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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Marinho Guzman


Abandonar o navio!

Foram quarenta e oito noites, doze países, vinte e cinco cidades e a alternância de incríveis sonhos com inimagináveis realidades.
Há quem ainda acredite que os navios balançam.
Não os modernos, o movimento deles embala, a incrível tecnologia de navegação estabiliza e os potentes motores levam os passageiros, enquanto se divertem, comem como se estivessem nos melhores restaurantes internacionais assistem shows que poderiam estar em qualquer teatro das mais famosas cidades do mundo e dormem plácidos, de um porto a outro.
Antes de embarcarmos a pergunta dos amigos eram sempre as mesmas:-quarenta e oito noites? Será que vocês vão aguentar? Não enjoa? Dentro de um navio?
Nenhuma resposta, que um só texto possa dar a pista será suficiente do que é embarcar em Sydney e desembarcar em Istambul com histórias que poderiam dar à Sherazaade subsídios para mais mil e uma noites.
O sonho não acabou!
Muito trabalho pela frente e novos projetos para outras viagens.
Afinal, somos dos muitos que já descobriram que:

- Navegar é preciso!
As aparências não enganam, a gente é que se engana.

Gosto da frase nem tanto ao mar, nem tanto ao céu.
Há aparências que enganam até mesmo pessoas muito experientes.
Mas a maioria das exteriorizações das pessoas costuma dar a pista, de que aquele outro ditado “por fora bela viola, por dentro pão bolorento” é muito comum no relacionamento social.
A exteriorização de qualquer coisa não é por si só pecado.
O grande pecado é a falsidade com a finalidade de enganar as pessoas, visando de qualquer forma tentar “vender gato por lebre”.
A lição é a seguinte: ”nem tudo é o que parece” portanto, à menor dúvida não deixe de pesquisar e analisar as grandes ofertas, os resultados miraculosos e a pessoas aparentemente perfeitas.
Por trás de um grande homem costuma existir uma grande mulher! Mas pode também ser um outro homem!
Marinho Guzman
Vidente boa deveria ser rica, casada e feliz.

Elas prometem mostrar o caminho da fortuna, afastar as rivais, trazer de volta o amor perdido e o que mais você sonhar.
Só que não, diria Amanda Palma que nunca foi de frequentar ciganas e advinhas.
Também, com um marido sincero, fiel, rico, bonito e modesto como eu, pra quê?
Viver em sociedade.

Tenho sérias dúvidas para conviver em sociedade nos dias de hoje.
No Google você encontra mil e um conselhos.
Calma, educação e paciência ocupam sempre os primeiros lugares.
Levam em conta um padrão mínimo de comportamento, nível de educação e a obrigação de manter as aparências, custe o que custar.
Morar no mesmo prédio, frequentar o mesmo clube, estudar na mesma escola me parece padrão razoável.
Mas imagine você indo morar numa dessas favelas, ainda que de bairro chique, com paredes de lata, papelão e madeira, janelas que são simples aberturas com cortina de plástico, tendo como vizinha uma mulher com seis filhos menores que nunca frequentaram a escola e o marido na cadeia, preso por latrocínio, onde vai ficar por uns bons anos.
Ops!!! Fui longe demais e não era lá que eu queria chegar.
Há um ditado que diz que você tira o indivíduo da favela, mas não tira a favela do indivíduo.
Mas o que dizer do vizinho ao lado, profissional liberal famoso, um casal de filhos universitários, a mulher voluntária de três vezes por semana num dos maiores hospitais de São Paulo.
Vira e mexe esquecem tudo e partem para a agressão física e verbal e eu tenho que aguentar o barraco.
Se eu for reclamar é capaz de tomar uns tiros,como aconteceu recentemente em São Paulo.
Sugestões aqui mesmo ou para meu e-mail:
somefodo@nunguetomais.com.br
Uma questão de gosto.

Tenho visto um pessoal mais velho, ainda que mais novo do que eu, recriminando a maneira de ser dos mais jovens.
A música, o barulho, os cabelos pintados de várias cores, as roupas ainda mais extravagantes do que nos anos sessenta, as tatuagens múltiplas, a liberalidade sexual e agora a constitucionalização do homossexualismo, com a legalização do “sagrado matrimônio”.
Lembro do meu pai quando eu punha na vitrola Chubby Checker, The Beatles, Rita Pavone e outros, nos anos sessenta.
Ele não reclamava mas dizia que aquilo não era música, só barulho e gritaria.
Sou dos que recriminam os mais jovens por não saberem tabuada, nada de história, nada de geografia, nem sabem escrever direito.
Não vou dizer quanta coisa alguns dos mais jovens não sabem e que pensam que não vai fazer falta.
Para esses eu digo que a seleção será natural.
Só os preparados terão sucesso na vida profissional. Alguns ainda que médicos, advogados e engenheiros, estarão sempre entre os que ganham menos, quando o trabalho é honesto.
Quanto a essa grande polêmica a respeito do movimento gay, sou a favor da liberalização total e irrestrita.
Não é porque uns são bichas tresloucadas, que todos devem ser discriminados.
É do estilista Giorgio Armani a frase:- “Seja gay mas não se vista como um” Ás vezes uma frase, ainda que chula, diz mais que todo um tratado. Para mim, um palmo longe do meu c…., qualquer c….é bom.

Vinte e dois de maio de dois mil e quinze.

Os dias nunca são iguais e nós jamais seremos os mesmos.
Todo dia o mundo muda um pouco e todo dia a gente muda com ele.
Algumas vezes sentimos por uma fração de segundo, momentos de dúvida, de surpresa, de confusão ou de indecisão, algo que parece uma lembrança, uma coisa que já vimos, alguém que a gente já conheceu, um lugar que já estivemos, momentos que já vivemos.
Essa impressão pode vir com algumas sensações.
Pode ser boa, de que já resolvemos um problema ou de preocupação, porque teremos que viver novamente uma experiência ruim.
Tudo,quase sempre com muita ansiedade.
Os franceses têm uma palavra para isso: dèjà vu.
Vinte e três de maio de dois mil e quinze.
Os dias nunca são iguais e nós jamais seremos os mesmos.

Castigo.

No dia a dia a gente encontra pessoas que se acham certas, mesmo que estejam erradas. Sabem tudo, discordam de tudo, sempre acham alguma coisa errada no que a gente fala ou faz.
Você nunca vai me encontrar numa discussão dessas.
Como num passe de mágica sumo deixando a pessoa falado sozinha.
Mas quando você escreve e publica é diferente, os chatos aparecem do nada, você escreve uma coisa e eles entendem outra, dão palpite onde não foram chamados, acham que você esqueceu de mencionar uma coisa ou não deveria ter escrito outra. Nesse caso é melhor não responder nem polemizar.
Há também leitores atentos e com opiniões válidas e esses são importantes pois a gente nunca sabe tudo e aprende com isso.
Sempre existe a possibilidade de apagar o que os chatos escrevem e bloquear os inconvenientes.
Um bom texto não impõem uma ideia, tenta mostrar que qualquer assunto pode ter uma ou mais abordagens e coloca a própria.
Você não precisa concordar com um texto, mas se acrescenta subsídios às suas ideias, permitindo que você reforce pontos fracos, corrija algo que não está muito bom, mude para melhor ou aprenda qualquer coisa, você aproveitou o texto e então ele é um ótimo texto.
Quanto aos chatos e inconvenientes, o castigo deles é serem como eles são.
Algumas mulheres usam saias tão curtas, calcinhas tão pequenas e decotes tão grandes que a economia de pano daria para andar com uma fronha na bolsa para esconder a cara na hora H.

O navio parece um circo.

O comportamento das pessoas tem muito a ver com costumes locais, tradição e educação.
Um navio fazendo cruzeiro internacional é o local ideal para você observar as pessoas.
Homens e mulheres em roupa de gala dividem o espaço com outros de shorts e bermudas, mini saias e biquínis minúsculos.
O que parece normal para uns, incomoda outros, mas para a maioria o respeito pelo próximo é regra.
Ainda assim dá para perceber, por exemplo, que a semelhança entre japoneses e outros com olhos amendoados termina aí.
Japoneses são silenciosos, calmos e educados, já os outros, via de regra, são deselegantes e porcalhões para o nosso padrão.
Brasileiros quando viajam em família não destoam, mas quando em pequenos ou grandes grupos, mostram alterações de comportamento e não escondem a falta de educação e respeito comum no nosso país.
Argentinos falam num tom mais alto que a maioria e podem ser confundidos com italianos quando começam a gesticular freneticamente e falar todos ao mesmo tempo ou quando tentam um diálogo, todo mundo querendo fazer valer seu ponto de vista.
A maioria dos americanos fala baixo, não faz gritaria, mas em alguns grupos, até de mais velhos, quando rola bebida, os homens devem falar coisas muito engraçadas, pois as mulheres desandam a gargalhar frenética e estupidamente a cada frase.
Minorias étnicas radicada nos países do Reino Unido vindos das colônias, parecem que tem só servem para empanar a fleuma britânica. São na maioria mal educados, barulhentos, andam em pequenos bandos fazendo alarido nos seus dialetos, só são ingleses porque colonizados pelos ingleses. Uma vergonha!
O termo politicamente correto tenta estabelecer regras para o comportamento que deveriam ser obedecidas por todo mundo.
De certa forma não deixa de ser uma certa censura e a discussão tão vasta, muitas vezes se perde do ponto central do assunto.
Uma coisa é certa, num navio com mais de mil e novecentos passageiros a beleza da mulher brasileira dá de dez a zero em todas as demais, calando a boca de gregos e troianas.
Bonitas, elegantes, não fazem feio, a não ser umas senhoras de meia idade e idade inteira, cheias de plásticas, botox e próteses mamárias, com joias verdadeiras ou falsas pagando de gatinhas, o que as tornam verdadeiros seres extraterrestres.
Tudo aqui parece um circo. Colorido e às vezes barulhento como os palhaços em algazarra, outras vezes silencioso, como momentos de perigo no trapézio ou no suspense de alguns truques do mágico.
Mas como nos bons circos, a gente se diverte e o o espetáculo se repete todos os dias, pois o show tem que continuar.

Roupas, costumes e os ternos do Albert Einstein.

Esse é um texto machista e tem um ou dois parágrafos com fatos dos anos sessenta a oitenta Que eu preciso contar.
Não compactuo muito (rsss….) com todas as ideias e peço às minhas amigas, mulheres inteligentes, que não leiam o texto a não ser que queiram corroborar com a errônea ideia de que mulheres são tão curiosas que preferem se horrorizar e reclamar, do que deixar de espiar, comentar e aí reclamar do machismo dos homens.
Não leia esse texto, não curta e não comente e se o fizer, por favor não reclame.
Grato!
Dizem que o homem começou a usar roupas para se proteger das intempéries e a mulher para se exibir.
Depois, algumas teriam percebido que nuas fazem mais sucesso e quanto menos roupa melhor.
Assim teriam aparecido as periguetes, que já tiveram outros apelidos, nada que às compare às prostitutas profissionais, apesar delas próprias viverem se chamando de “putinhas”.
Amanda lembra sempre umas amigas do interior que usavam o termo biscate à vontade.
Já na minha época, eram chamadas de “prá frentéx” as avançadinhas e “galinhas” as mais liberais, em ambos os casos, a roupa fazia toda diferença.
Havia uma outra classificação, essa mais piadista, que dizia que existiam três tipos de garotas por onde a gente andava "caçando" de moto. As putas, as filhas da puta e as chatas.
"Putas as que davam para todo mundo,inclusive prá gente, filhas da puta as que davam para todo mundo, menos prá gente e chatas as que não davam para ninguém".
Nascemos nus e nus viveríamos não nos fosse transmitido o costume que tem muito a ver com a vergonha do próprio corpo.
Nos países que tenho visitado, a vida cosmopolita mistura mulheres de shorts e mini saia com outras completamente cobertas. Algumas têm até uma espécie de tule que cobre até os olhos.
A roupa não faz o monge nem dá virtude a quem usa burca e pelo andar da carruagem, mais uma ou duas gerações, não vão mais querer usar essa cobertura negra que deve esquentar muito, mais muito mesmo no verão que aqui, tem temperaturas que vão de 34 a 50 graus centígrados
Ainda sobre as roupas, há uma história não comprovada, que instado a trocar de roupa para receber um jornalista, Albert Einstein teria dito à sua assessora:- Se ele veio aqui para falar comigo pode mandar entrar, se foi para ver minhas roupas leve-o aos meus guarda-roupas e mostre os meus ternos.
Verdades, nuas e cruas.
Escrever e ler.

Ler bem não é para qualquer um.
Ler um texto é em parte interpretar as palavras do autor.
Mas isso não significa que você pode entender o que quiser, nem reduzir ou aumentar o alcance das palavras.
Algumas pessoas desconhecendo o objetivo da mensagem, porque estão pouco atentas ou porque têm ideia formada a respeito de determinado assunto, sentem-se contrariadas e até mesmo ofendidas, com direito de discordar, de achar que falta alguma coisa no texto ou que o autor deveria ter chegado a uma outra conclusão.
Escrever é exteriorizar pensamentos e sentimentos objetivos. Quando essas informações chegam ao leitor atento, encontram centenas e milhares de experiências próprias que interagem, concordam, discordam e produzem reações só dele.
O resultado dessa sinapse complexa é uma conclusão do leitor, não podendo contemplar, dessa forma, o que o leitor acha que estava escrito, o que não estava escrito ou o que quem escreveu nunca pretendeu escrever.
Marinho Guzman
Qual o bem mais precioso que temos?

Cada dia que consigo uma conquista importante vem essa pergunta.
Qual será o bem mais precioso que temos?
Alguns vão responder que é a vida estarão certos. Ainda que simplista por exclusão, se não tivéssemos a vida, nada teríamos.
Seria então a saúde? Claro, a saúde é importantíssima, muitos têm vida mas não têm saúde para vivê-la completamente, como que está em coma ou tem uma doença que impede total ou parcialmente sua integração na sociedade e na família.
Então para vivermos bem temos que ter vida e saúde. Mas o que dizer de gente que vive miseravelmente, escravos da pobreza e da ignorância que os impede até de saber os direitos que têm ou como podem adquiri-los?
A resposta seria então cultura, bem que permite ao homem conseguir quase tudo.
Vida, saúde e cultura se integram tornando a vida a maravilha como é.
Mas até mesmo os mais humildes percebem que a igualdade entre os homens termina, onde entra o dinheiro.
A maioria tem vida, saúde, adquire cultura mas não pode fazer nenhuma das coisas que lhes enchem os olhos, como ter casa, carro, bens, roupas de boa qualidade, ascensão social e educação superior.
Poucos não acreditam que o dinheiro está entre as coisa importantes da vida. Todo mundo sabe que ainda que não seja fundamental faz muita diferença.
Temos então alguém que tem vida, saúde, cultura, que pode viajar e conhecer o mundo inteiro, com dinheiros suficientes para ter boa educação, acesso aos melhores bens materiais que se pode comprar e uma bela família.Terá tudo?
Acredito que não, o homem pode ter vida, saúde, ter tudo que o dinheiro pode comprar, mas se não tiver tempo, nada realizará.
Assim, administre bem seu tempo em cada estágio da vida e seja pródigo com ele, pois só se vive uma vez.

Viajando...

A alternância entre o bom e o ruim, faz com que a gente possa dar nota para as coisas.
Estou a quinze dias do final de uma viagem nota dez.
Quase dois meses olhando diariamente para coisas novas, pessoas diferentes, culturas e costumes heterogêneos e nesse pouco tempo deu para ver o que vai bem e o que vai mal no mundo.
Foi-se o tempo em que o turismo era coisa cara, só disponível para milionários e muito ricos.
Hoje com pequena poupança e diversas facilidades dadas por quem tem que diluir enormes custos em muita gente, a indústria que mais cresce no mundo é a do turismo.
França, Inglaterra, Estados Unidos com Las Vegas e Nova Iorque são os campeões e com mais dois ou três países, somam mais de um bilhão de viajantes estrangeiros por ano. E esse número não vai parar.
Dubai espera receber cerca de cem milhões de turistas por ano até 2.020, pequenos países da Ásia e do Oriente Médio como Omã, esperam ter nos próximos anos metade do seu produto interno bruto oriundos do turismo.
Se de uma parte vão muito bem os países que administram bem seus recursos e se prepararam para esse momento, vão muito mal alguns que se preocuparam só com as diferenças étnicas e religiosas e beligerantes, trocaram a educação e cultura pelas armas.
Assunto vastíssimo, fico por aqui hoje.
Muscat, Capital de Omã, maio de 2.015.

‪#‎muitofeliz‬
A pior coisa de ficar velho é que cada vez a gente fica mais velho.

E a gente fica velho quando é velho, fica mais velho quando é novo e tem gente que é novo mas parece velho.
A velhice começa com a primeira queda e termina com muitos tombos.
Dizem que cair os cabelos é sinal de velhice e uma questão genética.
Tem gente que fica careca aos vinte anos e até menos e tem gente que fica com os cabelos brancos antes de ficar velho.
Por algum motivo, os cabelos são grande preocupação para a maioria das pessoas.
As mulheres têm especial preocupação e cuidado com os cabelos e as mais novas usam os cabelos tão grandes quanto possível,muitas se negam a cortá-los e “cortar as pontas” parece que dói. À medida que ficam mais velhas a preocupação não diminui, mas muitas passam a usá-lo mais curto porque é muito mais prático.
Não tenho estatísticas mas acho que a maioria das mulheres usa tinta nos cabelos. Umas, só para variar mesmo, outras porque acham que ficam melhor com ele mais claro ou mais escuro.
É raro ver mulher com os cabelos parcialmente brancos e mais raro ainda vê-las com eles todos brancos.
Não há quem não perceba que está ficando velho ao ver uma foto de si próprio com dez anos a menos.
No perfil do Facebook, todo mundo escolhe uma foto da qual goste mais e invariavelmente ela é menos atual do que a realidade.
Há quem não ligue para ficar velho ou mais velho, alguns se se acham até melhor do que quando eram mais novos, mas até isso é uma coisa passageira porque ninguém gosta de perder a mobilidade, a visão, a audição e a vitalidade de quando era mais jovem.
Eu poderia escrever várias páginas sobre as vantagens de ser jovem, de quanto é difícil e ruim ficar mais velho e depois outras tantas rebatendo um monte de gente dizendo que ficar velho é natural, é legal e que a maturidade traz paz, sabedoria e inegáveis vantagens.
Concordo que ficar mais velho possa ter umas coisas legais, mas no geral, ficar mais velho um dia acaba deixando a gente muito velho e ficar velho, no bom português, é uma merda….
Como diz minha querida Amanda Palma, eu começo escrevendo bem mas invariavelmente esculhambo o texto. Juro que nem sempre fui assim….
Isso é coisa de velho!

Queriam trocar minha mulher por um camelo.

Muita gente nos alertou em 2.013 quando estávamos para embarcar numa viagem que passaria por países árabes, inclusive pelo Egito, dos perigos para turistas, especialmente mulheres novas, bonitas de cabelos e peles claros.
Levamos numa boa, mas tomamos as devidas precauções.
Ninguém poderia esperar que um dia no Cairo, num hotel cinco estrelas, o Mena House Cairo, um egípcio ou sei lá quem estava por debaixo da roupa típica, puxou conversa comigo e perguntou se eu não trocaria Amanda por um camelo.
Levei na brincadeira, dei risada com o cara e até arrisquei uma piada no meu inglês sofrível, dizendo que eu não aceitaria um camelo, mas pensaria numa proposta melhor.
Estamos em 2015 numa outra viagem, passando por países árabes. Nesses dois anos, muitas vezes contei essa história para amigos e todos rimos muito, inclusive a Amanda Palma.
Estivemos a poucos dias em Dubai, lugar que não adianta ver em filme, ler ou ouvir histórias. Só quem vai a Dubai sabe de fato a maravilha da cidade-Estado.
Estávamos no maior shopping do mundo, embevecidos com a beleza, riqueza e outros adjetivos superlativos e eu disse para a Amanda: -Acho que hoje dá negócio, veja como esses árabes ricos te olham. Se me oferecerem três camelos acho que faço negócio.
Com a simplicidade sincera, simpática e mordaz de sempre a Amanda disse:- Puxa, se alguém me dissesse que queria trocar você por uma cervejinha, ou qualquer outra coisa, eu diria que topava ou poderia ficar com você mesmo sem troca.
Rimos bastante e pensando bem, acho que vou parar com essa brincadeira, pois ela pode pensar bem e certamente, em qualquer caso, vai fazer um bom negócio
Terminamos dois cruzeiros com emoção e o próximo, com perigo de abordagem por piratas, promete ser com muita emoção.

Depois de trinta dias navegando no Rhapsody of The Seas, começamos hoje a terceira e última parte dessa viagem maravilhosa. Serão dezessete dias navegando de Dubai até Istambul na Turquia.
Nos dois últimos cruzeiros foram dias de emoção ao rever Sydney, voltar à Índia e à Tailândia, conhecer a Ilha de Komodo com seus famosos dragões, ver pela primeira vez Cingapura e testemunhar o feito miraculoso dos homens que construíram Dubai, verdadeira porta de entrada para um novo mundo, como escrito numa das paredes do magnífico, incomparável, inacreditável Porto Rachid.
Não dá para esquecer nem explicar a experiência mística e espiritual do Grande Buda em Phuket, na Índia.
Hoje, entre as informações para o próximo cruzeiro, havia um impresso cujo assunto é: Aviso importante a respeito de possíveis ataques de piratas.
Informa que, como todos sabem, a região do Golfo de Aden tem sido palco, nos últimos anos, de ataques de piratas da Somália, que sequestram navios e iates com o uso de armas pesadas e sob ameaça e grande violência contra os passageiros, exigem resgate de milhões de dólares.
Faz várias recomendações, para os dias dezoito a vinte e três de maio, quando o navio atravessa a área mais crítica, avisando que alguns andares do navio serão interditados ao anoitecer, que áreas externas poderão ter suas luzes reduzidas ou totalmente apagadas, que as cabines que têm varanda e as externas, devem manter a luz das mesmas apagadas e as cortinas fechadas, que a tripulação verificará e caso alguém esqueça de atender a recomendação será alertado para fazê-lo.
Prossegue pedindo que nesses dias ninguém acene ao cruzar com pequenos barcos de pesca, para não despertar curiosidade, pois caso eles se aproximem o navio poderá até mesmo mudar o rumo o que é muito difícil e demorado.
Dá instruções de como e para que áreas do navio os passageiros devem se refugiar no improvável acontecimento de abordagem e finaliza, acalmando a todos, que a companhia mantém monitoramento constante na área e na atividade desses piratas, dispõe de pessoal treinado e armado para a improvável abordagem, uma vez que navios do tipo do que nós viajamos não são alvo preferencial dos bandidos, pela velocidade que desenvolve etc.etc.etc….
Termina avisando que no dia dezenove Às 10:30 a.m. haverá informações e simulação dos procedimentos de emergência.
E se isso não é grande e forte emoção, muita emoção mesmo,para esse cruzeiro, não sei o que mais esperar....
A troca, o troco, o truque e o trocado.

Às vezes os casamentos acabam por causa de uma troca.
Depois de alguma discussão cada um sai com o seu trocado.
Não há truque para resolver razoavelmente esse problema, a não ser que haja dor corno do trocado para dar o troco.
O cotonete.
Estava escrevendo um texto comparando as civilizações antigas e nossos dias e como sempre faço, perguntei para a Amanda se era muito sério para hoje ou seria melhor eu “pegar mais leve”.
A resposta está no título...
Marinho Guzman
Leitura.

Quando eu tinha uns dez anos as bancas de jornais e revistas pareciam templos de prazer.
Pinduca, Capitão Marvel, Mandrake, Zorro, Bolinha, Luluzinha, Mickey, Pato Donald, Fantasma e centenas de outros.
Sabedores de que a leitura ajudava na alfabetização, na imaginação e no desenvolvimento geral das sinapses, meu pai, mãe, tios e avós me presenteavam com pacotes dessas revistas.
Não importava que elas fossem repetidas, os jornaleiros tinham prazer em trocá-las pois na mesma hora eu comprava muitas outras.
Minha coleção era gigante. Estantes, armários, caixas, nada era suficiente para guardar as revistas que esporadicamente eram rearrumadas e lidas novamente.
Não sei em que época troquei as revistas em quadrinhos pelos livros de bolso.
FBI e Giselle a espiã nua que abalou Paris são os títulos que me ocorrem, nunca li uma Sabrina, mas eram dezenas com os mesmos assuntos.
Espionagem, assaltos, xerifes e bandidos do velho oeste, mágicos espiões, espiões mágicos, sempre as mesmas histórias, os mesmos assuntos com troca de nomes e de lugares mas com o mesmo fim, o bem ganhando do mal e eu procurando outro para ler.
A tal Giselle era uma coleção interminável da época da Segunda Grande Guerra e tinha títulos para mim muito eróticos, como A espiã estuprada, A espiã de calcinhas, sem calcinhas e com todo as a cores e tipos de calcinhas, A espiã que derrotou a KGB e outros do naipe.
Assunto? Ela dava para todo mundo para descobrir segredos de guerra e de Estado, cada vez que era pega, (sempre era) começava sendo comida pelo agente que a prendeu, pelo capitão, pelo coronel, pelo general, depois pelos carcereiros que além de comê-la a enchiam de porrada.
Cheia de hematomas ela era levada para um hospital, comida pelo enfermeiro, por vários médicos, seduzia o cara da faxina que facilitava sua fuga e no fim até eu tirava umas casquinhas….
Depois dos livros de bolso foi vez dos romances, Sherlock Holmes, a coleção de Agatha Crhistie, Robin Hood, James Bond milhares de outros.
Milhares porque certamente li milhares de revistas em quadrinhos, livros de bolso, romances e livros sobre todos os assuntos possíveis, descambando finalmente na internet, onde não bastasse ler, passei a escrever bobagens nas redes sociais e estou aqui, até que o último leitor me delete.
Daqui a pouco acordado ou não, em casa ou nesse navio no meio do mar, meus dedos vêm sozinhos para o notebook. Escrevem e postam textos às vezes interessantes, às vezes só umas lembranças bobas que não tem nada a ver.
Tudo culpa da leitura, da imaginação que ela desenvolveu e da paciência que vocês tem de ler, o que espero contribua para fazer com vocês o que fez comigo, imaginar, sonhar, viajar sem sair do lugar e contar histórias, muitas histórias, porque isso é muito legal.
Boa noite!
Odeio quando faço perguntas e as pessoas me respondem com perguntas.Perguntas merecem respostas.

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