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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Marinho Guzman textos

Seremos estudados como estudamos as civilizações antigas? Será que haverá muita coisa boa para ser lembrada? Desconfio muito do próximo século e não acredito num novo milênio.

A maioria de nos estudou história na escola e leu um ou outro livro que faz menção às antigas civilizações e a fatos históricos. Nada mal.
Fatos da Primeira e Segunda Grandes Guerras mundiais e do Holocausto ainda passam na TV em documentários mudos filmados em preto e branco, mas com tanto filme violento, colorido e em estéreo aqueles parecem piada e dá-lhe controle remoto.
No mais, as coisas vão passando em branco mesmo e as novas gerações não sabem nem quem descobriu a América e quando questionados perguntam para que, se existe o Google.
Ninguém quer mais saber como e quando surgiram as grandes invenções, parece que tudo começou com a Microsoft , com o Google e mais recentemente com o Facebook.
Como chegamos a isso nem chega a ser um mistério, é simplesmente desinteressante.
É por isso que não prezam como deveriam a democracia, não votam bem e conscientemente, permitindo que os maus continuem no poder.
É por isso que ainda tentam empregar a força para conseguir direitos, é por isso que cada vez menos se destacam e cada vez mais muitos continuam carentes.

#pontofalei
Nem agradar nem agredir.

Dá para escrever sobre qualquer coisa sem agredir, mas não é fácil agradar todo mundo.
Há quem force a barra em qualquer assunto mirando
a polêmica para acertar o alvo da audiência e há os como eu, que não conseguem guardar para si opiniões que nem sempre são as melhores, mas que encontram eco em pessoas que não imaginavam colocar as coisas da maneira como eu as coloco e adotam o enfoque, tirando a partir dele suas próprias conclusões.
Isso é muito legal!
Cuidado, o menos ruim pode ser bem pior.

Às vezes a gente tem que escolher e sendo impossível ficar com o melhor opta pelo menos ruim.
Não há grande importância se ocasionalmente for uma comida ou bebida, mas quando se trata de companhia você sempre terá uma melhor e mais famosa terceira opção.
Antes só do que mal companhado.
Marinho Guzman
Para os pessimistas a vida é como um banheiro público, você já entra esperando o pior.
Marinho Guzman
A vida é curta e cercada de incógnitas.
Sem certezas absolutas, a gente vive com previsões não confirmáveis, futuro improvável e esperanças remotas.
Os realistas aguardam dias melhores, os otimistas se decepcionam e para os pessimistas o que vier é lucro.
Meu protetor de ouvidos é meu melhor amigo.

Tenho lido reclamações de que não está fácil ler tanta merda no Facebook.
Não posso concordar, porque só lê quem quer ou passa por cima e não dá outra oportunidade, deleta definitivamente o chato.
Já ouvir merda de todos os tipos e quilates, é um problema que resolvi faz tempo com pequenos tampões de ouvido.
Práticos e baratos, você se acostuma logo, tornando-se definitivamente dependente. Não vou a lugar nenhum seu um par deles no bolso.
Às vezes sento-me num canto quieto do navio para ler ou escrever e em minutos pode aparecer um casal ou grupo ruidoso, daqueles que estão viajando para se divertir, mas parece que querem mesmo é e aporrinhar quem quer sossego.
Não há idade para ser um falador de merda, gargalhador sem noção ou contador de vantagens que não podem ser confirmadas.
O ônibus de excursões é outro lugar onde guias incompetentes intercalam umas informações da cidade em meio a piadas sem graça.
Os alto-falantes sem qualidade amplificam o idiota e ele fica rindo sozinho, provavelmente de ver a minha cara com os tampões no ouvido.
Mas eles continuam perguntando várias vezes:-Está dando para escutar bem aí atrás? Todos estão escutando? Ás vezes aponto para os tampões....
Aliás, esses tampões servem para mandar um sutil recado para inconvenientes, que de vez em quando se tocam e se mandam.
Parece que músicos, por serem todos meio surdos, são os campeões em encher o saco com som alto. Começam regulando o som com aquele grito infame:- Som...soooommm...sooooommmmmm!!! Som o cacete, eles estão é fazendo barulho!
Bem o conselho está dado, agora se você acha que sou um puta chato com esses meus textos, nem precisa de tampões, deleta mesmo rsss....
Em Tempo:esses tampões reduzem uns vinte a trinta por cento dos ruídos e você pode saber o que está sendo falado sem ter seus ouvidos agredidos.
Reflexão.
Presenciar a revelação dos sentimentos humanos é sempre uma experiência grata.
A tristeza arrasadora ou alegria arrebatadora são explosões que o ser humano sente e proporciona, não havendo quem possa ficar apático, salvo se lhe faltar sensibilidade.
Alegria, tristeza, paixão, ódio, emoção e reverência andam junto nessas lembranças.
Fossemos esquecer ou criminalizar grandes nomes da história por causa de alguns dos seus pecados, certamente teríamos menos livros e eles menos páginas.
Melhor lembrar os homens pelos seus feitos do que condená-los por poucos mal feitos.
Esquecidos, por merecimento, são os que pouco ou nada fizeram.
Assim é a vida, assim são os homens, assim foi feita a história, pelos coadjuvantes da criação do Universo, obra prima de Deus.
Há dias...e dias...

Tem dia que gente está de bom ou mau humor sem uma razão aparente.
Tem dia que a gente sabe exatamente porque está com aquele sorriso bobo na cara como se tivesse ganho um belo presente.
Mas tem dia, minha gente que parece que o mundo vai acabar.
Fica tudo cinza, fica tudo frio e não se enxerga um palmo além de toda a desgraça do mundo.
Não é hora de saber quantos dias de um e de outro humor a gente tem.
A idéia é arranjar uma maneira de passar logo aquele dia, independente do problema que a gente tem para resolver.
Já dizem os sábios que os problemas de amanhã devem ser deixados para amanhã. O dia de hoje tem os seus próprios problemas e dê ou não para resolvê-los, a gente precisa continuar vivendo.
Confesso.Tem dia que dá vontade de morrer. Ainda bem que até hoje essa vontade passou...
Você que está feliz da vida nesse momento pode parar de ler aqui mesmo.
Continue ou não no computador, deixe essa minha conversa mole para quem está “nos outros dias”.
Para quem está nesses dias o negócio é pensar que você não vai conseguir lembrar de ninguém que conheceu e se tornou inesquecível...portanto, haja o que houver, aconteça o que acontecer, você será esquecido.
Pode demorar um pouco mais, para os mais próximos, mas eu garanto que ninguém vai ficar dia e noite lembrando de você. Tenha sido você um benemérito ou um filho da puta.
A questão seguinte é quão grave é o problema que você vai ter nos próximos dias.
Se eles forem muito graves, graves mesmo, resolva tudo aqui e agora de uma maneira definitiva:
-Não vou! Não quero! Não vou pagar mesmo! Fodam-se todos!!!
Pode ter certeza de que uma solução dessa natureza vai te proporcionar menos aborrecimentos nos próximos dias já que você resolveu agora mesmo.
Não sei se isso é fácil ou difícil para você.
Não peça meu testemunho, porque quando eu comecei a escrever essas linhas era para tentar descobrir como sair dessa inhaca...
Não resolvi meu problema, você não dever ter conseguido resolver os seus ou descobrir como se faz.
Também o que você queria? Não cobrei nada, só escrevo merda e se você chegou até aqui já sabe disso.
Então...então.... bola prá frente.
Uma coisa é certa. Ninguém vai ficar para semente, nenhum dos seus problemas vão sobreviver a você.
Pode me xingar, eu deixo!
Marinho Guzman
Ema...ema...ema...

Cada com seus problemas.
Todo mundo sabe. Família a gente não escolhe.
No mais das vezes, a coisa anda mais do que desanda porque é sabido que quando todos são “farinha do mesmo saco”, pode ser de qual for a natureza do problema ou da solução, tá todo mundo acostumado.
Duro é quando você foi criado longe da sua família, teve uma educação diferente (melhor ou pior, tanto faz) e tem vergonha alheia daquelas patacoadas de uma tia ou primo que apesar de ter o mesmo sobrenome tem educação e costumes tão diversos.
Cada macaco no seu galho, cada cabeça uma sentença e tem gente que para armar um barraco não precisa de pau.Um palito serve.
Seria mais trágico se não fosse cômico ter uma família desse tipo.
Quem acha que tudo na vida tem jeito, na verdade costuma arranjar um jeitinho para tudo.
Não é o meu caso. Avesso a barracos, prefiro hotéis, ainda que sem estrelas.
Estaremos viciados na internet?

Vivo pendurado num computador, no ultrabook ou iphone, ou com eles pendurados em mim.
Dizem que no futuro os bebês já nascerão com equipamento para acesso.
Será que estou viciado? Todos estamos? Ficaremos? Isso faz mal? Acaba com a comunicação familiar e amigos ou só muda e facilita?
Talvez seja tarde para discutir isso, porque os contra e os a favor, cada dia terão novos e fortes argumentos para concordar ou discordar.
Sou dos que defendem o acesso irrestrito e meu argumento é de que qualquer equipamento desses substitui muitos outros.
Dicionário, telefone, carta, bilhete, recado, aviso, telegrama, sinal de fumaça, livro, jornal, revista, toca fitas, toca discos, toca CD, rádio, TV, diário, livro caixa, carro para ir ao banco, às compras de qualquer coisa, perto ou longe, em qualquer lugar do mundo e por aí afora.
Quem viajou na época em que só se reservava hotel nas agências de turismo ou pelo telefone deve estar rindo agora que a gente já nasce com tudo na mão, ou na ponta dos dedos.
Quem teve que pegar um ônibus para ir a uma biblioteca fazer uma pesquisa está comigo e sabe porque.
O mundo está literalmente nas nossas mãos, nos nossos dedos e bem debaixo dos nos nossos olhos e sendo assim, dou por findo meu monólogo discursivo, não aceito nenhum argumento e vou já colocar meu telefone para despertar, com horário programado para o Siri Lanka onde estarei amanhã.
Conectado!
Marinho Guzman
Aves de penas raras II

Éramos um bando.
Parecíamos voar nas motos velozes, usávamos as mesmas calças jeans, camisetas regatas, botas, jaquetas de couro e óculos Ray Ban modelo aviador.
Capacete só para viajar, quase sempre com uma garota bonita e modernosa, daquelas que podiam dormir fora de casa, o que não era comum na época.
Praia do Itararé, Campos do Jordão e Rio de Janeiro eram os destinos preferidos.
Naquela época a gente ia e voltava com um pé nas costas, hoje, da minha parte, seria ida e volta com dor nas costas.
Nosso bando não tinha chefes, mas uns se destacavam mais do que os outros porque eram fortes e bonitões e esse era o caso do Vitinho. Por um tempo seu apelido foi James Dean. Rebelde, mas nem tanto, arrumadinho como poucos, novidadeiro, tinha um ótimo emprego no Banco do Brasil e era modelo fotográfico e de passarela nas horas vagas, pegava as melhores e mais lindas modeletes, as cobiçadas por todos e logo as tirava do mercado namorando quase sério.
Mas o forte do Vitinho era ser amigo de verdade e sei que continua igual pelas informações das aves remanescentes.
Quanto às garotas, tenho visto as fotos dele com mulheres lindas e mais velhas, deixou de lado as cocotas e continua adepto das famosas, mas casar que é bom nada, afinal, não é fácil colocar um astro e uma estrela no mesmo espaço.
Outro dia vi as fotos da casa nova do Vitinho e está um show, caprichada como seus carros, suas motos e suas namoradas.
Daqui para frente não vai ser fácil escapar do primeiro casamento, o que o torna um herói, pois a maioria das aves já está no segundo ou terceiro acasalamento.
Que boa lembrança eu tive hoje do Vitinho, grande amigo e companheiro
Internet é coisa de velho.

Todo mundo sabe que cruzeiro marítimo tem muito velho. Com dinheiro no bolso, tempo à vontade e facilidades, quem já fez conhece, milhares de idosos e idosas perambulam pelo mundo nessas embarcações maravilhosas.
Tem uma senhora aqui no navio que já fez mais de cento e quarenta e muitos outros ultrapassaram a marca dos cinquenta. Estou na casa dos trinta ou mais e não pretendo parar.
Em cada canto a gente vê senhores e senhoras de idade com tablets e iphone, navegando não sei onde e teclando com não sei quem, mas estão na internet direto.
Ontem vi uma cena que preciso contar.
Numa mesa ao meu lado três ou quatro casais, todos passados dos sessenta, conversavam e riam ruidosamente, quando e aproximou um senhor ainda mais velho, devia ter bem uns oitenta.
Bengala numa das mãos, tablet na outra, dirigiu-se diretamente a um dos senhores e perguntou em inglês:- Por acaso você é o Gordon? Ao que o outro respondeu surpreso:- Sim, Gordon é meu sobrenome, meu nome é Phillis, Phillis Gordon.
O mais velho disse:-Ontem eu estava teclando no Facebook com meu amigo Stein, que mora em West Berlim, você conhece Stein? E o outro ainda com cara de espanto disse:- Sim, é meu querido amigo que não vejo há uns dez anos mas falo sempre com ele pela internet. O velho disse então:- Pois é, ele me disse que tinha um amigo fazendo esse cruzeiro, passou a sua foto e me disse que se eu encontrasse, lhe desse o abraço apertado que ele gostaria de dar.
Eu o achei e estou aqui para dar o abraço.
O Gordon levantou-se, deram um abraço apertado sob os olhos atônitos da pequena plateia e notei umas pequenas lágrimas rolando, sob muitos aplausos.
É a internet, coisa de velhos!
Marinho Guzman
Você começa a conhecer o indivíduo quando percebe se ele quer discutir ou resolver o problema.
Quando sou enfrentado por alguém e percebo que a pessoa quer qualquer coisa, menos resolver o problema, faço toda a força para encerrar o diálogo e deixar para outra pessoa essa conversa pois o contrário, sempre me traz confusão e aborrecimento.
Para resolver um problema é preciso ter calma, entender de fato qual é a questão e não basta saber quem tem razão, é preciso achar uma forma de adequar a solução para atender às partes.
Se você não consegue entender isso, se quiser fazer valer só a sua razão não é a pessoa indicada para resolver problemas e o melhor é passar a bola para quem saiba fazê-lo.
Quando você encontra uma pessoa dessas que quer discutir e não aceita seus argumentos é melhor fazer logo um acordo, pois a primeira parte da briga você já perdeu.
Conviver com certas pessoas pode ser um exercício de paciência, afastar-se delas, demonstração de inteligência.
Inexorável mas inevitável !

Dizem que arrependimento não mata mas às vezes a gente chega à conclusão que poderia ter gasto melhor o tempo.
Jovem amigo aqui do Facebook Fábio Barreto, de quem curto grandes e inteligentes tiradas, está revoltado com a segunda multa imposta pelo condomínio por ter excedido o barulho aceitável nas reuniões etílicas promovidas na sua casa.
Ele não me conhece tão bem mas se perguntar ao seu pai vai saber que eu fui bem ruinzinho.
Mas o que a gente aprende quando fica mais velho é que todo mundo vai envelhecer e que nem todo mundo acha graça de piada de bêbado e que ainda que a gente faça tudo, ou qualquer coisa para se divertir, pode chegar à conclusão que se tivesse feito só a metade poderia afinal aproveitar o dobro.
Mas isso aqui não é lição de moral nem pretende que o meu jovem amigo pare de fazer a bagunça dele.
Quem sabe alertá-lo que depois de algumas reincidências na multa, a nem tão nova legislação permite a quebra do contrato com pagamento de multa no caso da locação, a condenação a indenização por danos materiais e morais e até mesmo a exclusão compulsória do condomínio.
Ou talvez ele cheque à conclusão que é melhor maneirar, fazer bagunça na casa dos outros porque não vai ganhar essa briga em hipótese nenhuma, podendo fazer desafetos às vezes meio malucos que saem dando tiros como se vê por aí.
Fui compulsoriamente obrigado a parar de beber e sinto não ter percebido antes que se a gente faz só a metade, ao longo do tempo poderá fazer o dobro.
Não sei o que é pior, ter sido um jovem rebelde e barulhento ou ser um velho rabugento.
Aos que ficarem com a primeira opção, lembro que todos chegaremos à segunda e não adianta você dizer que não pois só saberá quando chegar lá.
Se chegar.
Marinho Guzman
Cingapura

Não há como explicar Cingapura com poucas palavras e pelo que andei lendo dessa cidade-Estado, nem livros podem mostrar claramente a alguém sua grandiosidade, sem que se conheça, ainda que pouco seu povo, suas edificações e as obras que construiu em cerca de cem anos.
Como a gente vive de comparações, ainda que seja para concluir que uma coisa não tem nada a ver com outra, meu sentimento maior hoje foi de que eu não tenho vergonha de ser brasileiro, tenho pena de ser brasileiro pelas oportunidades que nos roubaram, pelas coisas que não temos, não fizemos e não vamos ter nem fazer, porque em Cingapura tudo foi criado sob a égide da lei, da ordem, da ética, do respeito ao próximo e da vontade de um povo, tão sofrido como o nosso, mas que tem brio e sabe se fazer respeitar.
Graças a Deus!

As vezes eu acredito que há mais do que simples coincidência em alguns acontecimentos.
Hoje ou ontem, (confesso estou perdido com o calendário), estivemos e Phuket na Tailândia e dentre quase uma dezena de excursões promovidas pelo navio havia uma para conhecer O Grande Buda, um templo sob uma escultura gigante de cerca de sessenta metros de altura desse Deus que pouco conheço.
Foi esse passeio que Amanda escolheu e passou os dois dias anteriores falando nisso, ansiosa como poucas vezes a vi.
Eu não diria que Amanda é crédula nem mística, mas acredita piamente em Deus, seja lá a forma que ele possa ter e sua prática religiosa é ser boníssima.
Às vezes até a chamo, por brincadeira, de Bispa Amanda, pois está sempre pronta a ajudar alguém da maneira que for, ouvindo problemas que nem sempre pode ajudar ou resolver.
Vou encurtar a história pois cada um deve acreditar e pesquisar por conta própria pois nesses assuntos religiosos, penso que cada um tem ou não a sua crença e será despertado ou não, para o que lhe estiver reservado.
Sob O Grande Buda há um altar e Amanda entrou só.
Momentos depois voltou radiante,ainda mais do que já é e me contou que sentiu “algo” muito forte. Perguntei se tinha sido bom e ela disse que sim, muito bom.
O passeio foi ótimo, e voltamos ao navio onde vi um recadinho no meu Facebook da minha sobrinha Priscilla Guzman alertando que nesse dia é comemorado a Lua cheia de Maio do Buda.
Faz uma hora, ainda de madrugada, acordei pensando naquilo e como faço costumeiramente, abri o Facebook onde vi um recado da minha amiga Lica que transcrevo:
– Exatamente em 04/05 é celebrada em todo o mundo a lua cheia de maio que nos dá a oportunidade de nos sintonizarmos com a luz amorosa do divino para podermos nos desenvolver cada dia mais em busca de iluminação! Este dia é comemorado o nascimento, iluminação e deixada de corpo de Buda, um dos grandes mestres que passou por este planeta! Plenamente Abençoados!!
Lica Eliana
Estou sinceramente impressionado e achando que essa é uma daquelas situações em que há mais do que simples coincidência
Para quem possa interessar, coloco link de uma de muitas publicações que falam da comemoração.
http://www.anjodeluz.com.br/wesakcelebracao.htm
Marinho Guzman
No papel e nos sonhos não há limites.

O papel aceita tudo e nos sonhos a gente pode ser quase tudo, de super herói a super bandido e não fosse um despertar assustado, poder-se-ia passar maus bocados.
Já saltei de paraquedas, já estive em tiroteio, já fui rei, rico que nem o Eike Batista e….bem, deixa pra lá, esse era um sonho que virou pesadelo.
Dizem que a gente sonha muito com coisas do dia a dia, pode sonhar com um ente querido que já está morto e isso quer dizer…. O que quer dizer mesmo? Não lembro, não sou de dar bola para crendices e até prova em contrário sonho é só sonho e torço para não ter os do tipo pesadelo.
Amanda Palma vive sonhando que está trabalhando, que vendeu milhares de biquínis, teve que embrulhar cada um e aí acorda cansada, mas de vez em quando sonha que ganhou na loteria e esse um sonho que eu espero que ela realize, rssss…
Como eu disse, não costumo lembrar dos sonhos, mas
vira e mexe Amanda me acorda e diz que eu estava chutando. Não sei qual era a encrenca da vez, mas nessas horas estou sempre ofegante e assustado e é um alívio ser acordado, pois já parei com essas disputas a socos e pontapés na vida real faz muito tempo.
O papel aceita tudo. Jornais e revistas continuam a publicar tudo que acontece no mundo.
Pouca coisa de sonho, só desgraça, a vida vista pela maioria da imprensa parece pesadelo.
Primeiras impressões.

Ao conhecemos alguém, fazemos um primeiro julgamento pelas roupas que veste, pelas palavras que usa, o que ela nos pergunta e as respostas que nos dá.
Dependendo das atitudes que toma, comparamos automaticamente em registros sensoriais, como agiríamos em seu lugar.
Essa primeira e rápida impressão pode ter grande margem de erro e depois de algum tempo, a gente pode ver que as aparências enganam, que nós nos enganamos e que muitas vezes as pessoas enganam a gente.
Corruptos e corruptores.

Saber quem começou esse crime que tem atrasado e destruído cidades, nações e civilizações é a mesma coisa que tentar descobrir quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha.
Vastíssimo, o assunto sempre terá opiniões divergentes ou algo a acrescentar, mas o resultado é fácil ver que quanto menos corrupção, mais desenvolvimento e no Guarujá, no Brasil e em muitos outros países enquanto o povo se preocupa com os tostões, os políticos roubam os milhões.
Nunca houve governo sem corrupção, mas nas últimas administrações, não houve governo, só corrupção.

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