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terça-feira, 31 de maio de 2011

"Talvez ser gay, hoje em dia, seja um dos menores problemas que eu tenho!" (Do curta, "NÃO GOSTO DE MENINOS")


  
Assisti agorinha mesmo o curta “Não Gosto de Meninos” que posto acima para quem quiser ouvir um pouco sobre os sentimentos abordados de forma tão rapidamente instrutiva para
quem não consegue entender o que é sentimento puro, nesses incríveis desabafos.
A definição de um dos entrevistados, quando diz, “não é diferente de ter o cabelo enrolado,é apenas mais uma característica.”, sob meu ponto de vista, ficou perfeita.
Sendo que somos todos tão diversos na fé, porque a grande maioria dos seres humanos,(seres pensantes), conseguem olhar de forma diferente para uma pessoa que NÃO
ESCOLHE ser diferente?
Porque a condição que nos faz o que somos não é algo que escolhemos, que somos forçados,de alguma forma está lá, intrínseco na alma, praticamente uma “característica genética”.
E quando falo em nos fazer o que somos não quero dizer apenas de nos fazer gostar de homens ou de mulheres, dos dois, ENFIM, mas sim daquilo que REALMENTE SOMOS, se
amamos o nosso próximo, independente de sua fé, sua sexualidade, ou qualquer característica, ou apenas aquilo que ele pode nos oferecer em nossa vantagem,
se temos consciência política, se nos preocupamos com a nossa sociedade, ainda que seja restrita à rua de nossas casas. 
Quem realmente somos? Eu já me perguntei muitas vezes isso, quando sinto qualquer tipo de repulsa por meus semelhantes. 
Mas o mais importante é o que estamos fazendo para melhorar o que somos. 
Se estivermos fazendo algo, estaremos nos aplicando nisso verdadeiramente? O que faz o seu igual te parecer tão diferente? Porque ele/ela ama diferente? Veste-se ou usa os cabelos de uma cor que você não gosta? 
Se pergunte todos os dias, se aquela pessoa da qual você não gosta por ser diferente, (repito, diferente em qualquer sentido, externo, interno), merece realmente sua aversão. Fez algo que te desagrada ao ser o que é? É-te prejudicial?
Comecemos no nosso pequeno mundo, mudando pequenas coisas enraizadas, talvez, por uma criação repressora, ou racista, desmerecedora de alguma forma.
Tem gente que não se importa se o outro é gay, desde que tenha dinheiro. Que aplaude aquele político desonesto e o recebe em casa mesmo sabendo de suas falcatruas.
O recebe com honras! Mas acha um absurdo a filha da vizinha com aquele monte de piercings e tatuagens, afinal, ela poderia usar o dinheiro do seu salário com  algo mais produtivo. Já ouvi isso, creiam.
Mas, cada um de nós deve olhar para dentro, bem lá dentro de nós e procurar as nossas próprias diferenças e refletir se nossos pensamentos são puros o bastante para que possamos julgar o próximo.
Os meus, CERTAMENTE, não são.
Os seus são?

 Ana Paula Trapé

Ana Paula Trapé é advogada no Guarujá

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O Jornal a Folha de São Paulo, publicou na seção Painel do Leitor de 31 de maio de 2011 minha humilde colaboração.Isso me deixa orgulhoso e com forças para continuar "reclamando".-A notícia, o sigilo e a lei. Artigo de José Roberto Batocchio em defesa do ministro Palocci, publicado na Folha em 30 de maio de 2.011

Clique na foto para ampliar


A notícia,o sigilo e a lei.
Tive que reler quatro vezes o artigo “A notícia, o sigilo e a lei”.
Confesso que ainda assim não entendi a linha de defesa de  José Roberto Batochio, advogado do ministro Antonio Palocci.
Chama de delatores os contribuintes, alega que vinte milhões de consultorias significam quarenta e oito mensalidades de R$416.000,00 de onde deveriam ser descontados ainda impostos, salários e outros encargos. Para não demonstrar esses descontos alega sigilo total nos contratos pelas cláusulas de confidencialidade. Ameaça quem sugere a quebra desta com os rigores do artigo286 do Código Penal.
E por acaso é possível usar a cláusula de confidencialidade para esconder atividades criminosas?
Todas as notícias dão conta de que a empresa criada para dar a tal assessoria não tem sede nem funcionários, apenas e tão somente o ministro que até pouco tempo se valia de assessorias  de porte de Delfim Neto, Maria da ConceiçãoTavares e Jeffrey Sachs.
Será que ele se tornou um gênio tão rápido? Ou fez tráfico de influência e outros crimes?

Marinho Guzman

domingo, 29 de maio de 2011

Sabe aquela mulher super equilibrada, que nunca cobra nada, super segura, nada ciumenta e calma? Ela tem outro.

Gosto das frases de efeito.
Essa é uma delas que faz muito sucesso entre mulheres e homens que espertamente gostam de dar corda às mulheres.
Em primeiro lugar me pergunto: quantas mulheres equilibradas, super seguras, nada ciumenta e calmas você conhece?
Conheço muitas que tem um ou mais desses “predicados”.
Nenhuma que tenha todos eles. Para começar, desde quando uma mulher equilibrada chega ao ponto de ter outro sem desfazer a atual relação?
Segundo os melhores manuais de psicologia de botequim, mulher equilibrada não trai. Sai! Sai fora!
No momento em que a mulher equilibrada chega á conclusão que o relacionamento "fez água" e que ela está afim de outro,me parece que em nome do equilíbrio é hora de sair fora.

sábado, 28 de maio de 2011

A solução para os problemas que deixam nossos corações aflitos, está dentro de cada um de nós.


Por Valmir Filho

                                 A solução dos seus problemas

A vida é uma enorme roda gigante, às vezes passamos por momentos de descrédito e nos sentimos frustrados, pois acreditamos que todas as ações possíveis para solucionar os nossos problemas, foram feitas, além da grande pressão que nos cai sobre os ombros, neste momento ficamos de olhos vendados e não encontramos a solução, passamos a não viver a vida de forma plena, deixamos de ser atores e a passamos a condição de meras vitimas.
Temos que ter bem claro, que somos vitimas das nossas escolhas, vitima da sociedade na qual fazemos parte, vitima do medo, vitima do desconhecido, são tantas indagações que neste turbilhão de questionamentos nos perdemos e temos a sensação, que nunca mais iremos nos reencontrar.
Mas, para cada chave existe uma fechadura, para cada ação existe uma reação e para cada pensamento positivo, existirão novos pensamentos positivos, assim vivemos criando e recriando nossas rotas e trajetórias.
Este processo é contínuo, devemos buscar as chaves para que se abram as portas do nosso intelecto e dos nossos corações, para que possamos vislumbrar uma vida melhor, uma vida plena de felicidades, e grandes conquistas.
Quando tudo parece perdido, não devemos entregar os pontos, enquanto há vida, existe sempre esperança de fazermos acontecer, esperança de amanhã sermos melhores que hoje, de podermos fazer diferente. Se buscarmos a solução dentro de nos mesmos, jamais ficaremos sem respostas.
A solução para os problemas que deixam nossos corações aflitos está dentro de cada um de nos, mas, para tanto devemos vencer os grandes adversários que se encontra dentro de nos, devemos vencer o medo:
O medo de errar,
O medo de não ser compreendido,
O medo de tudo que nos afasta daquilo que acreditamos.
O mais intrigante é quando descobrirmos que estes monstros foram criados e os alimentamos diariamente por nos, toda vez que deixarmos que sobressaiam as nossas vontades.

Por. Santos, Valmir Neves – 27/05/2011

sábado, 21 de maio de 2011

Um novo estudo mostra que na hora de gerenciar a rede de contatos, confiança e troca de conhecimento valem mais que mil cartões corporativos.

NETWORKING DE QUALIDADE


Se você considera importante manter mais de 500 contatos no LinkedIn ou se orgulha da coleção de cartões corporativos, é melhor repensar sua estratégia de networking. 
Dois estudos recentes mostram que qualidade é melhor que quantidade na hora de montar uma rede de contatos eficiente aquela que de fato vai ajudá-lo a resolver problemas de negócios e a encontrar um novo emprego. 
Uma das pesquisas é a do antropólogo inglês Robin Dunbar, que ficou conhecido nos anos 90 por pregar que o cérebro humano é capaz de estabelecer círculos de amizade com no máximo 150 pessoas. 



O cientista, da Universidade de Oxford, refez a pesquisa analisando o tráfego de sites de relacionamento, como Facebook e Plaxo, e concluiu que a tecnologia não ajuda na expansão da rede de amigos. Mesmo com mil contatos no LinkedIn, uma pessoa interage pela web, no período de um ano, com no máximo 150, repetindo o comportamento do mundo real. Em outro estudo, os americanos John Hagel e John Seely Brown, do Center for the Edge, instituto de análises da consultoria Deloitte, propõem uma revisão na maneira convencional de fazer networking. 

Segundo os consultores, a abordagem comum, que consiste em conhecer muitas pessoas e recorrer a elas quando necessário como na hora de procurar emprego, acaba criando relacionamentos baseados em interesse, em que um lado enxerga o outro com desconfiança. 
O método não funciona na prática porque, dizem os autores, não cria engajamento entre as partes na solução do seu problema. O que dá certo numa rede de contatos, é investir na criação de relacionamentos consistentes, baseados em confiança. Só que isso leva tempo e exige esforço pessoal, o que acaba por eliminar a possibilidade de envolver muitas pessoas. Mas como desenvolver essa rede qualificada? 
A resposta é a troca de conhecimento, explica Hagel, que, com seu colega Brown, lançará em abril, nos Estados Unidos, o livro The Power of Pull (O poder de puxar), sem previsão de publicação no Brasil, no qual apresentam a teoria de networking eficaz. 

A base da tese é a utilização de um tipo de conhecimento que os autores batizam de tácito, uma série de aprendizados que a pessoa guardou de suas experiências, mas que não tem facilidade para expressar. 
Ao contrário das realizações que o profissional usa para fazer marketing pessoal, o conhecimento tácito só vem à superfície quando há um diálogo franco entre duas pessoas. Uma conversa atenta permite que a experiência mais rica do profissional apareça, diz Flávia Portella, consultora da DBM, empresa de outplacement, que trabalha com executivos que precisam aprimorar o networking para se recolocar. 
Explorar a sabedoria que você tem, mas não sabe, não é um exercício fácil. Requer do profissional disposição para ouvir com atenção e aprender com a outra pessoa. 
A partir do que o outro diz, você pode verificar o seu repertório seu conhecimento tácito e sugerir soluções para ele. 

Quando o conselho é bom, e se transforma em ajuda efetiva, você ganha pontos com essa pessoa. Ela se sentirá grata e, quando você tiver um problema, ela vai tentar ajudá-lo. Agora, imagine fazer isso com mil pessoas. É improvável que você consiga. Por isso, colecionar cartões de apresentação é uma tarefa quase inútil se não tiver um vínculo forte com o dono do cartão.
Para os consultores da Deloitte, fazer networking é, acima de tudo, um exercício de coragem. Expressar esse saber tácito é desafiador porque exige disposição para reconhecer fraquezas pessoais e erros, explica Hagel. Pode ser duro, mas conseguir fazer isso, porém, é a chave do sucesso. 

Mostrando suas questões mais pessoais você deixa os outros saberem quem você realmente é, diz Flávia Portella, da DBM. Mais importante e eficiente que ficar perguntando a história dos outros profissionais, segundo John  Hagel, é encontrar pessoas que compartilhem o mesmo desafio que você e, a partir daí, tentar resolver o problema em conjunto. Além de somar os conhecimentos existentes, as pessoas podem desenvolver coisas novas juntas, o que é mais legal, explica. 



AJUDA NATURAL


Em busca de compartilhar questões profissionais, um grupo de vice-presidentes e diretores de marketing de grandes empresas se reúne mensalmente em São Paulo, no comitê de executivos de marketing da organização internacional World Trade Center (WTC). O grupo é restrito a 40 pessoas, para garantir alto nível na conversa. Isso cria um espaço onde os executivos se sentem à vontade para expor questões estratégicas, que são difíceis de ser discutidas dentro da empresa. 


A base da coisa é confiança. Os números discutidos ali nunca são expostos e concorrentes são proibidos. Isso permite que a gente receba conselhos qualificados, estabeleça boas parcerias de negócios e crie uma proximidade profissional, diz Marcus Vinicius Georgi, diretor de marketing da SAP, responsável pela unidade Business Objects. 

Quando o networking é feito dessa maneira, as sondagens de emprego aparecem de modo natural entre dois conhecidos. O lado da carreira faz parte desse convívio, diz Marcus Vinicius. No networking convencional, você empurra seus interesses para os outros, disparando e-mails e telefonemas para pessoas com as quais tem pouca intimidade.
O certo, diz John Hagel, é fazer o contrário, ou seja, atrair pessoas para perto de você. 
A sugestão do consultor é comunicar quais são as coisas de que gosta, nas áreas em que se considera competente. Isso pode ser feito em qualquer meio, de redes virtuais a festas, de apresentações corporativas a discussões no café do corredor, afirma. 

Se o interlocutor tiver interesses e conhecimento nos mesmos assuntos, o receio de se expor diminuirá e será superado pelo desejo de se conectar e aprender. Embora estejam ligados à imagem do networking comum, na qual quantidade é mais importante do que qualidade, sites de relacionamento, como LinkedIn e Facebook, podem ser bem utilizados. A boa prática consiste em buscar pessoas que compartilhem o mesmo interesse, o que é diferente de pedir favor. Você pode atrair gente que vive dilemas semelhantes ao seu que você nem sabia que existia, diz gel. 

Esta é, por exemplo, a história razoavelmente conhecida da origem do sistema operacional Linux, rival do Windows, da Microsoft. Seu pai, o finlandês Linus Torvalds, tentando solucionar um problema pessoal de programação de computador, resolveu pedir a ajuda de outros programadores pela Usenet, uma rede ancestral à internet. 

Sem querer, descobriu que havia, ao redor do mundo, vários programadores com o mesmo desafio. O Linus Torvalds publicou o código do sistema e, a partir daí, angariou uma comunidade de voluntários que tinha os mesmos objetivos e problemas, que se dispôs a contribuir, conta Rafael Peregrino da Silva, CEO da Linux Media, editora que publica a revista Linux Magazine.


NOVAS PRÁTICAS


Para John Hagel, do Center for the Edge, esse novo tipo de networking exige que as pessoas mudem seus hábitos. Entre as ações citadas estão desde a criação de blogs ou a participação de discussões online até escolher viver em cidades ou bairros onde um determinado tipo de conhecimento é explorado de maneira mais intensa.
A meta é pensar sempre em como atrair para nós mesmos a atenção de pessoas relevantes, diz Hagel. O publicitário paulista Guilherme Loureiro, de 28 anos, gerente de mídia digital da agência de publicidade Talent, ganhou notoriedade na comunidade de mídia eletrônica por meio de um evento que começou a organizar há dois anos, o Happy Hour do Mercado Digital. 
De um encontro de networking para 16 pessoas, o evento cresceu e chegou a ter 500 participantes em uma de suas edições. 


Em um determinado momento, Guilherme resolveu criar uma comunidade virtual na rede Ning, a Happy Hour do Mercado Online (HHMOnline), que hoje conta com 1 600 profissionais de publicidade digital. Conheci muitas pessoas, já fui convidado para dar palestras, diz. A maior contribuição da rede, afirma Guilherme, é exatamente proporcionar que pessoas com desafios comuns se encontrem e troquem informações. Pensei na rede como uma forma de conectar profissionais jovens, que sofrem com pouco espaço para crescer no mercado, diz ele. 

O legal é ver as pessoas se conectando, trocando informações, fazendo negócios e arrumando vagas. Segundo Hagel, o mundo está entrando numa fase em que para ser inovador ou manter-se competitivo é importante ter acesso aos locais onde circulam as melhores informações e as pessoas só vão conquistar esse acesso por meio de relacionamentos de confiança. 
Se você ainda não havia pensado nesse tipo de networking, está na hora de começar.

Publicado originalmente emhttp://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/networking-qualidade-538947.shtml

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Príncipes, princesas, sapos e pererecas.



Garotas se queixam, de que na busca de príncipes só encontram girinos e vivem engolindo sapos e pintos.
Garotos se queixam de que periquitas, pererecas e periguetes, se confundem nas baladas, armando pegadinhas para os pegadores.
Como numa roleta russa, há sempre a possibilidade de uma transa se transformar em transação onerosa, caso um espermatozóide distraído encontre um óvulo ávido por polpuda pensão alimentícia.
Pais de garotos que fazem quase nada, com as garotas que fazem quase tudo, preocupados com a “síndrome do pinto louco” já têm sido condenados a sustentar além dos seus próprios, os filhos dos filhos que “metem o pau” na grana e em qualquer buraco.
Jogadores de futebol e cantores sertanejos são as principais vítimas das garotas de saias curtas e cabelos longos.
Neymar é o mais recente exemplo do garoto prodígio, que depois do sucesso com a bola, vai ter de aprender que as garotas mais fáceis serão as relações mais difíceis.
O goleiro Bruno que o diga...

Às vezes...

Às vezes eu paro...penso...olho e vejo que não vi.
Às vezes eu paro...penso...olho e finjo que não vi.
Às vezes eu paro, penso e vejo quanto eu te vivi.

domingo, 15 de maio de 2011

Tarde demais para esquecer


Eu lembro. 
Eu pensava reencontrá-la um dia e como numa novela você diria...
Há quanto tempo... e eu responderia:
-Uns trinta e cinco anos!
E hoje já se passaram mais de trinta e cinco anos. Trinta e cinco anos de uma lembrança, que é só uma lembrança, nada mais do que uma forte lembrança.
Tarde demais para esquecer?
Que força é essa que dura tanto quanto uma vida?
Tarde demais para aprender.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Atentas à reputação, empresas adotam redes sociais como o 'SAC que funciona

13/05/2011 -
GUILHERME TAGIAROLI
 Do UOL Tecnologia

Você tem um problema com um novo produto, liga para o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) da empresa e ele não é resolvido. No SAC, o atendente pede que você mande um e-mail com todas as informações (número de série, nota fiscal, etc) e, mesmo assim, nada de atenderem a sua solicitação. Enquanto isso, com apenas uma postagem em uma rede social citando a empresa (algo que leva poucos segundos), alguns internautas conseguem ter sua solicitação atendida ou, ao menos, alguma resposta da empresa.
Atendimento de reclamações
A prova, que nem sempre as reclamações dos consumidores são atendidas, está em um ranking do Procon-SP de 2010. De acordo com ele, por exemplo, empresas como Santander, Eletropaulo e Itaú Unibanco foram as que mais receberam reclamações e não ofereceram resposta aos clientes.
Das 695 recebidas pelo Santander, por exemplo, apenas 145 foram atendidas. De 863, a Eletropaulo atendeu 249 e, por fim, o Itaú Unibanco atendeu 825 de 1.708. Para ver o relatório do Procon, clique aqui (PDF)
O motivo dessa diferença na agilidade do atendimento, explica Solange Oliveira, consultora de comércio eletrônico, deve-se à principal característica da rede. “A internet é como tatuagem: tudo que é postado fica nela para sempre. E as empresas não querem seus nomes ligados a aspectos negativos.” (Com redes sociais em alta, repórter descreve a saga de reclamar com SAC 'surdo').
Um dos exemplos recentes mais famosos é o do procurador Oswaldo Luiz Borrell. Após reclamar pelas formas tradicionais, ele gravou um vídeo e postou no YouTube mostrando a insatisfação com a Brastemp, que ainda não tinha consertado sua geladeira com defeito. O vídeo ganhou tantas visualizações (mais de 100 mil) que o assunto virou trending topics do Twitter (entrou para a lista dos mais citados). Após o ocorrido, ele ganhou uma geladeira nova.
Sem tanta repercussão, porém, alguns usuários do Twitter também  conseguiram o mesmo feito de Borrell. “Falar por telefone é praticamente impossível, pois eles desligam na sua cara ou fazem você esperar por vários minutos. Nas redes sociais estamos mais próximos da empresa e o sentimento de impotência não é tão grande”, relatou o engenheiro agrônomo Felipe Lima, 24, que levou cerca de 20 minutos para receber atendimento de uma operadora no Twitter. Ele, após algumas ligações sem sucesso para a empresa, resolveu reclamar no microblog pelo fato de a internet em sua casa apresentar instabilidade.
Outro caso parecido é o da designer Marina Kikuchi, 20. Após pedir o estorno de uma compra em um site de compra coletiva, apenas por meio do Twitter ela conseguiu um contato com a empresa para fazer sua solicitação. “Liguei muitas vezes para falar com o telemarketing e eles não resolviam nada. Depois que citei o perfil do site em um tuíte, a resposta veio no mesmo dia, após algumas horas.”
“As pessoas até podem estabelecer contato pelas formas tradicionais, mas as mídias sociais são as formas mais eficazes de reclamação”, disse Alexandre Diogo, presidente do IBRC (Instituto Ibero-brasileiro de relacionamento com o cliente), confirmando a rapidez de resposta neste tipo de solicitação.
A designer Marina Kikuchi, 20, teve problemas com um site de compras coletivas
Engenheiro agrônomo Felipe Lima, 24, recebeu atendimento rápido após reclamar no Twitter
Solange Oliveira, que cuida do perfil de rede social de oito empresas, ressaltou que a grande diferença entre reclamar em redes sociais e em meios convencionais é a ressonância do problema. “Quando alguém grita ao telefone com uma atendente, só a pessoa e o funcionário da companhia ouvem. Agora, no Twitter, uma reclamação pode atingir centenas ou até milhares de pessoas.” Ou seja: nas redes sociais, o texto (ou vídeo) do consumidor vale mais que sua voz ao telefone.
No caso de Felipe, apesar da resposta rápida, seu caso com a empresa ainda não foi resolvido. Já Marina precisou de sete meses de espera para receber o estorno da compra. Após o período, ela reembolsou os R$ 160, do tratamento estético pago, mais juros pelo atraso no pagamento.
No Brasil, a rede social com maior audiência ainda é o Orkut. No entanto, o uso de sites de relacionamento como substitutos do SAC só ganhou força com a popularização do Twitter e Facebook. A razão, explica Oliveira, é que a rede social do Google é “fechada”. Diferente das outras, cujo conteúdo chega a ser indexado em mecanismos de busca (no caso do Twitter, não é necessário estar associado a qualquer comunidade temática, como "Eu odeio...", para ter acesso à reclamação de um contato).
O freguês nem sempre tem razão
Apesar de todo o “mimimi” (termo para reclamações usado na web) nas redes sociais há, basicamente, dois tipos de usuários: o que, de fato, tem um problema e reclama com razão e os “trolls” – gíria utilizada na web para pessoas que reclamam sem nenhum fundamento e querem provocar discussão para tumultuar.
“O lema para quem trabalha com gerenciamento de rede é ‘não alimente os trolls’, pois esse tipo de usuário não tem um problema concreto e sempre cria discussões chulas”, explicou Oliveira, sobre os usuários que mais querem atrapalhar que ajudar.
De acordo com Alexandre Diogo, do IBRC, a empresa deve prestar atenção ao que estão falando sobre ela. No entanto, não é por que a pessoa foi lesada que ela pode falar mal descaradamente de uma companhia. “Difamação e calúnia podem render processos independente do ambiente.”

domingo, 8 de maio de 2011

RECHEIO DE BIQUINI


Titulo e conteúdo são fundamentais na internet.
A loja virtual de biquínis www.biquinis.tv faz uma campanha publicitária de seus biquínis para venda pela internet que chama a atenção, principalmente, pelos belíssimos biquínis que disponibiliza para suas clientes de todo o Brasil, mas também por títulos e conteúdo que atraem essas clientes para sua loja, seu site e suas páginas.
São centenas ou milhares de páginas, invariavelmente indexadas e bem posicionadas pelos sistemas de busca, especialmente o Google com textos de duplo sentido e fotos muito bem tiradas.
Quem lê o título RECHEIO DE BIQUINI dificilmente deixa que a imaginação e a curiosidade escapem de um clique nessa informação, que a leva em seguida à loja virtual.
Com essa e outras estratégias de marketing, a loja de Guarujá que só atendia às clientes locais, ou no máximo de veranistas que passam férias na cidade, passa a atender o atacado e varejo de todo o Brasil, não estando voltada, pelo menos nesse momento para o mercado internacional.
Atender a uma clientela exigente, com muitas marcas famosas e outras nem tanto, permite uma possibilidade de escolha que não existe em qualquer outra loja, com limitação de espaço físico para estoque e exposição dos modelos e estampas.  Obviamente os preços também atendem a todas às bolsas e bolsos uma vez que os homens presenteiam com biquínis exatamente para temperar o recheio ...
Comprar pela internet é também uma excelente opção para quem está longe de São Paulo ou do Rio de Janeiro e que certamente só vai dispor dos modelos da coleção 2010 para o Natal ou para os meses de Janeiro e Fevereiro.
Quem consultar a loja virtual da Guarujá Biquinis vai ver que há mais com que se regalar nesse verão que os recheios culinários...
O endereço da loja virtual é www.biquinis.tv e-mail biquinisguaruja@hotmail.com que dá à clientela da internet a segurança de uma grande loja física no Guarujá, onde se encontra na avenida Marechal Floriano Peixoto 90 Morro do Maluf
Praia de Pitangueiras, telefone (13)3386-2744
Assessoria de Imprensa Marinho Guzman MTb SP 16.207

sábado, 7 de maio de 2011

A PRAGA DO CONVENCIMENTO


O GLOBO - PRIMEIRO CADERNO – OPINIÃO-Nilton Bonder

Uma das lutas fundamentais dos "direitos humanos" é contra o desejo de "convencer"e "converter". 
A idéia que norteia nossa civilização ocidental é que para um lado ter razão o outro tem que, necessariamente, estar errado.
Conta-se que um rabino foi certa vez consultado sobre um litígio. Uma das partes envolvidas apresentou seu caso e o rabino aquiesceu: "você tem razão". A outra parte também apresentou sua argumentação e o rabino reconheceu: "você também tem razão". Seu assistente que o acompanhava, atônito questionou o mestre: "isto é um litígio, como pode ser que este tem razão e aquele tem razão?". O rabino concordou: "você também tem razão".
Exige sabedoria resgatar o rabino da patética condição de alguém que concorda com qualquer argumentação e compreender seu ensinamento acerca de uma "razão" que não é indivisível ou única.
Para nossa dificuldade, a realidade é sempre composta de vários certos. A democratização do "certo" é talvez o mais importante ato de cidadania e de espiritualidade de nossos tempos.
Mais importante talvez do que a memória e o julgamento do passado, seja a capacidade de identificar em nosso tempo as atitudes que ainda hoje representam as forças do convencimento. Elas estão por todas as partes travestidas de intolerância.
Os que "precisam convencer" são aqueles que acreditam que a vida é uma caminhada que deve chegar a algum lugar onde suas vivências e seus valores serão comparados às vivências e aos valores dos outros.
Os que "não precisam convencer" não percebem a vida como um mega-"vestibular". Não há primeiros colocados, nem sequer aprovados e reprovados por parâmetros externos e excludentes. Não há salvos e perdidos. Existe sim a possibilidade de não sofrer de desespero para todos os que vivam suas vidas com reverência, integridade e intensidade.
Há neste mundo os que "vivem e deixam viver" e há no mundo os que precisam afirmar suas certezas provando e apontando o "outro" como errado. Um dia iremos concordar que só existe um parâmetro externo para definir o "certo" e o "errado". 
Certo é qualquer coisa que não queira convencer ou impor a vontade de um sobre o outro. Errado é a postura do convencimento.
Tanto convencido quanto o que convence são perdedores.
O julgamento da vida se baseia em duas listas de acusação: as ocasiões em que fomos convencidos e as ocasiões em que convencemos. Nossa identidade e nosso senso de presença são experimentados quando não estamos nem na condição de convencidos ou de convencer. A própria alegria depende do quanto somos convencidos pelos outros e do quanto convencemos os outros. 
Quanto mais convencidos e convencemos, mais tristes e insatisfeitos nos tornamos; maior nosso senso de inadequação; maior nossa insegurança e maior o nosso medo.
O convencimento nos rouba a vitalidade fundamental de nossa própria raiz e nos faz dependentes do outro para definir a nós mesmos.
O convencimento é uma inveja dissimulada. Hospedeiro do mal, ele se instala em todas as áreas estagnadas e alienadas de nossa vida e lá deposita suas larvas.
Podemos erradicar o "convencimento" do mundo com uma ação "sanitária" cuidadosa e organizada. Podemos nos educar a ponto de termos "tolerância zero" com a intolerância. 
O reconhecimento dos erros do passado é um importante passo, mas apenas aumenta a responsabilidade. Isto porque a História julgará a todos não por sua consciência do erro, mas por sua capacidade de evitar repeti-lo.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Só Deus pode julgar!

Deus tudo pode...

Li em algum lugar que a única criação de Deus teria sido o mundo.
Essa seria uma explicação lógica para tantos problemas. 
É assim... A primeira vez a gente nunca esquece... mas faz cada cagada!!!
Em outro lugar qualquer li que Deus teria criado o mundo em seis dias e descansado no sétimo... Pois é... fazer as coisas correndo ás vezes “dá uns probleminhas” como diz nosso amigo Renato Araújo.
Nem todos os livros do mundo conseguiram explicar o que faz com que certos homens feitos da mesma carne e do mesmo sangue tenham sido como Gandy e Martin Luther King e outros como Hitler e esses ditadores monstros que matam milhares de compatriotas.
Só Deus pode julgar. Mas a gente consegue avaliar, porque tem gente jogada nas sarjetas e gente como nós que pode ter casa, família e outras coisas boas.
Nós tivemos pais que nos ensinaram a ser dignos, honestos e a trabalhar cada um com a sua capacidade.
Os pais dos pais desses coitados já foram esquecidos pelos governantes. 
Os governantes atuais estão roubando a chance que os filhos desses coitados poderiam ter.
Mas Deus há de julgá-los! Só Deus! Eu simplesmente os aponto.

Credor terá de esperar ao menos 30 dias para inscrever inadimplente nos serviços de proteção ao crédito

LARISSA GUIMARÃES
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA
A Comissão de Constituição e Justiça aprovou nesta quarta-feira um projeto que fixa um prazo mínimo de 30 dias para que o credor possa inserir o nome do consumidor inadimplente nos serviços de proteção ao crédito. O prazo de 30 dias será contado a partir da data de vencimento para o pagamento da dívida.
O projeto foi aprovado em caráter terminativo --ou seja, não precisa ir a plenário-- pela CCJ e, se não houver recursos, irá para o Senado.
De acordo com o autor do projeto, Carlos Bezerra (PMDB-MT), o prazo atualmente não é o mesmo em todo o país. "A Câmara de Diretores Lojistas de cada Estado estipula um determinado prazo para registro do consumidor inadimplente", afirmou, na justificativa da proposta.
Hoje, de acordo com o Procon-SP, o consumidor está sujeito a ter o nome enviado para cadastros de proteção ao crédito a partir do primeiro dia de inadimplência. Antes, porém, a empresa é obrigada, segundo o Código de Defesa do Consumidor, a informá-lo por escrito que seu nome será enviado ao cadastro de inadimplentes em caso de não pagamento da dívida.
Segundo Marcel Solimeo, economista-chefe da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o comércio costuma esperar até 60 dias antes de enviar o consumidor para a lista de inadiplentes --no caso, o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).
A comunicação ao cliente, afirma, é feita tanto pelo comércio quanto pela empresa de proteção ao crédito --em um serviço pago pelo comércio. A comunicação, segundo Solimeo, costuma ser feita dez dias antes da inclusão cadastral.
Para a Serasa, que também atua no ramo de proteção ao crédito, o envio do inadimplente para cadastros de nome sujo são uma prerrogativa do credor, conforme o risco de inadimplência que ele puder suportar --ou seja, não há um prazo médio utilizado pelas empresas para fazer esse procedimento.
CRÍTICA
Solimeo afirma que a ACSP ainda não tinha tomado conhecimento do projeto, mas criticou seu teor após ser informado sobre o prazo de 30 dias. "Tem que acabar com essa mania de intervir em tudo na iniciativa privada. Há um prazo, o consumidor não respeitou, está inadimplente", disse.
Dados da ACSP apontam para um crescimento de 7% na inadimplência neste ano, em relação ao ano passado, mas abaixo do registrado no mesmo
"O ano de 2010 foi excepcional para a recuperação do crédito, por isso nós já esperávamos um aumento da inadimplência neste ano. Mas não é nada que preocupe", afirma Solimeo.
De acordo com ele, a principal causa para a inadimplência é o desemprego. "Como o emprego está estável, não há risco de a inadimplência aumentar."

Um final de semana de conto de fadas. O príncipe casou, o papa virou santo e o vilão morreu





Antigamente eu ligava a TV no Jornal Nacional para saber as notícias do dia.
Nessa mesma edição, a gente tinha uma retrospectiva mais informativa do que vinha acontecendo no mundo durante a semana e a chamada para o Fantástico, de que os assuntos seriam focalizados em reportagens especiais no domingo.
Bin Laden morreu e a internet já mostrava, minutos depois, aonde tudo aconteceu, com fotos de satélite, inclusive a da foto do cachorro do “Bin” no quintal. O mundo chora e ri aliviado.
Beatificaram o Papa em tempo recorde. O que antes demorava no mínimo cinqüenta ou cem anos, os tempos modernos fizeram acontecer em menos de cinco. Mal deixaram esfriar o defunto!
O príncipe casou, ainda não saíram todas as revistas de fofoca da semana com as fotos e fatos e isso já é assunto velho.
Minuto a minuto, a gente percebe que o tempo está passando mais rápido, que a vida corre e a gente fica mais velho e mais rápido, quase não vê a vida passar.
Aqui no Facebook, se você tiver muitos amigos não consegue acompanhar as postagens da maioria. Elas estarão tão lá embaixo, que dificilmente você vai ter tempo de rolar a tela antes que receba o aviso de um e-mail que está chegando.
Tive que deletar vários “amigos”, dei preferência àqueles e àquelas que costumeiramente fazem cinco postagens por dia:
-Acordei! Vou à praia! Cheguei cansada! Amanhã manicure. Agora cama!
Deletei também uma “amiga” que me chamou de frustrado, disse que eu devo ser um homem preso no corpo de mulher e explicitou outros dos meus muitos defeitos que eu sei que tenho, mas não precisam ficar me lembrando.
Aí eu li a postagem de alguém:
Um final de semana feliz: - O príncipe casou, o papa virou santo e o vilão morreu.

Legal! Fiquei pensando se o meu final de semana teria sido feliz e cheguei à conclusão que:


De santo não tenho nada, quem tá trepando é o príncipe. Ainda bem que não fui eu que morri!

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá
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