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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Gordura abdominal pode aumentar os riscos de câncer pancreático entre as mulheres



11 de maio de 2010 (Bibliomed). 

As mulheres que apresentam excesso de gordura abdominal podem ter um maior risco de desenvolver câncer no pâncreas, segundo estudo publicado nesta semana na revista científica Archives of Internal Medicine. De acordo com especialistas da Universidade de Nova York, os resultados confirmam a relação entre a obesidade - indicada pelo índice de massa corporal (IMC) - e o risco do desenvolvimento de tumores nesse órgão.
Avaliando dados do Instituto Nacional do Câncer, incluindo mais de 2 mil pessoas com câncer pancreático e 2,2 mil sem a doença, os pesquisadores descobriram que, para todos os participantes, havia uma relação entre o aumento do IMC e um maior risco de desenvolver a doença. De forma geral, a quarta parte do grupo de participantes que apresentava maior IMC tinha 33% mais chances ter o câncer, comparados àqueles de menor índice corporal.
De acordo com os autores, porém, a circunferência da cintura - que indica obesidade abdominal - teria uma relação ainda mais forte com a doença, principalmente entre as mulheres. Os resultados mostraram que aquelas que tinham sobrepeso eram 31% mais propensas ao câncer, comparadas às mulheres com peso normal, e o risco era 61% maior entre as obesas; as mulheres com maior circunferência da cintura em relação ao quadril, por sua vez, tinham 87% maior risco de desenvolver câncer pancreático.
"Esses resultados, juntamente com aqueles de estudos anteriores, apoiam fortemente o papel da obesidade no desenvolvimento do câncer pancreático", concluíram os autores em artigo publicado na revista científica.
Fonte: Archives of Internal Medicine. 10 de maio de 2010.


domingo, 2 de maio de 2010

OBESIDADE - COMO COMBATER ESSA DOENÇA?

A Luta contra a Obesidade, faz necessária a reflexão sobre o mal que está se tornando um dos maiores problemas de saúde pública no mundo.

São mais de 1 bilhão de pessoas acima do peso no mundo e cerca de 300 milhões de obesos, segundo a Organização Mundial de Saúde. Sendo assim, ela já é considerada uma epidemia no mundo. No Brasil, segundo dados de 1989 eram obesas cerca de 32% da população adulta.

A obesidade é uma doença crônica definida pelo excesso de gordura corporal. Ela ocorre quando a ingestão calórica é maior do que o gasto calórico. A predisposição genética influencia bastante, mas os fatores culturais e ambientais são os mais importantes para a ocorrência da obesidade.


“A obesidade é uma doença crônica definida pelo excesso de gordura corporal”

Além das dificuldades sociais e psicológicas que ela acarreta, encontram-se os problemas físicos e metabólicos que estão ligados a essa doença, como resistência à insulina, comprometimento respiratório, problemas de pele, infertilidade e doenças musculoesqueléticas, como osteoartite, por exemplo.

É ainda fator de risco importante para determinadas doenças crônicas como hipertensão arterial, diabetes tipo 2, dislipidemia (aumento das gorduras sangüíneas), doença cardiovascular e alguns tipos de câncer, como da mama, cólon do útero, próstata, endométrio, rim e vesícula biliar.

Todas essas doenças recorrentes da obesidade requerem um alto custo da atenção à saúde, o que leva os órgãos de saúde a se preocuparem e tentarem prevenir o problema.

As causas principais da obesidade são diminuição da atividade

física, devido às comodidades da vida moderna, além de trabalhos que cada vez mais requerem um menor esforço físico, e aumento

do consumo de alimentos de alta densidade calórica, ricos em gordura e calorias. Esses alimentos na maioria das vezes são

pobres em nutrientes e somente contribuem para o aumento de peso.

Mas e como é feito o diagnóstico de obesidade?

O meio mais utilizado é o IMC – Índice de Massa Corporal, onde é dividido o peso pela altura ao quadrado. Um valor acima de 25 Kg/m2 indica sobrepeso e valores acima de 30 kg/m2 indicam obesidade.

A Organização Mundial de Saúde sugere estratégias de combate a essa doença onde as políticas públicas deveriam visar a prevenção da obesidade, a manutenção de peso, controle de co-morbidades e controle do peso.

No Brasil, existem hoje os Guias Alimentares da População

Brasileira. Um material educativo voltado para a alimentação de crianças menores de 2 anos e também para população maior de

2 anos em breve. Assim, as pessoas possuirão maior informação

sobre alimentação saudável e prevenção de doenças como a obesidade.

Para evitar o aumento das estatísticas, o ideal é incorporar hábitos saudáveis, como os descritos abaixo:

- Aumento no consumo de hortaliças, frutas, leguminosas e

alimentos integrais, ricos em vitaminas, minerais e fibras.

- Diminuição do consumo de frituras, doces, carne vermelha e salgadinhos, alimentos ricos em gordura saturada.

- Praticar atividades físicas regularmente, aumentando o gasto energético e contribuindo para a eliminação de peso e manutenção da saúde.

- Diminuir o consumo de álcool e refrigerantes, dando preferência

à água e sucos naturais.

- Faça várias refeições ao dia, que contribui para uma maior saciedade, além de um melhor trabalho do organismo.

Com esses hábitos, todos ganham e espantam a obesidade.

http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/colunas/041011_nut_obesidade.htm

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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