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sábado, 28 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Cercar-se de pessoas inteligentes.


Os poderosos tem muita sorte em ter ao seu lado homens de grande inteligência, capacitados para resolver os problemas causados pela ignorância e que lutam por eles nas situações mais difíceis. Servir-se de sábios é uma grandeza especial. Supera o gosto bárbaro de Tigrano, que fazia dos reis vencidos seus serviçais. É muito melhor outro tipo de domínio: transformar, por uma arte especial, aqueles que a natureza dotou de inteligência superior em nossos servidores. Há muito o que conhecer, a vida é curta e não se vive se não se sabe. É portanto, uma habilidade especial aprender sem esforço, aprender muito de muitos, sabendo tanto como todos. Se você conseguir isso, será capaz de falar por muitos em uma reunião, pois por sua boca vão falar tantos sábios quantos foram os que o prepararam. Conseguirá assim, com suor alheio, fama de oráculo. Aqueles que não puderem ter a sabedoria como serva devem tê-la ao menos como companheira.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Moderação no julgar.

Cada um pensa conforme lhe convém e apresenta razões para suas caprichosas opiniões.
A maior parte dos homens põe a paixão na frente do juízo.
Quando duas pessoas sustentam posições contrarias, cada uma pensa ter razão.
Mas a razão é fiel e não tem duas caras.
O sábio deve agir com cautela em assuntos tão delicados, e sua própria dúvida irá corrigir o julgamento inicial sobre o comportamento alheio.
Ao se colocar no lugar do outro e examinar seus motivos, não condenará nem se justificará tão cegamente.



Veja mais de Baltasar Gracian no nosso blog
www.baltasar-gracian.blogspot.com

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Homem submisso é tão útil quanto pinça quebrada.


Ailin Aleixo
Homem submisso é tão útil quanto pinça quebrada.
Tá bom, passamos as últimas décadas lutando para que eles sejam menos escrotinhos, não cutuquem o nariz em público, aprendam a lavar louça, saiam das fraldas e larguem do nosso pé. Com toda a razão: o mundo seria eternamente um espartilho tamanho P se a cada botão caído eles nos acordassem para costurar ou se o maior espaço que tivéssemos na vida fosse entre a caixa do aspirador de pó e a sala de jantar.
Lutamos e conquistamos um monte de coisas. Colocamos os homens no cabresto e daí todos os nossos problemas… mudaram.
Domamos os machões, trabalhamos até 11 horas por dia, deixamos a receita para o jantar separada para a empregada, fazemos compras de supermercado na hora de almoço, cuidamos dos gatos, fazemos luzes no cabelo, trocamos o óleo do carro e ficamos cansadas feito um camelo velho. Agora, vem cá, depois dessa suave rotina, o que eu não quero nem preciso é um bundão que recorra a mim a cada cinco minutos: ‘Qual a cor de cueca que eu compro?’, ‘O que nós vamos fazer no fim de semana?’, ‘Em qual restaurante vamos levar o Ziguifrido e a Efigênia?’.
Talvez tenhamos exagerado um pouquinho nesse processo de domesticação masculina.
Preciso de um homem que não tenha aberto mão das idiossincrasias da sua testosterona e compre só cueca branca porque é mais fácil. Um homem que seja proativo o suficiente para programar um fim de semana que me surpreenda, mesmo que nem sempre seja uma surpresa tão boa assim (não dá para acertar todas). Preciso de um homem que leia o bendito guia semanal de qualquer jornal e reserve mesa num restaurante bacana que ainda não conhecemos. Um macho que beije meu pescoço, lamba minha orelha e me convença deliciosamente a praticar o nheco-nheco mesmo quando dou demonstrações explícitas de desânimo total. Um homem, enfim, não um garoto com medo de tomar bronca.
Mas para isso é preciso baixar a guarda. Chega desse papo de tratá-los como inimigos prestes a saquear nosso território se não estivermos sempre com o exército a postos. Vamos deixar para lá essa neura feminista de que é necessário fazer os mocinhos comerem na nossa mão para termos ‘o poder’. Chega de demonizá-los. Já lutamos e conquistamos um monte de coisas, inclusive uma que não esperávamos: uma carência desgraçada, que teima em morrer de vergonha de se mostrar e nos corrói imperceptivelmente. Uma necessidade quase desesperadora de acolhimento e carinho que, certamente, não será atendida (ou sequer percebida) por um bundão. Eles são bons em ligar para perguntar se aquela dor de cabeça passou, mas não têm presença de espírito para comprar um Tilenol.
A verdade é que não precisamos de homens submissos - por que raios nós gostaríamos de ser casadas com alguém sem opinião própria? Precisamos é de um pouco de semancol e, talvez, umas sessões de terapia para reaprender a pedir colo, ficar frágeis, fazer uma comidinha gostosa para ele simplesmente porque deu vontade. Voltar a não ter medo de ser mulher. Tudo pode ser mais simples se nos desarmarmos.
Sabe de uma coisa? Homem submisso é como ‘homem pé de mesa’: muito bacana e excitante na teoria, mas um transtorno na prática.






Colaboração da minha amiga Vânia

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

ISSO NÃO É COMIGO...



“Primeiro eles vieram pegar os comunistas, mas eu não era comunista e não falei nada.


Depois vieram pegar os socialistas e os sindicalistas, mas como eu não era nenhum dos dois eu não falei nada.


Logo vieram pegar os judeus mas eu não sou judeu e não falei nada.


E, quando vieram me pegar, não sobrava mais ninguém que pudesse falar por mim”.




Martin Niemoller pastor que sobreviveu aos campos nazistas.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Homens.


Que homem nunca comeu uma feia por piedade,
Uma ex por saudade ou uma chata por necessidade?
Que homem já não estourou um cartão para um programa,
Só para levar para cama, uma mulher que o esnobou?
Que homem nunca sofreu,
Por pensar que é um simples adorno,
Que na verdade está sendo corno,
Para uma mulher que só quer esquecer o ex...
Só um homem para não saber,
Que uma maravilhosa no pé só pode ser pedra,
Que uma gostosa dando sopa é sempre louca...
E que o final é sempre igual.
As mulheres dizem,
Que todo homem é um diabo,
Não há mesmo quem o negue,
Mas toda mulher procura, um diabo que a carregue,
Desde que tenha um belo cheque!

Vamos homens, vamos à luta,
Mesmo sabendo que o final de todo malandro é sempre na mão de uma puta, mesmo sabendo que sempre vamos nos dar mal.
E tem mais, haja o que houver, custe o que custar,
Todo homem tem de ser fiel a uma mulher.

Nem que seja porque UMA é sempre mais barato, do que DUAS.

Marinho Guzman
O autor não é machista, só gozador!

Lembrando o discurso de transmissão de cargo e posse da Associação Comercial do Guarujá 1999.


MUITO FAZ QUEM NÃO ATRAPALHA




Há um ano fui convidado a assumir a presidência da Associação Comercial de Guarujá. Tentei de todas as maneiras furtar-me à responsabilidade, capitulando quando percebi que nesse crítico momento ou aceitava ou veria perdido o trabalho de muitos companheiros que como eu buscavam levantar a associação que tem mais de trinta anos na cidade.
Em nenhum momento achei que seria fácil a missão.
Tínhamos poucos sócios pagantes, uma receita mensal em torno de mil reais, insuficiente para pagar o aluguel e a secretária e um saldo negativo que foi coberto antes da posse por alguns sócios.
Pior do que a situação financeira, era o acreditar na possibilidade de uma associação para servir e não para servir-se.
Ousei mostrar serviço sem pedir nada. Trabalhei com a prioridade de fortalecer o quadro associativo. Hoje temos quase 500 sócios pagantes, receita suficiente para cobrir todos os gastos, o que nos permite investir na imagem da Associação, fornecer balcão do SEBRAE, Serviço de Proteção ao Crédito, convênio com assistência médica e dentaria a custos mais baixos para os associados, na UNIMED e TOI.
Tão importante como os serviços e a representatividade conseguida, impusemos respeito.
Respeito que foi muitas vezes colocado à prova com intrigas e mesquinharias, mas que resistiu por todo o meu mandato com respostas incisivas, educadas e sem medo, fazendo calar a boca os detratores da verdade.
Nesse trajeto perdemos uns quatro ou cinco sócios por não concordarem com o que não estão acostumados a conviver.
Honestidade, probidade, hombridade e outras boas condutas que não puderam suportar.
Tivemos a perda, essa sim irreparável, do colega, amigo, mestre e responsável maior pela reativação da associação, o inesquecível Vitor de Azevedo Marques, com quem pouco convivi e muito aprendi e a quem credito todo mérito que possa ser destinado à minha gestão. Foi ele quem me convenceu que seria possível ajudar a classe e a cidade por esse caminho.
Para quem não acompanhou nesse pouco tempo o trabalho dos colegas Luis Pagode, Ronaldo Sachs, Sérgio Cesar, Heitor Gonzales, Alcy Leite e alguns outros, pode parecer que o trabalho foi fácil, mas efetivamente não foi, como podem testemunhar todos que aqui estão.
Se tivéssemos mais alguns como eles, certamente teríamos mais de mil associados, o que vamos conseguir nesse próximo ano, com o novo presidente que poderia ser sem dúvida qualquer um dos acima nomeados, mas que por nossa escolha será Heitor Gonzales, com quem estaremos bem representados.
Continuarei participando da associação com o novo conselho administrativo que terá uma função mais atuante, que junta os nomes mais representativos da cidade, sem preocupação política de agradar ninguém.
Não é possível esquecer a colaboração da nossa secretária Heloísa e do moço Wagner, bem como de muitos que anônima e abnegadamente ajudaram a colocar a Associação Comercial na confortável situação de uma das maiores associações de classe da cidade.
O trabalho da próxima diretoria será ainda mais difícil.
Pouco foi nos cobrado, já que estávamos sedimentando uma base, partindo de quase nada.
Daqui para a frente, as cobranças e comparações serão inevitáveis, o que será bom para a associação e para os associados, que deverão colaborar ainda mais para o crescimento de sua representatividade.

Alguns podem pensar que as coisas serão mais fáceis para o poder que não cumpre as suas obrigações e dificulta como pode a vida dos comerciantes.
Tenho certeza de que próximo presidente fará exatamente como eu fiz, lutando contra os privilégios odiosos dos afilhados do poder, contra a concorrência desleal que admite o comércio temporário predatório e outros privilégios que todos conhecemos e abominamos.
Seu bom senso não permitirá que confundam franqueza com fraqueza.
Para quem não colaborou e tentou prejudicar a Associação no passado. Não tente isso com a atual diretoria, pois não foi fácil e nem vai ser...
Muito faz quem não atrapalha.
Aquele com seus longos e repetitivos discursos, não tem vergonha de mentir, prometer, acusar de turma do quanto pior melhor, de fracassomaníacos, reis do blá... blá... blá... e outros termos copiados do nosso presidente, não nos ajudou em nada nesse ano, tentou na verdade e muitas vezes conseguiu, desestimular, atrapalhar, atravancar o trabalho que hoje entrego ao atual presidente que será, como eu fui, pura e tão somente representante da vontade dos que o indicaram, com um compromisso maior do que continuar o trabalho.
Com certeza o tom dessas minhas palavras não agradará a muitos e desagradará os de sempre.
Deixo ao meu sucessor os melhores votos e tenho certeza ele terá muito sucesso,para o bem e gáudio de toda a classe que representa.
Muita sorte e bom trabalho, senhor presidente.

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE GUARUJÁ
Mário Pacheco Guzman

Presidente do Conselho Deliberativo
1.999

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O INVEJOSO


O INVEJOSO

O invejoso sofre mais pelo que os outros tem, do que pelo que lhe falta.

É comum, sentir uma diferença no olhar do interlocutor quando lhe bate uma ponta de inveja.

É bom que se diga, que nem toda a inveja é ruim ou tem maldade.

Existe um tipo de inveja que demonstra admiração, satisfação, simpatia pelo sucesso material ou não que as pessoas conseguem e que se lhes diferencia de alguma forma.

É motivo de satisfação invejar as pessoas inteligentes, bem sucedidas, elegantes e bonitas, o que de alguma forma ajuda com que tenhamos vontade de ser como elas, alcançando o mesmo sucesso.

Existe entretanto uma inveja, que como se diz, mata.

É aquela que esta na popular frase: inveja de doer, ou inveja de matar.

Essa inveja, ao invés de ser positiva, como a outra, destrói, amarga, incita a comentários pouco construtivos para não dizer maldosos, impiedosos e quase sempre mentirosos.

Essa inveja é um desvio de carárater e como tal, inaceitável no convívio entre amigos ou pessoas que querem se relacionar bem.

Como no caso do malandro, existe uma maneira de não ser prejudicado pelo invejoso.

É guardar distancia prudente e se possível for, suficiente para estar longe dos seus olhos e comentários.

O sujeito que tem mania de que todos sentem inveja dele, é na verdade um invejoso.

Dizem, que a inveja transmite fluidos negativos e que podem prejudicar alguém.

Acredito que isso seja possível, na mesma medida em que é ruim andar com as pessoas que tem defeito de caráter, ficando bem difícil sermos de qualquer forma afetados quando guardamos distancia prudente desse e de qualquer tipo de mau carater.

Além disso, está mais do que provado de que todo o bem ou mal que emanamos volta potencializado e é por isso que as pessoas invejosas quase sempre são mal sucedidas em uma ou todas as coisas importantes da vida.

Como sempre ouvimos falar, principalmente das pessoas mais experientes, ou que nos querem bem, diz-me com quem andas e eu direi o que te espera.

O prêmio ou o castigo das pessoas é serem como elas são.

Marinho Guzman

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Não seja um chato-Valorize quem lhe escuta.


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Não seja um chato - Valorize quem lhe escuta

Um processo de comunicação construtivo é fazer quem lhe escuta se sentir valorizado. Pergunte a eles o que pensam e escute com atenção suas respostas.

Jamais fale às pessoas como num monólogo.

Ninguém tem saco de ficar escutando uma pessoa que não dá espaço para outros opinarem.
Saber ouvir é uma virtude que poucos têm.

Não é à toa que nascemos com duas orelhas e apenas uma boca…
Quem não conhece uma pessoa que fala pelos cotovelos e não deixa ninguém falar?

Ou aquela que se acha dona da verdade e não aceita nenhum tipo de discussão?
Benjamin Franklin resumiu isto quando disse:
“Se você me coloca sua opinião de uma maneira dogmática, diretamente oposta ao meu modo de pensar, e não deixa espaço para negociação, eu sou obrigado a concluir - para proteger a mim e a minha auto-estima - que você está errado.
Por outro lado, se você coloca a sua opinião como uma hipótese, evidenciando boa vontade para discuti-la e explorá-la, na maioria das vezes eu vou me empenhar em comprovar que você está certo.”

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Noite de tormenta....

O nome do filme é Noites de Tormenta em português, título original “Nights in Rodanthe”.
Com Richarde Gere e Diane Lane.
E a noite de tormenta é assistir ao que certamente é o pior filme que eu já vi estrelado pelo famoso e charmoso ator.
Pensei seriamente em deixar de gostar desse alguém que se propõe a fazer um filme tão ruim por (muito) dinheiro.
Não sou crítico e a menção a uma frase publicada no New York Dailly News onde uma tal de Elisabeth Weitzman
Escreveu: “É um prazer assistir esse deslumbrante par apaixonado” deve ter sido pinçada em alguma carta de fã, que termina com” Como é que eles conseguiram participar dessa porcaria ”.
Nem ter visto o filme sem pagar, uma vez que minha amiga Marília do Prado foi embora para São Paulo e pediu que eu entregasse o filme na locadora, fez com que eu esquecesse a revolta de passar um tempão vendo esse lixo. Melhor seria ter visto o Pânico...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Blogs...veículos de comunicação.



Blogs
O valor de um blog está na credibilidade de quem o escreve.
Os veículos tradicionais da mídia, grandes, médios ou pequenos, rádios ou televisão estariam mais sujeitos a influencias de toda natureza com a finalidade de dirigir a pauta e o editorial?
A meu ver qualquer veículo, até mesmo um panfleto, está sujeito a orientação de quem o edita.
Dessa forma, fica mais fácil você avaliar a notícia mercê da credibilidade do autor do que de um editorial ou matéria atribuída à redação atendendo uma pauta.
Conheça os fatos sob a ótica de quem os escreve.
Procure conhecer o jornalista ou o editor do veículo e você certamente saberá avaliar o peso da notícia de acordo com quem a escreveu.

Marinho Guzman


Nessa linha...

Blogs autorais X jornalismo tradicional: em quem confiar?

Enviado por
Jornal de Debates abril 2008 -
A celeuma sobre a rescisão do contrato do jornalista Paulo Henrique Amorim pelo portal de notícias iG está dando o que falar.
Ele publicou em seu novo site (http://www.paulohenriqueamorim.com.br/) um texto intitulado “Como se faz uma ‘limpeza ideológica’?”, em que questiona os motivos alegados pelo iG para a sua demissão, sugerindo que haveria interesses políticos por trás da rescisão. PHA deixava claros para o leitor seus posicionamentos: não gosta de Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Daniel Dantas, por exemplo, e se posiciona abertamente a favor do governo do presidente Lula.
Da mesma forma, vários jornalistas se libertaram por vontade própria das "amarras" dos grandes jornais para fundar seus próprios veículos de notícia: os blogs jornalísticos.
A vantagem, segundo os blogueiros, é a liberdade de expressão.
Na maior parte deles, as notícias são livres e expressam a opinião do autor.
A principal crítica por parte dos jornalistas tradicionais incide na publicação de opiniões em detrimento dos fatos. Em meio a polarização entre blogs autorais e jornalismo tradicional, o Jornal de Debates quer saber: em quem confiar?

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Ralph Waldo Emerson



"A pobreza consiste em sentir-se pobre."

"Todo poder humano se forma de paciência e de tempo."

"O que mais precisamos é uma pessoa que nos obrigue a fazer o que sabemos."

"Chamamos destino a tudo quanto limita nosso poder."

"O que chamamos em outros pecado, consideramos em nós como experiência."
"Os anos ensinam muitas coisas que os dias jamais chegam a conhecer."

"Toda violação da verdade não é somente uma espécie de suicídio do enganador, mas também uma apunhalada na saúde da sociedade humana."

"A arte do comerciante consiste em levar uma coisa de um lugar onde abunda a outro onde se paga caro."

Diploma para jornalistas.


Ouhydes Fonseca
http://www.jornaldaorla.com.br/blog_integra.asp?cd_autor=25&cd_blog=285

Diploma para jornalistas

No comecinho dos anos 60, eu era um jovem à procura de uma profissão que me realizasse como pessoa e desse algum sentido à minha trajetória escolar e de relacionamento humano.

A pergunta que não queria calar era: por qual curso universitário eu deveria optar? Foi quando uma pequena nota no jornal A Tribuna se encarregou de oferecer a resposta.

O texto anunciava a realização, em Santos, de um congresso nacional de estudantes de jornalismo. Até então eu não sabia que jornalismo também se aprendia na escola. Atraído pela descoberta, fiz os exames vestibulares e três anos depois estava começando carreira na mesma A Tribuna.
Na época, a legislação trabalhista não exigia a obtenção de diploma superior de jornalismo para exercer a profissão. A obrigatoriedade viria mais tarde, por meio do decreto-lei 972, de 17 de outubro de 1969.

Como estávamos em pleno regime militar, até hoje muita gente entende que o decreto-lei faz parte do entulho autoritário e já deveria ter sido revogado.

O fato é que, desde então, volta e meia recrudesce a discussão, em âmbito cada vez mais amplo, sobre a necessidade ou não da exigência do diploma de jornalista. É o que está ocorrendo agora, quando se espera que até o final do ano o Supremo Tribunal Federal (STF) anuncie sua interpretação sobre o assunto com base num Recurso Extraordinário (RE 511961).
Nesta semana, um novo personagem se incorporou às discussões: o ministro da Educação, Fernando Haddad, que se mostra disposto a autorizar que profissionais com formação universitária em qualquer área exerçam a profissão de jornalista. Ele afirma que não pretende entrar na questão da obrigatoriedade do diploma, até mesmo porque o assunto já está sendo tratado também pelo Ministério do Trabalho, além do STF. Sua preocupação, disse, é garantir a qualidade do ensino. E lembrou que em muitos países as pessoas se formam na área mesmo sem a obrigatoriedade do diploma. Como ocorria no Brasil antes de 1969. Sua proposta é que os profissionais formados em outras áreas possam ser habilitados ao diploma de jornalista desde que cursem as disciplinas essenciais tais como ética, técnicas de reportagem, redação e outras.

Na verdade, independentemente da exigência de diploma específico, isso já é possível: diplomados em outras áreas podem se matricular nos cursos de jornalismo após adequação curricular que definirá em que semestre ele será admitido.

Basicamente, como seria de esperar, a discussão tem argumentos que não podem ser descartados e é puxada por duas instituições antagônicas.

De um lado, a Federação Nacional dos Jornalistas, a Fenaj, que defende a obrigatoriedade do diploma, e do outro a Associação Nacional de Jornais, a ANJ, contrária a ele. Para o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo de Andrade, “defender que o jornalismo seja exercido por jornalistas está longe de ser uma questão unicamente corporativa.

Trata-se, acima de tudo, de atender à exigência cada vez maior, na sociedade contemporânea, de que os profissionais da comunicação tenham um alto nível de qualificação técnica, teórica e principalmente ética”.

Por sua vez, os que estão do outro lado da trincheira, como a diretora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Ivana Bentes Oliveira, que entende que “o diploma já foi importante, mas não é mais. As escolas de comunicação precisam vender qualidade e não reserva de mercado para um determinado profissional”.
Pessoalmente, gostaria de ver uma situação que contemplasse idéias de ambas as partes, porém a partir da obrigatoriedade do diploma, considerando o nível de excelência que a profissão alcançou e a responsabilidade que o jornalista carrega em relação ao destinatário de seu trabalho, ou seja, a sociedade.

Ter o diploma de jornalista, obrigatório, seja por ter feito o curso completo ou por ter cursado disciplinas fundamentais à área, como complemento a outro diploma de nível superior, seria a solução ideal, a meu ver.

Afinal, um pouco mais de estudo e aprendizado não faz mal a ninguém.

Gibran Khalil Gibran



"Somos todos prisioneiros, mas alguns de nós estão em celas com janelas, e outros sem."


"Aquele que nunca viu a tristeza, nunca reconhecerá a alegria."

"Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores."

"O exagero é a verdade que perdeu a calma."

"Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos. E um amor sem beleza é como flores sem perfume. Vida, amor, beleza: eis a minha trindade."

"Alguns ouvem com as orelhas, outros com o estômago, outros ainda com o bolso e há aqueles que não ouvem absolutamente nada."

"Para entender o coração e a mente de uma pessoa, não olhe para o que ela já conseguiu, mas para o que ela aspira."

"As flores desabrocham para continuar a viver, pois reter é perecer."
"Vivemos só para descobrir beleza. Todo o resto é uma forma de espera."

"Quem não sabe aceitar as pequenas falhas das mulheres não aproveitará suas grandes virtudes."

"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes"

Gibran Khalil Gibran

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

2009

Se o ano começa depois do carnaval ainda é tempo...

Eu sempre imagino para o ano novo, que finalmente vou tomar uma atitude para deixar de lado algumas coisas, pequenas coisas, como por exemplo me incomodar com a corrupção dos políticos.
Sempre acabo deixando essa e outras decisões para qualquer outro dia.
Mas tem gente que faz pior. Tem gente que tem tanta coisa deixada para o próximo ano, que vai precisar de uns dez anos só para tomar metade dessas atitudes.
Não importa.
O certo é, que como disse Oscar Wilde, “a vida é importante demais para ser levada a sério” e tendo essa máxima bem presente poderemos aceitar o que acontece no mundo.
O ano de 2008, como todos os anos que passaram, deixa marcas na minha vida.
Mais do que mágoas e alegrias, deixa
lembranças do que meus pais me ensinaram, meus amigos me mostraram e algumas pessoas com as quais eu tive de conviver me obrigaram a saber que existem.
Restou saber e lembrar de como fui e sou feliz por ser honesto e bom, de ter ajudado muitos, de ter tido pais que me ensinaram, de não ter filhos que não precisarei ensinar nem saber se aprenderão as lições que não sei se saberia ensinar.
Desejo um ano cheio de conquistas os meus amigos, para aqueles que fingem ser e principalmente para aqueles que
acham que são meus inimigos.
É um grande prazer ver o sucesso da maioria das pessoas e um pequeno prazer ver a dor da inveja de uns poucos.

MG

O PRÊMIO NÃO É PARA QUEM QUER...

Sidney-Austrália.

O PRÊMIO NÃO É PARA QUEM QUER...
É PARA QUEM MERECE...


Ditado popular...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

BOLETIM DA FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas)

Em defesa da profissão de jornalista
03/02/2009 16:55
FENAJ e Coordenação da Campanha em Defesa do Diploma definem novas ações

Com o fim do recesso no judiciário, o julgamento do Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma para o exercício da profissão, está no centro das lutas dos jornalistas brasileiros em 2009.

Engajados no fortalecimento do movimento, a Executiva da FENAJ e a Coordenação Nacional da Campanha em Defesa do Diploma preparam novas peças, orientações e atividades.

Reunida em Brasília nos dias 24 e 25 de janeiro, a Executiva da FENAJ definiu novas ações e materiais para a Campanha.

Compreendendo a defesa do diploma como instrumento necessário para a defesa do interesse público na comunicação, para a qualidade da informação, do Jornalismo e para a valorização da profissão, a Executiva da Federação deliberou que as peças a serem produzidas, como um folder e DVD para ampliar o diálogo com a sociedade, terão nova logomarca, identidade visual e que a campanha em defesa do diploma deve estar intimamente ligada com a campanha em defesa da criação do Conselho Federal dos Jornalistas (CFJ).

Já a Coordenação da Campanha, que se reuniu no dia 29 de janeiro, encaminhou novas orientações aos integrantes do movimento. Além de indicações já apontadas anteriormente, como a de dar visibilidade à defesa do diploma nas atividades de Carnaval e prosseguimento de eventos de lançamento do livro “Formação Superior em Jornalismo – Uma exigência que interessa à sociedade”, bem como de disponibilização do livro para venda na internet e livrarias, devem ser buscados novos apoios ao movimento.

A Coordenação da Campanha prepara um novo calendário de mobilização.

A ideia é ligar a campanha em defesa do diploma com as datas importantes para o campo do Jornalismo, como 7 de abril (Dia do Jornalista), 3 de maio (Dia Mundial da Liberdade de Expressão) e com o calendário de eventos das entidades que integram o movimento. Outra proposta é realizar novo ato público em Brasília, em frente ao STF, ainda em março. E pretende-se, também, realizar um Dia Nacional de Mobilização a cada mês, com atividades nos estados, até o julgamento do recurso.

Tal calendário de mobilização, no entanto, ainda precisa ser submetido à aprovação das instâncias do movimento.Uma orientação já aprovada é a de que campanha em defesa do diploma entre em ritmo acelerado já na volta às aulas.

O objetivo é estimular Sindicatos, professores, estudantes e escolas para que a campanha esteja presente em atividades como aulas inaugurais, palestras, lançamentos e debates sobre o livro “Formação Superior em Jornalismo – Uma exigência que interessa à sociedade” e montagem de banquinhas para distribuição de panfletos, adesivos e venda de materiais da campanha como camisetas e o livro.Programa estimula a qualidade da formação em JornalismoJá está disponível no site da FENAJ o "Programa Nacional de Estímulo à Qualidade da Formação em Jornalismo- Versão 2008". Sua atualização foi aprovada no XXXIII Congresso Nacional dos Jornalistas.

O documento é instrumento essencial para a reflexão sobre o aprimoramento da formação pedagógico, seja técnica ou teórica, dos futuros jornalistas nas universidades brasileiras. A recomendação é que não só os professores dos cursos de jornalismo, mas também os profissionais que atuam nas redações analisem as discussões propostas pelo programa e ajudem a divulgá-las ou mesmo implementá-las.

O texto defende que os acadêmicos devem ter acesso a uma formação não só técnica, mas também teórica e cultural.

Nos aspectos teóricos, sugere-se o estudo do processo histórico que gera os fatos contemporâneos, a compreensão sobre como se articula a mídia em suas diferentes vertentes e mesmo a relação da profissão com a ciência e a arte.

Quanto à formação técnica, a ideia é que os estudantes conheçam profundamente as possibilidades de expressão em termos de linguagem de cada meio de comunicação e as interações possíveis, tenham contatos com noções de administração e possam criar os seus próprios produtos em várias mídias, democratizando o acesso à informação.

O programa é mais um importante ponto de defesa do diploma de jornalismo como instrumento essencial para exercer a profissão.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

UNANIMIDADE



"A unanimidade comporta uma parcela de entusiasmo, uma de conveniência e uma de desinformação."

Carlos Drummond de Andrade

*

"Toda unanimidade é burra."
Nelson Rodrigues


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