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domingo, 27 de dezembro de 2015

Conselhos.

Não peça e não aceite opinião ou conselhos de quem entende menos que você.
A melhor maneira de errar feio é pedir ou aceitar conselhos de quem entende menos do que você do assunto.
Pedir o conselho é ruim e aceitar é pior.
Se você tem dúvidas imagine quem não entende, ou entende menos do assunto.
Mas não duvide, sempre tem alguém querendo opinar.
Cuidado não existe conselho bom, vindo de gente ruim.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Ano novo vida nova?

Humm... isso cheira a promessa que não vai ser cumprida, outro regime, deixar de fumar, esquecer paixão antiga e outras coisinhas que incomodam sempre e muito.
Dificilmente dá certo desse jeito.
Essa conversa de “querer é poder” tá mais para livro de auto ajuda do que para realidade dos fatos...
Caia numa real. 
Não haverá vida nova só porque vai mudar o ano.
Se você não se esforçar muito, todos os dias, vai terminar 2015 exatamente como começou.
Em contra-partida...faça um exame de consciência. 
Se você merece, certamente a vida vai lhe dar o que você precisa. 
Ou não...

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Não sei onde isso vai parar.

Aqui na cidade, no Brasil e no mundo, as coisas estão na ótica dos racionais, de pernas para o ar, um caos.
Gostaria de frisar “racionais” e retiro da categoria os otimistas, quaisquer políticos, todos os milionários, uns ricos e a maioria dos acomodados.
Ligue a televisão e verá os telejornais mostrando a retrospectiva dos crimes mais escabrosos e ao vivo os de agora mesmo.
Mude de canal! Apresentadores cheio de carisma e um sorriso na boca cheia de botox, mostram todos os dentes branquíssimos e claramente falsos e vendem de tudo. 
Mude de canal! Charlatões cheios de falsa indignação exibem de helicóptero a perseguição de assaltantes, o caos do trânsito, as inundações por falta de limpeza e de obras e o sofrimento nas intermináveis fila da falta de saúde.
A recente invasão da Europa por hordas imigrantes famintos mostra que os ricos não souberam mandar um pouco a quem nada tinha, do muito que lhes sobrava, e agora são assaltados na sua própria casa, com violentos atentados e grande risco de perderem a própria vida.

Não há mais tempo para escrever, nem para pensar, agora é agir e rezar.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Gostar

Gostar do que todo mundo gosta é cômodo, confortável.

Não há discórdia, não se discutem os erros e os acertos são igualmente festejados.
Difícil é gostar do que poucos gostam e mais ainda, não gostar do que muitos gostam.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Vaca que vai para o brejo não dá leite e perde a cria!

Viver bem tem muito a ver com observar as pessoas que nos cercam.

E esse contato pode ser tão abrangente quanto as atividades diárias que fazemos.
Quem estuda, trabalha, frequenta um clube, uma academia e até mesmo uma balada, tem mais chance de conhecer pessoas e observar como elas agem.
Nessa tônica, eu diria que observar as pessoas no Facebook pode ser tão ou mais abrangente do que o contato pessoal por gente como eu, que já estudou na escola o que tinha que ser estudado, trabalha nesse mercadão que é a internet e com uma horinha de academia todos os dias às sete da manhã, não dá para dizer que faz as sociais. No máximo meia hora de esteira e outra meia hora de alongamento.
No Facebook a gente aprende vendo como algumas  pessoas fazem, não fazendo como elas e lê, nos muitos depoimentos, que estão colhendo o que plantaram.

Ainda dá tempo de colher bons frutos, então, comece a plantar.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A falta de opção política é a morte anunciada do Guarujá


Vivemos momentos de agonia na pura acepção da palavra.
Moribunda, a cidade é velada por uma multidão de cerca de 200 mil eleitores que veem na corja política dominante a falta de opção pela cidadania, pelo crescimento ordenado e pela educação, algumas das opções para as gerações futuras, entre outras necessidades de uma cidade que como se vê, está na mídia como opção para o crime organizado.
O que incomoda e preocupa não é o grito dos inocentes, morrendo a bala nas favelas, é o silêncio dos bons, nas suas belas casas e apartamentos, na posição de observadores passivos, mal parodiando Martin Luther King.
Buscar culpados para a situação em que se encontra o Guarujá é a mesma coisa que olhar para as nossas praias nos domingo de sol. Muitos…. E todos culpados. Uns mais, outros menos.
Certamente, quem tem um pouco mais de esclarecimento e educação pode e deve ter também, um pouco mais de culpa e muito mais vergonha.
Nossa cidade chegou à mídia nacional e internacional pelos poucos crimes de alguns e os muitos crimes de cada um dos que se calaram e que permitem, que sejamos conduzidos politicamente por bandidos e incompetentes.
Só os cegos, os irresponsáveis, insensíveis e os da mesma laia, não percebem que devem se aglutinar a um ou alguns dos cidadãos bons dessa cidade.
É preciso que os bons comecem a se juntar, ainda que isso
me pareça impossível por aqui.


Não podemos nos contentar com menos. Os indivíduos precisam ter no mínimo caráter, educação, experiência e ter vontade de fazer com que o Guarujá tenha o seu verdadeiro lugar na mídia.
Guarujá é uma das melhores cidades balneárias do Brasil, tem beleza natural incomparável, praias oceânicas de água limpa e areias brancas, a melhor estrada e outros acessos e inigualável complexo imobiliário.

Guarujá merece ter, pelo menos, a chance de ter uma vez uma administração profissional que possa tirar seu nome das páginas policiais e devolvê-la para as páginas mais nobres da mídia.

Botões.

A vida se tornou um inferno e um paraíso por causa dos controles remotos e dos botões que você tem e que precisa usar a todo momento.
Por exemplo, meu controle remoto do monitor tem 48 botões.
O teclado de cada computador mais o do laptop, uns cem, alguns com mais de uma função, a TV, só tem cinco botões, mas sem o controle remoto, que tem mais de vinte,e uma centena de funções, você não consegue assistir nem mudar de canal.
Cada vez que eu troco de celular , ainda que da mesma marca, lá se vão muitos e muitos dias de sofrimento com os botões e suas funções, e pode ter certeza de que eu não sei para que servem, nem uso a maioria, mas não ouso sair de casa sem ele porque afinal, ele recebe e passa e-mails, tira fotografias, controla a conta do banco, envia whatsapps, consulta o Facebook etc. e tal.
No carro, cada vez que chove preciso ficar procurando a posição certa para o botão do limpador de para brisas, para que não dispare loucamente ou fique lento e intermitente e não limpe nada. Se passar um ponto, ele liga só o limpador do vidro de trás, deixando o da frente todo embaçado e não há quem consiga desligar o desgraçado.
O rádio do carro é um supercomputador, mais que isso até, conjugado com o GPS, com o wifi e com o bluetooth ele faz milhares de coisas, pelo menos é o que me falaram pois eu nem olho para ele….
Na cozinha sou um Az…. Asno, se é que me entendem, o máximo que faço pipoca de micro-ondas e café expresso na minha genial cafeteira Arno Dolce Gusto, melhor presente que a minha amada Amanda Palma poderia ter me dado. 
Ela tem só dois botões (a cafeteira, porque a Amanda tem mais rss….) e o principal eu aprendi, depois de fazer café frio algumas vezes, tem que ser virado para o lado esquerdo, ou seria para o direito?
Também ouso tomar água porque o filtro é na torneira, posso pegar cerveja sem álcool na geladeira porque não tem botão nem tem que apertar nada, é só puxar a porta e pronto.
Sei que o fogão tem vários botões e cada um deles várias funções, desde aumentar e diminuir o fogo até a acender a chama, mas nunca me arrisquei a mexer com coisas perigosas.
Bem não vou me estender às dezenas de outros aparelhos que eu tenho, que por sua vez somam milhares de botões, mas ouço muito as pessoas falando, que por causa dessas coisas modernosas, vão apertar ou conhecem alguém que já apertou um tal de botão do foda-se.

Vou me informar melhor antes de tentar, para ver se não é mais uma fria….

O sol nasceu para todos...uns na praia, outros na roça...

domingo, 13 de dezembro de 2015

Vivemos todos sob o mesmo céu. Uns no paraíso, outros no inferno.

Tem gente que olha para o Papai Noel no shopping e se identifica muito com ele. Velho e de saco cheio.



Deixe o saco cheio para o Papai Noel.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Ora pílulas...

Não me apego demais ao que vivi, apesar de ter grandes e boas recordações.
Não vislumbro grandes conquistas por fazer, nem me vanglorio dos meus feitos, aliás alguns bem malfeitos.
Também não penso no futuro, que parece um tanto incerto, e não é preciso ser muito inteligente para perceber.
Quando relembro minha vida, e as pessoas que com quem convivi, percebo que tive muitas dúvidas, que poderiam ter virado certezas, se eu tivesse pensado mais com o cérebro e menos com o coração.
Se você acha que essas palavras são amargas, pode ter alguma razão, tomo diariamente várias pílulas, de muitas cores e não há como dourá-las, a não ser engoli-las.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Qual a coisa mais importante da vida? O que realmente importa na vida?


É bem provável que a maioria das pessoas não tenha se perguntado o que é mais importante na própria vida.
Eu já me perguntei, mas nunca parei tempo suficiente para ter resposta. Parece uma questão difícil, complicada, mutável no tempo e no espaço, sempre incompleta quando se fala “no mais importante”.
Afinal, são tantas coisas importantes.
Essa também não é uma pergunta que os jovens devem fazer a si próprios. Na juventude e até na meia idade, confunde-se importância com prioridade e certamente é preciso fazer primeiro o essencial, pouco importando o que seja mais importante.
Se você está bem, se as coisas correm nos conformes, é bem provável que a resposta seja diferente de outra, num dia em que elas não estejam tão bem.
Todo mundo sabe que importante na vida é amar, ser amado, ter saúde, família e amigos que completem a nossa vida, dando alegria e multiplicidade de vozes a um suposto diálogo.
Não é provável que quem viva só, recluso, companheiro de si mesmo, pense da mesma maneira que quem socializa.
Mas também não acredito nas milhares de opiniões que dão a amizade como a coisa mais importante na vida.
Vivo bem com as lembranças das boas amizades, mesmo sem conviver ou ter muitas notícias desses amigos e confesso, não consegui fazer nos últimos vinte anos novas e sólidas amizades, nem sinto falta disso.
Acredito que a maioria das pessoas como eu vai deixando passar, vai pegando leve com as próprias dúvidas, no máximo comparando a própria vida com a dos outros.
É vendo como a dos outros parecem complicadas, cheias de problemas, que a gente pode, se quiser, mensurar o próprio grau de felicidade.
E agora depois de ter lido e relido esse texto, na esperança de encontrar pistas do que seja o mais importante na vida sinto-me meio decepcionado. 
Será que não há algo que se possa dizer que é o que mais importa? Ou que seria a coisa mais importante da vida? Algo por que se viva e se morra, se necessário?
Os grandes sonhos já se realizaram ou se transformaram em grandes decepções e seria cômico, se não fosse trágico, mas a coisa mais importante da vida deve ser, na hora certa, encontrar uma doce morte.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

É da natureza humana tentar, vencer, fraquejar, e em alguns casos, desistir.

Não somos super-heróis nem sobre-humanos, somos mortais buscando sobreviver nesse mundo que evoluiu e nos permitiu multiplicar várias vezes a expectativa de vida.
Em contrapartida, os desígnios da humanidade estão cada vez mais nas mãos das maiorias, que nem sempre foram as que fizeram do mundo essa coisa melhor.
Governos totalitaristas impõe regras pela força e povos incultos elegem vigaristas, para em nome da democracia, roubar o que há de melhor nos dias de hoje.
Os bem-intencionados e os bons tentam, fraquejam e desistem.
É da natureza humana fraquejar e desistir.

E esse é meu medo!

sábado, 5 de dezembro de 2015

Sem vontade de ser óbvio e repetitivo.


Para escrever a gente tem antes que pensar em algum assunto, saber o que está acontecendo, ter uma posição a respeito dele e das opiniões que pululam por aí e principalmente, ter algo a dizer sobre esse assunto, algo que acrescente alguma coisa.
Sabem o que eu acho da atual situação econômica e política do Brasil? Da nossa cidade?
Acho que está tudo uma grande merda, uma merda só, e como é o que a maioria já constatou, disse e escreveu, nada a acrescentar.

A falta de esperança por um futuro melhor me faz pensar que os otimistas de plantão esperam que mesmo com o circo pegando fogo renasceremos como a Fênix das cinzas.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Do bom e do melhor, tem gosto para tudo.

Salvo raras exceções de gente que fez voto de pobreza e dignamente ofereceu a vida para servir ao próximo, todo mundo gosta do bom e do melhor.
Tá certo que o que é bom para alguns é péssimo para gente normal, vide uns ritmos e músicas que mais parecem acompanhamento nos altares de sacrifícios de povos bárbaros.
Melhorando o velho ditado, “tem mal gosto para tudo”.

domingo, 15 de novembro de 2015

Reação em cadeia.


Reação em cadeia é uma sequência de reações provocadas por um elemento ou um fato que gera novas reações,até mesmo entre elementos possivelmente distintos ou distantes.

Chegamos onde chegamos pela nossa própria irresponsabilidade e isso me lembra a frase de Martin luther King:-”O que me
p
reocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”

domingo, 1 de novembro de 2015

O fim.


Deveríamos nos acostumar com mais facilidade com os efeitos da velhice, com o declínio dos nossos ídolos, com o fim dos nossos sonhos e com o destino inexorável.
Poderíamos caminhar serenos por onde já corremos, viver dos louros alcançados e nunca lembrar das derrotas mal sofridas.
Seria bom poder escolher a hora de partir assim como escolhemos a hora de ir dormir.
Diríamos até logo,sairíamos de cena e todos saberiam que todo espetáculo tem que terminar, uns com aplausos, outros com alívio.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Velhice não é doença.

É pior. Doença a gente trata e muitas vezes têm cura.
Já a velhice em que pesem as muitas opiniões de gente nova, de que se trata da melhor idade, ela vai se instalando e minando tudo o que a gente tem ou já teve de melhor.
Não vou cair na armadilha de fazer da minha uma opinião geral mas contesto com veemência qualque opinião de quem não seja velho.
Também não vou repetir o que já disse, que a velhice é uma merda, mas fica bem longe da maravilha que é juventude, mesmo com toda a sua vasta inexperiência.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Ridículo.

Merecedor de escárnio, zombaria, riso.

Questão subjetiva, o ridículo para muitos ou para a maioria, pode ser objeto de interesse e mesmo cultuado por muitos.
Vai dos costumes, da cultura e da criação, usar roupas extravagantes, falar em voz alta um palavrório quase ininteligível de gírias, mescladas com erros crassos de concordância.
A humildade por si só não expõe ao ridículo ainda que o indivíduo com pobre vocabulário engula uns esses e embaralhe os plurais.
Ridículo é ser ignorante e cultuar a ignorância.

Se você ainda não tem idade para saber, já tem idade para aprender. A vida ensina mas não é escola, não há segunda chamada para as oportunidades únicas.

Sorte, nada que você não saiba ou teime ignorar.

Resumo de Marinho Guzman em pesquisa no Google.

Sorte é uma força sem propósito, imprevisível e incontrolável, que modela eventos ou série de eventos fora do nosso controle, de forma favorável ou não para determinado indivíduo, grupo ou causas que influenciam a nossa vida.
Há quem compare a sorte ao destino uma vez que seria um desígnio do qual não se pode fugir ou alterar pela atuação direta ou indireta.
As forças que dão origem às várias indagações e situações em torno da sorte derivam de realidades ou imaginários das crenças populares.
Há quem acredite que a sorte possa ser obtida através de artifícios mágicos, como ferraduras de cavalo, trevos de quatro folhas, amuletos, etc., 
Há certos grupos de pessoas que se utilizam de diversos métodos de leitura do futuro ou adivinhação da sorte dos desavisados, com o objetivo de lhes tirar dinheiro ou exercerem algum poder sobre a vontade dessas pessoas, tudo comprovadamente falso e abusando da credulidade, o que é tipificado como crime na maioria das legislações, inclusive na nossa.

Sorte popular versus sorte científica.
Para o imaginário popular, a sorte é um elemento real, porém para a ciência, não há meios de provar que ela exista realmente, sorte é na verdade, uma denominação de uma sequência de eventos, cuja importância fantástica leva a crer que há ocorrências dominadas por ela. 
Uma pequena brecha entre a ciência e o imaginário surgiu da descoberta de que a presença do observador interfere nas probabilidades em experimentos “controlados”. 
Porém, apesar da possível contiguidade entre a sorte e a realidade subatômica, a ciência não chegou até agora a nenhuma verdade.

Sorte e Neurolinguística
Para a neurolinguística, a sorte é consequência da conduta gerada por um comportamento continuado e insistente, marcante ou não. Falar sempre a palavra “azar” em vez de “sorte” podem, conforme a teoria, levar ao sucesso ou ao azar por criar toda uma malha de comportamentos derivados da essência neurolinguística da palavra, que contaminaria o restante do comportamento. 
Assim, ela torna-se também uma hipótese didática, e também uma possibilidade comportamental relacionada ao sucesso.

Sorte e Probabilidade
A questão da boa sorte nos jogos de azar restringe-se a uma questão de probabilidades.
Boa sorte!!!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

A vida é uma caminhada.


Tem gente que caminha atrás dos outros e tem gente que segue na frente, como se soubesse o caminho.
Para uns a caminhada é solitária, outros caminham lado a lado, trocam ideias, comemoram acertos e juntos suportam os erros.
Tem gente que na caminhada encontra uma corrida de barreiras, outros dão um verdadeiro passeio na pista.
Muitos transformam a caminhada em maratona, num ímpeto de chegar, não se sabe exatamente onde, pode ser que lá seja o céu, o paraíso ou simplesmente o fim da linha.
Quem corre por gosto também cansa e às vezes é necessário diminuir a marcha e concentrar o esforço, para alcançar o topo.
Todos, em algum momento vamos terminar essa caminhada, uns antes, outros depois, e nem todos vão saber o que se vê ou o que se encontra quando se chega ao topo.

Tente fazer da sua caminhada um passeio.


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Lembrei….


Lembro, lembrei, lembrava, lembraste, lembravas, lembra, lembrou, lembrava, lembramos, lembramos,lembrávamos, lembrais, lembrastes, lembráveis, lembram,lembraram, lembravam,lembrara,lembrarei, lembraria, lembrarás, lembrarias,lembrara,lembrará,lembraria, lembráramos, lembraremos,lembraríamos,lembrareis,lembraríeis, lembraram, lembrarão, lembrariam.
Lembrei, não há como esquecer...

domingo, 30 de agosto de 2015

Agora eu sei….

Quando eu era garotinho, minha mãe dizia, desce daí garoto, você vai cair….E eu dizia….já sei….já sei….
E na juventude, lá pelos dezesseis anos, meu pai dizia….
Garoto vai estudar…. Você precisa estar preparado para a vida e eu respondia….Já sei….já sei….
Foi quando eu arrumei a primeira namorada, dei o primeiro beijo, senti as primeiras dores de amores, e muitos diziam….não sofra….não chore….sorria….e eu dizia….Já sei….já sei….
Ano após ano, as conquistas e os amores vinham, alternadamente, dores e amores, vitórias e derrotas...era a vida me ensinando a não me desesperar, a superar, e às eu vezes chorava, outras vezes sorria, sempre dizendo agora eu sei….eu sei….eu sei….
E vieram os primeiros cabelos brancos, os amores inconsequentes se foram, e uma vez mais eu dizia….agora eu sei….eu sei….eu sei….
Mas eu sofria e de verdade, ainda não sabia, que o frio, a chuva e a solidão sempre aparecem mesmo depois de muitos dias de sol.
E na solidão da meia idade, vizinha da velhice, em alguns dias ainda havia sol e com ele esperanças reapareciam e eu continuava dizendo, agora só para mim mesmo, eu sei, sim, agora eu sei….
Mas agora que até mesmo os cabelos brancos se foram, que o sol não tem aparecido tanto, finalmente percebi que a gente nunca sabe de verdade.
Vou continuar aprendendo a cada dia, todo dia, até o último dia.


Agora eu sei.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Os caranguejos e o Guarujá


Apesar dos pesares, da chuva e do vento forte que sacudiram hoje o Guarujá o prato do dia é caranguejo.
A Câmara continua marchando para trás, a Prefeita no caldeirão fervente e nós, na lama, bebendo os últimos goles no volume morto da reserva de esperanças de termos um dia uma administração honesta.
A chuva que lava não veio.
E não virá a administração honesta, porque o que existe são candidatos ao espólio de uma sucessão de ladrões que criaram a teia que exaure os cofres públicos com licitações duvidosas, contratações ilegítimas e péssima administração dos bens públicos.
Precisamos mais que uma chuva, mais que uma tormenta, quiça um furacão de bons ventos.
Quem sobreviver verá!

sábado, 22 de agosto de 2015

Fúteis e futilidades.


Às vezes fico “mordido” com gente que não merce nem uma cuspidela.
Uns usuários frequentes de linguagem rebuscada, usam termos cujo significado não conhecem, só ouviram falar.
Acusar alguém de fútil é dizer que essa pessoa só se preocupa com o que é irrelevante, insignificante, superficial.
Pessoas fúteis são vulgares, frívolas, só se ocupam de trivialidades banais, bagatelas, ninharias, porcarias, por assim dizer.
O contrário de fútil é alguém sério, de grande valor moral e não me ocorre exatamente uma palavra única que seja antônima, mas certamente não é alguém preocupado em condenar a futilidade de outrem. Nada fútil talvez seja um bom termo.
No mais, não mando recado, tento mostrar a uns incapazes, a diferença da própria insignificância com a alegria e felicidade dos outros.
Menos, minha senhora, não atire pedras que certamente quebrariam o telhado de vidro da sua própria casa.

domingo, 2 de agosto de 2015

Faça um teste para ser modelo fotográfico.É de graça e você ainda ganha um biquíni.



Biquínis Guarujá.

Novos biquínis, novas fotos, nova maneira de comercializar.
Renovar é a palavra certa.
Todo ano nós renovamos nossa coleção de biquínis e a maneira de comercializá-los.
Isso quer dizer novas fotos e novos modelos, mas a gente não esquece das lindas garotas que já fizeram teste e fotos e tem potencial.
Se você já fotografou conosco e está com um visual diferente a hora é agora.
Marque um novo teste, faça novas fotos e ganhe um biquíni novo.
Quem sabe esse ano você não vai será uma das principais modelos das nossas fotos?
Aqui você ganha sempre. Novas fotos, um biquíni novo e quem sabe um bom emprego.
Mande uma mensagem e nós marcaremos um dia para você fazer as fotos.
Aqui, todo mundo sempre sai ganhando!

Saiba o que é um teste fotográfico.
Uma pessoa considerada bonita pode não ser fotogênica e aparecer feia e uma pessoa feia pode ficar bem na foto o que chamamos de fotogênica.
Testes fotográficos ou testes de fotogenia, são experiências que o fotógrafo faz quando retrata uma pessoa.
As variações podem ser por ângulos, condições de luz diferentes, situações criadas para que a modelo se coloque em posições harmônicas ou mesmo de diferentes lentes. 
Além das condições técnicas para obter a imagem, o fotógrafo pode contar com habilidade para colocar a modelo em posições esteticamente favoráveis que a deixarão com disposição para conseguir expressões que farão transparecer o resultado que se espera naquela foto.

Nossos testes fotográficos são feitos no estúdio da loja na Avenida marechal Floriano Peixoto 90 Telefone (13-3329-4344 em dias e horas marcados. Começam sempre às 13:30hs. é imprescindível chegar na hora podendo terminar até às 16:00hs. Não há possibilidade de fazer o teste sem estar agendada e sempre é possível desmarcar o teste até o dia anterior. Quem não comparece ou não desmarca não poderá fazer teste em outra oportunidade. A candidata deve estar maquiada ou fazer a maquiagem no estúdio, caso em que deve chegar com 15 minutos de antecedência.
Para menores de idade é necessário a presença de responsável (pai ou mãe) ou autorização por escrito com o telefone de quem assina para confirmação dos dados.Quem faz o teste ganha um biquíni à sua escolha dos que fotografou pela autorização para publicar as fotos no Facebook.


— em Chiquita Bacana Biquinis Guarujá

sábado, 25 de julho de 2015

Nossa vida, histórias e lembranças.



Só tem história quem viveu e construiu sua própria.
Lutas, derrotas e sucessos, nem sempre nessa ordem, estão guardadas em algum canto.
À vezes chamamos pelas lembranças, outras vezes elas irrompem sem aviso.
Por uma fração de segundo é como se revivêssemos parte da nossa vida e até as as más lembranças podem ser boas, quando se pensa na graça da superação.
O bom senso manda que a gente viva um dia depois do outro, mas alguns preferem viver como se não houvesse amanhã.
Na vida, grandes mentiras são contadas como verdades, grandes verdades ficam para sempre ocultas e o julgamento do homem é feito pelos próprios homens, por Deus e pelas nossas lembranças.


Essa, implacável.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Por que os velhos são mais sábios.

A sabedoria humana atinge o seu ápice justamente quando outras aptidões do cérebro começam a diminuir. 
Entenda essa aparente contradição.

A sabedoria é uma forma de processamento mental muito avançada, que atinge seu auge apenas na velhice – justamente a época em que a capacidade do nosso cérebro começa a diminuir. 
A velhice é sempre vista como uma época de declínio, mas ela pode trazer novas habilidades muito poderosas.
Mas o que é a sabedoria, afinal de contas? 
Simplificando, é a capacidade de ‘saber’ a solução de um problema complicado ou inesperado de maneira praticamente instantânea e sem esforço mental. 
É também a capacidade de conseguir antecipar eventos que costumam pegar as pessoas desprevenidas.
Mais do que simplesmente saber reconhecer uma situação de crise, por exemplo, o mecanismo da sabedoria permite enxergar formas de resolvê-la, mesmo que a pessoa nunca tenha atravessado uma situação igual.
A chave para esse processo, é a nossa capacidade de identificar padrões. Ao ver uma cadeira, por exemplo, somos capazes de identificar que aquilo é uma cadeira sem precisar ter visto todos os tipos e modelos de cadeiras que existem no mundo. Isso é possível porque criamos um modelo mental da cadeira genérica, com todas as suas características comuns, que é ativado quando vemos algum objeto que se encaixa na descrição. Isso funciona também com situações e na resolução de problemas.
A habilidade de reconhecer semelhanças entre problemas aparentemente novos e outros já resolvidos é o que se define como competência.
Quanto maior o número de experiências e padrões acumulados por uma pessoa competente, maior a sua experiência num determinado campo. 
À medida que as relações entre os diversos padrões vão sendo processadas pelo cérebro, elas vão formando redes de neurônios chamadas de “atratoras”. São “circuitos” de memórias relacionadas que contam com diversas maneiras de ser ativados. 
Quando você vê o rosto de uma pessoa, ativa a rede atratora que relaciona várias outras coisas que você sabe sobre ela. A sabedoria, então, seria consequência de uma grande quantidade de redes atratoras no cérebro da pessoa e tanto elas quanto os padrões levam tempo para serem acumulados em quantidade suficiente para resolver problemas de maneira rápida e eficiente. Por causa disso, o envelhecimento acaba sendo o preço da sabedoria.
Quando somos jovens, a maior parte do nosso poder de processamento é empregada em tentar entender o mundo e as situações com as quais nos confrontamos.
Esse poder diminui com a idade. Em contrapartida, a maioria dos problemas que surgem pode ser resolvida com base na comparação com os padrões que foram acumulados. Isso demanda muito menos trabalho do nosso cérebro do que tentar entender uma situação completamente nova.
A forma como a memória começa a falhar com a idade também tem um papel importante. Por fim, o início do declínio mental costuma coincidir com a aposentadoria, época em que os desafios do dia a dia diminuem consideravelmente.
Somando tudo isso, fica fácil perceber que, na prática, a sabedoria trata-se mais de uma troca do que de uma supercapacidade e é dessa forma que ela precisa ser encarada. Em outras palavras, não como o ápice do nosso processamento mental, mas como um mecanismo biológico para compensar a queda de capacidades como a concentração e a aquisição de novos conhecimentos.
Experiência acumulada
Apesar de inevitável, o declínio mental é gradual em pessoas que não têm doenças degenerativas, com o mal de Alzheimer. Isso significa que é possível aproveitar bem as vantagens que a sabedoria traz. Há diversas tarefas mentais nos quais os idosos têm resultados tão bons quanto os de pessoas mais jovens, diz a neuropsicóloga. Basta não considerar o tempo gasto, que nos idosos tende a ser maior. Grandes empresas multinacionais costumam entregar o comando para profissionais na faixa dos 50 anos, que estão num ponto de equilíbrio entre velocidade de processamento e experiência acumulada
No fundo, talvez seja a experiência e a sabedoria que nos permitam viver 60, 70, 80 ou mais anos. Somos uma das poucas espécies cuja vida vai além do período reprodutivo. Qual seria a importância de um indivíduo que, do ponto de vista biológico, não tem mais nada para contribuir para a perpetuação da sua espécie? Uma possibilidade é que os mais velhos contribuam de uma maneira crítica para a sobrevivência da espécie por outros meios – particularmente na transmissão do seu conhecimento acumulado para as gerações mais novas por meios culturais, como a linguagem.
Assim como nem todos os idosos apresentam demências graves, nem todos atingirão a sabedoria. Embora o potencial de certas pessoas seja maior que o de outras, é preciso desenvolvê-lo. Expor-se constantemente a novos desafios mentais é um ingrediente muito importante. Sem o acúmulo de experiências que alimentam a biblioteca de padrões, mesmo a mais analítica das mentes não conseguiria chegar à sabedoria. A sabedoria, escreveu o filósofo grego Sócrates, começa com a vontade de saber.
Auge e declínio
Apesar de a velhice ser um pré-requisito para a sabedoria, isso não quer dizer que ela seja uma época de ouro para a mente. O cérebro humano segue algumas fases de desenvolvimento bem distintas, e o envelhecimento não é a mais gentil delas. A primeira fase é a do desenvolvimento, que em geral dura até os 30 anos de idade. Depois se segue uma fase de maturidade e estabilidade, em que a prioridade passa a ser o uso do que foi aprendido.
A partir dos 40 anos, começamos a perder neurônios. A capacidade de adquirir novos conhecimentos diminui e a velocidade de processamento do cérebro também vai caindo. A visão e a audição também podem começar a falhar, o que dificulta a concentração. Taxas elevadas de colesterol, mesmo abaixo do que as necessárias para causar um derrame ou um ataque cardíaco, são capazes de provocar microderrames, que podem lesar áreas do cérebro. Por último, há o risco de se desenvolver o mal de Alzheimer, que afeta a memória e acelera os efeitos do envelhecimento.
Podemos não ser mais tão mentalmente capazes na velhice, mas as necessidades também tendem a diminuir. O início do declínio mental costuma ser acompanhado pela aposentadoria, quando passamos a ser menos exigidos mentalmente. Mas isso não deve ser desculpa para pararmos de usar nosso cérebro: quanto mais o exercitamos, mais resistente ele se torna aos efeitos do envelhecimento.
Malhação mental
Manter a mente ativa é a melhor forma de retardar o aparecimento de problemas típicos da idade. 
Outros animais também aprendem a identificar padrões, mas a capacidade é limitada. Humanos, em contrapartida, conseguem armazenar conhecimentos de várias formas e transmiti-los através das gerações.

Essa é um resumo feito por Marinho Guzman de um longo e excelente texto de Carlos Nasser que traz menção a diversos colaboradores e pode ser lido na íntegra no link http://super.abril.com.br/…/por-que-os-velhos-sao-mais-sabi…

domingo, 19 de julho de 2015

Depois de certa idade a gente tem mais coisas para contar do que para fazer.

E algumas das histórias nunca serão contadas, ficarão só na cabeça da gente, por todos os motivos pelos quais vivemos a vida atual e porque a vida de quem fez parte dessas histórias precisa ser preservada pela que agora levam.
Há também, ainda que remota, a possibilidade de que quem foi protagonista na nossa história nos considere coadjuvantes, figurantes ou sequer lembre dela.
Mas às vezes algo nos sinaliza que aquela velha história deixou muitas e boas lembranças.
E hoje, isso é o que realmente importa.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Motivação.


Ninguém é exatamente igual à outra pessoa, começando pelo DNA. 
Cada um tem uma criação, educação e vivência e isso dá diferentes enfoques da vida e do mundo para cada indivíduo.
As situações podem ser observadas do mesmo ponto de vista, ou outro e cada um de nós pode tirar conclusões diferentes sobre qualquer assunto.
No campo da motivação, podemos dizer que cada pessoa tem as suas próprias motivações, para fazer ou deixar de fazer alguma coisa.
Motivação é realização de alguma coisa, sempre pela expectativa de recompensa.
Ninguém faz nada, se não tiver um motivo. Comer para viver, trabalhar para ter a própria casa e sustentar a família.
A motivação acaba quando se atinge o objetivo pretendido e a partir daí pode-se ter outra, ainda que seja para conseguir mais do mesmo.
Por exemplo, a motivação para beber água termina quando saciada a sede, já a motivação para ter bens pode continuar por muito tempo, até todo o tempo, tendo em vista outros bens ou ter dinheiro para comprar muitos bens.
Toda motivação tem em vista portanto um objetivo e uma recompensa e se colocarmos um objetivo inatingível ou impossível, o indivíduo não terá ou perderá a motivação para consegui-lo.
Isso explica a falta de motivação em que muitos de nós se encontra nesse momento.
Estamos firmes numa luta diária para atingir nossos objetivos e vemos um Brasil que não funciona, dirigentes corruptos e leis sendo criadas para tirar ou diminuir o que já conseguimos.
No momento em que os objetivos começam a ficar muito difíceis é preciso buscar além da motivação.


Ter muita fé em Deus.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Até onde a vista viu, até onde a memória alcança, até onde a realidade mostra, não há passado que resista aos rumos do futuro.


Acordei e vi pela janela a praia maravilhosa de sempre.
O mar estava calmo, o sol se movia lentamente.
Eram muitas as sombras, às sete e meia daquela manhã inesquecível do longínquo novembro.
Ao longe, cerca de trezentos metros, parecia só um ponto vermelho na areia cinza e se aproximava lentamente.
Duzentos e cinquenta, duzentos e vinte, duzentos, cento e sessenta metros.
Daí, já dava para ver que o ponto vermelho era um biquíni e que o contorno de um corpo escultural deixava mais que uma sombra, deixava um rastro, que percebo indelével na memória. 
Hoje é só uma lembrança, mas que poderia ter feito a história da vida completamente diferente.
Não há passado que resista aos rumos que a vida leva.
Esse é o presente e será o futuro.
Mas não há presente que não especule o passado, outros rumos, outra vida, outro futuro, outro tudo.

Banal, insignificante, trivial.

Banalizar é o mesmo que tornar trivial, comum seu uso, relegar alguma coisa a ser igual a outras de pouco ou nenhum valor.
Há quem diga que divulgar qualquer coisa na internet, especialmente nas redes sociais seja isso mesmo, colocar o acontecimento em pé de igualdade com fatos tão banais como a notícia de uma balada, o filme tosco de uma puta rebolando funk ou um garoto drogado empinando a moto roubada.
Mas até mesmo ótimos livros, impressos em edições de bolso já foram tachados de banais, grandes cientistas de loucos, mais de um Presidente dos Estados Unidos de ator medíocre. Cientistas, que salvaram milhões de pessoas já foram rotulados de pesquisadores banais.
Banais e insignificantes, pois o sucesso estrondoso de hoje estará relegado num futuro muito próximo, quando muito, a um verbete numa enciclopédia, com sorte na Wikipédia, portanto na própria banal e malfadada internet.
Mas eu não concordo com isso!
Em uma fração de segundo tenho as mais preciosas informações que preciso, ouço Élvis Presley, Frank Sinatra, Beatles, Michael Jackson, Elton John, e centenas de outros gênios da música.
E fodam-se os banais, os insignificantes e os fãns do funk.

Salve o Dia Mundial do Rock!

Aprenda a discordar usando a lógica.

Teimamos em discutir quem está certo e quem está errado, deixando os mais ou menos certos relegados aos os que estão errados.
Mas ser lógico, inteligente e oportunista é tentar e conseguir saber separar e aproveitar o que está certo do que está errado, bem como dar valor a quem quase acertou.
Na maioria das vezes quem está mais ou menos certo, num assunto que você conhece pouco, sabe mais do que você.

Não sei se esse meu raciocínio está certo. Pergunto, o que você acha? Será que estou certo ou errado?

domingo, 5 de julho de 2015

Democracia, Beleza e dinheiro,Quem desdenha quer comprar,

Temos uma democracia, mas ela é de tão baixa qualidade que é pior do que alguns regimes totalitários. 
Nós nos vangloriamos de ter liberdade, mas vivemos presos na ignorância e com a ilusão de que a vontade da maioria pode ter algum significado.
Um monte de idiotas votando, só significa que as cabeças pensantes são conduzidas pelos ignorantes.
Isso não é uma defesa dos regimes totalitários, mas deveríamos pensar melhor em ter votos de qualidade.

Marinho Guzman
Beleza e dinheiro.
Muitas mulheres são acusadas de usar a beleza para conseguir o que querem.
A acusação vem, na maioria das vezes, de que não tem beleza, mas qual seria o problema de usá-la em favor próprio?
Homens e mulheres usam a simpatia, inteligência e perspicácia para conhecer e conquistar parceiros. O que começa com simples amizade pode ou não evoluir para um relacionamento mais sério.
Será que alguns homens deixariam de avaliar corretamente o caráter da mulher porque ela é bonita? Enganar-se-iam inadvertidamente? 
Muitos trocariam caráter por beleza, sem os outros atributos que tornam o relacionamento saudável e duradouro?
É bem provável que um homem que assuma o relacionamento com uma mulher bonita sem caráter, tenha ainda menos do que ela.
E as mulheres? Trocariam um homem bom, por um idiota rico?
E aí não há o que julgar e condenar, é só dólar falso por cheque sem fundos.

Marinho Guzman
Quem desdenha quer comprar.

Certas pessoas desdenham e desprezam, na tentativa de desvalorizar.
Mas isso só atinge quem desconhece o próprio valor, tem baixa autoestima e não sabe o que é bom para si.
Ter e conquistar são palavras parecidas e ainda assim podem ter significados bem diferentes.
Conquistar com mérito é ter para sempre, e ter,momentânea, ou temporariamente,pode querer dizer que você está usando ou foi usado.

Marinho Guzman
Equilíbrio

Significa estabilidade, igualdade, justa proporção.
O homem costuma romper o equilíbrio quando busca no dinheiro, no poder e no prazer hedonista, os principais objetivos da vida. 
Conseguir muito do mesmo, pode ser um desestabilizador da vida harmoniosa. 
A história tem mostrado que desequilibrados são responsáveis por grandes dramas e tragédias que assolam a vida moderna.
A busca insana pelo sucesso e pelo poder destroem muitas vidas e você pode observar isso facilmente.
A felicidade está apoiada no equilíbrio e não no ter e no poder.
Pense nisso!
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  • Tags beleza guzman

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