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quarta-feira, 28 de maio de 2014

A Bruna Marquezine vomitou na balada.



Nove entre dez jornais e agências de informações que poderiam ser consideradas sérias, não estivéssemos no Brasil, deram a notícia com destaque.
Ora porra, o que interessa para o mundo que a Bruna Marquezine tenha vomitado numa balada?
Aliás, minha gente , quem é a Bruna Marquezine? O que é que vai mudar na ordem geral das coisas a moça ter vomitado numa balada?
A maioria nem sabe, ou pelo menos não deveria saber, quem é a Bruna Marquezine porque a moça, diga-se de passagem, uma gostosa, é só uma atriz de vinte anos que faz novela.
Gente séria, meu povo, não deveria saber quem é muito menos assistir novela, uma vez seria proibido assistir novela quem mal sabe ler e escrever, quem recebe qualquer ajuda do governo, como bolsa isso, bolsa aquilo, ajuda moradia e essas coisinhas assistenciais que tornam o povo refém dos políticos mal-intencionados.
Mas foi isso que aconteceu, ela vomitou na balada e eu me pergunto, teria sido a bebida? E eu mesmo respondo, só sei que foi comida, comida pelo Neymar e aí fica tudo muito claro, onde o Neymar coloca o pé, vira ouro e onde ele coloca o pau, vira notícia.
Tomara que ele não tenha vindo para a Copa, meio machucado, porque aí sim, vai ter muita gente vomitando praga e notícia ruim e vão dizer que ele fodeu o Brasil.


domingo, 25 de maio de 2014

Profissões.


Uma das profissões mais difíceis do mundo é ser vendedor de carros usados.
Antes de vender carros, o cara já terá sido muito bom em vender os amigos, a família e se for bom mesmo, já vendeu a mãe e não entregou.
Para vender tem que dizer que é zerado, único dono, de médico ou de mulher.
Duas categorias já caíram em desuso, porque a maioria das mulheres é motorista da família e usa muito o carro e pra tudo, até para ir na padaria da esquina.
Carro de médico, já deve ter passado por plástica, ter feito transplante de peça importante, implante nos pneus carecas, safenado a mangueira do radiador e se fez de fato as revisões, foi em algum colega especialista, para economizar os honorários.
Ser político de profissão é muito mais difícil. Mistura de vários tipos de filhos da puta, de vendedor de carros, advogado, corretor de imóveis, com ênfase a juiz de futebol.
Político candidato é pior que mendigo. Pede dinheiro para todo mundo, promete qualquer coisa, exalta, enobrece ou exorciza, de acordo com a vontade de quem vai dar. Se enquanto é candidato é filho da puta, pior depois de eleito, porque não vai cumprir compromissos, não vai dar emprego para todos a quem prometeu. Trairá este ou aquele eleitor. Ou todos eles.
Uma das melhores profissões do mundo é ser jornalista, de preferência policial ou político, vide os analfabetos Marcelo Rezende e o pseudo moralista Dapena, que não acha pecado ganhar um milhão por mês explorando a miséria humana e quando fala bem de político de manhã, de tarde já está colocando o cara no inferno.
Esses caras não tem medir palavras para defender os inocentes ou para escrachar os culpados e quando são processados fazem tanto barulho, posando de inocentes, que acabam como vítimas.
Jornalistas metem a boca nos médicos chamando-os de máfia de branco, viajam para o exterior procurando o patrimônio escondido dos políticos, Os médicos que se cuidem porque são alvos preferidos, talvez com razão.
Jornalista escracha os venais, os corruptos, os bandidos e os advogados deles e não precisa ser nenhum ícone de moralidade porque para escrachar um jornalista desses, só outro jornalista e como todo mundo sabe, a maioria tem o rabo preso.
Jornalista bom mesmo é o especializado em marketing político. Assessora, aconselha, recomenda, arranca dinheiro do político e dos doadores de campanha para não caguetar.
Quando nada dá certo e o político perde a eleição, o que acontece com a maioria, óbvio, o marqueteiro diz que foi a rejeição e pronto.
Daqui a pouco tem outra eleição, outro espertalhão querendo uma boquinha na política e vamos que vamos porque para falar da profissão dos padres, bispos e dirigentes espirituais, vamos precisar uma crônica inteira.


Muito boa essa nossa profissão!

Antes da hora é hora, na hora ainda é hora e depois da hora, que é agora, não é mais hora.


Agora não é hora de reclamar da Copa e nem fazer boicote, o que soa para mim como um tiro no pé.
Nosso Brasil país do samba, do Carnaval e do futebol, das mulatas de grandes bundas e peitos de silicone (algumas vezes industrial), tem centenas de times milhares de torcedores, milícias próprias uniformizadas, mas é na verdade o país da bagunça, da desordem e como teria vaticinado Charles Degaulle, um país nada sério.
Brasileiros pintaram o rosto de verde, amarelo e preto não foi por patriotismo e nem para esconder o vermelho de vergonha.Talvez um arremedo de black blokers tupiniquins.
É bom que todos saibam, que essas manifestações não são organizadas, são orquestradas e que já levaram outros países a ferozes ditaduras e guerras sangrentas.
Onde estavam esses caras que andam fazendo movimentos contra a Copa quando o Brasil se declarou candidato? Provavelmente enchendo a cara nos botecos e comemorando antecipadamente num ufanismo “arroz com feijão” com muita caipirinha.
O que pretendem agora quebrando e pichando tudo? Que os ladrões devolvam o dinheiro? Ou será que imaginam que criando dificuldades vão conseguir vantagens?
Querem colocar a culpa na FIFA, organização, que se diga de passagem, não é flor que se cheire e já veio a publico para contar que o desgoverno brasileiro ofereceu entre outras coisas, a construção de dezessete novos estádios e só a muito custo foi convencido a realizar e ainda assim sediar a Copa mais cara de todos os tempos.
Ora, minha gente, deveríamos todos defender com unhas e dentes que a Copa seja um sucesso e assumir que o erro não vai ser consertado com um boicote que pode colocar a perder um pouco do muito que foi investido.
Agora não é hora.
A festa está pronta e só arruaceiros brigam nas festas, mas nem eles, na própria festa.



quinta-feira, 22 de maio de 2014

Copa do mundo.


Há quem discorde da minha maneira de pensar mas como será que pensam os milhões...vou repetir milhões de pessoas que não puderam cumprir suas obrigações hoje?
Tá na hora da verdadeira massa, acabar com essa palhaçada de parar a nação por questões que têm sido relegadas pelos vendedores de votos que não vão resolver nada em quinze ou trinta dias...

Copa do mundo no Brasil


Não resolvemos os problemas do Brasil em 500 anos e não vai ser agora antes, durante ou depois da Copa.
Deveriam ter feito manifestações para não haver Copa. Bem ao contrário, tivemos festas, carnaval e os quimbaus...
O custo financeiro e principalmente o social, com o desvio do dinheiro que era para escolas e hospitais já foi feito.
Como diria a Marta Suplício, agora é relaxar e gozar.
De que adianta tentar melar a Copa e dar razão ao Charles Degaulle que sempre disse que o Brasil não é um país sério?
Tudo o que for feito agora será mais prejudicial. Tem que mostrar que pelo menos ainda temos polícia e dar porrada nos vagabundos. 
Depois da Copa...bem, depois a gente vê.

Brasil...país do futuro! Olhando com otimismo para os últimos acontecimentos, dá para perceber que pela fraqueza dos governos municipais, estaduais e do governo federal, o pior ainda está por vir.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O atendimento do suporte técnico da loja virtual e dos domínios não funciona e faz pouco caso do cliente


Tenho vários, ou melhor, muitos produtos da UOL, inclusive loja virtual e domínios lincados na loja. De um tempo para cá está impossível falar ou resolver problemas que outrora foram simples como lincar novos domínios para a loja virtual. Faz tempo estou tentando tanto via telefone como pelo chat resolver os problemas dos domínios www.atacadodebiquinis.com;www.atacadobiquinis.com;www.fabricasdebiquinis.com e www.fitnessatacado.com alguns deles faz meses.
na última oportundidade, hoje, fui atendido pela atendente do chat Claudia Verderi que limitou-se a dar a seguinte resposta: _ ligue para 40019003 expliquei que todas as minhas
tentativas foram em vão e prometi reclamar no Reclame Aqui. Ela simplesmente sumiu!
Então é isso. Estou no barco e não tenho como sair mas conclamo todo mundo que tomar conhecimento da minha e das mais de 4.000 reclamações só nesse site que não entrem em nehum produto da UOL. É barato mas não está valendo nada.

Ler e não crer.

Há que use sempre o ditado “Ver para Crer” e há os que o usam depois de ler e ouvir as controversas notícias veiculadas pela mídia em geral.
Não estou falando da imprescindível prévia comprovação da autenticidade dos fatos, mas da avaliação subjetiva de quem escreve ou os descreve,
inseridas nas matérias.
Para fazer um furo de reportagem e dar a notícia em primeiro lugar, até mesmo alguns órgãos de imprensa com credibilidade, veiculam avaliações de notícias baseadas em opiniões ou testemunhos presenciais pouco confiáveis, ou pior de profissionais afoitos e peritos conhecidamente polêmicos para não dizer mal preparados e venais.
Isso tem se repetido demais nos últimos tempos e a máxima de que uma mentira repetidamente veiculada toma ares de verdade, condena antecipadamente inocentes e pode absolver bandidos, que conseguem com bons advogados e competentes assessorias, dar conotação aparentemente legal às barbaridades que perpetram.
É nessa hora que se percebe a necessidade da regulamentação da profissão de jornalista e a obrigatoriedade do diploma, sujeitando o profissional além de outras às punições pela quebra da ética, mais rápidas e efetivas, afastando aquele que foi punido dos órgãos de imprensa que não os contratariam por obrigação legal.

O direito de manifestar-se com passeatas, protestos e multidões ensandecidas vai dar para todo mundo seus direitos e resolver os problemas sociais, pensam alguns.

Não importa quanto você é bom naquilo que faz. Se as pessoas não te conhecerem e não souberem o que você faz, você não é nada.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

A falta de opção política é a morte anunciada do Guarujá. Observe bem dois nomes Válter Suman e Heitor Takuma.

Vivemos momentos de agonia na pura acepção da palavra.

Moribunda, a cidade é velada por uma multidão de cerca de 200 mil eleitores que vêem na corja política dominante a falta de opção pela cidadania, pelo crescimento ordenado e pela educação, algumas das opções para as gerações futuras, entre outras necessidades de uma cidade que como se vê, está na mídia como opção para o crime organizado.
O que incomoda e preocupa não é o grito dos inocentes, morrendo a bala nas favelas, é o silêncio dos bons, nas suas belas casas e apartamentos, na posição de observadores passivos, mal parodiando Martin Luther King.
Buscar culpados para a situação em que se encontra o Guarujá é a mesma coisa que olhar para as nossas praias nos domingo de sol. Muitos... e todos culpados. Uns mais, outros menos.
Certamente, quem tem um pouco mais de esclarecimento e educação pode e deve ter também, um pouco mais de culpa e muito mais vergonha.
Nossa cidade chegou à mídia nacional e internacional pelos poucos crimes de alguns e os muitos crimes de cada um dos que se calaram e que permitem, que sejamos conduzidos politicamente por bandidos e incompetentes.
Só os cegos, os irresponsáveis, insensíveis e os da mesma laia, não percebem que devem se aglutinar a um ou alguns dos cidadãos bons dessa cidade.
É preciso que os bons comecem a se juntar, ainda que isso comece com apenas dois ou três nomes, como ocorreu dias desses numa reunião proveitosa com Válter Suman e Heitor Takuma.
Não podemos nos contentar com menos. 
Os indivíduos precisam ter no mínimo caráter, educação, experiência e ter vontade de fazer com que o Guarujá tenha o seu verdadeiro lugar na mídia.
Quem presenciou essa conversa percebeu que não se pode desprezar a junção da experiência dos mais da experiência empreendedora de Heitor  e capacidade de entender os problemas sociais da nossa cidade do médico Válter Suman..
Guarujá é uma das melhores cidades balneárias do Brasil, tem beleza natural incomparável, praias oceânicas de água limpa e areias brancas, a melhor estrada e outros acessos e inigualável parque imobiliário.
Guarujá merece ter pelo menos a chance de ter uma vez uma administração profissional que possa tirar seu nome das páginas policiais e devolvê-la para as páginas mais nobres da mídia.
Aqui não é nem será Chicago dos anos 30. 
Avisem aos americanos!

domingo, 11 de maio de 2014


Depois da união estável, do casamento civil de pessoas do mesmo sexo daqui a pouco vai ter que ter exame de DNA para saber qual o sexo das pessoas.
Oh! Céus! Nem as bundas são mais as mesmas.
Percebo que na luta pela igualdade, as mulheres,(que já queimaram os sutiãs e voltaram atrás) agora estão alcançando musculatura antes só sonhada por rapazes halterofilistas, alguns dentro e outros fora do armário.
Panicat que não tem apelido de fruta, que nunca namorou jogador de futebol e cuja bunda tenha o tamanho de uma melancia, que não lute box e não fale palavrões não têm vez no Pânico na TV.
E se as gostosas andam desse jeito, os rapazes estão cada vez mais metro sexuais, o que pode significar bem-vestidos, por dentro da moda ou completamente veados, das categorias enrustidos ou assumidos.
Antes que me condenem, quero deixar claro que não tenho nada contra veados, sou absolutamente contra a caça, mas continuo a ter direito de achar e manifestar a minha opinião seja a respeito do que for, inclusive da cor e do sexo dos anjos.
O negócio está ficando complicado e sou obrigado a confessar que embora me esforce, estou cada vez mais por fora do que bunda de Panicat.
O que não é fácil!

Sabe de nada inocente!


Sou eu mesmo esse inocente.
De repente minha querida Amanda Palma começa a repetir o bordão e rir muito.
Pergunto o que quer dizer e ela não consegue explicar pois as lágrimas descem copiosas, obrigando-a a tirar os óculos e parar o carro de qualquer maneira para não causar um desastre. Amanda Palma é assim, ela chora de verdade de tanto rir.
No banco de trás, Beatriz Palma, cópia autêntica da tia, ri “de doer a barriga”, segundo ela.
Sabe de nada inocenteeeee!!!! Repete... Esse sou eu.
Quem conhece uma dessas garotas que tem o riso solto e a alegria em cada palavra sabe como é para explicar alguma coisa para alguém como eu, desligado dos modernismos por pura ignorância, do que se passa nas novelas, nos programas humorísticos de qualquer horário e com esses pagodeiros, funkeiros e gritadores que se intitulam hoje em dia cantores e cantoras.
Da coreografia das gritadoras eu gosto muito. Sempre com exíguos minivestidos, bundas esculpidas nos shorts agarrados e peitões saindo do que se imagina um decote, que mais parece um sutiã, de três a cinco números menores, para caber todo aquele silicone.
A Bia Palma e os da geração dela, nunca ouviram falar de Frank Sinatra, Tony Benet, Andy Williams, Nat king Cole e Ray Charles, Elvis Presley e outros e outras menos votadas e não está aqui quem vá recriminá-la porque eu também nunca ouvi falar desse pessoal que canta o tal “Sabe de nada, inocente...”,"Beijinho no ombro" ou o que o valha.
Aproveito o ensejo para recriminar e condenar toda essa geração de jovens que além de não saber essas coisas, desconhecem qualquer passagem histórica do Brasil, da civilização grega e nem quem foram os últimos cinco presidentes do Brasil. Aliás, não sabem nem a tabuada do sete e a única viagem que fizeram foi a Disney que se bobear,não saberão nem dizer em que país fica.
Sabem de nada ignoraaaaanteees!
São sim, espertíssimos para algumas coisas e completamente ignorantes para as que fazem com que o ser humano raciocine e raciocinando possam resolver qualquer problema. Tire o telefone da mão desses jovens e eles não conseguirão fazer contas porque além de telefone o tal aparelho é máquina de calcular e tem tantas outras utilidades que poderiam ser chamados de cérebros da molecada.
Dou graças a Deus á dona Cristina Palma e ao falecido Seu Palma por terem criado a Amanda nos dias de hoje como eu fui criado no meu tempo. Ela sabe tudo e até mais do que eu. Fala inglês e francês, lembra tudo que aprendeu de literatura, é boa de matemática, excelente de geografia, dirige muito melhor do que eu, nunca me faz peguntas idiotas como”o que você está fazendo”? “onde você foi”? “com quem você estava”? E outras do gênero.
Sabe de tudo a competente!
Mas voltando aos bordões, aos jovens e aos dinossauros (esse sou eu), pego logo no tranco e antes que elas possam se recobrar do ataque de risos eu já tenho os meus próprios bordões para contra atacá-las.
Para a Beatriz Palma vou de:_Sabe de naaadaaa indoleeeenteeee! E para a Amanda Palma:- Sabe de naaadaaa indeceenteee!!!
E assim continuamos nosso caminho eu contagiado pelo riso de delas e sem nenhum conflito de gerações...
Sabemos de tudo, meus amigos pacientes, beijinho ombro prá vocês tá rsss...

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Injustiça com as próprias mãos.



Não existe possibilidade de Justiça pelas próprias mãos uma vez que o Estado é o único responsável pela aplicação da Justiça.
As diversas formas de punição que aparecem, crescem e ganham força se devem à ausência do Estado ou precariedade da segurança pública.
A ação dos grupos de extermínio, linchamentos e outros atos do tipo estão diretamente vinculados à demanda por segurança e à privatização de sua oferta feita por grupos de assassinos.
A discriminação presente na nossa sociedade também é terreno fértil para a expansão das lógicas do "bandido bom é bandido morto" e da punição não-estatal como forma de vingança.
O Estado tem negado o poder paralelo da justiça pelas próprias mãos ao longo dos anos para não admitir a sua ineficiência.
Durante a ditadura militar, tais grupos ganharam conotação política ao eliminar adversários do regime vigente. Eram os esquadrões da morte que vingavam o assassinato de policiais por bandidos nos anos cinquenta.
Nos anos oitenta passaram a ser conhecidos como grupos de extermínio, tendo como alvo preferencial os meninos de rua das grandes cidades.
Hoje execuções desse tipo tem sido observadas na ação de traficantes com o objetivo principal de eliminar membros de facções rivais.
Existem também as milícias, grupos de extermínio formados por policiais aposentados ou mesmo na ativa, num novo agente punitivo não-estatal brasileiro.
São indivíduos que invadem as favelas e bairros, expulsam os marginais, traficantes de drogas e passam a cobrar uma taxa de moradores e comerciantes para garantir sua suposta proteção.
Esses grupos subjugam e mantêm a ordem nas favelas através do medo e do assassinato de traficantes, assaltantes, mendigos e meninos de rua.
Alguns acham que a justiça pelas próprias mãos cumpre o papel de promover uma ‘assepsia social' que o Estado ineficiente deveria, mas não vem fazendo.
Justiceiros e vingadores, acreditam que não são passíveis de punição porque estão apenas eliminando maus elementos da sociedade.
As facções são grupos de marginais que dominam o sistema prisional. Elas se tornaram uma grife no mundo do crime, na qual o preso ganha o respeito dos outros.
Segundo alguns pesquisadores, esse respeito é considerado vantajoso para o preso na medida em que o Estado não tem condições de assegurar sua segurança.
Os linchamentos mostram como esta lógica de punição tem se ampliado para a sociedade em geral. Existe certa ambiguidade por parte da sociedade em relação a essas práticas punitivas, ela ao mesmo tempo nega e aceita tal prática.
A permissividade da execução sumária praticada contra grupos sociais identificados como executáveis se alimenta de preconceito, segregação, desqualificação e desumanização praticados tanto na esfera familiar como escolar.
A desigualdade social brasileira é o fator determinante da criminalidade e da repressão que os autores desta sofrem.
O combate a essa realidade requer a resolução de problemas básicos, como a concentração de renda, e a formulação de políticas públicas que visem à promoção de reformas sociais.


terça-feira, 6 de maio de 2014

Mundo cão.

Não sei o que apareceu primeiro, a vontade do povo de ver a desgraça alheia ou a enxurrada de notícias macabras despejadas nos meios de comunicação estão embrutecendo de tal forma o ser humano e tal qual um vício, as doses têm que aumentar a cada dia.
Alguém tem que dar uma basta nessa desproporcionalidade de notícias ruins veiculadas, de filmes de crimes de toda natureza.
Quem vê os telejornais pode acreditar que só tem guerra, assalto, estupro e outros crimes.
Quem vê a lista de filmes disponíveis pode pensar que a grande oferta de filmes violentos significa que a demanda é maior para esse tipo de “divertimento”.
Não sei se a vida imita a arte ou é o contrário, uma coisa é certa, a violência é tema principal na mídia.

Mundo cão, tô fora!


#foramundocão!

domingo, 4 de maio de 2014

Pedras.

A vida é uma caixa de surpresas e pode ser bem diferente para cada um.

A experiência aumenta a possibilidade de errar menos, mas não garante que não se vá errar mais.
A conduta irrepreensível não prova que estamos absolutamente certos e 
é difícil avaliar quando e quanto estamos errados.
É melhor você não ficar atirando pedras por aí porque pecar é humano, perdoar é divino e para todos chegará o dia que vamos precisar de uma mãozinha e é melhor que ela venha sem pedras.

sábado, 3 de maio de 2014

Cherie


Parabéns prá você!

Todos os dias passam pelos meus olhos os parabéns que mães extremosas dão aos seus filhos, filhos amorosos aos pais, amigos e amigas exaltando o nobre sentimento da amizade.
Maridos e esposas brindam a união que faz dois terem a força de um exercito pronto a enfrentar as difíceis batalhas que aparecem na vida.
Cada um sabe como e porque diz o que diz para os seus queridos.
São treze anos que estamos juntos e foram raros os dias que nós não brindamos de verdade ou que eu deixei de te parabenizar pela menina mulher maravilhosa que você é.
Todos os dias na hora do almoço ou do jantar e até mesmo quando nos encontramos na geladeira ou no filtro para beber água, nós nunca deixamos de bater os copos, numa alegre exteriorização do que vai pelas nossas cabeças e que mora nos nossos corações.
Não raro quando vamos dormir eu te digo:-Boa noite, agora vou dormir e te encontrar nos meus sonhos e quando acordamos eu abro a janela e a luz logo me inspira, olho para você e digo: Boooommm diaaaa!!! Mais um glorioso dia ao seu lado. Tem gente que nem acredita.
Ás vezes leio que todos os casais brigam ou discutem. Nós não! Qualquer dúvida é resolvida na hora e não dá tempo para remoer frases ou palavras que são só frases e palavras e que se parecem ríspidas no momento é porque não foram bem empregadas. Nossa relação não tem senões.
Diferente da maioria dos casais, vivemos vinte e quatro horas olho no olho.Trabalhamos juntos, vamos juntos a quase todos os lugares.
O que nos motiva são gostos parecidos. Nossa sintonia é tão fina que eu desligado, só percebo quando você me alerta que colocamos roupas da mesma cor, lembramos de coisas incríveis ao mesmo tempo e quando um demonstra um desejo o outro vem com a ideia certa e pronta.
Treze anos e eu poderia ficar escrevendo palavras, linhas, páginas e até um livro desse nosso companheirismo a toda prova.
Acho que essas palavras são suficientes para marcar a data.
O resto vem depois, veio antes e virá a cada momento em que continuarmos respirando o mesmo ar, olhando na mesma direção, para os mesmos objetivos e coisas, tendo os mesmos ideais.
Se eu escrevesse só três palavras, com a força que eu as sinto, elas seriam suficientes para dizer tudo.


Eu te amo!

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Antigamente a gente tomava cuba libre...


Boates passaram a ser chamadas de baladas e eu nem percebi, porque esse é o tipo de lugar, quando você entende como funciona, já chegou a hora de fazer coisa melhor.
Mas a época à qual me refiro, idos de mil novecentos e sessenta e quatro,
para nós era o máximo.
Aos dezessete anos não havia nada melhor e mais emocionante, principalmente porque era proibido.
A boate aqui era O Jogral, na Rua Augusta, onde fomos festejar os dezoito anos do amigo Luiz César Pannain.
Não tenham dúvidas que era um lugar mal frequentado e isso incluía cantores, atores e atrizes,(famosos,iniciantes,frustrados e decadentes), bêbados de todas as categorias, jovens afim de uma trepada rápida e velhos procurando putas novas.
Putas e mais putas, para atender todas as preferências e isso talvez fosse o melhor, o que a gente procurava.
A maioria de nós era imberbe e o Luiz Cezar era uma exceção com a sua barba e bigode bem cuidados que lhe davam uma aparência de mais velho e isso fazia diferença com as mais novas.
Note que nós íamos só, não tínhamos garotas para levar porque naquele tempo as namoradas nem saiam sozinhas à noite.
A bebida da moda era a cuba libre, Coca-Cola com rum e hoje eu não tomaria essa beberragem nem que me pagassem muito dinheiro mas na época a gente tomava, pagava e ainda tinha muita sorte se conseguisse gelo suficiente para diluir a porcaria tornando-a palatável, porque sem gelo qualquer purgante seria certamente melhor.
Entramos no Jogral com carteiras de estudante falsas junto com o equivalente a uns vinte reais para o porteiro.
Quem deveria fiscalizar era o Juizado de Menores e a gente identificava facilmente o cara pelo paletó surrado, bem apertado, mangas muito curtas e pela gravata fina e amassada que provavelmente passava mais tempo no bolso do que no pescoço não combinando nada com a calça jeans.
Invariavelmente o cara estava entretido com alguma puta designada pelo dono para distraí-lo e sempre havia um copo de bebida disfarçado por perto.
Anos depois, na década de oitenta, tentaram moralizar essa fiscalização e o Vito Arouca foi voluntário. Contam algumas garotas que ele era inflexível, não permitindo a entrada de menores. Alguns afirmam que ele, quando eram garotas, as levava para casa (para a dele).
Mas voltando à comemoração dos dezoito anos do Pannain, nós eramos uns seis moleques deslumbrados tentando impressionar as meninas que certamente tinha mais horas de sexo do que nós de conversa, e dá-lhe cuba-libre.
Lá pelas tantas vejo um movimento estranho, as garotas abandonando rapidamente a mesa e o Luiz Cezar com a cabeça apoiada na parede.
Vou encurtar o episódio que acabou com a festa, espantou meia boate e dá um fim cômico-melancólico nessa crônica da saudosa juventude.
O Luiz Cezar vomitou na moça!!! Ontem mesmo quando relembramos o episódio ele disse que não foi na moça, que ele havia vomitado atrás da poltrona e foi o cheiro que espantou todo mundo.
Mas há depoimentos em contrário...

Cuba libre nunca mais!




Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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