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quarta-feira, 22 de maio de 2013

A novela da vida da gente.

Não assisto novela mas já assisti e nada me impede de assistir de novo quando, e se, essa comunicação de massas deixar de ser nivelada por baixo para atingir toda a  massa.
Dá para perceber, que se bem utilizada as novelas poderiam ser um grande instrumento de comunicação de verdade, ao invés de ser uma grande vendedora de ilusões, mentiras, produtos descartáveis com pouca qualidade e passar a ilusão de que quem leva vantagem sai ganhando, que sexo é amor e que a riqueza por si só traz felicidade.
Mas para que melhorar? A vida da gente é uma novela e a do povo um drama....
Ao nivelar por baixo, os autores das novelas exercitam freneticamente seus dons para baixar o próprio nível ao nível da pior espécie dos telespectadores.
Além de reclamar, não há o que fazer.

A insônia como inspiração.


Para muitos a insônia pode parecer uma coisa ruim, que aparece sem que a gente procure. Para mim é tudo de bom como se diz modernamente.
Acordo, tomo um gole d´água, olho para o relógio e sempre é cedo para quem foi dormir tarde e sempre tarde para quem como eu dorme cedo.
O que importa de verdade é que as três, quatro ou cinco horas da madrugada não há absolutamente nada para fazer, restando a providencial oportunidade de ler e escrever, coisa que tem gente que já esqueceu quanto é bom, se é que um dia soube.
O computador sempre ligado, basta um toque e a tela acende, mostrando o mundo todo bem na frente do nosso nariz.
Antigamente para saber o que é uma coisa a gente tinha que ter uma enciclopédia atualizada com trocentos volumes. Nos dias de hoje ela estaria sempre desatualizada, porque a informação que sempre foi dinâmica hoje em dia tem velocidade astronômica.
Na internet a gente escolhe o assunto, compara as opiniões, manifesta a própria, esteja ela certa ou errada, ouve a opinião dos outros tenha ou não pedido, corrige, completa e deleta com alguns toques que parecem mágicas.
Não é preciso ser escritor para escrever de madrugada, nem é preciso ser acadêmico para contar para os outros o que se pensa.
Depois de algum tempo, o tempo certo, o texto aparece, o sono vem, a gente deseja boa noite a todos e nem desliga o computador, fica torcendo para dormir logo, acordar de novo e poder escrever alguma coisa que vai chegar aos outros, se perpetuando na internet ainda que a gente durma para sempre.
Salve insônia! Viva o Google! Fora Jorge!
Boa noite!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Tá na hora de correr algum risco e largar mão ficar escrevendo frase de auto ajuda.


Fico pensando como pode ser difícil a vida de algumas putas que buscam sustento das próprias famílias na chamada vida fácil, e   encontraram muita dificuldade com a concorrência brava de algumas moçoilas, que pegando carona na conquista de direitos iguais para o sexo feminino, já podem frequentar o Clube das Mulheres do meu amigo Focca, fazer esquenta na casa das amigas, ir sozinhas nas baladas, dar o que é seu para quem quiser e quando quiser, colocando o homem no seu devido lugar.
Mais um pouco, puta vai ser coisa tão rara que e não vai ser encontrada nem para fazer remédio.

sábado, 18 de maio de 2013

Um dos maiores problemas que sinto em ficar velho é não saber “prá que”.

A gente sabe “por que” mas o dia a dia teima em esconder “prá que”.
Com um motor de sessenta e quatro mil quilômetros, sigo rodando bem pela cidade e pelas estradas, pilotado sempre e exclusivamente pela querida Amanda, que tem trinta mil quilômetros menos que eu.
Amortecedores bem conservados, por ter evitado sempre estradas ruins, motor gastando pouco óleo, por nunca ter usado combustível adulterado e ter abandonado as drogas legais como o cigarro e o álcool há quase vinte e cinco anos, meu motor segue soltando alguma fumaça, mas subindo bem as ladeiras e sendo guardado sempre na mesma garagem nos últimos doze anos, desde que desisti definitivamente das locações esporádicas, dos fortuitos “perdidos” e das ilusórias aventuras mágicas. Tudo graças à excelente motorista que a Amanda é, e que não me deixa esquecer que o certificado de propriedade  está no nome dela.
A moderna engenharia, providencialmente, descobriu uns comprimidos azuis e agora outros amarelinhos, que misturados no combustível antes de uma arrancada mais rápida, faz lembrar o tempo em que o motor pegava mesmo frio na primeira partida. Isso é o que basta por enquanto, para atingir a velocidade máxima, que por sorte anda tolhendo até a dos carros mais novos e mais potentes.
Contam-me algumas amigas  que máquinas bem mais novas e potentes, com design moderno, bíceps e coxas musculosas, têm usado o tanquinho mais para mostrar por aí do que para encarar um forte rala e rola.
É bem verdade que sofri uns acidentes no percurso, mas nada que não pudesse ser reparado sem deixar sequelas.
Não há danos na carroceria. Ocorre que sou um modelo antigo, mas ainda se encontram muitos sedans 1.948 e mais antigos do que eu em plena forma.  
Bem, vamos torcer para que a máquina continue funcionando a contento e que não venha uma campanha dessas malucas, para  desencalhar estoques, onde você entrega o velho e  com mais umas parcelas, sem juros, você pega um zero quilômetro.
Meu pai já dizia que qualquer marca de carro é boa e que carro bom é carro novo.
Vou torcer para que a Amanda não fique tentada e vou fazer aquilo que aprendi no decorrer dessa vida de muito aprendizado.
Você conquista a mulher beijando-a sempre e no lugar certo.
Aprendi cedo que o melhor lugar e o único lugar certo é em qualquer país da Europa.
Parto no sábado, até a volta!

Novela...



Não assisti nenhum capítulo da novela Salve Jorge, não tive curiosidade de saber a respeito da inflação ou da exportação de putas.
Poupei-me das discussões a respeito de umas tantas questões homo afetivas, de assédio, preconceito e da pacificação das comunidades do maravilhoso estado vizinho, o Rio de Janeiro.
Confesso que perdi algo por não ter visto as suas praias lindas e mulheres esculturais, mas isso de vez em quando eu bebo na fonte.
Nada contra as novelas, nem a favor. Simplesmente eu não suporto ver na televisão aquilo do qual fujo todos os dias na vida real.
Falsidade, mentira, crimes e corrupção, traição, amores não correspondidos, falta de educação e um pouco, bem pouco, de amor de verdade e altruísmo, as duas últimas, em porções homeopáticas tal qual na vida real.
Quem me conhece sabe que não sou moralista nem prego uma coisa e faço outra, mas acho a televisão está exagerando e de uma forma ou de outra, fazendo com que o povo acredite que todo mundo é assim e que devemos aturar a corja criminosa, em que pese a maioria se dar mal no fim da novela.
E aí é que está a diferença. No fim da novela o vilão às vezes se ferra, mas na vida real continua por aí levando vantagem, vivendo numa boa e ferrando a vida de quem está por perto.
Parece que tem gente que só tem orgasmo quando está fodendo a vida dos outros.
Quanto a uns abnegados que tentam acertar, um recado: é  admirável o esforço das pessoas para fazer o melhor que podem. Dar o máximo de si é louvável mas quem faz o melhor que pode e não faz o suficiente não pode nem deve ser enaltecido e até endeusado.
Autores e atores de novela e políticos, deveriam ganhar salário mínimo e piso salarial, aí sim poderiam dizer que são gente do povo e falam para o povo, na linguagem do povo.
De resto, teria  sido melhor do que Salve Jorge, um salve-se quem puder.
Como dizem os “meuuus queriduss”, “minhasss queridass” e os “múdérnuss”, FUI !

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Escrever faz amigos


Quem escreve transforma os próprios pensamentos e sentimentos em palavras, que conseguem transmitir a outros, com sinais comuns, coisas únicas que sensibilizam toda a gente, cada um de uma maneira diferente, porém universal.
Todas as palavras em qualquer idioma já foram ditas e escritas e ainda assim, quem escreve consegue sensibilizar de tal forma, que quem lê, pode chegar a sentir  que parece que essas palavras foram escritas  só para si.
Eu amo escrever para quem gosta de ler. Isso nos aproxima, nos torna amigos, gente com quem nunca falei mas com quem certamente teria uma conversa das mais agradáveis. 
Escrever faz amigos.

sábado, 4 de maio de 2013

Morreu fedeu!



Pode parecer feia e triste mas a expressão retrata fielmente o  fim da vida terrena.
E ao morto, nada há que o diferencie e que lhe importe, do que nunca foi.
João, Paulo, Pedro. Joana, Maria ou Isaura. Não importa se foram ilustres, desconhecidos,santos, santas ou santarronas.
No  fundo de uma cova ou incinerados, incrivelmente nos igualaremos afinal.
Mas não serão iguais as lembranças que deixaremos, porque o legado do homem são seus feitos ou mal feitos.
Morreu, fodeu!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Trocar de assunto é coisa de político.



Mestres em responder às perguntas com outras, de mudar de assunto sem que a maioria perceba e de tentar convencer que os fins justificam os meios, temos visto os maus políticos levarem vantagem quase sempre.
São eleitos em voto de protesto, permanecem imerecidamente nos cargos por força do arcaico sistema judiciário e ressurgem das cinzas como fênix, porque os que vêm chegando são piores dos que não foram.
Guarujá perdeu a chance de manter a qualidade de vida e o glamour que havia conquistado faz mais de vinte anos.
Conta um amigo, corretor de imóveis de sucesso na cidade, que ao ser eleito Waldir Tamburus carregava a esperança dele e do pessoal mais esclarecido, que percebia a catástrofe que poderia ocorrer caso as invasões que geravam as favelas não fossem contidas.
A completa falta de ação gerada pelo erro naquela escolha desencadeou a decepção do empresariado e a ascensão de Maurici Mariano, segundo quem o conheceu nas origens, advogado pobre, sem brilho na profissão e um agudo conhecimento da arte de embromar.
Nem bom orador, nem alto e bonitão, nem bem quisto nem mal quisto, Maurici Mariano tomou fácil as rédeas da política local e permitiu que uma das muitas criações do prefeito Jaime Dayge, o bairro de Morrinhos fosse transformado em moeda política nos primeiros anos e força política depois de assentadas algumas das centenas de famílias oriundas das favelas. Milhares de outras foram preteridas na doação daqueles terrenos, privilegiando vereadores da época que os doaram a correligionários, inviabilizando o que na época poderia ser a solução para acabar com as favelas.
Tido por muitos como político que fazia política vinte e quatro horas por dia, Maurici Mariano incentivou de fato a grande e triste obra que vemos hoje. Milhares de favelados que precisam de quase tudo administrações sucessivas que fizeram quase nada.
Continuo, quando der, com as administrações de Maurici Mariano e histórias que andam na boca do povo.

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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