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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Os olhos são o espelho da alma, quem vê cara não vê coração.

Os valores de uma pessoa podem estar na carteira, num cofre, nos bancos. Ou na caridade, na solidariedade e na autenticidade em tratar os pobres, humildes e toda a gente.

Quem sabe dar um pouco do que tem para quem precisa, tem os valores necessários para conquistar respeito.
Tudo o que o dinheiro pode comprar é barato e quase sempre tem menos valor na hora em que precisamos  conquistar saúde, felicidade e manter perto de nós quem amamos.
Doenças não são castigos, são provações que separam os que têm fé daqueles que não acreditam. Milagres são dádivas de Deus para quem  precisa e merece uma chance de lembrar tudo isso.
Obrigado, senhor!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Todas as profissões são dignas.


Mas, sempre tem um ou outro “mas”.
Algumas profissões são mais dignas do que as outras e via de consequência existe as menos dignas.
Estava pensando na profissão de dançarina de programa de televisão.
Que me perdoem os erros e a avaliação, o  que pode ser interpretado como preconceito.
Nem se fale de mau juízo, de vez que essas moças são de fazer qualquer um perder o juízo.
Tenho notícias de que elas ganham cerca de R$250,00 por programa.
Note que estou falando em dançar durante o programa e não em fazer programa ou transar, como diriam os bem mais velhos, explorando o próprio corpicho...
Acho R$250,00  muito pouco! E para quem pudesse imaginar que eu iria fazer qualquer crítica a essas mulheres maravilhosas, de beleza estonteante, quero deixar claro que como jornalista profissional cuja categoria está agora protegida por legislação específica, gostaria de lançar aqui um movimento para a regulamentação e exigência, digamos... de atestado de capacitação para dançar em programas de televisão.
Dizem as más línguas, que jornalista é pior que puta. Não acho, há putas e putas e jornalistas e jornalistas.
Nunca conheci nenhum ou nenhuma que tivesse acúmulo de funções... Se você conhecer uma me apresenta tá!
Mas como se diz por aí, que há, há...
Minhas saudações às dançarinas de programas de TV.
Quanto a nós, jornalistas, vamos continuar lutando para ganhar R$250,00 por artigo porque nem todo mundo é como meu amigo Valdir Dias. Grande jornalista, puta velha e que faz um excelente programa.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Timidez.

Clica! Cutuca! Deixa aquela mensagem que você tem vontade mas não deixa porque...porque...sei lá porque.
Há tantos porquês...
A gente faz ou deixa de fazer as coisas que passado o momento deixam de ser importantes porque nunca foram, ou porque a gente achou que não seriam, ou que poderiam ser inoportunas...
Lembro-me de uma história  onde um cara tímido foi atendido por uma balconista, no departamento de luvas de um grande magazine. A moça deixou-o realmente impressionado pela beleza ou por aquele algo que lhe chamou muito a atenção.
Tímido, dia após dia ele entrava na loja e pedia à balconista outra luva. O inverno acabou e ele, vez ou outra, entrava na loja e comprava outra luva.
Nem ele, nem a balconista ousavam trocar qualquer palavra que não fosse a respeito da cor ou do tamanho da luva... Timidez, provavelmente.
As compras eram tão desnecessárias que ele nem mais abria os pacotes.
Alguns meses depois ele morreu. Morreu triste e deixou um bilhete, explicando que a timidez o tinha impedido de trocar algumas palavras com aquela moça que lhe inspirava um sentimento tão diferente.
Parentes encontraram o bilhete e as os pacotes de luvas intocados.
Alguém em determinado momento,resolveu abrir aqueles pacotes para dar um destino às dezenas de luvas, muitas delas iguais.
Qual não foi a surpresa, ao encontrar um bilhete numa das caixas. Era daquela balconista anônima, confessando a própria timidez em dirigir-lhe a palavra e a confissão de que aqueles breves momentos em que ele estava com ela lhe despertaram um sentimento que parecia amor.
Lembro-me de uma frase muito repetida pelo meu pai.
- Antes da hora é hora. Na hora, ainda é hora. Depois da hora, não é mais hora.

Que me importa que outros subam as escadas que já desci

Olhar para o futuro só é mais importante que relembrar o passado quando se é jovem.

A busca incessante por grandes vitórias deve ser encarada como desafio para jovens.
Assim como o descanso é necessário e merecido, é preciso desacelerar a vida lentamente, trocando o trabalho pelo lazer.
A leitura traz conhecimento pelo puro prazer de saber. Viajar e conhecer muitos lugares são pequenos aclives que levam tão alto como muitas escadas.
Quem lê e quem viaja, ocupa mais o cérebro e suas múltiplas funções com lembranças prazerosas.
Quem ocupa esses espaços com preocupações e novos desafios a cada dia, pode estar trocando possíveis conquistas por velhas vitórias e como num jogo, arriscar-se pode ser bom, mas a perda é sempre uma derrota.
Que me importa que outros subam as escadas que já desci?
É preciso avaliar sempre as perdas, contabilizar as vitórias, arquivar as derrotas e deixar lustrosas as medalhas e troféus que conquistamos ao longo da vida.
Um jovem quando arrisca e perde, tem muito tempo para reverter a situação.
Quando se é velho, as derrotas são sempre mais doloridas porque importam em reconhecer que lições não foram aprendidas
Quem convive com uma pessoa mais velha deve guardar para si as vitórias por galgar degraus e respeitar quem já subiu essas escadas e não deseja repetir façanhas.


Marinho Guzman

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Tudo ou nada?


Às vezes a gente acha que já viu tudo, sabe tudo e percebe que não viu nada.
Estava pensando agora nessa expressão que a gente fala bastante: - Tudo ou nada.
Veja como pode significar pouco quando você diz: - Pensei que ele iria comer tudo e ele não comeu nada!
Veja agora outro aspecto:- Trabalhei vinte anos naquele shopping, morei  dez anos naquele lugar e quando saí, percebi que eu não representei nada.
Há casamentos que terminam depois de trinta anos. Poucos meses depois, pelas atitudes dos dois, ou de um deles, a gente é levado a acreditar que aqueles anos não representaram nada.
Às vezes a gente se pergunta se a vida é um pouco de tudo ou quase  nada. O que virá depois?
Para algumas pessoas a vida parece um jogo, é tudo ou nada.
Para outros, ainda que não participem de nenhum jogo o destino, por fatalidade, nada lhes reserva.
Quando você pensar que você pode ter sido pouco ou nada, lembre-se da história do casal  andando na praia e a mulher encontra uma estrela do mar fora da água, pega delicadamente, e a leva alguns metros para dentro do mar.
O rapaz, desdenhosamente lhe diz?- Você vai ficar catando estrelas? Que diferença faz uma ou outra estrela  morrer na praia? Você não pode salvar a todas . E a a moça disse:
- Para essa eu fiz toda a diferença!

domingo, 5 de agosto de 2012

O habito não faz o monge.


O habito, para quem não sabe, são as vestes de frades e freiras e o ditado quer dizer que não é a roupa que Vaz o indivíduo.
Instado a trocar de roupa para receber um jornalista, Albert Einstein teria dito à sua assessora:- Se ele veio aqui para falar comigo pode mandar entrar, se foi para ver minhas roupas leve-o aos meus guarda-roupas e mostre os meus ternos.
Vestir-se corretamente para cada ocasião é quase uma obrigação e o bom gosto está a um passo do ridículo quando o assunto é o gosto pessoal de algumas pessoas.
Algumas mulheres andam mais enfeitadas do que rabo de pavão. Parecem uma árvore de natal ambulante tal o número de enfeites, adereços e penduricalhos.
No tocante à maquiagem, algumas exageram e ficam parecendo o Patatipatatá.  

A fotografia mudou para melhor com a tecnologia.


Mais fácil, mais ágil, mais barata, agora ao alcance da grande maioria.
Nada mais de filmes, maquinas caras, revelação, retoques e outras técnicas que custavam muito tempo e dinheiro para serem adquiridas depois de muitos erros.
Uma um telefone barato,máquina digital que pode custar menos de duzentos reais e uns aplicativos como o Picasa e o Instagram deixam qualquer pessoa de bom gosto aptas para produzir fotos que realmente são um primor.
O negócio começa a degringolar no item bom gosto.
O mau gosto estraga não só a foto como a imagem de qualquer pessoa.
Fotos no espelho do banheiro que não raro denunciam lixinhos sem tampa, paredes no tijolo puro, sem revestimento, e quartos de dormir que mais parecem estábulos, mostram quanto está na moda o tal do “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.
Bem vamos deixar de fora por enquanto os biquinhos, beijinhos, línguas, linguinhas e línguas indecentes. Vamos deixar isso por conta do modismo, do comodismo e do estraguismo.
Por isso, amigos e amigas, apertar o botão qualquer um aperta, fazer uma foto só requer hoje em dia bom gosto.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Sempre a mesma coisa.


Dizem que muitos escritores reescrevem sempre o mesmo livro, diretores de novelas as mesmas tramas, políticos os mesmos discursos, esposas as mesmas reclamações e por aí afora.
Para algumas pessoas o dia é sempre a mesma coisa. Acordar, comer, assistir novela, bisbilhotar a vida dos outros na internet e dormir.
Para algumas pessoas o dia parece que tem quarenta e oito horas, tantos os compromissos e afazeres. Há tantas variedades e variações no acordar (com quem), almoçar (onde), assistir novela (qual) e depois disso ainda encontram imaginação e energia para sair, dançar, beber, rir muito, voltar para casa dirigindo embriagado (ou ser levada para não sei onde) e dormir, dormir, dormir muito, até meio-dia, uma ou duas horas da tarde.
Não sou desses. De nenhum desses. Acordo cada dia numa hora e isso pode querer dizer quatro, cinco ou oito horas da manhã.
Almoço sempre fora de casa o que me dá a oportunidade, ainda que no mesmo restaurante, comer todo dia coisas muito diferentes.
Não assisto novelas. Nenhuma. Nunca. Nem morto!
De vez em quando vejo um telejornal, nunca o Datena (perdão, se aquilo é jornalismo ou jornal, só serve para forrar o canto do cachorro).
Logo ao anoitecer Amanda Palma serve uma bela sopa, deixa para mim uma salada de frutas na geladeira, me serve um café delicioso, feito em parceria com a nossa cafeteira Dolce Gusto.

Gosto de assistir filmes na TV e para isso conto com o meu controle remoto único e definitivo, a Amanda Palma.
Além de todas as outras facilidades, utilidades, complexidades, amenidades, etc. (não me peça para explicar o etc., por favor.) Amanda Palma procura, escolhe, me chama e assistimos juntos os primeiros cinco minutos do filme. Depois disso ela dorme, eu durmo ou ambos dormimos. Raramente assistimos juntos até o fim, para em noventa por cento dos casos concordar que seria melhor termos dormido do que assistir o tal filme.
Quanto à internet, passo o dia nela, com ela e dependendo dela.
Leio as notícias, vejo todas as imagens que eu tenho vontade, já que sou mais visual do que qualquer outra coisa, escuto a musica que quiser de graça e com muita qualidade e ganho uma graninha. Há um ligeiro desacordo nesse item. Ganho menos do que gasto, gasto menos do que gostaria e se der para trocar de Mercedes todo ano e ir para a Europa passar pelo menos quinze dias já tá bom (sonhar é preciso).
Para mim a vida tem sido de uma riqueza incontável, uma diversidade inigualável e uma felicidade diferente e renovada a cada dia.
Graças a Deus!

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá
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