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sábado, 25 de julho de 2015

Nossa vida, histórias e lembranças.



Só tem história quem viveu e construiu sua própria.
Lutas, derrotas e sucessos, nem sempre nessa ordem, estão guardadas em algum canto.
À vezes chamamos pelas lembranças, outras vezes elas irrompem sem aviso.
Por uma fração de segundo é como se revivêssemos parte da nossa vida e até as as más lembranças podem ser boas, quando se pensa na graça da superação.
O bom senso manda que a gente viva um dia depois do outro, mas alguns preferem viver como se não houvesse amanhã.
Na vida, grandes mentiras são contadas como verdades, grandes verdades ficam para sempre ocultas e o julgamento do homem é feito pelos próprios homens, por Deus e pelas nossas lembranças.


Essa, implacável.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Por que os velhos são mais sábios.

A sabedoria humana atinge o seu ápice justamente quando outras aptidões do cérebro começam a diminuir. 
Entenda essa aparente contradição.

A sabedoria é uma forma de processamento mental muito avançada, que atinge seu auge apenas na velhice – justamente a época em que a capacidade do nosso cérebro começa a diminuir. 
A velhice é sempre vista como uma época de declínio, mas ela pode trazer novas habilidades muito poderosas.
Mas o que é a sabedoria, afinal de contas? 
Simplificando, é a capacidade de ‘saber’ a solução de um problema complicado ou inesperado de maneira praticamente instantânea e sem esforço mental. 
É também a capacidade de conseguir antecipar eventos que costumam pegar as pessoas desprevenidas.
Mais do que simplesmente saber reconhecer uma situação de crise, por exemplo, o mecanismo da sabedoria permite enxergar formas de resolvê-la, mesmo que a pessoa nunca tenha atravessado uma situação igual.
A chave para esse processo, é a nossa capacidade de identificar padrões. Ao ver uma cadeira, por exemplo, somos capazes de identificar que aquilo é uma cadeira sem precisar ter visto todos os tipos e modelos de cadeiras que existem no mundo. Isso é possível porque criamos um modelo mental da cadeira genérica, com todas as suas características comuns, que é ativado quando vemos algum objeto que se encaixa na descrição. Isso funciona também com situações e na resolução de problemas.
A habilidade de reconhecer semelhanças entre problemas aparentemente novos e outros já resolvidos é o que se define como competência.
Quanto maior o número de experiências e padrões acumulados por uma pessoa competente, maior a sua experiência num determinado campo. 
À medida que as relações entre os diversos padrões vão sendo processadas pelo cérebro, elas vão formando redes de neurônios chamadas de “atratoras”. São “circuitos” de memórias relacionadas que contam com diversas maneiras de ser ativados. 
Quando você vê o rosto de uma pessoa, ativa a rede atratora que relaciona várias outras coisas que você sabe sobre ela. A sabedoria, então, seria consequência de uma grande quantidade de redes atratoras no cérebro da pessoa e tanto elas quanto os padrões levam tempo para serem acumulados em quantidade suficiente para resolver problemas de maneira rápida e eficiente. Por causa disso, o envelhecimento acaba sendo o preço da sabedoria.
Quando somos jovens, a maior parte do nosso poder de processamento é empregada em tentar entender o mundo e as situações com as quais nos confrontamos.
Esse poder diminui com a idade. Em contrapartida, a maioria dos problemas que surgem pode ser resolvida com base na comparação com os padrões que foram acumulados. Isso demanda muito menos trabalho do nosso cérebro do que tentar entender uma situação completamente nova.
A forma como a memória começa a falhar com a idade também tem um papel importante. Por fim, o início do declínio mental costuma coincidir com a aposentadoria, época em que os desafios do dia a dia diminuem consideravelmente.
Somando tudo isso, fica fácil perceber que, na prática, a sabedoria trata-se mais de uma troca do que de uma supercapacidade e é dessa forma que ela precisa ser encarada. Em outras palavras, não como o ápice do nosso processamento mental, mas como um mecanismo biológico para compensar a queda de capacidades como a concentração e a aquisição de novos conhecimentos.
Experiência acumulada
Apesar de inevitável, o declínio mental é gradual em pessoas que não têm doenças degenerativas, com o mal de Alzheimer. Isso significa que é possível aproveitar bem as vantagens que a sabedoria traz. Há diversas tarefas mentais nos quais os idosos têm resultados tão bons quanto os de pessoas mais jovens, diz a neuropsicóloga. Basta não considerar o tempo gasto, que nos idosos tende a ser maior. Grandes empresas multinacionais costumam entregar o comando para profissionais na faixa dos 50 anos, que estão num ponto de equilíbrio entre velocidade de processamento e experiência acumulada
No fundo, talvez seja a experiência e a sabedoria que nos permitam viver 60, 70, 80 ou mais anos. Somos uma das poucas espécies cuja vida vai além do período reprodutivo. Qual seria a importância de um indivíduo que, do ponto de vista biológico, não tem mais nada para contribuir para a perpetuação da sua espécie? Uma possibilidade é que os mais velhos contribuam de uma maneira crítica para a sobrevivência da espécie por outros meios – particularmente na transmissão do seu conhecimento acumulado para as gerações mais novas por meios culturais, como a linguagem.
Assim como nem todos os idosos apresentam demências graves, nem todos atingirão a sabedoria. Embora o potencial de certas pessoas seja maior que o de outras, é preciso desenvolvê-lo. Expor-se constantemente a novos desafios mentais é um ingrediente muito importante. Sem o acúmulo de experiências que alimentam a biblioteca de padrões, mesmo a mais analítica das mentes não conseguiria chegar à sabedoria. A sabedoria, escreveu o filósofo grego Sócrates, começa com a vontade de saber.
Auge e declínio
Apesar de a velhice ser um pré-requisito para a sabedoria, isso não quer dizer que ela seja uma época de ouro para a mente. O cérebro humano segue algumas fases de desenvolvimento bem distintas, e o envelhecimento não é a mais gentil delas. A primeira fase é a do desenvolvimento, que em geral dura até os 30 anos de idade. Depois se segue uma fase de maturidade e estabilidade, em que a prioridade passa a ser o uso do que foi aprendido.
A partir dos 40 anos, começamos a perder neurônios. A capacidade de adquirir novos conhecimentos diminui e a velocidade de processamento do cérebro também vai caindo. A visão e a audição também podem começar a falhar, o que dificulta a concentração. Taxas elevadas de colesterol, mesmo abaixo do que as necessárias para causar um derrame ou um ataque cardíaco, são capazes de provocar microderrames, que podem lesar áreas do cérebro. Por último, há o risco de se desenvolver o mal de Alzheimer, que afeta a memória e acelera os efeitos do envelhecimento.
Podemos não ser mais tão mentalmente capazes na velhice, mas as necessidades também tendem a diminuir. O início do declínio mental costuma ser acompanhado pela aposentadoria, quando passamos a ser menos exigidos mentalmente. Mas isso não deve ser desculpa para pararmos de usar nosso cérebro: quanto mais o exercitamos, mais resistente ele se torna aos efeitos do envelhecimento.
Malhação mental
Manter a mente ativa é a melhor forma de retardar o aparecimento de problemas típicos da idade. 
Outros animais também aprendem a identificar padrões, mas a capacidade é limitada. Humanos, em contrapartida, conseguem armazenar conhecimentos de várias formas e transmiti-los através das gerações.

Essa é um resumo feito por Marinho Guzman de um longo e excelente texto de Carlos Nasser que traz menção a diversos colaboradores e pode ser lido na íntegra no link http://super.abril.com.br/…/por-que-os-velhos-sao-mais-sabi…

domingo, 19 de julho de 2015

Depois de certa idade a gente tem mais coisas para contar do que para fazer.

E algumas das histórias nunca serão contadas, ficarão só na cabeça da gente, por todos os motivos pelos quais vivemos a vida atual e porque a vida de quem fez parte dessas histórias precisa ser preservada pela que agora levam.
Há também, ainda que remota, a possibilidade de que quem foi protagonista na nossa história nos considere coadjuvantes, figurantes ou sequer lembre dela.
Mas às vezes algo nos sinaliza que aquela velha história deixou muitas e boas lembranças.
E hoje, isso é o que realmente importa.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Motivação.


Ninguém é exatamente igual à outra pessoa, começando pelo DNA. 
Cada um tem uma criação, educação e vivência e isso dá diferentes enfoques da vida e do mundo para cada indivíduo.
As situações podem ser observadas do mesmo ponto de vista, ou outro e cada um de nós pode tirar conclusões diferentes sobre qualquer assunto.
No campo da motivação, podemos dizer que cada pessoa tem as suas próprias motivações, para fazer ou deixar de fazer alguma coisa.
Motivação é realização de alguma coisa, sempre pela expectativa de recompensa.
Ninguém faz nada, se não tiver um motivo. Comer para viver, trabalhar para ter a própria casa e sustentar a família.
A motivação acaba quando se atinge o objetivo pretendido e a partir daí pode-se ter outra, ainda que seja para conseguir mais do mesmo.
Por exemplo, a motivação para beber água termina quando saciada a sede, já a motivação para ter bens pode continuar por muito tempo, até todo o tempo, tendo em vista outros bens ou ter dinheiro para comprar muitos bens.
Toda motivação tem em vista portanto um objetivo e uma recompensa e se colocarmos um objetivo inatingível ou impossível, o indivíduo não terá ou perderá a motivação para consegui-lo.
Isso explica a falta de motivação em que muitos de nós se encontra nesse momento.
Estamos firmes numa luta diária para atingir nossos objetivos e vemos um Brasil que não funciona, dirigentes corruptos e leis sendo criadas para tirar ou diminuir o que já conseguimos.
No momento em que os objetivos começam a ficar muito difíceis é preciso buscar além da motivação.


Ter muita fé em Deus.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Até onde a vista viu, até onde a memória alcança, até onde a realidade mostra, não há passado que resista aos rumos do futuro.


Acordei e vi pela janela a praia maravilhosa de sempre.
O mar estava calmo, o sol se movia lentamente.
Eram muitas as sombras, às sete e meia daquela manhã inesquecível do longínquo novembro.
Ao longe, cerca de trezentos metros, parecia só um ponto vermelho na areia cinza e se aproximava lentamente.
Duzentos e cinquenta, duzentos e vinte, duzentos, cento e sessenta metros.
Daí, já dava para ver que o ponto vermelho era um biquíni e que o contorno de um corpo escultural deixava mais que uma sombra, deixava um rastro, que percebo indelével na memória. 
Hoje é só uma lembrança, mas que poderia ter feito a história da vida completamente diferente.
Não há passado que resista aos rumos que a vida leva.
Esse é o presente e será o futuro.
Mas não há presente que não especule o passado, outros rumos, outra vida, outro futuro, outro tudo.

Banal, insignificante, trivial.

Banalizar é o mesmo que tornar trivial, comum seu uso, relegar alguma coisa a ser igual a outras de pouco ou nenhum valor.
Há quem diga que divulgar qualquer coisa na internet, especialmente nas redes sociais seja isso mesmo, colocar o acontecimento em pé de igualdade com fatos tão banais como a notícia de uma balada, o filme tosco de uma puta rebolando funk ou um garoto drogado empinando a moto roubada.
Mas até mesmo ótimos livros, impressos em edições de bolso já foram tachados de banais, grandes cientistas de loucos, mais de um Presidente dos Estados Unidos de ator medíocre. Cientistas, que salvaram milhões de pessoas já foram rotulados de pesquisadores banais.
Banais e insignificantes, pois o sucesso estrondoso de hoje estará relegado num futuro muito próximo, quando muito, a um verbete numa enciclopédia, com sorte na Wikipédia, portanto na própria banal e malfadada internet.
Mas eu não concordo com isso!
Em uma fração de segundo tenho as mais preciosas informações que preciso, ouço Élvis Presley, Frank Sinatra, Beatles, Michael Jackson, Elton John, e centenas de outros gênios da música.
E fodam-se os banais, os insignificantes e os fãns do funk.

Salve o Dia Mundial do Rock!

Aprenda a discordar usando a lógica.

Teimamos em discutir quem está certo e quem está errado, deixando os mais ou menos certos relegados aos os que estão errados.
Mas ser lógico, inteligente e oportunista é tentar e conseguir saber separar e aproveitar o que está certo do que está errado, bem como dar valor a quem quase acertou.
Na maioria das vezes quem está mais ou menos certo, num assunto que você conhece pouco, sabe mais do que você.

Não sei se esse meu raciocínio está certo. Pergunto, o que você acha? Será que estou certo ou errado?

domingo, 5 de julho de 2015

Democracia, Beleza e dinheiro,Quem desdenha quer comprar,

Temos uma democracia, mas ela é de tão baixa qualidade que é pior do que alguns regimes totalitários. 
Nós nos vangloriamos de ter liberdade, mas vivemos presos na ignorância e com a ilusão de que a vontade da maioria pode ter algum significado.
Um monte de idiotas votando, só significa que as cabeças pensantes são conduzidas pelos ignorantes.
Isso não é uma defesa dos regimes totalitários, mas deveríamos pensar melhor em ter votos de qualidade.

Marinho Guzman
Beleza e dinheiro.
Muitas mulheres são acusadas de usar a beleza para conseguir o que querem.
A acusação vem, na maioria das vezes, de que não tem beleza, mas qual seria o problema de usá-la em favor próprio?
Homens e mulheres usam a simpatia, inteligência e perspicácia para conhecer e conquistar parceiros. O que começa com simples amizade pode ou não evoluir para um relacionamento mais sério.
Será que alguns homens deixariam de avaliar corretamente o caráter da mulher porque ela é bonita? Enganar-se-iam inadvertidamente? 
Muitos trocariam caráter por beleza, sem os outros atributos que tornam o relacionamento saudável e duradouro?
É bem provável que um homem que assuma o relacionamento com uma mulher bonita sem caráter, tenha ainda menos do que ela.
E as mulheres? Trocariam um homem bom, por um idiota rico?
E aí não há o que julgar e condenar, é só dólar falso por cheque sem fundos.

Marinho Guzman
Quem desdenha quer comprar.

Certas pessoas desdenham e desprezam, na tentativa de desvalorizar.
Mas isso só atinge quem desconhece o próprio valor, tem baixa autoestima e não sabe o que é bom para si.
Ter e conquistar são palavras parecidas e ainda assim podem ter significados bem diferentes.
Conquistar com mérito é ter para sempre, e ter,momentânea, ou temporariamente,pode querer dizer que você está usando ou foi usado.

Marinho Guzman
Equilíbrio

Significa estabilidade, igualdade, justa proporção.
O homem costuma romper o equilíbrio quando busca no dinheiro, no poder e no prazer hedonista, os principais objetivos da vida. 
Conseguir muito do mesmo, pode ser um desestabilizador da vida harmoniosa. 
A história tem mostrado que desequilibrados são responsáveis por grandes dramas e tragédias que assolam a vida moderna.
A busca insana pelo sucesso e pelo poder destroem muitas vidas e você pode observar isso facilmente.
A felicidade está apoiada no equilíbrio e não no ter e no poder.
Pense nisso!
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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Equilíbrio


Significa estabilidade, igualdade, justa proporção.
O homem costuma romper o equilíbrio quando busca no dinheiro, no poder e no prazer hedonista, os principais objetivos da vida. 
Conseguir muito do mesmo, pode ser um desestabilizador da vida harmoniosa. 
A história tem mostrado que desequilibrados são responsáveis por grandes dramas e tragédias que assolam a vida moderna.
A busca insana pelo sucesso e pelo poder destroem muitas vidas e você pode observar isso facilmente.
A felicidade está apoiada no equilíbrio e não no ter e no poder.

Pense nisso!

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá
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