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terça-feira, 31 de julho de 2012

Tem mais babaca por aí do que seria desejável.


Pais babacas costumam ter filhos muito babacas, num claro aperfeiçoamento genético dessa intolerável parcela da população.
Um babaca tem inteligência limitada e por isso que acha que tem opinião própria. Na verdade, enfatiza suas deficiências imaginando que são qualidades.
Em todas as profissões existem babacas. Em algumas, ser babaca é quase um fator preponderante. Vou deixar ao critério do leitor que certamente tem opinião formada e atire a primeira pedra aquele que já conheceu um participante de BBB que não fosse o suprassumo da babaquice.
A visão distorcida da realidade coloca no babaca, arrogância onde deveria existir a humildade de ser ignorante e mal educado.
Perdoem-me, se existe babaca educado não conheço nenhum. 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Os fins não justificam os meios, mas às vezes não há como resistir.


Os fins nunca justificaram os meios, apesar de que de vez em quando a gente acha que vale a pena mostrar alguns defeitos dos desafetos e inimigos, para obter a reparação de uma injusta acusação, de uma ofensa gratuita ou de um soco na cara.
Deus há de me perdoar quando sinto um ímpeto assassino de liquidar com a imagem de bom moço de uns filhos das putas que do alto da própria incompetência e mercê de uma inveja que tem razão de ser, se aproveitam de alguns momentos de fraqueza, da abertura de guarda ou da credulidade própria de quem é de boa-fé.
Aprendi que maus pensamentos são pecados mas que na vida real também podem ser perdoados, mesmo porque são melhores e menos problemáticos do que os processos por calúnia, difamação e injuria e nem se fale das lesões corporais ou da tentativa de homicídio.
Aquele tal de Marcelo é um  filho da puta!
KKKKKK

sábado, 21 de julho de 2012

Os melhores


Na constante busca pelo melhor a gente sempre descarta o bom, o muito bom e até o ótimo.
Não raro a gente se arrepende e aí pode ser tarde demais.
O que fazer? Como fazer? Há maneira de errar menos?
Estamos sempre tentando fazer certo ou o mais certo.
Para isso usamos a razão e os sentimentos mas  não conseguimos seguir sempre a verdade e ela nem sempre está com quem tem razão ou mais razão.
Nessa busca pelo melhor com o uso da razão e da verdade nós esbarramos com o direito e com o direito das outras pessoas.
Alguns de nós erramos mais, outros menos, mas todos erramos uma vez ou outra e a reparação do  erro deve ser uma questão de honra, porque o erro pode ser perdoado mas quem fere os sentimentos das outras pessoas ou as prejudica, caminha sempre e a passos largos para o mau, o ruim e o pior.
Existe um velho ditado  que diz:
 -Seja bom, sempre bom, porque sendo bom serás amado e sendo amado serás feliz.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.



"Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."

Com o perdão da intromissão, Messieur Antoine estava nas nuvens e mais preocupado com as flores do que com todas as misses que nos últimos cinquenta anos declararam ser “O Pequeno príncipe” seu livro de cabeceira.
Arriscando mais uma vez ser considerado um porco chauvinista, vou discordar do Saint e dizer que se ele tivesse colocado seus olhos bem na bunda e nos peitos ligeiramente cobertos por um biquíni da nossa loja virtual www.biquinis.tv  ele poderia ter sido um pouco mais abrangente e ter mencionado as minúsculas peças que protegem a propriedade  sem tirar a visibilidade.
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas disse eu para a gostosa na passarela.
Ela me lançou aquele olhar de desprezo que toda gostosa numa passarela sabe lançar e disse:
Pagando bem, que mal tem?
Boa noite!!!

sábado, 14 de julho de 2012

O VELHO CACIQUE.

Lembrança de uma homenagem a Jayme Daige.
Publicado originalmente no Jornal Primeira Hora de Guarujá em 1.999.

O VELHO CACIQUE.

Deus sabe quanto relutei em usar o adjetivo velho.

Quem vê o vigor desse que ouso chamar de velho cacique, não o reconheceria no lépido líder que reuniu o que se pode chamar de representativa parcela da sociedade de Guarujá.

Eram mais de sessenta homens e mulheres, de vinte a mais de setenta anos, dispostos a ouvir qualquer coisa que o velho cacique falasse.

Percebeu-se um quase temor reverencial, uma vontade de que o chefe bradasse um grito de guerra, para que todos cruzassem lanças, com qualquer inimigo de Guarujá.

Suas poucas e sábias palavras mostraram desde o princípio, que o cacique tem dos velhos, a sabedoria, a perseverança, e mais do que qualquer um dos jovens presentes, a força, a valentia e o vigor que se impuseram não como discurso, mas como oitiva, de tudo o que todos sabem e precisava ser dito em público. A fraqueza de nós todos, no trato das coisas da cidade, cidade que se percebeu, é importantíssima na vida daqueles homens e mulheres.

Aquele que chamo de velho cacique, deu a palavra a tantos quantos o tempo permitiu, para ouvir que todos estamos cansados das promessas que nos trouxeram ao fundo do poço, nesta cidade em que até os mais modestos dizem, ter tudo para ser a melhor da região.

Ninguém precisou falar de grandes números ou grandes cifras, para se ter a certeza de que os poucos que estão no poder quase nada fazem com a enormidade de recursos de que dispomos, sem falar nas novas riquezas que hoje, mais do que nunca, estão à disposição de quem tenha como nós, a proximidade dos grandes centros, como fácil acesso e vantagens outras, inigualáveis em toda a região.

Isso para quem tem vontade de trabalhar.

O velho cacique não disse mas nós sabemos, que depois dele nada expressivo se construiu. Que a nossa fama de outrora foi quase esquecida ou desprezada pelos que hoje, com a ignorância peculiar de jovens aprendizes de feiticeiro, confundiram o trabalho com a mágica.

Enquanto todos os que assumiram o poder depois do velho cacique preferiram receber os louros, por vitórias em batalhas que nem sempre travaram, a cidade chegou ao caos dos que gastam mais do que ganham, dos que tiram férias sem terem merecido , dos que dissipam as fortunas que herdaram sem nenhum mérito próprio.

Ninguém é unânime e nem todos seguiram nem seguirão o velho cacique...

Aliás, jamais deveria tê-lo chamado de velho cacique, melhor reverenciá-lo como velho guerreiro ou simplesmente como cacique guerreiro, sob as ordens de quem, ainda teremos sérias lutas e com certeza grades vitórias.

Meu respeito ao homem de muito valor, Jayme Daige.

Emoção, reverência e outros sentimentos fortes.

Presenciar a revelação dos sentimentos humanos é sempre uma experiência grata.
A tristeza arrasadora ou  alegria arrebatadora são explosões que o ser humano sente e proporciona, não havendo quem possa ficar apático, salvo se lhe faltar outro sentimento, a sensibilidade.
Algumas pessoas da nossa cidade que fizeram parte dos últimos cinquenta ou sessenta anos da nossa história são mais lembradas do que outras.
Eu particularmente ouço alguns nomes sempre com mais frequência e mais com mais ou menos paixão ou ódio. São eles Dom Domênico, Jaime Dayge e do Nacim Mussa Gaze, o Viola.
Alegria, tristeza, paixão, ódio, emoção e reverência andam juntos nessas lembranças.
Fossemos esquecer ou criminalizar os grandes nomes da história por causa de alguns dos seus pecados, certamente teríamos menos livros e eles menos páginas.
Melhor lembrar os homens pelos seus feitos do que condená-los pelos mal feitos.
Esquecidos, por merecimento, são os que pouco ou nada fizeram.
Foi bom ver o Viola descendo de um carro para cumprimentar alguns conhecidos.
Velho sim, doente talvez, alquebrado nunca.
Em poucos segundos os mais fortes sentimentos expressados e sentidos pelos seres humanos se juntaram.
Seu orgulho, a reverência com que foi saudado e a emoção que fizeram lacrimejar seus olhos, transformaram todas aquelas almas presentes em simples coadjuvantes dessa história incrível que é a humanidade.
Criada por Deus.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Valor e respeito

Quem respeita ao próximo como a si mesmo, empresta seus valores às pessoas.
Muitos não se dão ao respeito, não reclamam seus direitos e ainda por cima recriminam àqueles que o fazem.
Essas pessoas certamente não tem grande valor, pouco exigem porque não contribuem substancialmente para o estabelecimento da lei, da ordem e do respeito mútuo.
Quando você estiver com quem nunca reclama, saiba que essa pessoa que pouco exige, também tem pouco para dar.

Irrite quem o provoca, com um sorriso nos lábios.


A coisa mais comum hoje em dia é a inveja disfarçada. Eu diria, mal disfarçada.
Uma piadinha, um comentário indelicado ou sarcástico, podem encobrir um invejoso enrustido ou no mínimo um caráter mesquinho.
Ninguém fala sem querer alguma coisa.Pode deixar escapar sem querer uma ideia latente, uma avaliação pejorativa ou um preconceito.
Qualquer que seja o motivo, a melhor maneira de lidar com isso é sorrir e não dizer nada, ou em alguns casos, concordar com a pessoa de uma maneira gentil, natural e igualmente sarcástica.
Esse tipo de “jogadinha” não pode e não deve irritá-lo.
Não se deixe perturbar. Você não vai ganhar nada discutindo e
se você  tentar se defender, entrará numa emboscada.
 As pessoas mal educadas fazem comentários desagradáveis e somente as pessoas despreparadas, para o convívio obrigatório com elas se ofendem.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Você sabe realmente o que você quer?


As duas coisas mais importantes da vida são, você saber o que quer e depois saber como conseguir.
Há quem diga que a coisa mais importante da vida é saber  o que realmente você quer.
 Entenda, não o que você acha que quer, nem o que parece que você quer, nem o que os outros acham que você quer.
E como saber se você está se enganando, se os outros estão te enganando ou se você está enganada?
Não é fácil, mas pode ser menos difícil se você conseguir deixar de fazer tudo, qualquer coisa, pensando no que os outros vão pensar, como os outros esperam que você faça ou como eles gostariam que você fizesse.
Vou começar de novo.
Você sabe realmente o que você quer? Acho que você não está preparado (a) para responder essa pergunta nesse exato momento.
Pegue um pedaço de papel e escreva: - O que eu quero realmente?  Deixe o papel bem à sua vista e pense nisso. Volte aqui daqui a uns dois dias e escreva in Box pelo menos 30 palavras.
Você vai ficar surpreso (a) com a resposta...
Curta isso!

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Adriana Negreiros / colaborou Bianca Castro em 06.07.2012

sábado, 7 de julho de 2012

Tiriguetes ou teriguetes, como preferir.



Todo mundo, menos os incautos já identificam uma periguete pelo conjunto da obra: roupa curta, mesmo quando está muito frio, pintura exagerada, peitão, bundão e coxão, ainda que falsos ou siliconados e álcool na cabeça.
Meu amigo 
Vitinho Arouca, menino conhecedor da noite antes mesmo do meu nascimento, me apresenta agora as tiriguetes ou teriguetes, como preferirem.
Uáu!!! Ainda tem muito espaço para qualquer uma que deseje aproveitar bem a vida, da maneira como for.
Vou me estender pouco a respeito da experiência do Vitinho com meninas,moças, periguetes e agora as teriguetes porque ele é de poucas palavras e muitas porradas e invariavelmente está envolvido com uma delas (nos últimos anos rarearam as meninas e moças)
Segundo meu amigo Vitinho Arouca, as teriguetes têm muito mais idade, muito mais dinheiro e muito mais experiência do que qualquer periguete. Tomo a liberdade de dizer que uma teriguete poderia ser facilmente a mãe ou avó de uma periguete, digamos padrão.
Assim, graças ao Vitinho Arouca estamos apresentados às teriguetes.
Salve-se quem puder!!!

Mulheres independentes.



Homem inteligente aceita a emancipação das mulheres como uma benção. 
Temos quem resolva os problemas no banco, quem faça o roteiro para as próximas férias e até quem ajude a pagar as contas.
Mulher independente e articulada compra muita revista.
Elas trazem, fotos de modelos e atores maravilhosos com pouca roupa e abdômen saradíssimo, apologia das preliminares, dos jogos eróticos e dos orgasmos múltiplos e até lições de economia.
Acho que os orgasmos múltiplos e os fingidos são invariavelmente proporcionais.
As revistas masculinas e femininas são muito mais para ver que para ler. Levar para cama esses deuses e ter esses orgasmos, só sonhando, com a revista debaixo do travesseiro.
As mulheres também escolhem quem, como e quando.
Ai que saudade da velha e boa trepada... Hoje, se não tiver musica, incenso, meia luz, lingerie nova e mais preliminar do que show da Madonna, você pode ficar mesmo na mão.
Em um segundo ela pode levantar da cama e dizer simplesmente.
 - "Não dá! Você não é nada romântico!" Se você tiver tomado um Viagra dançou. Se for Cialis ainda tem umas 20 horas para tentar de novo e fazer valer...
Agora quem finge que está "indisposto são os homens". Inventaram estresse do trânsito, da bolsa de valores, síndrome do pânico, da dispensa do trabalho e o velho medo de falhar.
A dor de cabeça, essa cuidado, pode ser verdadeira, na cabeça, bem nos chifres, potencializada por toda essa emancipação.
Quando a emancipada resolve trocar o velho por um novo é fóda. Ela fóde, te fóde e invariavelmente se fóde. Acaba achando um mais novo e mais tranqueira. Mas aí você já dançou.
Ser ela for emancipada e rica a coisa pode funcionar bem e por mais tempo... ou não... como provam as Anas Marias e Suzanas.
Mulher e balada tem uma história comum. Elas adoooorammm dançar.
A recomendação se você botar fé no seu taco ou se não tiver outro jeito, é deixá-la conversar muito, sair com as amigas e até ir a shows e baladas.Assim que ela vê como a concorrência é brava, como age a molecada, como as amigas sofrem mais do que se divertem.
Para ir às baladas, as moçoilas passam o dia se enfeitando, metade da noite esquentando e a outra metade se lamentando.
E o dia seguinte... o resultado... As amigas nem esperam para se encontrar. 
O telefone é o confessionário moderno... A ressaca alcoólica e moral tem espaço garantido na conta do telefone... Mas só até o próximo esquenta.
O certo é o que diz o ditado, mulher precisa ter três homens. 
Um para o cheque outro para o chique e outro para o choque.
Será que você vale por três?

O Facebook sempre tem razão


Apesar das muita reclamações minhas e do bilhão de usuários, o que daria para pressupor que nós temos razão, sou obrigado a concordar com o Facebook.

Primeiro, quem somos nós para reclamar? Segundo, é de graça. Terceiro, é dele, do Mark Zuckerberg e ele pode fazer o que quiser.

Se ele me bloqueia SEMPRE, constantemente, para que eu não faça solicitação de amigos, ele sabe ou deve saber o que está fazendo.

Meu pai, minha mãe e meus avós já falavam isso faz muito tempo.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Conselho para minhas amigas mais novas


O Facebook é uma janela que se abre  para o mundo quando se tem olhos atentos e nada para fazer que valha alguns reais. 
Vagabundos aposentados como eu, ficam dia e noite lendo as bobagens dos outros e escrevendo as próprias.
As notícias políticas substituem com vantagem qualquer filme de terror.
Eu, para piorar, fico fuçando tudo de todo mundo. Das fotos das amigas mais velhas  teço críticas internas, como se eu tivesse parado no tempo e não tivesse envelhecido tanto ou mais do que elas.
Desculpem-me caras amigas, já que não dá para ver grandes peitos, pernas e carinhas lisas vejo que o tempo lhes deu experiência, inteligência e perseverança.
 Só não dá mesmo para ficar olhando meloso  para seus paparicados netinhos.Espero que seus maridos estejam felizes com eles e e como o lobo mau da história ainda comam a vovó.
Depois de velho virei olhudo, fofoqueiro e metido a conselheiro em várias áreas.
Não devem ter sido poucos e poucas que me deletaram, bloquearam e sumiram do meu Face, mercê dessa minha mania de ficar vigiando todo mundo e escrevendo tanta merda.
Mas é fuçando o Facebook das mais novas que eu me divirto.
Algumas ainda esperam o grande amor, outras só transam por amor.
Muitas já quebraram a cara o suficiente, para saber que todo príncipe encantado é meio veado,os fortinhos da academia só saem se rachar a conta. Muitos, muitos deles, acham que fazer amor é gozar. Abusam da pressa, já desistiram de perguntar se foi bom para a parceira. Querem mais e gozar e sair correndo para encontrar os amigos.
Hoje gostaria de dar um conselho para as minhas amigas mais novas. 
Esqueçam aquele fortinho da academia. Se vocês continuarem com eles vão só trocar o tanquinho pelo tanque.
É hora de se aproximarem dos nerds, aqueles com cara de meio bobos, estudiosos e tímidos.
 Eles serão os  ricos e milionários de amanhã e aí terão tempo de se cuidar, viajar  e dar todo o conforto sem os quais mulher moderna de hoje não consegue sobreviver.
O nerd de hoje é o rico charmoso de amanhã. Investe, boba!

A invisibilidade ao alcance de todos.



Algumas pessoas são invisíveis por condições que lhes são impostas.
Invisíveis e insignificantes.
Outras se tornam invisíveis aos nossos olhos, mercê da sua ignorância em viver em comunidade.
Quando qualquer pessoa lhe incomodar você pode torná-la invisível.
O que os olhos não vêem o coração não sente.

Sabe quando você começa a assistir um filme na TV e acha que o filme vai ser ruim?



Dez a um como ele vai ser ruim.
Mas você espera até o fim para finalmente chegar à conclusão de que deveria ter trocado ou desligado à primeira impressão.
Quase tudo na vida é assim. Você conhece uma pessoa, tem um relacionamento com ela. Lá no fundo você acha que não vai dar certo. Mas algo te impele a continuar e a ir em frente. Muitos vão longe demais para poder voltar e aí a constatação. Não deu certo!
De onde vem essa impressão e porque quase sempre vence essa indecisão?
Acho que gente inconscientemente vai somando os prós e os contras e aplica o tal do otimismo. Pode ver... todo mundo vive falando:- Tenta! Vai em frente! No fim da tudo certo! Mas não dá...
Quem está de fora e é nosso amigo,ainda pode ter uma visão privilegiada da situação, porque está menos afeito à ilusão que nos impede de julgar absolutamente certo.
Aliás, absolutamente é demais. Ninguém consegue julgar nada nem ninguém com absoluta certeza, absoluta clareza, absoluta coisa nenhuma.
O que fazer ? Como fazer? Qual a atitude certa a tomar? Ir ou não ir? Ser ou não ser?
 Éssa é e sempre foi  a questão!
Uma coisa é certa e esse foi o começo dessa história. Se você está assistindo um filme e parece que ele não é bom, pode parar por aí. Você se conhece melhor do que ninguém. Seu cérebro já julgou as premissas dos dez primeiros minutos e lhe avisou que não é disso que você gosta.
Assim, desligue, mude de canal, faça outra coisa. Não perca mais noventa minutos para descobrir que o filme é um lixo e você não gostou mesmo.
E na vida a história se repete. 
Se você tem a impressão de que algo ou alguém não foi feito para você, não espere dez ou vinte anos para tomar a decisão certa.
A vida da gente é um filme só! Não tem reprise e não dá para assistir muitos outros. 
Escute o que sua razão manda, pelas corretas impressões que ela tem do que você gosta ou não gosta, do que é ou não bom para você.
Sua vida é importante demais para que as emoções tomem conta das suas atitudes.
Guarde a emoção para um próximo e bom filme.
Não perca tempo.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A vida ás vezes parece um filme que você já assistiu.


Principalmente porque a vida de todo mundo tem o mesmo começo e o mesmo fim.
Às vezes a gente pode escolher um ou outro cenário, qual será o figurino e se vamos fazer humor ou fazer guerra. O que começa como humor pode se transformar em guerra e vice-versa.
 A gente também pode escolher enredos diferentes, mas como diz o profeta, “maktub”, está escrito, o que tiver que ser, será.
A gente às vezes não percebe, mas somos sempre nós mesmos que escolhemos quanto vai ter de drama e de aventura.
A maioria sabe que não vai ganhar prêmios e fracassos são inexoráveis. Quase sempre não temos a bilheteria esperada.
Como num filme, a vida da gente também tem os atores principais, os coadjuvantes e os figurantes. Pela má escolha às vezes a gente troca inadvertidamente os papéis e só percebe quando é tarde demais para fazer qualquer troca.
Bem ou mal o filme se desenrola e, perto do final, você muitas vezes se pergunta se esse é mesmo o filme que você escolheu, ou se você entrou na sala errada.
É importante a gente saber que esse filme não tem ensaio e que esta será sempre a última sessão.

Meus amigos no Facebook


Eu gostaria de escolher os meus amigos no Facebook.
O amigo não pode ser super nem mini, tem que ser midi.
Pessoas super quase sempre são chatas, aliás, super chatas. Sabem de tudo, têm tudo, querem tudo, tudo podem e a gente fica mais para baixo que cu de cobra, em qualquer situação.
Com amigo super não dá para ganhar uma. Empatar já seria uma grande vitória.
Pessoas mini, que se acham um nada, também não servem para amigos. Nem no Facebook. Estão sempre reclamando, se lamuriando, se sentem tão diminuídas que a gente fica até constrangido.
Não vou dar exemplos para não receber mensagens desse povo que precisa de ombro amigo, colo, carinho etc. Em alguns casos, se precisar de um pau amigo posso dar ou recomendar.
Gostaria de dizer que dificilmente excluo os amigos, mesmo os super.  
Não dá para pedir socorro para os mini, os midi estão quase sempre pior do que eu e  a gente não sabe o dia de amanhã. É sempre melhor  ter de quem escutar um não, do que nem ter nem para que lado correr.

Bundas mais,ou menos famosas.


Quando a coisa mais importante que você tem e que leva você ao sucesso e ao estrelato, a bombar na internet, a aparecer em jornais, revistas, na televisão, entrevistada pelo Jô, pela Ana Maria Braga e outros menos votados é a bunda, não se preocupe se o futuro da sua carreira for uma merda.
Mentes brilhantes estão relegadas às prateleiras empoeiradas de livrarias e bibliotecas e você tem a chance de estar nos melhores lugares, nas melhores festas, conhecer outros países, vestir as melhores roupas, usar as melhores jóias e ser cortejada por artistas, políticos e outros ricos e famosos.
Se depois de tudo isso a sua bunda despencar, lembre-se que grandes impérios já caíram, que ditadores, presidentes, imperadores e políticos caem.
Para muita gente, a ordem dos fatores não altera o produto, e mais vale uma bela bunda e uma cabeça de merda, do que uma ótima cabeça e o resto uma merda só.

Joga no Google!


Para mim as maiores invenções dos últimos anos foram  a internet, com o Facebook, o Google, a possibilidade de movimentar a conta do banco e o Viagra genérico.
Não me venha com outros avanços da medicina, nem tecnologia de ponta para satélites. Isso é para gente muito mais preocupada com a vida ou com a morte do que eu.
Com o Google a gente fica informado de tudo, com o Facebook a gente reencontra os amigos, escreve um monte de bobagens achando que os outros vão ler e com o Viagra a gente continua pensando que vale a pena continuar a trepando de vez em quando.
Claro, tem que ser Viagra genérico senão ou vai faltar tesão ou grana.  E. T. (Alterne com o uso de Ciális, em caso de emergência).
Você já imaginou se para receber a miséria da aposentadoria você tivesse que ficar numa fila de banco, se o caixa tivesse que ir procurar a sua ficha de saldo, se você ainda tivesse que ir ao outro banco para pagar uma conta? Até o risco de ser assaltado ia tirar o tesão e ... bem, depois de tanto estresse nem o Viagra iria resolver.
Com a internet a gente não tem que ficar nas filas dos bancos e pode ficar teclando no Facebook e claro,trepando, se sobrar um tempinho.
Bem, a conversa tá muito boa mas tenho que ir. Hoje vão desligar a energia aqui em casa e vou ficar o dia inteiro sem internet. Vou dar uma passada na farmácia e volto para ver o que mais tem para fazer...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Só um homem forte admite seus defeitos e fraquezas.

Por onde andará a Evely O.?


Outro dia eu escrevi:- Por onde andará a Dora G. ?
Não achei a Dora G. , mas o Luis A.P. leu e relembrou da Evely.
Eu e o Luis tivemos algumas coisas em comum. Lembro-me das motos 750cc, do Dodge Charger e da Evely.
É possível que na época eu tivesse uma ponta de inveja dele. Nunca fomos amigos de andar juntos e  pior, a Evely me trocou por ele.
Com vantagem, diga-se de passagem, pois ele era mais bonito, mais rico, corredor de ponta da já famosa Stock Car.
Um verdadeiro gentleman que não bebia.  Já eu...  tomava tooodaaasss!!!
Ele andava mais em Interlagos e eu na Rua Augusta, que era a minha pista preferida. Nela, por um tempo, com fama de fotógrafo badalado fui quase sempre pole position.
Eu e o Luis nos reencontramos faz algum tempo, ambos com mais trinta e tantos anos nas costas, certos agora, de que motos, autos velozes e mulheres bonitas não são propriedade de ninguém, a gente tem a posse, mas tem que trocar de vez em quando, porque as especificações técnicas e as linhas aerodinâmicas o exigem.
Evely foi uma das minhas grandes paixões. Ela tinha 14 ou 15 e eu 24, eu estava no último ano de  Direito no Mackenzie e poderia ser considerado um “partidão”.
Lindíssima e muito precoce, a Evely não queria perder nada da vida e a sua mãe, colocava toda a  experiência própria a serviço do charme nato, avassalador e hipnotizante que a garota tinha.
Podíamos quase tudo, desde que ao alcance das garras da jararaca.
Mas nós queríamos mais e uma vez resolvemos passar uns dias sozinhos no Rio de Janeiro.
Loucura! Loucura! Loucura! diria o Luciano Hulk.  Foi mesmo.
 Tudo começou com a  invenção de uma história. Seria uma excursão do Mackenzie, iríamos de ônibus, supervisionados etc. e tal.  
Não me lembro bem, mas acho que não convenceria ninguém nos dias de hoje. Aliás, nos dias de hoje nem seria necessário .
Cheguei a tentar alugar um ônibus para ir buscá-la em casa. Afinal, não foi preciso, bastou outra história mal contada e meu irmão mesmo foi buscá-la .
Não vou entrar em detalhes dessa, que foi uma das maiores e melhores aventuras da minha vida na época.
 Eu tinha um carrão, o único Ford 500 Galaxie cor vermelho Ferrari com bancos duplos reclináveis etc.etc. etc. e ponha etceteras nisso. Viajamos e correu tudo muito bem, até que algum tempo depois a jararaca descobriu nossa aventura e queria, porque queria, que eu casasse.
Eu não estava preparado, como aliás nunca estive e acho que ninguém está realmente.
Já diziam os mais antigos. Casamento é loteria e eu nunca fui de jogar.
Deu polícia, quase deu cadeia, mas finalmente o bom senso prevaleceu e a mãe não querendo que o pai que morava na fazenda soubesse ,resolveu esquecer a queixa.
É nesse ponto que o Luis assumiu a ponta e levou a taça.
Daí para frente não sei o que aconteceu com a Evely O. e o Luis nunca me contou, quem sabe agora ele o faça.
Como nas corridas com revezamento, eu deixei a direção e ele pegou!

Ney H. o clandestino


Tenho lido que vivemos anos muito loucos.
Para mim os anos loucos foram os do finalzinho da década de 60, as décadas de 70 e 80.
A Rua Augusta era nessa época o lugar mais badalado e era para lá que todo mundo ia, era de lá todo mundo saía para “acontecer”.
A glória da rua era na  verdade, muito mais antiga    que isso e nós aproveitávamos aquela fama.
Todos os nossos pequenos crimes foram cometidos nessa época em nome da juventude, da revolta dos pleibóisinhos e da liberalização e da modernidade que chegou aqui um pouco mais tarde do que nos Estados Unidos e na Europa.
Foi nessa época que surgiram no Brasil as motos japonesas de grande cilindrada às quais nós, da classe média, podíamos ter acesso. É dessa turma, e dessa rua que surgiu essa história.
Não dá para fazer agora um tratado da época mas a chegada e popularização dos cruzeiros marítimos foi por aí.
Deve ter sido por volta de 1.975 que o navio Eugenio C estava atracado em Santos e ia a  Salvador no Carnaval.
É provável que tenha sido o Mendel B. quem organizou, se é que se podia organizar um bando de uns 40 motoqueiros daquele naipe para fazer a tal viagem.
Só para essa viagem posso escrever muitas outras crônicas. Assim espero.
Três ou quatro fatos marcaram mais a minha memória:
1.   O Ney H. foi de clandestino;
2.   Tive que ficar uns dois dias escondido na cabine porque ofendi o Capitão;
3.   O Mendel alugou um ônibus para irmos ao Hipopótamus de Salvador de onde nós todos saímos sem pagar a conta;
4.   Desde a saída do navio a turma afixava uma faixa com o número das nossas cabines e um convite às garotas para que fossem conhecê-las.
Pois é o Ney foi e conseguiu voltar como clandestino. Esgueirando-se da tripulação, comendo e dormindo cada dia numa das cabines, vivendo uma das suas muitas aventuras memoráveis, o Ney perpetrou esse pequeno crime e nós outros tantos, entre furtar todas as bebidas dos bares e invadir várias vezes os banheiros femininos.
Naquela época as cabines mais baratas não tinham banheiros privativos. Por obra do destino, justamente nelas viajava um grupo de jovens argentinas que nos chamavam de “brasilianos macacos” e nós em troca pregávamos-lhes as nossas inquietas bananas.
O Ney sempre foi mesmo um figuraça. Alguns anos depois soube que ele foi de carona com um amigo buscar um helicóptero em Miami. O aparelho caiu mas o Ney saiu ileso. Voltou para contar a história e continua por aí. De vez em quando aparece no meu Facebook e eu lembro da sua aventura como clandestino numa memorável aventura daquela turma, naquela época.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Não há inocentes. Só há bandidos porque não existem mais mocinhos.

Estive lendo tardiamente uma crônica do REINALDO AZEVEDO,
“Por que o brasileiro não se indigna e não vai à praça protestar contra a corrupção?”
É para ser lido por quem tem capacidade para ler, entender um texto e ter vontade de saber a resposta.
Tenho 3.813 mil “amigos” aqui no meu Facebook e nem 13 costumam ler as minhas postagens de indignação com a corrupção no Guarujá.
Mas eu continuo perdendo a voz, algum tempo e muitos “amigos”, mas não perderei jamais a indignação de ver o meu dinheiro dos impostos nas fogueiras e nos fogos de São João e nos shows caríssimos que resultam nessa “anestesia geral” dada no povão.
O povo não se indigna e vai à praça protestar porque não existe e nunca existiu movimento espontâneo do povo.
O povo vai à rua mobilizado por alguém. No caso, o povo está indo às praças para ver os shows ditos juninos, levado pela atual administração, com a finalidade claramente eleitoreira de reeleição.
De tudo isso, não há o que se esperar  do povo, pouco de mim e dos meus 13 amigos e nada dessa massa ignara de guarujaenses que reclamam uns para os outros quando dá, que jamais iriam às praças, porque não se sentem povo, não pagam  impostos ou fazem parte  dos cerca de 6.000 indivíduos que recebem salários e ou propinas para ficarem calados.
É por esse e muitos outros motivos que eu apoio o Manoel Vergara pra vereador. Não sei se ele é mocinho, vai virar bandido ou vai levar uns tiros.
Uma coisa é certa, não vai ficar exatamente como está e não me diga você que pode ficar pior, isso nós temos que ver.

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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