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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Gripe?



Sorria!




Elisabeth

Altura: 1,70m
Peso: 57 kg
Busto: 90 cm
Cintura: 67 cm
Quadril: 95 cm
Sapato: 37
Olhos: castanhos
Cabelos: castanho escuro



“Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida.”

“Antes tarde do que mais tarde.”

“O salário-mínimo deveria se chamar gorjeta máxima.”

“Se um homem bate na mesa e grita, está impondo controle. Se uma mulher faz o mesmo, está perdendo o controle.”

“Eu queria morrer como o meu avô, dormindo tranqüilo, e não gritando desesperadamente, como os quarenta passageiros do ônibus que ele dirigia!”

“Diga-me com quem andas que eu te direi se vou contigo.”

“Porque ‘já’ quer dizer agora, e ‘já, já’ quer dizer daqui a pouco?”

“Canela: dispositivo para encontrar objetos no escuro!”

“Chocolate não engorda, quem engorda é você!”

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A ascensão do jornalismo "faça você mesmo"


A ascensão do jornalismo "faça você mesmo"

Dizem que a história é escrita pelos vencedores. Mas o que acontece quando os perdedores contam com um sistema próprio de publicação? Contrariar o poder está bem mais fácil com o uso das novas mídias, e isso tem abalado os alicerces da mídia tradicional.
Depois de o presidente Mahmoud Ahmadinejad ter ironizado os que protestavam contra os resultados das eleições no Irã, comparando-os a torcedores de futebol descontentes com "poeira", um manifestante respondeu com a seguinte mensagem no Twitter: "Ahmadinejad nós chamou de poeira; nós lhe mostramos uma tempestade de areia".
Enquanto repórteres da grande imprensa eram forçados a deixar o país, a história foi sendo deixada a cargo de iranianos com coragem suficiente para fazer vídeos e fotos com seus celulares, postar notícias no Twitter e escrever blogs sobre os protestos. Com o Estado no controle da TV e dos jornais, os iranianos recorreram ao Facebook e às mensagens de texto para se informar sobre os protestos. Quando essas vias também foram fechadas, o Twitter foi o que lhes restou.
Mas essas mídias não tradicionais têm seu lado negativo, que inclui a dificuldade de verificação dos dados e as ameaças à segurança pessoal de quem as faz. São grandes os riscos corridos por jornalistas independentes e cidadãos desprovidos do apoio de uma organização influente, e duas americanas do canal Current TV aprenderam isso da maneira mais dura ao serem detidas na fronteira da Coreia do Norte e, no início de junho, sentenciadas a 12 anos de trabalhos forçados.
"Em qualquer organização noticiosa principiante, há uma visão de que é preciso ser mais ousado do que outros veículos, para conseguir chamar atenção ao que você divulga", disse ao "New York Times" o jornalista freelancer Kevin Sites. "Isso traz um risco real."
Robert Mahoney, vice-diretor do Comitê para a Proteção dos Jornalistas, disse que as grandes organizações noticiosas "têm recursos com os quais podem contar para ajudar" jornalistas. "Seu acesso a rádio, TV e internet é algo que não pode ser subestimado." Quando o repórter Alan Johnston, da BBC, foi seqüestrado em Gaza, em 2007, a emissora organizou manifestações e petições e convenceu outras redes a cobrir o tema, para fazer pressão por sua soltura. Ele foi libertado depois de quatro meses em cativeiro.
A mídia não tradicional assume outros tipos de riscos para atrair atenção. Como escreveu Damon Darlin no "New York Times", quando os blogs "TechCrunch" e "Gawker" postaram rumores de que a Apple estaria interessada em comprar o Twitter, atraíram muitos leitores e centenas de comentários. O rumor não demorou a ser exposto como falso.
"Nunca quero perder o caráter inovador e experimental dos blogs", disse Michael Arrington, fundador do "TechCrunch" e autor do post no Twitter.
Os blogs não podem competir com os recursos de que dispõem os veículos de imprensa, de modo que é grande a tentação de arriscar-se divulgando informações interessantes, porém não confirmadas. "A precisão custa caro", disse Arrington. "[Mas] ser o primeiro a divulgar a notícia custa pouco."

Publicado na Folha de São Paulo,caderno The New York Times 22 de junho de 2.009.

sábado, 20 de junho de 2009

Doação de sangue, qualquer tipo

Doação de sangue, qualquer tipo,
em nome de Clívio Modesto de Moraes Vieira,
Hospital Beneficiência Portuguesa de Santos
Av. Dr. Bernardino de Campos, 47 - Vila Belmiro
Horário de funcionamento: das 8 as 12:00 hs de segunda a sexta-feira.

Nosso querido amigo Clívio vai fazer uma cirurgia de coração.
Precisa muito dos amigos nessa hora!
Colabore por favor.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Oito contra oitenta mil Oito contra 180 milhões


Oito contra oitenta mil
Oito contra 180 milhões
Perplexos e indignados os jornalistas brasileiros enfrentam neste momento uma das piores situações da história da profissão no Brasil. Contrariando todas as expectativas da categoria e a opinião de grande parte da sociedade, o Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, acatou, nesta quarta-feira (17/6), o voto do ministro Gilmar Mendes considerando inconstitucional o inciso V do art. 4º do Decreto-Lei 972 de 1969 que fixava a exigência do diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista. Outros sete ministros acompanharam o voto do relator. Perde a categoria dos jornalistas e perdem também os 180 milhões de brasileiros, que não podem prescindir da informação de qualidade para o exercício de sua cidadania.

A decisão é um retrocesso institucional e acentua um vergonhoso atrelamento das recentes posições do STF aos interesses da elite brasileira e, neste caso em especial, ao baronato que controla os meios de comunicação do país. A sanha desregulamentadora que tem pontuado as manifestações dos ministros da mais alta corte do país consolida o cenário dos sonhos das empresas de mídia e ameaça as bases da própria democracia brasileira. Ao contrário do que querem fazer crer, a desregulamentação total das atividades de imprensa no Brasil não atende aos princípios da liberdade de expressão e de imprensa consignados na Constituição brasileira nem aos interesses da sociedade. A desregulamentação da profissão de jornalista é, na verdade, uma ameaça a esses princípios e, inequivocamente, uma ameaça a outras profissões regulamentadas que poderão passar pelo mesmo ataque, agora perpetrado contra os jornalistas.

O voto do STF humilha a memória de gerações de jornalistas profissionais e, irresponsavelmente, revoga uma conquista social de mais de 40 anos. Em sua lamentável manifestação, Gilmar Mendes defende transferir exclusivamente aos patrões a condição de definir critérios de acesso à profissão. Desrespeitosamente, joga por terra a tradição ocidental que consolidou a formação de profissionais que prestam relevantes serviços sociais por meio de um curso superior.

O presidente-relator e os demais magistrados, de modo geral, demonstraram não ter conhecimento suficiente para tomar decisão de tamanha repercussão social. Sem saber o que é o jornalismo, mais uma vez – como fizeram no julgamento da Lei de Imprensa – confundiram liberdade de expressão e de imprensa e direito de opinião com o exercício de uma atividade profissional especializada, que exige sólidos conhecimentos teóricos e técnicos, além de formação humana e ética.

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), como entidade de representação máxima dos jornalistas brasileiros, esclarece que a decisão do STF eliminou a exigência do diploma para o acesso à profissão, mas que permanecem inalterados os demais dispositivos da regulamentação da profissão. Dessa forma, o registro profissional continua sendo condição de acesso à profissão e o Ministério do Trabalho e Emprego deve seguir registrando os jornalistas, diplomados ou não.

Igualmente, a FENAJ esclarece que a profissão de jornalista está consolidada não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. No caso brasileiro, a categoria mantém suas conquistas históricas, como os pisos salariais, a jornada diferenciada de cinco horas e a criação dos cursos superiores de jornalismo. Em que pese o duro golpe na educação superior, os cursos de jornalismo vão seguir capacitando os futuros profissionais e, certamente, continuarão a ser a porta de entrada na profissão para a grande maioria dos jovens brasileiros que sonham em se tornar jornalistas.

A FENAJ assume o compromisso público de seguir lutando em defesa da regulamentação da profissão e da qualificação do jornalismo. Assegura a todos os jornalistas em atuação no Brasil que tomará todas as medidas possíveis para rechaçar os ataques e iniciativas de desqualificar a profissão, impor a precarização das relações de trabalho e ampliar o arrocho salarial existente.

Neste momento crítico, a FENAJ conclama toda a categoria a mobilizar-se em torno dos Sindicatos. Somente a nossa organização coletiva, dentro das entidades sindicais, pode fazer frente a ofensiva do patronato e seus aliados contra o jornalismo e os jornalistas. Também conclama os demais segmentos profissionais e toda a sociedade, em especial os estudantes de jornalismo, que intensifiquem o apoio e a participação na luta pela valorização da profissão de jornalista.

Somos 80 mil jornalistas brasileiros. Milhares de profissionais que, somente através da formação, da regulamentação, da valorização do seu trabalho, conseguirão garantir dignidade para sua profissão e qualidade, interesse público, responsabilidade e ética para o jornalismo.

Para o bem do jornalismo e da democracia, vamos reagir a mais este golpe!

Brasília, 18 de junho de 2009.

Diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ

Ira

Esta historinha é sobre um rapaz que se irritava facilmente.

Em seus acessos de raiva, magoava as pessoas com insultos.

Um dia seu pai lhe deu um saco com pregos e disse-lhe que cada vez que ele perdesse a paciência, deveria pregar um prego atrás da porta.

No início, vários pregos foram pregados na porta…

Nas semanas que seguiram, à medida que ele aprendia a controlar sua raiva, pregava cada vez menos pregos. Acabou descobrindo que era mais fácil controlar sua raiva do que pregar pregos.

Quando o pai percebeu que o filho estava se controlando mais, sugeriu que mudasse de exercício e passasse a retirar um prego a cada dia que conseguisse controlar sua raiva.

Depois de alguns dias, o jovem mostrou ao pai que não havia mais pregos atrás da porta.

Então o pai lhe disse: “Cada vez que você perde a paciência e insulta as pessoas, você deixa cicatrizes, exatamente, como estes buracos aqui na porta.

Você pode insultar alguém e pedir desculpas mais tarde, mas dependendo da forma como fala, o efeito poderá ser devastador e a cicatriz ficará para sempre.”

terça-feira, 16 de junho de 2009

Para relembrar ...


Branca de Neve e a Bruxa.


Existem muitas versões para o conto de fadas A Branca de Neve, sendo que a mais conhecida foi coletada pelos Irmãos Grimm. A versão alemã apresenta elementos como o "espelho mágico" e os "sete anões". Em outras versões, os anões são geralmente substituídos por ladrões, enquanto que o diálogo com o espelho é feito com o sol ou a lua.

Relata a história da princesa Layza, sua mãe estava acariciando uma rosa até que se furou e disse que queria uma filha com a pele branca feito a neve, cabelos negros como o ébano e os lábios vermelhos cor daquele sangue.

E que vivia num lindo castelo com seu pai e sua mãe. Passado algum tempo, o rei enviuvou e voltou a casar com uma mulher belíssima, mas extremamente cruel e, além disso feiticeira que desde o primeiro dia tratou muito mal a menina.

Quando o rei morreu, a vilã, vendo que a Branca de Neve possuiria uma beleza que excederia a sua, obrigou-a a fazer todo o trabalho no castelo. A rainha tinha um espelho mágico e todos os dias lhe perguntava quem era a mulher mais bela do reino. Todas as vezes o espelho respondia que era ela.

Um dia, ao fazer a habitual pergunta, o espelho respondeu que a rainha era bela, mas que Branca de Neve era mais bela do que ela.

Um dia ela estava trabalhando, e foi pegar água do poço para banhar-se, o seu cantarolar chamou a atenção de um príncipe que caçava pelos arredores; ele foi ao seu encontro. A vilã, sabendo desse encontro, não se conteve e expulsou Branca de Neve.

A megera mandou um caçador ir ao bosque, e lá matar Branca de Neve. Como prova de que havia cumprido este ato, ordenou-lhe que trouxesse o coração da menina. Mas o caçador teve pena da princesa e poupou-lhe a vida, ordenou-lhe que fugisse. Para comprovar que havia obedecido às ordens da madrasta, entregou-lhe o coração de um javali.

Branca de Neve correu bosque à dentro, quando estava muito cansada, adormeceu profundamente numa clareira. No dia seguinte, quando acordou, estava rodeada pelos pequenos animais da floresta, que a levaram até uma casinha no centro do bosque.

Dentro, tudo era pequeno: mesas, cadeiras, caminhas. Por todo o lado reinava a desordem e tudo estava muito sujo. Ajudada pelos animaizinhos, deixou a casa toda arrumada e depois foi dormir.

Ao anoitecer, chegaram os donos da casa. Eram os sete anõezinhos, voltando da mina de diamantes onde trabalhavam.

Quando a princesinha acordou, eles se apresentaram: Soneca, Dengoso, Dunga (o único que não tinha barbas e não falava), Feliz, Atchim, Mestre e Zangado.

Ao serem informados dos problemas da princesa, eles resolveram tomar conta dela e deixaram-na ficar.

A malvada rainha não tardou, por meio do seu espelho mágico, ao saber que Branca de Neve estava viva e continuava a ser a mulher mais bonita do reino.

Decidiu então acabar pessoalmente com a vida da princesinha.

Disfarçou-se de pobre indefesa e primeiro tentou matá-la com um pente envenenado, mas na hora chegaram os anões e á afugentaram. Então envenenou uma maçã e foi até a casinha dos anões. Quando eles saíram para trabalhar, ofereceu a maçã envenenada e Branca de Neve que mordeu-a e caiu adormecida.

Quando os anõezinhos regressaram, pensaram que Branca de Neve tivesse morrido.

De tão linda, eles não tiveram coragem de enterrá-la. Então fizeram um caixão de vidro e enfeitaram com flores. Estavam junto da princesa adormecida, quando por ali passou o príncipe do reino vizinho que há muito tempo a procurava.

Ao ver a bela Branca de Neve deitada no seu leito, aproximou-se dela e deu-lhe um beijo de amor. Este beijo quebrou o feitiço, que fez a princesa cuspir a maçã e despertar. O príncipe pediu à Branca de Neve que casasse com ele. E o feliz casal encaminhou-se para o palácio do príncipe e foram felizes para sempre.

A história da Branca de Neve contada pelos irmãos Grimm tem algumas diferenças da história que muita gente conhece.

No começo de tudo, a princesa se espeta numa agulha e ao deixar seu sangue cair na neve ela faz um pedido para que, se um dia, viesse a ter uma filha, que ela fosse branca como a neve, tivesse cabelos negros como o ébano e que seus lábios fossem vermelhos como aquele sangue que tocara a neve. Não tardou muito e a princesa teve uma filha de descrições idênticas ao seu pedido. Mas tão cedo sua filha veio ao mundo, a princesa morreu.

Seu pai, o príncipe pôs então seu nome de "Branca de Neve" e logo desenviuvou, casando com a futura madrasta da princesinha recém-nascida. Após a morte do seu pai, Branca de Neve cresceu.

Sua madrasta possuía um espelho mágico e sempre envaidecida vivia perguntando ao seu espelho quem era a mais bela daquela região. Até que certo dia a madrasta perguntou: "Quem é a mais bela de todas?", e o seu espelho não tardou a dizer: "Você é bela rainha, isso é verdade, mas a Branca de Neve possui mais beleza e vaidade."

A Rainha cheia de inveja contratou um caçador e ordenou que ele matasse a Branca de Neve e trouxesse seu coração como prova, na esperança de voltar a ser a mais bela de todas. O caçador ficou inseguro, mas aceitou o trabalho.

Pronto para matar a bela princesa, o caçador desistiu ao ver que ela era a moça mais bela que jamais tinha visto em toda a vida. Ele foi rápido ao dizer para a mesma fugir e se esconder na floresta, e para enganar a rainha ele entregou o coração de um jovem veado.

A rainha assou o coração e comeu, crente de que Branca de Neve estava morta, só que ao consultar seu espelho mágico ele continuou a dizer que Branca de Neve era a mais bela. Branca de Neve então fugiu, e acabou achando uma casinha, onde ao entrar, descobriu que lá moravam sete anões.

Ela, como sempre tão bondosa, limpou toda a casa e, cansada pelo esforço que fez, adormeceu na cama dos anões, que ao chegarem levaram um susto, mas logo se alcamaram ao ver que era apenas uma bela moça e que a mesma tinha arrumado toda a casa. Como agradecimento eles cederam sua casa como esconderijo de Branca de Neve, mas na condição dela continuar a lavar e limpar a casa deles.

A rainha não tardou a descobrir o esconderijo de Branca de Neve e resolveu então matá-la com as próprias mãos. Ela disfarçou-se de mascate e foi a casa dos anõezinhos. Chegando lá, ela ofereceu um laço de fita a Branca de Neve que aceitou. A rainha ofereceu ajuda para amarrar o laço em volta da cintura de Branca de Neve, só que ao fazer, apertou com tanta força que Branca de Neve caiu desmaiada.

Quando os anões chegaram e viram Branca de Neve sufocada pelo laço de fita, rapidamente cortaram-no e ela voltou a respirar. A rainha novamente descobriu que Branca de Neve não estava morta e voltou a se disfarçar, mas desta vez como uma velha senhora que vendia escovas, mas na verdade elas estavam envenenadas, e ao dar a primeira escovada, Branca de Neve caiu no chão desmaida.

Quando os anões chegaram e viram Branca de Neve desmaiada, rapidamente retiraram a escova de seus cabelos e ela acordou. A rainha já enlouquecida de fúria decidiu usar outro método: uma maçã enfeitiçada. Dessa vez disfarçou-se de uma fazendeira e ofereceu uma maçã, Branca de Neve ficou em dúvida, mas a Rainha cortou a maçã ao meio e comeu a parte que não estava enfeitiçada, Branca de Neve aceitou e comeu o outro pedaço, que estava enfeitiçado. Ele inchou dentro da garganta de Branca de Neve e esta ficou sem ar.

Quando os anões chegaram e viram Branca de Neve no chão tentaram ajudá-la, mas não sabiam o que causou tudo aquilo, então eles pensaram que Branca de Neve estava morta, e por ser tão linda, eles não tiveram coragem de enterrá-la, então puseram-na num caixão de vidro.

Certo dia, um príncipe que andava pelas redondezas avistou o caixão de vidro e dentro dela uma bela donzela. Ficou tão apaixonado que perguntou aos anões se podiam levá-la para o seu castelo, os anões aceitaram e os servos do príncipe colocaram-na na carruagem.

No caminho, a carruagem tropeçou, e no pulo que deu, o pedaço de maçã que estava entalado na garganta de Branca de Neve saiu, e ela pôde novamente respirar.

O príncipe então casou-se com ela, e no dia da festa, a rainha compareceu, morrendo de inveja.

Como castigo, ao recuar para sair do palácio, acabou tropeçando num par de botas de ferro que estavam aquecidas (sabe-se lá quem pôs isso atrás dela).

As botas fixaram-se na rainha e obrigaram-na a dançar, e ela dançou e dançou, até finalmente, cair morta.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Quando os vilões ganham dos mocinhos

Quando os vilões ganham dos mocinhos

Com uma personalidade mais densa e trabalhada, vilões chamam a atenção de um público cada vez maior

Reportagem MICHELLE DE CERJAT
Edição FLÁVIA SILVEIRA

DIVULGAÇÃO

Guerra nas Estrelas, é considerado um dos maiores vilões da história do cinema" v:shapes="_x0000_i1025">

Darth Vader, do filme Guerra nas Estrelas, é considerado um dos maiores vilões da história do cinema

Quem nunca se pegou elogiando o vilão após sair de uma sessão de filme? Estes vilões, que normalmente são um empecilho na vida dos mocinhos, estão roubando a cena do personagem principal. Com uma personalidade muitas vezes mais complexa que a dos outros personagens, os vilões chamam atenção e conquistam cada vez mais fãs.

De acordo com a psicóloga Maria Otília Nórcio o ser humano é naturalmente atraído por personagens enigmáticos e diferentes. “Normalmente eles despertam grande curiosidade e interesse, porque são criados com riquezas de detalhes e poderes sobrenaturais”. Segundo a psicóloga, os vilões são usualmente representados por figuras impulsivas que não medem conseqüências e atos. “Eles não respeitam leis e nem regras, passam por cima de autoridades e não se importam em ser aceitos pela sociedade”, afirma.

A psicóloga explica que há na maioria dos seres humanos um desejo em muitas vezes representar esse papel. “Já que para ser aceito na vida real é preciso ser bonzinho o tempo todo, os vilões acabam possibilitando a imaginação de um ser livre e inconseqüente que muitas vezes gostaríamos de ser. Uma espécie de válvula de escape”, diz.

A profissional afirma que este interesse pode se tornar uma má influência. “É preciso saber separar a realidade da imaginação. O poder surreal acaba influenciando sim, mas se aquilo é visto apenas como algo irreal, a vida de verdade não é frustrada por não ser um herói, seja ele o mocinho ou o bandido”.

Os malvados são melhores

A estudante de publicidade Marcelle Duarte afirma que há tempos os mocinhos vêm perdendo prestígio. “Os telespectadores não se identificam com a personalidade utópica dos típicos personagens bons de contos de fadas. Eles não parecem reais e são considerados bobos e sem graça pelo público mais exigente”, acredita. A estudante acha que por isso os vilões ganham mais admiradores, pois eles têm uma personalidade mais trabalhada e menos superficial.

Marcelle ressalta ainda que esta falta de apelo dos mocinhos fez com que os filmes buscassem cada vez mais roteiros com o chamado anti-herói, que não chega a ser um vilão, mais possui muitas características parecidas. “O anti-herói chega para desmistificar o bom mocinho e instiga muito mais o interesse do público por parecer um personagem mais real”, afirma.

Além da rejeição pelo típico bom moço dos filmes, Marcelle considera a liberdade que os vilões demonstram é outro motivo que faz com que o telespectador se atraia por estes personagens. “O vilão não se preocupa com nenhum padrão ético, estético, não lhe interessa o que os outros pensam. E essa liberdade é cobiçada por todos”.

A jornalista Letícia Cardoso concorda que os vilões são mais interessantes que os mocinhos. “Não que salvar o mundo seja chato, mas alguns mocinhos não têm carisma nenhum e são limitados, enquanto os vilões possuem mais conflitos internos, e isso torna tudo mais interessante”, diz.

Letícia acredita que o caráter dúbio do vilão também faz com que ele seja mais interessante. “Na realidade essa coisa maniqueísta é fora de mão, porque todo mundo possui o lado bom e o lado ruim. É mais interessante quando o personagem pode demonstrar esses dois lados”, acredita.

Já para a estudante de biologia Mariella Patti, os vilões chamam atenção porque normalmente estes personagens já passaram por maus bocados antes de virarem o que são. “Muitos dos vilões foram caras bons no passado e trocaram de lado, seja por decepção, seja por perceber que é mais inteligente ir contra a corrente e enfrentar verdades que ninguém quer admitir”. Para ela, os vilões não se vendem ao politicamente correto e não se cegam para verdades difíceis. “Isso é admirável”, completa.

Para as entrevistadas, o maior vilão de todos os tempos continua sendo Darth Vader de Guerra nas Estrelas. Também foram citados outros senhores do mal como o canibal Hannibal Lecter, do filme Silêncio dos Inocentes, e a editora Miranda Priestley, de O Diabo veste Prada.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Investimento na vida...


"As pessoas tiram da vida exatamente o que investiram nela."


Joy Adason 

domingo, 7 de junho de 2009

A verdade e a parábola

Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome. E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.
Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.
Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.
— Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola.
— Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! — respondeu tristemente.
— Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece.
Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.
Moral da estória: Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada.

Europa 2009 com SOS Guarujá

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Na impossibilidade de postar minhas impressões de viagem, dia a dia, tentarei fazer uma retrospectiva...




Primeiro dia, Barcelona.


Palhaço vestido de macaco.

Não fosse ofender demais uma das grandes alegrias das crianças eu chamaria de palhaço um bobo do Guarujá que me inspirou neste texto.
Certamente serei perdoado pelos que acompanham minhas peripécias pela internet pois, um sonoro palhaço na cara desse individuo viria bem a calhar.
Desclassificado, inculto, mal criado, invejoso, pobre de espírito e desconhecedor das vantagens de ter dinheiro para frequentar boas escolas, faculdades e outras coisas boas da vida, por nunca ter conhecido outras cidades, países e continentes, esse Babá, que deve ser diminutivo de babaca, seria Bobó, de boboca ainda fica devendo muito a qualquer palhaço.
Certamente eu teria muitos adjetivos para esse desqualificado, e ignorá lo, deixaria de ser o meu quinquagésimo nono maior prazer, no ultimo trimestre.
Mas, como para saber qual e o melhor sabor precisamos conhecer aquilo que o paladar despreza, se para sabermos o que é um bom perfume devemos conhecer o fedor da própria escória, para saber o que é um grande homem, ou alguém que vale a pena é preciso, de vez em quando conhecer um pária da sociedade, que se acha...
Sei lá o que esse cara acha dele mesmo. Sei bem o que os que o conhecem acham dele.
Ele é um merda...isso.
Um merda fica bem melhor do que palhaço.
Um merda de palhaço.
O texto vem a propósito dessa foto que ilustra o texto.

Um palhaço bem sucedido em Barcelona.
Vestido de macaco, coisa que muitos palhaços nao precisariam por ter grande semelhanca física com esse símio engraçado e precursor da raça humana, segundo alguns, abraçou-me de tal maneira para conseguir um Euro que me fez lembrar um palhaço da minha cidade que abraça qualquer discussão mesmo que seja de graça.
Suas palavras não valem um euro. Nem um cruzeirinho, mas para mim sua lembrança valeu um texto, uma foto e a sua atenção por uns minutos, para lembrar a todos, porque a nossa cidade está como mostram as fotos do site www.sosguaruja.com , um lixo.
E por causa de uns merdas de palhaço como esse que a
cidade não consegue atingir o nível mínimo de responsabilidade e representatividade política.
Querem alguns, que esse pobre inculto, mal educado, que nunca conseguiu ser nada além de polemico, com quem permitiu que ele tentasse polemizar, valha tanto como um homem, um trabalhador, um ser humano disposto a ajudar alguém, mesmo que esse alguém seja um palhaço.Um merda de palhaço, se quiserem, alguém que precisa se vestir de macaco para ganhar um Euro.
Registro pois a minha lembrança no primeiro dia de viagem a Barcelona.
Um palhaço vestido de macaco me fez lembrar de outro no Guarujá.
A vida também é feita de comparações e de lembranças.
Esse macaco de Barcelona, cidade que visitei nessas férias, pela quarta ou quinta vez, me deu além de outras, mais essa lição de vida.
Talvez seja a única possibilidade de colocar comparações num texto. Guarujá, Barcelona e o palhaço Babá, que apelidei de Babá, em homenagem claro, à Barcelona.

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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