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domingo, 21 de dezembro de 2008

O que você está fazendo no Orkut, no Google e da vida?


O que você está fazendo no Orkut, no Google e da vida?


Feliz Natal, Próspero Ano Novo, Parabéns a você!
Para muita gente a comunicação estará feita pelos próximos 365 dias.
Parece que os mais jovens se comunicam mais, vamos ficando mais velhos fechamos o círculo de amizades, falamos menos, ficamos mais introspectivos.
Sou destes! Dos mais velhos que se comunicam menos, que ficaram mais introspectivos. Nojento não! Até que sou camarada, chego a fazer alguns amigos novos, mesmo tendo a certeza de que essa amizade não vai muito longe.
Hoje em dia quando encontro velhos amigos faço menos festa do que há dez anos. Já sei que depois desse encontro, o máximo que vai rolar vai ser um ou outro telefonema, isso se não ficar mais dez anos sem ver o cara.
Ex-namorada e grande amiga então nem se fala.
Se você deu uma passadinha aqui no meu Orkut com a intenção de deixar Boas Festas te agradeço de coração. Será uma das poucas pessoas que por um ou outro motivo lembraram de mim.
Se não for pedir muito, deixe mais do que Boas Festas, deixe umas palavras do passado. Pode ter certeza que são as velhas lembranças as que mais me tem emocionado.
Deve ser coisa de quem já viveu o suficiente para dar mais valor às palavras do que aos presentes ou coisa de velho mesmo...
No mais, Feliz Natal, Próspero Ano Novo e porque não, fica já com um Parabéns a você, pelo seu próximo aniversário.
Se quiser me encontrar estou no Orkut, no Google, meu telefone é 13-9713-2020.
Continuo pela vida, tentando aproveitar o máximo com o mínimo de esforço.
Apesar dos pesares tenho sempre um tempo para um papo.
Afinal é para isso que sou fácil de encontrar no Orkut, no Google e na vida.
Feliz Natal! Passa por aqui no Ano Novo, será um prazer te ver novamente ou pelo menos, obrigado por ler mais uma das minhas bobagens.
Marinho Guzman
Dezembro de 2.009.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Palhaço!


Palhaço!

Faz-me rir...
Põe as tuas roupas chamativas, pinta a cara de um colorido forte, como uma máscara e fala as tuas bobagens.
Alegra-me, me faz esquecer a realidade, transforma qualquer tristeza ou fraqueza que você possa ter, em frases de efeito para que eu ria te aplauda e logo depois, ao te preparares para o segundo e mesmo show eu te deixe no picadeiro do teu circo, com os teus próximos espectadores, para que você receba outros, novos e vigorosos aplausos.
Mas não me peça que eu assista ao teu segundo e mesmo show, não me considere coadjuvante do teu número nem que eu participe das tuas histórias que vão divertir a próxima platéia.
Quando o espetáculo termina, o palhaço precisa de nova platéia e o espectador de outro texto, outro ritmo, outro show.
Não peça ao espectador, a não ser o infantil, que assista repetidas vezes o seu desempenho. Isso seria outro tipo de palhaçada.
Por debaixo da máscara de um palhaço sempre existe um homem. Na maioria das vezes um homem como a gente ou até melhor.
Um homem que faz do escárnio da sua própria imagem, uma tentativa de levar ao espectador a possibilidade de esquecer a realidade.
Sinceramente eu escreveria dezenas de páginas para enaltecer, exaltar e aplaudir o palhaço.
Isso não impede que depois de ver o show eu queira sair do circo, deixar o palhaço para os seus fãs e se possível, continuar a ser amigo do homem que existe atrás da máscara do palhaço.

Marinho Guzman

O NARIZ DO PALHAÇO

O NARIZ DO PALHAÇO

Por favor,
Homem revoltado
Homem ludibriado
Homem usurpado
Homem ignorante
Homem passivo
Homem covarde,
Deixa este Nariz aí!
Tira este Nariz do rosto!
Este Nariz é do Palhaço.
Faz parte da alma dele.
Não é utensílio de fracos.
Respeite-o.
Quer protestar?
Vai à luta!
Mostra a tua cara não a do Palhaço,
Quer fazer greve?
Mostra a tua cara não a do Palhaço.
Quer reclamar do governo?
Quer reclamar dos bancos?
Quer fazer uma revolução?
Quer mudar o mundo?
Mostra a tua cara não a do Palhaço.
E se conseguires alguma transformação,
Aí sim, o Palhaço te concederá o seu Nariz.
Mas o Palhaço não é esta frouxidão que tu és.
Não te confundas com o nobre Palhaço.
Há muito ele é o condutor da alegria,
Da sensibilidade, da liberdade, da emoção,
Da docilidade e da verdade também!
Ele não se oculta como tu.
Há muito habita o universo mágico da pureza
E por isso é tão sentido pelas crianças.
O Palhaço não é aquele lado teu que foge de medo,
Que não enfrenta a luta nem se expõe.
Tira então este Nariz, Homem!
E mostra a tua própria cara.
Pode ser que teus problemas comecem a ser resolvidos.
E quem sabe um Palhaço sorrirá para ti?
Se for um lutador de verdade.

Paulo Roberto Drummond

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

RESPOSTA A BARBARA GANCIA...

BARBARA GANCIA (escreveu na Folha de São Paulo em 12/12/2008)

O que as maduras querem?

Que tipo de troca terá existido entre a atriz Susana Vieira e esse pobre rapaz de vida desperdiçada?



CAFAJESTE, TOSCO , aproveitador, truculento, drogado, imoral... De uns meses para cá, Marcelo Silva, 38, ex-marido de Susana Vieira, 66, encontrado morto em um apart-hotel da Barra da Tijuca na manhã de ontem, vinha sendo chamado de tudo um pouco.
Recentemente, em seu programa matutino, a apresentadora Ana Maria Braga chegou a sugerir que a melhor coisa que ele poderia fazer seria "desaparecer da face da terra".
Ex-policial militar com histórico de agressão física contra mulheres e internação por dependência de drogas, Marcelo não parecia muito preocupado com sua reputação.
Ao sair de mala e cuia da casa de Susana, no mês passado, ele declarou: "Hoje sou um homem aliviado. O que adianta comer picanha argentina num restaurante chique e não digerir a comida? Hoje, eu como alcatra num restaurante barato e tenho uma boa digestão".
Não sou do tipo que transforma capetas em santos só porque eles passaram desta para melhor. Mas, quer saber? Marcelo Silva, que Deus o tenha, com todas as suas fraquezas e limitações, não é o principal problema desta triste novela.
Vamos e venhamos: o que Susana Vieira e outras mulheres maduras como ela procuram? O que a atriz estava querendo quando se casou com um rapagão enxuto, dependente de drogas e 28 anos mais jovem do que ela? Amor eterno? Estabilidade conjugal? Um bezerrinho para chamar de seu?
A metáfora sobre a alcatra e a picanha utilizada por Marcelo Silva pode não ser digna de constar do livro de etiqueta de Marcelino de Carvalho, mas pulula de franqueza.
Ou será que existe algum homem sarado na faixa dos trintinha que prefira uma picanha de 66 anos a uma alcatra de 27 -a idade da amante de Marcelo que acabou se tornando o pivô da separação?
Com o advento do botox e das várias técnicas de recauchutagem (e de reposição hormonal) hoje disponíveis para quem se recusa a envelhecer com dignidade, a mulherada passou a acreditar que bastou ter dinheiro e o telefone de um bom dermatologista para adiar o inevitável.
Mas um dia a casa cai. E se não cai, ficam todas com a cara das senhorinhas daquele filme "Mulheres Perfeitas" ("The Stepford Wives", 2004), que parecem saídas da mesma cadeia de montagem.
Freud já não perguntava o que as mulheres querem? Pois, tudo ao mesmo tempo é que não dá para ser. Ou bem a endinheirada poderosa se contenta com prazeres pontuais da carne ou opta pelo companheirismo (e conseqüente enfado) que um relacionamento maduro é capaz de proporcionar.
Veja: não estou tecendo julgamento, longe de mim, mas a curiosidade me corrói as paredes internas do estômago. Sempre que vejo esses casais em que um dos cônjuges é bem mais velho do que o outro, eu me pergunto: sobre o que será que eles conversam? O que será que a Ana Maria Braga cavaqueia com seu mais recente marido? Que tipo de troca terá existido entre Susana Vieira e esse pobre rapaz de vida desperdiçada? Sobre que assuntos o Olacyr de Moraes confabula com suas jovens amigas? Se alguém souber a resposta, por favor me diga.

barbara@uol.com.br

www.barbaragancia.com.br
Para Barbara
de Marinho Guzman


A curiosidade de Barbara Gancia a respeito do que as maduras querem.

De vez em quando leio as crônicas da Barbara Gancia. Gosto do jeito que ela escreve e também gosto de muitas das suas colocações a respeito das coisas da vida, da sua experiência e das experiências de vida das outras pessoas, que ela conta.
Também não gosto de muita coisa que ela escreve.
Em “O que as maduras querem?” publicada dia 12/12/2008 na Folha de São Paulo,
Bárbara conseguiu enfiar o dedo no machucado, uma vez que o assunto está longe de virar ferida.
O relacionamento de um homem e uma mulher é tema para qualquer assunto. Presente, passado ou futuro, gênios e loucos já escreveram sobre amor, casamento e convivência de homens e mulheres.
O que dizer então do relacionamento de homens e mulheres com diferenças de 20, 30 e até 40 anos?
Ora, misture isso a personalidades da mídia, salários estratosféricos, cafetões, amor bandido e senhoras de idade... da Globo.
Ponha uma pitada de tragédia com a morte de um dos personagens, nesse caso o vilão e o prato estará aos moldes dos quitutes da Ana Maria Braga, feito para um banquete de palpiteiros como eu, querendo tirar vantagem do assunto, como a Bárbara Gancia.
Embora ela coloque o assunto como curiosidade pessoal, não deixou de tomar partido do escândalo, das manchetes e da possibilidade de abordar um assunto que não ter fim.
Não sei e não conheço ninguém que possa atender ao pedido da Bárbara e ajudá-la a entender esse caso e muitíssimos outros.
Talvez uma palavra ajude, paixão... e aí, quem souber explicar o que quer dizer paixão que arrisque...
Bem, mas eu que tenho sessenta anos, vivendo a oito anos com uma mulher de trinta, posso assegurar à Barbara que além de sexo sensacional, um casal com essa diferença de idade, meia dúzia de diplomas universitários, muitas viagens pelos melhores lugares do mundo e outras experiências muito boas pode ter mais assunto para conversar e discutir do que as mazelas com que se preocupa a Bárbara nesse artigo, como a putaria que existe na Globo, com os salários estratosféricos, merecidos ou não e com bandidos da polícia.
E o que dizer de trazer o Olacyr de Moraes para essa história? Como diria não sei quem, não sei onde, “se cada um se preocupasse com a sua própria trepada o desempenho seria certamente melhor.”
Será que a Bárbara está preocupada com as confabulações do Olacyr e suas beldades, com o desempenho sexual dele ou estaria desgostosa porque o setentão não se dignaria de bater papo com uma intelectual chata, disposta a discutir relações humanas ao invés de uma bela trepada?
Bem essa da Barbara serviu mesmo para que a gente constate que serão tantas as variáveis no relacionamento de pessoas com grande diferença de idade que qualquer análise vai chegar à conclusão de que podem existir centenas ou milhares de variações no que diz respeito aos motivos de cada um, que a colocação da Barbara Gancia só serve mesmo para mostrar que a sociedade moderna, especialmente as que têm acesso à mídia, estão mais preocupadas com as fofocas do que com a solução dos problemas das idosas pobres, das belas prostitutas exploradas por cafetões bandidos, sejam policiais ou não.
Gostei do tema da Barbara Gancia, afinal, atingiu o objetivo.
Pena que não possa ajudá-la com as respostas que ela precisa. Só a Ana Maria Braga, a Suzana Vieira e o Olacyr de Moraes podem dar e sinceramente essa não foi a melhor maneira de colocar o assunto.

marinhoguzman@uol.com.br

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Caráter...

Caráter
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O caráter no Brasil ou carácter em Portugal, em psicologia é o termo que designa o aspecto da personalidade responsável pela forma habitual e constante de agir peculiar a cada indivíduo; esta qualidade, é inerente somente a uma pessoa, pois é o conjunto dos traços particulares, o modo de ser desta; sua índole, sua natureza e temperamento. O conjunto das qualidades, boas ou más, de um indivíduo lhe determinam a conduta e a concepção moral; seu gênio, humor, temperamento, este, sendo resultado de progressiva adaptação constitucional do sujeito às condições ambientais, familiares, pedagógicas e sociais.

Caráter é a soma de hábitos, virtudes e vícios, é a imagem interior de uma pessoa.

Caráter, em sua definição mais simples, resume-se em índole ou firmeza de vontade.

O caráter de uma pessoa pode ser dramático, religioso, especulativo, desafiador, covarde, inconstante. Tais variações podem ser inúmeras.

O caráter sofre as influências pelo meio em que é submetido. É verdade que o ser humano demonstra algum "tipo de caráter" nos primeiros dias de sua vida, mas não passa de uma ilusão. Pois o conteúdo que difere as crianças umas das outras é a quantidade de energia. Isto é, as mais agitadas diferem das mais calmas. Certo que a formação do caráter sofre essa influência, mas tal influência fica muito abaixo das influências do meio. Por exemplo, indivíduos muito agitados podem se tornar futuros grandes guerreiros de uma causa, militares entusiásticos e incorruptíveis, militares traidores, políticos corruptos, criminosos sanguinolentos... Assim também como crianças quietas podem ser grandes observadores políticos, cuidadosos militares, líderes que sabem observar seus subordinados (para observar é necessário calma e concentração - mais fácil nas pessoas quietas), pessoas depressivas, agitadas sem sentimentos, frios criminosos e etc.
São os acontecimentos posteriores, somados com o tipo de pensamento desencadeado no interior da mente e o entendimento sobre si próprio e as suas capacidades, que geram o caráter e os caminhos traçados adiante. Desencadeado pensamentos e ações, onde no começo da vida os acontecimentos no entorno influem nos pensamentos, cria-se uma idéia em mente sobre como que é o mundo e como "sou eu".
Tais pensamentos formam o caráter e orientam as escolhas futuras. Contudo é interessante lembrar que quanto mais se apóia em uma idéia, mas essa vai fixando-se até parecer como "imudável" e algo já "predestinado". Daí pensamentos simplistas acreditam que o ser humano nasce com o caráter pronto.
São pensamentos esses simplistas e menos elevados que orientaram (e orientam) indivíduos a acreditarem que o criminoso é sempre criminoso, que o burro é sempre idiota, o inteligente é e sempre foi inteligente (isto é, não necessitou de fazer esforço), que o forte não se fez forte...
Em fim, o caráter é mudável mas há de se operar com muita persistência (contra o desânimo inicial das dificuldades e resultados ruins), conhecimento, dedicação, paciência... pois para mudar deve-se agir no âmbito dos pensamentos, e não apenas nas atitudes.
Mudando a atitude sem mudar o pensamento, cria-se um diferencial com tendência cada vez maior de união para o lado que já é a muito praticado. Isto é, a atitude inicialmente diferente tenderá a voltar à anterior para se tornar coerente com o pensamento que não saiu do lugar.
Daí, o indivíduo deprime-se ou acredita em seu "destino" e "deixa a vida te levar".
Portanto a mudança do caráter passa pela mudança do pensamento - e esse é absoltamente difícil pois acarreta a abrir mão de vícios, de ter energia crescente para buscar idéias e conhecimentos novos a serem adquiridos e etc.

****************

"Difícil pensar em pior caráter que o do bajulador, exceto quem o inveja."
- Richard Steele

"O caráter e a disposição dos seguidores de Cristo será como o de seu Mestre".
- Ellen G. White

"A trapaça, a má fé e a duplicidade são, infelizmente, o caráter predominante da maioria dos homens que governam as nações".
- Frederico II, o Grande, rei da Prussia.

"Nada exige mais caráter do que se descobrir em oposição aberta ao que acontece no seu tempo e às pessoas que você ama, e dizer bem alto: Não!"
- Kurt Tucholsky

"O caráter é um triunfo de nossa determinação sobre a nossa inclinação".
- Edward Earle Purinton;
"Venho e volto do campo e os bois são os mesmos: não mudam de caráter. Já os homens..."
- Leonel Brizola
"Não escolhas para amigo um homem de mau caráter."
- Talmude

"Os pais somente podem dar bons conselhos e indicar bons caminhos, mas a formação final do caráter de uma pessoa está em suas próprias mãos."
- Anne Frank

"As políticas sociais não devem ser momentâneas, mas de caráter integrado para que a melhoria possa ser progressiva".
- Olívio Dutra

"A sorte, para chegar até mim tem de passar pelas condições que o meu caráter lhe impõe."
- Nicolas Chamfort

"Está no caráter de poucos homens admirar sem inveja um amigo que prosperou".
- Ésquilo, dramaturgo grego

"Quando encontramos pessoas de valor, devemos pensar em como podemos ser iguais a elas. Quando, ao contrário, encontramos pessoas sem caráter, devemos nos voltar para o nosso interior e examinar o que se passa lá dentro."
- Confúcio

"Não se pode construir o caráter retirando-se do homem a capacidade de iniciativa."
- Abraham Lincoln

"A desventura, em verdade, não transforma nunca um caráter, não lhe acrescenta novos elementos, modela apenas as inclinações já existentes, dando-lhe novas formas".
- Stefan Zweig

"O sujeito era tão mau caráter que até sozinho ele estava mal acompanhado." :- Jô Soares, humorista

"Não se julga um homem pelos trapos que o vestem, e sim pelo seu caráter."
- Charles Chaplin

"Manter o caráter é bem mais fácil do que recuperá-lo".
- Thomas Paine

"A vingança é salutar ao caráter; dela brota o perdão".
- Graham Greene

"Os homens de caráter firme são as colunas mestras da sociedade a que pertencem."
"O caráter dá esplendor à juventude e respeito à pele enrugadas e aos cabelos brancos."
- Ralph Waldo Emerson

"O talento educa-se na calma, o caráter no tumulto da vida."
- Goethe

"Nosso caráter é resultado de nossa conduta."
- Aristóteles

"Após uma longa distância, você aprende sobre o vigor de seu cavalo; Após um longo período de tempo, você aprende sobre o caráter de seu amigo."
"A muitos não incomoda ser superado em riqueza, caráter ou temperamento, mas ninguém, em especial um soberano, gosta que lhe excedam em inteligência.
Trata-se, afinal, do maior dos atributos".
- Baltasar Gracián; Aforismo 7

"Reputação é o que você faz quando todos olham. Caráter é o que você faz quando ninguém está olhando."
- Parke Kalhenberg

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

AQUI NÃO!!!!

AQUI NÃO!!!!

O que se viu nessa temporada de 2.008 no Guarujá, além das costumeiras queixas "demais", foi gente “de menos”.
Não posso falar que foi a metade, nem ninguém vai falar que foi o dobro. Ninguém contou!
Como a lua, o que não cresce, diminui.
Eu não tenho obrigação de fazer pesquisas, contar gente, nem elaborar estatísticas. O governo sim!
Mas governante está preocupado só com a arrecadação, para não dizer que os maus governantes têm de continuamente apagar os incêndios que a oposição semeia.
Uns sérios, outros menos sérios. Mas todas graves denúncias, que levam a escândalos de todos os tipos.
Não é preciso ser oposição (eu não sou) para dizer que, mercê da incompetência das nossas sucessivas administrações, o Guarujá está cada vez mais feio. Mais feio e mais cheio de pobres.
Aviso a todos que o problema não é não gostar ou não de pobre, o problema é que eu, nem ninguém, gosta de ser pobre.
Minto, político gosta de pobre, porque pobre está sempre precisando de favor e esmola e pronto para vender barato seu voto desqualificado.
Mas o Guarujá está ficando pobre. Os comerciantes do Guarujá estão ficando pobres. E comerciante do Guarujá é pior que pobre.
Nem favor ou socorro sabe pedir.
Ricas estão ficando as grandes redes como as Casas Bahia, os Supermercados da Rede Pão de Açúcar, as redes de farmácia.
Esses ganham o dinheiro aqui e levam de helicóptero e jatinho o lucro para Trancoso.
Não há mais açougues, padarias, papelarias e outros pequenos comércios que sustentaram as famílias que fizeram o Guarujá.
Li recentemente mais um desabafo dos poucos que chegam à imprensa, de um comerciante que ainda tem um fio de voz para reclamar da concorrência desleal dos shoppings de verão e da vergonha que é o loteamento das praias e das praças.
Dizia ele que a Associação Comercial do Guarujá deveria lutar pelos comerciantes radicados na cidade.
Para quem não sabe, Guarujá tem uma Associação Comercial, mas desafio que ela mostre as reclamações que faz aos poderes constituídos a favor de seus associados.
O título “Aqui não!” é idéia antiga de que os problemas sociais devem, sim, ser discutidos. Mas não na avenida da praia, não expondo os pobres de todas as demais cidades desfilando na outrora Pérola, na passarela da cidade.
Todas as reivindicações de comerciantes, turistas, veranistas e moradores são respondidos com desculpas de problemas crônicos da nossa economia e problemas sociais.
Esses problemas estão levando nossa cidade a ser a passarela dos pobres, sem tetos e abandonados.
Pelo amor de Deus! Na avenida da praia?
Aqui não!
M.G.



AGREDIDOS PELA REALIDADE

Esse título forte foi repetido em muitos artigos em todo o mundo.
A expressão retratou dentre outros, o episódio das criminosas explosões terroristas de 11 de setembro nos Estados Unidos.

Naquela data, fanáticos explodiram dois gigantescos edifícios fazendo milhares de vítimas. Houve o que foi chamado um sentimento de agressão pela realidade.
É a mesma agressão que só de vez em quando aparece nas tvs brasileiras mostrando a seca, a fome e a morte. Deveriam mostrar, ainda mais em detalhes a ladroeira de muitos políticos que conhecendo bem como funciona a indústria da seca, ao invés de explodi-la vivem regando-a com incentivos financeiros que nunca chegam ao seu destino.
Eu disse que só de vez em quando isso é mostrando nas tvs brasileiras.
No dia a dia essas cenas nos agridem a cada momento.
Diariamente muitas mãos se estendem nas ruas das cidades para pedir uma esmola ou exibir uma arma.
A mão que pede é muitas vezes a mesma que fere e mata.
E ainda assim, sob alegação de pseudo direitos das minorias, nós a grande maioria, estamos sujeitos a agressão física violenta e agressão pela realidade que nos impingem.
Todos nós sabemos, que o dinheiro que falta para acabar com a seca no sertão, com a pobreza, com a fome e com a criminalidade é o que é roubado pelos pelos figurões e essa clara realidade nos agride muito.
Os que nos roubam são muito conhecidos. Estão sempre na mídia, nos comícios, nas milionárias festas familiares ou populares e ultimamente nas páginas policiais, como as quadrilhas dos políticos, dos fiscais, dos delegados, dos juizes, dos...

Quando em visita à nossa cidade o turista ou veranista é assaltado, faltou dinheiro para a educação, saúde e segurança.
O governo arrecada dinheiro suficiente para todas as necessidades... o que falta, é o que foi roubado.



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