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sábado, 21 de julho de 2007

Textos antigos

ATIRARAM NO PATO E ACERTARAM O MARRECO.
Na última edição deste jornal li que o presidente da EMURG, Natanael de Oliveira, em depoimento feito no inquérito que apura denúncia de desvio de cestas básicas da prefeitura, fez questão de explicar que estacionamento do Gegê, situado na Av. Marechal Deodoro da Fonseca, quase ao lado do Shopping La Plage não é irregular, conforme declarações do vereador Nenke, uma vez que foi cedida “sem ônus para a prefeitura” pela empresa que ganhou a licitação para reurbanizar a praia.
Posso garantir que o tal estacionamento é tão irregular como a atuação da empresa que o cedeu, prejudicando em ultima instância Fundo Social de Solidariedade que detém os direitos sobre ele por força da Lei no. 2.052, de 20 de julho de 1.989, a mesma que concedeu ao Fundo o imóvel onde esta localizado o restaurante Thaiti, que já denunciamos exaustivamente como privilégio pois paga ou pagava R$ 752,55 pela ocupação de mais de 365 m2. da área mais valorizada da praia de Pitangueiras. Eu disse pagava pois a se entender que o estacionamento do Gegê agora pertence à Teleduto S/A, o mesmo deve acontecer com o imóvel do Thaiti, aos espaços ocupados pela feira de artesanato, as barracas de ostras, ao estacionamento em frente à rua Humberto Rebizzi, ao imóvel ocupado pelo restaurante Avelino’s, e todos os outros imóveis da prefeitura, na avenida Marechal Deodoro, a da praia. Voltando ao estacionamento, ele está lá antes mesmo da malfadada licitação e contratos com a Teleduto S/A,
sendo certíssimo que do mato desse estacionamento, ainda vai sair muito coelho.
Atiraram no pato e acertaram o marreco. São flagrantes as ilegalidades perpetradas e agora confessas, restando serem denunciadas e punidas.
Não será também surpresa se forem constatadas irregularidades na contratação das recém colocadas placas na mesma via, que alertam para proibições de atividades na praia e outras que dão conta que as obras ali executadas nada custarão aos cofres públicos. O próprio Sr. Jorge Nakano, proprietário da empreiteira Teleduto S/A em visita à Associação Comercial de Guarujá, alegou que parte dos problemas do calçadão é o não cumprimento pela prefeitura nas obras de sua responsabilidade. De qualquer maneira, gostaríamos de saber qual a empresa que forneceu as placas, quem são seus sócios, a que custo e com que modalidade de consulta de preços, pois as mesmas, devem fazer parte dos custos da Teleduto S/A e não pagas pela prefeitura e para empresa pertencente a aparentados.
Para finalizar as denuncias de hoje, embora existam muitas outras, porem o espaço é pequeno e ninguém é de ferro, deve constar na ata elaborada na Comissão Permanente de Segurança da Câmara, reunião de 20.11.98, que virão 60 policiais militares a menos do que no ano passado para reforço no policiamento da cidade na temporada de 1999, em razão da incapacidade da administração em arrumar alojamento para esses policiais. Gostaríamos de saber se isso é verdade e não temos como, pois requerimentos da Associação Comercial de Guarujá não são respondidos pela prefeitura, a exemplo do protocolado em 6.10.98 que pede informações do calçadão.


Uma a uma desmontaremos todas...

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE GUARUJÁ
Mário Pacheco Guzman
Presidente

quarta-feira, 11 de julho de 2007

RAZÃO E VERDADE

Razão e verdade.

Palavras conhecidas, bastante empregadas, às vezes erroneamente.
Muitas vezes temos a razão e não temos a verdade.
Isso porque, a razão não é única, duas pessoas podem ter razão e só uma é a verdade. Não a aparência da verdade, más a verdade.
Quando discutimos com alguém, quando expomos os nossos argumentos e existe razão nos nossos motivos, muitas vezes estamos enxergando mais ou só, a importância dos fatos que nos convém. A outra parte pode ter também razão nos seus argumentos, e se estiver vendo só a importância do que lhe convém, não haverá possibilidade de acordo.
Temos que aprender a buscar a verdade e não a aparência da verdade ou simplesmente a razão.
Assim, a prefeitura está tentando resolver o problema da remodelação da orla, mais precisamente dos calçadões, necessidade desde a muito tempo protelada, por todos os que deixaram que a obra mais importante para o turismo de Guarujá, feita pelo melhor prefeito que a cidade já teve, Jaime Daige, se perdesse por falta exclusiva de manutenção. A prefeitura tem razão.
Comerciantes e proprietários de imóveis duas categorias que representam a maior força econômica da cidade, contestam a maneira como tem sido conduzido o assunto, uma vez que não existiu qualquer tipo de consulta ou estudo para a viabilização das obras, não existindo sequer projeto aprovando as medidas a serem tomadas, obras essas que por afetarem profundamente toda a comunidade precisam de seu aval.
Quem tem razão? Onde está a verdade?
Existem duas razões e uma só verdade.
Quando enfatizamos tanto a razão, que a confundimos com a verdade, estamos nos enganando e magoando mais a nós próprios do que aos outros, pois a luta de quem acha que tem razão leva mais ao desespero do que aquele que luta por alguma coisa que pode ou não estar certo ou errado, aquele que não tem a certeza de estar com a verdade.
Muito se ouve falar na possibilidade de opinar sobre o impasse de quem tem razão. Ora, pode até importar quem tem razão, quando alguém não a tem.
Como resolver o impasse com o calçadão e uma infinidade de outros, onde mais de um está com a razão? A resposta é a verdade. Não uma verdade parcial ou provisória, é preciso buscar a verdade à luz da razão.
O intuito desse artigo, é fazer entender mais uma vez, às nossas autoridades, civis e militares, que todos nós sabemos quando e quem tem as suas razões. Não estamos procurando as razões ou quem as tem ou não tem. Estamos procurando a verdade, que é o único caminho a seguir.
A verdade é única, tarda mas aparece e pune todos que delas fugiram e pune, é verdade, alguns mais, outros menos, alguns com a prisão outros com a impossibilidade de exercerem cargos ou funções. Uns com a pecha de ladrões, outros só com a triste lembrança para seus filhos e netos de que foi um malandro, corrupto ou no mínimo incompetente.
Furtar-se das obrigações legais, esconder-se atrás de razões que todos temos para alegar, quando não queremos fazer alguma coisa, é fugir da verdade, é priorizar a má vontade, é procurar sempre alguém que tenha mais obrigação do que nós, para fazer algo que precisa ser feito, seja por Pedro ou por Paulo, irmãos na obrigação de fazer, sem ter nenhuma importância as razões que cada um tenha para não fazer.


Marinho Guzman

Publicado nos Jornais 1ª. Hora e Baixada Santista

Fotos




































Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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