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domingo, 30 de setembro de 2012

Fotografia O Pensador


A fotografia é um milagre da tecnologia que aperfeiçoou o homem.

Ela reaviva a memória com detalhes, reativa sons, cheiros, cores e sentimentos que a gente nem mesmo poderia imaginar serem recordados.
Quando você vê uma foto sua com poucos dias, alguns meses, ou na tenra infância, tem a oportunidade única de pelo menos imaginar a felicidade dos seus entes queridos nessa época.
Pessoas, lugares, viagens e comemorações como que voltam com a visão de uma fotografia.
É como curtir de novo tudo o que foi muito bom.
Os seus filhos e netos têm direito de saber mais a respeito do próprio passado. Você tem direito de reviver tudo isso e nós, os fotógrafos estamos aqui para proporcionar isso com precisão máxima.
Ser fotógrafo é muito gratificante. Você sempre é lembrado com muito carinho por ter proporcionado a alguém todas essas possibilidades viver de novo um momento que poderia ter sido perdido.
Fotografe! Isso é um ato de amor!
Marinho Guzman
A fotografia da vida
Comparando a vida com a fotografia, muitas pessoas fotografam sem a preocupação de tirar fotos boas, que elas estejam no foco ou que o enquadramento seja harmonioso.
Certas pessoas são criadas sem grandes cuidados pelos pais, apreendem alguma coisa na escola, especialmente namorar no curso médio e beber no superior.
Formam-se maus médicos, péssimos advogados,políticos corruptos e pais incompetentes. Vão levando a vida como fotografias mal tiradas. Sem foco.
Marinho Guzman
A fotografia mudou para melhor com a tecnologia.
Mais fácil, mais ágil, mais barata, agora ao alcance da grande maioria.
Nada mais de filmes, maquinas caras, revelação, retoques e outras técnicas que custavam muito tempo e dinheiro para serem adquiridas depois de muitos erros.
Uma um telefone barato,máquina digital que pode custar menos de duzentos reais e uns aplicativos como o Picasa e o Instagram deixam qualquer pessoa de bom gosto aptas para produzir fotos que realmente são um primor.
O negócio começa a degringolar no item bom gosto.
O mau gosto estraga não só a foto como a imagem de qualquer pessoa.
Fotos no espelho do banheiro que não raro denunciam lixinhos sem tampa, paredes no tijolo puro, sem revestimento, e quartos de dormir que mais parecem estábulos, mostram quanto está na moda o tal do “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.
Bem vamos deixar de fora por enquanto os biquinhos, beijinhos, línguas, linguinhas e línguas indecentes. Vamos deixar isso por conta do modismo, do comodismo e do estraguismo.
Por isso, amigos e amigas, apertar o botão qualquer um aperta, fazer uma foto só requer hoje em dia bom gosto.
Marinho Guzman


Esquecidas em algum canto da memória, jazem lembranças latentes que não pedem licença para aparecer e cutucar a saudade.
Fotografias são verdadeiras pontas de iceberg que levantam, em um instante, grandes ondas que a gente surfa e nos leva às praias paradisíacas, por onde a gente já andou, viveu e deixou rastros que foram apagados, mas deixaram marcas indeléveis.

E quem passou pela vida e não tem essas lembranças vívidas, só passou pela vida, ainda não viveu.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Fuja das encrencas e dos encrenqueiros

Quem não é o melhor não precisa ser o pior.
Esteja sempre atento a indícios de mau-caratismo.
Algumas pessoas até se recuperam, mas a índole animal pode persistir camuflada.
Não há tempo para errar e alguns erros são irreparáveis, podendo atingir pessoas queridas.
Fuja de encrenca e dos encrenqueiros, esse é o melhor remédio.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A censura dos mamilos na internet e o pudor nosso de cada dia.



A maioria das mulheres de qualquer idade que tem peitos bonitos, e isso hoje em dia quer dizer quase sempre avantajados, gosta de exibi-los em qualquer circunstância nos decotes generosos, nas transparências diáfanas ou nas roupas colantes.
A diferença para as mulheres, do que é bonito e deve ser exibido e do que não pode aparecer são os mamilos.
Não consigo entender o porquê disso e a monumental vergonha que algumas delas alegam quando parte de um mamilo aparece, marca a roupa ou escapa desavergonhadamente do biquíni com uma onda maior.
Os mamilos estão definitivamente banidos do Facebook e das redes sociais pelos seus responsáveis, como prova de que a moralidade deve ser preservada.
Eu, da minha parte, meteria os peitos em qualquer discussão onde se dispusesse discutir esse fenômeno da intolerância com a exibição dessa pequena parte da mama e a permissividade da exibição cabal da peitaria siliconada ou não.
Numa época as mulheres queimaram os sutiãs como forma de protesto pelo que seria um símbolo da submissão feminina. Alertadas pela experiência, pela idade e pela física, voltaram a usá-lo e até a aperfeiçoá-lo com o tal de bojo que cobre, sustenta, acomoda ajeitando e protege os mais frágeis, pequenos e caídos de toda natureza.
Isso posto, gostaria que todas as minhas verdadeiras amigas do Facebook se manifestassem a respeito.
Ou será que amiga não é para essas coisas?

sábado, 8 de setembro de 2012

A fotografia está ao alcance de todos.

Máquinas baratas que produzem fotos de qualidade, a possibilidade de repetir dezenas e até centenas de vezes a mesma foto sem precisar dos outrora caros filmes e da difícil técnica de revelação.
Sistemas de medição de luz automáticos, programas de computação que fazem o trabalho de corrigir os defeitos, até a completa transformação da foto original em outra quase irreconhecível.
Com todas essas ferramentas na mão qualquer pessoa pode fazer fotos incrivelmente bonitas, que chamam e prendem a atenção.
Mas em parte sempre foi assim. 
O domínio da técnica, em cada época, o correto uso dos equipamentos e outras ferramentas que poderiam se limitar a algumas lentes e filtros, fizeram toda a diferença nas fotos dos homens e dos artistas.
Tenho visto a postagem de fotos geniais tiradas com as câmeras dos telefones e o programa instagram. 
Os jovens preferem essas fotos tecnicamente modificadas para ajustar quase tudo. As feições, as cores e até mesmo os ambientes. 
As fotos ficam bonitas, chamam a atenção, desviam-na dos narizes rechonchudos, das olheiras profundas, das rugas, das dobras, das gordurinhas e das gorduronas.
Quando você compara a fotografada com a foto, certamente não a reconhece. O fim da admiração pode estar aí. A foto é bem melhor do que a original.
Mas com o tempo todo mundo usa as mesmas técnicas automáticas e a ajudadas pelos mesmos modelos de óculos e das mesmas caras e bocas (ou bicos), parece que todas são a mesma pessoa e só a sua é a gordinha feiosa ...
É aí que começa a diferença na arte da fotografia.
O fotógrafo artista enquadra, requadra, escolhe o fundo como se escolhesse a moldura para a obra prima, orienta a modelo, provoca a expressão e clica, numa única fração de segundo, captando a  expressão que faz de algumas fotos um original sem cópias como são alguns manuscritos.
Há fotos sem assinatura onde você reconhece o fotografo como sua assinatura estivesse aposta.
Não há que se tirar o mérito de todas as fotos. 
Uma só imagem pode valer mais do que mil palavras.
Mas certamente cem palavras da Danusa Leão valem mais do que todas as crônicas que eu escrevi...


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Gritaria.




O grito talvez seja uma tentativa de romper a opressão que encerra a ignorância compulsória a que são submetidos os jovens, os que não tem cultura e a muitos que querem atingir quem está quieto e permanece em silencio. Passivamente ou não.
Sob a minha janela passam jovens e nem tão jovens, gritando desde as primeiras horas da manhã,  que para alguns alcoolizados, são as últimas da noite.
Palavras desconexas, palavrões, risadas. 
Uma mistura de sons que me desconectam da leitura, da escrita, da música e de uma conversa amena que dá cores à minha vida cheia delas.
Porque as pessoas gritam nas ruas? 
Gritam porque já tentaram falar e não foram ouvidas?
Gritam na tentativa de que alguém as escute? 
Ou gritam porque seus pais e professores gritaram muito ou nunca gritaram com elas? 
Será que tiveram pais? Professores? Alguém com quem pudessem conversar? 
Ou simplesmente foram escorraçadas das instituições públicas que deveriam tê-las ensinado que um murmúrio pode ter muito mais força do que um grito.
Acostumados a resolver quase tudo no grito as pessoas perturbam o silencio, perdem e tiram a calma e no final nem percebem que todas as questões só podem ser resolvidas a contento pela reflexão, pela palavra, pelo diálogo e  pelo convencimento.
Não vou sair gritando minhas razões, mas se eu convencer um só leitor de que o dinheiro que falta para a educação e para a saúde dessas pessoas que gritam está nos bolsos de políticos ladrões, que não podem nem devem ser eleitos e muito menos reeleitos, eu ficarei satisfeito. 
Não vote no menos ruim. 
Não vote em quem rouba mas faz. 
Se você não tiver candidato nem vote. 
Não dê seu voto a ninguém. Se as pessoas têm gritado que falta educação, faltam uniformes, falta merenda, falta saúde, faltam médicos e remédios e sobram buracos, é porque o dinheiro está sendo roubado.
Não entre numa roubada. 

Não reeleja quem prometeu e não fez!

O amigo da onça.



Amigo da onça é aquele “amigo” que vive deixando você em situações pouco confortáveis, só lembra de você para pedir alguma coisa e para ele você é apenas mais um.
Faça um favor para você. Identifique o amigo da onça e deixe a amizade dele para os outros.
Afinal, você não é uma onça!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Prioridade



Quando a gente nasce, a prioridade é respirar.
O tempo passa, a gente vai crescendo e as prioridades se sucedem e  mudam.
Há quem dê preferência à cultura do físico, outras promovem mais a cultura intelectual.
Muitos se esquecem da parte espiritual ou lembram mais de pedir graças do que de agradecer por elas.
Salvo raras exceções, ter parcimônia em todas as coisas torna a vida uma coisa balanceada, homogênea, sem altos e baixos, diriam alguns, morna.
Por excelência, a maioria das pessoas é mediana e suas prioridades semelhantes.
Quase todos sabemos ler, escrever, calcular e resolver problemas de dificuldade media.
Circula na internet uma frase de autoria desconhecida que diz: “Não trate com prioridade que o trata como uma opção”.
Quem sabe administrar com inteligência as suas prioridades tem sempre um lugar de destaque para a pessoa amada e isso conduz a outra palavra que também é uma atitude. A reciprocidade.
Amor com amor se paga, diz o outro ditado.
E isso nada tem a ver com obrigação.

domingo, 2 de setembro de 2012

Nem tudo está perdido.



Em mais um de seus textos sempre brilhantes, o jornalista Carlos Heytor Cony escreveu com o título acima que a Justiça brasileira ainda que pelo último pronunciamento de seu agora ex Ministro, Cesar Peluso, afirmou categoricamente que há indícios que podem valer como prova.

Cony vai além e diz que em alguns casos,esses indícios  valem mais do que as provas coletadas ou invalidadas.

Estou com ambos e digo mais. Concorrendo ao cargo de prefeitos e vereadores, aqui mesmo no Guarujá temos criminosos e quadrilheiros que se aproveitam da corrupção de alguns e morosidade proposital da justiça, para posarem de “ficha limpa”.

Fica claro que esses políticos de muitos processos ainda não foram condenados por motivos outros que ficam longe da inocência.

Sou absolutamente contra a volta ou a permanência desses criminosos em cargos públicos e declino até da amizade daqueles que defendem essa possibilidade. Nesse caso, a abundância de indícios é prova irrefutável de seus crimes.

Amigos desses inimigos da cidade são não são meus amigos.

# fica a dica!!!

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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