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segunda-feira, 30 de março de 2015

Mapa Mundi


Vida


Vistas no presente, decisões certas e erradas, tomadas quando eramos jovens podem parecer prêmio ou castigo, mas não há lugar para arrependimento que as redima..
Hoje pelas redes sociais, podemos ver com facilidade o que o destino reservou para uma ex-namorada que seria a nossa mulher, mãe dos nossos filhos, companheira e avó.
E elas conseguem ver aquele que talvez tenha sido o primeiro namorado, lembrar-se vagamente de um beijo furtivo, das primeiras escapadas que pareciam pecaminosas e de possíveis sonhos imaturos que deram lugar à realidade do presente.
Amores do passado não têm mais lugar hoje. Restam lembranças. As boas e as más.
Recordar nossos pais é uma experiência agradável, em que pesem possíveis arrependimentos por conselhos não seguidos e desobediências que possam ter causado preocupações e aborrecimentos.
Tão intrigante quanto rever a vida sentimental é relembrar em que momento se deram as nossas opções profissionais, caso tivéssemos seguido em frente ou mudado de ideia numa bifurcação qualquer.
Ter feito uma faculdade ou ter partido para um negócio próprio, ter desistido do sonho de ser Juiz para aceitar o emprego de advogado numa empresa.
Muitas mulheres abandonam qualquer sonho profissional para criar a família. Não vejo estatísticas a respeito de possíveis decepções e arrependimentos.

Há um ditado americano pouco conhecido no Brasil que diz o seguinte:"Life begins when the kids leave home and the dog dies!" na minha tradução ruim, -"A vida começa quando os filhos saem de casa e o cachorro morre!"

A vida é uma viagem.

Dificilmente a maioria dos jovens pensa na vida como um todo. 
No máximo, o conceito de morte começa a fazer parte da nossa vida com a perda de um parente mais próximo, muitas vezes, nossos avós.
Aí a morte se torna motivo de dor e ainda assim, demora muito para que a gente comece a pensar na razão da vida, na nossa passagem por ela e no inevitável fim de todos nós.
O tempo da constatação e essas reflexões são diferentes para cada indivíduo. Muitos ainda não atingiram essa hora e não tenho notícias de que pessoas normais não se conformem com isso e ainda assim, cada um é dono das suas ações para viver como desejar.
A exata compreensão do tempo pode ser uma maneira de vivermos melhor. Tomo como exemplo uma viagem de lazer, onde você sabe o dia que vai, os dias que vai ter para conhecer e aproveitar esse ou esses lugares e sabe, que há dia e hora certos para você voltar. Ciente desse tempo, cada um escolhe o que vai fazer, porque sabe que não dá para fazer tudo.
A vida é assim. Sabemos que ela começou, temos consciência de do estagio em que ela está para nós pela nossa idade, temos a consciência que o tempo pode ser um marco definitivo para que a gente escolha como vai viver.
Algumas pessoas apesar da consciência dessa finitude, levam a vida como se a viagem nunca fosse terminar e não raro, no final, ficam com uma sensação de que faltou alguma coisa quando não dá mais tempo para ir a lugar nenhum, abraçar alguém ou terminar alguma tarefa.
Ninguém precisa pensar na morte para viver tão intensamente como deseja, mas é preciso programar bem a viagem para depois dela ainda ter tempo de saborear a sua lembrança.
Alguns dizem que a melhor parte de uma viagem é a sua programação e eu digo que você sempre pode fazer uma bela viagem, mas a vida é uma daquelas que você precisa programar bem para viver melhor, porque essa é a única viagem que você sabe com certeza de que não vai poder voltar para fazer qualquer coisa que tiver deixado passar.

Princesas, príncipes e é claro, sapos velhos.

É da diversidade de opiniões no Facebook, que a gente percebe que coisas fáceis estão difíceis e as difíceis quase impossíveis.
Não quero generalizar, mas dá para desconfiar que é difícil encontrar verdade e originalidade nesse mundo simplista de viver só o dia de hoje, um dia de cada vez, muitas vezes empurrando a responsabilidade para o futuro e se possível para os outros.
Interessante observar nas postagens dos mais jovens muita semelhança com o que sentimos e fizemos um dia. Com nossos erros poderíamos dar alguns conselhos, se eles fossem aceitos, o que a maioria de nós não aceitou.
Desde que o sonho não se torne um pesadelo é bom sonhar.
O sonho de encontrar um príncipe não é mais prioridade das garotas. Ainda que a TV mostre as vantagens de ser bonito, rico e morar num palácio, as garotas de hoje perceberam que é melhor ter um plebeu na cama, do que um príncipe nos sonhos.
Hoje elas tem sonhos mais modestos e modernos. Ainda sonham com rapazes com cara e corpo de príncipes efeminados, ou de lutadores de MMA, mesmo que o cabelo não ajude, o veículo não seja uma Ferrari e o dinheiro só dê para uma pizza.
Os garotos de hoje não sonham com princesas cobertas de roupas bordadas em ouro. Aliás, hoje quanto menos roupa melhor, ainda que tenham que dividir certas partes pudendas com todo mundo.
Antes mesmo de chegar aos trinta anos, as garotas começam a perceber que se príncipes existem, no mundo delas são ainda girinos e se preocupam em trabalhar e ganhar o seu próprio dinheiro, porque já perceberam que o que começou com “rachar a conta” vai terminar com “salve-se quem puder”.
Aos trinta anos os garotos mais certinhos têm namoradas firmes ou já casaram. Os sem compromisso não querem nada com a vida e continuam a se divertindo com as erradas.
Os maiores de quarenta anos são inadequados, inapropriados, desqualificados ou desdentados e nem pensam em dividir uma casa, querem no máximo dividir a cama.
Longo, esse assunto não se esgotará jamais.
Ainda bem, senão, o que eu faria nessas noites vagando pela internet e perambulando pelo Facebook alheio?
Ah...lembrei agora de um ditado pouco conhecido que diz:- A felicidade de um homem descasado depende da infelicidade das mulheres com quem ele não se casou.

domingo, 29 de março de 2015

A hora de pagar os pecados.


Tem gente que se vangloria de distribuir pequenas, médias e grandes maldades. 
Invejosos e complexados são boateiros mentirosos que atingem duramente pessoas de boa fé.
Não é à toa que são chamadas de pessoas ruins.
Com a idade a gente vai ficando prevenido para esse tipo de gente, mas a única maneira de se safar dos ruins é permanecer longe dos seus olhos.
Dizem que o mal que aqui se faz, aqui se paga. 
Se assim não for, a conta vai lhes ser apresentada na hora do julgamento final,mas não esqueça, o maior castigo delas é serem como elas são.

sábado, 28 de março de 2015

Deletar e ser deletado.


No Facebook, como na vida real,a gente vive, convive, faz  amizades e inimizades.

O melhor de tudo no Facebook é que a gente pode deletar ou ser deletado por quem entrou na nossa vida por um pedido que veio sem muitas recomendações.

Hoje percebi que fui deletado por alguém que não suportou ver a verdade e o meu sucesso permanecerem à tona, apesar do perceptível e mal disfarçado desejo de que eu naufragasse.

Deve ser bem difícil conviver, dia após dia, postagem após postagem, com a realidade que eu continuo pensando, escrevendo, fotografando, amando e sendo amado. 
As muitas curtidas me mostram isso.
A inveja corrói o invejoso e ser deletado é o remédio para esquecer e ser esquecido, porque o que não tem remédio, remediado estará.

Lua de mel

Um dos maiores problemas que sinto em ficar velho é não saber “prá que”.

A gente sabe “por que” mas o dia a dia teima em esconder “prá que”.
Com um motor de sessenta e seis mil quilômetros, sigo rodando bem pela cidade e pelas estradas, pilotado sempre e exclusivamente pela querida Amanda, que tem trinta mil quilômetros menos que eu.
Amortecedores bem conservados, por ter evitado sempre estradas ruins, motor gastando pouco óleo, por nunca ter usado combustível adulterado e ter abandonado as drogas legais como o cigarro e o álcool há quase vinte e cinco anos, meu motor segue soltando alguma fumaça, mas subindo bem as ladeiras e sendo guardado sempre na mesma garagem nos últimos doze anos, desde que desisti definitivamente das locações esporádicas, dos fortuitos “perdidos” e das ilusórias aventuras mágicas. Tudo graças à excelente motorista que a Amanda é, e que não me deixa esquecer que o certificado de propriedade está no nome dela.
A moderna engenharia, providencialmente, descobriu uns comprimidos azuis e agora outros amarelinhos, que misturados no combustível antes de uma arrancada mais rápida, faz lembrar o tempo em que o motor pegava mesmo frio na primeira partida. Isso é o que basta por enquanto, para atingir a velocidade máxima, que por sorte anda tolhendo até a dos carros mais novos e mais potentes.
Contam-me algumas amigas que máquinas bem mais novas e potentes, com design moderno, bíceps e coxas musculosas, têm usado o tanquinho mais para mostrar por aí do que para encarar um forte rala e rola.
É bem verdade que sofri uns acidentes no percurso, mas nada que não pudesse ser reparado sem deixar sequelas.
Não há danos na carroceria. Ocorre que sou um modelo antigo, mas ainda se encontram muitos sedãs 1.948 e mais antigos do que eu em plena forma.
Bem, vamos torcer para que a máquina continue funcionando a contento e que não venha uma campanha dessas malucas, para desencalhar estoques, onde você entrega o velho e com mais umas parcelas, sem juros, você pega um zero-quilômetro.
Meu pai já dizia que qualquer marca de carro é boa e que carro bom é carro novo.
Vou torcer para que a Amanda não fique tentada e vou fazer aquilo que aprendi no decorrer dessa vida de muito aprendizado.
Você conquista a mulher beijando-a sempre e no lugar certo.
Aprendi cedo que o melhor lugar e o único lugar certo é pelo mundo em qualquer país romântico ou sofisticado do mundo.
Parto nos próximos dias para a nossa 15a. lua de mel, num cruzeiro de 48 noites, da Austrália à Turquia.

Certamente beijarei muito a Amanda e postarei muitas fotos e em junho, se Deus quiser e ele vai querer, estarei de volta com muitas fotos e essas minhas modestas crônicas.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Incompatibilidade de gêneros.


Se você escreve muito mal, troca sempre o c por ç, s, por z, o m por n, muitos erros que não são propriamente lapsos. 
Se você não consegue colocar o verbo no tempo, desconhece completamente o plural, jamais usando s no final das palavras, não sabe a tabuada, nem sequer a do dois.
Sinceramente, isso já passou de errinhos que todos nós cometemos de vez em quando. 
Para mim você é analfabeto (a) e pode, me chamar de preconceituoso, mas não tenho nenhum prazer em teclar ou conversar com você, assim como não vou incomodá-lo(a) querendo pegar ondas, jogar futebol, snooker, dançar funk ou cantar sertanejo , só para dizer algumas das coisas em que sou péssimo.
Nesse caso, somos incompatíveis e é melhor não conversarmos.

Para um bom sempre surgirá alguém melhor.

Na maioria das vezes nos esforçamos para sermos bons, um ou outro consegue ser o melhor, às vezes com grande esforço, outras vezes com tal facilidade que parece, o sujeito “nasceu para aquilo”.
Mas ninguém será o melhor, nem insubstituível por todo o tempo. 
Marcas são superadas, novas tecnologias fazem com que as maiores descobertas caiam no desuso e fenômenos podem ser campeões do ostracismo.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Qual será a razão da vida? Temos algum papel no Universo?

Qual será a razão da vida? Temos algum papel no Universo?
Continuo buscando as respostas, mas desisto rapidamente. 
Cheguei à conclusão, ainda provisória, que essa não é a pergunta a ser feita.
Estivessem certos dezenas de filósofos, estariam errados outros tantos, estivessem certos milhões que professam determinada religião, estariam errados todos os outros.
Não sei explicar o que não entendo, nem entendo o que tantos se esforçam por professar como verdade mas que soa tão falso.
Não dá para aproveitar um pouco de cada ideia, sem escrever uma ou várias mentiras.
O que serve para uns não serve para outros, nem para todo mundo.
Talvez a maneira como cada um responda a essa questão, determine o modo como encara a vida e como isso influência as decisões que toma.
Por hora, deixo a razão de lado e fico com Sarah Westphal.

“Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. 
Desconfie do destino e acredite em você. 
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

terça-feira, 17 de março de 2015

A vida.


Somos ensinados que a vida é uma dádiva e que devemos festejá-la.
E é isso que fazemos, uns mais, outros menos, algumas pessoas todo o tempo, acreditando que no final tudo vai dar certo.
E vamos tentando, apesar dos pesares, de parecer que a imprensa só serve para mostrar problemas onde existam, descobrir uns que estão escondidos e em algum caso inventar para aumentar a audiência. 
Alguém deveria medir o tempo que a imprensa gasta para divulgar as coisas ruins, os crimes e os desastres e obrigá-la a mostrar em igual tempo (pelo menos) coisas boas e dar ideias construtivas para que a gente continue a pensar que a vida vale a pena, que o pior já passou, e não pensar que o melhor foi o passado.
Passei a vida evitando pequenos acidentes, para perceber que o fim é o grande desastre.

domingo, 15 de março de 2015

Estradas da vida.


A vida é como uma estrada sem placas nem sinalização.
Você não sabe exatamente onde está indo, se vai chegar ou quando.
Não existe estrada absolutamente reta. Todas têm curvas, desvios, entroncamentos e algumas têm pedágios e se você não pagar o preço, não vai poder passar.
Por mais segura que a estrada seja, sempre existem outros motoristas. Eles estão na mesma pista ou em sentido contrário, isso quando não estão na contramão. Nunca, ninguém, depende exclusivamente de si, e o perigo, “podem ser os outros”.
Quando duas estradas levam ao mesmo lugar você só pode escolher uma, não importa quanto goste da outra. Parece que isso quer dizer ter duas opções, mas analisando bem, você só tem uma sim, a outra não.
Não faltam estradas cheias de buracos e há quem diga que na vida caminhos aparentemente fáceis escondem obstáculos intransponíveis.
Além dos caminhos e destinos, você vai ter que saber qual bagagem vai levar e se vai só, ou acompanhado.Uns viajam sós, outros com mais gente, difícil mesmo é saber quem está bem, ou mal acompanhado.
Como a estrada da vida não tem sinalização, depois de algum tempo você começa a se perguntar se está longe ou perto do seu destino.
Busca respostas e cada vez encontra mais perguntas, podendo descobrir, finalmente, que essa pode ser a reta final.


Caminhos fáceis.


Nos caminhos mais fáceis sempre tem mais gente. 
Gente bonita, gente descolada, gente bem vestida, gente que sabe aproveitar o que é bom. 
O som alto e o open bar atraem irresistivelmente.
Mas sempre vai haver conta para ser paga, mesmo que não seja no fim dessa festa.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Porque escrevo?

Porque procuro alinhar palavras que traduzem meu pensamento e este num texto? Porque publico esses textos e o que espero com isso?
Assentimento? Concordância? Solidariedade? Simpatia? Reconhecimento? De quem? Para que?
Não há novidades nas minhas palavras. Tudo o que tinha que ser dito, escrito e lido já foi. 
Escrevo o que todo mundo já sabe e no máximo talvez se pergunte:- Porque eu nunca pensei isso dessa maneira?
Escrevo porque gosto, sem nenhuma preocupação em ser original.
Afinal, quem é original? As palavras são sempre as mesmas, apenas são dispostas de maneira diferente.
Não há, aprendizado para escrever, existe a observação do que acontece com a gente e perto da gente e vontade de deixar um testemunho do que se viu e viveu.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Antes só do que mal agenciada.


Nem todas as agências de modelo são ruins, só a maioria.
Agências que se propõe a fazer fotos e cobrar por elas, dificilmente são sérias e aquelas que alegam que as fotos são um investimento, querem transferir o custo que é dela para qualquer pessoa, tenham ou não condições de ser modelo, ganhando dinheiro de quem tem essa ilusão.
Quando as agências sérias querem ter a modelo agenciada elas pagam, não só as fotos, como cursos, estética e outras facilidades, ou têm parceiros que fazem isso como maquiadores, cabeleireiros, lojas e confecções.
Todos os dias milhares de meninas bonitas acordam com o sonho de ser modelo e pouquíssimas vão conseguir porque tem mais garota bonita do que trabalho sério e bem remunerado.
Quando alguém tenta agenciar uma garota pelas fotos bonitas que ela postou no Facebook ou outra rede social precisa mostrar claramente que tem condições de arrumar trabalho para ela e isso começa por ter um site, uma sede bem montada e nunca chamar para trabalhos que não são pagos nem para testes intermináveis onde o cliente de fato não está presente.
Os clientes são as agências de publicidade que vão fazer as fotos, filmes, vídeos, campanhas publicitárias e nunca pegam modelos de agências menores, só das famosas.
Não acredite em “olheiros” acredite que a sua parte no investimento é ter condições de trabalhar e se alguém quiser contratá-la, terá propostas concretas e pagamento certo e combinado.
Clientes sérios nunca propõe trabalho sem pagamento!
Na dívida, pode ter certeza de que é melhore estar só do que mal agenciada.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Ou está no rolo ou está na merda.

Ninguém é mais convincente que o estelionatário.
Para ele, é uma questão de sobrevivência passar ares de credibilidade, de honestidade e de segurança.
Quanto mais sóbria for a sua aparência, quanto melhor ele se vestir, quanto melhor ele estiver seguro nas suas exposições, mais perto estarão os incautos de levar um golpe, seja ele muito conhecido como o cheque sem fundos ou adulterado ou inusitados como o da troca de carro.
O estelionatário aceita seu carro como parte de pagamento de um bem mais caro, devolve algum dinheiro em espécie, deixa você levar o carro na hora e promete tratar do financiamento.
Ops...como é mesmo?
Aceita seu carro, devolve dinheiro, financia a diferença e você leva o carro na hora?
Isso mesmo.
Você deixa seu carro velho, assina o recibo de venda, recebe uns 10% em dinheiro, leva um carro bem mais caro na hora e … Bem, o financiamento não vai sair, o carro que você levou é de outra pessoa que deixou em consignação e a essa hora o seu já virou dinheiro vivo na mão do estelionatário.
Sempre há a possibilidade de você denunciar o cara na delegacia mais próxima e a primeira informação de que você vai ter é de que não é o primeiro, que já existem uns vinte boletins de ocorrência e o pior, você não será o último porque o cara vai continuar a aplicar golpes e dificilmente vai ser preso, quanto mais condenado e cumprir pena.
Para quem pensou que o título faz alusão ao estelionatário está enganado.

Nesse caso quem está no rolo ou na merda é você.

Oscar Maroni X Barbara Gancia 50 Tons de Cinza

Oscar Maroni X Barbara Gancia
50 Tons de Cinza
Folha de 8 de março de 2015.
Barbara Gancia fez uma crítica ao filme que não assisti, mas que está mais próxima das dezenas de opiniões disponíveis em vários textos da internet.
Não sou fã da Bárbara, acho-a inteligente, esclarecida e a crítica dela me pareceu “legal”.
Para mim o assunto 50 Tons estaria encerrado, sem nenhum interesse, se o nome de Oscar Maroni não estivesse impresso hoje na Folha numa crítica de cinema intitulada “Contraste na iniciação sexual de personagens torna “50 Tons” belo.
Subtítulo: Empresário Oscar Maroni contesta avaliação de Barbara Gancia sobre filme.
Ora porra! Puta que pariu! E a Folha publica essa merda!
Já que nenhum dos dois é crítico de cinema vou aproveitar para mandar um recado: Vão se foder! Os dois! E mais a Folha!
Um ridículo proxeneta, que deveria estar exclusivamente nas páginas policiais fazendo crítica do que não entende?
Bem no dia das mulheres?
Parece proposital!

sábado, 7 de março de 2015

Altos e baixos têm pouco a ver com euforia e depressão.

Não há como saber o que é bom se não soubermos o que é ruim e não conheço ninguém que não tenha tido altos e baixos. 
Mesmo felizes, todos já sentimos o que é estar triste, infeliz, para baixo.
Mas tudo isso tem pouco a ver com euforia e a depressão. 
Vejo no Facebook declarações de desespero, seguidas de surtos de euforia, tudo na mesma noitada, mesmo antes de passar a ressaca.
Essa instabilidade emocional é fácil encontrar em pessoas imaturas, nas grosseiras e mal educadas e não raro atingem quem tenta ajudar.
Algumas garotas bonitas estão acostumadas que se lhes faça muitas vontades para dar uns poucos sorrisos e há garotos que fazem verdadeira tempestade em um copo d'água para granjear alguma simpatia.
Não me ocorre como resolver esses problemas, mas a vida é importante demais para ser jogada fora.

quinta-feira, 5 de março de 2015

O custo Brasil e o pouco-caso de algumas empresas.


O Custo Brasil é um termo genérico, usado para descrever o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem o investimento no Brasil, dificultando o desenvolvimento nacional, aumentando o desemprego, o trabalho informal, a sonegação de impostos e a evasão de divisas.
Por isso, é apontado como um conjunto de fatores que comprometem a competitividade e a eficiência da indústria nacional.
Nenhum desastre ou calamidade tem uma única causa e no Brasil, o despreparo, o pouco-caso e a falta de vontade, começam com pequenas lesões diárias aos nossos direitos, que me fazem pensar se estou ficando velho e chato ou se o Brasil, como teria dito Charles De Gaulle não é um país sério.
A grande maioria das empresas prestadoras de serviço, veem no Brasil o paraíso para descumprir as leis, em especial o Código do Consumidor e além de lesar os usuários, colaboram para que se aprenda ter desdém pela lei, por quem as faz e por quem deveria zelar pelo seu cumprimento, pela ordem e pelo instituto do direito.
Outro dia escrevi da dificuldade para conseguir um atestado médico, exigido por lei, para praticar exercícios físicos na academia.
Meu plano de saúde da UNIMED não fornece no pronto atendimento, apenas, se eu marcar uma consulta com um médico, que vai ou não fazer os exames que achar necessários.
Ocorre, que para marcar uma consulta pode demorar mais de trinta dias, apesar da norma da Agência Nacional de Saúde determinar o prazo máximo de quinze dias.
Eis que o “jeitinho brasileiro” fez com que a academia encontrasse um “super-médico”, que em três minutos tira a temperatura e a pressão e ao custo de trinta reais fornece o tal atestado, mostrando que a lei é burra, falha e deveria ser fielmente cumprida ou melhor regulamentada. Tirar a pressão e medir a temperatura a gente faz antes de entrar numa consulta no pronto atendimento ou eu ou qualquer pessoa faz.
Mas o propósito do texto é que os planos de saúde são uma caixa-preta, onde você paga e o único direito indiscutível é o de não receber pelo que pagou, a não ser que recorra a veementes ameaças à ouvidoria e em último caso ao Judiciário e ai, pouco importa, tenha você ou não esse ou qualquer direito e o Juiz o dará numa simples canetada.
Outro dia precisei consultar um médico especialista e ao tentar marcar verifiquei que em todos os médicos listados eu só conseguiria marcar a consulta de trinta a sessenta dias, contrariando a determinação da ANS que é de quinze dias.
Liguei na ouvidoria no dia dez de fevereiro, telefone 08007038989, protocolo 21028177, a atendente ficou de ligar no prazo de até quatorze dias fornecendo o nome, endereço e horário para tal consulta.
Alguns dias depois ligaram de fato, marcando a consulta em Santos (moro no Guarujá) às oito horas da manhã do dia dois de março.
Vamos aceitar que esse trabalhão, de ligar para vários médicos, ser obrigado a recorrer à ouvidoria, aguardar o prazo, sem escolher o profissional listado que eu gostaria, ter que me locomover à cidade vizinha, às oito da manhã, fosse só um incômodo.
No dia marcado para chegar em Santos sem me atrasar, saí de casa às seis e quinze, cheguei ao endereço fornecido às sete e meia.
Fui atendido pela recepcionista educada e solícita que depois de conferir e anotar, disse que eu poderia sentar e esperar. Perguntei se seria o primeiro a ser atendido, mas ela disse que o médico só chegaria as oito, saí então para tomar café numa padaria próxima.
Exatamente às sete e cinquenta estava de volta, sentei e aguardei ser chamado.
Às oito e meia, sem ter sido chamado, dirigi-me à recepcionista e perguntei se o médico já havia chegado e a resposta foi negativa.. Cerca de dez minutos depois fui chamado e levado ao consultório onde expus os sintomas.
Simpático, educado e demonstrando estar preparado, o médico recomendou que eu tomasse um comprimido diário de um remédio e tivesse à mão um outro, esse de efeito imediato, para o caso de sentir o tal sintoma.
Preencheu duas receitas que por exigência legal deveriam ser em formulários diferentes e eu fui embora, satisfeito e feliz por ter afinal resolvido o problema.
De volta ao Guarujá fui à farmácia onde tenho um desconto mentiroso e ilegal de trinta por cento e fui informado que não poderia comprar um dos remédios porque o médico havia colocado 1 de março de 2.014 em vez de 1 de março de 2.015.
Argumentei que não se tratava de receita vencida pois na outra constava 2.015, grafado corretamente, propus que ele confirmasse com o médico, mas polidamente ele disse que não poderia aceitar a receita pois corria o risco de ser punido.
Acreditando no “jeitinho brasileiro” fui a outra farmácia e o resultado foi o mesmo, numa clara demonstração que quando é para prejudicar o indivíduo a lei funciona e a remota possibilidade de fiscalização é eficiente.
O que se poderia dizer que seria um pequemo incomodo ia se prolongando e se transformando num grande incômodo.
Liguei para o ambulatório onde fiz a consulta e expliquei primeiro à atendente que em seguida encaminhou a ligação à pessoa responsável, a quem eu expliquei pela segunda vez a situação e a resposta foi que eu deveria ir a Santos para solicitar a troca da receita e depois voltar quando ela estivesse disponível.
Expliquei as dificuldades, a distância, o custo e a perda de tempo mas ela já havia “decretado”. Ameacei, demonstrando que sou dos que sabem reclamar, que se ela não resolvesse de outra maneira eu iria “fazer barulho” e postaria a reclamação na mídia, o que poderia trazer problemas a ela, caso o assunto pudesse, finalmente, ser resolvido de outra forma e ela não o tivesse feito. Ela disse que eu deveria falar com a supervisora e eu aceitei.
Pela terceira vez tive que explicar toda a situação e ela, com toda educação disse que eu não precisaria ir lá para solicitar a troca da receita, ela verificaria se o médico ainda estava de plantão e retornaria minha ligação.
Assim foi. Ligou logo depois e disse que a receita estaria disponível na recepção e que eu poderia ir buscar naquele mesmo dia ou quando eu quisesse.
Pedi que me fosse enviada por malote para a UNIMED do Guarujá e ela me disse que não tem esse malote. Solicitei pelo Correio e ela disse categoricamente, que a única maneira seria ir lá. Agradeci, pretendo ir lá buscar a receita assim que puder, ainda não estou tomando o remédio e faço agora o que prometi, reclamo de público, para que todos saibam que o custo Brasil e a situação em que o país se encontra é muito mais grave e do que algumas dificuldades estruturais e do descaso com os direitos mais simples do consumidor ao pouco-caso que todo o sistema legal brasileiro transforma o cidadão num ser que desacredita totalmente na possibilidade que o Brasil venha a ser, verdadeiramente sério para as próximas gerações.
Por cerca de dez reais essa supervisora poderia ter me enviado a receita por SEDEX, mas preferiu correr o risco de ver uma reclamação contra a empresa que ela trabalha, numa clara demonstração que não está preparada para o cargo.
Se essa reclamação servir para que numa próxima vez ela envie o a receita pelo Correio para alguém, para mim já estará bom.


terça-feira, 3 de março de 2015

Sonho.


Quando os primeiros raios de sol entram pelas frestas da janela, driblam a cortina e conseguem clarear ligeiramente o quarto, é hora de levantar.
Os pensamentos confusos, podem ser os de um sonho, mas são rapidamente substituídos pela realidade de mais um dia da nossa história.
Quase tudo é mecânico e quando o olhar encontra o espelho do banheiro, é possível ver, numa fração de tempo, toda trajetória de vida exteriorizada nas rugas, tais quais digitais.
Não sei se todo mundo acorda igual, mas a vida moderna tem se encarregado de massificar quase tudo, inclusive o dia a dia.
Mega cidades com dezenas de milhões de pessoas, estradas de muitas pistas, avenidas largas com intermináveis congestionamentos, metrôs lotados, estádios com milhares e milhares de pessoas, todas torcendo para apenas dois times.
Em todo lugar há multidões andando de um lado para outro, num esforço hercúleo e insano para conseguir alguma coisa que satisfará necessidades efêmeras.
E eu matutando, sem medir esforços, para entender porquê e para que tudo isso. Qual será a mola propulsora para atingir os objetivos? Quais são os objetivos?
Os últimos raios de sol deixam o horizonte. Fecho a janela e as cortinas impedem a entrada de qualquer luz.
No escuro, espero o sono e um possível sonho esclarecedor. Por que a gente sonha dormindo e quase nunca realiza os sonhos, quando está acordado?

domingo, 1 de março de 2015

Março chegou.

Mais uma vez, como nos últimos anos, cada dia que passa, cada mês que termina, traz mais e mais reflexões, do que é a vida. Como e porque estamos aqui, como temos vivido com a definitiva certeza, de que a vida terrena, como a conhecemos, será uma só, essa e só essa.
Não tenho as palavras certas mas é nítido o sentimento que é preciso fazer mais alguma coisa relevante, que à medida que envelheço há uma mudança nítida nas prioridades, nos propósitos, na maneira de encarar a mim mesmo e aos outros e principalmente a mim mesmo em relação aos outros. 
Não há como generalizar e comparações são sempre válidas se entendermos que tudo, qualquer coisa, pode ser comparada à outra, ainda que seja para constatar a completa diferença e incompatibilidade.
Março chegou!

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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