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domingo, 27 de março de 2011

Rodrigo Lombardi e modelos encantam o público em Curitiba

Deco Rodrigues/Revista QUEM
Rodrigo Lombardi sentou no palco do evento
Rodrigo Lombardi apresentou a primeira edição da temporada 2011 do “Monange Dream Fashion Tour”, realizado na noite de sábado (26), em Curitiba, no Paraná. O ator enalteceu a chance de o público ter a chance de assistir a um evento com 32 modelos brasileiras com carreira consolidada no exterior. Destas, seis têm o título de “dream models” do evento: Alessandra AmbrosioAdriana LimaIsabeli FontanaIzabel GoulartRenata Kuerten e Ana Beatriz Barros.
Deco Rodrigues/Revista QUEM
                                                             Adriana Lima (à esquerda) e Alessandra Ambrosio (à direita)

Deco Rodrigues/Revista QUEM
                                                         Yasmin Bruner (à esquerda) e Renata Kuerten (à direita)

Deco Rodrigues/Revista QUEM
As modelos fizeram festa no final do desfile
Deco Rodrigues/Revista QUEM
                                                         Raica Oliveira (à esquerda) e Isabeli Fontana (à direita)

Philippe Lima/AgNews
                                                       Isabeli Fontana (à esquerda) e Ana Claudia Michels (à direita)
Philippe Lima/AgNews
                                                             Yasmin Bruner (à esquerda) e Raica Oliveira (à direita)

Philippe Lima/AgNews
                                                           Ana Claudia Michels (à esquerda) e Izabel Goulart (à direita

Deco Rodrigues/Revista QUEM
Ana Claudia Michels cruzou a passarela do evento
Philippe Lima/AgNews
                                                           Raica Oliveira (à esquerda) e Adriana Lima (à direita)
Deco Rodrigues/Revista QUEM
Top exibiram beleza em Curitiba

Dinho Ouro Preto interagiu com o público
Philippe Lima/AgNews
                                                    Izabel Goulart (à esquerda) e Alessandra Ambrosio (à direita)

Philippe Lima/AgNews
                                                 Ana Beatriz Barros (à esquerda) e Alessandra Ambrosio (à direita)

sábado, 26 de março de 2011

De casamento marcado, mulher segue ladrão e recupera documento

25/03/2011 - 19h36

REYNALDO TUROLLO JR.
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Uma motorista que teve a bolsa levada por ladrões enquanto estava parada em um semáforo na Bela Vista (região central de São Paulo) perseguiu os criminosos por mais de cinco quadras e conseguiu, com a ajuda de um policial militar à paisana, deter um dos suspeitos, nesta sexta-feira.
Ofegante após a corrida, a vítima disse à reportagem que está com o casamento marcado para amanhã, às 11h, em um cartório na Vila Mariana, e que por essa razão não poderia ficar sem seus documentos. Todos foram recuperados.
A motorista, que completa 53 anos na próxima semana, não quis ter o nome divulgado. Ela estava na esquina da rua Conselheiro Ramalho com a rua Manoel Dutra quando dois ladrões estouraram o vidro de Ford Fiesta, por volta das 18h10. A bolsa, alvo dos assaltantes, estava sobre o banco do passageiro.
Ela, então, abandonou o carro na via, interrompendo parte do trânsito, e correu atrás da dupla, que subiu até a rua Rui Barbosa.
Um policial militar que estava na rua, fora do horário de trabalho, assistiu à perseguição e se juntou à mulher. Ele conseguiu segurar um dos rapazes e recuperar a bolsa na rua Maria José, próximo ao número 189. O outro rapaz fugiu.
Testemunhas disseram que a mulher deixou o carro gritando para que os ladrões devolvessem pelo menos seus documentos.
"Na hora não tive medo, só pensei nos meus documentos, porque a segunda via demorou muito para sair", disse. A polícia orienta que vítimas não reajam em casos de assalto.
Além do casamento, a motorista precisaria dos documentos para a viagem de lua de mel, agendada para domingo.
O suspeito, identificado pela PM como Diego Cavalcante, 24, foi encaminhado pelos policiais militares da 1ª Companhia do 11º Batalhão para o 5º DP (Aclimação). Aparentemente, ele não estava armado.
Logo após a prisão, o rapaz admitiu ter passagem pela polícia por roubo. No entanto, não quis falar com a reportagem.

domingo, 20 de março de 2011

Outono começa neste domingo sob influência do fenômeno La Niña

19/03/2011 - 22h28



COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O outono começa às 20h21 deste domingo (20), trazendo temperaturas amenas e tempo seco para a cidade de São Paulo.
O horário de início astronômico da estação coincide com o momento em que o sol ilumina igualmente os dois hemisférios do planeta.
Por ser uma estação de transição entre o verão, quente e chuvoso, e o inverno, frio e seco, o outono tem características das duas estações.
"O tempo muda gradativamente, mas no início do outono, ainda poderemos observar temperaturas altas", explica Adilson Nazário, técnico em metereologia do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) da prefeitura.
O órgão ainda informou que o outono deve transcorrer sob influência do fenômeno La Niña --resfriamento anômalo das águas superficiais do oceano Pacífico--, que atua com intensidade moderada até meados do mês de junho.
Segundo a previsão climatológica divulgada pelo Cptec (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), em conjunto com o Inmet (Instituto Nacional de Metereologia), as chuvas ficarão dentro do volume esperado.
No mesmo período, tanto as temperaturas máximas quanto as mínimas devem ficar acima da média.
"Além da grande amplitude térmica, que é a diferença entre as temperaturas máximas e mínimas registradas no mesmo dia, o outono deve apresentar maior incidência de entradas de massas de ar frio, que ocorrem sempre após a passagem de frentes frias", disse Nazário.
Outra característica importante da estação é a redução gradual das chuvas. O regime de precipitação deve variar durante os meses, e as chuvas, na maioria das vezes, serão causadas pela passagem de frentes frias.
Por último, vale também lembrar que a umidade relativa diminui, condição que favorece o aumento da poluição e o retorno dos problemas respiratórios. Também haverá maior frequência de nevoeiros, e as geadas passam a ocorrer a partir da segunda quinzena de abril.

sábado, 19 de março de 2011

Bethânia tem show cancelado após polêmica do blog- A internet faz mais vítimas mostrando as irregularidades e ilegalidades


Rafael Andrade/Folha
Maria Bethânia amargou uma má notícia no Espírito Santo. Foicancelada uma apresentação que a cantora faria em outubro na cidade de Vitória.
Bethânia participaria do 3º circuito de teatro do Banescard, a bandeira de cartão de crédito do Banestes, casa bancária do Estado.
Ela levaria aos palcos capixabas o show "Bethânia e as Palavras". Não é um espetáculo qualquer.
Trata-se da apresentação que deu origem ao projeto do blog “O Mundo Precisa de Poesia”, que acaba de ser aprovado pelo Ministério da Cultura.
Bethânia foi autorizada a captar no mercado R$ 1,35 milhão com base na Lei Rouanet, que autoriza as empresas a descontar a cifra do Imposto de Renda.
A gerente de Comunicação do Banestes, Margô Devos, disse que "não existe conexão entre o cancelamento do show e as notícias” sobre Bethânia.
O blog de R$ 1,35 milhão, dos quais R$600 mil destinam-se a remunerar a cantora, converteu Bethânia em estrela de uma polêmica.
Ela se encontra pendurada nas manchetes em posição incômoda. Corre as redes sociais na web como alvo de piadas. Responde a tudo com estrepitoso silêncio.
Em reforço às palavras de sua gerente de Comunicação, o Banestes divulgou uma nota.
No texto, o banco estatal atribui o cancelamento do show de Bethânia à "readequação do planejamento dos investimentos culturais”.

Anota que o objetivo é aplicar as verbas de patrocínio “em sintonia com a política do governo do Estado para o segmento" dos cartões de crédito.

Na mesma nota, o Banestes esclarece que estão mantidas todas as outras apresentações agendadas para o seu circuito teatral.
Vão aos holofotes, entre outros: Marisa Orth, Rodrigo Fagundes, Marco Nanini e Betty Faria. Apenas Bethânia foi alvejada pela "readequação do declamar às expensas da Viúva.

Escrito por Josias de Souza às 04h27

sexta-feira, 18 de março de 2011

"Um homem precisa viajar. Amyr Klink

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

sábado, 12 de março de 2011

Libera ou não libera? Amor Estranho Amor, lançado em 1982 e fora do mercado há duas décadas, torna a assombrar Xuxa.




Nos tribunais Xuxa: inquieta com a nudez de trinta anos atrás
Amor Estranho Amor, lançado em 1982 e fora do mercado há duas décadas, torna a assombrar Xuxa. A apresentadora tem horror à ideia de que o filme volte a ser exibido.
 Nele, além da nudez, há uma cena de sexo entre a então jovem Xuxa e um adolescente. 
Sem alarde, desde o fim do ano passado tramita na Justiça do Rio de Janeiro uma ação do produtor Anibal Massaini requerendo os direitos de exibição do filme de volta. 
Ele quer relançá-lo. Massaini alega que Xuxa não honrou o depósito anual de 60 000 dólares nem formalizou na data devida o interesse na renovação do contrato que cedeu os direitos do filme à apresentadora. Por isso, na visão de Massaini, o acordo estaria extinto.
Xuxa já entrou com um recurso para que Amor Estranho Amor continue cheio de poeira nas prateleiras.
Por Lauro Jardim em Veja Radar 12 de março de 2011

Qual o sentido da vida?

As sandálias do discípulo ressoavam surdamente nos degraus de pedra que levavam aos porões do velho mosteiro.
Empurrou a pesada porta de madeira que cerrava os aposentos do ancião.
E custou a localizá-lo na densa penumbra, o rosto velado por um capuz, sentado atrás de enorme escrivaninha, onde, apesar do escuro, fazia anotações num grande livro, tão velho quanto ele.
E o discípulo o inquiriu:
- Mestre, qual o sentido da vida?
O idoso monge, permanecendo em silêncio, apenas apontou um pedaço de pano, um trapo grosseiro no chão junto à parede.
Logo após, seu indicador ossudo e encarquilhado mostrou, no alto do aposento, o vidro da janela, opaco sob décadas de poeira e teias de aranha.
O discípulo pegou o pano e subiu em algumas prateleiras de uma pesada estante forrada de livros.
Conseguiu alcançar a vidraça e começou então a esfregá-la com vigor, retirando a sujeira que impedia sua transparência.
O sol inundou o aposento, banhando com sua luz estranhos objetos, instrumentos raros e dezenas de papiros e pergaminhos com misteriosas anotações e signos cabalísticos.
O discípulo, sem caber em si de contentamento, a fisionomia denotando o brilho da satisfação, declarou:
- Entendi, mestre.
- Devemos nos livrar de tudo que ATRAPALHE nosso aprendizado…
- Retirar o pó dos preconceitos e as teias das opiniões que impedem O RECEBER da luz do conhecimento e então enxergaremos A VERDADE, com mais nitidez.
O jovem discípulo fez então uma reverência, e deixou o aposento, agora iluminado, a fim de dividir com os outros a lição recém aprendida.
O velho monge, o rosto enrugado ainda encoberto pelo largo capuz, os raios do sol da manhã banhando-o com uma claridade a que se desacostumara, olhou o discípulo se afastando.
Deixou escapar um tênue sorriso e pensou:
- Mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga!
E murmurou baixinho:
- Eu só queria que ele colocasse o pano no lugar de onde caiu. . . .

sexta-feira, 11 de março de 2011

Amor de bicho - Danuza Leão



Desde o dia em que um gatinho entrou na minha vida, só tive felicidades.
 Uma amiga me explicou que a escolha de meu futuro companheiro deveria ser determinada não pela aparência física, mas pela compatibilidade; afinal, estamos falando de um parceiro afetuoso com quem se pretende partilhar o resto da vida. Haroldo é tigrado, não faz parte de nenhuma raça nobre, e nós nos adoramos. Fui aprendendo a entender esse amor desmesurado.
Nós todos precisamos de carinho; e não só receber como dar. Mas aquela liberdade de abraçar, beijar cada dedinho do pé, o cangote, olhar nos olhos e dizer “eu te adoro, você é minha paixão” só se pode ter com os bebês. 
Depois, as crianças maiores vão ficando arredias e, por mais que um filho adolescente nos ame, dificilmente vai se aconchegar nos nossos braços para ver um filme na TV ou ficar quietinho enquanto a gente lê um livro ou fala bobagens fazendo um cafuné ou brincando com os pelinhos do seu braço. 
Quanto mais ele cresce, pior é. Dizem os conhecedores da espécie humana que esse afastamento faz parte do início da sexualidade, mas penso que tem a ver também com nossa cultura, que é tirana: adultos só podem se derreter com crianças muito pequenas.

A partir do momento em que o filho começa a crescer, os pais, pensando na disciplina e no respeito, perdem a espontaneidade e a liberdade de botá-lo no colo e dizer, despudoradamente, quanto o amam. Um certo distanciamento físico passa a permear as relações, e, quando a gente quer segurar as crianças, elas fogem.
Não existe maior comunicação entre as pessoas do que o contato físico. Só assim podemos sentir ou expressar, de verdade, a dor, a amizade, a paixão
Há quem diga que nós precisamos dar (e receber) quatro abraços por dia; aquele abraço bom, apertado, caloroso, não necessariamente de amor. Quantos você deu hoje? Pior: quanto tempo faz que você não dá e não recebe nenhum?
Os adultos apaixonados também não se sentem livres para ficar tocando o ser amado, passando a mão na perna ou brincando com a pontinha da orelha. Talvez para não demonstrar demais seu afeto, talvez porque o outro não goste dessa intimidade, o fato é que a aproximação física só começa, praticamente, na pré-cama. 
Quem hoje ficaria brincando durante horas, de leve, com a mão do namorado? E o medo de ele achar que a parada está ganha? E o receio de se mostrar apaixonada? 
É por essa necessidade de dar e receber carinho que muitas pessoas elegem um gatinho: para poder coçar a cabeça e a barriguinha dele e dizer várias vezes “eu te amo de paixão” sem se achar ridículas – quando não há ninguém por perto, claro.
Os gatos são tudo o que se pode querer, mas bem abusados: costumam usar nossa mão como travesseiro e ficam dormindo de pernas para o ar, enquanto nós, babacas apaixonadas, não nos movemos para não perturbar o sono deles. E muito folgados: se estiverem brincando e a gente chamar, não estão nem aí (mas a gente os ama assim mesmo). 


escultor Giacometti (Alberto Giacometti, suíço) disse uma vez que entre salvar a vida de um só gato ou todas as obras de arte do mundo inteiro, ele salvaria a vida do gato. Eu espero nunca ter que fazer essa opção.
 


terça-feira, 8 de março de 2011

A jornalista Raquel Sheherazade deu uma breve análise do carnaval, dita festa popular brasileira.

por Marinho Guzman Guzman, terça, 8 de março de 2011 às 04:40

Em poucos minutos a iternet ficou inundada com um texto da jornalista Raquel Sheherazade
Não vou citar partes do texto porque ela merece que você veja o original.
O que quero dizer é que a indignação genuína da moça com os recursos públicos gastos e a estrutura pública disponibilizada para essa festa é desmesuradamente superior à que o povo precisa e dispõe no dia a dia.
Também fica patente a coragem da moça que certamente será censurada por muitos na fácil tarefa de desconstruir grandes verdades que desagradam a muitos e principalmente aos muito ricos.
Ganham as cervejarias, as televisões, escolas e blocos que tem acesso a políticos que disponibilizam verbas públicas e poucos artistas muito famosos.
 Toda a riqueza que possa ser gerada em impostos é pouca frente aos gastos com a segurança, limpeza, reconstrução do patrimônio destruído e com as despesas com acidentes e vidas perdidas nesse novo carnaval.
Eu andava quieto e até envergonhado de achar o que ela acha do carnaval e o que muitos, muitíssimas outras pessoas acham e tem medo e vergonha de externar sob pena de serem taxadas de velhos, retrógrados e estraga prazeres.
Mais uma vez a internet e as redes sociais prestam um serviço ao mundo. Mostram que para cada folião bêbado que desfila atrás de um Trio Elétrico existem milhares de outras pessoas que pensam diferente, que observam passivos,mais essa deturpação do que deveria ser uma verdadeira democracia. Democracia  que oferecesse um pouco mais a quem efetivamente contribui, do que a uns poucos, que de porre causam desastres, atropelam e matam,dão maus exemplos aos jovens,trazem crianças à vida sem o suporte moral e material de uma família e que na metade da semana deixarão de ir trabalhar por causa da ressaca.Munidos de um atestado medico falso ou mentiroso expedido por muitos médicos igualmente criminosos lesarão patrões, sobrecarregarão colegas e receberão os dias indevidamente.
Esse é o carnaval de hoje, festa popular de mentira.

segunda-feira, 7 de março de 2011

A convivência no Facebook pode se assemelhar à vida real.


A gente cruza na rua, mal se olha, às vezes é apresentado e sente uma simpatia imediata. Outras vezes há repulsa imediata.
Quanto mais se conhece as pessoas mais se acentuam as identificações e as diferenças.
Não é por isso que a gente vê alguém que conhece conversando com um amigo e mete logo um pitaco concordando ou discordando, enaltecendo ou demonstrando seu desagrado com os rumos da conversa dos outros.
Agradeço aos meus amigos a possibilidade de conviver e trocar algumas palavras virtualmente já que não nos encontramos tanto quanto eu gostaria.
Aos que não gostam da minha maneira de ser, peço desculpas por ter solicitado amizade virtual e aos que solicitaram minha amizade peço perdão por não ser o que eles esperavam.
A uns e outros restam a sábia fórmula de declinarem da minha amizade virtual. Mas por favor não me ofendam pois não sou daqueles que levam desaforos e dão a outra “Face” aliás, posso até mandar tomar no “Orkut”.

sábado, 5 de março de 2011

Angústia em relação à morte é aliviada ao entendê-la como o fim de um processo natural

por Elisandra Vilella G. Sé

"Em algum momento da vida, cada um de nós será obrigado a dar conta da própria finitude. O tempo é infinito, mas somos só um recorte do tempo; precisamos saber o que ser, o que fazer dentro desse infinito"              
A grande curiosidade sobre o que nos espera após a morte é tão antiga quanto à própria humanidade.
A natureza nos deu o instinto de conservação e não queremos chegar ao fim. O corpo se deseja eterno, mas ao mesmo tempo sabemos que ninguém ficará eternamente jovem, porque a fonte da juventude não existe, nenhuma etapa da vida volta ao seu estado anterior, somos ciclos entrelaçados. Então, é melhor aprender a ser velho.

E nesse processo de envelhecer, quando falamos de finitude, não nos referimos apenas à morte, ao fim do nosso corpo biológico, à última etapa e momentos de vida. Falamos de tudo o que passa pelo curso de vida, de tudo que necessitamos para viver, todas as conquistas e perdas. E porque temos essa consciência da finitude é que repelimos a morte, transcendendo a vida.

Essa consciência do fim da nossa existência é uma característica do ser humano que o diferencia dos outros animais, que de certa forma nos ajuda a organizar e planejar a vida, projetar um futuro. E saber que nossa vida tem um fim geralmente causa uma tristeza. Pois a morte é um problema para os seres que podem projetar a si mesmo. Pelo fato da consciência da morte, do fim da vida ser um desafio para o homem desde os primórdios da humanidade, ela se torna um tema muito importante. E a finitude ganha importância para cada pessoa dependendo do significado que lhe é atribuído em cada sociedade, bem como a imagem que a morte tem para cada um.

Por exemplo, nas sociedades ocidentais a imagem da morte vincula-se muito à imagem da cama de hospital, associada a doenças terminais, incuráveis e geralmente causada pelo envelhecimento. Isso significa que a morte ficou cada vez mais reclusa nas mãos de especialistas, onde ela é abordada, noticiada, tratada por profissionais nas instituições e hospitais.

Nobert Elias (2001) em seu livro “Envelhecer e morrer” nos diz: "As pessoas bem sabem que a morte chegará, mas saber que ela é o fim de um processo natural ajuda a aliviar a angústia." O conhecimento da implacabilidade dos processos naturais é aliviado pelo conhecimento de que, dentro de certos limites, eles são controláveis.

A experiência de determinados tipos de morte (por idade, por doenças crônicas, infecciosas, neurodegenerativas, por guerra, por epidemias) influenciou a imagem, a cultura e o discurso sobre a morte.

E como é percebida a morte nas sociedades contemporâneas, já que muitas das sociedades atuais e seus membros apresentam problemas para enfrentar a questão da morte?

Na nossa sociedade atual o que se vê é uma repressão da morte, uma vez que é comum a privatização dela, a exclusão dos doentes do convívio social, o confinamento em instituições asilares ou hospitais, a abordagem fria dos profissionais de saúde, a distância em relação aos velhos no fim da vida. Enfim, longe da vida cotidiana. Tudo isso não é nenhum exagero, faz parte de um discurso bastante aceito na prática, infelizmente.
Talvez por que como nos diz Irvin D. Yalom “Cada vez que respiramos, afastamos a morte que nos ameaça... No final, ela vence, pois desde o nascimento esse é o nosso destino e ela brinca um pouco com sua presa antes de comê-la. Mas continuamos vivendo com grande interesse e inquietação pelo maior tempo possível...”

Isso porque a morte é o segundo maior tabu da humanidade, o primeiro é o sexo. Parece que vemos a morte como um interdito, um fluxo contracorrente do nosso acelerado e intenso modelo de vida, que deveria ser banida, exilada. O ideal é que ela seja banida, um vencimento a ser evitado.

Portanto, nos discursos diversos que vimos por aí fica claro o porquê controlar o envelhecimento, seguindo uma ordem de leituras, informações, estética, camuflagem, etc...; tudo para controlar a morte biológica o que causa no indivíduo o desejo de uma fonte única, restauradora, regeneradora, mítica, enfim a necessidade de se manter sempre jovem.

Assim, o corpo pode ser ativo ou não, e é em volta dele que ronda a morte em todas as esquinas. É ele o ponto preciso de um tempo no momento em que nascemos. A fantasia de poder controlar a chegada do fim da vida fica evidente e infelizmente ela está mais visível, estampada nas telas da TV.

De fato, fica difícil descobrir uma tendência clara na relação das sociedades contemporâneas com a morte, pois podemos observar uma coexistência de formas diversas de lidar com a finitude da nossa existência. Mas de uma coisa sabemos, em algum momento da vida, cada um de nós será obrigado a dar conta da própria finitude. 
O tempo é infinito, mas somos só um recorte do tempo, precisamos saber o que ser, o que fazer dentro desse infinito.


http://www2.uol.com.br/vyaestelar/mentenaterceiraidade.htm

Como lidar com pessoas que 'se acham', que pensam que são mais do que são?

Por Rosemeire Zago
Como lidar com pessoas que 'se acham', que pensam que são mais do que são?
Resposta
Vamos entender um pouco porque essas pessoas agem assim. Essa pessoas que "se acham" como você colocou, creio que você está se referindo a pessoas arrogantes, orgulhosas, que se refere a soberba dos 7 Pecados Capitais.
O termo orgulho, conceito exagerado de si próprio, com aparente amor-próprio demasiado, constantemente despreza tudo e todos, sempre julgando com suas severas críticas. 
A pessoa orgulhosa por não suportar a dependência, menospreza os sentimentos das pessoas, se colocando sempre como um "ser superior", como se estivesse num pedestal difícil de ser alcançado. 
Precisa fazer com que o outro se sinta diminuído para que ela se sinta superior. 
São pessoas mais preocupadas em ter do que em ser, e que não possuem autoconhecimento algum.
O conceito exagerado de si próprio, o amor-próprio demasiado, a necessidade de poder, são apenas máscaras que buscam compensar a falta de amor que sentem por si mesmas, pois possuem em geral uma necessidade de auto-afirmação.
 O orgulho está diretamente relacionado com a falta de amor-próprio, com a ambição pelo poder e com a aquisição de bens materiais, pode ser uma forma de compensar a sensação de vazio.
Esse impulso para o poder, essa necessidade de querer ter mais, pode ainda ser conseqüência do sentimento de inferioridade, e da sensação de desamparo, fragilidade e impotência, presentes em muitos de nós. Porém, esses sentimentos são mais intensos naqueles que, nos primeiros anos de vida, não encontraram junto aos adultos com quem conviveram o conforto, o acolhimento, e o amor que amenizassem esse desamparo.
No campo profissional aparece com a sensação de que "eu sou melhor que os outros" por algum motivo. 
Isto leva a ter uma imagem de si inflada, aumentada, nem sempre correspondendo a realidade. Surge com isso a necessidade de aparecer, de ser visto, passando inclusive por cima de padrões éticos e procurando colocar os outros colaboradores ou colegas minimizados, desprezando suas idéias e seu trabalho.
Geralmente pessoas com essas características ocupam cargos elevados e utilizam seu poder para impor suas vontades, manipulando as pessoas ao seu redor com o intuito de conseguirem que tudo seja feito conforme seus desejos.
 Exigem ainda uma disciplina perfeccionista, não respeitando os limites de cada um.
É mais fácil lidar com pessoas com essas características depois de analisar e entender os motivos e possíveis origens por elas agirem desse modo.
 Entendido isso, você pode ignorar a maneira de ser dessa pessoa, e não se sentir inferior em hipótese alguma por isso. Procure tratá-lo como um ser humano igual a você, sem supervalorizar aquilo que ele mais busca, que é ter mais e mais poder seja sobre quem for, para poder manipular a todos, para quem sabe, esconder suas fraquezas.
Tenha consciência que essa forma de ser é apenas uma máscara que funciona como proteção para impressionar e se fazer respeitado ou temido, quando na verdade a pessoa no fundo se sente muito distante em ser isso tudo. 
Não se deixe impressionar, ignore, apenas isso, e deixe que ela encontre seu caminho e um dia perceba que o que ela precisa desenvolver, não é mais orgulho e ser mais que ninguém, mas sim a humildade em ser quem ela é simplesmente.


http://www2.uol.com.br/vyaestelar/orgulho.htm

Cercar-se de pessoas inteligentes.

Os poderosos tem muita sorte em ter ao seu lado homens de grande inteligência, capacitados para resolver os problemas causados pela ignorância e que lutam por eles nas situações mais difíceis. 
Servir-se de sábios é uma grandeza especial.
Supera o gosto bárbaro de Tigrano, que fazia dos reis vencidos seus serviçais. 
É muito melhor outro tipo de domínio: transformar, por uma arte especial, aqueles que a natureza dotou de inteligência superior em nossos servidores.
Há muito o que conhecer, a vida é curta e não se vive se não se sabe.
É portanto, uma habilidade especial aprender sem esforço, aprender muito de muitos, sabendo tanto como todos. 
Se você conseguir isso, será capaz de falar por muitos em uma reunião, pois por sua boca vão falar tantos sábios quantos foram os que o prepararam. Conseguirá assim, com suor alheio, fama de oráculo.

Aqueles que não puderem ter a sabedoria como serva devem tê-la ao menos como companheira.
Baltasar Gracián

quinta-feira, 3 de março de 2011

Nós cidadãos do Guarujá - Publicado no Facebook em 02/03/2011

Nós moradores do Guarujá, assim como comunidades de cidadãos em todo o mundo, temos usado as redes sociais como meio de mobilização de massas para demonstrar que os cidadão que reclamam da administração precária, ineficiente e corrupta conseguem resultados.

Atentos a essas mobilizações a administração do Guarujá tem infiltrado no Facebook funcionários, na maioria das vezes contratados sem concurso, para tentar neutralizar essas mobilizações.
Salvo melhor juízo, essas pessoas que conseguiram cargos na administração por conta de verdadeiras chantagens de políticos, da imprensa marrom e da imprensa chapa branca, estão se expondo e expondo seu interesse na difícil defesa de quem sujeita a nossa cidade, em especial a orla da praia, aos vexames que todos nós podemos presenciar diariamente e que não conseguimos entender e muito menos explicar, para nossos amigos e familiares que não moram na cidade e nos cobram situações, como os mendigos que infestam os calçadões, os buracos das ruas e calçadas, a má conservação de rampas e escadas de acesso às praias, o lixo mal colocado por comerciantes inescrupulosos, ambulantes ilegais e espalhado pelas ruas pelo mau recolhimento da empresa encarregada da coleta, principalmente por não ter horário certo para passar nas ruas.
Detectadas essas pessoas e esse interesse escuso, é preciso desmascará-las e denunciá-las nesta rede social.
Não é porque essa pessoa é seu vizinho, é ou foi seu amigo ou conhecido que você deve poupá-lo. Aceitar nessa comunidade esses amigos dos maus administradores será aceitar a falsidade de quem por salário vem aqui elogiar uns poucos feitos dessa administração que não passam de obrigação e que não atendem às nossas reivindicações.
As primeiras palavras dessa administração foram de que faltava tempo para qualquer resultado. Hoje podemos ver que faltam resultados para todo esse tempo.
Mais de metade do mandato da atual prefeita já foi exercido e essas pequenas obras que podem mudar as feições da orla da praia, sala de visitas da cidade, permanece a mesma. Cheia de buracos nas calçadas, falta de tampas nos escoadouros de águas pluviais, etc. como se comprovam as denuncias de vários blogs que colocam a prova fotográfica desse desprezo pela orla da praia.
Não deixe de exercer seu mais novo e atual direito de protestar nas redes sociais.
Essa modernidade aliada ao sofrimento que temos tido por tanto tempo será sim uma mistura explosiva para acabar com a perpetuação de poder no legislativo e o apeio do poder como já aconteceu com a administração anterior.
É hora de união em torno de idéias e ideais. Temos de ser um grupo onde a política deve nos servir e não sermos reféns e escravos de administradores ineficientes que se tornam políticos corruptos.
Veja bem quem está defendendo a administração e saiba que esses não são amigos da cidade. São amigos do salário que recebem e de possíveis vantagens outras.
Deixo nessa oportunidade de citar nomes para ver a quem a carapuça pode vestir.
Muitos de nós já sabemos quem eles são.

Marinho Guzman

terça-feira, 1 de março de 2011

A cantora Sandy é Devassa

01/03/2011


De Paris Hilton à Sandy. Embora os estilos sejam - pelo menos em público - completamente diferentes, a marca de cerveja Devassa passa a adotar a brasileira como sua nova garota propaganda.

A mudança radical vem sob o conceito "todo mundo tem um lado devassa". A marca e a agência Mood levam ao ar nesta terça-feira à noite, durante o Jornal Nacional, o filme que lança a nova linha decomunicação.
Segundo a empresa, a ideia "incentiva cada um a mostrar a sua porção mais autêntica. Aquela que só é revelada nas situações de descontração e diversão, em que é permitido deixar as regras de lado".
"Queremos mostrar que todo mundo tem um lado Devassa. Mostrar que ela também pode beber cerveja, subir em cima da mesa e se divertir como qualquer pessoa num bar ou numa balada foi o que melhor traduziu este conceito", explica Augusto Cruz Neto, sócio diretor da agência Mood.
Segundo Luiz Claudio Taya, diretor de marketing da Schincariol, a "Devassa Bem Loura já nasceu irreverente e bem-humorada. Agora estava na hora de celebrar essas situações de descontração em que podemos ser mais criativos e espontâneos”.
No primeiro filme da campanha, que vai ao ar hoje, a cantora, cuja cor dos cabelos foi especialmente alterada para a ação, surge em uma balada, ao som da trilha sonora já característica da marca, a canção “The man with the golden arm”. A cada novo acorde, uma referência a impressões que muitos têm da cantora: tímida e discreta. O público só vê sua silhueta e as madeixas loiras, até quando o locutor anuncia: “Até conhecerem um outro lado dela... O lado Devassa. Até o primeiro brinde com uma Devassa”. Então, é revelado o rosto de Sandy e os mais de 200 figurantes que participaram da produção se surpreendem com a performance dela, enquanto Sandy distribui Devassa Bem Loura para a galera, brinda e se diverte.
O comercial teve produção da Delicatessen Filmes, com direção de Gustavo Leme. A trilha é assinada pela Lua Nova e produção de Tomas Roth. Compõem a nova estratégia de comunicação da marca anúncios com fotos de Jairo Goldflus, em que Sandy surge em diferentes cliques para propor: “Todo mundo tem um lado descontraído”, “Todo mundo tem um lado descolado”, “Todo mundo tem um lado desencanado”, sempre sob o bordão “Todo mundo tem um lado Devassa”.
A campanha inclui também spots e merchandising em rádio com a assinatura “Todo mundo tem um lado Devassa. A Sandy também”, além de anúncios nas principais revistas semanais do País, materiais de ponto-de-venda e ações na internet, que incluem a reformulação do site da marca, realizada pela ID/TBWA. Durante o Carnaval, a campanha invadirá ainda todo o Rio de Janeiro, com grande presença em mídia exterior e mobiliário urbano da cidade.

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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