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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Antes da hora é hora, na hora ainda é hora, depois da hora, não é mais hora.



Meu pai repetia sempre a frase, ouvida, de um certo oficial, quando serviu o exército.
Eu vivo repetindo e cada vez que escrevo aqui no Face, um ou outro dos amigos mais antigos, lembra que eu sempre falei.
Sou pontual e quem não é, dificilmente pode conviver comigo.
Aquele... “ passo aí mais tarde...” , comigo não tem vez. 
O dia tem vinte e quatro horas, cada hora tem sessenta minutos. Então, se você quiser encontrar comigo, diga logo: -Passo por aí às nove e meia. Pode até dizer... posso atrasar uns cinco ou dez minutos, por causa do trânsito. O combinado não é caro, nem falta de educação.
Mas hoje será um dia atípico. Daqui a pouco será meia noite e um minuto depois já serão onze horas. Afe!!! Quem não mora em um país ou região que tenha horário de verão nunca vai entender isso...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A beleza da mulher não tá na cara... tá na bunda!


Juro que eu me lembro de uma marchinha de carnaval que tinha o refrão: “a beleza da mulher não está na cara... tá na bunda”.
Procurei mas não achei. Mas se não tiver nada, mas nada mesmo para fazer, depois de ler esse texto ouça a música. Chama Nádegas a declarar. KKK!!!
Afinal, é carnaval, tempo de música http://www.youtube.com/watch?v=oO3L9r5BX00 
Mas o título deve ter vindo à minha cabeça, porque o que mais se escreveu e mostrou, nos últimos dias na internet, foram bundas outrora maravilhosas, esculturais e inspiradoras, que com o declínio natural da idade e uma exagerada dose de silicone, seguiram a inevitável ordem geral da vida. Despencaram.
Não vou citar bundas, em homenagem às minhas doces lembranças de um recente passado, de nádegas que fizeram, a fama de escolas, e a ligação do Brasil a algumas dessas imagens lindas, se bem que há aquele velho ditado que deve ter sido feito por alguma “sem bunda, bunda velha, bunda feia, bunda caída ou bundona”: “Quem escolhe a mulher pela bunda vai ter sempre uma companheira de merda”.
Voltando às passarelas do samba, não vi nenhuma escola passar, não escutei nenhum samba enredo e para falar a verdade, não vi nenhuma bunda, bundinha ou bundona que me permitisse elogiar ou criticar. Vi sim, algumas fotos horríveis, que podem ter sido modificadas por algum photoshop. 
Não creio que os irresponsáveis donos das escolas, permitissem que aquelas bundas monstruosas desfilassem, com destaque, na frente de outras bem dotadas, loiras e mulatas sem fama, sem nome mas com lindas e respeitáveis bundas.
O assunto é tão vasto como o número de mulheres que só fizeram sucesso graças a lindas bundas, mas acho que já deu para dar o meu pitaco no assunto.
Da minha parte, não concordo que a beleza das mulheres esteja na bunda.
Adoro as mulheres como um todo, principalmente a minha, que é linda, gostosa e muito Inteligente.
Um dia eu ainda escrevo uma marchinha para ela. 
O nome já tem: Amanda. 
Essa sim é mulher de verdade... Amanda minha cara metade... 
Posso não ser o Roberto Carlos, mas para ela eu sou “O Cara”.
Rsss...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Podem ter existido pequenos problemas no projeto do ser humano. Todo mundo quer ter nariz pequeno, orelhas pequenas, pés pequenos, bunda, peitos e paus grandes...

Desculpa, começou mas já vai terminar.



Tem gente que precisa sempre de uma desculpa para ser ela mesma, ser original, ser diferente ou sobressair no meio da multidão.
Alguns usam alguma droga ou só o álcool, que aparentemente e em pequenas quantidades dá coragem e potencializa as ações e emoções.
Estar em grupo dá a falsa impressão de força e poder para uns tímidos e para todos os covardes. Um ajuntamento de pessoas pode ser muito bom quando se propõe a orar ou de alguma forma ajudar a quem precisa. Já um monte de bostas só significa muitos merdas.
Os shows de música, os jogos de futebol e os comícios juntam muitas pessoas que aparentemente têm o mesmo gosto, os mesmos ideais ou só torcem pelo mesmo time.
Vejo aqui dá minha janela a passagem de um bloco carnavalesco onde tem de tudo, inclusive muita gente alegre e animada querendo se divertir.
Mas, como desculpa e para encobrir a própria insignificância seguem juntos os mal educados, os baderneiros, os briguentos. Todos covardes, encobertos por um pequeno grupo da mesma laia, protegidos pelo anonimato da multidão ensandecida pela música muito alta e as danças que lembram rituais mais ou menos cabalísticos.
Eu ia usar a palavra luxuria, mas é tão pobre a proposta desse amontoado de gente, que não passa de pura imitação de “maria vai com as outras” onde o canto é substituído pelos gritos e a dança pelo empurra-empurra.
Percebo que o verdadeiro divertimento começa quando a música para e a multidão se dispersa. Aí um conta para o outro como é difícil pular o carnaval disponível na nossa cidade, quem teve coragem de trazer o celular liga para meia dúzia de amigos e diz que estava “da hora”.
Bom mesmo é poder olhar a festa aqui de cima e dar graças a Deus que terminou.
KKKKKKKKKKKKK

Bilhete que eu achei na mesa da sala.


Patrão.
Não me leve a mau.Fartei hoje porque percisei sair no broco daqui da vila com minha nêga sinão ela meaçou de ir sozinha ou pior, ir com a vizinha do barraco, uma muié bem cem vergonha que ia legar a nêga pro mau caminho.
Anote aí a fauta e podi deconta do meu salário.
O sirviço fai ficar prontu de cuauquer jeito, tudinho eça semana como foi combinado.
Honteim coloquei todos os vridos nas portas e também as fexaduras e drobadiças.
Percisa comprá as parteleiras do armário do cuarto dos ospidi e eu coloco na ora.
Pesso para o sinhor deichá sem reais emssima da mesa da cala pra mim comprar mistura que não tem um pão para comê lá em casa.Dispois desconta tá.

Assinado: Zé Calos

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Mais uma das minhas incríveis histórias dos anos 80.



Uma das grandes sacadas da comunicação de massas foram os jornais semanais de bairro.
O jornal de bairro, ou jornalismo local, é aquele que contempla uma pequena região, abordando comércios, serviços e moradores de um ou alguns bairros, assuntos que não seriam abordados pela grande mídia por falta de interesse geral.
Ronaldo Cortes não inventou o jornal de bairro mas teve a sensacional ideia de fazer vários jornais de bairro com uma base comum. Dessa maneira ele tinha algumas páginas abordando assuntos de interesse de muitos bairros, assuntos de interesse geral e de interesse estritamente local, de uma maneira suficientemente econômica que viabilizasse vários jornais de bairro com uma estrutura pequena, econômica, atraente e rentável.
Falando assim parece que o meu falecido amigo Ronaldo Côrtes foi inteligente. Não, ele foi muito mais que isso. Ele foi genial!
Eram quase duas dezenas de jornais de bairro e locais.
Uma época ele distribuiu um jornal de nome Jornal da Baixada e eu tive o prazer de colaborar com ele na redação e na distribuição do Jornal no Guarujá.
Apaixonante, trabalhosa e muito difícil a tarefa foi inviabilizada no Guarujá pela política tacanha, de um prefeito medíocre, como tantos outros que o sucederam por aqui.
Mas a incrível história que aconteceu comigo e com o Ronaldo Côrtes foi em São Vicente.
Uma das festas mais badaladas da baixada santista era a festa do Havaí no Ilha Porchat Clube de São Vicente.
Odárcio Ducci, um Paranaense de família muito rica, havia cursado faculdade de direito comigo em São Paulo, mais precisamente no Mackenzie e depois de terminar o curso originalmente de cinco anos, em oito ou nove, não desejando retornar à cidade natal, foi ficando no luxuoso apartamento da família em São Vicente.
Empreendedor, inteligente, ótimo orador, muito dinheiro no bolso e nada para fazer, ele foi eleito presidente do clube e elevou o nome do Ilha Porchat a um dos mais conhecidos, transformando os títulos de sócio em objeto do desejo de todo mundo.
Trinta anos depois, o Odárcio ainda é presidente do Ilha Porchat Clube.
Numa das edições da badalada festa, Ronaldo me convidou para ir com ele. Morávamos em São Paulo e a sua inseparável companheira, a esposa Helena Côrtes não poderia ir por algum motivo relevante. Eu como colunista do jornal, fotógrafo de tantos outros e amigão de todas as horas e de muitas viagens, fui escalado e aceitei como um presente.
Na hora marcada embarquei na impecável Mercedes Bens do Ronaldo. Munido das minhas inseparáveis Nikon F2AS e de uma garrafa de Ballantines 12 anos, de um pequeno isopor com gelo e da ressaca da noite anterior. Estava pronto para o que desse e viesse.
Eu pretendia curar a ressaca com as primeiras três ou quatro doses de uísque, antes de chegar à festa. Acontece que num determinado ponto da curta viagem, havia uma grande pedra no meio da estrada e com a neblina, o Ronaldo atropelou a tal pedra, arrancando parte do escapamento da Mercedes.
Entre conseguirmos arrancar a parte que impedia o carro de andar e prosseguirmos, passou-se uma hora de estresse, preocupação, raiva e uísque.
O Ronaldo tomou uma ou duas doses, mas eu precisei de três para acabar com a ressaca, mais duas para criar coragem de entrar debaixo do carro e umas cinco para esquentar depois do frio que passei.
Ao chegarmos ao clube tive que tomar banho e trocar de camisa, para substituir a minha bem estropiada. Eu já começava uma nova ressaca!
Ronaldo foi fazer o que tinha que ser feito, sorrindo e cumprimentando todo mundo. Liberou-me das fotos dizendo que já tinha combinado e o fotógrafo do clube iria fornecer tantas fotos quantas ele precisasse para a cobertura do jornal.
Fui dar uma volta, babei um pouco olhando as lindas mulheres com suas sensuais fantasias de havaianas, mas estava cansado e meio bêbado e fui deitar numa das confortáveis cadeiras em volta da piscina.
Preocupado em não ter roubada a máquina fotográfica, praticamente deitei em cima dela, não sem antes tirar os sapatos (novinhos em folha, ainda meio apertados, comprados no Spinelli da Rua Augusta).
Acordei às sete horas da manhã com o sol nascendo e o pessoal da limpeza arrastando cadeiras e recolhendo o lixo.
Procurei meus sapatos e não estavam ali. Haviam sido roubados. Fui procurar o Ronaldo mas não havia mais ninguém na festa.
Triste constatação. Fui largado no Ilha Porchat sem sapatos. Duro foi explicar para o cara do taxi porque eu estava só de meias, com a cara e a roupas amassadas. Tive que pagar a corrida para São Paulo antecipadamente e em dinheiro.
Quando cheguei em casa o alvoroço já estava formado. Todo mundo me procurando. Fiquei sabendo que o Ronaldo havia me procurado muito antes de sair da festa, mas que algum engraçadinho havia lhe dito que eu teria saído com o Chiquinho Ceni e quatro havaianas lindas.
Com cara de safado, ele me disse que tinha ficado puto de ter sido largado para voltar só para São Paulo, mas teria ficado feliz que eu tivesse me dado bem com a mulherada.
Ainda bem que a minha Nikon F2AS nesse dia escapou de ser roubada. Ela não teria sempre essa mesma sorte.
Saudades, muitas saudades do Ronaldo Côrtes!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Antero de Figueiredo, escritor português do século XX é o autor da frase: "A casa é o retrato do seu dono".

Tarde demais para esquecer...



 Tarde demais para esquecer
Eu lembro. Eu pensava reencontrá-la um dia e como numa novela você diria...
Há quanto tempo... e eu responderia:

-Foram trinta anos! E hoje já se passaram trinta anos. Trinta anos de uma lembrança perpétua que é só uma lembrança, nada mais do que uma forte lembrança. Perpétua.
Tarde demais para não esquecer.
Que força é essa que dura tanto quanto uma vida? 
Tarde demais para aprender.


Nesse filme brasileiro, homônimo do americano de 1957 e indicado para quatro Oscars, o diretor Marinho Guzman aventura-se sem compromisso.
Baseado numa história de amor passada no final dos anos 70, na turbulenta cidade de São Paulo, das discotecas Papagaio, Banana Power, Ta Ma Tete, Aquarius e da Rua Augusta, nessa época ainda um ícone de gerações.
Tudo começa num Studio fotográfico badalado, onde as garotas bonitas, animadas pelas fotos publicadas por um colunista social então emergente, buscam trabalho, diversão e porque não, fama.
Segundo o diretor, o argumento é baseado em fatos reais e vai permitir a quem viveu na época identificar alguns personagens como fotógrafos, costureiros, socialites e manequins.
O que para o fotógrafo teria sido a descoberta de um grande amor não passou de mais um degrau na escalada social de uma lindíssima garota, que apesar de mais nova não se deixou enredar pela falsidade pelas tramas e aparências.
Depois de uma festa com muito álcool, o fotógrafo jurado de concurso de beleza, foi surpreendido pela namorada com uma das ganhadoras na cama.
Apesar do aparente perdão, das idas e vindas e dos homéricos porres do fotógrafo o romance acabou.
Por mais de três décadas, a lembrança daquela mulher perturbou o sono do fotógrafo e o filme como a força de um curto relacionamento pode marcar uma vida com lembranças fortes que servem de argumento para um filme, quiçá um livro e principalmente para relembrar aos expectadores, parte da louca época das discotecas... algo, como um grande amor para nunca se esquecer.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O Roberto Carlos não está com nada.Esse era "o cara"!


Correu sangue de puta ninguém segura


Clique na foto para ampliar
Antes de escrever uma crônica ou qualquer coisa parecida, jogo no Google para ver o que pensam ou alguém pensa a respeito dessa minha idéia.
Como de outras vezes, a frase acima “correu sangue de puta ninguém segura” apareceu na minha cabeça do nada.
Quem dizia isso era meu falecido amigo Alemão.
Quem conheceu o Alemão sabe que ele era “o cara”
Alto, forte, bonito, coração boníssimo, bem cafajeste, totalmente bronco e corno até o último fio de cabelo. 
Ele nunca viria a ser careca.
Tinha paixão por mulheres bonitas, gostosas e de situação financeira melhor que a dele. Isso ampliava muito sua possibilidade de escolha pois ele sempre foi duríssimo.
Ivandro Pedro Ivanove, que Deus o tenha, morreu em 1975 ou 1976. 
Devia ter uns 33 anos, portanto uns oito a mais que a maioria de nós que andávamos com ele. 
Mais velho, mais experiente, mais duro, muito mais alto, bonito e forte, pegava as melhores garotas.
As mais bonitas, mais gostosas e mais vagabundas, que se dispunham a sair conosco em nossas velozes Hondas 750.
O alemão tinha uma sete galo como nós. A diferença é que a dele era mais velha, mais feia, muito mais suja, com pneus carecas e sempre sem gasolina.
A troco de um almoço e um tanque cheio o Alemão fazia grande sucesso com as garotas mais bonitas, mais gostosas, mais burras e muito mais vagabundas, que não titubeavam em pegar grana dos seus pais ou com seus namorados pra gastar com o Alemão.
Elas inclusive trocavam de namorado, mais do que o Alemão trocava de calça. 
Sua calça de veludo liso, preta e boca de sino, muito na moda naquele tempo, tinha até um apelido “a espanhola” dizia ele. “Simpre la misma...”
O Alemão só tinha duas calças. Era a espanhola e uma calça de jeans desbotado pelas constantes lavagens á noite, para ser usada novamente no dia seguinte. 
Invariavelmente ele a secava no ferro de passar.
Grande alto, forte, bonito carismático e corno. Esse era o falecido amigo Alemão. 
Tão grande e forte que ninguém se aventurava a brigar com ele.
Nós amigos baixinhos, podíamos aprontar á vontade na rua e nas boates pois qualquer problema ele resolvia com um simples grito “qui qui é? vai encarar?" 
Ninguém encarava!
Poucas vezes vi o Alemão brigar. Ele resolvia quase tudo no grito. Ninguém queria encarar.
Voltando às garotas bonitas e gostosas, todas se apaixonavam pelo seu jeitão e todas o corneavam. Ele não ligava... parece que lhe servia o ditado que diz que “o homem sem chifres é um animal sem armas.”
Joguei a frase no Google “correu sangue de puta ninguém segura”. Nada! 
Será que ninguém nunca escreveu nada a esse respeito?
Conheci centenas de garotas na minha vida, que pareciam ter sangue de puta. Bonitas, gostosas e pouco fiéis.
Quanto mais legal o namorado, mais chifre elas colocaram.
Bem, tá certo que chifre é uma coisa que elas colocam na nossa cabeça ou a gente mesmo coloca.
O certo é, que perto de mulheres bonitas e gostosas muitos chifres podem rolar. 
Ninguém quer comer a gordinha feia e pobre da loja do lado. Já as gostosas que andam de calça branca justíssima, de biquíni no calçadão e vão de mini saia até na Igreja, têm grande “audiência”. Todo mundo quer comer uma gostosa seja ela ou não mulher de um “amigo”.
E já sabe, correu sangue de puta ninguém segura. 
Nasceu para ser “vagaba” pode ter o amor e a segurança que qualquer homem vier a dar  que ela também vai “dar”.
Meu amigo Alemão não ligava mesmo para ser corno. Seu ditado preferido era: - Gato com fome come até laranja.
O Alemão tinha um grande apetite por gostosas de todo o gênero e sabia...
Água morro abaixo, fogo morro acima e mulher quando quer dar, ninguém segura! Correu sangue de puta... ninguém...
Será que ninguém escreveu sobre isso para estar no Google???

Ôôô...  lembrança boa essa do meu falecido amigo Alemão.

Marinho Guzman

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Viver ou conviver com as diferenças é diferente de nivelar seus anseios por baixo.



Virou moda apregoar que devemos aprender a conviver com as diferenças.
Muitos confundem a obrigação  absoluta e verdadeira de não ser racista, ou em aceitar a pobreza como realidade e não como fatalidade e tentam impingir, em quem evoluiu, a obrigação de viver na ignorância e conviver harmonicamente com os mal educados.
Classes sociais não são uma invenção dos ricos nem uma obrigação de submissão dos pobres. Assim como se classifica a escolha de um profissional da saúde para integrar os quadros de um hospital, pela capacidade em entender os problemas e  e atender aos pacientes, a classificação social serve para estudar o grau de evolução de uma região, de um povo e da humanidade.
A expressão “ave de pena rara voa junto” não significa que a gente escolhe com quem vai andar porque se veste da mesma forma. Só voam juntas aves da mesma espécie, que migram para um mesmo lugar porque têm os mesmos anseios, envergadura e capacidade de voo para alcançar o seu destino.
Vejo com preocupação a reserva de quotas para negros, índios e outras minorias, numa tentativa honesta  de levar e elevar, mais e mais gente dessas raças a um bom patamar de cultura e educação.
Ao mesmo tempo, vejo que estão prejudicando quem não faz parte das minorias, prejudicados na igualdade de condições entre todos os indivíduos em busca de um ideal.
É inaceitável é tentar obrigar quem já evoluiu a regredir para fazer parte de uma maioria ignara, em nome da convivência harmoniosa.
Isso não tem nada de inteligente, de  louvável, nem é fantástico.

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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