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Top Model Guarujá fotos de Marinho Guzman

sábado, 8 de agosto de 2020

Meu pai.


Meu pai nasceu em 1919 e teria hoje, se fosse vivo, 101 anos.
Infelizmente ele se foi em 1999 portanto há vinte e um anos.
Tenho vagas lembranças de como teriam sido os primeiros anos da sua vida pelos seus relatos já quase esquecidos.
Para falar a verdade, é dificílimo imaginar meu pai aos cinco, dez ou quinze anos, vivendo na cidade de São Paulo onde as novidades o teriam deixado tão surpreso, como para mim o advento da televisão colorida em meados dos anos setenta ou a internet nos anos noventa.
Naquela época as grandes novidades devem ter sido a chegada ao Brasil dos primeiros carros, a popularização do rádio e o acesso aos primeiros cursos universitários.
Meu pai contou que o primeiro carro que meu avô comprou, um Ford 1929, da sua alegria em ter um rádio e de como ele conseguiu fazer à noite, o curso de ciências contábeis e atuariais da Faculdade Álvares Penteado do Largo de São Francisco.
Tempos difíceis, dizia ele que vivenciou o gasogênio, tinha dificuldade em saber das notícias internacionais pelo rádio e tinha que chegar em casa, por imposição do meu avô, obrigatoriamente às nove horas da noite, ainda que as aulas terminassem depois desse horário.
É bem verdade que ele tinha certas regalias que a maioria dos jovens não tinham . Ele já podia dar suas voltinhas com o carro da família uma vez que desde os dezoito anos ele é quem dirigia porque meu avô tinha dificuldade para fazê-lo, para não dizer que dirigia muito mal.
Foi numa dessas voltinhas pela Rua Frei Caneca que ele viu pela primeira vez a minha mãe. Deve ter sido um impacto fulminante porque a minha mãe era seguramente a garota mais bonita de toda São Paulo. Prova disso, são as fotos que sempre publico.
Além de linda, minha mãe dançava balé, era formada em música pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e dava consertos públicos aos dezenove anos de idade. Sua educação foi primorosa. Era a mais bonita, a mais inteligente e a primeira filha mulher. Ouvi dizer que era o xodó do pai e da mãe com muita razão.
Segundo meu pai, a troca de olhares foi rápida, as primeiras conversas furtivas e o namoro alguma coisa perto de uma história de terror uma vez que o meu avô era um português no mínimo turrão.
Quando meu pai foi pedir minha mãe em namoro, a conversa teria se tornado um desafio uma vez que meu avô disse que com filha dele ninguém brincava e que ele não admitiria namoro ou noivado prolongado.
Quem conheceu meu pai sabe que o sangue espanhol dele fervia nas veias quando era confrontado e ele teria perguntado ao meu avô quanto tempo seria suficiente ou demasiado e meu avô teria dito que não poderia demorar mais que seis meses.
Oh! Deus! Imagino a cara do meu pai, que esperava autorização para ir ao cinema com minha mãe na companhia de alguma irmã e sair de lá noivo para casar.
Segundo relatos fidedignos, meu pai teria imediatamente marcado a data do casamento para daí a quatro meses e o grande problema nem foi esse e sim contar para o meu avô, o seu pai que ele casaria no final daquele mesmo ano.
Houvesse esse termo naquela época e eu diria que “a casa caiu”.
Meu pai me contou a condição imposta pelo padrasto para que ele se casasse seria ir morar em Vera Cruz, uma cidadezinha do meio do Estado de São Paulo, que hoje tem uns de dez mil habitantes, naquela época só uma rua pequena e sem saída.
A minha mãe me contou que foi uma correria louca. A noiva tinha que fazer o enxoval, e promover a festa e o dinheiro mal dava para o dia a dia da família Pacheco.
Apesar dos pesares meu pai e minha mãe casaram-se dentro dos escassos quatro meses. O vestido da noiva era uma obra-prima, a festa foi perfeita e até pouco tempo, havia em casa alguns lençóis de puro linho do enxoval original. No mais, eu estou aqui para contar essa história louca e verídica.
História do cara mais incrível que eu conheci, meu pai Antônio Guzman Mariscal.
Contabilista rádio amador, criador de pássaros de canto, espanhol esquentado, homem íntegro e honesto que fez tudo que podia pelos filhos, do qual eu me orgulho de ter muitos princípios. E o nome Guzman.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Deus nos acuda!


Deus criou o homem à sua própria imagem,
Deus colocou e expulsou Adão de Eva do Paraíso,
Deus nos deu o incontestável milagre da Santíssima Trindade, onde seu filho foi concebido pela Virgem Maria, mãe de Deus.
Deus é Pai, é filho, Deus é o Espírito Santo, figura que não sei bem o que quer dizer.
Deus permitiu que Ele mesmo na forma de Jesus fosse sacrificado e com o Santo Sacrifício redimiu a humanidade do Pecado Original, o mesmo que levou o homem na figura de Adão e Eva serem expulsos do Paraíso.
Deus nos ofereceu suas palavras nas dos Apóstolos que por sua vez foram compiladas no Livro Sagrado, a Bíblia.
E ela conta a saga do homem através das grandes catástrofes todas elas causadas pelas más escolhas do livre arbítrio.
Criado a cerca de 14 bilhões de anos o Universo segue com rumo incerto, segundo alguns para o “bing bang.
Uma coisa é certa, um segundo livro nem tão sagrado, mas bem mais bem comprovado vem sendo escrito nos últimos vinte séculos e a humanidade continua sendo coadjuvante nas catástrofes.
Essa semana foi o Líbano, ainda presentes as guerras, revoluções e pandemias se encarregam de traçar as linhas desse livro que a meu ver é de terror.
Se você não concorda com alguma das minhas palavras não curta esse texto por favor, peça a Deus que reconsidere e nos acuda.

sábado, 4 de julho de 2020

⁠Você já percebeu que quando as religiões não tem explicação colocam na conta dos milagres?


O pecado a culpa são invenções dos religiosos para nos desviar a atenção da sua malignidade, das mentiras que contam e dos milagres que fabricaram através dos tempos.
E quando as coisas vão mal e não dão certa a culpa é sempre nossa.

Vida

Deveríamos nos acostumar com mais facilidade com os efeitos da velhice, com o declínio dos nossos ídolos, com o fim dos nossos sonhos e com o destino inexorável.
Poderíamos caminhar serenos por onde já corremos, viver dos louros alcançados e nunca lembrar das derrotas mal sofridas.
Seria bom poder escolher a hora de partir assim como escolhemos a hora de ir dormir.
Diríamos até logo,sairíamos de cena e todos saberiam que todo espetáculo tem que terminar, uns com aplausos, outros com alívio.

O poço, o fundo do poço e o poço sem fundo.



 Para a maioria dos políticos o dinheiro público é um poço sem fundo.
Alguns ainda pensam que sempre vai sair água desse poço.
A maioria dos brasileiros (onde me incluo) está no fundo do poço, perdendo empregos, seus pequenos negócios e o pouco que possam ter conseguido na vida.
A verdade é que o poço não surgiu do nada, foi construído com o suor de muitos anos de trabalho a fio.
Cada notícia que escuto sinto como se mais uma pá de terra foi jogada no poço e que quando o poço estiver soterrado não haverá água para ninguém.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

A pandemia, as decisões tomadas, a história e a nova realidade.

Como tantos fatos históricos dúbios, tomo como exemplo o holocausto, que alguns afirmam que não existiu ou não teve as tais proporção, 2.020 passará à história como a maior caos dos últimos séculos e várias versões circularão.
Quais foram as reais proporções, quais foram as medidas tempestivamente tomadas, quais foram os erros e os acertos?
E com a costumeira falibilidade, a humanidade vai acreditar na versão que lhe aprouver.
É inconteste que teremos a partir de agora uma nova realidade.
E essa nova realidade é a maior incógnita. Essa sim única
verdade.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Músicas


Como numa máquina do tempo algumas músicas me deixam em transe e me colocam trinta, quarenta, cinquenta anos atrás.
Nessa hora (mas não só nessa) lembro que meu avô dizia:
- Deveríamos ser antes velhos e depois novos...
Certamente aproveitaríamos muito mais.

domingo, 28 de junho de 2020

Tem gente misturando tudo.


Respeitar a opinião do próximo não significa aceitar e muito menos concordar.
A gente respeita algumas opiniões e aproveita para descartar o autor ou autora.

A censura dos mamilos e o pudor nosso de cada dia.



A maioria das mulheres de qualquer idade que tem peitos bonitos, e isso hoje em dia quer dizer quase sempre avantajados, gosta de exibi-los nos decotes generosos, nas transparências diáfanas ou nas roupas colantes.
Nove entre dez das garotas que vem fotografar aqui tem como maior sonho uma prótese de mamas.
A diferença para as mulheres, do que é bonito e deve ser exibido e para algumas o que não pode aparecer são os mamilos.
Não consigo entendera monumental vergonha que algumas delas alegam quando parte de um mamilo aparece, marca a roupa ou escapa desavergonhadamente do biquíni com uma onda maior  se mais de noventa por cento dos seios já estão expostos.
Os mamilos estão definitivamente banidos do Facebook e de algumas redes sociais pelos seus responsáveis, como prova de que a moralidade deve ser preservada. Rsss...
Eu, da minha parte, meteria os peitos em qualquer discussão onde se dispusesse discutir esse fenômeno da intolerância com a exibição dessa pequena parte da mama e a permissividade da exibição cabal da peitaria siliconada ou não.
Numa época as mulheres queimaram os sutiãs como forma de protesto pelo que seria um símbolo da submissão feminina. Alertadas pela experiência, pela idade e pela física, voltaram a usá-lo e até a aperfeiçoá-lo com o tal de bojo que cobre, sustenta, acomoda ajeitando e protege os mais frágeis, pequenos e caídos de toda natureza.
Mas o que me pergunto é exatamente isso? Pode mostrar todo o resto menos os mamilos?

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Amanda


Dia desses você me mostrou um caderno inteiro de mais de trinta folhas onde eu escrevi há vinte anos uma declaração muito apaixonada, palavras escritas em cerca de uma hora quando eu esperava você sair da faculdade.
Essa foi apenas mais uma das declarações que eu fiz nesses vinte anos que estamos juntos, com amor demonstrado todos os dias.
As palavras saltavam da minha cabeça para os dedos sem o mínimo esforço esboçavam como que seriam os vinte anos seguintes.
Não foram poucas as recriminações implícitas e explícitas pela nossa diferença de idade que beira os trinta anos e não há nada para exaltar nas suas qualidades que eu tenha deixado de dizer ou escrever.
Não há expressão de carinho que eu tenha deixado de demonstrar nesses vinte anos.
Nunca tivemos uma briga e não me lembro de uma discussão onde ficou claramente demonstrada a nossa sintonia com as muitas alegrias e as poucas tristezas com que a vida nos deu e nos surpreendeu.
Aliás, a vida não nos deu, nós fomos buscar, dia a dia, essa alegria de a cada final de tarde sentarmos frente a frente e brindarmos o sucesso e a felicidade de sermos almas gêmeas, cultivadas com educação, carinho e respeito.
Hoje você completa mais um ano de vida e eu brindo o seu sucesso, que fez a diferença de idade me transformar num moleque loucamente apaixonado por uma gatinha.
Parabéns!Eu te amo!Amanda

Miss Guarujá-Biquinis Guarujá

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