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quinta-feira, 30 de abril de 2009

O INVEJOSO


O INVEJOSO

O invejoso sofre mais pelo que os outros tem, do que pelo que lhe falta.

É comum, sentir uma diferença no olhar do interlocutor quando lhe bate uma ponta de inveja.

É bom que se diga, que nem toda a inveja é ruim ou tem maldade.

Existe um tipo de inveja que demonstra admiração, satisfação, simpatia pelo sucesso material ou não que as pessoas conseguem e que se lhes diferencia de alguma forma.

É motivo de satisfação invejar as pessoas inteligentes, bem sucedidas, elegantes e bonitas, o que de alguma forma ajuda com que tenhamos vontade de ser como elas, alcançando o mesmo sucesso.

Existe entretanto uma inveja, que como se diz, mata.

É aquela que esta na popular frase: inveja de doer, ouinveja de matar.

Essa inveja, ao invés de ser positiva, como a outra, destrói, amarga, incita a comentários pouco construtivos para não dizer maldosos, impiedosos e quase sempre mentirosos.

Essa inveja é um desvio de carárater e como tal, inaceitável no convívio entre amigos ou pessoas que querem se relacionar bem.

Como no caso do malandro, existe uma maneira de não ser prejudicado pelo invejoso.

É guardar distancia prudente e se possível for, suficiente para estar longe dos seus olhos e comentários.

O sujeito que tem mania de que todos sentem inveja dele, é na verdade um invejoso.

Dizem, que a inveja transmite fluidos negativos e que podem prejudicar alguém.

Acredito que isso seja possível, na mesma medida em que é ruim andar com as pessoas que tem defeito de caráter, ficando bem difícil sermos de qualquer forma afetados quando guardamos distancia prudente desse e de qualquer tipo de mau carater.

Além disso, está mais do que provado de que todo o bem ou mal que emanamos volta potencializado e é por isso que as pessoas invejosas quase sempre são mal sucedidas em uma ou todas as coisas importantes da vida.

Como sempre ouvimos falar, principalmente das pessoas mais experientes, ou que nos querem bem, diz-me com quem andas e eu direi o que te espera.

O prêmio ou o castigo das pessoas é serem como elas são.

Marinho Guzman

quarta-feira, 29 de abril de 2009

As pessoas tiram da vida exatamente o que investiram nela.




"As pessoas tiram da vida exatamente o que investiram nela."
Joy Adason 

Às vezes me surpreendo com a sorte de algumas pessoas que levam a vida como na fábula de La Fontaine e terminam a história com um final feliz como novela da Globo.
A formiga só trabalhou e a cigarra só cantou e dançou...

Para deixar a coisa ainda mais confusa, fizeram da cigarra uma garota gostosa e com poucos escrúpulos, que encarou o inverno em Paris com casaco de peles, bolsa da Louis Vuitton, carro com aquecimento e um coroa para sustentar...

Oh! Vida! Oh! escritores... Oh! lindas garotas com poucos escrúpulos e muita vontade de aproveitar a vida e a delícia que se esconde atrás de um biquíni cada vez menor...

Mas também vejo que ganhar na loteria é difícil, que ser feliz é uma arte e que se não fizermos o dever de casa quase sempre seremos reprovados pelo futuro...

Para cada cem garotas gostosas existem apenas uns dez coroas disponíveis, para cada garota gostosa querendo receber por mês tem cada vez mais espertinhas cobrando por vez e assim caminham a sexualidade e a senilidade.

Às vezes de mãos dadas, às vezes de pernas abertas...

E atire a primeira pedra aquele ou aquela que nunca pescou...

Qual seria o ponto de equilíbrio?  Será que ninguém vai fazer um programinha para computador, para eu fazer o download de como levar a vida? Tem de colocar no baixaqui !

Será que na 25 de março vai ter garota de programa, digital pirata?

Será que um dia vamos ter menos sexo na cabeça do que chifres?

Bem enquanto as coisas seguirem como estão, o melhor mesmo é andar na linha, fazer a lição de casa e preparar o futuro para a velhice, que é tão certa como o inverno depois do verão.

Aí, diriam as moças difíceis de vida fácil...

Inverno? Quando chegar a gente se manda para Ibiza... Meia idade a gente dribla com plástica e a velhice... e sempre vai tem um chinelo velho para um pé doente.

E a moral, a moral da história e o La Fontaine?
Bem como diz a própria formiga da piada...

O La Fontaine que vá para a puta que o pariu...

M G

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Helô Pinheiro, nossa eterna garota de Ipanema no Faustão da Globo


A musa inspiradora de Tom e Vinícius nos famosos versos:

“Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça/ É ela a menina que vem e que passa/ Num doce balanço a caminho do mar”; mas hoje a caminho do palco do Domingão do Faustão, onde desfilará seu charme

e beleza e quem sabe descobrirá mais um talento: o de dançarina.

Helô Pinheiro que já atuou como atriz, apresentadora, é jornalista e recentemente concluiu o curso de Direito pela FMU.

Helô é casada, tem 4 filhos e 2 netas. E por tudo isso, consideramos um verdadeiro exemplo de mulher brasileira.


Texto Lz12 Comunicações

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Circo da notícia.


Como se pode viver sem saber que...

* "Gianne Albertoni anda de bicicleta em frente ao mar"

* "Beyonce sai com Jay-Z de casaco `Napoleão´"

* "Ex-BBB Priscila colocará piercing genital de ouro branco"

* "Chris Martin, do Coldplay, leva os filhos para a Disney"

* "Kate Moss reúne receitas para livro de culinária"

* "Juliana Didone e Eri Johnson correm juntos no Rio"

* "Harrison Ford dá comida para hipopótamo"

 "Gisele Bündchen beija cachorra Vida em passeio com marido"

E o marido, quem o beijará?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A responsabilidade social da mídia, por Venício Lima

A responsabilidade social da mídia, por Venício Lima



Há 62 anos, em 27 de março de 1947, era publicado nos Estados Unidos o primeiro volume que resultou do trabalho da Hutchins Commission – “A free and responsible press” (Uma imprensa livre e responsável). A Comissão, presidida pelo então reitor da Universidade de Chicago, Robert M. Hutchins, e formada por 13 personalidades dos mundos empresarial e acadêmico, foi uma iniciativa dos próprios empresários e foi por eles financiada.

Criada em 1942 como resposta a uma onda crescente de críticas à imprensa, a Comissão tinha como objetivo formal definir quais eram as funções da mídia na sociedade moderna. Na verdade, diante da crescente oligopolização do setor e da formação das redes de radiodifusão (networks), se tornara impossível sustentar a doutrina liberal clássica de um mercado de idéias (a marketplace of ideas) onde a liberdade de expressão era exercida em igualdade de condições pelos cidadãos.
A saída foi a criação da “teoria da responsabilidade social da imprensa”. Centrada no pluralismo de idéias e no profissionalismo dos jornalistas, acreditava-se que ela seria capaz de legitimar o sistema de mercado e sustentar o argumento de que a liberdade de imprensa das empresas de mídia é uma extensão da liberdade de expressão individual.

Em países europeus, com forte tradição de uma imprensa partidária, no entanto, a teoria da responsabilidade social enfrentou sérias dificuldades e a doutrina liberal clássica teve que se ajustar à implantação de políticas públicas que regulassem o mercado e estimulassem a concorrência.

Responsabilidade Social
A responsabilidade social tem sua origem associada à filosofia utilitarista que surge na Inglaterra e nos Estados Unidos no século XIX, de certa forma derivada das idéias de Jeremy Bentham (1784-1832) e John Stuart Mill (1806-1873).

Nos anos pós Segunda Grande Guerra, a responsabilidade social se constituiu como um modelo a ser aplicado às empresas em geral e às empresas jornalísticas estadunidenses, em particular, e começou a ser introduzido através de códigos de auto-regulação estabelecidos para o comportamento de jornalistas e de setores como rádio e televisão.
O modelo está, portanto, historicamente vinculado aos interesses dos grandes grupos de mídia.

A responsabilidade social se baseia na crença individualista de que qualquer um que goze de liberdade tem certas obrigações para com a sociedade, daí seu caráter normativo.
Na sua aplicação à mídia, é uma evolução de outra teoria da imprensa – a teoria libertária – que não tinha como referência a garantia de um fluxo de informação em nome do interesse público.
A teoria da responsabilidade social, ao contrário, aceita que a mídia deve servir ao sistema econômico e buscar a obtenção do lucro, mas subordina essas funções à promoção do processo democrático e a informação do público (“o público tem o direito de saber”).

Para responder às críticas que a imprensa recebia, a Hutchins Commission resumiu as exigências que os meios de comunicação teriam de cumprir em cinco pontos principais:

(1) propiciar relatos fiéis e exatos, separando notícias (reportagens objetivas) das opiniões (que deveriam ser restritas às páginas de opinião);

(2) servir como fórum para intercâmbio de comentários e críticas, dando espaço para que pontos de vista contrários sejam publicados;

(3) retratar a imagem dos vários grupos com exatidão, registrando uma imagem representativa da sociedade, sem perpetuar os estereótipos;

(4) apresentar e clarificar os objetivos e valores da sociedade, assumindo um papel educativo; e por fim,

(5) distribuir amplamente o maior número de informações possíveis.

Esses cinco pontos se tornariam a origem dos critérios profissionais do chamado 'bom jornalismo' – objetividade, exatidão, isenção, diversidade de opiniões, interesse público – adotado nos Estados Unidos e “escrito” nos Manuais de Redação de boa parte dos jornais brasileiros.

Liberdade de imprensa vs. responsabilidade da imprensa
Analistas estadunidenses consideram que a Hutchins Commision talvez tenha sido a responsável por uma mudança fundamental de paradigma no jornalismo: da liberdade de imprensa para a responsabilidade da imprensa. Teria essa mudança de paradigma de fato ocorrido?

No Brasil, certamente, os empresários de mídia continuam a defender seus interesses como se estivéssemos nos tempos da velha doutrina liberal (que, de fato, nunca vivemos).
O discurso da liberdade de imprensa e da auto regulação praticado no Brasil é historicamente anterior à Hutchins Commission. Basta que se considere, por um lado, a concentração da propriedade e a ausência de regulação na mídia e, por outro, as enormes dificuldades que enfrenta até mesmo o debate de temas e projetos com potencial de alterar o status quo legal.

Um exemplo contemporâneo são as resistências – que já se manifestam – em relação à realização da 1ª. Conferência Nacional de Comunicações.

As recomendações da Hutchins Commission, se adotadas pelos grupos de mídia no Brasil, representariam um avanço importante. Para nós, a teoria da responsabilidade social da imprensa permanece atual, mesmo 62 anos depois.

*Venício Lima é Pesquisador Sênior do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da Universidade de Brasília - NEMP - UNB. É autor/organizador dos livros "A mídia nas eleições de 2006" e "Mídia: Teoria e Política" (publicados pela EFPA).

Publicado originalmente na Agência Carta Maior, em 30/03/2009

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Para enfeitar...

Clique na foto para ampliarMais um pouco da Prima do Mané ...Sofia Vergara.

O jornalista "produto"


Segunda Leitura
Ouhydes Fonseca
O jornalista "produto"









Em recente entrevista ao colunista de TV Daniel Castro, da Folha de S.Paulo, o apresentador do “CQC” da TV Bandeirantes, Marcelo Tas, afirmou ser antiético o jornalista fazer publicidade disfarçada de jornalismo. Tas respondia a uma provocação do entrevistador, já que o jornal americano The Wall Street Journal havia revelado que ele utilizou um de seus blogs financiado pela Telefonica para fazer referências a um determinado produto da empresa. Apesar de condenar a publicidade disfarçada, porém, ele acha que não é isso o que faz. “Estou dando dicas de vídeo como eu sempre fiz. E tem muito jornalista se mordendo de inveja, tentando dizer isso que você colocou”, justificou ao repórter.

 

Independentemente desse caso, tem sido cada vez mais comum a prática de jornalistas emprestarem seu nome e prestígio em mensagens publicitárias. Na TV, nem tanto, mas na mídia impressa e em especial no rádio. Uma das maneiras mais comuns dessa distorção aparece sob a forma de patrocínio de colunas assinadas por jornalistas. Mas há também cadernos inteiros que são passados aos leitores sem a devida informação de que se trata de “informe publicitário” e no qual repórteres assinam matérias de restrito interesse dos patrocinadores, porém dando a entender que elas são de grande interesse público. Nas rádios, é normal o apresentador de programa de qualquer natureza “vender” sua voz para ser utilizada em anúncios comerciais.

 

É evidente que isso põe em risco a credibilidade do profissional. Já pensaram se um jornalista recomendasse que a gente compre determinado produto “porque ele é o melhor que há” e algum tempo tenha seu “passe” adquirido por um anunciante concorrente e passasse a garantir que um outro produto é que é o melhor? Teria que apresentar uma justificativa muito boa para nos convencer disso. Seria mais ou menos como o Zeca Pagodinho começasse a recomendar que bebêssemos cerveja Antarctica. É por isso que ele está condenado a ser “brameiro” por toda a vida.

 

No início dos anos 90, o jornalista e ensaísta inglês Paul Johnson publicou o que chamou de “os sete pecados capitais do jornalismo”. Em resumo, são estes: 1) Distorção, deliberada ou inadvertida dos fatos; 2 ) Culto das falsas imagens, ou seja, explorar os acontecimentos de forma sensacionalista; 3) Invasão da privacidade, pela qual se remexe a vida íntima das pessoas;4) Assassinato de personagem, que é a omissão deliberada de todos os fatos que envolvam uma pessoa não grata à empresa jornalística; 5) Superexploração do sexo, que não precisa ser explicado; 6) Envenenamento das mentes das crianças, igualmente sem necessidade de explicação; 7) Abuso de poder, pelo qual o jornalista utiliza sua profissão para prejudicar pessoas ou entidades das quais não gosta. Infelizmente, não encontrei em nenhum desses pecados a questão da publicidade disfarçada.

 

A mesma omissão acontece com várias listas formuladas por outros autores. Mas não é difícil perceber sua existência no também vasto número de códigos de ética formulados para o trabalho dos jornalistas. É que esse pecado está sob um guarda-chuva denominado “conflito de interesses”. Ele ocorre quando o jornalista está diante de um dilema: ficar a favor do anunciante ou do consumidor. Em seu livro “Sobre ética e imprensa” (Cia das Letras, 2000), o jornalista, professor e pesquisador Eugênio Bucci  dá um outro exemplo do problema envolvendo uma empresa de mídia, que oferece notícias e comentários, mas que também precisa garantir sua rentabilidade. “Pense-se num jornal: às vezes, a missão de dizer a verdade ao leitor significa pôr em apuros um anunciante. E aí? Como ordenar a convivência entre a missão de informar e a dedicação ao cliente-anunciante? Como abrigar os dois lados na mesma empresa? A melhor solução inventada até hoje é uma solução elementar: pondo cada lado para o seu lado”. Não é fácil, mas há coisas óbvias que mostram até que ponto o jornalista pode avançar ou não. Por exemplo, propondo-se uma perguntinha bem fácil de responder: isto que estou fazendo fere a minha dignidade de pessoa humana e de profissional?


Publicado no Jornal da Orla


quinta-feira, 16 de abril de 2009

Quem não se comunica se trumbica.




Quem não se comunica se trumbica.

 

Por Eugenio Mussak

Perus são inimigos dos gambás porque estes matam seus filhotes para comer. Uma perua ataca um gambá sem piedade para defender sua prole e, em geral, consegue colocar o malcheiroso para correr. Se colocarmos um gambá de brinquedo, feito de pano, perto de uma perua, ela o destruirá em minutos. 

Uma das experiências mais curiosas sobre o comportamento dos animais foi feita com um gambá e com uma perua e seus filhotes. Um biólogo amarrou um pequeno gravador no peito de um gambá, emitindo os piados de um filhote de peru, e o deixou perto de uma família dessas aves, cuja mãe, como sempre, estava zelosa e atenta a qualquer perigo. Entretanto ela não atacou o gambá, que continuava parecendo um gambá, caminhando como um gambá e, principalmente, cheirando como um gambá. Só que piava como um peruzinho. Foi o suficiente para ser aceito como tal. 

Esse é apenas um dos muitos exemplos da força da comunicação. Na outra mão, provavelmente um peru que imitasse o ruído de um gambá seria imediatamente repelido pelo grupo. Em resumo, você quer se dar bem com um peru? Pie como ele. Deseja se relacionar bem com um humano? Faça com que ele o entenda. Comunique-se. Quem se comunica costuma obter o que deseja. E quem não se comunica se trumbica. 


Comunicação e evolução Poderíamos dizer que, com a evolução, o ser humano aumentou sua capacidade de se comunicar. Que evoluiu da comunicação oral para a comunicação escrita, desenvolveu tecnologias, inventou o correio, o telégrafo, o telefone e hoje não sabe mais viver sem o e-mail e o celular. Só que o que ocorreu não foi isso. Evoluímos porque melhoramos nossa capacidade de comunicação e não o contrário. A comunicação foi o atributo que permitiu a evolução de nossa espécie, com o surgimento da sociedade humana. 

Pensamento e comunicação estão ligados desde sempre. Precisamos pensar para falar e, ao falarmos, melhoramos nossa capacidade de pensar, porque o esforço pedagógico para que nosso interlocutor nos entenda melhora nosso próprio entendimento. Aliás, esse é o princípio da terapia. O psicólogo estimula o paciente a falar, organizando pensamentos e sentimentos. Na aparência, o paciente fala com seu terapeuta; na prática, fala com ele mesmo. E é dessa autocomunicação, estimulada e mediada por um estranho, que a pessoa retira seu autoconhecimento. E, deste, vem o desenvolvimento pessoal. 

O erro mais comum que se comete é imaginar que podemos comunicar uma idéia com perfeição apenas usando as palavras adequadas. É claro que as palavras certas são imprescindíveis, mas não podemos esquecer que palavras não têm vida própria – precisam, para viver, da qualidade da voz que as pronuncia. 


Comunicação e emoção 

A palavra representa uma idéia e constrói uma mensagem, mas quem transporta essa idéia e essa mensagem é a modulação da voz. Palavras são a representação do intelecto, a modulação da voz é o manifesto da emoção. E a comunicação será tão mais eficiente quanto melhor for a interação entre a razão e a emoção. 

Acontece com freqüência de uma pessoa dizer algo que lhe parece totalmente lógico e ser entendido de maneira ilógica por seu interlocutor. Às vezes, uma tentativa de elogiar transforma-se em uma pesada ofensa. Por outro lado, uma crítica severa pode ser aceita como uma manifestação de amizade e carinho. Por que acontece isso? No primeiro caso porque a emoção da voz não foi compatível com a qualidade da mensagem. No segundo porque a aspereza do comunicado foi amenizada por uma entonação correta, que deixou claro que aquela crítica era um desejo de construção e uma manifestação de amizade. 

Pode parecer estranho, mas em um ato de comunicação a forma é tão ou mais significativa do que o conteúdo. Tanto na aprendizagem quanto na comunicação, a emoção é mais determinante do que a razão – e, repetindo, a emoção não está na palavra, e sim na maneira como ela é pronunciada. E não faltam exemplos na política, no direito, na religião e até no futebol de pessoas que não falam nada com nada, mas convencem quase todo mundo. Imagine, então, se você associar um bom conteúdo com uma boa qualidade na comunicação. 

Aliás, se você deseja convencer alguém com seus argumentos, a primeira providência é estar, você mesmo, convencido. Senão sua comunicação será falha. A comunicação sem consistência não se sustenta por muito tempo. No filme Kate e Leopold, um lorde inglês do século 19 viaja no tempo e acaba na Nova York contemporânea. Envolve-se com uma publicitária que tem a idéia de aproveitar o galante personagem em uma propaganda de margarina. 

O rapaz fala o texto de maneira convincente, enaltecendo o sabor, mas, na hora de comer o pão com a dita margarina, faz uma cara feia e se recusa a comer o que ele dizia ter “gosto de sebo”, e a continuar o trabalho. A publicitária então lhe diz: “Mas isto é apenas propaganda”. Ao que o nobre retruca: “Como você pode fazer propaganda de uma mentira? Isso não é ético”. 

Sim, quem não se comunica se trumbica, mas às vezes quem se trumbica é quem comunica inverdades, como temos visto nas patéticas cenas protagonizadas por publicitários da política – comunicadores profissionais que capricham na forma, sem se preocuparem com a verdade do conteúdo. 


Comunicação e lógica 

Clareza de idéias é uma qualidade dos bons comunicadores. Tornam claros os pensamentos, para que os outros possam “vê-los”. Organizam as idéias antes de organizar as frases. Comece a observar se você pensa antes de falar, assim como pensa antes de escrever, e se organiza as frases com a melhor lógica possível. Depois treine a melhoria da organização de suas frases. Ter clareza pode ser uma questão de treino. 

Não tenha medo de ser considerado pedante por conjugar os verbos corretamente, fazer concordância entre os pronomes e pronunciar as palavras por inteiro, sem comer finais e sem deixar partes entregues ao “subentendido”. Prefira ser elogiado pela clareza. Quando alguém não entendeu sua mensagem, pergunte a si mesmo “por que será que eu não me fiz entender?”, em vez de transferir a responsabilidade ao outro perguntando “por que será que ele não me entendeu?”. 

Preste atenção na organização de suas falas. O ritmo adequado da fala facilita o entendimento da mensagem. Observe a velocidade, pois há quem fale depressa demais, assim como há quem fale muito devagar. O primeiro tipo angustia o interlocutor, pois não cria o tempo necessário à interpretação, e o segundo irrita com a monotonia, pois o entendimento aconteceu antes da conclusão da frase, e isso pode gerar dispersão. O timing verbal também é demonstrado através de coisas como o comprimento das frases, a obediência à pontuação, a tonificação das sílabas mais significativas. 

Clareza de expressão é a manifestação externa da lucidez do pensamento. Pessoas lúcidas são as que luzem, ou seja, emitem “luz”, e seu traço principal é a coerência de idéias. Lúcida é o nome que se dá à estrela mais brilhante de uma constelação, também chamada estrela alfa. Lúcida também é a designação de uma técnica de lapidação de diamantes que confere à pedra um brilho maior, que se traduz em imensa beleza. Pessoas lúcidas também são assim, brilham mais através da maneira como se comunicam. 


Comunicação e relações 

Vivemos em um mundo em que os povos não se entendem, provocando grandes conflitos, e costumamos ouvir que o que está faltando é diálogo. Se olharmos para o mundo comum ao nosso redor, também encontraremos uma série de pequenos conflitos, pessoais e profissionais, sobre os quais podemos fazer o mesmo comentário: está faltando diálogo. Parece que tudo ocorre a partir do diálogo. 

A biologia nos dá lições sobre esse tema. No livro A Segunda Criação, de Ian Wilmut (Objetiva), há uma reflexão perturbadora. Esse geneticista britânico, “pai” da Dolly, a ovelha-clone, afirma que os genes não operam isoladamente: “Eles estão em diálogo constante com o resto da célula, que por sua vez responde a sinais de outras células do corpo, que por sua vez estão em contato com o ambiente externo. Esse diálogo controla o desenvolvimento do organismo (...). O diálogo entre os genes e o ambiente que os circunda continua depois que o animal nasce e durante toda sua vida, e, se ele não se processa corretamente, os genes saem fora de controle, as células crescem desordenadamente e o resultado é o câncer”. 

Trata-se de uma reflexão a respeito de um fenômeno biológico, sobre o comportamento das células, mas nos remete a uma segunda reflexão, esta sobre o comportamento das pessoas. Seríamos nós produtos de um permanente diálogo entre nosso interior e o mundo em que vivemos? Seria o ser humano um animal parcial, considerando que só controla parte de seu comportamento, estando a outra parte entregue à variação de um mundo em permanente transformação? 

Ao que tudo indica, sim. Nosso bem-estar e nossa felicidade dependem de nós – mas também do mundo e, como conseqüência, da qualidade do diálogo que estabelecemos com esse mundo. Nesse sentido, sou eu e o mundo, em permanente troca de informações e buscando o consenso – que, em última análise, é condição para a felicidade. Entender o mundo e me fazer entender por ele é o grande desafio. Ninguém deve ganhar esse diálogo, pois ele não é um embate, é um apelo de paz. O diálogo existe para que não haja imposição, e sim entendimento, compreensão e, ao final, o consenso. 

Você viverá melhor quanto melhor dialogar com a pluralidade do mundo. Por outro lado, como diria Chacrinha, comunicador da televisão brasileira que criou a expressão que logo caiu no gosto do povo: “Quem não se comunica... se trumbica”. Da qualidade do diálogo vem a qualidade da vida. Os diálogos bem-sucedidos, internos e externos, acalmam, amansam, aveludam, alegram. 



Texto publicado sob licença da revista Vida Simples, Editora Abril. 

Visite o site da revista: www.revistavidasimples.com.br

 

terça-feira, 14 de abril de 2009

Conheça parte da Turma do Café...

Clique na foto para ampliar
Divertidíssima.

Isso é o mínimo que se pode dizer da reunião diária no Restaurante Pérola do Atlântico, das 8:00 às 9:00 hs. 
Também conhecido como Mosca Frita 5 estrelas, o Pérola tem na figura de seu mais importante membro, o famoso Cururú, o expoente máximo da cultura mineira exportada para Guarujá.
Os assuntos são diversificadíssimos e vão desde mercado imobiliário até fazendas de minhocas que o Cururú tem em São João Nepomuceno-MG com a finalidade de abastecer a mais famosa cadeia de lanchonetes do mundo.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Para enfeitar o blog...


 Kate Sanches
 
Medidas:
Altura: 1.65 cm
Quadril: 90 cm
Cintura: 63cm
Busto: 83 cm
Manequim: 36
Sapato: 38
Cor dos olhos: Castanhos
Cor dos cabelos: Louro Escuro Acinzentado
Cútis: Branca

quarta-feira, 8 de abril de 2009

As pessoas tiram da vida exatamente o que investiram nela.



"As pessoas tiram da vida exatamente o que investiram nela."

Joy Adason 

 

Às vezes me surpreendo com a sorte de algumas pessoas, que levam a vida como na fábula de La Fontaine e terminam a história com um final feliz como novela da Globo.

A formiga só trabalhou e a cigarra só cantou e dançou...

 

Para deixar a coisa ainda mais confusa, fizeram da cigarra uma garota gostosa e com poucos escrúpulos que encarou o inverno em Paris, com casaco de peles, bolsa da Louis Vuitton, carro com aquecimento e um coroa para sustentar...

 

Oh! Vida! Oh! escritores... Oh! lindas garotas com poucos escrúpulos e muita vontade de aproveitar a vida e a delícia que se esconde atrás de um biquíni, cada vez menor...

 

Mas também vejo que ganhar na loteria é difícil, que ser feliz é uma arte e que se não fizermos o dever de casa quase sempre somos reprovados pelo futuro...

 

Para cada cem garotas gostosas existem apenas uns dez coroas disponíveis, para cada garota gostosa querendo receber por mês tem cada vez mais espertinhas cobrando por vez e assim caminham a sexualidade e a senilidade.

 

 Às vezes de mãos dadas, às vezes de pernas abertas...

 

E atire a primeira pedra aquele ou aquela que nunca pescou...

 

Qual seria o ponto de equilíbrio?  Será que ninguém vai fazer um programinha para computador, para eu fazer o download de como levar a vida? Tem de colocar no baixaqui !

 

Será que na 25 de março vai ter garota de programa, digital pirata?

 

Será que um dia vamos ter menos sexo na cabeça do que chifres?

 

Bem enquanto as coisas seguirem como estão, o melhor mesmo é andar na linha, fazer a lição de casa e preparar o futuro para a velhice que é tão certa como o inverno depois do verão.

 

Aí, diriam as moças difíceis de vida fácil...

 

Inverno? Quando chegar a gente se manda para Ibiza...

 

Meia idade a gente dribla com plástica e a velhice... bem, sempre vai tem um chinelo velho para um pé doente.

 

E a moral e o La Fontaine? Bem como diz a própria formiga da piada...

 

 O La Fontaine que vá para a puta que o pariu...

 

M G

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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