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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Publicado neste blog após a temporada de 2008

Publiquei esse texto em 21 de janeiro de 2008. Incrível, continua atual!




AQUI NÃO!!!!

O que se viu nessa temporada de 2.008 no Guarujá, além das costumeiras queixas "demais", foi gente “de menos”.

Não posso falar que foi a metade, nem ninguém vai falar que foi o dobro. Ninguém contou! Como a lua, o que não cresce, diminui.

Eu não tenho obrigação de fazer pesquisas, contar gente, nem elaborar estatísticas.

O governo sim! Mas governante está preocupado só com a arrecadação, para não dizer que os maus governantes têm de continuamente apagar os incêndios que a oposição semeia.

Uns sérios, outros menos sérios. Mas todas graves denúncias, que levam a escândalos de todos os tipos.

Não é preciso ser oposição (eu não sou) para dizer que, mercê da incompetência das nossas sucessivas administrações, o Guarujá está cada vez mais feio. Mais feio e mais cheio de pobres. Aviso a todos que o problema não é não gostar ou não de pobre, o problema é que eu, nem ninguém, gosta de ser pobre.

Minto, político gosta de pobre, porque pobre está sempre precisando de favor e esmola e pronto para vender barato seu voto desqualificado.

Mas o Guarujá está ficando pobre.

Os comerciantes do Guarujá estão ficando pobres.
E comerciante do Guarujá é pior que pobre. Nem favor ou socorro sabe pedir.
Ricas estão ficando as grandes redes como as Casas Bahia, os Supermercados da Rede Pão de Açúcar, as redes de farmácia.
Esses ganham o dinheiro aqui e levam de helicóptero e jatinho o lucro para Trancoso.

Não há mais açougues, padarias, papelarias e outros pequenos comércios que sustentaram as famílias que fizeram o Guarujá.

Li recentemente mais um desabafo dos poucos que chegam à imprensa, de um comerciante que ainda tem um fio de voz para reclamar da concorrência desleal dos shoppings de verão e da vergonha que é o loteamento das praias e das praças.

Dizia ele que a Associação Comercial do Guarujá deveria lutar pelos comerciantes radicados na cidade. Para quem não sabe, Guarujá tem uma Associação Comercial, mas desafio que ela mostre as reclamações que faz aos poderes constituídos a favor de seus associados.

O título “Aqui não!” é idéia antiga de que os problemas sociais devem, sim, ser discutidos.

Mas não na avenida da praia, não expondo os pobres de todas as demais cidades desfilando na outrora Pérola, na passarela da cidade.

Todas as reivindicações de comerciantes, turistas, veranistas e moradores são respondidos com desculpas de problemas crônicos da nossa economia e problemas sociais.

Esses problemas estão levando nossa cidade a ser a passarela dos pobres, sem teto e abandonados.
Pelo amor de Deus! Na avenida da praia?
Aqui não!

Marinho Guzman




Escrever é um vício!




Escrever é um vício!
Tive uma recaída e o nome da droga é nova ortografia.
Isso, somado às milhares de merdas escritas por todo tipo de escritores de fundo de quintal e disponíveis na internet, me fazem um blogólatra, um candidato a AVIA (Associação dos Viciados em Internet Anônimos), um potencial frequentador nos computadores daqueles que não têm nada melhor para fazer do que ler merdas, uma vez que não são tão idiotas a ponto de tentar escrever.
Aliás, só tem uma vantagem ler merda na internet. É de graça.
Muito bom para quem como eu não aguenta mais comprar a Veja e pagar caro, ler notícias já vistas no Jornal da Manhã, no Jornal do meio dia, no Jornal da Tarde, no Jornal Nacional etc.etc.etc...
Mas o melhor de ser escritor de blog é que não há compromisso com o editor, com os patrocinadores, com amigo do dono do jornal e com outros vendidos, sejam políticos ou só puxa-saco deles.
Escrever em blog é bom porque os inimigos fingem que não lêem nem dão a mínima importância, os inimigos dos inimigos, fazem a maior festa para você e ficam te incitando, e contando os podres deles, prá quem a mulher deles ta dando e essas coisinhas que dão tanto prazer de ver os inimigos se fodendo.
Escrever num blog também é legal porque você pode ilustrar o que escreve com uma das fotos maravilhosas que você tem, na qual saiu tão bem que quer repartir com amigos e inimigos.

Gosto muito de escrever e meus amigos me ajudam muito quando me animam dizendo que um dia eu aprendo...

Guarujá tem a pior temporada dos últimos anos...



Não há estatísticas.
São as conjecturas de comerciantes que se reunem em pontos como o Restaurante Pérola do Atlântico na esquina das ruas Petrópolis com rua Mário Ribeiro na Praia de Pitangueiras.
Não há que se creditar o fracasso à atual administração da Prefeita Maria Antonieta.
Já não se pode dizer o mesmo da atuação da Associação Comercial do Guarujá que tem nos últimos dez anos apoiado toda a atuação dos diversos prefeitos que nada fizeram pelos comerciantes da cidade.
Falta transparência na Associação que ainda segundo esses comerciantes, vivem de festas e de apoiar todos os atos da Administração.
Para alguns vale a piada de que nenhum Prefeito governa Guarujá sem o apoio da Associação Comercial.
MESMO QUE O PREFEITO NÃO PEÇA NEM QUEIRA ELES DÃO!!!!!
Falta representatividade nessa Associação que em dez anos não conseguiu aumentar o número de sócios, não cativa o interesse da maioria dos comerciantes e gerencia a Associação de acordo com seus interesses.
Há dez anos uma campanha conseguiu atrair o interesse da mídia e dos comerciantes com a frase:
Você é um comerciante ou um rato???
A polêmica mexeu com os brios dos comerciantes que esboçaram uma reação ao poder dos ambulantes e comerciantes ilegais.
Hoje, dentro da Associação Comercial existe um alto dirigente que apropriou-se de cerca de 500 metros quadrados da Praia de Pitangueiras com um restaurante que começou com um quiosque.
Você é um comerciante ou um rato? Eu acho que grande parte dois comerciantes do Guarujá são ratões comendo na mão das administrações que afinal prejudicaram a temporada e estão acabando com o comércio do Guarujá.
Certamente nos próximos dias, como ocorre em todo fim de temporada os dirigentes dessa Associação que tem menos de 500 associados vai vir aos jornais e dizer que foi uma das melhores temporadas dos últimos anos. (Para eles, claro) .

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

OS IGNORANTES SÃO MAIS FELIZES...


OS IGNORANTES SÃO MAIS FELIZES...
Ou pelo menos eles acham.


Marinho Guzman


(cara isso dá um livro... ou mais...)

QUE É SIMPATIA Casimiro de Abreu



QUE É SIMPATIA

(Casimiro de Abreu)

Simpatia - é o sentimento

Que nasce num só momento,

Sincero, no coração;

São dois olhares acesos

Bem juntos, unidos, presos

Numa mágica atração.

Simpatia - são dois galhos

Banhados de bons orvalhos

Nas mangueiras do jardim;

Bem longe às vezes nascidos,

Mas que se juntam crescidos

E que se abraçam por fim.

São duas almas bem gêmeas

Que riem no mesmo riso,

Que choram nos mesmos ais;

São vozes de dois amantes,

Duas liras semelhantes,

Ou dois poemas iguais.

Simpatia - meu anjinho,

É o canto de passarinho,

É o doce aroma da flor;

São nuvens dum céu d'agosto

É o que m'inspira teu rosto...

- Simpatia - é quase amor!


BARATA OBAMA.




BARATA OBAMA.
Sonhei com minha amiga Jô.
Sabe-se lá porque, algumas colegas de trabalho na época da finada “Água na Boca”, chamavam-na de Jô das Baratas...
Assunto único, Barac Obama mais Jô das Baratas ficaram na minha cabeça como um martelo, algo me dizendo que isso daria um belo título para uma crônica ou um texto no blog.
Mas outros títulos surgiram, numa clara demonstração de que eu deveria escrever qualquer coisa, simplesmente para “descarregar o chip”.
Incontinenti lembrei que além de escrever errado e mal agora terei outro problema que é a nova ortografia.
Dólar falso com cheque sem fundo, diria o amigo Caio Borges. Não sei escrever e ninguém vai ler. Ponto para mim que faz tempo venho percebendo que é melhor escrever errado do que não escrever, tentar que não fazer, cantar e não comer rsss...
Os outros títulos possíveis seriam: O IPVA do meu tico-tico; Deixa a prefeita surtar; Os putos também amam...
Voltando à Jô, hoje ela tem uma filhinha lindíssima e com olhos claros e brilhantes, Não tão brilhantes e claros como os olhos da filha da Simone, (não a Jacaré, a Simone gerente)mas igualmente belos.
Foi muito boa a época da Água na Boca.
Ainda com respeito à nova ortografia, será que pode ser exigida de alguém, já que não se exige o diploma de jornalismo para escrever nos jornais?
Até os leigos percebem que não está dando para ler jornais, revistas, assistir à televisão e principalmente ouvir a opinião de um monte de gente falando de uma crise que ainda está menor do que a pintada.
Fico com o Caio Borges. Escrevo errado e pouca gente lê.
Melhor fazer o que dá vontade do que pensar na ortografia e ponto final.
Hoje é aniversário da Simone, da Água na Boca... todo mundo sabe, o apelido dela era Jacaré...é minha amiga no Orkut, se alguém se der ao trabalho de ir dar uma olhada vai saber a razão do apelido.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Tecnologia....



Desligou o alarme com a senha, a luz acendeu com o sensor de presença.
O computador respondeu ao timbre da voz do usuário.
Sentou-se à cadeira, apertou a tecla foda-se e esqueceu as tarefas diárias.
Assim começou uma nova vida.

Marinho Guzman

Quando me amei de verdade.


Quando me amei de verdade

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.

E então, pude relaxar.

Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.

Hoje sei que isso é... Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.

Hoje sei que o nome disso é...

Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável...

Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.

De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.

Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.

Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.

Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.

Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro.

Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.

Hoje vivo um dia de cada vez.

Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar.

Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é... Saber viver!!!

Charles Chaplin

Saiba sair de cena.



Saiba sair de cena

Uma das coisas que aprendi com pessoas de grande sabedoria é saber sair de cena, deixar o palco, sair da roda, mudar de assunto.

Saber o momento exato de fazer com que os holofotes fiquem sobre os outros e não sobre você.

No mundo competitivo em que vivemos a sua presença "marcante" pode marcar demais.

A sua idéia "brilhante" pode brilhar demais.

A forma "inovadora" de pensar pode inovar demais.

E nem sempre as pessoas estão dispostas a deixar você brilhar impunemente.

É hora de sair de cena.Nem que seja por um tempo.

É preciso fazer os outros pensarem que você desistiu.

É preciso dar a chance das pessoas acharem que você não quer mais estar no palco.

Mas saber sair de cena é uma arte tão importante quanto saber entrar em cena. Todo ator sabe disso.

Assim, é preciso sair de cena com classe.

É preciso sair de cena com a discrição de um lorde inglês.

Quando as pessoas sentem-se ameaçadas por você e começam a ter respostas agressivas.


Baltasar Gracián



OVERLOVE






OVERLOVE

Certa vez, um namorado comentou que um amigo dele quase havia morrido de “overlove”.

Achei o termo incrível e o adotei pro resto da vida! Quem nunca sofreu uma overlove???

A abstinência da droga chamada de AMOR, ou talvez PAIXÃO... mais precisamente, o sofrimento pela falta do objeto amado...

Suores gelados, náuseas, coração acelerado, pânico, deprê...

Quimicamente falando, através de estudos, já foi comprovado que ambos sentimentos nos levam a fabricar hormônios que nos tornam dependentes dessas sensações...

Mas e a razão? Onde fica? Como um sentimento pode ser tão poderoso a ponto de lançar nossa racionalidade junto à sola de nossos sapatos?

Na verdade, pé na bunda dói. Dar um pé na bunda também dói. Mas só temos uma overlove quando levamos um pé. Lógico, é nessa hora que descobrimos que deixamos de ser importantes pra quem mais nos importa.

Sou PHD em fins. Sou extremamente passional e intensa: choro até acabar com o reservatório de lágrimas. Tomo floral, calmante, sal de fruta, qualquer coisa que traga alívio imediato. Mas ele não vem. E sabe porque? Porque a dor, assim como uma overlove, tem seu momento certo de acabar. E tem que ser vivida até o fim. Para nunca mais se tocar no assunto. Fundo de poço é fundo de poço, portanto vá até o fundo e volte! Garanto que o tour é bem interessante e a experiência é única e totalmente aproveitável.

Mas eis que surge aquela frase mágica, dita pelas pessoas mais experientes, ou digamos “vividas”, vítimas não-fatais de uma overlove: “De amor ninguém morre”. É bom ouvir isso ás vezes... conforta e até aquece a alma...

Só morre de amor quem mata sua própria capacidade de amar, quando se deixa a revolta e a desilusão gritarem mais alto...

Overlove quer dizer tanta coisa!!! Que você exagerou na dose, que você meteu o nariz onde não devia (e já sabia disso), que você foi além do que seu coração suportava, que você desrespeitou a si mesmo e ao outro...

Mas de uma experiência tão dolorosa, uma coisa me deixa feliz, contente de verdade. Saber que, um dia, um homem chorou, adoeceu, entristeceu de dar dó pelo amor de uma mulher...

Homens e mulheres, apesar de separados por um oceano de diferenças, sofrem de overlove!!! E o melhor de tudo isso: caem, ficam na UTI por um tempo e voltam à todo vapor, prontos para a próxima overlove... melhor que qualquer droga vendida em bocas de fumo e becos escuros...a droga do amor... você sempre vai querer mais!!!

Por: Roberta Rigobelo

Publicado originalmente em http://www.planetcool.com.br/edicao_01/coluna_roberta_.htm


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O invejoso.


O invejoso

O invejoso sofre mais pelo que os outros têm, do que pelo que lhe falta.

É comum, sentir uma diferença no olhar do interlocutor quando lhe bate uma ponta de inveja. É bom que se diga, que nem toda a inveja e ruim ou tem maldade.

Existe um tipo de inveja que demonstra admiração, satisfação, simpatia pelo sucesso material ou não que as pessoas conseguem e que se lhes diferencia de alguma forma. É motivo de satisfação invejar as pessoas inteligentes, bem sucedidas, elegantes e bonitas, o que de alguma forma ajuda com que nos de vontade de ser como elas, alcançando o mesmo sucesso.

Existe entretanto uma inveja, que como se diz, mata. É aquela que esta na popular frase: inveja de doer, ou inveja de matar. Essa inveja, ao invés de ser positiva, como a outra, destrói, amarga, incita a comentários pouco construtivos, para não dizer maldosos, impiedosos e quase sempre mentirosos.

Essa inveja é um desvio de caráter e como tal, inaceitável no convívio entre amigos ou pessoas que querem se relacionar bem. Como no caso do malandro, só existe uma maneira de não ser prejudicado pelo invejoso. É guardar distância prudente e se possível for, suficiente para estar longe dos seus olhos e comentários.

O sujeito que tem mania de que todos sentem inveja dele, e na verdade um invejoso.

Dizem, que a inveja transmite fluidos negativos e que podem prejudicar alguém. Acredito que isso seja possível, na mesma medida em que é ruim andar com as pessoas que tem defeito de caráter, ficando bem difícil sermos de qualquer forma afetados quando guardamos distancia prudente desse e de qualquer tipo de mau caráter. Além disso, está mais do que provado de que todo o bem ou mal que emanamos a nos volta potencializado e é por isso que as pessoas invejosas quase sempre são mal sucedidas em uma ou todas as coisas importantes da vida.

Como sempre ouvimos falar, principalmente das pessoas mais experientes, ou que nos querem bem, diz me com quem andas e eu direi o que te espera.

O prêmio ou o castigo das pessoas é serem como elas são.

Marinho Guzman

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Artigo antigo de Rodolfo Konder

A PALAVRA E O SONHO
Artigo de Rodolfo Konder


As palavras escritas frequentemente escoiceiam as verdades oficiais, como cavalos alados.
Mordem os torturadores, atacam os corruptos e os burocratas, conduzidas pela ética de quem as organiza.
Além disso, nos fazem sonhar; abrem portas, janelas, cofres alçapões e caixas de Pandora; permitem que as flores nasçam em pleno asfalto; transformam o naufrágio da velhice num tempo de ventura, quando restam apenas “o homem e a alma”.
As palavras escritas nos levam à Dinamarca ou nos transportam sobre as águas geladas do Báltico; percorrem conosco a veredas do Central Park, cobertas pelas folhas de um outono tardio; hospedam-nos num maravilhoso castelo do século 14, em West Sussex, junto à um cemitério; revelam nos os mistérios dos maias e dos tehotihuacanos, dos toltecas e dos babilônios, dos minoicos e dos astecas; descem suavemene como a neve sobre os vivos e os mortos; desvendam os segredos do passado- “ este quimérico museu de formas inconstantes”- e antecipam as vertigens do futuro; iluminam Paris e Jerusalém; despertam paixões, ressuscitam os mortos e desafiam os poderosos.
Elas são mágicas e possuem poderes ilimitados, orientadas pela estética de quem as organiza.
Há pessoas que sonham - e vão buscar nas palavras o meio de manifestar seus sonhos. Num delicado trabalho de ourivesaria, elas selecionam frases, fazem o polimento das concordâncias, montam parágrafos, para provocar emoções e despertar a imaginação dos seus leitores.
Esses misteriosos seres, solitários e eternamente insatisfeitos, são chamados escritores . Este ano, eles estarão presentes, pessoalmente ou por intermédio dos seus textos, em dois grandes encontros, no Brasil: a Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, e o salão Internacional do Livro, em São Paulo.
Os escritores geralmente não sabem administrar bens nem lidar com dinheiro, não entendem a política cambial nem de juros acumulados. Às vezes, sofrem de insônia, pressão alta e enxaqueca.
Vivem acossados pela insegurança- será que meu livro vai fazer sucesso? Ficará encalhado? Você gostou do texto?
Temem sempre os críticos, a rejeição dos leitores, e em certos países sombrios, a espada cega e implacável da censura. Mas essas criaturas de aparência frágil tornam a vida muito mais intensa, fazem das palavras um instrumento de magia, distribuem sonhos e emoções.
Os regimes autoritários sempre odeiam quem escreve. Na América Latina , por exemplo, poetas, romancistas, críticos e jornalistas foram perseguidos, durante os chamados “anos de chumbo”.
Nos países socialistas também, porque as “ditaduras do proletariado” temiam os escritores e o poder desarmado de suas palavras.
Até hoje, isso acontece em Cuba, no Marrocos, na Líbia, no Iraque, no Afeganistão, na China e em outras nações que ainda não se encontraram com a democracia.
Muitas vezes os escritores acabam na prisão. Mas a cadeia não é o único mal que se abate sobre eles. Há processos variados de intimidação, ameaças, isolamento, desemprego. Há também a censura, que os brasileiros já conheceram em diversos períodos da vida nacional. Durante a ditadura de Getúlio Vargas- o período conhecido como “Estado Novo”- tivemos um inesquecível exemplo da ação dos censores.
Depois do golpe militar de 1964, também fomos obrigados a conviver com a censura, que se abateu sobre o País com uma praga, brandindo sua ignorância e sua truculência de forma implacável.
Apesar de todos esses problemas, apesar de tantos obstáculos, os escritores escrevem. São teimosos, quase obstinados. Escrevem sempre, mesmo na penumbra. Até na escuridão, escrevem e nos iluminam.
Com o seu ofício, eles nos ensinam, nos enternecem, nos emocionam, nos humanizam, nos aprimoram. E nos fazem sonhar.
Num tempo já quase esquecido e tornado mítico, William Sheakespeare escreveu “ somos feitos da mesma matéria que são feitos os sonhos.”
O sonho, portanto, é o nosso ponto de partida- e o nosso ponto de chegada. Talvez até nos acompanhe na viagem derradeira ao outro lado do tempo. “Morrer, dormir, quem sabe, sonhar...”, sugeriu o próprio Shakeaspeare, um escritor que, mesmo morto, ainda nos oferece sonhos fantásticos, com seus textos imortais.

RODOLFO KONDER, jornalista e escritor, foi secretário municipal de cultura de São Paulo

domingo, 18 de janeiro de 2009

sábado, 17 de janeiro de 2009

Do Dr. Drauzio Varella

No mundo atual está se investindo cinco vezes mais em remédios para virilidade masculina e silicone para mulheres do que na cura do Mal de Alzheimer.Daqui a alguns anos, teremos velhas de seios grandes e velhos de pinto duro, mas eles não se lembrarão para que servem.

Quando se tem 50 anos ou mais...


Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou:
“As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!
(autor desconhecido)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Metade do mundo ri da outra metade e ambas são tolas...



Metade do mundo ri da outra metade e ambas são tolas
Dependendo da opinião, ou tudo é bom, ou tudo é ruim.
Aquilo que uns perseguem outros evitam.
Por isso, quem deseja regular tudo segundo seu critério é um tolo insuportável.
A perfeição não depende de uma única opinião: os gostos são tantos quantos os rostos, e igualmente variados.
Não existe defeito que não seja apreciado por alguém.
Não desanime se algumas coisas não agradam a uns, pois não vão faltar outros que as apreciem.
O aplauso também não deve ser motivo de orgulho, porque sempre vão existir condenações.A regra para a verdadeira satisfação é a aprovação das pessoas conceituadas, que tem voz e voto nessas matérias.
Não se vive de um só critério, nem de um só costume, nem de um só século.


Baltasar Gracián

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Repartir conhecimento



Repartir conhecimento

Uma das maiores alegrias que um amigo pode ter é presentear alguém de quem gosta ou respeita com o conhecimento.

Marinho Guzman.

Os benefícios da transa

Recebí esse texto pela internet e estou pronto a dar o crédito assim que descobrir de quem é. Se você souber, por favor avise...

Os benefícios da transa

Com auxílio de computadores e máquinas poderosas e precisas, a cada ano cientistas descobrem mais detalhes dos genes humanos e do intricado funcionamento de órgãos vitais, músculos, veias, artérias e estruturas hormonais. A ciência também vem revelando com minúcias surpreendentes o que ocorre dentro do corpo durante o momento mais irresistível e fundamental do sal da vida - aquele momento em (e a física) do que você sente atração, fica excitado por uma mulher, vai para a cama com ela e, transido de prazer, chega ao orgasmo. Sabe-se hoje, exatamente, como o ato sexual promove uma sinergia impressionante no seu organismo. Ela envolve tecidos, veias, artérias, genitais, pêlos, produção de hormônios, atividade cerebral, respiratória e do coração e uma profunda e deliciosa alteração sensorial. Para nós, essa intensidade dura alguns minutos que atingem um apogeu, durante o clímax - apoteose que a matemática estipula como alguns segundos mas uma conta que sempre dá a impressão, por causa da veemência de energia, de durar muito mais tempo. Para facilitar o entendimento desse fascinante enredo fisiológico que o sexo desperta no corpo, médicos dividem a relação sexual em três fases. É um ciclo, mecânico e químico, que passa por desejo, excitação e orgasmo. Imagine sua recente ou a mais histórica transa - o que vem a seguir aconteceu exatamente com você.

O desejo

A estimulação pode ser corriqueira - a mulher que você acabou de conhecer no bar - ou intensamente romântica. Quanto maior o desejo, maior, claro, o grau de excitação. Começa então o processo que vai transformar seu organismo. Ondas de hormônios começam a ser produzidas, glândulas ficam em estado de alerta, ligações elétricas iniciam as transmissões para o sangue e, bom, veja tudo a seguir.

O cérebro A estrutura mais complexa do organismo - num espaço de um metro quadrado, há milhares e milhares de nervos e células responsáveis pelo pensamento lógico, pela criatividade, coordenação motora, equilíbrio e postura corporal - é a área em que se inicia o ato sexual. É que, com os sinais do desejo, o cérebro produz neurotransmissores. São substâncias químicas liberadas pelos neurônios, as células nervosas cerebrais. Por meio dos neurotransmissores, a informação do desejo vai ser passada para outras áreas do organismo. Os estímulos vão percorrer a medula espinhal (pense na sensação máxima de prazer - é esse momento). Outras substâncias são produzidas: os hormônios ocitocina, vasopressina, acetilcolina, epinefrina e serotonina, que se espalham freneticamente pelo corpo. O processo químico continua. Há ainda a produção de dopamina (substância responsável pelo prazer) e testosterona - o hormônio que vai ajudar você a começar a pensar em tirar a roupa dela. Ou seja, que vai ajudar a fantasiar. Só de você se interessar sexualmente por uma mulher existe, segundo estudos científicos recentes, um aumento de 30% da quantidade de testosterona. Se você está perto de transar, esse número aumenta ainda mais - o dobro ou o triplo de testosterona, dependendo do organismo. Você começa então a sentir euforia e bem-estar.

Pulmão Tanta liberação de hormônio faz acelerar a respiração. Excitado, você fica ofegante. Não é o mesmo de quando você faz exercícios - porque uma sensação de prazer acompanha a respiração acelerada.

Pulsação Seu pulso já está batendo mais rapidamente - quase duas vezes mais que o normal. Você não vê a hora de tirar a roupa dela. Ou quer estender essa sensação redentora, olhando para o corpo dela, para os seios, para os ombros, para a boca, braços ou, claro, para os pés.

Excitação

Seu corpo é levado pela onda de euforia e prazer inicial. A produção hormonal vai transformar seu corpo momentaneamente - e aumentar o prazer ainda mais. Acontecem dois processos: a vasocongestão, que faz os vasos e órgãos do corpo ficarem cheios de sangue, e a miotonia, que consiste na contração e espasmos involuntários de tecidos musculares.


Pele Surgem manchas de cor levemente avermelhada, no rosto, no peito e nas costas. Elas irão sumir exatamente após o orgasmo. As glândulas da pele, quentes por causa do calor provocado pela circulação intensa, fazem você transpirar. Os pêlos ficam eriçados


Olhos Pupilas se dilatam, por causa da circulação. Isso acontece ainda porque há uma reação natural para esse sentido, o da visão, ficar mais ativado e assim você aumentar a estimulação.

Músculos Eles se contorcem. Outra vez, é a atividade intensa do sangue e a produção de hormônios. Uma dessas substâncias, a endorfina, anestesia o organismo, para evitar um colapso.


Cérebro Ainda liberando e regulando hormônios distribuídos pelo corpo, o cérebro provoca uma sensação em que a maioria dos homens não percebe mais barulhos externos, qualquer dor é minimizada (ou até anulada), apagamse resquícios de problemas ou preocupações.

Boca A endorfina é tão abrangente que faz com que você salive mais. É por isso que sua boca permanece aberta e tem-se a vontade de sussurar, gemer, falar que ela é tudo na vida.

Coração Bate com mais intensidade, à medida que os hormônios jorram pelo corpo e o sangue circula com velocidade maior.


Pênis Estimulada pelos hormônios, a pressão arterial se eleva, atinge os corpos cavernosos e os enche de sangue - para então fazer o pênis ficar ereto. O neurotransmissor que age na ereção chama-se acetilcolina. A testosterona também é fundamental no processo. A substância faz liberar óxido nítrico - agente vasodilatador nas artérias. Essa química complicada, que depende de uma interação perfeita entre os sistemas vascular, neurológico e endocrinológico, é o que faz o sangue se espalhar pelo pênis, levantando-o.

O orgasmo

Esse estágio fervilhante de excitação resulta no clímax - sensação de prazer absoluto que se dá a partir de uma onda de descargas elétricas vindas do cérebro e de produção ainda maior de endorfina, substância que acaba anestesiando o organismo por completo. Antes da ejaculação, a vasocongestão e as contrações musculares atingem seu pico mais alto. Durante o orgasmo, o corpo está na plenitude do bem-estar. Ele é breve (mas a sensação, intensa). Segue-se então uma queda rápida dos níveis de excitação.


Pênis Seguido ou simultaneamente ao orgasmo, acontece então a ejaculação A liberação do líquido seminal - formado durante o processo de excitação e com a função natural de fertilizar a mulher - pela uretra, canal no interior do pênis. Esse líquido primordial é uma combinação de secreções que nascem na próstata, em glândulas nos genitais, e também nos testículos. A ejaculação, que acontece geralmente na forma de três pequenos jatos, libera um volume equivalente entre 2,5 e 5 mililitros de esperma - e até 300 milhões de espermatozóides.

Cérebro Nos homens, as áreas cerebrais que mais atuam durante o orgasmo são as instintivas - as mesmas que proporcionam o sentimento de impulsividade.

O lado cerebral responsável pela atenção e raciocínio quase não se manifesta.

Daí a sensação de abandono, de prazer contínuo e de fuga momentânea e prazerosa da consciência.

Bem melhor que academia

TRANSAR, VOCÊ SABE, TRAZ BENEFÍCIOS À SAÚDE. SAIBA QUAIS SÃO, TODOS CIENTIFICAMENTE COMPROVADOS

Perda de calorias: Uma relação sexual pode queimar até 200 calorias, em 15 minutos de atividade. A pulsação aumenta - na mesma medida que um atleta em esforço contínuo. Em pesquisa recente, cientistas britânicos concluíram que o equivalente a seis Big Macs são queimados em três transas.

Trabalho muscular: A contratação de músculos durante o sexo aperfeiçoa e molda, durante uma vida sexual ativa (no mínimo uma transa por semana entre 20 e 45 anos - três seria o ideal), pélvis, braços, pescoço e coxas.

Coração: A circulação intensa do sangue faz o coração trabalhar mais. Segundo cientistas, a atividade cardiovascular poderia reduzir o risco de infartos.


Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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