilde relembrando alguns dos ótimos momentos do programa, que existiram tanto pelas suas perguntas inteligentes e bem colocadas, como pela boa escolha dos entrevistados que invariavelmente tinham coisas inéditas para contar.
Vi um cara que deve ter passado muitos dias e noites pensando se seria a hora de parar, principalmente pela enxurrada de críticas que vinha sofrendo, por aparentemente babar os ovos dos poderosos, sabe-se lá porque.
Sou suspeito para falar das críticas pois parei de assisti-lo faz tempo, muito antes dessas acusações.
Fiquei com a séria impressão de que terminado esse ciclo de programas diários que desgastaram a sua imagem virá para ele um novo tempo ainda melhor.
Com sua inegável inteligência e capacidade, acho que breve teremos mais desse cara incrível que pode ter errado mas que não persistiu no erro.
Gostaria agora de ter notícia de que o Faustão vai encerrar definitivamente seu programa na semana que vem.
Poderia até perdoá-lo, em que pese não ter a nenhuma esperança de vê-lo fazer no futuro algo realmente aproveitável.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Só se vive uma vez.


E isso tem que ser bastante, tem que ser suficiente e pleno, porque arrepender-se do que não se fez é impossível.
Soa como redundância, mas observando algumas pessoas parece que elas não sabem que aos quarenta já passaram da metade, aos cinquenta certamente já viveram a maior parte, aos sessenta ela já viveram muito mais do que poderão repetir.
Como repetia sempra uma velha empregada, “cada um sabe de si”.
Cada um sempre teve livre arbítrio para fazer suas escolhas, houvessem ou não sido as melhores, e se as lembranças não forem as que a gente gostaria, o melhor a fazer é esquecer e tocar para frente, nunca ficar culpando os outros porque a vida da gente não deu certo, o que é meio caminho para que isso continue acontecendo.
Falar parece fácil. Mas o que fazer com os ex-maridos e mulheres? O que fazer como os filhos que enfrentam agora aquilo pelo qual nós já passamos, já erramos, já sofremos e não conseguimos transmitir? Como ajudar para que outros não cometam os mesmos erros?
Realmente não há muito a fazer!
Quando as relações se deterioram é como um cristal que se parte. Não há remendo que resolva. Melhor abandonar uma causa perdida do que continuar a procurar remédio para o que vai continuar sendo só remediado.
Só se vive uma vez e se você tiver isso presente, vai ver que a perda de tempo talvez seja o único erro que não pode ser repetido.
Só se vive uma vez, uma única vez.


Não perca nenhum tempo com quem não merece, porque essa pessoa roubará a sua vida.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Vida

Minha inexperiência da juventude vem sendo trocada por atitudes mais adultas e acertadas.
Minhas dúvidas a respeito do futuro cada vez mais contestadas.
Minha crença de que o fim é só o fim, cada vez mais confirmada.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Coisas da idade.

Quando a gente é novo não pensa em ficar velho, quando vai ver já é velho.
Apesar de ser uma catástrofe, não me pareceu catastrófico ficar velho. A gente vai se acostumando e quando vê a velhice já chegou, e com ela a certeza que não dá para voltar.
E a idade não é como para certas bebidas, não te deixa melhor mas pode ensinar a sobreviver com essas “velhices”.
Eu por exemplo, me irritava com qualquer barulho, com alguma coisa fora de lugar ou com a ignorância das pessoas.
Não que eu tenha me acostumado ou que goste, mas criei uma certa tolerância que me faz bem, provavelmente na medida inversa que me incomodava.
E o que resta?
Ouvir Billy Paul faz muito bem!

Minha caneta e o prazer com algumas coisas.


Invariavelmente escrevo meia dúzia de palavras ou alguns números com uma das canetas que estão sobre a minha mesa.
Diferente de todas as outras do tipo descartáveis, essa eu tenho faz uns vinte anos e pasmem, com a mesma carga.
Não é uma caneta cara e se comprada hoje deve custar uns vinte ou tinta reais, não mais, provavelmente já ficou dentro da gaveta alguns desses anos e por esse motivo a carga ainda não esgotou.
Mas ultimamente ela está bem a vista e à mão e cada vez que eu a pego, lembro que quando a carga terminar provavelmente ela irá para o lixo para alguma caixa, junto com tantas outras cuja carga terminou e nunca foram trocadas.
Imediatamente paro de escrever com ela e pego qualquer uma das outras, as descartáveis.
Bobagem ou não, desleixo de nunca comprar uma carga para qualquer caneta, muito menos colocar tinta numa das várias Parser e Sheafers que jazem na tal caixa da gaveta, parei para escrever essas linhas pelos pensamentos que isso me traz sempre, com essa atitude de preservar a carga tê-la mais um tempo à mão ou à vista.
Preciso relembrar o prazer de olhar para algumas coisas, independente do seu valor, aliás, acho que depois desse texto vou usar mais a caneta e quando a tinta terminar vou simplesmente deixá-la sobre a mesa ou até mesmo procurar uma nova carga para ela.
Parece que chegou a hora de olhar mais para o que eu tenho do que buscar coisas novas, quase sempre descartáveis.


sábado, 26 de novembro de 2016

Vitórias.

Desde sempre os recordes são batidos, as marcas superadas e para alguém bom sempre acaba aparecendo outro melhor.
A superação pode ser derrota ou lição de que a vitória, por mais gloriosa e merecida, acabará cedo ou tarde fora do pódio.
Ao ser o primeiro, chegar mais alto e ser o melhor, ninguém está bem preparado para o sabor da derrota que existe e um dia virá.
Para um bom sempre surgirá outro melhor.

sábado, 12 de novembro de 2016

Encontros, desencontros, esbarrões e trombadas.

A vida é muita coisa, inclusive uma via de muitas mãos.
Cheia de cruzamentos, sinais verdes, vermelhos e amarelos, uma via onde você trafega de carro, de moto, de bicicleta e a pé, nos dois sentidos e ainda pode cruzar em qualquer ponto.
Parece o caos e é mesmo.
Então é natural você andar lado a lado, mas também pode esbarrar ou até bater de frente e o importante é seguir sempre e se necessário se desculpar.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Fodeu? Fodeu!

Não vou rir nem vou chorar, a vitória de Donald Trump é mais um exemplo de que não só a unanimidade, mas a maioria também pode ser burra.
Venceu o voto de protesto contra a situação “difícil” em que se encontram os cidadãos americanos.
Mas se está “difícil” para eles, imaginem para os refugiados de todas as ditaduras, dos que fogem das guerras religiosas, das guerras civis e da fome.
Me parece que a maior nação da Terra vai sentir daqui para a frente, como é ter um ditador no poder, uma pessoa despreparada para lidar com a democracia moderna, onde ninguém é igual perante a lei.
A maioria decide e escolhe mal.
A maioria do povo inglês escolheu deixar a Comunidade Europeia, vai ter um retrocesso econômico gigante, a maioria dos americanos trocou uma administração morna, por uma que pode vir a incendiar o mundo.
Só o tempo vai dizer, mas eu acho que Donald Trump não termina seu mandato.
É…. Fodeu!
Mas isso ainda pode ficar pior.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Primeiro o mais urgente ou mais importante?

Nas muitas decisões da vida, muitas vezes não se podendo fazer tudo, há que se escolher se faremos o mais urgente ou o mais importante.
Nas sociedades modernas como um todo, os governos dos países emergentes só podem fazer o que se lhes permite o dinheiro disponível ou o que não vai custar nada, ainda que se permita a quem vai pagar algumas contas, a exploração de algum bem ou serviço.
Nessa categoria se encontram as parcerias público-privadas que dependem exclusivamente da capacidade administrativa e gerencial dos administradores.
Começaremos o ano com uma nova administração e em que pese vermos alguns nomes conhecidos por terem colaborado com outras administrações, umas que fizeram pouco, outras que não fizeram quase nada, devemos levar em consideração que há entre eles elementos qualificados, trabalhadores e honestos, que não puderam dar o melhor de si ou porque não tiveram autonomia ou não dispuseram de dinheiro suficiente para colocar em prática ações, fossem elas importantes ou urgentes.
Voltando às administrações anteriores, o que se viu em muitos casos, se não em todas elas, foi dar pão e circo para uma população que precisa de educação e saúde, promovendo shows “grátis” e foguetório inútil.
Não sou contra as festas, sou contra fazer festa com o dinheiro que vai faltar para pagar médicos, hospitais, professores e merenda escolar de qualidade.
Assim, a futura administração se quiser começar bem, deve dar total autonomia para quem possa negociar com a iniciativa privada o foguetório do ano novo, as verbas para o Carnaval e os shows na temporada.
Tenho certeza que serão muitas as empresas dispostas a pagar essas e outra contas se não forem extorquidas com propinas para a exploração da publicidade nas nossas praias.
Talvez essas ações não sejam nem as mais urgentes nem as mais importantes mas darão clara demonstração do que será a honestidade e a transparência nos próximos quatro anos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Realidade.



Real ou ilusória, a concepção de viver bem nos leva, queiramos ou não, às ideias pré concebidas de conforto e tranquilidade e por que não dizer, de uns luxos.
A vida em sociedade nos obriga a convivência com muitas pessoas, onde ter e poder, significam mais do que simplesmente viver por viver.
Vão longe os dias onde muitos sonhavam com uma casinha no campo para criar filhos e netos, “plantar amigos e livros….e nada mais”.
Nem bem-nascidas, as crianças de hoje se deparam com a necessidade e a obrigação sem escolha de serem criadas nas creches e nas escolinhas.
Cada vez mais, longe dos olhos dos pais, criando hábitos mais e mais parecidos com o das outras crianças e o dos “educadores”, estes, na maioria das vezes cada vez menos preparados, formam-se gerações de profissionais “que o mercado pede” em detrimento das antigas vocações.
Em alguns países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, a educação e cultura podem não estar bem estruturadas para todos, mas está para a maioria e dessa maneira a realidade da vida tem menos diferenças em que pesem as distorções.
Mas essa não é a nossa realidade, o que está aos nossos olhos, é a triste realidade, de que é tal a desvalorização dos vínculos da família que essa exposição tornam a massificação nivelada por baixo.
Sem escolas, sem empregos, sem futuro.

Essa é a nossa triste realidade.



terça-feira, 27 de setembro de 2016

Não deixe para amanhã que deveria ter feito a vida toda.

É um fio tênue que nos permite ir tocando a vida até encontrarmos a temida morte.
Um carro sem direção, um ignorante atrás dela, um escorregão de mau jeito, um mergulho no rio errado. 
Rápida e nem sempre indolor, a morte não acrescenta, ela sempre tira. Tira de nós quem amamos e um dia vai nos tirar de quem nos ama.
Doenças novas ou hereditárias, Zyca, colesterol, o temível Alzheimer, tardam mas não falham e a vida ainda pode ser abreviada por delinquentes, que se dão ao luxo de gostar mais das nossas coisas do que nós mesmos, não exitando em tomá-las à bala.
Mas não devemos nos preocupar demais com as coisas materiais pois só vamos usá-las por um breve tempo, tempo que sobretudo não pode ser negado a quem amamos e por quem somos amados.
A vida deve ser mais do que trabalhar, dormir e sonhar.
Será que é preciso um susto para a gente acordar?
E tem o tempo que a gente reclama que demora passar até o final de semana, até chegarem as férias, o tempo que a gente quer que passe logo para chegar o dia do pagamento. Esse é o mesmo tempo que pode fazer falta afinal na nossa estada nesse mundo, tempo para a gente criar laços, tempo que não pode faltar para vivermos enlaçados.
A morte é o final de uma batalha sem trégua, onde o destino sempre ganha e a gente sempre perde.
Não perca tempo com o que tem pouca importância, faça agora o que deveria ter feito sempre, use bem o tempo, não deixe que no futuro você tenha sentimento de arrependimento por sentir que o seu tempo foi mau usado.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Felicidade

Se você identificar os fatores que o tornam infeliz vai encontrar a felicidade.
A felicidade não anda por aí nem você esbarra nela.
Ela é primeiro um desejo, depois uma realidade.
Querer ser feliz e isso começa por ter bem-estar e a serenidade, sem esse desejo e sem disposição não adianta ter coisas ou amigos.
Os poderosos tornam-se infelizes quando descobrem que o poder não é felicidade, os pobres quando ficam ricos descobrem que a riqueza em si não traz a felicidade.
A felicidade é o que todos desejam…. É o que poucos têm….

É o que ninguém tem sempre e que muitos pensam que só os outros é que têm.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Idade


Não faz muito tempo eu era o caçula da turma.
Muitas vezes fui excluído das brincadeiras e de uma ou outra conversa porque “não era para a minha idade”.
Outro dia eu fiz 50 anos e demorou para “cair a ficha” de que eu era um dos mais velhos naquela festa, pois os mais velhos que eu nem ir a festas iam.
Dezoito anos se passaram daquele dia e a maioria que não queria mais festa já morreu, alguns dos que foram seguiram o mesmo caminho e eu já não tenho vontade nem de fazer festa nem de ir a nenhuma festa.
Mas reconheço, fiz da vida uma bela festa.

domingo, 7 de agosto de 2016

Despeitado


Despeitado é um indivíduo que tenta desvalorizar o que não consegue conquistar.É portador de inveja incontida, externada com palavras e atos minimizando o valor alheio.
O despeitado nem sempre percebe mas ele é ridicularizado por tantos quantos convivem com ele.
Despeitados nunca o são uma única vez, com uma só pessoa, por um só motivo e a repetição do despeito se torna um vício marcante na personalidade desse ser indesejável no convívio com as pessoas de bem.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Os que vão e os que ficam.

Ninguém fica velho antes do tempo e ninguém deveria morrer antes dessa hora.
Ficar velho é algo que não se ensina porque não dá para aprender. 

E nesse caso, os conselhos valem pouco, porque de verdade, para pouco servem.
Quem faz como os outros dizem, faz o dos outros, não o seu próprio.
É nessa caminhada sem volta, onde é possível olhar para trás mas impossível refazer qualquer coisa, ou fazer o que deixou de ser feito que mora o arrependimento.
Alguns se arrependem muito, uns poucos não se arrependem de nada e a maioria vive demais os últimos anos com essas lembranças imutáveis.
Quem parte leva tudo dele consigo, deixa um pouco de lembrança, e aquilo que um dia possa ter sido seu tesouro de nada valerá porque só há uma certeza, do pó viemos e ao pó retornaremos.

domingo, 17 de julho de 2016

Férias de mim

Não sei como, mas sei bem porque, estou precisando claramente tirar férias de mim.
É….uns dias longe….fora da rotina diária….se possível sem falar ou pensar nas coisas que vivo todos os dias ininterruptamente a tantos anos, tão iguais ou parecidas a cada dia, nessas últimas 3.500 semanas.
Não pense que eu estou ficando louco pois já estou faz tempo.
A vida é assim, depois de umas horas a gente deita, dorme e descansa, depois de uns dias de trabalho a gente tem um fim de semana, de vez em quando a gente até tira férias, sai de parte da rotina, viaja, vê e conhece gente, coisas e lugares novos, mas estamos atrelados a pensamentos que teimam em ir e vir conosco, dia e noite a todos os lugares.
Se a gente pudesse tirar férias da gente por algum tempo, viveríamos uns dias sendo outra pessoa e ainda que não se pudesse escolher quem, esses dias serviriam para que a gente visse como somos felizes nas nossas vidas, em sermos quem nós somos, ou quão miserável é a existência para quem não é dono do próprio destino.
Estou precisando de férias….férias de mim.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Você muda, mas a tatuagem não.

Muitas garotas estão aderindo à moda da tatuagem.
Acho legal, esteticamente a maioria agrada e a qualidade dos profissionais tem melhorado consideravelmente. 
Quem é ruim não consegue clientela boa, apesar de estragar umas peles e deixar amargas recordações nas incautas.
Tirando umas imagens de péssimo gosto, a última moda é gravar frases. É aí que reside o perigo! De erros de grafia e concordância, a um gosto literário duvidoso, certas mensagens ocupam um espaço que poderia ser bem melhor aproveitado se não tivessem nada.
No passado marinheiros usavam muito a frase “Amor só de mãe” e 
as prostitutas voluntariamente ou não estampavam o nome dos seus cafetões.

Você muda, mas a tatuagem não.

domingo, 10 de julho de 2016

Estou perdendo a faculdade de indignar-me.

O som alto num quiosque da Enseada às sete horas da manhã dá para ser ouvido no meu apartamento na Praia de Pitangueiras.
Uns jovens e outros nem tanto, balançam visivelmente embriagados os corpos, as latas de cerveja e copos de bebida mais forte ao som estridente e de má qualidade que profere frases de apologia às drogas e ao crime.
Antigamente eu me indignava pela cidade, pela degradação que apresentávamos aos cidadãos e visitantes, pela falta de educação do povo.
Hoje não mais.
Incomodado busco meu quarto, protegido por janelas à prova de ruídos, ligo a televisão e em poucos minutos estou novamente dormindo, imune à agressão ao meu direito e à minha cidadania, deixando para quem ainda não esteja empedernido, a árdua tarefa da qual não sou mais capaz.
Exercitar a indignação.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

A hora certa...

Às vezes a gente é pego, quase sempre de surpresa, no lugar errado e na hora errada, mas é certo, já estivemos todos no lugar certo, na hora certa.
E já que é brutal a diferença nas consequências, costumo me perguntar várias vezes, se estou no lugar certo, já que a hora é agora e não dá para mudar e cheguei à conclusão, que está muito difícil mudar de lugar a qualquer hora e que a variável possível, quase sempre, é estar com as pessoas certas, todas as horas, em qualquer lugar.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Facebook, o passado diante dos nossos olhos.

Às vezes me pergunto por onde andariam as mulheres que passaram pela minha vida.
O tempo passou e até mesmo o que eu achava que poderia ter sido um grande amor, definitivamente acabou.
Das rápidas aventuras a gente pode lembrar a adrenalina, combustível insubstituível na juventude. Alguns encontros e desencontros a gente esqueceu como se nunca houvessem existido e para as bebedeiras vale a famosa frase:
– Se eu não lembro não fiz! 
Muitos e muitas preferirão não lembrar de ter acordado num lugar estranho, numa cama estranha, com alguém muito estranho.
No Facebook a gente reencontra algumas mulheres que desejamos, conhecemos, namoramos ou “ficamos”, como diriam os mais novos.
Não sei se é nostalgia mas pode haver algum carinho nesses encontros e lembranças virtuais, e inevitáveis decepções.
Afinal, aventura, amor e paixão se confundem, porque não poderíamos nos confundir?
Algumas desavenças foram minimizadas pelo tempo, pela memória ou pelos dois, e os grandes dramas hoje não passam mais do que páginas viradas, capítulos encerrados, de um romance onde o mocinho e mocinha não acabam juntos.
Os grandes amores terminaram mas jamais serão completamente esquecidos e muitas arestas não foram nem serão aparadas, nem apagadas pois a memória, que deu uma trégua, tem lapsos de lembranças que teimam em mostrar que o tempo pode curar, mas também pode deixar cicatrizes.
Temos a possibilidade de ver como o outro vive, aquele que poderia ter sido o marido ou mulher, com quem poderíamos estar vivendo. Teria sido igual ou diferente?
Álbuns, fotos, amigos, curtidas e compartilhamentos.
Você pode xeretar à vontade, anonimamente ou pedir amizade a quem um dia chamou de amor e ela pode educadamente dar, ignorá-lo, ou solenemente bloqueá-lo.
E você também pode sentir uma ponta de inveja ou um pouco de pena, regozijar-se das vitórias do outro, quiça sentir que a pessoa merecia melhor destino, ou simplesmente imaginar como, por sua vez, será observado.
E isso tudo no plano da imaginação, porque a realidade é uma só, a vida seguiu seu curso e dificilmente haverá uma segunda chance para antigos sentimentos.
Mas isso nem o Facebook, nem ninguém pode garantir.

domingo, 3 de julho de 2016

Inspiração também tem crise.


Trafego numa maré de falta total de inspiração.
Antes a leitura do jornal ou da falecida VEJA, de um comercial qualquer de TV, ou uma simples frase afloravam a inspiração em ligação direta com meus comunicativos dedos.
Hoje nada!
As notícias políticas mudaram para as páginas policiais e têm mais comentaristas do que “comadres em salão de beleza da periferia”. As notícias do futebol pouco me interessam, uma vez que o meu São Paulo Futebol Clube perde mais do que ganha
O espaço restante é tomado pelos chamados crimes hediondos, já que na impossibilidade de conter a criminalidade,”inspirados” aumentaram as penas proporcionalmente à diminuição das vagas nas cadeias.
É tempo das tornozeleiras eletrônicas, já em falta, uma vez que são importadas, e há temor que as nacionais já venham com a senha para o bandido torná-la inoperante.

E assim caminha o domingo, eu sem inspiração e a televisão cheia de idiotas “inspirados”.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A vida é um grande aprendizado.



Nos primeiros anos tudo é novo e não é muito fácil aceitar princípios concebidos por gente mais velha como os pais, e até de gente que nunca se ouviu falar.
Não há prioridades, há imediatidades, que pouco levam em conta as consequências.
O mais importante é viver intensamente o tempo que passa lerdo na época das aulas e voa nos fins de semana, férias e feriados.
Para os jovens a noite nunca é escura, no máximo tem sombras e elas dão realce, mais cor e mais temperatura a certos mistérios que parecem encantados.
Pouco importa o que possa esconder alguns perigos, o que importa é viver a aventura da vez.
Mais velhos, a gente começa a perceber que as responsabilidades ocupam mais e mais o nosso tempo.
Trabalho, casamento, filhos, algumas doenças, os pais que envelhecem.
É a gente aprendendo que a vida pode ser doce, mas também tem o seu lado amargo.
A gente envelhece mais e aprende mais, percebe que aprendeu por todo o tempo mas ainda é surpreendido por descobertas incríveis, como sorrir e sofrer pelos filhos e pelos filhos dos filhos, sentir pelos amigos que nos deixam, pelo companheiro ou companheira que parte.
Nessa hora a gente ainda aprende que a vida termina sempre desastrosamente com a morte.

Mas a jornada segue para quem fica, aprendemos a controlar a saudade para seguir em frente, aprendendo com os outros que passaram pelo que passamos e deixaram escrito, que dessa partiremos para uma melhor.

domingo, 19 de junho de 2016

Perdão


A gente se engana, se engana muito, mas não se engana sempre e o futuro se encarrega de consertar algumas situações dúbias, apagar mentiras e dar castigos, deixando claro que o perdão repõe, já que não recompõe, cada coisa no seu lugar.
Jamais neguei ter errado, jamais me enganei colocando a minha culpa em outras pessoas, não culpei quem por ignorância, raiva e má criação tentou me fazer mal ou subverter a verdade para fugir à própria parcela de culpa.
Assumo meus erros e acho que já paguei por eles o que deveria ter pago. Nem mais nem menos.
E por ter tido boa formação e saber reconhecer meus defeitos que se tornaram erros, por ter pago por eles o que a vida me cobrou, sinto-me perdoado pelo que fiz e por não ter pago pelo que tentaram me impingir.
Quem quer que depois de quase quarenta anos tente me fazer sentir culpado pelos seus próprios erros e pela situação que atravessa nos dias de hoje não merece crédito nem remorso, só esquecimento e claro, perdão.

Passado

O passado e os mortos precisam ser enterrados ou incinerados, as lembranças boas devem ser preservadas e as más jamais mencionadas.
A chama da ira não ilumina os caminhos, mas pode queimar as mãos.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Deixa rolar.

As águas vão rolar.
Para falar a verdade, a maior parte já rolou.
Como numa cascata os anos se jogaram frenética, desordenadamente independentes, rebeldes e indomados, desobedecendo a minha vontade, sem que eu pudesse de fato organizar a maior parte desse aguaceiro.
Assim é, água morro abaixo e fogo morro acima, ninguém segura.

Deixa rolar.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Punido por ser bom pagador II Mercado Livre/Mercado Pago.

Punido por ser bom pagador II Mercado Livre/Mercado Pago.

Às vezes a gente vê obras incríveis desmoronarem, navios que à primeira vista pareciam que jamais afundariam, e empresas como o Mercado Livre que cresceu e cresce em níveis vertiginosos mercê de uma grande ideia e muito trabalho, de um criador incrível como Hernan Kazah chegarem a desaparecer.
Mas grandes construções desmoronam, o Titanic afundou e o Mercado Livre não resistirá aos erros cometidos por uma empresa do seu grupo o Mercado Pago.
Para quem não sabe o Mercado Livre se encarrega das vendas e o Mercado pago das cobranças e pagamentos, da grana, por assim dizer.
E a única semelhança é a palavra mercado porque ambos devem ter diretorias que não comungam da mesma ideia do seu fundador Hernan Kazah que prega respeito a toda prova em qualquer situação.
O Mercado Pago trata os seus vendedores como crianças mal educadas, desrespeitosas e que só aprendem apanhando.
Ao primeiro sinal de que há algo estranho na sua conta, esteja certo ou errado e mesmo que o erro seja dele ou do Mercado Livre ele suspende a conta e “promete verificar” o que está acontecendo num prazo nunca inferior a dois dias e que para mim foi de até cinco dias.
Suspender a conta significa que apesar do seu anúncio estar no site o cliente clica nele e não pode comprar a sua mercadoria.
Contei no texto anterior que minha conta foi suspensa porque houve um pagamento em cartão que foi duplicado e que o cartão cancelou com razão o segundo lançamento.
Ao ver cancelado esse pagamento em duplicata o Mercado Livre bloqueou a minha conta.
Depois de mil reclamações por mensagem, hoje consegui ser atendido pelo telefone às 8:05 da manhã e muito gentilmente a atendente Márcia verificou o ocorrido, deu-me razão e prometeu que encaminharia rapidamente para solução. Eu acreditei.
Mas não foi o que ocorreu. Às 16:00hs. Verifiquei uma mudança. No local das faturas havia uma com o valor de R$488,61 vencida em 12 de maio.
Nem me preocupei em a que se referia e imediatamente tentei pagar a tal fatura. Decepção!!! Aparece que eu não poderia pagar a tal fatura com os dizeres:-
Você não pode fazer esse pagamento”.
Imediatamente telefonei e fui atendido pelo Rudnei, Protocolo 59774971 que verificou o ocorrido, mais uma vez viu que eu tinha razão e prontificou-se a encaminhar o problema para o departamento competente que entrará em contato no máximo em cinco dias.
Hernan Kazam é o criador do lema: “Faça poucas coisas nota 10 em vez de muitas nota 6.”
Nessa altura eu e milhares de vendedores do Mercado Livre sabemos que nota dar para o atendimento do Mercado Pago. Um solene e sonoro nota ZERO!
Construções desabam, navios afundam e grandes empresas quebram.


Alô!Alô Hernan Kazam.

Punido por ser bom pagador.

Minha fatura do Mercado Livre no mês de abril venceu dia 06 de abril e no mesmo dia fiz o pagamento de R$1.453,78 com meu cartão Master Card.
Não sem antes passar muito nervoso, pois o Mercado Livre insistia em não reconhecer o pagamento alegando que a Master Card não o autorizava por estar errada a data do vencimento do cartão.
Pela minha insistência em fazer o pagamento o cartão foi bloqueado, tive que ir na agência mudar a senha e foi um trabalhão.
A minha fatura do Mercado Livre de maio no valor de R$2.322,92 vencia dia 06 de maio e prevendo dificuldades para pagar com o cartão resolvi pagar no dia 02 de maio, quatro dias antes do vencimento.
Fiz duas tentativas e o Mercado Livre insistia em não aceitar o cartão pelo mesmo motivo.
Antes que ele fosso bloqueado liguei no atendimento eletrônico da Master Card e sem surpresa fui informado que o pagamento estava autorizado e que era problema com o Mercado Livre.
Deixei vários recados para o Mercado Livre e no mesmo dia verifiquei que o pagamento havia sido aceito só que em duplicata.
Sim, havia dois lançamentos de crédito cada um deles no valor de R$R2.322,92, créditos nos. #1978987739 às 9:30hs e crédito no.
# 1978990728 às 9:38hs.
Obviamente o segundo pagamento era errado por duplicado, por repetido.
Liguei no cartão Master Card e fui informado que o segundo lançamento seria estornado e constariam na minha próxima fatura o débito e o crédito.
No dia 19 de maio próximo passado minha conta no Mercado Livre foi bloqueada sob a alegação que eu havia deixado de reconhecer um pagamento devido ao Mercado Livre e que se eu quisesse, poderia deixar um recado e seria atendido em até dois dias.
A conta está boqueada e além de não poder vender não posso colocar novos anúncios o que tenho feito diariamente, estando com 2.453 anúncios únicos e ativos, colocados em apenas dois meses, com projeção para mais de 5.000 até setembro de 2.016, quando devem aumentar muito as vendas do meu produto que é sazonal.
Mais que o aborrecimento e o prejuízo é ver que o Mercado Livre desdenha dos seus clientes vendedores uma vez que erra e os pune pelos próprios erros.
Estou cansado de ver gente reclamando da suspensão da conta sem motivo.
Me parece prepotência desnecessária bloquear a conta antes de apurar o ocorrido, nem se fale, sem razão.
Mais que prepotência, bloquear sem razão quem paga antecipadamente e que está trabalhando arduamente dando lucro para o Mercado Livre parece burrice.
Agora levar dois dias para verificar e reconhecer a situação é não fazer o que prega.
Como todo vendedor do Mercado livre sabe, se as perguntas dos nossos clientes não forem respondidas em menos de duas horas somos duplamente punidos. Podemos perder o cliente e a venda e somos punidos pelo Mercado Livre como não cumpridores e uma das três regras básicas para ganharmos posições que é “ofereça o melhor serviço”, justamente respondendo às perguntas com rapidez.


Faço como eu faço, pague em dia e não faça como o Mercado Livre está fazendo, punindo sem razão que está trabalhando com ele e para ele.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Livros de autoajuda.


Ler livro de autoajuda é como ler um monte de bulas de remédios ao mesmo tempo.
Você vai saber mais dos problemas dos outros do que do seu, vai saber o que os outros fizeram, o que você deveria ter feito e o que você vai tentar mas nem sempre vai conseguir fazer.

sábado, 30 de abril de 2016

Reflexões de uma viagem.

Viajar também é meditar.
Nos dias de navegação a gente curte a paisagem, a companhia e absorve do sol mais um pouco de vida.
E lembra que o destino não é imutável, que há os que nasceram pobres e se tornaram ricos, mas que alguns voltaram a ser pobres. Que o homem bom pode se tornar mau, mas pode voltar a ser bom e que pode existir sucesso alcançado de maneira injusta e desonesta, mas haverá no final julgamento justo e imparcial, onde só os bons, justos e honestos terão sucesso.
Quem não sabia descobre que destino não é só é o lugar para onde a gente vai mas, também como a gente vai, que a vida não é um caminho que a gente trilha, é uma estrada que a gente constrói.
Que todas as estradas podem ser estreitas ou largas, curtas ou compridas, seguras ou perigosas e que todos percorremos essas estradas para chegarmos ao destino, e lá, seremos avaliados pela caminhada que fizermos.
Descobriremos finalmente o que há depois dessa vida e saberemos que não podem existir atalhos maliciosos, caronas desmerecidas ou manobras políticas, no caminho que leva a Deus.

Dor de barriga não dá uma vez só, mas memória fraca parece se doença de pessoas mal-agradecidas.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Cara feia pra mim é fome.

Faz tempo não escuto o ditado, muito popular no tempo do meu avô. O Pacheco.
Portuguesão, ele tinha um rol imenso e não se rogava, declamava mas fazia cara feia para qualquer coisa.
Já nem tão feias, aliás algumas bem bonitinhas de cara, a gente convive com algumas pessoas que desconhecem os bons modos, nada sabem de respeito e civilidade e passam por você todos os dias como se nunca o tivesse visto.
Não sou dos que ficam puxando conversa, mas nunca neguei uma boa tarde com um leve sorriso, uma boa noite amigável ou um bom trabalho para quem está por trás de um balcão atendendo há horas, e ainda tem uma jornada até chegar em casa.
Pior do que os vizinhos que não cumprimentam são algumas figuras com quem a gente tem que conviver todos os dias como por exemplo o instrutor da academia que passa por você olhando por cima, desvia se você vem na mesma direção, faz que não escuta quando você chama e pensa que ser instrutor de academia quer dizer que ele é melhor do que você, ou talvez um Deus grego. Ostenta um bíceps grande, mas algumas garotas cochicham ele tem é um pau muiiiitoooo pequeno.
Não faço cara feia nem finjo que não vejo, mas destilo minhas pequenas maldades para algumas pessoas como faço agora com o tal instrutor da academia.
Sei que eu não tenho nada a ver com o tamanho do instrumento dele, mas se as garotas cochicham,deve ser piquiniiiiiinhooo mesmo e não vai ter exercício que resolva.
Rsssss....

sábado, 23 de abril de 2016

Obra prima, legado e o que será que vai ter para o almoço.

Qual é a sua obra mais importante? Não tem? Não lembra? Será que para você tudo foi, é e será tudo muito igual? 
O que será que cada um de nós vai deixar para a posteridade?
Provavelmente nada.
Bem, o termo é amplo, o tempo parece pouco e a maioria de nós, diferentemente de Michelangelo, Pablo Picasso, Thomas Edison, Ayrton Senna e outros, vamos passar pela vida sem deixar grandes legados, sejam eles inventivos, artísticos, literários ou de conquistas desportivas.
Aliás, acho que não vamos deixar porra nenhuma, a não ser grandes problemas para as próximas gerações.
Tudo bem que eu lembre desses e de outros gênios mas se você perguntar para a minha sobrinha e mais dez adolescentes, eles podem no máximo acertar o Senna.
Não sei quantas vezes Santos Dumont foi daqui para a Europa, sei que ele foi várias, até morou uns tempos lá, e quando queria mostrar alguma invenção ao mundo ia para Paris, desde sempre a cidade mais “tudo de bom” e cheia de obras primas e legados de todos os tempos.
Fico imaginando as peripécias do “chapeludo” para pegar um navio, passar quase um mês a bordo sem cartão de crédito, desembarcar num lugar tão distante, ter tempo para construir um balão ou criar uma coisa mais pesada que o ar e…. Voar….
Tempos bem diferentes e sem internet.
Pois é, da minha parte, espero deixar para as gerações do futuro uns textos profundos como esse que uns loucos conseguiram ler até aqui.
Tenho que ir.
Minha sobrinha adolescente acabou de me mandar um Whatsapp perguntando o que vai ter para o almoço.

Fui!

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Tanto faz, de tanto que a gente já fez.

Antigamente eu andava com papel e caneta e corria escrever possíveis ideias boas.
Hoje acho que na hora de escrever, se a ideia era boa, estará mais na ponta dos dedos que no papelucho quase sempre perdido.
Parece que eu já vi tanto e já fiz tanto que será difícil vivenciar novidades, melhor mesmo é trazer da memória, do passado, umas ideias e adaptá-las ao presente, que daqui a pouco já será futuro.
Estava pensando na situação em que está Dilma Roussef, em quem foi Eike Batista e o que o destino reservou para Schumacher, sete vezes campeão mundial de Fórmula um, ele único, de uma lista que tem menos de cem pessoas vivas e nem o dobro disso em todos os tempos.
Graça e desgraça andam juntas e o sobe e desce faz parte da vida de todo mundo, com umas quedas vertiginosas e sem volta para muitos.
Ter feito muito só é vantagem para quem fez e não adianta exibir as próprias conquistas porque, para quem fez pouco ou nada, tanto faz.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Democracia.

A Democracia é uma forma de governo onde poucos escolhidos pela maioria ignara administram, a maioria deles rouba todo mundo, e a chefe da quadrilha se arvora no direito de considerar golpe, a legítima tentativa de uma minoria consciente em fazer valer a lei.

sábado, 9 de abril de 2016

Tenha cuidado ao tratar os diferentes como se fossem iguais.

É um erro comum a gente tratar todo mundo como se fossem iguais.
Vida corrida, muita coisa por fazer, cada um de nós, da sua maneira, corre atrás do “pão de cada dia”, todo mundo com pouco tempo para avaliar cada situação independente.
Passamos a dizer bom dia, boa tarde, até logo e outras expressões mecanicamente, sem realmente levar em conta quem merece uma atenção maior, para quem a gente quer um bom dia e quem não está nem aí para o que a gente quer, desejando mais é que a gente “se exploda”.
E é da falta de atenção para com quem merece e até precisa de uma palavra verdadeira vinda de nós, o que resulta sermos tratados como mais um, qualquer um, um a mais e até um demais.
Cultivar as boas relações é ocupar um espaço que custa pouco e pode valer muito, já afastar-se de algumas pessoas pode ser a melhor coisa a fazer.
Goste mais de quem vale a pena e não esqueça jamais de avaliar quem gosta mesmo de você.
Palavras doces muitas vezes trazem amarguras e palavras duras podem significar amor.

terça-feira, 15 de março de 2016

Estradas da vida.

A vida é como uma estrada sem placas nem sinalização.
Você não sabe exatamente onde está indo, se vai chegar ou quando.
Não existe estrada absolutamente reta. Todas têm curvas, desvios, entroncamentos e algumas têm pedágios e se você não pagar o preço, não pode passar.
Por mais segura que a estrada seja, sempre existem os outros motoristas. Eles estão na mesma pista ou em sentido contrário, isso quando não estão na contramão. Nunca, ninguém, depende exclusivamente de si, e o perigo, “podem ser os outros”.
Quando duas estradas levam ao mesmo lugar você só pode escolher uma, não importa quanto goste da outra. 
Parece que isso quer dizer ter duas opções, mas analisando bem, você só tem uma sim, a outra não.
Não faltam estradas cheias de buracos e há quem diga que na vida os caminhos aparentemente fáceis escondem obstáculos intransponíveis.
Além dos caminhos e destinos, você vai ter que saber qual bagagem vai levar e se vai só, ou acompanhado. 
Uns viajam só, outros com mais gente mas é difícil saber quem está bem, ou mal acompanhado.
Como a estrada da vida não tem sinalização, depois de algum tempo você começa a se perguntar se está perto ou longe do seu destino.
Busca respostas e cada vez encontra mais perguntas, podendo descobrir, finalmente, que essa é a reta final.

Mais um dia.


I
Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo. 
Acordado mas não desperto, posso ter de imediato qualquer pensamento, a vaga lembrança de um sonho, de um pesadelo ou vislumbre os poucos afazeres que me aguardam. 
II
Quatro ou cinco passos, até porta do banheiro, acendo a luz, escovo os dentes, lavo rosto e penteio o cabelo, nem sempre nessa ordem, mas parece que tudo está em ordem.
Até agora uns poucos sons, nenhuma palavra, só minha imagem refletida no espelho, retrato da obra destrutiva do tempo. 
Tempo que às vezes é pouco, outras suficiente, que na maioria das vezes sobra.
Há certa solidão nesses movimentos quase automáticos. 
III
Não uso meias, o calçado é um prático Croc. Encaixo os pés sem auxílio das mãos e nem preciso olhar. 
Calça jeans, de barra cortada com o estilete, sem acabamento. Qualquer camisa polo, pego sempre a de cima, são todas idênticas, de cores neutras e sóbrias.
Não sinto nenhuma necessidade de variar o traje nem o trajeto, será mais um dia igual aos outros e isso não requer nenhuma postura diferente.
IV
Abdiquei do café da manhã com os amigos, prática de mais de quinze anos. Os assuntos interessantes se esgotaram e deram lugar a discursos de mesmices disparatadas e fofocas de homens, absurdo inaceitável na minha idade. 
Antes só, comigo mesmo do que rodeado de Wikipédias ambulantes.
Ainda vou lá de vez em quando conferir e constatar.
V
Não compro mais jornais nem revistas. As notícias saltam aos meus olhos a cada clique no Google e no Facebook, com o aval das agências de notícias, umas mais, outras menos, mas todas superficiais, vendidas e parciais. 
Tudo junto e misturado como é atual, moderno e perigosamente fácil.
VI
Do café da manhã até o almoço são uns tantos minutos de umas poucas horas. 
Ao entrar no mesmo restaurante vejo os mesmos funcionários, alguns clientes de sempre e o almoço de R$44,90 o quilo pula no meu prato.
Uma rodela de tomate, uma de pepino, uma colher de ervilhas, outra de grão-de-bico ou feijão-branco, mais uma de milho. 
Não pode faltar uma pequena porção de beterraba com cebola crua, três ou quatro vagens e um ramo de brócolis. 
Sinto falta do rabanete, da erva doce e do salsão, nunca presentes. 
Quando tem berinjela temperada faço uma troca. Nesse dia como até pão.
A proteína animal se resume no menor pedaço de peito de frango assado ou de uma pequena posta de pescada branca à milanesa.
São trezentos e cinquenta gramas, fora o azeite à vontade que só coloco depois de pesar. Poucas vezes erro na mão mas nunca passei dos quatrocentas e cinquenta gramas.
Tem gente que coloca sal, pimenta e outros molhos, eu não, eles não me fazem nenhuma falta, então para que colocar?
Ás quartas e sábados tem uma espécie de feijoada estilizada. Num desses dias mudo o cardápio e ela é a única opção. 
VII
Sempre durmo de quinze a trinta minutos depois do almoço. Posso ter herdado o costume dos antepassados portugueses ou espanhóis e essa é única herança que eu queria. Dos portugueses não invejo a inteligência nem dos espanhóis a teimosia. Se tivéssemos sido colonizados pelos ingleses ou alemães tudo aqui seria muito diferente.
VIII
Fotografar pode ser um trabalho, um prazer ou ambas as coisas. Para mim uma alquimia para transformar luz, sombra e cores em belas imagens, que vão durar bem mais do que as próprias lembranças. Minha tarde é de luz, sombra, cores e garotas de biquíni. Nada mal.
IX
De uns tempos para cá o que era um lanche da tarde deu lugar a experiências culinárias da Amanda. 
Sem grandes pretensões ela inventa, esquenta, mistura e dá sabor especial a qualquer coisa. 
É o amor. 
Um simples misto quente se transforma num croque monsieur e qualquer massa num penne à italiana ou um lombo assado com molho madeira ou de mostarda, num quitute de dar inveja a qualquer chefe francês.
X
À noite, ninguém está livre de contrair doenças, defeitos ou vícios e eu mantenho tudo ao alcance dos dez dedos, quando martelo o teclado, num amontoado de palavras, para mim cheio de significados, para a maioria sem nenhum. 
Posso estar na cama às dezoito horas ou às vinte e três. Acordo de três em três horas e serão sucessivas dormidas e passadas no computador até acordar novamente para mais um dia.

Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Por que não vão todos tomar no cu?

Acordo sempre de bom humor e com a agenda prontinha na cabeça.
Academia, ou praia se tiver sol.

Já sabia que a querida Amanda Palma ia escoltada pela mãe a São Paulo, fazer uns exames de rotina e me preparei para algumas tarefas dela. 
Coisa simples, como entregar uns pedidos para a gerente Sandrinha (menina de ouro) e a chave da loja, que ontem ficou com a maravilhosa Zetha Jones, apelido da Patrícia, apelido que pegou desde o primeiro contato quando eu lhe perguntei:-Conhece a Zetha Jones, você é a cara dela, e ela disse: -Mora no Morrinhos IV?
Bem, perguntei à Amanda que horas a Sandrinha viria pegar o material e ela diligentemente mandou um (ou muitos) whatsapps e com muito custo chegaram ao horário, nove horas.
Fui para a academia, passei no Pão de Açúcar e na volta, em casa peparei o meu frugal desejum Rsss.....fresco eu hein...
Olhei no relógio, oito e meia, resolvi tomar banho imaginando que daria tempo de entregar a chave.
Mal entrei no chuveiro tocou o interfone. Nem desliguei a água. Me enrolei na toalha e com todo cuidado para não escorregar cheguei no interfone em menos de quinze segundos.
Alô!!!Alô!!!! Alô!!!Nada! Desligaram. Imaginei que pudessem tocar novamente. Nada! Resolvi ligar para a portaria, mas como os óculos estava no banheiro fui até lá. 
Foi colocar a mão nos óculos e tocou o interfone. 
Correndo certo, risco dei uma corridinha, e nem tinha chegado lá já estava tocando o telefone fixo. 
Fiquei com interfone. Alô!!!Alô!!! Alô!!!Nada! Desligaram. 
Como o telefone fixo continuava tocando e eram três ou quatro passos resolvi atendê-lo pois deveria ser a Sandrinha cobrando a chave. Alô!!!Alô!!!Alô!!!Desligaram!
Fui ao interfone e liguei para a portaria. O zelador disse:-A moça veio pegar a chave, o senhor pode colocar no elevador. Falei OK, peguei o envelope preparado para entregar e coloquei no elevador.
Estava entrando no chuveiro e o interfone tocou. 
Vou economizar...fui atender e ...Alô!!!Alô!!!Alô!!!Desligaram! Dessa vez eu estava prevenido com os óculos, disquei, o zelador atendeu:- A moça disse que a chave não está no envelope. 
Eu disse, vou colocar no elevador.
Fui ao escritório, peguei a chave, coloquei no elevador e o meu whatsapp tocou. 
Fui ver e era uma mensagem da querida Amanda:
A Sandrinha está na porta para pegar a chave.
Tocou o interfone...novamente o telefone...o whatsapp...o celular...

Não falei, mas juro que pensei comigo mesmo: Por que não vão todos tomar no cu?

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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