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Top Model Kaká Ramos

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

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Quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte.

Dentre os questionamentos da vida está a certeza da morte.
Arrebatadora e cruel para a maioria que parte e para quase todos que ficam, ela é como um jogo onde todos perderemos as últimas fichas, na última mão, da última rodada.
Há quem lembre mais dos lances de sorte e como eles foram festejados, outros lamentam as muitas perdas e o vazio que fica quando cai a ficha e a má sorte foi lançada.
Todos chegamos com um grande cacife e partiremos sem nada levar, mas quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte.

Marinho Guzman
A visão privilegiada de determinadas partes, quase sempre dá uma visão distorcida do todo.

Marinho Guzman
Há quem confunda confundir com confusão.
Existe uma sutil diferença entre frequentar, participar e comungar ideias.
A maioria das pessoas frequenta um clube ou uma academia de ginástica pelo equipamento que ele possui e que lhe permite praticar uma atividade e não porque comunga das ideias ou ideais dos muitos frequentadores. Algumas academias vem tentando isso com pouco sucesso.
Clubes de servir e associações como o Rotary, Lions, sindicatos, associações de comerciantes, de advogados e de outra profissão, têm como escopo juntar pessoas que comungam das mesmas ideias e ideais com a finalidade de proporcionar bem-estar a muitos pelo trabalho organizado de todos, sob a liderança de alguns.
Não espero com essas palavras, que não são definições, esgotar o assunto e sim observar quão pequeno é o resultado quando as pessoas confundem a finalidade de cada coisa e principalmente quando essa confusão é gerenciada por pessoas que visam subverter a ordem nas prioridades, com a finalidade de obter vantagens para si e para uma pequena parcela dos participantes, voluntários ou não, esses muitas vezes obrigados por convenções com as quais não concorda e não foram chamados para participar da sua constituição.
Não vou entrar em detalhes, esse é um assunto onde cada um sabe como e por que é obrigado a participar de grupos com os quais não tem nenhuma sintonia, sendo muita vezes confundido com a escória que se apodera dessas associações transformando-as em quintal vizinho da própria casa.

Marinho Guzman
   1 compartilhamentoEditarTags: confundir confusãoVer
As chances de imprevistos indesejáveis na vida são menores, quando a gente faz, ao longo dela, boas escolhas. Há percalços e imprevistos, nem sempre o que foi ótimo para uns se mostra bom para outros. Essas escolhas deixam, quase sempre, claros sinais do que está por vir. Uma coisa é certa, se a gente faz ou tenta fazer tudo certinho as chances de darem errado são menores.

Marinho Guzman
A velhice e a morte.
Dia desses escrevi um texto com o título Morte.
Foi um dos textos menos curtidos e como eu já esperava, pouca gente se interessou.
Não desejo a morte.Nem minha nem dos que me cercam, quanto a dos desafetos há que analisar caso a caso.
Escrevo de políticos corruptos e nem por isso sou um deles, sobre periguetes e poucas conheço, sobre vida e felicidade, assuntos dos quais arrisco dizer que entendo um pouco.
Por que não escrever sobre velhice e morte, assuntos que a gente pode até tentar ignorar, mas que chegará um dia para todos nós?
Se você fizer uma pesquisa no Google ver os seguintes resultados, na mesma fração de tempo:
Vida: 923 milhões;
Amor: 367milhões;
Morte:189 milhões;
Felicidade 34 milhões e 600 mil;
Velhice: 1 milhão e 40 mil;
Noves fora nada, isso quer dizer que todo mundo está mais preocupado com a vida e a felicidade, do que com a velhice e com a morte.
A velhice, e a morte estão mais perto de nós do que gostaríamos mas tenho a impressão de quem viveu sempre uma boa vida, em todas as suas fases, encara o assunto com tranquilidade e se prepara, como sempre fez antes, para ter o melhor possível para o que der e vier, seja lá quando vier.

Marinho Guzman



Morrer
A maioria das pessoas não fala sobre o assunto e muitos pedem para parar de falar. Na recusa, saem da roda quando ele vem à baila.
Não é mesmo algo que se veja por aí, discussões, palestras, mesas redondas, seminários e outros ensinamentos. O que se vê, são providências para a hora da morte ou para deixar que outros tomem providências depois da morte, e isso me parece uma procuração.
Os mais ricos fazem testamento, também chamado de disposições de última vontade, e por aí, parece que pobre não tem vontade, pois nunca ouvi falar de pobre que tivesse deixado testamento.
Ninguém sabe como é morrer para quem morre. A gente só sabe como é morrer de ver alguém morrendo ou morto.
Tudo indica que quem morre não vê, não ouve, não fala nem sabe que morreu.
Morrer é absolutamente previsível, mas totalmente desconhecido e sendo a única certeza definitiva, a gente deveria saber um pouco mais, para o caso de termos de tomar, nós mesmos, alguma decisão ou providência depois da hora fatal.
Acho esse um pensamento normal para quem gosta de ter as coisas em ordem. Vou pesquisar mais o assunto, porque tenho visto muita gente morrendo ultimamente e mercadologicamente deve ser bem rentável dar um curso, vender um manual e essas coisas.
Sei que vai ter muita gente criticando a minha ideia. Dirão, com a morte não se brinca. Mas quem disse que eu estou brincando?
Afinal, é nas crenças e religiões tidas como sérias, onde mais se fala da hora fatal, quanto e como devemos estar preparados.
Note que pensar, falar ou escrever da morte não quer dizer que eu queira morrer, só quer dizer que é um assunto como outro qualquer e quem não quer falar, não quer ouvir e não quer saber, só estará menos preparado para a hora ou para depois da hora.
Lembro agora que em alguns povos e religiões como os egípcios, por exemplo, os ricos eram enterrados com muitos dos seus bens, principalmente com ouro. Ainda bem que isso saiu de moda, porque senão teria muito mais gente chorando na beira dos caixões de familiares.
Bem, o assunto é vasto. Ou não.
Pode ser só uma ideia, só um texto ou poderão vir outros, como dizem por aí, até que a morte nos separe.

Marinho Guzman
O lago reflete as nuvens, mas nunca será céu.

Marinho Guzman
Depois de certa idade a gente tem mais coisas para contar do que para fazer.

E algumas das histórias nunca serão contadas, ficarão só na cabeça da gente, por todos os motivos pelos quais vivemos a vida atual e porque a vida de quem fez parte dessas histórias precisa ser preservada pela que agora levam.
Há também, ainda que remota, a possibilidade de que quem foi protagonista na nossa história nos considere coadjuvantes, figurantes ou sequer lembre dela.
Mas às vezes algo nos sinaliza que aquela velha história deixou muitas e boas lembranças.
E hoje, isso é o que realmente importa.

Marinho Guzman
Guarujá desse jeito não há quem aguente.
Diz o ditado popular que desgraça pouca é bobagem.
Parece que para o Guarujá a sucessão de más notícias, como era esperado, já deu lugar às péssimas.
A reforma do estádio de futebol consumiu mais de vinte milhões de reais, não viu nenhum jogo e terminou o tempo regulamentar com vários processos na cabeça dos envolvidos.
O avião do candidato a presidência da república Eduardo Campos espatifou-se em Santos, porque não conseguiu aterrizar no aeroporto do Guarujá, aquele que tem mais estória que qualquer novela mexicana ou global.
Tenho visto a Associação Comercial do Guarujá bastante envolvida no processo de privatização do mesmo. Certamente não será um jogo de cartas marcadas. Prá que?
Com inveja do incêndio que destruiu depósitos na cidade vizinha,Guarujá superou-a com um incêndio com direito “nuvem tóxica” que teria feito reduzido a traque qualquer filme apocalíptico. De concreto o que e viu foram cerca de duzentos atendimentos o que deve ter gerado pelo menos a metade de faltas ao serviço com atestados “assinados nos joelhos”.
O Carnaval vem aí, e antes que eu seja tachado de pessimista, gostaria que as autoridades incompetentes ficassem atentas arrastões nas calçadas e na areia e principalmente com a venda de todo tipo de alimentos pelos ambulantes pois o nosso mosquito da dengue sozinho não vai conseguir o primeiro lugar absoluto nas manchetes negativas da TV Tribuna com repetição de todas as afiliadas da Rede Globo do Brasil.
Já tivemos faz algum tempo o escândalo do “mensalinho”, o “cala boca” que garante a sustentabilidade do mandato espúrio de prefeitos. Está em estado vegetativo em alguma gaveta bem lubrificada do Judiciário mas pelo tempão que faz e pela “sede” dos parlamentares, deve estar próximo de novas denúncias, dessa vez sacramentadas pelo instrumento da caguetagem premiada.
Que eu saiba, por aqui não tem petróleo mas vai que comecem as obras do túnel….por aqui tudo é possível, só falta achar petróleo e aí sim! Teremos um escândalo que fará jus ao da Pertrobrás. Ah...já ia esquecendo, bloquearam todos os bens conhecidos da prefeita, do Duíno e do resto da turma.Vichi!!!Segura... que vai ser um pega-prá-capá para ver quem é que vai vai à forra primeiro, para garantir a reposição dos mesmos...

Marinho Guzman
Sendo otimista.

Sendo otimista Guarujá terá visto nesta, a pior temporada de todos os tempos.
Esse triste recorde será batido nos próximos anos com grande facilidade. O aumento de criminalidade, da presença na mídia como cidade perigosa, violenta e desrespeitosa para com seus moradores, veranistas, turistas e incautos, que por aqui aportam, já destruíram a sua fama de Pérola do Atlântico e até os defensores mais aguerridos mostram-se descrentes, abatidos e sucumbem, um a um.
Há vinte anos resolvi montar um negócio no Guarujá. Num verão, cheguei a ter dezoito pontos de venda, dentre eles, três ou quatro lojas no Shopping La Plage, umas oito no Guarujá Center Shopping e três espalhadas por aí.
Todos olhavam abismados minha coragem que alguns chamavam de loucura, mas Guarujá ainda era a melhor aposta no litoral de São Paulo.
O tempo provou que foi uma loucura e que os populares adágios, de que Guarujá seria uma curva de rio e que para sair daqui com uma pequena fortuna alguém deveria ter chegado com uma grande, eram absolutamente certos.
As coisas correram bem até meados de 2001 e bafejado pelo trabalho, pelo grande investimento e pela sorte, estive presente no crescimento do comércio moderno de produtos naturais, lingerie, de óculos e de telefones celulares.
Os que viveram essa época, podem se lembrar de grandes filas nas portas das minhas lojas.
Em 1999 foi convidado a assumir a presidência da Associação Comercial do Guarujá que tinha uns três mil reais de débitos de aluguel e menos de cinquenta associados, a maioria inadimplente.
Nesse mesmo e único ano fiz uma grande festa de posse no Hotel Casa Grande, certamente a maior que a cidade viu naqueles tempos, toda ela filmada e apresentada integralmente no programa do meu amigo Amaury Jr. que a cerimoniou.
Para ser curto e não ser grosso com meia dúzia dos comerciantes associados que me ajudaram, mudei a sede, mobiliei e aparelhei a entidade do meu próprio bolso e numa polemica campanha onde eu perguntava:- Você é um comerciante ou um rato, consegui nesse único ano da minha gestão quase quinhentos associados pagantes.
Na época o prefeito era o senhor Maurici Mariano, que Deus o tenha, bem longe de mim, que me fez ver, que cargos públicos e em entidades, dependentes da boa vontade do setor publico, sejam de que natureza forem, é para quem tenha “muito estomago”, vontade de fazer “acertos”, na maioria das vezes inconfessáveis e que Guarujá seguiria, nos anos seguintes para o declínio qualitativo dos seus frequentadores que o traria aqui, onde nos encontramos agora, com a pior temporada de todos os tempos, sob qualquer ângulo que se queira observar.
Muitos comerciantes tradicionais de alguma expressão fecharam suas portas, como por exemplo a Guarujá Veículos, alguns como a Guaru, do falecido amigo Carlos Simonian, continuam a lutar bravamente.
O que se vê, definitivamente é que os ladrões do dinheiro público não aproveitaram muito suas espertezas e por um ou outro motivo foram e estão infelizes, desmoralizados e com pouca chance de verem a cidade que destruíram se erguer a uma ínfima parte do que já foi.
Anos atrás Guarujá tinha alguns jornalecos que publicavam os desmandos dos prefeitos, hoje exaltam pequenas obras, ignoram os grandes problemas e subsistem milagrosamente, sem vender um jornal, sem vender anúncios, vendendo o que não têm, dignidade.
Guarujá dificilmente seguirá a lenda da Phoenix. Não se erguerá das cinzas. Mas esperamos sinceramente, que seus detratores sejam queimados nesse processo de purificação.

Marinho Guzman
O valor de um blog está na credibilidade de quem o escreve.


O valor de um blog está na credibilidade de quem o escreve.
Os veículos tradicionais da mídia, grandes, médios ou pequenos, rádios ou televisão estariam mais sujeitos a influencias de toda natureza com a finalidade de dirigir a pauta e o editorial?
A meu ver qualquer veículo, até mesmo um panfleto, está sujeito a orientação de quem o edita.
Dessa forma, fica mais fácil você avaliar a notícia mercê da credibilidade do autor do que de um editorial ou matéria atribuída à redação atendendo uma pauta.
Conheça os fatos sob a ótica de quem os escreve.
Procure conhecer o jornalista ou o editor do veículo e você certamente saberá avaliar o peso da notícia de acordo com quem a escreveu.

Marinho Guzman
Para um bom sempre existirá um melhor.
Já no Guarujá….não tenha dúvida, a classe política vem se superando ano após ano.
Para um ruim sempre virá um pior.

Marinho Guzman
Um pouco de covardia, muita acomodação, tudo amparado pela preguiça de fazer, ou, pelo menos, de tentar.
Dá para perceber como chegamos à situação atual?

Marinho Guzman
Aqui se faz, aqui se paga. E quem não faz, paga também.

Marinho Guzman
  O Hotel Casa Grande do Guarujá, o Shopping de Verão e o final melancólico das coisas que não são tratadas com seriedade.
Quem for esse ano no Shopping de Verão do Hotel Casa Grande, com a expectativa de fazer umas compras ou simplesmente passar algumas horas agradáveis, vendo lojas finas e mercadoria de qualidade, poderá ver o estrago que a má fama e má administração do Guarujá fez com esse, que já foi um dos maiores sucessos de verão da cidade.
No ano passado já se viu a cara de derrotados de dezenas de comerciantes que arriscaram apostar no passado do Shopping e que ele resistisse às más administrações, que transformaram a cidade em cemitério de empreendimentos.
O fracasso do Shopping do Casa Grande será um dos muitos da temporada de 2.015/2.016 e não por conta de qualquer crise, uma vez que a temporada de verão traz ao Guarujá um público cativo dos proprietários de imóveis que aqui vem, ainda que a contragosto, para levar um susto com o maior IPTU do Brasil, sem nenhum retorno ao seu investimento.
Aberto por volta de 1.999 sob o comando de João Dória Jr. o Shopping de Verão trouxe ao Guarujá milhares de pessoas, especialmente para visitar e comprar artigos de qualidade a preços considerados accessíveis, por quem está acostumado a comprar artigos de qualidade e de grifes famosas.
João Dória abandonou o empreendimento poucos anos depois e dedicou-se a coisas sérias, de qualidade, com gente que está acostumada a trabalhar e fazer sucesso sendo sério, condição fundamental para o futuro de qualquer empreendimento.
Ano após ano o número de visitantes diminuiu e eu duvidava que eles conseguissem alugar todos os espaços esse ano.
Errei redondamente, não há espaço, não montaram e não existem lojas, nenhuma loja foi alugada.
Sem conseguir incautos, colocaram uns brinquedos sem graça, para um punhado de crianças desanimadas.
Há uma aparência lúgubre no lugar e para quem conheceu suas glórias um gosto amargo de derrota para nós todos e para o Guarujá.
O Shopping do Hotel Casa Grande foi criado para ser assunto que justificasse a mídia em torno de marcas famosas.
João Dória fez uma mídia monumental em torno do fato, levou nomes conhecidíssimos, dos famosos de todas as áreas e todo mundo ganhou muito com isso, especialmente o Guarujá.
Hoje não há mais marcas famosas nem no Shopping do Casa Grande nem em nenhum lugar da cidade e o único lugar onde se vê algum movimento é no famigerado Russi, no Village, barracões transformados em shoppings populares e na Rua Argentina, que vendem artigos de qualidade menor e procedências duvidosas.
Já faz alguns anos que a “inteligência” do Guarujá deixou de alardear o sucesso das temporadas.
Agora se preocupa em não deixar que as notícias muito ruins apareçam na imprensa local, uma vez que as péssimas, estão em todas as mais importantes mídias nacionais.
Santa ignorância!

Marinho Guzman
Vida
Pouco a pouco, dia após dia, cada vez mais rápido, muitos tem se esmerado na tarefa de retirar dos homens algumas alegrias e uns prazeres que dão gosto à vida.
Não nascemos para sofrer, nem para servir. Qualquer que seja a explicação de criador/criatura, nascemos para ocupar um tempo e um espaço que deveria ser agradável e perpetuar a espécie.
Outras espécies já desapareceram do planeta, extintas que foram,pouco importam as teorias, profecias e visões que prometem descanso ou sofrimento eterno, céu ou inferno.
O que vale para o ser, enquanto humano é seu bem-estar e o progresso que permite viver mais, é o mesmo que nos tem levado ao pior.

Marinho Guzman
BBB
Não é bom, nem bonito e nem barato.
Foi anunciado o BBB 16 que terá como novidade a idade avançada de alguns participantes, que podem ter até setenta anos.
Rui Barbosa já havia apregoado para não nos deixarmos enganar pelos cabelos brancos porque os canalhas também envelhecem.
Terão, aqueles que assistirem o BBB 16,a possibilidade de constatar que a idade avançada não quer dizer sempre sinal de experiência nem de inteligência e certamente haverá um desfile de idosos com pouca ou nenhuma identificação com o senso de ridículo.
Quem viver e assistir verá. E eu provavelmente serei obrigado a ler, ainda que inadvertidamente, um ou outro comentário a respeito desse programa que boçalizou boa parte da população nesse século.

Marinho Guzman
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Não é possível convencer alguns ignorantes.
A forte convicção de que sabem, sabem mais, sabem tudo, cegam-nos para a mais banal realidade.
Ignorantes são sempre perigosos, os teimosos potencialmente.

Marinho Guzman
É PREFERÍVEL PEDIR DESCULPAS DEPOIS, DO QUE PEDIR LICENÇA ANTES. (texto de minha autoria antigo, sem data)
A assertiva consta de um trabalho editado pela Associação Brasileira de Anunciantes, com opiniões de jornalistas famosos a respeito do tema: Jornalismo é... quem cita é nada menos do que Salomão Esper, jornalista consagrado. Se ele pode, eu também...
Já vi mais de um veículo de comunicação tentar conseguir as benesses de administrações e do poder, em forma de publicidade e levar um pé no rabo. Nesse sentido, tenho visto vários “pés” na nossa e em vizinhas cidades que tentam arrancar publicidade para falar bem e não falar as verdades da nossa administração.
A bem da verdade, a livre imprensa da cidade deve tirar o cavalo da chuva pois desse mato não sai coelho.
Segundo pesquisas não comprovadas, a profissão mais respeitada no Brasil, é a de jornalista. Tivemos casos onde a imprensa quase que como um todo julgou, condenou e acabou com a vida de algumas pessoas divulgando fatos mentirosos e não comprovados que levaram ao caos famílias inteiras. Recentemente o ridículo Ratinho, mau caráter com acesso á mídia, teria conseguido altíssimos índices de IBOPE colocando no ar polêmicas a respeito da condição familiar da apresentadora Angélica, fatos esses que eram de seu conhecimento e pouco prováveis para não dizer logo falsos e mentirosos.
A punição ao falso jornalista deve ser exemplar. Travestido de apresentador, o palhaço fez as vezes de jornalista usurpando a profissão regulamentada que tem maior índice de respeitabilidade no país. Tal qual falso médico receitando e operando, quem tem acesso à mídia precisa ser habilitado, responsável e responsabilizado, para não se permitir que a imprensa siga a trilha das demais instituições que estão falindo pelo desrespeito e impunidade.
É por isso que a frase: é preferível pedir desculpas depois, do que pedir licença antes ,é prerrogativa dos jornalistas que honestamente pesquisam e verificam, antes de acusar e condenar, se bem que na nossa cidade, para acusar de desmandos a administração nem é preciso ou procurar muito, basta olhar e fotografar mansões e carrões comprado com os milhões que devem ganhar os funcionários com seus polpudos salários de marajás ou... quem quiser que conte outra...

Marinho Guzman
Quando o produto ou serviço não é bom.

O que você faz quando não está satisfeito com o produto ou serviço que estão lhe prestando?
Muda de fornecedor, muda de restaurante, muda de loja.
O que você faz quando o governo não dá contrapartida ao imposto que você paga?
Não paga!

Marinho Guzman

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Quando você pensa que está entendendo os mistérios da vida, percebe que está chegando a hora da morte.

Marinho Guzman


   
Porque escrevo?
Porque procuro alinhar palavras que traduzem meu pensamento e este num texto? Porque publico esses textos e o que espero com isso?
Assentimento? Concordância? Solidariedade? Simpatia? Reconhecimento? De quem? Para que?
Não há novidades nas minhas palavras. Tudo o que tinha que ser dito, escrito e lido já foi.
Escrevo o que todo mundo já sabe e no máximo talvez se pergunte:- Porque eu nunca pensei isso dessa maneira?
Escrevo porque gosto, sem nenhuma preocupação em ser original.
Afinal, quem é original? As palavras são sempre as mesmas, apenas são dispostas de maneira diferente.
Não há, aprendizado para escrever, existe a observação do que acontece com a gente e perto da gente e vontade de deixar um testemunho do que se viu e viveu.



Caminhos fáceis.

Nos caminhos mais fáceis sempre tem mais gente.
Gente bonita, gente descolada, gente bem vestida, gente que sabe aproveitar o que é bom.
O som alto e o open bar atraem irresistivelmente.
Mas sempre vai haver conta para ser paga, mesmo que não seja no fim dessa festa.
Estradas da vida.

A vida é como uma estrada sem placas nem sinalização.
Você não sabe exatamente onde está indo, se vai chegar ou quando.
Não existe estrada absolutamente reta. Todas têm curvas, desvios, entroncamentos e algumas têm pedágios e se você não pagar o preço, não vai poder passar.
Por mais segura que a estrada seja, sempre existem outros motoristas. Eles estão na mesma pista ou em sentido contrário, isso quando não estão na contramão. Nunca, ninguém, depende exclusivamente de si, e o perigo, “podem ser os outros”.
Quando duas estradas levam ao mesmo lugar você só pode escolher uma, não importa quanto goste da outra. Parece que isso quer dizer ter duas opções, mas analisando bem, você só tem uma sim, a outra não.
Não faltam estradas cheias de buracos e há quem diga que na vida caminhos aparentemente fáceis escondem obstáculos intransponíveis.
Além dos caminhos e destinos, você vai ter que saber qual bagagem vai levar e se vai só, ou acompanhado.
Uns viajam só, outros com mais gente, difícil mesmo é saber quem está bem, ou mal acompanhado.
Como a estrada da vida não tem sinalização, depois de algum tempo você começa a se perguntar se está longe ou perto do seu destino.
Busca respostas e cada vez encontra mais perguntas, podendo descobrir, finalmente, que essa pode ser a reta final.


A vida.

Somos ensinados que a vida é uma dádiva e que devemos festejá-la.
E é isso que fazemos, uns mais, outros menos, algumas pessoas todo o tempo, acreditando que no final tudo vai dar certo.
E vamos tentando, apesar dos pesares, de parecer que a imprensa só serve para mostrar problemas onde existam, descobrir uns que estão escondidos e em algum caso inventar para aumentar a audiência.
Alguém deveria medir o tempo que a imprensa gasta para divulgar as coisas ruins, os crimes e os desastres e obrigá-la a mostrar em igual tempo (pelo menos) coisas boas e dar ideias construtivas para que a gente continue a pensar que a vida vale a pena, que o pior já passou, e não pensar que o melhor foi o passado.
Passei a vida evitando pequenos acidentes, para perceber que o fim é o grande desastre.
Qual será a razão da vida? Temos algum papel no Universo?

Continuo buscando as respostas, mas desisto rapidamente.
Cheguei à conclusão, ainda provisória, que essa não é a pergunta a ser feita.
Estivessem certos dezenas de filósofos, estariam errados outros tantos, estivessem certos milhões que professam determinada religião, estariam errados todos os outros.
Não sei explicar o que não entendo, nem entendo o que tantos se esforçam por professar como verdade mas que soa tão falso.
Não dá para aproveitar um pouco de cada ideia, sem escrever uma ou várias mentiras.
O que serve para uns não serve para outros, nem para todo mundo.
Talvez a maneira como cada um responda a essa questão, determine o modo como encara a vida e como isso influência as decisões que toma.
Por hora, deixo a razão de lado e fico com Sarah Westphal.

“Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Para um bom sempre surgirá alguém melhor.

Na maioria das vezes nos esforçamos para sermos bons, um ou outro consegue ser o melhor, às vezes com grande esforço, outras vezes com tal facilidade que parece, o sujeito “nasceu para aquilo”.
Mas ninguém será o melhor, nem insubstituível por todo o tempo.
Marcas são superadas, novas tecnologias fazem com que as maiores descobertas caiam no desuso e fenômenos podem ser campeões do ostracismo.


Incompatibilidade de gêneros.

Se você escreve muito mal, troca sempre o c por ç, s, por z, o m por n, muitos erros que não são propriamente lapsos.
Se você não consegue colocar o verbo no tempo, desconhece completamente o plural, jamais usando s no final das palavras, não sabe a tabuada, nem sequer a do dois.
Sinceramente, isso já passou de errinhos que todos nós cometemos de vez em quando.
Para mim você é analfabeto (a) e pode, me chamar de preconceituoso, mas não tenho nenhum prazer em teclar ou conversar com você, assim como não vou incomodá-lo(a) querendo pegar ondas, jogar futebol, snooker, dançar funk ou cantar sertanejo , só para dizer algumas das coisas em que sou péssimo.
Nesse caso, somos incompatíveis e é melhor não conversarmos.



No Facebook, como na vida real,a gente vive, convive, faz amizades e inimizades.
O melhor de tudo no Facebook é que a gente pode deletar ou ser deletado por quem entrou na nossa vida por um pedido que veio sem muitas recomendações.
Hoje percebi que fui deletado por alguém que não suportou ver a verdade e o sucesso permanecerem à tona, apesar do perceptível e mal disfarçado desejo de que eu naufragasse.
Deve ser bem difícil conviver, dia após dia, postagem após postagem, com a realidade que eu continuo pensando, escrevendo, fotografando, amando e sendo amado.
As muitas curtidas me dizem isso.
A inveja corrói o invejoso e ser deletado é o remédio para esquecer e ser esquecido, porque o que não tem remédio, remediado estará.


Vistas no presente, decisões certas e erradas, tomadas quando eramos jovens podem parecer prêmio ou castigo, mas não há lugar para arrependimento que as redima..
Hoje pelas redes sociais, podemos ver com facilidade o que o destino reservou para uma ex-namorada que seria a nossa mulher, mãe dos nossos filhos, companheira e avó.
E elas conseguem ver aquele que talvez tenha sido o primeiro namorado, lembrar-se vagamente de um beijo furtivo, das primeiras escapadas que pareciam pecaminosas e de possíveis sonhos imaturos que deram lugar à realidade do presente.
Amores do passado não têm mais lugar hoje. Restam lembranças. As boas e as más.
Recordar nossos pais é uma experiência agradável, em que pesem possíveis arrependimentos por conselhos não seguidos e desobediências que possam ter causado preocupações e aborrecimentos.
Tão intrigante quanto rever a vida sentimental é relembrar em que momento se deram as nossas opções profissionais, caso tivéssemos seguido em frente ou mudado de ideia numa bifurcação qualquer.
Ter feito uma faculdade ou ter partido para um negócio próprio, ter desistido do sonho de ser Juiz para aceitar o emprego de advogado numa empresa.
Muitas mulheres abandonam qualquer sonho profissional para criar a família. Não vejo estatísticas a respeito de possíveis decepções e arrependimentos.
Há um ditado americano pouco conhecido no Brasil que diz o seguinte:"Iife begins when the kids leave home and the dog dies!" na minha tradução ruim, -"A vida começa quando os filhos saem de casa e o cachorro morre!"

Vê melhor quem olha para frente, mas se você não olhar para trás e para os lados corre risco de não ver tudo.




Dizem que a melhor parte da viagem é a preparação.

Estou nos preparativos finais para a segunda maior viagem da minha vida.
A primeira foi em 1974, primeira internacional e fez parte dos arroubos da juventude.
Inesquecível, durou exatos seis meses numa volta ao mundo que começou no Peru, me colocou em Los Angeles, onde fiquei boquiaberto e continuei assim mais uns quinze dias, rodando até São Francisco e Las Vegas.
Depois foram Hawai, Japão, Taiwan, Hong Kong, Tailândia,Índia, Líbano, Egito, Grécia e Europa, onde por dois meses e meio rodei mais de 18.000 quilômetros, num heroico Renault.Foram aventuras diárias.
Podem ter certeza que essa viagem rende muitas histórias até hoje e foi só o início para dezenas de outras bem preparadas e muito bem aproveitadas.
Parto no domingo para uma viagem que começa em Dubai e segue para Sydney na Austrália, minha segunda vez na Oceania.
Em Sidney embarcaremos eu e a Amanda Palma no Rhapsody of The Seas da Royal Caribbean e navegaremos por quarenta e oito noites com escalas em 22 cidades da Indonésia, Cingapura, Malásia, Tailândia,Índia, Emirados Árabes Unidos, Omã, atravessaremos o Canal de Suez, Israel, Grécia e desembarcaremos no dia dois de Junho em Istambul na Turquia.
Confesso que não fico tão ansioso como antigamente mas é difícil não ser contagiado pela ansiedade da Amanda, não propriamente uma novata. Perguntei a ela quantas vezes ela já tinha ido à Grécia e natural e espontaneamente ela disse quatro e aí a surpresa foi minha.
Nas últimas viagens que fizemos postei poucos textos e fotos pela dificuldade em ter acesso à internet de qualidade e preços acessíveis, infelizmente a VIVO cobra R$29,90 por dia, com uma qualidade que deixa muito a desejar e o custo da internet no navio é por satélite e custa ainda mais caro e não é sempre que se consegue.
Uma pena pois gosto de estar sempre conectado.
A mala já está quase pronta faz uns quinze dias rsss... e se isso não é preparação, não sei o que é...
Licença...vou dar mais uma olhada na mala pois a gente sempre acaba esquecendo alguma coisa...

Quem vive intensamente não teme a morte, porque enquanto estamos vivos ela não existe e quando ela chegar, não existiremos mais.


Simpatia imediata ou antipatia gratuita são sentimentos quase inexplicáveis e há quem acredite em amor à primeira vista. Não dá para ignorar essa primeira impressão, nem acreditar que seja prenúncio de sentimento sincero, amor eterno ou ódio profundo. Só a convivência prolongada gera sentimentos verdadeiros e duradouros ou ódios que podem ser mortais.

Certo ou errado?
Odeio quem tem certeza!
Ninguém é infalível, todos já estivemos certos e errados inúmeras vezes e quando alguém me diz que tem certeza eu sempre desconfio.
Seria a certeza algo certo ou mais que certo?
Certeza seria algo comprovado, de veracidade incontestável, jamais sujeita a qualquer dúvida?
Podemos falar em certeza absoluta?
Segundo minhas poucas pesquisas, nada nem ninguém pode ter certeza absoluta porque o tempo tem se encarregado, por meio de novas descobertas, de provar que até o certo pode estar errado.
Uma maneira fácil de não incorrer em erro é nunca afirmar ter certeza.
Quando você troca a palavra certeza por “eu acho”, divide a responsabilidade com quem ouve.Eu acho!

Cada viagem é uma viagem, cada alvorada é diferente da outra e o pôr do sol é sempre único todos os dias nas nossas vidas, por mais que possam parecer, porque nada nem ninguém é o mesmo num outro dia.
Viajar é mais do que comer e beber bem. Viajar é ver com os próprios olhos as coisas que os homens criaram por séculos e séculos com os dons que Deus lhe deu.
Povos de todas as religiões, alguns prósperos e ordeiros, outros miseráveis e beligerantes. Construções suntuosas e palafitas imundas, o culto ao magnânimo ou ao ocultismo quase sempre com a finalidade de explorar os mais humildes.
Viver bem é uma arte!

Inveja e felicidade.

Não compactuar com a felicidade dos outros pode ou não ser inveja.
Talvez seja uma comparação mesmo involuntária, onde se constata que cada um tem uma vida e que a de uns pode ser considerada boa ou melhor que a da maioria, mesmo que pouco tenham feito por merecê-la, e que outros tenham nascido ou adquirido algum problema, limitação ou falta de sorte, que os façam, aos olhos de alguém, menos dotados ou privilegiados por não ter, não conhecer ou não saber.
Não compactuar com a felicidade dos outros pode não ser inveja em alguns casos, na maioria é.
Ser confiável.

Depois de certa idade observar o mundo é a melhor escola.
Ver como as outras pessoas vivem, tentar melhorar sempre e se necessário for, nivelar o próprio comportamento por cima, nunca por baixo.
O crescimento que aperfeiçoa dá prazer a quem cresce e causa boa impressão e admiração naqueles com quem se convive.
Ser confiável é uma das maiores virtudes do homem.

Diretas já!

Indiretas são recados mal dados que quando chegam à pessoa certa já levam demonstração de que quem mandou não tem coragem suficiente para dizer alguma coisa na cara para não ter que discutir um assunto que na maioria das vezes é frágil e não comporta uma discussão séria e isso é uma forma confessa de covardia.
Covardes nunca devem ser levados a sério e o recado mal dado pode causar mais estrago quando outro tipo de indivíduo, tão desinformado quanto o missivista, acha, erroneamente, que a indireta foi para ele ou ela e é imerecida.
Recado mal dado e mal entendido além de não atingirem o objetivo podem alertar possíveis amigos, da possibilidade de serem as próximas vítimas.
Indiretas para um grupo de pessoas só potencializam os efeitos acima descritos

Bali
Sempre ouvi falar de Bali, tenho algumas esculturas e dois ou três Budas oriundos, que segundo me contaram podem atrair fortuna. Sou fã das estampas bem coloridas nas tradicionais cangas, para usar como fundo para as fotos da nossa loja.
Nunca pensei em visitar a Indonésia porque é bem longe e há lugares mais próximos onde ainda quero ir e voltar a Sydney era um projeto remoto, mas confesso que sempre pensei nisso.
Foi preciso que a oportunidade juntasse muita coisa para que essa viagem me trouxesse a Bali como escala no Rhapsody of The Seas, nesse cruzeiro de quarenta e oito noites.
E que surpresa, ver coisas que eu nunca tinha visto e nem poderia imaginar, pois as fotos não fazem justiça a outras facetas do lugar, que não as praias paradisíacas.
Não saberia por onde começar, mas a ilha tem poucas ruas, uma dúzia de avenidas largas e milhões de habitantes que trafegam loucamente pela mão de direção inglesa o que deixa tudo ainda mais confuso. Os carros são de todos os tipos, mas essencialmente motos de pequena cilindrada, não raro com três passageiros. Existem no mínimo três ou mais motos para cada carro.
Por sorte pegamos um guia balinês que falava um inglês bem claro para turistas e pude entender tudo o que ele falou. E como falou esse senhor…. Foram quase cinco horas, com rápidas paradas para nos mostrar uma fábrica de roupas tradicionais de Bali, um mercado de “tudo quanto é coisa” e uma fábrica de joias.
Incrível a espiritualidade desse povo, onde em todas as casas existe um altar, com os deuses que recebem diariamente oferendas de frutas e outras comidas que não pude identificar,
Os altares, todos visíveis da rua, são construções muito bonitas, grandes e altas, com imagens enormes, talhadas em pedras de vários tons, sendo algumas negras em pedras vulcânicas.
A balburdia no trânsito parece não ser grande problema para o povo acostumado, mas o guia contou que o número de acidentes é muito grande e faz mais vítimas graves e fatais do que em qualquer parte do mundo, o que não duvido.
Milagrosamente o ônibus não atropelou dezenas de motos e incrivelmente, ninguém xinga nem reclama, cada um continua impassível seu caminho.
Nem sei porque comecei esse texto pois já sabia que seria impossível explicar Bali desse jeito, mas recomendo, pois é longe, mas eu garanto que você nunca viu nem consegue imaginar quando é legal e que sensação gostosa é estar aqui.
Como eu disse, foi apenas uma escala de um dia, mas quem sabe um dia eu volto.
O destino não é imutável.

Há os que nasceram pobres e se tornaram ricos e alguns voltaram a ser pobres.
O homem bom pode se tornar mau, mas pode voltar a ser bom.
Pode existir sucesso alcançado de maneira injusta e desonesta, mas haverá, certamente, um julgamento final, onde só os justos e os honestos terão sucesso.
´Destino é o lugar para onde a gente vai mas também como a gente vai.
A vida não é um caminho que a gente trilha, é uma estrada que a gente constrói.
Estradas podem ser estreitas ou largas, curtas ou compridas, seguras ou perigosas.
Todos percorremos essa estrada para chegarmos ao destino, pela qualidade da obra que fizermos.
Não há atalhos, caronas ou manobras, no caminho que leva a Deus.

Marinho Guzman
Corruptos e corruptores.

Saber quem começou esse crime que tem atrasado e destruído cidades, nações e civilizações é a mesma coisa que tentar descobrir quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha.
Vastíssimo, o assunto sempre terá opiniões divergentes ou algo a acrescentar, mas o resultado é fácil ver que quanto menos corrupção, mais desenvolvimento e no Guarujá, no Brasil e em muitos outros países enquanto o povo se preocupa com os tostões, os políticos roubam os milhões.
Nunca houve governo sem corrupção, mas nas últimas administrações, não houve governo, só corrupção.
Primeiras impressões.

Ao conhecemos alguém, fazemos um primeiro julgamento pelas roupas que veste, pelas palavras que usa, o que ela nos pergunta e as respostas que nos dá.
Dependendo das atitudes que toma, comparamos automaticamente em registros sensoriais, como agiríamos em seu lugar.
Essa primeira e rápida impressão pode ter grande margem de erro e depois de algum tempo, a gente pode ver que as aparências enganam, que nós nos enganamos e que muitas vezes as pessoas enganam a gente.

Marinho Guzman
No papel e nos sonhos não há limites.

O papel aceita tudo e nos sonhos a gente pode ser quase tudo, de super herói a super bandido e não fosse um despertar assustado, poder-se-ia passar maus bocados.
Já saltei de paraquedas, já estive em tiroteio, já fui rei, rico que nem o Eike Batista e….bem, deixa pra lá, esse era um sonho que virou pesadelo.
Dizem que a gente sonha muito com coisas do dia a dia, pode sonhar com um ente querido que já está morto e isso quer dizer…. O que quer dizer mesmo? Não lembro, não sou de dar bola para crendices e até prova em contrário sonho é só sonho e torço para não ter os do tipo pesadelo.
Amanda Palma vive sonhando que está trabalhando, que vendeu milhares de biquínis, teve que embrulhar cada um e aí acorda cansada, mas de vez em quando sonha que ganhou na loteria e esse um sonho que eu espero que ela realize, rssss…
Como eu disse, não costumo lembrar dos sonhos, mas
vira e mexe Amanda me acorda e diz que eu estava chutando. Não sei qual era a encrenca da vez, mas nessas horas estou sempre ofegante e assustado e é um alívio ser acordado, pois já parei com essas disputas a socos e pontapés na vida real faz muito tempo.
O papel aceita tudo. Jornais e revistas continuam a publicar tudo que acontece no mundo.
Pouca coisa de sonho, só desgraça, a vida vista pela maioria da imprensa parece pesadelo.

Marinho
Graças a Deus!

As vezes eu acredito que há mais do que simples coincidência em alguns acontecimentos.
Hoje ou ontem, (confesso estou perdido com o calendário), estivemos e Phuket na Tailândia e dentre quase uma dezena de excursões promovidas pelo navio havia uma para conhecer O Grande Buda, um templo sob uma escultura gigante de cerca de sessenta metros de altura desse Deus que pouco conheço.
Foi esse passeio que Amanda escolheu e passou os dois dias anteriores falando nisso, ansiosa como poucas vezes a vi.
Eu não diria que Amanda é crédula nem mística, mas acredita piamente em Deus, seja lá a forma que ele possa ter e sua prática religiosa é ser boníssima.
Às vezes até a chamo, por brincadeira, de Bispa Amanda, pois está sempre pronta a ajudar alguém da maneira que for, ouvindo problemas que nem sempre pode ajudar ou resolver.
Vou encurtar a história pois cada um deve acreditar e pesquisar por conta própria pois nesses assuntos religiosos, penso que cada um tem ou não a sua crença e será despertado ou não, para o que lhe estiver reservado.
Sob O Grande Buda há um altar e Amanda entrou só.
Momentos depois voltou radiante,ainda mais do que já é e me contou que sentiu “algo” muito forte. Perguntei se tinha sido bom e ela disse que sim, muito bom.
O passeio foi ótimo, e voltamos ao navio onde vi um recadinho no meu Facebook da minha sobrinha Priscilla Guzman alertando que nesse dia é comemorado a Lua cheia de Maio do Buda.
Faz uma hora, ainda de madrugada, acordei pensando naquilo e como faço costumeiramente, abri o Facebook onde vi um recado da minha amiga Lica que transcrevo:
– Exatamente em 04/05 é celebrada em todo o mundo a lua cheia de maio que nos dá a oportunidade de nos sintonizarmos com a luz amorosa do divino para podermos nos desenvolver cada dia mais em busca de iluminação! Este dia é comemorado o nascimento, iluminação e deixada de corpo de Buda, um dos grandes mestres que passou por este planeta! Plenamente Abençoados!!
Lica Eliana
Estou sinceramente impressionado e achando que essa é uma daquelas situações em que há mais do que simples coincidência
Para quem possa interessar, coloco link de uma de muitas publicações que falam da comemoração.
http://www.anjodeluz.com.br/wesakcelebracao.htm

Marinho Guzman












segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

18-341 - 360 do total de 1157 pensamentos na coleção de marinho guzman


Dor de barriga não dá uma vez só, mas memória fraca parece se doença de pessoas mal-agradecidas.

Marinho Guzman
Pirâmides, correntes e outras bobagens.
Você que como eu já chutou macumba, quebrou correntes e participou de, pelo menos, uma pirâmide está convidado(a) a provar que lê as bobagens que eu escrevo colocando qualquer palavra nos comentários.
Se você não fizer isso, pode ter dor de barriga, perder a chave do carro ou da sua casa, ou ter que assistir pelo menos quinze minutos de um programa do Datena.
Poste aqui um comentário, vou saber que você leu mais esse texto e vou ter ânimo para escrever qualquer coisa que preste um dia desses.
Seu amigo Marinho

Marinho Guzman
Cara feia pra mim é fome.

Faz tempo não escuto o ditado, muito popular no tempo do meu avô. O Pacheco.
Portuguesão, ele tinha um rol imenso e não se rogava, declamava mas fazia cara feia para qualquer coisa.
Já nem tão feias, aliás algumas bem bonitinhas de cara, a gente convive com algumas pessoas que desconhecem os bons modos, nada sabem de respeito e civilidade e passam por você todos os dias como se nunca o tivesse visto.
Não sou dos que ficam puxando conversa, mas nunca neguei uma boa tarde com um leve sorriso, uma boa noite amigável ou um bom trabalho para quem está por trás de um balcão atendendo há horas, e ainda tem uma jornada até chegar em casa.
Pior do que os vizinhos que não cumprimentam são algumas figuras com quem a gente tem que conviver todos os dias como por exemplo o instrutor da academia que passa por você olhando por cima, desvia se você vem na mesma direção, faz que não escuta quando você chama e pensa que ser instrutor de academia quer dizer que ele é melhor do que você, ou talvez um Deus grego. Ostenta um bíceps grande, mas algumas garotas cochicham ele tem é um pau muiiiitoooo pequeno.
Não faço cara feia nem finjo que não vejo, mas destilo minhas pequenas maldades para algumas pessoas como faço agora com o tal instrutor da academia.
Sei que eu não tenho nada a ver com o tamanho do instrumento dele, mas se as garotas cochicham,deve ser piquiniiiiiinhooo mesmo e não vai ter exercício que resolva.
Rsssss....

Marinho Guzman
Obra prima, legado e o que será que vai ter para o almoço.

Qual é a sua obra mais importante? Não tem? Não lembra? Será que para você tudo foi, é e será tudo muito igual?
O que será que cada um de nós vai deixar para a posteridade?
Provavelmente nada.
Bem, o termo é amplo, o tempo parece pouco e a maioria de nós, diferentemente de Michelangelo, Pablo Picasso, Thomas Edison, Ayrton Senna e outros, vamos passar pela vida sem deixar grandes legados, sejam eles inventivos, artísticos, literários ou de conquistas desportivas.
Aliás, acho que não vamos deixar porra nenhuma, a não ser grandes problemas para as próximas gerações.
Tudo bem que eu lembre desses e de outros gênios mas se você perguntar para a minha sobrinha e mais dez adolescentes, eles podem no máximo acertar o Senna.
Não sei quantas vezes Santos Dumont foi daqui para a Europa, sei que ele foi várias, até morou uns tempos lá, e quando queria mostrar alguma invenção ao mundo ia para Paris, desde sempre a cidade mais “tudo de bom” e cheia de obras primas e legados de todos os tempos.
Fico imaginando as peripécias do “chapeludo” para pegar um navio, passar quase um mês a bordo sem cartão de crédito, desembarcar num lugar tão distante, ter tempo para construir um balão ou criar uma coisa mais pesada que o ar e…. Voar….
Tempos bem diferentes e sem internet.
Pois é, da minha parte, espero deixar para as gerações do futuro uns textos profundos como esse que uns loucos conseguiram ler até aqui.
Tenho que ir.
Minha sobrinha adolescente acabou de me mandar um Whatsapp perguntando o que vai ter para o almoço.

Fui!

Marinho Guzman
Obra prima, legado e o que será que vai ter para o almoço.

Qual é a sua obra mais importante? Não tem? Não lembra? Será que para você tudo foi, é e será tudo muito igual?
O que será que cada um de nós vai deixar para a posteridade?
Provavelmente nada.
Bem, o termo é amplo, o tempo parece pouco e a maioria de nós, diferentemente de Michelangelo, Pablo Picasso, Thomas Edison, Ayrton Senna e outros, vamos passar pela vida sem deixar grandes legados, sejam eles inventivos, artísticos, literários ou de conquistas desportivas.
Aliás, acho que não vamos deixar porra nenhuma, a não ser grandes problemas para as próximas gerações.
Tudo bem que eu lembre desses e de outros gênios mas se você perguntar para a minha sobrinha e mais dez adolescentes, eles podem no máximo acertar o Senna.
Não sei quantas vezes Santos Dumont foi daqui para a Europa, sei que ele foi várias, até morou uns tempos lá, e quando queria mostrar alguma invenção ao mundo ia para Paris, desde sempre a cidade mais “tudo de bom” e cheia de obras primas e legados de todos os tempos.
Fico imaginando as peripécias do “chapeludo” para pegar um navio, passar quase um mês a bordo sem cartão de crédito, desembarcar num lugar tão distante, ter tempo para construir um balão ou criar uma coisa mais pesada que o ar e…. Voar….
Tempos bem diferentes e sem internet.
Pois é, da minha parte, espero deixar para as gerações do futuro uns textos profundos como esse que uns loucos conseguiram ler até aqui.
Tenho que ir.
Minha sobrinha adolescente acabou de me mandar um Whatsapp perguntando o que vai ter para o almoço.

Fui!

Marinho Guzman
Tanto faz, de tanto que a gente já fez.

Antigamente eu andava com papel e caneta e corria escrever possíveis ideias boas.
Hoje acho que na hora de escrever, se a ideia era boa, estará mais na ponta dos dedos que no papelucho quase sempre perdido.
Parece que eu já vi tanto e já fiz tanto que será difícil vivenciar novidades, melhor mesmo é trazer da memória, do passado, umas ideias e adaptá-las ao presente, que daqui a pouco já será futuro.
Estava pensando na situação em que está Dilma Roussef, em quem foi Eike Batista e o que o destino reservou para Schumacher, sete vezes campeão mundial de Fórmula um, ele único, de uma lista que tem menos de cem pessoas vivas e nem o dobro disso em todos os tempos.
Graça e desgraça andam juntas e o sobe e desce faz parte da vida de todo mundo, com umas quedas vertiginosas e sem volta para muitos.
Ter feito muito só é vantagem para quem fez e não adianta exibir as próprias conquistas porque, para quem fez pouco ou nada, tanto faz.

Marinho Guzman
   
O crime da Dilma não foi dar pedaladas, foi ter roubado a bicicleta.

Marinho Guzman
A Democracia é uma forma de governo onde poucos escolhidos pela maioria ignara administram, a maioria deles rouba todo mundo, e a chefe da quadrilha se arvora no direito de considerar golpe, a legítima tentativa de uma minoria consciente em fazer valer a lei.

Marinho Guzman
Que vive nas nuvens não está perto do céu.

Marinho Guzman
Tenha cuidado ao tratar os diferentes como se fossem iguais.

É um erro comum a gente tratar todo mundo como se fossem iguais.
Vida corrida, muita coisa por fazer, cada um de nós, da sua maneira, corre atrás do “pão de cada dia”, todo mundo com pouco tempo para avaliar cada situação independente.
Passamos a dizer bom dia, boa tarde, até logo e outras expressões mecanicamente, sem realmente levar em conta quem merece uma atenção maior, para quem a gente quer um bom dia e quem não está nem aí para o que a gente quer, desejando mais é que a gente “se exploda”.
E é da falta de atenção para com quem merece e até precisa de uma palavra verdadeira vinda de nós, o que resulta sermos tratados como mais um, qualquer um, um a mais e até um demais.
Cultivar as boas relações é ocupar um espaço que custa pouco e pode valer muito, já afastar-se de algumas pessoas pode ser a melhor coisa a fazer.
Goste mais de quem vale a pena e não esqueça jamais de avaliar quem gosta mesmo de você.
Palavras doces muitas vezes trazem amarguras e palavras duras podem significar amor.

Marinho Guzman
Mais um dia daqueles….

Cada dia mais, eu aceito menos obsequiosidades de quem quer que seja.
E, se eu fosse você, pararia de ler agora, nesse exato momento.
Pare!
Me delete!
Saia fora!
Como perder tampo um cara que usa, nos dias de Facebook, a palavra obsequiosidade?
Só pode ser xarope, chato, um troglodita mesmo.
Eu sou assim.
Dono de um bom vocabulário, de muita leitura na juventude, de vez em quando aparece na minha cabeça uma coisa dessas:- obsequiosidade…. quem já ouviu falar isso? Que raios de palavrão?
É bom que se diga, que depois de ter sido voraz leitor na época em que não havia internet, passei a não ler mais, embora tenha tentado algumas vezes.
Vou começar de novo em homenagem a quem ficou por aqui.
Mais um dia daqueles.
Cada dia mais, eu aceito menos gentilezas, de quem quer que seja.
Acordei para o que deveria ser um dia normal, preparei meu café da manhã e dei uma olhada na listinha de afazeres de hoje, claro, depois das dez horas.
Depois das dez porque já estou acostumado que antes dessa hora, a maioria dos lugares não esteja aberto ou apesar de aberto não funcionam ou quem deveria trabalhar neles ainda não está funcionando pois não acordou direito.
São seis horas da matina e até as nove e meia, seriam três horas e meia, para bater furiosamente neste teclado “que vos fala”, produzindo meus afazeres na internet.
Mas, lá pelas nove, minha querida Amanda Palma fez a obsequiosidade...., ops....
“Quer que eu te leve ao banco? Está garoando.
Aceitei prontamente e perguntei:- Mas já está aberto? Será que a grente já chegou?
-Claro, respondeu ela prontamente.
Desci para encontrá-la na garagem e fomos ao banco.
Depois da dificuldade de costume para estacionar o carro chegamos e lá estava o aviso:- Horário de funcionamento, das 10:00 às 16:00 hs.
Bem o que começou mal acabou pior.
Não consegui resolver o assunto do banco, o caixa do supermercado não tinha troco, o sistema de cartões estava fora do ar, a cancela do estacionamento estava quebrada e eu que faço tudo com uma scooter, que entra em qualquer buraco e para em qualquer lugar estava…. de carro.
Nada de chuva, nada de banco, listinha por fazer nem na metade e já passou da hora do almoço.
Juro que a Amanda estava com as melhores das intenções, mas cada vez mais, eu aceito menos obsequiosidades.
‪#‎prontofalei!

Marinho Guzman
Respeito é bom mas a maioria ignora, e quem ignora é ignorante.

Marinho Guzman
Quando a gente não enxerga longe, pode vir a enxergar de longe.

Marinho Guzman
Nossa vida tem uma porção matemática.

Você pode somar, diminuir, dividir e multiplicar.
Você pode escolher as coisas às quais vai dar mais importância na sua vida, ou em cada época dela e para cada pessoa isso pode ser diferente.
Procure somar e dividir. Isso multiplica sua chance de ser feliz e diminui qualquer sentimento de culpa que alguns de nós temos pelas chances maiores a vida nos proporcionou.

Marinho Guzman
Escrever é falar sozinho, e de repente perceber que tem gente ouvindo, uns gostando outros não.

Marinho Guzman
O ponto de vista e o ângulo da visão.
Quando olho para uma foto logo imagino o ponto de vista e o ângulo de visão de que o fotógrafo dispunha para fazer a foto.
A diferença entre uma linda foto e uma foto horrorosa pode estar aí, assim como a impressão que você tem ou vai ter, seja ao conhecer essa pessoa ou ao tirar uma foto dela.
Música e iluminação num filme de terror são tão características, que muitas vezes você nem precisa assistir toda uma cena para saber do que se trata.
Com as pessoas e as fotos a coisa é parecida. Quando vejo fotos tiradas no espelho de um banheiro ou num canto feio da casa, ligo logo a imagem ao horror de fazer do banheiro o cenário principal de uma foto que deveria ser no mínimo uma boa lembrança.
Alguns dirão, para justificar, que seria essa ou nenhuma foto.
Bem, a vida é sempre assim para quem não tem um mínimo de planejamento ou a opção de escolher um fundo melhor para a foto e pedir para alguém apertar o botão.
Tire boas fotos e leve uma boa vida. Você não precisa viver do passado, mas vai levar uma ótima lembrança para o futuro.

Marinho Guzman
Estradas da vida.

A vida é como uma estrada sem placas nem sinalização.
Você não sabe exatamente onde está indo, se vai chegar ou quando.
Não existe estrada absolutamente reta. Todas têm curvas, desvios, entroncamentos e algumas têm pedágios e se você não pagar o preço, não vai poder passar.
Por mais segura que a estrada seja, sempre existem outros motoristas. Eles estão na mesma pista ou em sentido contrário, isso quando não estão na contramão. Nunca, ninguém, depende exclusivamente de si, e o perigo, “podem ser os outros”.
Quando duas estradas levam ao mesmo lugar você só pode escolher uma, não importa quanto goste da outra. Parece que isso quer dizer ter duas opções, mas analisando bem, você só tem uma sim, a outra não.
Não faltam estradas cheias de buracos e há quem diga que na vida caminhos aparentemente fáceis escondem obstáculos intransponíveis.
Além dos caminhos e destinos, você vai ter que saber qual bagagem vai levar e se vai só, ou acompanhado.
Uns viajam só, outros com mais gente, difícil mesmo é saber quem está bem, ou mal acompanhado.
Como a estrada da vida não tem sinalização, depois de algum tempo você começa a se perguntar se está longe ou perto do seu destino.
Busca respostas e cada vez encontra mais perguntas, podendo descobrir, finalmente, que essa pode ser a reta final.

Marinho Guzman

Mais um dia.
I
Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.
Acordado mas não desperto, posso ter de imediato qualquer pensamento, a vaga lembrança de um sonho, de um pesadelo ou vislumbre os poucos afazeres que me aguardam.
II
Quatro ou cinco passos, até porta do banheiro, acendo a luz, escovo os dentes, lavo rosto e penteio o cabelo, nem sempre nessa ordem, mas parece que tudo está em ordem.
Até agora uns poucos sons, nenhuma palavra, só minha imagem refletida no espelho, retrato da obra destrutiva do tempo.
Tempo que às vezes é pouco, outras suficiente, que na maioria das vezes sobra.
Há certa solidão nesses movimentos quase automáticos.
III
Não uso meias, o calçado é um prático Croc. Encaixo os pés sem auxílio das mãos e nem preciso olhar.
Calça jeans, de barra cortada com o estilete, sem acabamento. Qualquer camisa polo, pego sempre a de cima, são todas idênticas, de cores neutras e sóbrias.
Não sinto nenhuma necessidade de variar o traje nem o trajeto, será mais um dia igual aos outros e isso não requer nenhuma postura diferente.
IV
Abdiquei do café da manhã com os amigos, prática de mais de quinze anos. Os assuntos interessantes se esgotaram e deram lugar a discursos de mesmices disparatadas e fofocas de homens, absurdo inaceitável na minha idade.
Antes só, comigo mesmo do que rodeado de Wikipédias ambulantes.
Ainda vou lá de vez em quando conferir e constatar.
V
Não compro mais jornais nem revistas. As notícias saltam aos meus olhos a cada clique no Google e no Facebook, com o aval das agências de notícias, umas mais, outras menos, mas todas superficiais, vendidas e parciais.
Tudo junto e misturado como é atual, moderno e perigosamente fácil.
VI
Do café da manhã até o almoço são uns tantos minutos de umas poucas horas.
Ao entrar no mesmo restaurante vejo os mesmos funcionários, alguns clientes de sempre e o almoço de R$44,90 o quilo pula no meu prato.
Uma rodela de tomate, uma de pepino, uma colher de ervilhas, outra de grão-de-bico ou feijão-branco, mais uma de milho.
Não pode faltar uma pequena porção de beterraba com cebola crua, três ou quatro vagens e um ramo de brócolis.
Sinto falta do rabanete, da erva doce e do salsão, nunca presentes.
Quando tem berinjela temperada faço uma troca. Nesse dia como até pão.
A proteína animal se resume no menor pedaço de peito de frango assado ou de uma pequena posta de pescada branca à milanesa.
São trezentos e cinquenta gramas, fora o azeite à vontade que só coloco depois de pesar. Poucas vezes erro na mão mas nunca passei dos quatrocentas e cinquenta gramas.
Tem gente que coloca sal, pimenta e outros molhos, eu não, eles não me fazem nenhuma falta, então para que colocar?
Ás quartas e sábados tem uma espécie de feijoada estilizada. Num desses dias mudo o cardápio e ela é a única opção.
VII
Sempre durmo de quinze a trinta minutos depois do almoço. Posso ter herdado o costume dos antepassados portugueses ou espanhóis e essa é única herança que eu queria. Dos portugueses não invejo a inteligência nem dos espanhóis a teimosia. Se tivéssemos sido colonizados pelos ingleses ou alemães tudo aqui seria muito diferente.
VIII
Fotografar pode ser um trabalho, um prazer ou ambas as coisas. Para mim uma alquimia para transformar luz, sombra e cores em belas imagens, que vão durar bem mais do que as próprias lembranças. Minha tarde é de luz, sombra, cores e garotas de biquíni. Nada mal.
IX
De uns tempos para cá o que era um lanche da tarde deu lugar a experiências culinárias da Amanda.
Sem grandes pretensões ela inventa, esquenta, mistura e dá sabor especial a qualquer coisa.
É o amor.
Um simples misto quente se transforma num croque monsieur e qualquer massa num penne à italiana ou um lombo assado com molho madeira ou de mostarda, num quitute de dar inveja a qualquer chefe francês.
X
À noite, ninguém está livre de contrair doenças, defeitos ou vícios e eu mantenho tudo ao alcance dos dez dedos, quando martelo o teclado, num amontoado de palavras, para mim cheio de significados, para a maioria sem nenhum.
Posso estar na cama às dezoito horas ou às vinte e três. Acordo de três em três horas e serão sucessivas dormidas e passadas no computador até acordar novamente para mais um dia.
Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.

Por que não vão todos tomar no cu?

Acordo sempre de bom humor e com a agenda prontinha na cabeça.
Academia, ou praia se tiver sol.
Já sabia que a querida Amanda Palma ia escoltada pela mãe a São Paulo, fazer uns exames de rotina e me preparei para algumas tarefas dela.
Coisa simples, como entregar uns pedidos para a gerente Sandrinha (menina de ouro) e a chave da loja, que ontem ficou com a maravilhosa Zetha Jones, apelido da Patrícia, apelido que pegou desde o primeiro contato quando eu lhe perguntei:-Conhece a Zetha Jones, você é a cara dela, e ela disse: -Mora no Morrinhos IV?
Bem, perguntei à Amanda que horas a Sandrinha viria pegar o material e ela diligentemente mandou um (ou muitos) whatsapps e com muito custo chegaram ao horário, nove horas.
Fui para a academia, passei no Pão de Açúcar e na volta, em casa peparei o meu frugal desejum Rsss.....fresco eu hein...
Olhei no relógio, oito e meia, resolvi tomar banho imaginando que daria tempo de entregar a chave.
Mal entrei no chuveiro tocou o interfone. Nem desliguei a água. Me enrolei na toalha e com todo cuidado para não escorregar cheguei no interfone em menos de quinze segundos.
Alô!!!Alô!!!! Alô!!!Nada! Desligaram. Imaginei que pudessem tocar novamente. Nada! Resolvi ligar para a portaria, mas como os óculos estava no banheiro fui até lá.
Foi colocar a mão nos óculos e tocou o interfone.
Correndo certo, risco dei uma corridinha, e nem tinha chegado lá já estava tocando o telefone fixo.
Fiquei com interfone. Alô!!!Alô!!! Alô!!!Nada! Desligaram.
Como o telefone fixo continuava tocando e eram três ou quatro passos resolvi atendê-lo pois deveria ser a Sandrinha cobrando a chave. Alô!!!Alô!!!Alô!!!Desligaram!
Fui ao interfone e liguei para a portaria. O zelador disse:-A moça veio pegar a chave, o senhor pode colocar no elevador. Falei OK, peguei o envelope preparado para entregar e coloquei no elevador.
Estava entrando no chuveiro e o interfone tocou.
Vou economizar...fui atender e ...Alô!!!Alô!!!Alô!!!Desligaram! Dessa vez eu estava prevenido com os óculos, disquei, o zelador atendeu:- A moça disse que a chave não está no envelope.
Eu disse, vou colocar no elevador.
Fui ao escritório, peguei a chave, coloquei no elevador e o meu whatsapp tocou.
Fui ver e era uma mensagem da querida Amanda:
A Sandrinha está na porta para pegar a chave.
Tocou o interfone...novamente o telefone...o whatsapp...o celular...

Não falei, mas juro que pensei comigo mesmo: Por que não vão todos tomar no cu?

Marinho Guzman
A casa caiu?

Ninguém gosta de errar ou falhar e não sendo possível mentir nem omitir, vale a pena lembrar que atos, fatos e boatos, fazem parte da mesma história e no futuro só alguns fragmentos serão lembrados.
O que aconteceu? Quem contou? O que os outros entenderam? O que tem de verdade nisso tudo? Em que isso pode te prejudicar?
Não se preocupe demais com as coisas ruins que já aconteceram, se não tem remédio, remediado está.
Depois de algum tempo a memória faz como julgamento de escola de samba, descarta os piores notas e isso dá às boas lembranças peso maior.
A natureza humana é sábia e a gente descobre um jeito para continuar.
Lembra do refrão? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.
Ninguém está falando que é fácil, mas não há alternativa, pode ter certeza:

A casa caiu mas o mundo não vai aca

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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